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Como implementar uma política de educação especial na perspectiva da educação inclusiva, num sistema educacional que apresenta inúmeros problemas para além da diversidade? O propósito atual da educação especial é alinhar-se ao que preceitua a nossa Constituição, ao estender e aprofundar a comp reensão d o direito à educação pela i nternalização desses e de outros documentos internacionais dos que o Brasil é si gnatário. Mas não é tão fácil e palatável aos sistemas de ensino e aos q ue pleiteiam a educação especial na sua concepção e xcludente assumir essa virada de sentido da diferenciação. Essa dificuldade, e mbora até certo ponto esperada, tem se traduzido por uma resistência vazia de argumentos e de embasamento teórico metodológico que convença a volta atrás, o retrocesso aos tempos em que o entendimento da educação comum e da educação especial permitia e sustentava os benefícios de diferenciar para excluir. Pais e professores, autoridades educacionais, políticos engajados no atendimento a pessoas com deficiência ainda enfrentam o ceticismo, o pessimismo de muitos, cujos olhos, embaçados pelo assistencialismo, a benemerência, o paternalismo, não conseguem vislu mbrar o que esse novo sentido da diferenciação traz de avanços e vantagens p ara todos, indistintamente. A diferenciação para excluir, que motiva a discriminação, e a diferenciação para incluir, que promove a inclusão, tem sido exaustivamente explicitada pelos que se dispõe a esclarecer as atuais pretensões da educação especial. A inclusão destas crianças na escola é um princípio de valorização do ser humano sem nenhum tipo de preconceito, para q ue elas possam exe rcer sua cidadania e se sentir integradas na sociedade, participando ativamente do processo de aprendizagem e das a tividades educacionais propostas, contando com o apoio da escola, da equipe multidisciplinar, professores, família e comunidade. é alinhar- O propósito atual da educação especial é alinhar-se ao que preceitua a nossa Constituição, ao estender e aprofundar a comp reensão d o direito à educação pela i nternalização desses e de outros documentos internacionais dos que o Brasil é si gnatário. Mas não é tão fácil e palatável aos sistemas de ensino e aos q ue pleiteiam a educação especial na sua concepção e xcludente as O propósito atual da educação especial é alinhar-se ao que preceitua a nossa Constituição, ao estender e aprofundar a comp reensão d o direito à educação pela i nternalização desses e de outros documentos internacionais dos que o Brasil é si gnatário. Mas não é tão fácil e palatável aos sistemas de ensino e aos q ue pleiteiam a educação especial na sua concepção e xcludente as COMO IMPLEMENTAR UMA POLÍTICA DE ED UCAÇÃO ESPECIAL NAPERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA, NUM SISTEMAEDUCACIONAL QUE APRESENTA INÚMEROS PROBLEMAS PARA ALÉMDA DIVERSIDADE? O propósito atual da educação especial é alinhar-se ao que preceitua a nossa Constituição, ao estender e aprofundar a compreensão d o direito à educação pela internalização desses e de outros documentos internacionais dos que o Brasil é signatário. Mas não é tão fácil e palatável aos sistemas de ensino e aos que pleiteiam a educação especial na sua concepção excludente assumir essa virada de sentido da diferenciação. Essa dificuldade, embora até certo ponto esperada, tem se traduzido por uma resistência vazia de argumentos de embasamento teórico metodológico que convença a volta atrás, o retrocesso aos tempos em que o entendimento da educação comum e da educação especial permitia e sustentava os benefícios de diferenciar para excluir. Pais e professores, autoridades educacionais, políticos engajados no atendimento a pessoas com deficiência ainda enfrentam o ceticismo, o pessimismo de muitos, cujos olhos, embaçados pelo assistencialismo, a benemerência, o paternalismo, não conseguem vislumbrar o que esse novo sentido da diferenciação traz de avanços e vantagens para todos, indistintamente. A diferenciação para excluir, que motiva a discriminação, e a diferenciação para incluir, que promove a inclusão, tem sido exaustivamente explicitada pelos que se dispõe a esclarecer as atuais pretensões da educação especial. A inclusão destas crianças na escola é um princípio de valorização do ser humano sem nenhum tipo de preconceito, para que elas possam exercer sua cidadania e se sentir integradas na sociedade, participando ativamente do processo de aprendizagem e das atividades educacionais propostas, contando com o apoio da escola, da equipe multidisciplinar, professores, família e comunidade