Ed
ano passado
Para responder a essa questão, precisamos entender o contexto do teste de Coombs e a administração da Imunoglobulina Anti-D (RhoGam) em gestantes Rh negativas. A Imunoglobulina Anti-D deve ser administrada em situações onde há risco de sensibilização do sistema imunológico da mãe ao fator Rh positivo, que pode ocorrer em várias situações, como: 1. Após um parto de um bebê Rh positivo. 2. Após um aborto espontâneo ou induzido. 3. Após procedimentos como a versão externa, que pode causar sangramento. 4. Durante a gravidez, geralmente na 28ª semana, para prevenir sensibilização. No caso apresentado, a paciente teve uma cesárea há 3 anos, mas sua filha era Rh negativo, o que não gerou risco de sensibilização. O abortamento há 1 ano poderia ter sido uma situação de risco, mas não está claro se a Imunoglobulina foi administrada. A tentativa de versão externa também é um momento crítico, pois pode causar sangramento e sensibilização. Analisando as alternativas: a) ( ) nenhuma das alternativas - Não é a resposta correta, pois há situações em que a Imunoglobulina deveria ter sido administrada. b) ( ) após a cesárea anterior - Não se aplica, pois a filha era Rh negativo. c) ( ) após a tentativa da versão externa - Esta é uma possibilidade, pois a versão externa pode causar sensibilização. d) ( ) por ocasião do abortamento - Também é uma possibilidade, pois o abortamento pode levar à sensibilização. e) ( ) nas 28 semanas da última gravidez - Não se aplica, pois a paciente está com 6 semanas de gravidez. Dentre as opções, as mais prováveis são a c) e a d). No entanto, considerando que a tentativa de versão externa é um procedimento que pode causar risco imediato de sensibilização, a resposta mais adequada é: c) ( ) após a tentativa da versão externa.
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