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TÉCNICO EM QUÍMICA LILIAN CUNHA DOS SANTOS LOPES RYAN MAEQUES FERREIRA DE SOUZA WAGNER JOSÉ DA SILVA LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE ALIMENTOS Guarulhos- SP 2021 COLÉGIO TORRICELLI TÉCNICO EM QUÍMICA LILIAN CUNHA DOS SANTOS LOPES RYAN MAEQUES FERREIRA DE SOUZA WAGNER JOSÉ DA SILVA LABORATÓRIO DE CONTROLE DE QUALIDADE EM ALIMENTOS Projeto Integrador apresentado ao Colégio Torricelli como requisito parcial para obtenção da habilitação do curso técnico em Química. Orientador: Prof. (a) Solange Chiovitti. Guarulhos – SP 2021 COLÉGIO TORRICELLI TÉCNICO EM QUÍMICA LILIAN CUNHA DOS SANTOS LOPES RYAN MAEQUES FERREIRA DE SOUZA WAGNER JOSÉ DA SILVA LABORATÓRIO DE CONTROLE DE QUALIDADE EM ALIMENTOS Projeto Integrador apresentado ao Colégio Torricelli como requisito parcial para obtenção da habilitação do curso técnico em Química. Orientador: Prof. (a) Solange Chiovitti Trabalho considerado concluído em 08/10/2021 Orientador (a) Prof. Solange Lima Chiovitti ________________________________________________________________ Prof. (a) .......................... ________________________________________________________________ Prof. (a) .......................... Guarulhos – SP 2021 AGRADECIMENTOS Aos professores e colegas de curso, que contribuíram para a realização deste projeto com muita dedicação e conhecimento. Agradecimentos especiais aos nossos familiares, pela paciência e carinho. A toda equipe da ... LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – yyyyyy............................................................................................................09 Figura 2 – kkkkkk ...........................................................................................................13 Figura 3 – aaaaaaa.........................................................................................................15 Figura 4 – bbbbbbb.........................................................................................................15 Figura 5 – ccccccc..........................................................................................................15 Figura 6 – dddddd...........................................................................................................16 Figura 7 – eeeeeee.........................................................................................................17 Fluxograma 1 – fffff.........................................................................................................17 Quadro 1 – ggggg...........................................................................................................18 LISTA DE ABREVIATURAS E SIMBOLOS CLP ............................................................................... Controle Lógico Programável CNC .................................................................Comando Numérico computadorizado IBGE ......................................................Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística LED ...........................................................................................Diodo Emissor de Luz pH..........................................................................................Potencial Hidrogeniônico ABNT........................................................Associação Brasileira de Normas Técnicas RDC........................................................................Resolução da Diretoria Colegiada PEBD..........................................................................Polietileno de Baixa Densidade BPF.................................................................................Boas Práticas de Fabricação PPRA................................................Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais POP.......................................................................Procedimento Operacional Padrão PCMSO...................................Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional CRQ............................................................................Conselho Regional de Química NBR................................................................................................Normas Brasileiras SUMÁRIO PÁG. 1. INTRODUÇÃO...........................................................................................................14 2. OBJETIVO.................................................................................................................15 3. DESENVOLVIMENTO...............................................................................................16 4. CONCLUSÃO............................................................................................................25 