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Heloísa C. Lima - Endocardite ENDOCARDITE EPIDEMIOLOGIA Doença Rara e significativa morbimortalidade. Mudou a epidemiologia nos países desenvolvidos, de forma que antes afetava principalmente pacientes jovens com cardiopatia reumática, enquanto atualmente tem afetado idosos submetidos a procedimentos, sem doença valvular prévia ou portadores de próteses valvares. Streptococcus viridans está em segundo como causa da endocardite infecciosa, dando espaço para S. aureus. Nos países em desenvolvimento: S. aureus devido ao abuso de drogas. Em pacientes com cardiopatia reumática, a endocardite ocorre mais comumente na válvula mitral, seguido pela aórtica. Entre as cardiopatias congênitas: defeito do septo ventricular, ducto arterioso patente e válvula aórtica tricúspide. No Brasil, o maior percentual da EI encontrasse-se na faixa entre 11 e 30 anos (DOENÇA REUMÁTICA é responsável pela maioria dos casos de EB). A principal causa de Endocardite Infecciosa é de origem bacteriana, com maior prevalência de Streptococcus e Staphylococcus, embora possa ser causada por fungos em menos de 5% dos casos. FATORES DE RISCO Idade elevada Gênero masculino Lesão valvar congênita Lesão valvar adquirida I. Prolapso da valva mitral II. Estenose valvular calcificada degenerativa III. Valva aórtica bicúspide (calcificada ou não) IV. Valvas artificiais Usuários de drogas injetáveis→ S. aureus Prótese valvar (menos de 60 dias após cirurgia → contaminação pré ou intraoperatória → S. epidermis. Manipulações dentárias Queimaduras Procedimentos invasivos (uso prolongado de sonsas uretrais, hemodiálise e cateteres) Imunossupressão PROFILAXIA Heloísa C. Lima - Endocardite ETIOLOGIA A endocardite infecciosa (EI) é uma infecção grave caracterizada pela colonização ou invasão das valvas cardíacas ou do endocárdio mural por um micro-organismo. Isso leva à formação de vegetações compostas de plaquetas, fibrina e organismos — associados à destruição dos tecidos cardíacos subjacentes. MICROBIOLOGIA MECANISMOS MICROBIANOS DE PATOGENICIDADE A patogenicidade é a capacidade de um organismo em causar doença por meio da superação das defesas do hospedeiro, ao passo que a virulência é o grau de patogenicidade. PORTAS DE ENTRADA Membranas mucosas I. A maioria dos patógenos penetram no hospedeiro via mucosas do trato gastrointestinal e respiratório. II. Trato respiratório é o mais fácil. III. Trato urogenital → IST’s Pele: Importante barreira física. Alguns patógenos podem entrar por meio de lesões na pele Via Parenteral: depósito direto no tecido: Perfurações, injeções, mordidas, cortes, ferimentos, cirurgias e rompimento de pele. AS PORTAS DE ENTRADA PREFERÊNCIAIS Muitos patógenos têm PEP como requisito para serem capazes de causar a doença. Números de micróbios invasores: alguns são eliminados pela defesa, mas se em grande quantidade mais provável de desenvolver a doença. Aderência: quase todos os patógenos possuem alguma forma de aderir ao hospedeiro. Etapa necessária na virulência. Heloísa C. Lima - Endocardite ➔ Aderência entre patógeno e hospedeiro é feito de moléculas de superfície presentes no patógeno, denominadas ADESINAS ou LIGANTES → ligam especificamente a receptores de superfícies complementares. ➔ Adesinas podem estar nos glicocálice- ou em outras estruturas microbianas, como pili, fímbrias e flagelos. Como os patógenos bacterianos ultrapassam as defesas do hopedeiro Cápsulas: algumas bactérias produzem substâncias no glicocálice que formam cápsulas ao redor da parede celular, essa propriedade aumente a virulência do patógeno. A cápsula resiste às defesas do hospedeiro por impedir