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O que é a digitalização de documentos e qual é seu principal benefício na gestão de documentos?
Escolha a alternativa que define corretamente a digitalização de documentos e seu principal benefício.
(A) A conversão de documentos físicos em formato digital, permitindo um acesso mais rápido e seguro, além de economizar espaço físico.
(B) A substituição de documentos físicos por cópias manuscritas, permitindo acesso mais rápido.
(C) A conversão de documentos físicos em cópias microfilmadas, reduzindo o espaço de armazenamento.
(D) A eliminação de documentos físicos após sua digitalização, permitindo a liberação de espaço físico.
(E) A criação de documentos físicos a partir de documentos digitais, para uma melhor compreensão de seus conteúdos.
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Aprendendo com Exercícios

há 3 horas

Respostas

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há 3 horas

A digitalização de documentos é o processo de converter documentos físicos em formato digital. O principal benefício dessa prática é permitir um acesso mais rápido e seguro aos documentos, além de economizar espaço físico de armazenamento. Analisando as alternativas: (A) Correta: define a digitalização como conversão para formato digital e destaca os benefícios principais. (B) Incorreta: fala em cópias manuscritas, que não é digitalização. (C) Incorreta: menciona microfilmagem, que é outra técnica, não digitalização. (D) Incorreta: fala em eliminação após digitalização, que pode ser uma prática, mas não define o que é digitalização nem seu principal benefício. (E) Incorreta: fala em criar documentos físicos a partir de digitais, o oposto da digitalização. Portanto, a alternativa correta é: (A) A conversão de documentos físicos em formato digital, permitindo um acesso mais rápido e seguro, além de economizar espaço físico.

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Leia o Texto I para responder às questões de números 01 a 06.

Texto I

As mudanças climáticas têm potencial de impacto extre­mamente relevante sobre o setor de saneamento e a vida das pessoas em geral. O impacto é de tal ordem que provoca desabrigados, fome e migrações em busca de melhores con­dições para sobrevivência.

As consequências das mudanças de padrão de chuvas trazem ainda outras questões relevantes, como conflitos de uso, quando da ocorrência de secas, e potenciais desastres, quando da ocorrência de cheias. Os conflitos provocados pela falta de oferta geram dificuldades de alocação de água e disputas entre usuários. As cheias provocam, muitas vezes, situações de desastre que impactam vidas e trazem prejuízos econômicos.

A resiliência precisa ser construída com o objetivo de reduzir o impacto dos desastres sobre as populações, de modo a possibilitar a adaptação a novos regimes hidroló­gicos. Outras medidas de adaptação podem atuar sobre a oferta de água, necessitando intervenções estruturais, como a implantação de dessalinizadores, reúso, estruturas de ar­mazenamento de água e interligação de bacias, às vezes até mesmo como sistemas redundantes.

Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medidas que induzam ao uso racional da água e que atuem na redu­ção da demanda. Já há uma preocupação com redução de perdas em sistemas de distribuição, mas também é necessá­rio o incentivo à introdução de equipamentos poupadores, na área residencial ou industrial.

(Meio ambiente, mudança climática e segurança hídrica – Brazil Water Week. Disponível em: https://brazilwaterweek.com.br. Adaptado)
01. Segundo as informações do Texto I, é correto afirmar que
(A) as mudanças climáticas têm grande importância no setor de saneamento, pois, com as cheias, não existe mais o risco de falta d’água.
(B) a sociedade raramente é afetada pelas mudanças no padrão de chuvas que causam tanto a falta de água quanto água em abundância.
(C) a sociedade deve se planejar para combater os desastres naturais provocados pelas cheias, pois esses acontecimentos são previsíveis.
(D) o ser humano precisa aprender a se adaptar às mudanças no padrão de chuvas para diminuir os impactos provocados por elas.
(E) medidas como economizar água são eficazes para reduzir os desastres naturais causados pelas mudan­ças climáticas.

Leia o Texto II para responder às questões de números 06 a 10.

Texto II

Porto Alegre está submersa. A maior parte do meu bairro, mergulhada em água de cor marrom avermelhada. Sexta­fei­ra, 3 de maio, fazemos compras como se nos preparássemos para uma guerra: estocamos água, comida, lanternas, pilhas. Permaneceremos. No sábado, quando acordamos, a rua estava coberta de água. Chegam notícias alarmantes de outras áreas da cidade. Acaba a luz elétrica. Mas, imagine, o nosso prédio tem gerador. “Mas” − conjetura-se – “não haverá ener­gia para as bombas abastecerem as caixas d’água”. Acaba o fornecimento municipal de água, não há água a ser bombe­ada, resta racionar a água que ainda temos na caixa d’água do prédio. No domingo, silenciosa e persistente, a água avança. Sobe. Se impõe, indiferente ao fato de que a chuva tenha parado e é um belo dia de sol. Impassível, como as águas que a tudo domina, assisto pelas janelas aquela cena. Estamos no décimo­primeiro andar, a água não chegará aqui. Imagine! Este é um prédio seguro, com todos os recursos, capaz de gerar sua própria energia, escadas pressurizadas, portaria virtual. Um luxo… Olho para baixo, um rapaz passa remando em uma canoa improvisada. Helicópteros, como rui­dosos besouros metálicos, cortam os céus. Um caminhão do Exército oferece ajuda aos que querem deixar suas casas. Não é conosco. Isso não pode estar acontecendo. Um cheiro meio nauseabundo exala do rio marrom que passou a exis­tir onde antes havia uma rua ladeada por amoreiras. Estaria eu culpando a água insalubre pela náusea que a ansiedade instaurara em meu corpo? Constata­se: a água continua a subir. Novo recorde para o nível do Guaíba, 5 metros e 33 centímetros. Mas a água não cai dos céus, a chuva dera uma trégua, a água surge dos bueiros aos borbotões acompanha­da de ratos e baratas. Fala­se de cobras e lagartos. Jacarés? Contam que um jacaré passeia, digo, nada, pelo bairro. Não pode ser verdade. Segunda-feira, o gerador − que refrigera­va nossa comida, recarregava nossos celulares e mantinha acesa alguma esperança de que resistiríamos e que a cala­midade passaria longe de nossas confortáveis vidas – pifou pela sobrecarga.

Incrédulos e anestesiados pegamos alguns pertences, documentos e computadores e conseguimos ainda sair do prédio com água até os joelhos e embarcarmos em nossa caminhonete, felizmente, alta. O assombro era imenso e a sensação era a de que não fazíamos parte daquele cenário, estávamos em outro lugar, apartados daquela realidade.

(Ondina Fachel Leal. 25.05.2024. Disponível em: https://www.matinaljornalismo.com.br/.Adaptado)
06. Considere o seguinte trecho do último parágrafo do Texto I:

“Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medi­das que induzam o uso racional da água e que atuem na redução da demanda.”

Assinale a alternativa que apresenta um trecho do Texto II que ilustra esse trecho do Texto I.
(A) ... fazemos compras como se nos preparássemos para uma guerra: estocamos água...
(B) ... resta racionar a água que ainda temos na caixa d’água do prédio.
(C) No domingo, silenciosa e persistente, a água avança.
(D) Estamos no décimo­primeiro andar, a água não che­gará aqui.
(E) Mas a água não cai dos céus, a chuva dera uma trégua...

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