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Segundo a Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017), a relação entre trabalhadores e sindicatos foi revisada e alterada. Diante desse novo cenário, marque a alternativa correta:
Segundo a Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017), a relação entre trabalhadores e sindicatos foi revisada e alterada. Diante desse novo cenário, marque a alternativa correta:
A contribuição sindical continua sendo obrigatória, uma vez que outros funcionários dependem desse fundo para permanecer exercendo suas atividades.
Sindicato passa a ser responsável pela homologação da rescisão do contrato de trabalho.
Todo trabalhador que não for associado a um sindicato regular não poderá receber seguro-desemprego.
A Reforma Trabalhista faz com que a empresa negocie sobre quaisquer assuntos com o sindicato responsável pela representação do funcionário.
A contribuição sindical passa a ser facultativa.
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A alternativa correta é: A contribuição sindical passa a ser facultativa. Explicação: Com a Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017), a contribuição sindical deixou de ser obrigatória e passou a ser opcional, ou seja, o trabalhador ou a empresa só pagam se houver autorização expressa. As outras alternativas estão incorretas, pois: - A contribuição sindical não é mais obrigatória. - A homologação da rescisão não é mais exclusiva do sindicato. - O seguro-desemprego não está condicionado à filiação sindical. - A negociação pode ocorrer diretamente com o sindicato, mas não necessariamente sobre quaisquer assuntos, dependendo do contexto e da representatividade.

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A crise vivida no mundo do trabalho também tem provocado fortes reflexos no movimento sindical. Assombradas pelo desemprego, pela diminuição e pela precarização das condições de trabalho, as relações entre trabalhadores e patrões foram radicalmente modificadas. Acerca do chamado novo sindicalismo no Brasil, assinale a alternativa correta.
Acerca do chamado novo sindicalismo no Brasil, assinale a alternativa correta.
A recessão econômica e as diversas mudanças ocorridas no mundo do trabalho a partir da década de 1990 levaram o novo sindicalismo a adotar novas estratégias de resistência, as quais primavam pela ampliação das greves e maior participação dos trabalhadores nos processos decisórios das empresas.
Uma das fases do movimento sindical brasileiro teve em 1978, na região industrial do ABC Paulista, com o chamado novo sindicalismo, o qual teve como característica seu reconhecimento como instrumento de negociação sob a tutela do Estado.
As conquistas alcançadas pelo novo sindicalismo brasileiro, em especial aquelas relativas ao espaço da negociação coletiva e à defesa do poder aquisitivo dos salários, implicaram o crescimento e o fortalecimento desse movimento como instrumento de negociação entre patrões e empregados na década de 1990.
O novo sindicalismo representou um forte questionamento às limitações impostas pela estrutura sindical tradicional, alterando quadro geral das relações dos trabalhadores com os patrões e atuando como importante agente político no processo de redemocratização da sociedade brasileira na década de 1980.
Deu continuidade ao processo de organização dos sindicatos instituído por Getúlio Vargas, que se caracterizava pela maior presença do Estado nas relações sindicais, favorecendo a maior participação dos trabalhadores nas estruturas do sindicato e nas negociações com seus.
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Autor do livro A corrosão do caráter: consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo, Richard Sennett constrói uma série de reflexões acerca das novas condições de trabalho que se impõem, vinculadas ao atual modelo capitalista e à lógica neoliberal, afirmando que a nova realidade econômico-social, que traz termos excitantes como agilidade, flexibilidade e mudança, não propicia a realização ambicionada por esses trabalhadores.
Sobre o trabalho no capitalismo flexível, pode-se afirmar que diferentemente dos anos 1980, o ambiente no mundo do trabalho, no tempo presente, é mais:
Humano e valoriza virtudes estáveis, como confiança, lealdade e comprometimento dos trabalhadores em relação aos empregadores.
Mercado informal é caracterizado, em maior parte, por empreendedores que possuem uma renda muito superior à do mercado formal, embora sem direitos trabalhistas, levando-os ao afastamento do movimento sindical.
Não há qualquer relação entre as novas práticas trabalhistas (terceirização e informalidade) com a ansiedade, a instabilidade dos trabalhadores em relação ao presente e a perspectivas futuras.
A reforma trabalhista do governo Temer, em 2017, trouxe vantagens para os empresários, trabalhadores e sindicatos, o que é refletido em baixas taxas de desemprego no país e aumento do imposto sindical.
A nova economia que enaltece a flexibilidade e empreendedorismo, em vez de libertar os trabalhadores, produz novas formas de opressão e controle; entre elas, convencimento de que os sindicatos são desnecessários.