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EDU0902 – Gestão e Política da Educação Básica Estudantes: Caroline Pedreira Santiago e Mônica Silva Reis Polo: Baixa Grande e Feira de Santana Gestão da Educação Básica: revisitando conceitos simples (RESENHA CRÍTICA) RESUMO O objetivo principal deste trabalho consiste em vários métodos. Dentre as opções possíveis, explorar algumas dimensões conceituais e práticas em torno dos conceitos que compõem o título. A transição da abstração para o concreto foi facilitada pelo contato com a dura realidade política e gerencial da educação básica. É chamada de visão caótica de todos porque representa a consciência coletiva e é desprovida de elementos de experiência. Anísio Teixeira, Durmeval Trigueiro e outros têm se concentrado amplamente, embora talvez de outras formas, na política e gestão educacional. As condições eram diferentes, então, em vez de gestão, por exemplo, chamava-se gestão, palavra quase em desuso hoje, embora órgãos como a ANPAE ainda a mantenham viva. É bastante razoável dizer que os teóricos contemporâneos geralmente se satisfaçam com a crítica. (ideológico) da política atual ou o estudo da governança democrática em várias dimensões com raras exceções. Se, por outro lado, é salutar a presença de tais questões no pensamento dos professores, cabe reconhecer que uma grande área permanece nas sombras. Palavras-chave: métodos, educação básica e gestão educacional. ANÁLISE CRÍTICA A obra de Sofia Lerche Vieira, enfatiza a política, um aspecto da política educacional. Nesse sentido não há “política” sem “política”. Isso, por sua vez, é uma manifestação da política social, ou, para usar as palavras de Freitas, a política educacional é simplesmente um caso especial de política social. Em um sentido mais prático quando falamos de política educacional estamos lidando com pensamentos e ações. Nesse sentido, política educacional significa uma política educacional mais ampla e diversificada a cada momento histórico. Isso nos leva à questão das fronteiras sociais e políticas dos Estados. A política educacional interna surge porque expressa a expectativa de que ela vai parar ou continuar, a natureza da conservação ou alteração pode aplicar-se a espécies mais ou menos avançadas. Algumas políticas permanecem sob a égide de diferentes ideologias, diante disso, entendemos exemplos de como os educadores estão frequentemente envolvidos na ação do governo nacional. Não existe uma lacuna imensurável entre quem fórmula políticas e quem as implementa, pois, tem uma tendência histórica figurativa e não depende da vontade do governante da época. Veja-se o caso da descentralização, que tem fortes determinantes para a auto governança da educação básica. O jogo da política social é determinado pelas relações de poder entre os atores sociais nas fronteiras do Estado. A “política” educacional explícita ou implícita pode ser encontrada não apenas no nível do governo central, mas em todos os níveis. A escola não se reduz ao conflito político, define-se como um campo de reestruturação e inovação, a análise da política educacional requer a compreensão da insatisfação com o estudo das ações dos órgãos governamentais em diversas esferas, a escola e seus dirigentes devem atingir esse objetivo, de acordo com o Estatuto e a LDB, a boa governança da educação nacional se expressa por meio de arranjos do sistema educacional federal, estadual e municipal, forma de regime cooperativo, estudos básicos que abordaremos com mais detalhes a seguir. A LDB de 1996 foi a primeira lei de Educação a dar conta especial da administração escolar. A administração escolar pelo nome refere-se aos limites da escola, as tarefas concretas da escola são a administração do seu pessoal, bem como dos seus recursos materiais e financeiros, ou seja, é responsável pela gestão dos ativos intangíveis e intangíveis. O Art. 12 da LDB aborda outro aspecto importante da gestão escolar: as escolas devem “conversar com as famílias e comunidades para criar um processo de integração” entre escolas e comunidades. A escola deve informar pais e professores sobre a participação e desempenho dos alunos e sobre a implementação da pedagogia proposta. A autonomia escolar não se baseia no voluntariado, mas depende da identidade e da história da escola, o legislador se dispõe a confirmar a existência do nível para a promoção da autonomia na educação e na gestão administrativa e financeira (LDB, art. 15). A autonomia se constrói na confluência e