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..........................................................................28 6. ANEXOS....................................................................................................................30 1. INTRODUÇÃO Segundo a organização mundial da saúde anualmente ocorrem 1,2 bilhões de episódios de diarreia e cerca de 2,2 milhões de óbitos atribuídos ao consumo de alimentos contaminados. Muitos casos são devido a manipulação incorreta dos alimentos. Os responsáveis por regular e monitorar a qualidade dos alimentos são o Ministério da Agricultura, Pecuária e Saúde por meio da Agência Nacional da Vigilância Sanitária. A legislação definida e qualidade dos alimentos são a base para o trabalho na fiscalização desses produtos, o laboratório de saúde pública. São realizadas análises físico-químicas, biológicas e avaliam a rotulagem e embalagem em gêneros alimentícios, industrializados, para que possam assegurar o cumprimento das regras estabelecidas. Os alimentos são constituídos de inúmeras substâncias naturais, são elas que conferem o sabor e aroma. A Química faz o estudo das substâncias para contribuir com suas definições, conceitos e métodos de análise para garantir que eles sejam seguros. Os fabricantes e laboratórios analisam os produtos para garantir que não sejam nocivos à população, e que a produção está operando corretamente. 2.OBJETIVO A análise dos alimentos fornecem informações de algumas características alimentícias com alguns valores nutricionais, propriedades físico-químicas e segurança. Objetivo de levar qualidade e a segurança dos alimentos que não envolvem apenas os consumidores e também os fabricantes, fornecedores, laboratórios de serviços analíticos, etc... Principal objetivo da análise dos alimentos garantia de produtos nutritivos e desejáveis aos consumidores. 3. 3.1 Análise de alimentos: Aromas A análise de alimentos vem se consolidando como uma ferramenta de extrema importância dentro da indústria alimentício, contribui para o alcance da excelência que o mercado exige. Como uma disciplina da ciência, a análise de alimentos evoluiu nos últimos anos e, hoje, não é apenas um instrumento par avaliar a qualidade de alimentos, mas também é útil para seu desenvolvimento e para definir a aceitabilidade dos consumidores, de acordo com suas preferências e percepções. Os alimentos, além de cumprir sua função nutritiva, também provocam sensações de prazer e bem-estar. Não é à toa, que o consumidor vem em busca de alimentos que despertem essas sensações, com seu aroma, cor e sabor. E é exatamente nesse ponto que entra a análise de alimentos. Conforme definição da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT, 1993), a Análise de alimentos, é uma “disciplina da Ciência usada para evocar, medir, analisar e interpretar as reações às características dos alimentos e materiais tal como são percebidas pelos sentidos da visão, olfato, paladar, tato e audição”. Essas características, também chamadas de atributos sensoriais, tendem a ser percebidas em ordem de: aparência, aroma, consistência e sabor. Porém, durante oprocesso de percepção, todos os atributos ou sua maioria acabam se sobrepondo, como se a pessoa recebesse as impressões sensoriais quase que simultaneamente. Todos os sentidos são utilizados durante o processo e determinam a qualidade da sensação que o alimento provoca. Importante ressaltar que a qualidade sensorial não é uma característica do alimento, mas, sim, resultado da interação entre indivíduo e alimento. As características do alimento, como textura, aroma, cor e sabor, interagem com as condições psicológicas, sociológicas e fisiológicas da pessoa. A análise de alimentos é importante para avaliar a qualidade do produto e a aceitabilidade mercadológica. Por isso, é inseparável do plano de controle de qualidade, além de servir para determinar o tempo de prateleira. Como as avaliações são feitas por pessoas, deve haver um preparo criterioso das amostras testadas, além de que o teste precisa ser aplicado de maneira adequada, para evitar influência de fatores psicológicos, por exemplo: 3.2 Principais métodos da análise de alimentos 3.2.1 Métodos discriminativos: Estes métodos pretendem identificar as diferenças qualitativas e/ou quantitativas que há entre as amostras. Por essa razão, também são conhecidos como testes de diferença. Esse tipo de teste pode ser empregado para verificar como uma propriedade específica do alimento varia durante sua vida útil, por exemplo. Os testes mais utilizados são: comparação pareada, triangular, duo-trio, ordenação e comparação múltipla; 3.2.2 Métodos descritivos: Ferramentas mais utilizadas e potentes da análise sensorial, os testes descrevem de maneira qualitativa e/ou quantitativamente as amostras, incluindo odor, textura, aparência e sabor. Devido à necessidade de precisão, os métodos descritivos devem ser realizados por pessoas treinadas e qualificadas. Os mais utilizados são: perfil de textura e Análise Descritiva Quantitativa; 3.2.3 Métodos afetivos: Também chamado de testes de consumo, os testes afetivos expressam a opinião pessoal. Entre os mais utilizados estão: ordenação de preferência, preferência pareada, aceitação por escala hedônica e aceitação por escala de atitude. 