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NIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA INSTITUTO DE SAÚDE E PRODUÇÃO ANIMAL – ISPA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA DE DOENÇAS BACTERIANAS E FÚNGICAS DOS ANIMAIS Prof. Andréa Maria Góes Negrão ü As clostridioses são infecções e intoxicações causadas por toxinas produzidas por bactérias do gênero Clostridium e são altamente letais. ü Estes microrganismos têm a habilidade de passar por uma forma de resistência chamada esporos e podem se manter potencialmente infectantes no solo por longos períodos, representando um risco significativo para a população animal e humana. üMuitos microrganismos deste grupo podem estar normalmente presentes no trato intestinal destas espécies. Conceito üGênero Clostridium ü São bactérias Gram positivas, fermentativas, anaeróbios estritos ü São bacilos retos e a maioria são móveis com flagelos peritríquios ü São esporulados e produzem endósporos – saliência na célula-mãe ü São saprófitos, ubiquitários, vivendo no solo, água, flora do trato intestinal do Homem e diversos animais ü Alguns podem ser encontrados como endósporos no músculo ou fígado. Etiologia Morfologia dos endósporos Endósporo central (1, 4) Endósporo terminal (2, 3, 5) Endósporo lateral (6) • O gênero Clostridium possui mais de 100 espécies • Menos de 20 são patogênicas Etiologia Clostrídeos Histotóxicos Clostrídeos Neurotóxicos Clostrídeos Enterotóxicos Outros menos patogênicos Quatro categorias ou grupos Etiologia Clostrídeos Neurotóxicos Clostrídeos Histotóxicos Clostrídeos Enterotóxicos C. botulinum (tipos A-G) Quatro categorias ou grupos C. tetani C. chauvoei C. perfringens (tipos A – E) C. septicum C. novyi (tipos A e B) C. sordelli C. haemolyticum C. perfringens (tipo A) C. botulinumC. tetani C. chauvoei C. perfringens Espécies Grupo Atuação Doença Espécies Afetadas C. tetani Neurotóxico Afetam a função neuromuscular sem lesão tecidual – neurotoxinas potentes Tétano Equino, Suíno, Ruminantes, Carnívoros, Homem C. botulinum Botulismo Bovino, Suíno, Equino, Canino, Ave, Homem C. chauvoei Histotóxico Lesões localizadas em tecidos e causam toxemia - exotoxinas Carbúnculo Sintomático Bovino, Ovino C. septicum Edema Maligno Bovino, Suíno, Ovino C. novyi tipo A e B Hepatite Necrótica Ovino C. perfringens tipo A Gangrena Gasosa Bovino C. sordelli Miosites Ruminante, Equino C. haemolyticum Hemoglobinúria Bacilar Bovino C. perfringens (tipo A- E) Enterotóxico Lesões inflamatórias no trato GI – toxinas localizadas ou generalizadas Enterotoxemia e Enterites Bovino, Ovino, Cão, Suíno, Equino Doença infecciosa aguda, não contagiosa, que se caracteriza pelo aumento da excitabilidade motora e por espasmos musculares tônicos, cujo desfecho, via de regra é a morte Tétano Conceito Tétano Espasmo prolongado, rígido e firme Espasmos musculares tônicos Espasmos Contração involuntária, frequentemente intensa e dolorosa que pode afetar um ou mais músculos ou um órgão com paredes musculares ü Clostridium tetani ü 10 subtipos antigenicamente di ferentes, mas o ant icorpo p r o d u z i d o p o r u m d e l e s , neutraliza todos os outros. ü T o x i n a s : T e t a n o l i s i n a e Tetanospasmina Tétano Etiologia üCosmopolita, com casos isolados e esporádicos üExclusivamente telúrico üAnimais jovens são mais suscetíveis üCondições que baixam resistência (fr io, calor, trabalho, alimentação) üSuscetibilidade: Todos mamíferos domésticos e selvagens em maior ou menor grau Epidemiologia Tétano Espécies Domésticas Suscetíveis Tétano Tétano As aves são resistentes (natural/refratário) Tétano CascoUmbigo Fatores de Risco (predisponentes) Tétano Fatores de Risco (predisponentes) Patas machucadas Fatores de Risco (predisponentes) Tétano Descorna Castração Tétano Parto Distócico Tétano Fatores de Risco (predisponentes) Grade de ferro enferrujadoArame farpado Tétano Fatores de Risco (predisponentes) Prego enferrujado Pés descalços Patogenia Esporos Anaerobiose Forma vegetat iva Tox ina F i letes ner vosos e vasos Cérebro e medula espinhal Citoplasma das células ganglionares motoras Hiperexcitabilidade Tetania Morte ØNormalmente o baci lo não tem poder invasor, sendo fagocitado e eliminado quando penetra sozinho Tétano Direção do Impulso Nervoso Dendrito Corpo celular Direção da Neurotoxina - Fluxo intra-axonal retrógrado Transmissão de Neurotransmissores Ação das Toxinas Tetanospamina Tetanolisina Características clínicas do tétanoParalisia Espástica Age nas pré-sinapses dos neurônios motores, bloqueando a liberação de neurotransmissores inibitórios : Glicina e GABA (ácido gama-butírico) É responsável pela necrose tecidual e favorece a germinação do endósporo e multiplicação do Clostridium Terminações dos Neurônios Motores Terminações dos Neurônios Inibitórios A toxina liga-se irreversivelmente a receptores nas terminações dos neurônios motores A toxina é transferida entre as sinapses para seu sítio de ação nos terminais dos neurônios inibidores Bloqueia a transmissão pré-sinaptica de sinais inibitórios • Po r o n d e p a s s a a n e u ro tox i n a , o s neurônios inibitórios, secretores de ácido gama-aminobutírico (GABA) e glicina vão ser inibidos, não exercendo o papel de enfraquecer o estímulo nervoso para assim prover o relaxamento muscular. Essa não inibição pode perdurar por várias semanas Ação da Tetanospasmina • A tetanospasmina se liga aos neurônios próximos ao ferimento e se dissemina até o sistema nervoso central e pelo resto do periférico numa velocidade de 750 mm/dia, além de se disseminar também pela corrente sanguínea. Os esporos germinam e a forma vegetativa produz a toxina ao se multiplicar Patogenia A presença de outras bactérias ou corpos estranhos que desviem a fagocitose, ou ainda, favoreçam a anaerobiose Morte por exaustão, asfixia, pneumonia (hipostática ou por aspiração) üPI: 1-3 semanas üVariável de acordo com a espécie, mas sempre similar aos equinos. ü A severidade dos sinais clínicos depende: Sinais Clínicos • Suscetibilidade da espécie • Idade • Local da lesão - Distância do SNC • Quantidade de toxina produzida • Grau de infecção • Espasmos se iniciam em geral pelo masseter e musculatura faríngea (mastigação custosa e deglutição difícil), posteriormente, se espalham pelo corpo • Hiperestesia (excesso de sensibilidade de um sentido ou órgão a qualquer estímulo) • Sudoração aumentada • Respiração trabalhosa e ruidosa Equinos Sinais Clínicos Equinos Sinais Clínicos üNarinas dilatadas ü Distensão do pescoço e cabeça ü Aumento do polígono de sustentação ü Exposição da membrana nictitante ( 3ª pálpebra) ü Orelhas eretas üCauda ereta e deslocada para um dos lados üApetite normal (constipação por q u e d a n o s m o v i m e n t o s peristálticos) üTemperatura elevada üCurso de 1-10 dias (rara 20 dias) üCura espontânea Sinais