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Para chegarmos nessa conclusão, analisamos que o diabetes tipo II é identificada pela produção insuficiente de insulina pelo pâncreas, ou pela incapacidade do organismo de utilizar a insulina de forma certa. Na técnica de massagem linfática se estimula uma rede de vasos que faz com que os fluidos do corpo trabalhem de forma rápida. Assim, para os pacientes com diabetes do Tipo II, a massagem ajuda na intensificação da circulação sanguínea para as extremidades do corpo, aliviando as dores, diminuição da retenção de líquido e relaxamento corporal. Nesses pacientes o nível de açúcar é muito alto, devido a uma desregulação da insulina, hormônio secretado pelo pâncreas e responsável pela entrada de açúcar nas células. Uma das funções da massagem é atuar em pontos específicos do corpo para aumentar a absorção de insulina, promovendo um efeito positivo nos níveis de glicose no sangue. Assim, o uso da massagem como alternativa complementar para os casos de diabetes se torna aliada a o bem-estar geral dos diabéticos. Já a hipertensão é uma doença que acomete os vasos sanguíneos ocorrendo o endurecimento e estreitamento desses. Uma vez não controlada, como no caso, podem entupir ou romper. Quando isto acontece no coração, pode causar infarto ou AVC. Apesar de todas as vantagens, quem tem algum risco vascular, como hipertensão não controlada não deve fazer, pois o sistema linfático não tem seu próprio sistema de bombeamento como é o caso do sistema sanguíneo. Ao aumentar o ritmo da circulação linfática, também aumenta a circulação sanguínea, o que pode ocasionar um aumento da pressão arterial. Nesse caso a drenagem se torna imprópria.. A paciente deve adquirir um pacote personalizado, de acordo com seu perfil, com inclusão de prática de exercícios e uma boa alimentação que vão além dos resultados estéticos, mas auxiliará sua qualidade de vida.