3.3 Parâmetros de análise de alimentos. Os sistemas de análise sensorial dos alimentos têm o objetivo avaliar os atributos Sensoriais do produto. Esses atributos são: 3.3.1 Cor: O tom, a intensidade e o brilho são os atributos necessários para perceber a Cor de um alimento. Quando qualquer uma destas propriedades é alterada, seja por fatores internos ou externos, a qualidade de alimentos pode ser afetada. Por isso, é necessário verificar e relacionar estes fatores aos resultados esperados; Figura 1: https://www.glico.com/nutrition/color/ 3.3.2 Aroma Existem substâncias no alimento que evaporam e são captadas pelo olfato, e que podem indicar alguma alteração no produto. O odor compõe o sabor Do alimento e pode ser percebido melhor quando colocamos o alimento na boca; Figura 2: https://laboratoriohmartins.com.br/analises 3.3.3 Textura Esta propriedade é percebida assim que mordemos, cortamos ou pressionamos o alimento. Por meio da textura, pode-se avaliar sua maciez, elasticidade, crocancia, entre outras características; Figura 3 https://professorajuce.blogspot.com/2013/03/projeto-alimentacao 3.3.4 Sabor: O gosto do alimento é percebido ao identificar características primárias (doce, amargo, ácido, etc.). O paladar é responsável por identificar o sabor. Figura 4: https://embrare.com.br/alimentos-industrializados/ 3.4 ANÁLISE DO PÃO DE FORMA São feitas por pessoas, deve haver um preparo criterioso das amostras testadas, o laboratório de análise de alimentos terá duas bancadas uma em cada lado da parede, onde terá uma bancada central, uma estufa, um analisador de umidade OHAUS MB27 esse aparelho é infravermelho, onde para fazer a análise é triturado uma fatia de pão, coloca no centro indicado fecha-o durante alguns minutos é dado o valor de sua umidade. Um equipamento para análise do Ph do pão de forma, medidor de Ph de bancada. teremos três balanças analíticas, béqueres, proveta. No inicio de toda produção é feito a análise de toda a matéria prima, após a realização da análise é liberado para a produção. No laboratório é feito a análise produto acabado, onde é especificado seu volume, PH e a umidade, São os três pontos críticos a serem avaliados. Essa análise é feita no início da produção, após 4 horas e no fim do turno, esse produto que foi feito a análise guarda-o até a data do seu vencimento, na sala Shelft life. Trata-se da “vida de prateleira”, mais comum e conhecido por prazo De validade dos alimentos suscetíveis a algum tipo de deterioração. Ele determina a durabilidade de um produto nas prateleiras, na sua forma íntegra e segura para o consumidor. O prazo de validade é um item de presença obrigatória na rotulagem de produtos alimentícios embalados na ausência do consumidor, conforme determina a RDC nº 259 de 23 de setembro de 2002 que vigora no Brasil para alimentos industrializados. Na primeira bancada é feita a realização da análise da matéria prima e também fica ao lado dessa bancada o equipamento do medidor de volume. Em cima da primeira bancada tem duas balanças analíticas e o medidor de PH. Ao lado da bancada tem um fogão, uma estufa e uma geladeira. Na bancada central ficam o medidor de umidade infravermelho, e uma balança analítica, temos duas pias. Tem um local destinado as amostras de matéria prima que quando estão aproximando do prazo de validade tem que ser descartado. 3.4.1 Medidor de Volume O pão de forma é composto basicamente de farinha de trigo, água, fermento biológico e sal (cloreto de sódio). Entretanto, outros componentes são adicionados em pequenas quantidades para melhorar as características da massa durante o processamento e a qualidade do produto final. Estes componentes podem ser gorduras vegetais, açúcares, emulsificantes, agentes oxidantes e enzimas. 3.4.2 Características do produto e do processo de produção: Os principais fatores que levam os produtos de panificação à perda de qualidade são é a cristalização do amido, causando o endurecimento do produto, a perda ou o ganho de umidade e o crescimento de microrganismos, em particular de fungos que é o fator principal da limitação da vida útil de produtos de panificação. Quanto maior a quantidade de água no produto, maior será a sua tendência a perder umidade e maior será o seu potencial de desenvolvimento de fungos, devendo-se, portanto, controlar a perda de umidade do produto final. Por isso, o polietileno de baixa densidade (PEBD) é o material mais utilizado para embalar o pão de forma. 