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Aleitamento materno

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são as 
fórmulas infantis à base de soja. 
Fórmulas diferenciadas 
o As diferenciadas são aquelas criadas para 
atender condições de saúde específicas, 
por exemplo, com substâncias específicas 
em decorrência de alergias, com mais ou 
menos fibras, entre outras. 
 
 As fórmulas infantis devem ser 
utilizadas de acordo com a orientação médica 
e quantidade especificada pelo fabricante 
na embalagem. Por essa razão, se preparadas 
com menos quantidade pode comprometer a 
nutrição do bebê, principalmente se esse for o 
único alimento consumido 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção à saúde da criança: 
aleitamento materno e alimentação complementar, cap. 19.2 
 
NELSON. Tratado de Pediatria, cap. 45, pág. 1445-1459. 
 
https://semprebem.paguemenos.com.br/posts/saude/convivendo-com-o-refluxo-aprenda-a-conquistar-seu-bem-estar
https://semprebem.paguemenos.com.br/posts/saude/intolerancia-a-lactose-entenda-tudo-sobre-esse-disturbio
https://semprebem.paguemenos.com.br/posts/saude/intolerancia-a-lactose-x-aplv-saiba-a-diferenca
https://semprebem.paguemenos.com.br/posts/saude/intolerancia-a-lactose-x-aplv-saiba-a-diferenca
https://semprebem.paguemenos.com.br/videos/alergias-infantis
 
 
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UC7 – Tutoria | Maria Clara Cabral – 3º Período 
 
 
OBJETIVO 5 
COMPRENDER O PROCESSO E A IMPORTANCIA DA 
INTRODUÇÃO ALIMENTAR CONJUGADA À MANUTENÇÃO 
DO ALEITAMENTO MATERNO. 
 
Recomendações – Ministério da Saúde 
 
o Quando completar 6 meses de idade, o 
bebê precisa receber, além do leite 
materno, alimentos como frutas, cereais ou 
tubérculos, legumes e verduras, grãos, 
carnes e ovos. 
o Esses alimentos vão acrescentar às 
refeições outros nutrientes que são 
necessários ao crescimento e ao 
desenvolvimento da criança e à prevenção 
de doenças. 
o É importante oferecer água ao seu filho nos 
intervalos entre as refeições. 
 
O leite materno continua sendo importante 
e a amamentação deve continuar até 2 
anos de idade ou mais. 
 
o A introdução de novos alimentos deve 
acontecer pouco a pouco. 
o Não é necessário peneirar os alimentos ou 
processá-los no liquidificador. Basta 
amassá-los com o garfo e oferecer 
separadamente no prato. 
o Crie uma rotina alimentar de horários para 
as refeições. 
o Ao completar 1 ano, além do leite materno, 
a criança já deve receber cinco refeições 
por dia. 
o Evite sucos de fruta: prefira as frutas in 
natura, que oferecem mais fibras e menos 
frutose 
o Prefira usar temperos naturais para evitar o 
excesso de sódio 
o Se oferecer ovos, atente-se para que 
estejam bem cozidos para evitar 
contaminação por bactérias 
o Evite acrescentar açúcar ou leite às papas 
para não interferir na aceitação de outros 
alimentos. O açúcar deve ser evitado até 
os dois anos de idade. 
o O mel também deve ser evitado até um ano 
de idade. Antes disso, o sistema 
imunológico não está preparado para 
combater um tipo de bactéria comum no 
mel, a Clostridium botulinum, o que 
aumenta a chance de desenvolver 
botulismo infantil. 
o Os alimentos podem ser apresentados na 
forma de papa, amassados com o garfo, ou 
ainda cozidos e picados para que a criança 
segure e experimente com as próprias 
mãos. 
 
 
 
 
o No método tradicional de alimentação 
complementar, recomendado pela 
Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a 
alimentação é espessa e oferecida pelo 
adulto com uma colher. 
o Inicia-se com consistência pastosa (papa 
ou purês), com alimentos e frutas 
amassados com o garfo, sem peneirar ou 
liquidificar. 
o A orientação é sempre observar e respeitar 
os sinais de saciedade do bebê, sem forçar 
a alimentação. 
 