a fagocitose Componentes da parede celular: A parede celular de certas bactérias contribui para a virulência. Ex. Streptococcus pyogenes produz uma proteína resistente ao calor e à acidez, chamada proteína M. Enzimas Produção de enzimas extracelulares (exoenzimas) e substâncias relacionadas. Podem digerir o material que está entre as células e induzir a formação e a degradação de coágulos sanguíneos. Coagulases: coagulam fibrinogênio no sangue Cinases: degradam fibrina → digerem coágulos que fazem a o isolamento da infecção. Fibrolisina estreptoquinase. Hialuronidase: Hidrolisa o ácido hialurônico. Relacionado à necrose de ferimentos infectados e que auxilia na dispersão do microrganismo. Colagenase: Disseminação da gangrena gasosa. COMO DEFESA CONTRA A ADERÊNCIA DE PATÓGENOS A SUPERFÍCIES MUCOSAS, O ORGANISMO PRODUZ UMA CLASSE DE ANTICORPOS CHAMADOS DE IgA. Heloísa C. Lima - Endocardite Entretanto alguns patógenos produzem enzimas proteases IgA. Variação antigênica Penetração no citoesqueleto das células do hospedeiro COMO OS PATÓGENOS BACTERIANOS DANIFICAM AS CÉLULAS DO HOSPEDEIROS Se FAGÓCITOS do hospedeiro não conseguem parar o dano, modificam a célula: I. Utilizando os nutrientes dos hospedeiros Para obtenção de ferro, os patógenos secretam SIDERÓFOROS, removendo ferro da hb e liga o ferro a receptores da bactéria, pois esse íon é importante para o patógeno. Também podem se ligar à HB e serem absorvidas. Assim, quando os níveis de Fe estão baixos, as bactérias podem liberar toxinas e a Hb sofrer danos e liberar íon. II. Causando danos diretos à região próxima ao local da invasão Quando as patógenos metabolizam e multiplicam nas células, elas sofrem lise . III. Produzindo toxinas, que são transportadas pelo sangue e pela linfa, que danificam sítios distantes do local de infecção. IV. Induzindo reações de hipersensibilidade AGENTE ETIOLÓGICO Os principais agentes envolvidos na fisiologia da endocardite infecciosa são: S. aureus, Streptococcus viridans, Enterococcus spp e bactérias do grupo HACECK (Haemophylus spp, Actinobacillus actinomycetemcomitans, Cardiobacterium hominis, Eikenella corrodens e Kingella kingae Chlamydia, Bartonella, Tropheryma whippelii e fungos, incluindo Candida spp, Histoplasma capsulatum e Torulopsis glabrata) Staphylococcus epidermidis; Streptococcus bovis ENDOCARDITE Endocardite infecciosa é uma infecção grave das valvas cardíacas ou do endocárdio mural que leva à formação de VEGETAÇÕES → Consiste em uma massa Heloísa C. Lima - Endocardite de plaquetas, fibrina, microrganismos e escassas células inflamatórias. Embora fungos e outros microrganismos possam causar, a maioria dos casos são causados por BACTÉRIAS. A endocardite pode ser classificada segundo a evolução temporal da doença – VELOCIDADE, GRAVIDADE DA EV. CLINICA, VIRULÊNCIA, LOCAL OU CAUSA DA INFECÇÃO OU CONFORME UM FATOR DE RISCO PREDISPONENTE (uso de drogas injetáveis, associação a serviços de saúde) em aguda ou subaguda. PATOGÊNESE 1. Lesão Valvar a) Fluxo turbulento -> aumenta p contato com o revestimento cardíaco. i) Faces das valvas de maior impacto do fluxo sanguíneo -> na face atrial da valva mitral e na face ventricular da valva aórtica. b) Exposição do tecido conjuntivo. 2. Depósito de fibrina+ plaquetas – endocardite trombótica não bacteriana. a) Facilidade de adesão e penetração de patógenos. 