Clínicos Equino com tétano apresentando exposição da membna nictitante Equino com tétano apresentando sudorese, opistótono e rigidez das patas Sinais Clínicos Cauda em bandeira, orelhas eretas Aumento do polígono de sustentação Sudorese Equino com tétano apresentando sudorese, espasticidade, cauda em bandeira, orelhas eretas Sinais Clínicos Potro com tétano apresentando regidez das patas, andar de cavalete, cauda em bandeira, orelhas eretas • Mais rara a exposição da 3ª pálpebra • Menor excitabilidade • Timpanismo por atonia do rúmen • Cura espontânea mais frequente Bovinos Sinais Clínicos Bovinos A - Bovinos em decúbito lateral com membros esticados, afastados do solo B – Timpanismo acentuado A B Sinais Clínicos Bovinos Sinais Clínicos Bovinos Sinais Clínicos Bovinos Búfala em decúbito lateral com os membros espásticos Sinais Clínicos Local de aplicação da vacina, com presença de exudato purulento • Curso maiscurto (2-4 dias) • Cura espontânea frequente • E m o v i n o s , o s e s p a s m o s geralmente se iniciam pelo trem posterior Suínos, Ovinos e Caprinos Sinais Clínicos • Maior ia dos casos apresenta t r i smas loca l i zados e temporários • Grave: deslocamento lateral dos globos oculares • Insuficiência respiratória • Orelhas eretas • Membros esticados • Riso sardônico Cães e Gatos Sinais Clínicos Cães e Gatos Sinais Clínicos Cães e Gatos Sinais Clínicos Cães e Gatos Sinais Clínicos Cães e Gatos Sinais Clínicos Vídeos (Fonte: You Tube) Cães Equino Bovino https://www.youtube.com/watch?v=QwtiQVvJ_4Q https://www.youtube.com/watch?v=aInTH5DW-S8 https://www.youtube.com/watch?v=m116tclXgnU https://www.youtube.com/watch?v=zryhFagxx9U Sinais Clínicos https://www.youtube.com/watch?v=QwtiQVvJ_4Q https://www.youtube.com/watch?v=aInTH5DW-S8 https://www.youtube.com/watch?v=m116tclXgnU https://www.youtube.com/watch?v=zryhFagxx9U üNão há lesões específicas ü Anamnese + Sintomatologia clínica + Achado da porta de entrada ü Esfregaço da lesão: Coloração de Gram: bastonetes em forma de ‘raquete’ ü Inoculação experimental em camundongos Diagnóstico • Raiva (qualquer idade, várias espécies, vários pastos) • Eclâmpsia • Intoxicações por chumbo e estricnina Diagnóstico Diferencial Tratamento Específico Soro antitetânico Antibioticoterapia üSoroterapia: 100.000-200.000 U.I. 1º dia 50.000 – 100.000 U.I. 2º dia üApenas no início da doença, neutraliza a toxina circulante e protege as células não afetadas. üNão remove toxina já fixada em células ganglionares ou filetes nervosos Tratamento Específico Soro antitetânico Tratamento Auxiliar üDesinfecção e oxigenação da porta de entrada - feridas üAntibioticoterapia • Penicilina (Forma vegetativa) üSintomático • Anti-espasmódico – Buscopan EV • Clorpromazina – Diminuir excitabilidade • Antipirético • Não usar: Corticóide (inibe sistema linfocitário) üGeral • Local calmo, escuro, silencioso, alimento tenro Tratamento üGeral • Local calmo, escuro, silencioso, alimento tenro Tratamento üVacinação com toxicóide tetânico üReforço vacinal antes de procedimentos cirúrgicos e após ferimentos profundos üSoro antitetânico : no momento ou após cirurgias ou em animais não vacinados com ferimentos profundos Prevenção e Controle Anatoxina e Antitoxina Imunização Vacina Soro Tétano üDoença de caráter esporádico e zonário, comum ao homem e aos animais, causada pela ingestão da toxina do Clostrodium botulinum, que é encontrada em alimentos