 
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UC7 – Tutoria | Maria Clara Cabral – 3º Período 
 
o Gradativamente aumenta-se a consistência 
da comida. Por volta dos 8 meses, já se 
pode oferecer em pedacinhos pequenos, 
até que, por volta de um ano, já consiga 
comer a mesma comida da família. 
 
 
 A introdução alimentar é um momento 
gostoso de interação. Por isso, busque ter a 
atenção totalmente voltada para o ato de 
comer, sem outras distrações, como televisão 
ou celular. O ideal é que as refeições do bebê 
sejam nos horários de refeições da família. 
 
 BLW é a sigla de Baby-Led Weaning 
(que em português significa “desmame guiado 
pelo bebê”). Aqui, a alimentação 
complementar conduz ao desmame de forma 
gradual. é uma abordagem que se guia pela 
capacidade natural do bebê em se 
autoalimentar e descobrir sabores e texturas. 
Acredita-se que, ao “brincar com a comida”, a 
criança descobre aos poucos que ela também 
serve para alimentar, e vai aprimorando a 
autoconsciência e também autonomia 
alimentar. 
o A técnica não inclui alimentação com 
colher no início nem adaptação de 
consistência, como amassar ou triturar. Por 
isso, mais que no método tradicional, aqui 
os sinais motores sobre estar pronto para 
comer são fundamentais: sentar-se sem 
apoio e ter motricidade satisfatória das 
mãos são importantes para reduzir o risco 
de a criança engasgar-se.Além disso, é 
preciso que os alimentos sejam cortados de 
forma que a criança possa segurar com as 
mãos, mas que também evite engasgos. 
Uvas e tomates, por exemplo, precisam ser 
cortados na direção longitudinal (no 
sentido do comprimento). Adultos que 
acompanham o processo precisam 
também ser treinados em manobras para 
desengasgar em caso de acidentes sempre 
atento aos sinais de saciedade da criança 
para não forçar a alimentação. 
 
REFERÊNCIAS 
 
Caderneta da criança – 3ª ed., 2021, pág. 21. 
SBP. Tratado de pediatria. Vol. 2, seção 18, pág. 1407-1419. 
 
OBJETIVO 6 
CONHECER OS BENEFICIOS DO ALEITAMENTO 
MATERNO PARA O CRESCIMENTO E 
DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA. 
 
o Melhor nutrição: O leite humano possui 
todos os nutrientes essenciais para o 
completo desenvolvimento e crescimento 
da criança, sendo mais bem digerido por 
ela. É tanto que é a única fonte de 
alimentação nos primeiros 6 meses 
o Menor custo financeiro: Para uma família 
com pouca renda, não amamentar e 
comprar fórmulas infantis pode representar 
grande parte da renda dessa família 
o Efeito positivo no desenvolvimento 
cognitivo: O aleitamento materno contribui 
para o melhor desenvolvimento cognitivo. 
o Evita diarreia: Fortes evidências mostram 
que o leite materno protege conta diarreia 
à medida que passa dos 6 meses vai 
perdendo gradativamente essa capacidade. 
Crianças que não fazem aleitamento tem 3x 
chance de desenvolver diarreia. 
o Evita infecção respiratória: A proteção 
contra infecções respiratórias se mantém 
constante nos primeiros 2 anos de vida, 
sendo maior quando a amamentação é 
exclusiva até os 6 meses. 
o Diminui o risco de alergias: A amamentação 
exclusiva nos primeiros meses de vida 
diminui o risco de alergia à proteína do 
leite de vaca, dermatite atópica, asma e 
outras alergias. 
o Diminui risco de hipertensão, colesterol 
alto e diabetes: Segundo revisão publicada 
pela OMS, indivíduos amamentados 
apresentam pressão sistólica e diastólica 
mais baixas, menores níveis de colesterol 
total e menor risco (37% menos) de 
desenvolver diabetes tipo 2 (DM2). 
o Proteção contra câncer de mama: A relação 
entre aleitamento materno e redução da 
prevalência de câncer de mama. 
o Evita nova gestação: Nos primeiros 6 meses 
após o parto a amamentação é um método 
anticoncepcional com 98% de eficácia, 
desde que a mãe esteja amamentando 
exclusiva ou e esteja em amenorreia. 
o Direito jurídico.

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