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EXODONTIA - cirurgia anestésio

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ARQUITETURA ALVEOLO DENTAL 
MAXILA (mais esponjoso trabeculado mais aberto, mais fácil de se trabalhar, mior elasticidade, mas cuidado maior para não fraturar a tábua 
óssea)): Seio Maxilar (pode invadir o zigomático- esquenta ár e deixa crânio mais leve), face anterior (fce), face posterior (infratemporal), face 
superior (orbital), face medial (nasal) 
 Processos: zigomático, frontal, alveolar, palatino 
 Zona de resistência: pilar canino, pilar zigomático, pilar pterigóideo e vigas horizontais (infraorbital e supraorbita) 
MANDÍBULA: 
Corpo – face ext e interna, borda superior- processo alveolar e borda inferior. 
Ramo – Face ext e int e processos (coronóide e condilar) 
 Forame mentual fica mais próximo do rebordo alveolar em edentulos. Qual problema/complicações? Dor ao mastigar com próteses 
(comprime feixe vásculo nervoso slveolar inferior/mentual. Se faz alcoolização e neuréctomia (A neurectomia é um tipo de bloqueio de nervo que 
envolve o corte ou remoção de um nervo) - dessencibilizar/evitar que passe informação de dor. 
 Zona de resistência: mento/ trajetória basilar/ trajetória basilar/Trajetória alveolares/ trajetória temporal. 
 Zona de fragilidade: colo da mandíbula/região do forame/ angulo da mandíbula/ etc 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O que é ptose de língua? Em fratura bilateral – eleva a língua, 
ocupado o espaço do palato, dificultando respiração/deglutição 
 
 
 
TOPOGRAFIA ALVEOLODENTAL 
Nomenclatura das estruturas alveolo-dentais 
 Alvéolo dental 
Cortical alveolar 
Esponjosa alveolar 
Cortical vestibular e lingual 
*Septos: interalveolar e intra-alveolar 
MAXILA – de modo geral, toda tábua v mais delgada (exc. 
1°m, nem sempre), Força 2 lados, mais para v 
Alvéolos dos incisivos: Relação vestibular (+ delgado) 
 Relação Palatina (- delgada) 
 Relação apical (cavidade nasal – para 
brevilíneos + próximo a cavidade nasal – drenagens de processos 
infecciosos para cavidade nasal) 
Alvéolo dos caninos: Relação vestibular (+delgada) 
 Relação palatina (+ espessa) 
 Relação apical (cavidade nasal/seio 
maxilar/ pilar canino) 
Alvéolo dos Pré-Molares: Relação vestibular (+delgado) 
 Relação palatina (-delgada) 
 Relação apical (seio maxilar 
*Primeiro 2 raizes/ segundo 1 raíz (+ próximo ao seio maxilar, 
mais que o canino) 
Alvéolo dos Molares: Relação vestibular (+delgado) – com 
excessão do 1°MS, que pode ser mais espesso devido a crista 
infrazigomática mais baixo ou crista Zigomática. 
 Relação palatina (+ espesso) 
1° + próximo ao seio maxilar que o 2° PM 
2° + próximo ao seio maxilar que todos os dentes, podendo 
apresentar na maioria das vezes uma cúpula alveolar (frequente) 
3/ diversidade de anatomia. 
 
 
MANDÍBULA - até PM força dois lados, mas mais para V. Molares força para 2 lados, mas mais para L, com exceção do 1° que força 
igual para 2 lados
Al. Inc. e Can.: Relação Vestibular (+ delgado) 
 Relação lingual (+ espessa) 
 Ralação apical – canais incisivos 
Al. PM: Cortical: + espessa, sendo a lingual de maior espessura. 
Frequência grande de hipercementose. 2° Forame mentual = 
zona de Fragilidade -> linha mili-hióidea 
Al. M.: 1°M – Zona de transição (tábua óssea v. Fica + espessa, 
pois inívio da linha oblíqua externa = força para V e L igual nos 
dois) 
 2°M – Tábua óssea lingual + delgada 
3°M – tábua óssea lingual + delgada – relação com N. 
Alveolar inferior + interna (alguns casos, inclusos e vertical é pior, 
a relação é muito intima). 
 
 
Favorável: masseter 
reposiciona fragmento ósseo 
Desfavorável: 
Masseter desaloja 
fragmento ósseo. 
Sempre precisas de 
cirurgia. 
 