contaminados üIngestão da toxina pré-formada üConsiderada uma toxi-infecção ou intoxicação aguda Botulismo Conceito Clostridium botulinum Grupos • A: Homem, Aves (granja), cães, mustelídeos • B: Homem, Aves (granja), mustelídeos • C: a) Aves (aquáticas), equinos, mustelídeos b) Ruminantes, equinos, mustelídeos • D: Ruminantes, equinos • E: Homens, aves (selvagens), peixes • F e G: Homem Botulismo Etiologia ü Aves eliminam todos os sorotipos em seus dejetos ü Surtos ocorrem mais comumente em aves aquáticas, bovinos, equinos, ovinos ü Animais silvestres: lontras, martas, furão, ariranha ü Suínos e cães são mais resistentes üGatos adoecem raramente ü Carnes cruas e carcaças fontes para carnívoros ü 70-90% de mortalidade Botulismo Epidemiologia ü Aparece sobretudo em regiões onde há carência de Ca e P – Parorexia ou osteofagia em herbívoros Consumo de carcaças ü Silagem – fenação: Agente em vegetais ü Saprófita toxigênico – carcaças de animais ou forragens – toxinas – deficiências de P – osteofagia – espécie animal Botulismo Epidemiologia Botulismo Epidemiologia Botulismo Epidemiologia üEsporos: Carne putrefeita e ossos (anos) / 10-20 min em autoclave / 60 min em HCl a 10% / 24h em formalina 20% üToxinas: Ácidos e fermentos do tubo digestivo (pH 3,6-8,5)/ Meio ambiente / Cadáveres e ossos/ Plantas putrefeitas (Silagem, fenação 6 meses). • Desnatura-se à 80 °C por 30 min. Botulismo Resistência Ingestão da toxina Intestino Sangue Sinapses nervosas Bloqueio da Acetilcolina Paralisias Parada respiratória Morte PI: 12 h – 5 dias O PI e a severidade dependerão da quantidade de toxina ingerida e da suscetibilidade da espécie animal. Curso da doença: poucas horas – alguns dias Botulismo Patogenia Botulismo Patogenia Acetilcolina induz a contração das fibras musculares A toxina botulínica bloqueia a liberação da acetilcolina Inibe a contração muscular Paralisia Flácida üDebilidade muscular (animal procura deitar e tem dificuldade de levantar) üParalisia progressiva (início nos quartos posteriores) üParalisia de faringe e laringe (deglutição difícil) üParalisia da língua (protusão) üDistúrbios visuais (inibição do reflexo pupilar) ü Inibição da secreção de saliva e suor (temperatura normal) Botulismo Sinais Clínicos üMarcha rígida e decúbito ü Respiração abdominal mais pronunciada (pela paralisia da musculatura respiratória principal) ü Anorexia, Adipsia üDilatação das pupilas üMucosas secas ü Constipação Botulismo Sinais Clínicos Apresentam um quadro de paralisia flácida e morte repentina Postura anormal da cabeça (flacidez de pescoço), olhos fechados, asas fechadas, pernas esticadas abaixo do corpo Botulismo Sinais Clínicos Sinais Clínicos Botulismo Sinais Clínicos Botulismo Sinais Clínicos Botulismo üNão há lesões específicas üLíquido cefalorraquidiano geral hemorrágico üDegeneração gordurosa no fígado üC o r p o s e s t r a n h o s n o s compartimentos estomacais Botulismo Lesões üAnamnese + Achados clínicos + Dados epidemiológicos üPesquisa da toxina ou do bacilo em alimentos üDetecção das toxinas em conteúdo ruminal, gástrico e intestinal, fígado, soro, além de amostras dos alimentos e água que os animais possam ter ingerido üPCR üELISA Botulismo Diagnóstico • Raiva (qualquer idade, várias espécies, vários pastos) • Listeriose em bovinos: salivação/ hipersensibilidade / febre • Encefalomielite em equinos Botulismo Diagnóstico Diferencial ü Soro hiperimune (polivalente) ü Soro glicofisiológico üHepatoprotetor Botulismo Tratamento üVacinação üDestruição de carcaças üLimpeza das pastagens üFeno e silagem preparados convenientemente üSuplementação correta com Ca e P üNão fornecer cama de frango como alimento aos ruminantes üImpedir o acesso a locais com água estagnada ou de qualidade desconhecida üEliminação de fontes de intoxicação Botulismo Profilaxia e Controle Botulismo A Doença no Homem Ocorre por ingestão de toxinas presentes em alimentos previamente contaminados, que são produzidos ou conservados de maneira inadequada. Fontes de Intoxicação ao Homem Características das neurotoxinas de C. tetani e C. botulinum Clostridium chauvoei Carbúnculo Sintomático Etiologia • Doença enfisemática, de evolução aguda, infecciosa, mas não contagiosa Conceito • Bovinos: animais jovens com 6 meses a dois anos de idade que crescem rapidamente e são mantidos em alto plano nutricional • Ovinos, caprinos, suínos e equinos • Infecção endógena: esporos são ativados por lesões traumáticas • Os esporos são excretados pelas fezes ou ficam dormentes nos tecidos Carbúnculo Sintomático Epidemiologia Edema gasoso inflamatório Carbúnculo Sintomático Patogenia Morte 12 a 36 horas após o aparecimento dos sinais Esporos latentes no músculo Lesão traumática Ativação dos esporos Multiplicação do C. chauvoei Circulação sanguínea Baço, fígado, músculos esqueléticos Lesão, hematoma, necrose Anaerobiose Produção de toxina e gás ü 1° sintoma é a manqueira (claudicação) – depois perda de apetite, febre alta, apatia, respiração acelerada, dispnéia ü Enrijecimento dos membros ü Aumento do volume da massa muscular com crepitação no local ü Lesões tumorais, crepitantes, quentes e dolorosos ü Intenso edema gelatinoso, avermelhado ao redor da lesão ü Tremoresmusculares üMorte Carbúnculo Sintomático Sinais Clínicos Carbúnculo Sintomático Necrópsia ü Músculo com coloração castanho-escuro ou avermelhado, com estrias de sangue ü Rigidez cadavérica ü Fígado congesto, baço normal ou diminuído ü Tecidos subcutâneos suprajacentes aos músculos afetados: amarelados, gelatinosos e sanguinolentos ü Bolhas de gás Carbúnculo Sintomático Lesões Presença de sangue e gás - lesões crepitantes com intenso edema gelatinoso, avermelhado ao redor da lesão Carbúnculo Sintomático Lesões üSinais clínicos üAchados de necropsia - Lesões üImunofluorescência direta Carbúnculo Sintomático Diagnóstico ü Rápido ü Altas doses de penicilina üGeralmente, não são bem sucedidos Carbúnculo Sintomático Tratamento üMedidas de higiene üDesinfecção de agulhas e instrumental cirúrgico üManejo adequado de carcaças üVacinação: vacina polivalente Carbúnculo Sintomático Controle • 1ª vacinação aos 4 meses de idade • 2ª vacinação 30 dias após a primeira dose • Aplicação anual. Carbúnculo Sintomático Vacinação Clostridioses em Animais Selvagens Fonte: https://www.oie.int/app/uploads/2021/05/botulism.pdf Sagui de tufo branco Clostridioses em Animais Selvagens Clostridioses em Animais Selvagens Fonte: https://www.merckvetmanual.com/exotic-and-laboratory-animals/marine-mammals/bacterial-diseases-of-marine-mammals Exercícios • Quais destas doenças são de notificação obrigatória? • Quais destas doenças podem atingir o homem (infecção e doença)? • Qu espécies animais são atingidas? • Elas são de caráter endêmico ou esporádico? • Quais fatores e grupos de risco? • Existem tratamento? • Existem vacinas?