3. Patógenos Staphylococcus aureus: Disseminação ➔ Bactéria coloniza a pele( devido à lesão ou nasofaringe ( intubação, infecção). ➔ Hialuronidase: quebra tecido conjuntivo ( derme ) ➔ Lipase→ quebra de gordura (hipoderme) ➔ Estafiloquinases-→ quebra o coágulo da coagulase. Evasão à Defesa do Hospedeiro • Proteína A (se liga à porção Fc da IgG no sítio de ligação do complemento, impedindo a ativação do complemento); • Coagulase → formacoágulo em torno da bactéria; • Hemolisina, leucocidina → destroem hemácias e leucócitos; • Catalase → degrada o peróxido de oxigênio dos neutrófilos; • Cápsula polissacarídica → inibe a fagocitose por fagócitos; Adesão • Agente ligante da fibronectina. o Inflamação local → células endoteliais expressam integrinas → ligam fibronectinas circulantes à superfície do endotélio → superfície adesiva aos patógenos circulantes → possuem o ácido teicoico (lipoteicoico) que se liga às fibronectina; Penetração • Invasinas → engloba a bactéria por meio com o citoesqueleto subjacente (filamentos de actina); • Grupo viridans: Streptococcus mitis → Streptococcus sanguis e Streptococcus mutans. São membros da microbiota normal da faringe humana e intermitentemente atingem a corrente sanguínea, causando endocardite infecciosa. • Alfa-hemolítico. • Disseminação • Coloniza a boca e o cólon. S. mutans sintetiza os polissacarídeos encontrados Heloísa C. Lima - Endocardite na placa dental e que levam à formação da cárie dental. • Fungos Heterotróficos e eucariontes que podem ser unicelulares ou multicelulares. ⇒ Os principais agentes causadores são as leveduras dos gêneros Candida e Torulopsis. ⇒ EI surge como uma complicação do uso abusivo de drogas endovenosas, valvas protéticas ou dispositivos intravasculares. 4. Após a chegada do patógeno → inflamação aguda. 5. Vegetações agudas → neutrófilos + macrófagos + plaquetas + fibrina + patógeno. CLASSIFICAÇÕES A endocardite aguda → infecção destrutiva e turbulenta causada com frequência por um microrganismo altamente virulento que ataca VALVA PREVIAMENTE NORMAL. Pode causar morbimortalidade, mesmo com antibioticoterapia e/ou cirurgias. Endocardite subaguda → Causada por microrganismos de baixa virulência que afetam um coração previamente anormal, principalmente valvas deformadas ou cicatrizadas. A maioria dos pacientes recupera após receber antibioticoterapia adequada. MORFOLOGIA Aguda e subaguda → valvas cardíacas exibem vegetações friáveis, volumosas e potencialmente destrutivas → contém fibrina, células inflamatórias e microrganismos. A valva aórtica e atrioventricular esquerda→ mais comum da infecção. Entretanto valva atrioventricular direita seja o alvo mais frequente do abuso de drogas intravenosas. Vegetação pode ser única ou múltipla. Acometer mais de uma válvula, podem provocar erosões e alcançar o miocárdio. (Abscesso anular). Êmbolos: desprendimento devido a vegetações de natureza friáveis. Comum de desenvolver abscessos nos locais→ infartos sépticos e aneurismas que resultem de infecção bacteriana na parede arterial. Ao exame microscópico, as vegetações subagudas da endocardite infecciosa têm com frequência tecido de granulação em sua base (o que sugere Heloísa C. Lima - Endocardite cronicidade) que, com o tempo, estimula o desenvolvimento de infiltrados inflamatórios crônicos, fibrose e calcificação. FISIOPATOLOGIA O endotélio valvular normal é resistente à colonização e infecção por bactérias circulantes. Lesionado→ exposição da matriz extracelular ao depósito de fibrina e plaquetas: facilita a adesão e infecção. Dano endotelial → lesões mecânicas →fluxo sanguíneo turbulento Vegetação → região do endotélio foi lesado Exposição do colágeno → eventos patológicos ➔ Formação de um trombo fibrina (inicialmente asséptico) – a função é reparar o endotélio. ➔ Eventual colonização desse trombo durante um episódio de bacteremia por microrganismos patológicos. Heloísa C. Lima - Endocardite ➔ Início do processo infeccioso→ maior adesão plaquetária → mais deposição de fibrina, e eritrócitos e células inflamatórias com crescimento da lesão. ➔ Com depósito progressivo de mais plaquetas, fibrina e microrganismos há crescimento da vegetação. ➔ A bacteremia é um fator importante, sendo que o risco da endocardite infecciosa depende da magnitude da bacteremia e da habilidade do patógenos de atuar nas válvulas lesadas. ➔ Lesões endoteliais inflamadas sem danos valvulares também podem promover o surgimento dessa doença. ➔ Inflamação local: induz células endoteliais a expressar integrinas do grupo B1 (antígeno tardio). ➔ Integrinas se ligam a fibronectinas circulantes à superfície do endotélio, enquanto S aureus entre outros microrganismos causadores da EI que possuem o agente de fibronectina. ➔ Adesão ➔ Multiplicação dos órgãos alvos Patógenos clássicos dessa enfermidade ( S. aureus, Streptococcus coagulase negative, Enterococcus spp). Compartilham a habilidade de aderir a válvulas danificadas, ativam o fator local de coagulação, e nutrem vegetações infectadas as quais ativam o fator local de coagulação e nutrem as vegetações infectadas. Deve “escapar” dos mecanismos de defesa do hospedeiro. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS A síndrome clínica da endocardite é altamente variável – Aguda e Subaguda. O microrganismo causal é o principal responsável pela evolução temporal da endocardite. Os estreptococos β- hemolíticos, o S. aureus e os pneumococos geralmente dão origem a uma doença de evolução aguda, embora o S. aureus às vezes cause doença subaguda. A endocardite causada por Staphylococcus lugdunensis (espécie coagulasenegativa) ou por enterococos pode apresentar-se de forma aguda. A endocardite subaguda é geralmente causada por estreptococos viridans, enterococos, CoNS e pelos microrganismos do grupo HACEK. A endocardite causada por espécies de Bartonella, T. whipplei ou C. burnetii é excepcionalmente indolente. Heloísa C. Lima - Endocardite Manifestações Cardíacas: Sinais e Sintomas Febre, mal-estar, cefaleia, calafrios, anorexia (perda de peso), fadiga, fraqueza, cansaço, aumento de linfonodos, sopros cardíacos, mialgia, artralgia e hepatoesplenomegalia. Microêmbolos (manifestados como hemorragias subungueais) — associados a depressões, espessamento e onicólise da unha; Hemorragias subungueais lineares, localizadas na base ou no meio do leito ungueal, são características da fase subaguda ENDOCARDITE SUBAGUDA: valva normal, sopros podem estar ausente, mas no final é encontrado em 85% dos casos. Manifestações não cardíacas As clássicas manifestações periféricanão supurativas da endocardite subaguda. (Lesões de Janeway) Pápulas eritematosas ou hemorrágicas indolores nas regiões palmares e plantares (lesões de Janeway) Nódulos subcutâneos eritematosos e sensíveis na polpa dos dedos (nódulos de Osler); Heloísa C. Lima - Endocardite Hemorragia nos olhos Hemorragia conjutival COMPLICAÇÕES Falência cardíaca por: → Insuficiência valvar (sobretudo aórtica); →Comprometimento miocárdico por abscesso; →Abscesso no anel valvar; →Destruição dos folhetos valvares e/ou das cordas tendíneas com →insuficiência valvar aguda; →Obstrução valvar por trombos volumosos; →Comunicações intercavitárias; →Pericardite fibrinopurulenta; →Infarto do miocárdio por êmbolos nas coronárias. →Arritmias por acometimento de áreas próximas ao sistema de condução. →Parte da vegetação pode desprender-se → êmbolo séptico → meningite, →encefalite, abscesso, discite ou infarto séptico ou aneurisma infeccioso (micótico). DIAGNÓSTICO Devem ser feitas avaliações cuidadosas clínicas, microbiológicas e ecocardiográficas quando pacientes febris têm predisposição para