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PS002 - ATENÇÃO PRECOCE: PREVENÇÃO E DESENVOLVIMENTO ATIVIDADE PRÁTICA Nomes e sobrenome/s: Rozilene de Souza Pereira Usuário: BRPSMIPDE Data: 29/06/2022. TRABALHO DA DISCIPLINA ATENÇÃO PRECOCE: PREVENÇÃO E DESENVOLVIMENTO Perante a situação em que Pablo chega à escola e como na saída da escola, por onde me chamou atenção; que geralmente as crianças choram ao chegar à escola por ser o primeiro ao escolar são mesmo sinais de alerta, pedindo socorro. Conclui que são dois os fatores de risco que aparece no caso 1 do Pablo. Um é o fator de risco ambiental, uma vez que situação econômica da família é precária não conseguindo suprir às necessidades básicas e a criança fica com a avó materna, Macarena, que é responsável por atender Pablo nas diferentes ocasiões em que a mãe sai de casa durante vários dias, sem a família saber se quer onde está e com quem está, deixando Pablo aos cuidados de seus quatro irmãos menores de idade e segundo os autores neste tipo de fator de risco as crianças podem apresentar problemas decorrentes do ambiente de cuidados que elas recebem e da situação familiar da criança e o outro é o fator risco psicossocial que são aquelas crianças que vivem em condições desfavoráveis, com faltas de cuidados adequados, ou falta de interações com os pais e familiares, maus tratos, negligência, abusos que podem alterar seu processo de maturação e pelo relato a criança não nasceu com nenhuma síndrome e não teve complicações no parto. No caso da prevenção acredito que a prevenção primária e secundária seria capaz de ajudar, uma vez que segundo os autores representam os apoios necessários a todas as crianças a fim de promover a competência cognitiva, comunicativa, social e emocional das crianças. No caso descrito, pode ser identificado o modo de atuação com base no modelo ecológico examinando o microssistema e mesos sistema. Cheguei a esta conclusão porque segundo os autores microssistema e mesos sistema envolvem as relações entre vários contextos ou situações (microssistema), as relações entre a escola, o grupo de colegas e a família da criança Conclui no caso 2 que o nível de prevenção que em que se encontra a ação descrita no caso da menina Amira que tem paralisia cerebral moderada é o quarto nível que representa a prevenção terciária que segundo os autores deve ser planejada com um caráter global e de maneira Inter ou transdisciplinar. Conclui também que as atividades pontuais que são desenvolvidas pelo fonoaudiólogo com a Amira são exemplos de Atenção Precoce. Já no caso 3 conclui que o tipo de intervenção que pode ser atribuído ao programa aplicado à Maria em sala de aula é o Prevenção Primária, que em seus dois níveis trata práticas de prevenção no contexto do lar e no escolar e constituição de relações positivas com as crianças e com as famílias. Conclui também que podemos considerar que a implementação deste programa da professora do caso 3 é uma atividade que pode ser inserida na Atenção Precoce. Cheguei a esta conclusão porque uma vez instituída e trabalhada com a criança e os pais pode ser um programa preventivo para que o abuso não se concretize, evitando assim transtornos de desenvolvimento nas crianças. Conclui ainda no caso 3 da menina Andreia que o programa implementado pela professora estaria no nível da Reeducação, uma vez que a intervenção não é centrada apenas na criança, mas também na família. Conclui por fim que a notificação de suspeita de abuso sexual para o Serviço Social é um exemplo de coordenação entre o ambiente educacional e o social e que o modelo ecológico de U. Bronfennbrenner em que se encontra este passo da intervenção é nos mesos sistema que segundo os autores envolve as relações entre vários contextos ou situações (microssistema), as relações entre a escola, o grupo de colegas e a família da criança. BIBLIOGRAFIA FUNIBER. Atenção Precoce: Prevenção e desenvolvimento. Formação Universitária Iberoamericana. CARDOSO, Carolina. FERNANDES PROCÓPIO, Leandra. PROCÓPIO, Marcos. Estimulação precoce na educação infantil: um estudo bibliométrico. Revista EDaPECI São Cristóvão (SE) v.17. n. 1, p.166-186 jan. /abr. 2017.