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As anemias microcíticas e hipocrômicas estão associadas à deficiência de ferro e de vitamina B6 (piridoxina). A carência de ferro compromete diretamente a síntese de hemoglobina, originando hemácias hipocrômicas pela menor concentração do pigmento. Contudo, como a síntese de DNA permanece preservada, as divisões mitóticas precursoras continuam ocorrendo normalmente, o que reduz o tamanho das células finais e resulta na microcitose. Esse padrão morfológico é característico de perdas sanguíneas crônicas e contínuas — como em casos de úlceras gástricas, neoplasias, distúrbios de coagulação e infestações graves por endo e ectoparasitas hematófagos —, situações em que a depleção constante das reservas corporais de ferro impede a maturação adequada dos eritrócitos.
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Juliana Borges Viotti

há 4 semanas

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há 4 semanas

As anemias microcíticas e hipocrômicas resultam principalmente da deficiência de ferro, que compromete a síntese de hemoglobina, causando hemácias com menor pigmentação (hipocrômicas). Como a síntese de DNA não é afetada, as células continuam se dividindo normalmente, mas com menor volume, gerando microcitose. Esse padrão é típico em perdas sanguíneas crônicas, como úlceras gástricas, neoplasias, distúrbios de coagulação e infestações por parasitas hematófagos, que esgotam as reservas de ferro e prejudicam a maturação dos eritrócitos. A deficiência de vitamina B6 também pode contribuir para esse tipo de anemia, pois é cofator na síntese de hemoglobina.

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