endocardite, características cardíacas ou não cardíacas de endocardite ou hemoculturas com crescimento de microrganismo associado à endocardite. Só é possível estabelecer o diagnóstico de certeza de endocardite infecciosa quando as vegetações são submetidas aexames histológicos e microbiológicos. Entretanto, foi desenvolvido um esquema diagnóstico altamente sensível e específico – conhecido como critérios de Duke modificados – com base nos achados clínicos, laboratoriais e ecocardiográficos comumente encontrados em pacientes com endocardite. Heloísa C. Lima - Endocardite Heloísa C. Lima - Endocardite EXAMES DE IMAGEM CARDÍACOS A ecocardiografia confirma anatomicamente e dimensiona as vegetações, detecta complicações intracardíacas e avalia a função cardíaca. A ecocardiografia transtorácica (ETT) é não invasiva e excepcionalmente específica; entretanto pode não visualizar vegetações com < 2 mm de diâmetro e, em 20% dos pacientes, as imagens são inadequadas. A ETT detecta vegetações em 65 a 80% dos pacientes com endocardite clínica definitiva, porém não é adequada para avaliar valvas protéticas ou detectar complicações intracardíacas. A ecocardiografia transesofágica (ETE) é segura e detecta vegetações em > 90% dos pacientes com endocardite definitiva; entretanto estudos iniciais podem ser falso-negativos em 6 a 18% dos pacientes com endocardite. Heloísa C. Lima - Endocardite Heloísa C. Lima - Endocardite TRATAMENTO Para curar a endocardite→ TODAS as vegetações devem ser erradicadas. Porém é difícil→ defesas locais do hospedeiro são deficientes Bactericida e prolongado Geralmente administrados por via parental Heloísa C. Lima - Endocardite Heloísa C. Lima - Endocardite Heloísa C. Lima - Endocardite TRATAMENTO CIRÚRGICO Heloísa C. Lima - Endocardite SAÚDE RURAL Situação População Rural Os aspectos de ordem econômica, social, cultural, política e ambiental compõem os determinantes sociais da saúde, que exercem uma influência direta sobre a qualidade de vida dos diversos segmentos populacionais e estão intrinsecamente associados às diferentes maneiras de adoecer e morrer. A estrutura fundiária reforça a forte desigualdade da sociedade brasileira no campo, quando avaliada a distribuição de terra. Competências da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas Produzir dados estratificados sobre essas populações; Estabelecer instrumentos e indicadores para o acompanhamento, monitoramento e avaliação da Política; Incentivar a criação de espaços de promoção da equidade para implementação da Política de forma participativa; Desenvolver e apoiar ações de educação permanente para os trabalhadores de saúde voltadas para as especificidades de saúde dessas populações; Desenvolver e apoiar ações de educação em saúde para os usuários e movimentos sociais, voltadas para as especificidades de saúde dessas populações, com base em perspectivas educacionais críticas e no direito à saúde; Prestar apoio e cooperação técnica aos municípios; Viabilizar parcerias no setor público e privado para fortalecer as ações de saúde para essas populações. REFERÊNCIAS Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta. [s.l: s.n.]. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicaco es/politica_nacional_saude_populacoes_ca mpo.pdf>. View of Endocardite infecciosa: uma abordagem sobre a variância microbiológica diante diferentes fatores / Infectious endocarditis: na approach on microbiological variance in the face of differente factors. Disponível em: <https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/in dex.php/BJHR/article/view/44086/pdf>. Acesso em: 14 mar. 2023. EI, Endocardite Infecciosa. Endocardite bacteriana. 2000.