A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
10 pág.
Cirrose

Pré-visualização | Página 2 de 2

MMII e ascite.
o Não complicada: dieta hipossódica, diureticoterapia (furosemida e
espironolactona)
o Complicada:
▪ Volumosa/restritiva: paracentese evacuadora + expansor de volume;
▪ Peritonite bacteriana: antibioticoterapia preventiva (norfloxacino,
ofloxacino, ciprofloxacino) ou curativa (cefotaxima, ceftriaxona, amoxicilina,
ofloxacino, ácido clavulínico)
● Encefalopatia hepática
o Insuficiência hepatocelular consequente à redução volumétrica do figado com
desestruturação da arquitetura vascular, presença de circulação colateral,
anastomoses naturais, cirúrgicas ou radiológicas, constituem-se para que
substancias proteicas de origem intestinal atinjam a circulação sistêmica e alterem
o estado mental dos pacientes.
o Presença de neurotoxinas como amônia, citocinas, benzodiazepínicos naturais,
neuroesteroides, manganês, glutamina-glutamato, substancias dopaminérgicas
o Impedir o aparecimento de distúrbios de sono, sintomas extrapiramidais e coma
hepático
o Interrupção do eixo intestino-cérebro: Uso de lactulose para esvaziamento
colônico sem causar diarreia
o Restauração proteica
o Bloqueio por via radiológica de anastomoses portossistêmicas cirúrgicas e o TIPS
o Transplante de fígado
● Síndrome hepatopulmonar
o Intensa hipoxemia arterial, difusão gasosa pulmonar alterada e dilatações
vasculares intrapulmonares.
o Transplante de figado, embolização radiológica das comunicações arteriovenosas,
duas cápsulas de alho (500mg) após café da manhã e jantar) – enxofre melhora
tônus vascular e melhora a redistribuição do fluxo sanguíneo pelos 2/3 médio e
superior do pulmão.
● Hidrotórax hepático
o Presença de derrame pleural, ultrapassando mais de 500ml, identificado no
cirrótico sem doença cardiopulmonar primaria
o Transferência do liquido intraperitoneal ao tórax por meio de comunicações
transdiafragmáticas. Mais comum no direito e apresenta sintomatologia
o Restrição de sódio, diurético e toracocentese terapêutica
● Hipertensão portal
o Esplenomegalia, ascite e circulação colateral portossistêmica
o Trombose de veia porta: imagens ecogênicas intraluminares associada a Doppler.
DD: CHC invasivo
● Hemorragia digestiva alta
o Portadores de varizes esofagogástricas e ou gastroduodenopatia congestiva
o Evolução decorrente de redução volumétrica do fígado, distorção da arquitetura
vascular do sistema portal e esplenomegalia
a. Prevenção do aparecimento: b-bloqueadores (propranolol/nadolol)
b. Interrupção na vigência do surto hemorrágico: reequilíbrio
hemodinâmico, infusão de drogas como vasopressina, terlipressina,
somatostatina, via EDA: ligadura, cola, escleroterapia; TIPS (ponte para
transplante de figado); derivação cirúrgica descompressiva (anastomose
portocava ou mesentérico-cava se TIPS não for possível); transplante
(curativo)
c. Bloqueio de novo surto: TIPS, anastomose cirúrgica pérvia, sessões de
ligadura EDA, b-bloqueadores + nitratos, transplante