 
PRINCÍPIOS GERAIS APLICADOS AO TRATAMENTO CIRURGICO 
 
Pré-operatório 
A avaliação clínica envolve as informações da anamnese somadas 
ao exame físico. 
Anamnese: ponto inicial no diagnóstico de uma doença. Em outras 
palavras, é uma entrevista que busca relembrar todos os fatos que 
se relacionam com a doença e à pessoa doente (produz um 
diagnóstico seguro e um tratamento correto). 
Pacientes comprometidos influenciam na decisão dos diferentes 
tempos do tratamento cirúrgico. 
A intervenção cirúrgica pode ser definida : como urgente ou 
eletiva, em tempo postergado ou naõ recomendada , 
e até contraindicada. 
As enfermidades sistêmicas mais frequentes reconhecidas ou 
identificadas na primeira consulta são : hipertensão arterial , 
valvulopatia, insuficiência hepática , diabetes melitus, renal 
crônico, DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), alergias e 
epilepsia. 
O exame físico inicia : pela verificaçaõ e anotaçaõ do s cinco 
sinais vitais – temperatura corporal , frequência cardíaca , 
frequência respiratória, pressão arterial e dor. Tais sinais registram 
as funções orgânicas básicas e refletem o equilíbrio (ou sua 
ausência) resultante das interações entre os sistemas do organismo 
e determinadas doenças. 
Os exames laboratoriais são essenciais na avaliação do quadro 
clínico do paciente : Hemograma completo , Coagulograma (TS, 
TC, TP, TTPA e INR), Glicemia plasmática , Uréia, Creatinina, Na 
e K, Urina tipo I 
Se a intervenção for realizada em ambiente hospitalar , sob 
efeito de anestesia local assistida com sedação ou anestesia 
geral, o médico anestesista fará o exame pré-anestésico. 
 
Asa 3 em diante não se trata em consultório (4, 5 e 6 não trata) 
 
Trans-operatório 
A estruturação básica da sala de cirurgia deve ser repetida no 
consultório odontológico no caso de intervenção cirúrgica sob 
anestesia local: O equipamento é composto de cadeira 
odontológica, foco de luz, aspirador de saliva e sangue, motor e 
peça de mão esterilizável e uma mesa auxiliar para instrumental. 
O material cirúrgico compreende : gaze, compressa, seringa, 
agulha, drenos e sondas, fio de sutura, fita adesiva hipoalergênica, 
atadura e outros materiais especiais relacionados com o 
procedimento a ser realizado (p. ex., implantes, próteses). 
O instrumental para realização de intervenções cirúrgicas , 
remoção de sutura , exames e curativos é classificado como 
básico e especial: Na montagem da mesa auxiliar, os instrumentos 
devem ser dispostos de forma sistemática e lógica , segundo as 
técnicas cirúrgicas a serem realizadas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O auxílio na instrumentação apresenta vantagens quanto à otimização do tempo do procedimento. 
A equipe cirúrgica base ia-se: na presença do cirurgiaõ e de cirurgiões -auxiliares – sendo aconselhável uma formaçaõ suficiente para 
substituir o cirurgiaõ titular – se necessário instrumentador e circulante 
O primeiro é responsável por executar manobras específicas além de irrigar e aspirar a ferida, cortar fio de sutura, dentre outras. 
O segundo auxiliar é responsável pelo afastamento dos tecidos 
O instrumentador deve estar atento às etapas cirúrgicas e prever as manobras do cirurgião , passando os instrumentos corretos e de 
forma adequada (p. ex., mantendo a ponta ativa voltada para si, evitando acidentes). 
 
 
Segue a 
seqüenciado 
que será feito 
 
BIOSSEGURANÇA 
Os processos de assepsia visam à reduçaõ do risco de infecções 
pós-operatórias e são de responsabilidade dos auxiliares 
cirúrgicos, bem como da equipe técnica. 
Quando realizados em superfícies inanimadas , denominam-se 
desinfecção, podendo ser realizados com álcool 70%. 
Quando realizados em pele ou mucosa, denominam-se antissepsia, 
podendo ser realizados com soluções de clorexidina ou compostos 
iodados (PVP-I). 
A equipe, com exceçaõ do circulante , deve realizar a degermaçaõ 
das maõs e dos antebraços por meio de processo mecânico 
(escovação) com soluções antissépticas , como clorexidina ou 
PVP-I. 
Paramentação: que consiste no ato de vestir avental e

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