Logo Passei Direto
Buscar

Direito Administrativo

Colégio Objetivo
A avaliação documental é uma etapa que visa
Qual é o objetivo da avaliação documental?
(A) digitalizar todos os documentos.
(B) criar novos documentos.
(C) organizar documentos em ordem alfabética.
(D) determinar o valor e a destinação final dos documentos.
(E) descartar documentos sem avaliação.
User badge image
Estudando com Questões

há 3 horas

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 3 horas

A avaliação documental tem como objetivo principal analisar os documentos para determinar seu valor administrativo, legal, fiscal, histórico ou informativo, e definir sua destinação final, seja guarda permanente, guarda temporária ou descarte. Analisando as alternativas: (A) digitalizar todos os documentos – não é o objetivo da avaliação documental, mas sim uma possível etapa posterior. (B) criar novos documentos – não faz parte da avaliação documental. (C) organizar documentos em ordem alfabética – organização é diferente de avaliação. (D) determinar o valor e a destinação final dos documentos – corresponde exatamente ao objetivo da avaliação documental. (E) descartar documentos sem avaliação – incorreto, pois o descarte deve ser precedido de avaliação. Portanto, a alternativa correta é: (D) determinar o valor e a destinação final dos documentos.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Leia o Texto I para responder às questões de números 01 a 06.

Texto I

As mudanças climáticas têm potencial de impacto extre­mamente relevante sobre o setor de saneamento e a vida das pessoas em geral. O impacto é de tal ordem que provoca desabrigados, fome e migrações em busca de melhores con­dições para sobrevivência.

As consequências das mudanças de padrão de chuvas trazem ainda outras questões relevantes, como conflitos de uso, quando da ocorrência de secas, e potenciais desastres, quando da ocorrência de cheias. Os conflitos provocados pela falta de oferta geram dificuldades de alocação de água e disputas entre usuários. As cheias provocam, muitas vezes, situações de desastre que impactam vidas e trazem prejuízos econômicos.

A resiliência precisa ser construída com o objetivo de reduzir o impacto dos desastres sobre as populações, de modo a possibilitar a adaptação a novos regimes hidroló­gicos. Outras medidas de adaptação podem atuar sobre a oferta de água, necessitando intervenções estruturais, como a implantação de dessalinizadores, reúso, estruturas de ar­mazenamento de água e interligação de bacias, às vezes até mesmo como sistemas redundantes.

Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medidas que induzam ao uso racional da água e que atuem na redu­ção da demanda. Já há uma preocupação com redução de perdas em sistemas de distribuição, mas também é necessá­rio o incentivo à introdução de equipamentos poupadores, na área residencial ou industrial.

(Meio ambiente, mudança climática e segurança hídrica – Brazil Water Week. Disponível em: https://brazilwaterweek.com.br. Adaptado)
01. Segundo as informações do Texto I, é correto afirmar que
(A) as mudanças climáticas têm grande importância no setor de saneamento, pois, com as cheias, não existe mais o risco de falta d’água.
(B) a sociedade raramente é afetada pelas mudanças no padrão de chuvas que causam tanto a falta de água quanto água em abundância.
(C) a sociedade deve se planejar para combater os desastres naturais provocados pelas cheias, pois esses acontecimentos são previsíveis.
(D) o ser humano precisa aprender a se adaptar às mudanças no padrão de chuvas para diminuir os impactos provocados por elas.
(E) medidas como economizar água são eficazes para reduzir os desastres naturais causados pelas mudan­ças climáticas.

Leia o Texto II para responder às questões de números 06 a 10.

Texto II

Porto Alegre está submersa. A maior parte do meu bairro, mergulhada em água de cor marrom avermelhada. Sexta­fei­ra, 3 de maio, fazemos compras como se nos preparássemos para uma guerra: estocamos água, comida, lanternas, pilhas. Permaneceremos. No sábado, quando acordamos, a rua estava coberta de água. Chegam notícias alarmantes de outras áreas da cidade. Acaba a luz elétrica. Mas, imagine, o nosso prédio tem gerador. “Mas” − conjetura-se – “não haverá ener­gia para as bombas abastecerem as caixas d’água”. Acaba o fornecimento municipal de água, não há água a ser bombe­ada, resta racionar a água que ainda temos na caixa d’água do prédio. No domingo, silenciosa e persistente, a água avança. Sobe. Se impõe, indiferente ao fato de que a chuva tenha parado e é um belo dia de sol. Impassível, como as águas que a tudo domina, assisto pelas janelas aquela cena. Estamos no décimo­primeiro andar, a água não chegará aqui. Imagine! Este é um prédio seguro, com todos os recursos, capaz de gerar sua própria energia, escadas pressurizadas, portaria virtual. Um luxo… Olho para baixo, um rapaz passa remando em uma canoa improvisada. Helicópteros, como rui­dosos besouros metálicos, cortam os céus. Um caminhão do Exército oferece ajuda aos que querem deixar suas casas. Não é conosco. Isso não pode estar acontecendo. Um cheiro meio nauseabundo exala do rio marrom que passou a exis­tir onde antes havia uma rua ladeada por amoreiras. Estaria eu culpando a água insalubre pela náusea que a ansiedade instaurara em meu corpo? Constata­se: a água continua a subir. Novo recorde para o nível do Guaíba, 5 metros e 33 centímetros. Mas a água não cai dos céus, a chuva dera uma trégua, a água surge dos bueiros aos borbotões acompanha­da de ratos e baratas. Fala­se de cobras e lagartos. Jacarés? Contam que um jacaré passeia, digo, nada, pelo bairro. Não pode ser verdade. Segunda-feira, o gerador − que refrigera­va nossa comida, recarregava nossos celulares e mantinha acesa alguma esperança de que resistiríamos e que a cala­midade passaria longe de nossas confortáveis vidas – pifou pela sobrecarga.

Incrédulos e anestesiados pegamos alguns pertences, documentos e computadores e conseguimos ainda sair do prédio com água até os joelhos e embarcarmos em nossa caminhonete, felizmente, alta. O assombro era imenso e a sensação era a de que não fazíamos parte daquele cenário, estávamos em outro lugar, apartados daquela realidade.

(Ondina Fachel Leal. 25.05.2024. Disponível em: https://www.matinaljornalismo.com.br/.Adaptado)
06. Considere o seguinte trecho do último parágrafo do Texto I:

“Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medi­das que induzam o uso racional da água e que atuem na redução da demanda.”

Assinale a alternativa que apresenta um trecho do Texto II que ilustra esse trecho do Texto I.
(A) ... fazemos compras como se nos preparássemos para uma guerra: estocamos água...
(B) ... resta racionar a água que ainda temos na caixa d’água do prédio.
(C) No domingo, silenciosa e persistente, a água avança.
(D) Estamos no décimo­primeiro andar, a água não che­gará aqui.
(E) Mas a água não cai dos céus, a chuva dera uma trégua...

Mais conteúdos dessa disciplina