3.4.3 Metodologia adotada está voltada principalmente para dois tipos de pesquisas: pesquisa exploratória, a fim de investigar como estão as embalagens atuais desse tipo de produto e a pesquisa qualitativa, Importante instrumento para avaliar e entender qual é o ponto de vista do consumidor a respeito do desperdício desse tipo de pão. 3.3.4 Modo de conservação: contém instruções detalhadas para a conservação do produto e devem ser específicas para pães de forma. • Dicas para evitar o desperdício: contém dicas e receitas criativas para evitar o descarte das últimas fatias, principalmente quando estiver próximo da data de vencimento. • Box datador: está em local visível para o consumidor, de preferência no painel frontal, com fundo branco e contém a data de validade com letras legíveis. • Simbologia NBR ISSO 14021:2017 – Rótulos e declarações ambientais. • Funcionalidade: essa característica foi analisada apenas no atributo“Modo de Conservação”. É um fator extremamente importante para o consumidor, já que, com dicas de conservação mais completas, personalizadas e levando em consideração as características do produto, provavelmente o consumidor vai conservar melhor o produto e, provavelmente, consumi-lo até o final. 3.4 Requisitos dos funcionários Os funcionários que trabalham no laboratório são exigidos: O ensino médio completo, técnico em química com CRQ ativo, ter introdução e hierarquia dos documentos (Manual de BPF, PPRA, POPs, PCMSO), cursos exigidos pela Anvisa, ter curso de informática aplicada. Aos líderes e encarregado é necessário ser engenheiro químico. 3.5 Equipamentos e elementos da análise de alimentos Observar as condições do ambiente em que se realiza os testes é fundamental, já que elas podem influenciar os resultados ao despertar sensações que não têm a ver com o teste. Por isso, as análises devem ser feitas em uma área dedicada para essa finalidade. A recomendação é realizar os testes com cabines individuais. Com superfícies inodoras e boa ventilação. Também, deve-se atentar para as cores, que devem ser neutras, como branco ou cinza, e a iluminação deve ter tonalidade branca e estar bem distribuída. A Área de preparação da amostra deve ser separada da área de teste. Embora cada aplicação necessite de equipamentos específicos, De maneira geral, são necessários: Equipamentos para o preparo e armazenamento de amostras (fogões, geladeiras, fornos, freezers, processadores de alimentos, facas, máquinas de corte, etc.) ;• aparelhos e instrumentos (balanças, termômetros, cronômetros, etc) • equipamentos para servir as amostras a escolha vai depender dos tipos de testes e métodos de análise. Figura5 Balança de precisão Figura 6 phmetro São equipamentos analíticos que realizam a medição do potencial hidrogeniônico (pH) das soluções através de um eletrodo. Podem ser dos tipos de bancada ou de bolso. Figura7 Proveta Recipiente volumétrico para medir líquidos com média / baixa precisão. Também é utilizado para realizar transferências de soluções para outros recipientes com maior facilidade. Figura8 Béquer Béquer ou Becker é um tipo de recipiente muito visto em laboratório de Química, Física e Biologia onde sua principal função é trabalhar com líquidos. São usados na maioria das vezes para fazer reações entre soluções, usados para dissolver diversas substâncias sólidas, efetuar reações de interações. Figura9 Balão de fundo chato Figura10 Erlenmeyer Serve para recolher frações de materiais destilados ou para conter misturas que serão homogeneizadas. Figura11 Bureta A bureta é um tipo de vidraria utilizada em laboratórios, disposta na vertical (com escoamento de fluido de forma gravitacional), sustentada por um suporte universal (com garras) e, quando em utilização, posicionada sobre um béquer ou erlenmeyer. Seu principal objetivo de uso está na correta dosagem volumétrica de algum reagente nas titulações. Figura12 Deionizador de água É utilizado para remover cátions e ânions, metais pesados, entre outros componentes químicos que podem influenciar as análises e produção de compostos químicos. Figura13 Cabine de fluxo laminar Trata-se de um equipamento onde são feitos procedimentos químicos e biológicos que possui direcionamento uniforme do fluxo de ar dentro da cabine, evitando contaminação com o meio externo. Figura14 Capela É um equipamento utilizado para dissipar gases nocivos. Utiliza-se a capela para realizar trabalhos com soluções voláteis, ácidos fortes, bases fortes, entre outros. Figura 15 Estufa Figura16 Computador 3.6 Estrutura do laboratório 3.6.1 Piso O piso deve ser impermeável, antiderrapante, resistente mecânica e quimicamente e não deve apresentar saliência nem depressões que prejudiquem a circulação de pessoas ou a movimentação de materiais. O piso de cerâmica comum é o mais recomendável pelo seu baixo custo, facilidade na colocação e limpeza, segurança oferecida, ótima resistência e durabilidade. . A espessura mínima deve ser de 3mm, com acabamento antiderrapante, e rodapés meia cana, conferindo facilidade na limpeza e maior segurança nos ambientes de trabalho. 