negociação de diferentes lógicas e interesses. A gestão da educação refere-se a várias iniciativas empreendidas por vários órgãos governamentais. A gestão escolar, por outro lado, situa-se ao nível da escola e refere-se a tarefas da competência. A razão de se organizar a educação é a escola e o trabalho feito na escola, a liderança escolar, por sua vez, se concentra em garantir seu verdadeiro propósito. A administração escolar é composta por professores, alunos e outros membros. Na comunidade escolar, muitos dos que trabalham na administração educacional também são educadores. Às vezes, há divergências entre o conselho de educação e o conselho escolar quanto às responsabilidades das partes, a educação como um 'direito de todos' para promover um 'direito de todos'. A democracia é central na política educacional e na vida escolar, as modalidades de gestão democrática são estabelecidas por lei, por meio de mecanismo que define os limites à expressão desse valor público. O sistema educacional estabelece padrões para a governança democrática da educação pública no nível básico de educação. A LDB fornece autonomia entre unidades aliadas para definir em seus próprios termos como operacionalizar tais processos, do ponto de vista da LDB, a governança democrática está, portanto, circunscrita a alguns aspectos da vida escolar, pois se enquadram nos instrumentos mencionados e interpretados acima. “Esses processos precisam garantir e mobilizar ‘atores no campo’ tanto no sistema quanto em unidades educacionais como escolas e universidades”, dizem os autores. É claro que a limitação do controle democrático ao ambiente escolar pode estar consagrada na LDB, mas está muito além das expectativas dos educadores. O vocábulo 'educação básica' é comparativamente novo e remonta aos anos 1980-1990, e as ideias sobre 'educação para todos' começaram a emergir, particularmente da Conferência Mundial sobre Educação para Todos em Jomtien, Tailândia. A LDB define que a educação escolar é composta por dois níveis: a educação básica, que compreende a educação infantil, os ensinamentos fundamental e médio, e a educação superior. A educação básica é a característica básica de um país, a educação primária é de responsabilidade compartilhada do estado, município e município. O FUNDEB (Retaguarda de Apoio e Desenvolvimento da educação Básica) está sendo discutido na conferência. “Temos uma escola que não atende aos pré-requisitos básicos de educação de qualidade para todos”, reclama Eduardo Gomez. "O drama político e gerencial de hoje é que muitas pessoas entraram, mas poucas foram promovidas." O treinamento deve ser "prático, racional e emocional ao mesmo tempo". Necessitamos formar pessoas que entendem o mundo e possam realizar seus próprios projetos. A conquista de um número significante desses fatores não depende de recursos econômicos, mas da promoção de mudanças necessários e urgentes na própria cultura escolar. As ideias de quem pensa e age na política, na educação e na gestão escolar muitas vezes são inconsistentes, uma coisa é conhecida da teoria, outra coisa por experiência. A melhor maneira é começar com o real e o concreto, que são pré-condições e funcionam. Para fazer educação é preciso entender a educação, sendo assim, a política e a gestão da educação devem centrar-se na essência do trabalho educativo - bom ensino e boa aprendizagem. Afirmar a singularidade da escola como um lugar onde alunos e professores se encontram e edifica uma comunidade de aprendizes. A liderança escolar bem-sucedida só pode ser alcançada por meio do sucesso de todos os alunos.Diante do texto, fica perceptível que cabe aos formuladores de políticas e líderes concentrar seus esforços em trazer para as escolas as ferramentas que operacionalizam o repto do ensino e da aprendizagem bem-sucedidos. A gestão de desempenho não deve ser temida, mas deve ser encorajada a distinguir as necessidades dentro do sistema e a cooperar com elas. A política e a gestão da educação básica são inevitáveis. Este trabalho ininterrupto é para todos, principalmente para os próprios educadores, que precisam ter conhecimento acerca dessa temática presente na vida de todos. REFERÊNCIAS SAVIANI, Dermeval. A lei da educação: LDB: trajetória, limites e perspectivas. Autores associados, 2019. LUCE, M.B.; MEDEIROS, I.L.P. Gestão escolar democrática: concepções e vivências. Porto Alegre: UFRGS, 2006. VIEIRA, Sofia Lerche. Gestão da Educação Básica: revisitando conceitos simples. Natal, 09 de novembro de 2006.