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EFUSÃO QUILOSA A efusão quilosa, ou também chamada de quilotórax, é o acúmulo de linfa na cavidade pleural secundário à ruptura do ducto torácico ou comprometimento do fluxo linfático no tórax. Os principais mecanismos de formação incluem vazamento de linfa do ducto torácico; extravasamento de vasos linfáticos pleurais ou ainda por fluxo trans diafragmático de líquido quiloso ascético (Vaz, et al.). O líquido caracteriza-se por ser rico em quilomicrons, de aspecto turvo brancacento/leitosa, com conteúdo de triglicerídeos elevado, proteína > 2 g/dL, com presença de pequenos linfócitos e leucócitos mistos diagnostico feito após toracocentese. Fonte: Neto. et al, 2015. Sua patogenia é decorrente do extravasamento de linfa, que pode ser causado por cardiopatias, traumas, obstrução linfática (neoplasias e torções) ou sendo ainda idiopático. As medidas terapêuticas podem ser categorizadas em procedimentos conservadores e cirúrgicos, tendo como meta aliviar os sintomas, removendo o fluido pleural com re-expansão pulmonar, bem como medidas preventivas contra sua recorrência aliadas às correções de balanço hidroeletrolítico, nutricional e atenção ao estado imunológico (Vaz, et al.). Efusão Linfática Não Quilosa A efusão linfática não quilosa é raro, e ocorre em casos de bloqueio de drenagem linfática por neoplasias linfoides – se caracteriza por um conteúdo linfático sem quilomícrons. REFERENCIAS VAZ, S. G. et al. Quilotórax Em Cão - Relato De Caso. a Universidade Federal Rural de Pernambuco. Recife, PE, s/d. Disponível em: http://www.eventosufrpe.com.br/jepex2009/cd/resumos/r0137-3.pdf NETO, J. M. C. et al. Linfangiografia Poplítea Por Tomografia Computadorizada Como Recurso Diagnóstico Da Etiopatogenia Do Quilotórax Em Cão. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.21; p. 1251, 2015. Disponível em: https://www.conhecer.org.br/enciclop/2015b/agrarias/linfangiografia.pdf