Prévia do material em texto
Parvovirose Enfermidade viral infectocontagiosa severa a pelo parvovírus canino tipo 2 (CPV-2) Agente etiológico Sinais clínicos Epidemiologia Patogenia Tratamento Profilaxia e controle Diagnóstico Acomete cães domésticos, coiotes e lobos Prostração, endotoxemia anorexia e vômito Diarreia profusa, hemorrágica e com odor fétido Alças intestinais doloridas na palpação Vômito, desidratação, hipovolemia,e choque Icterícia, CID, edema pulmonar, sepse Choque hipovolêmico/ endotóxico Antiemético, protetor gástrico, antibiótico- cefalosporina de 1° geração, antinflamatório flunixina meglumina ou corticoesteróides Distribuição mundial, possui alta mortalidade entre os infectados e acomete principalmente os filhotes de até seis meses, no entanto o contagio também pode acontecer entre adultos imunossuprimidos Transmitido pela eliminação fecal e a porta de entrada é a via oronasal. Podendo estar presente em outras secreções e excretas durante a fase aguda da doença Resistente no ambiente, permanecendo viável por meses em temperatura ambiente e sob ação de desinfetantes, sendo inativado pelo hipoclorito de sódio e vazio sanitário de 6 meses O vírus pertence à família Paroviridae, com genoma de DNA fita simples, capsídeo, icosaédrico não envelopado No hemograma neutropenia e linfopenia, leucocitose e desvio a esquerda na recuperação. No bioquímico elevação nas enzimas hepáticas e distúrbios eletrolíticos Na radiografia observar distensão do TGI devido ao acúmulo de gases. Métodos laboratoriais: isolamento viral, reação de hemaglutinação Durante o quadro clínico da doença, o animal infectado deve ser mantido isolado, devendo-se evitar também a contaminação de lugares difíceis de serem desinfetados Filhotes devem receber a 1° dose de vacina com 6-8 semanas de vida. Em seguida, devem ser realizadas 2 doses de reforço em intervalos que variam de 21-30 dias. A quarta dose efetuada aos seis meses de idade, revacinação anual A replicação causa a necrose das criptas do epitélio do intestino delgado, com eventual destruição das vilosidades. O vírus também pode causar lesões em outros órgão: linfopenia na MO, miocardite e sinais respiratórios (faringe). Após a exposição, o vírus infecta os linfonodos da faringe e tonsilas. A partir desse evento o vírus ganha a circulação e invade: O timo, baço, linfonodos, MO, os pulmões, o miocárdio e finalmente o jejuno distal e o íleo, onde ele se replicar Terapia de suporte, fluidoterapia com ringer lactato, Dextrose 2,5%, para hipoglicemia. A PO equilibrada com transfusões de plasma Os sinais clínicos iniciais de choque incluem pulso normal ou fraco, taquicardia, tempo de preenchimento capilar aumentado, palidez das mucosas, hipotensão, temperatura corporal baixa e grau de consciência reduzido 1