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Pedro Luiz, foi demitido sem justa causa da empresa ao qual trabalhava como mecânico. Sua jornada de trabalho era das 8 horas até as 17 horas com uma hora de intervalo para almoço de segunda à sexta-feira e aos sábados das 8 horas até as 12 horas, sem intervalo. Em seu contracheque, vinha a cada 6 meses de trabalho, um desconto relativo ao exame periódico que realiza na empresa, bem como dos valores referentes ao equipamento de proteção individuais fornecidos. Com dúvidas sobre esses descontos, Pedro lhe procura e questiona o seguinte:
a) Analise se está correta a empresa ao descontar o valor dos exames periódicos? (Valor: 0,60) b) Analise se está correta a empresa ao descontar o valor dos EPI´s? (Valor: 0,65) Obs.: O(a) examinando(a) deve fundamentar as respostas. A mera citação do dispositivo legal não confere pontuação.
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Exercícios Para o Conhecimento

há 12 horas

Respostas

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há 12 horas

Vamos analisar as duas situações: a) Desconto do valor dos exames periódicos: Os exames periódicos são obrigatórios para monitorar a saúde do trabalhador e são de responsabilidade do empregador, conforme a NR-7 do Ministério do Trabalho. Portanto, o custo desses exames não pode ser descontado do salário do empregado. Logo, a empresa está INCORRETA ao descontar o valor dos exames periódicos. b) Desconto do valor dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): Os EPIs são fornecidos gratuitamente pelo empregador, conforme a NR-6. O custo dos EPIs não pode ser repassado ao empregado, salvo se houver dano causado por culpa do trabalhador, o que não é o caso descrito. Portanto, a empresa está INCORRETA ao descontar o valor dos EPIs do salário do empregado. Resumo: - Desconto dos exames periódicos: incorreto. - Desconto dos EPIs: incorreto.

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Marcos Antônio Ferreira ajuizou ação trabalhista em face de sua ex-empregadora, Construtora Horizonte ME, postulando, entre outros pedidos, o pagamento de horas extras, adicional noturno, equiparação salarial e indenização por danos morais decorrentes de acidente de trabalho. O processo foi distribuído perante a 14ª Vara do Trabalho da Comarca de Uberlândia/MG, autuado sob o nº 0010587-32.2026.5.03.0014. A Reclamada, em sua defesa, impugnou todos os pedidos, sustentando a inexistência de labor extraordinário habitual, a ausência de identidade de funções para fins de equiparação salarial e a inexistência de nexo de causalidade entre o alegado acidente e as atividades laborais. A sentença julgou parcialmente procedentes os pedidos, condenando a Reclamada ao pagamento de horas extras, adicional noturno e diferenças salariais por equiparação, no valor líquido de R$ 48.000,00 (quarenta e oito mil reais), fixadas as custas processuais em R$ 960,00 (novecentos e sessenta reais). Inconformada, a Reclamada interpôs Recurso Ordinário ao Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, protocolado no sistema PJe em 18/03/2026, tendo recolhido depósito recursal, além das custas processuais. O Juízo de origem, contudo, negou seguimento ao Recurso Ordinário por decisão que reputou (i) intempestivo o recurso, computando o prazo a partir da data da publicação da sentença no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho, ignorando que a efetiva disponibilização da intimação eletrônica à advogada da Reclamada, via PJe, somente ocorreu no dia seguinte; (ii) deserto o recurso, ao fundamento de que o valor do depósito recursal seria incorreto, por ser inferior ao teto estabelecido pelo TST, sem considerar que a reclamada é uma microempresa; e (iii) irregular a representação processual, por não constar procuração recente da advogada subscritora nos autos do Recurso Ordinário, muito embora conste dos autos, desde a fase de conhecimento, substabelecimento outorgado pelo advogado originalmente constituído.
Na qualidade de advogado(a) da Reclamada, ciente de que não é cabível a oposição de embargos de declaração, adote a medida judicial cabível.

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