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Fichamento Texto 17

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REFERÊNCIA: PATUTI, C. A. O. B., SAEDELLI, L. R., MELO, M. P. R. A., CIRIANO, R.C. A elaboração de relatos de atendimento em
psicodiagnóstico interventivo: sua importância na formação do aluno e
estagiário in ANCONA-LOPEZ, S. Psicodiagnóstico interventivo:
evolução de uma Prática. São Paulo: Cortez, 2013. Cap. XI. p. 197-225
	
Texto 17
Nome: Valéria Marreiro de Oliveira						
RA: 	C9937J-1	
Data: 	28/04/2019
	
RESUMO
Para Guzzo e Pasqualli (2001, p. 156), ainda hoje os laudos se mostram ineficientes para o propósito a que foram criados.
“[...] subsidiar ações e decisões [razão pelo qual deve ser] [...] objeto de estudos, assumindo espaço importante na formação e no exercício profissional [...]” (Pag. 198)
Os psicólogos também têm sido obrigados a rever suas formas de realização de tais documentos e de como serão utilizados os dados ali contidos. Criteriosos na elaboração desses documentos e relatórios, pautando na prática na garantia de direitos das pessoas.
O objetivo é alinhavar a experiência da construção desse laudo técnico, dando ênfase ao registro documental e aos prontuários.
Os laudos, relatos, prontuários seriam a dimensão organizadora da técnica, importante parte do processo de aprendizagem vivenciado, tanto pelo aluno-estagiário como pelo psicólogo-supervisor, no encontro das descobertas que se dão na relação.
Portanto, não podemos desconsiderar o papel e a responsabilidade do supervisor neste processo. Não há como dissociar a prática psicológica da ética profissional. A ética envolvida no contexto da relação usuários/ clientes/ pacientes e a produção de documentos sobre a experiência clínica no serviço-escola.
Não se pode desvincular o psicodiagnóstico do processo de formação como um todo, assim como também não podemos dissociá-lo da ética envolvida nessa prática.
Para Quelho, Munhoz, Damião e Gomes o psicodiagnóstico é o alicerce do curso de Psicologia, cujo objetivo é desenvolver no aluno a integração dos conhecimentos.
Visualizar o aluno como estagiário é pensá-lo também envolvido na produção de documentos e relatórios comprobatórios de sua experiência no estágio, cuja finalidade dentro de um processo de avaliação psicológica é a produção de um laudo psicológico, como determinado pelo Manual de Elaboração de Documentos do CFP (Resolução n. 007/ 2003)
“[...] apresentar os procedimentos e conclusões gerados pelo processo da avaliação psicológica, relatando sobre o encaminhamento, as intervenções, o diagnóstico, o prognóstico e evolução do caso, orientação e sugestão de projeto terapêutico, bem como, caso necessário, solicitação de acompanhamento psicológico, limitando-se a fornecer somente as informações necessárias relacionadas à demanda, solicitação ou petição (Conselho Federal de Psicologia, 2013, p. 7).” (Pag. 200)
A padronização e sistematização das atividades dos psicólogos, a partir de 2009, passaram a ser previsto pela Resolução CFP n. 001/ 2009 (CFP, 2013), em conformidade ao estabelecido pelo Ministério da Saúde, o armazenamento individual e em local especifico do registro de dados e informações fornecidas por aquele que vier a fazer uso de serviços psicológicos. Este arquivamento é subdividido em duas partes: prontuário e registro documental.
O prontuário, de livre acesso ao paciente e/ou seu representante legal, são registrados os cuidados profissionais prestados ao paciente, sendo sua confecção e organização obrigação e responsabilidade do psicólogo.
O prontuário e o resumo do atendimento devem expressar informações com objetividade e clareza, usar uma linguagem acessível ao paciente, explicar o que, em conjunto com ele, se trabalhou e se concluiu durante o atendimento psicológico.
Deve incluir, de forma sintética, a técnica utilizada, o tema central trabalhado e o resumo de compreensão elaborada. Não sendo cunho interpretativo.

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