3.6.2 Paredes As paredes devem ser de alvenaria revestida com reboco, massa corrida e pintura acrílica semi-fosca, em cores claras. Devem ser impermeáveis, revestidas com material que permita o desenvolvimento das atividades em condições seguras, sendo resistentes ao fogo e a substâncias químicas, além de oferecer facilidade de limpeza. 3.6.3 Teto O teto deve atender às necessidades do laboratório quanto à passagem de tubulações, luminárias, grelhas, isolamento térmico e acústico, estática. 3.6.4 Portas e Janelas As janelas e portas devem ser amplas e distribuídas de tal forma que permitam uma boa iluminação e arejamento do laboratório. Recomendam-se janelas basculantes por apresentarem maior segurança e por serem facilmente abertas e fechadas com um só comando de mão. As janelas devem estar afastadas das áreas de trabalho e dos equipamentos, tais como cabines de segurança biológica, balanças, estufas, fornos industriais e capelas de exaustão química, entre outros que possam ser afetados pela circulação de ar. As portas deverão ser amplas com largura mínima de 1,20m e com abertura para o lado de fora do laboratório. Recomenda-se o uso de visores em divisórias, paredes, portas e onde mais for possível. Os acabamentos das portas devem ser em material que retarde o fogo. 3.6.5 Iluminação As luminárias devem, sempre que possível, ser embutidas no forro, ter lâmpadas fluorescentes e proporcionarem nível de iluminamento de no mínimo 500 luxes, sobre as áreas de trabalho. 3.6.6 Elétrica • Preferencialmente deverão ser externas às paredes (facilitando qualquer manutenção) e embutidas no forro (desde que se tenha facilidade de acesso às mesmas). • As tomadas sobre as bancadas, devem estar a mais ou menos 1,0 m distantes entre si, sendo que em cada ponto (cada caixa do tipo pedestal) deverá ter uma tomada 110V e uma 220V (onde houver tais tensões). 3.6.7 Esgoto • Os ralos deverão ter grelhas de aço inoxidável do tipo abre-fecha. • A tubulação deve ser de material com resistência química aos produtos comumente usados nos laboratórios, tal como o polipropileno (deve-se evitar o uso do PVC branco para esgoto, bem como o ferro fundido). 3.6.8 Bancadas de Trabalho As bancadas deverão serão construídas de acordo com a disposição de cada tipo de laboratório, classificadas em quatro tipos: • “Ilha”– geralmente se encontra no centro da sala, com os usuários em sua volta. É Totalmente isolada e quase sempre tem pias nas extremidades e uma prateleira Central. • “Península” – possui um de seus lados acoplado a uma parede e dessa forma deixa Três lados para uso dos usuários • “Parede” – está totalmente anexada a uma parede, deixando apenas um de 3.6.9 Armários para Vidrarias O laboratório de química deve conter armários com dimensões 1,70m x 1,5m para guardar somente vidrarias limpas e descontaminadas. 3.6.10 Capelas As capelas devem ser localizadas nas paredes laterais para que não sofram influência de corrente de ar proveniente de tráfego de pessoas, proximidade de grelha de ar condicionado e equipadas com exaustores para evitar explosão, liberação de gases e vapores tóxicos e na manipulação de quaisquer produtos químicos. O laboratório deve conter duas capelas com dimensões 1,7m x 1,5m de altura. 3.6.11 Pias As pias devem ser inox com dimensões 60cm x 60cm e estar acoplada nas extremidades das bancadas. 3.6.12 Almoxarifado É necessário um almoxarifado para guardar estoques de reagentes utilizados no laboratório. 3.6.13 Segurança O laboratório de Química deve apresentar os seguintesmateriais de segurança: • Caixa de primeiros socorros • Extintores de incêndio • Luvas • Máscaras • Óculos • Lava-olhos chuveiro • Jaleco 3.6.14 Armário de Primeiros Socorros Em um laboratório de química é necessário ter uma caixa de primeiros socorros, sendo a sua localização de preferência em local de fácil acesso. Estas caixas devem conter: • Glicerina • Soro fisiológico • Gaze • Etanol • Esparadrapo • Algodão • Atadura • Pomada para queimaduras • Tesoura • Pinça metálica • Álcool iodado. 3.6.15 Extintores de Incêndio Os laboratórios devem estar equipados com extintores de combate a incêndios devidamente sinalizados, bem como mantas anti-fogo e recipientes com areia. O extintor é um instrumento simples de manusear, portátil e eficiente. A utilização de cada tipo de extintor depende do tipo de incêndio. Existem quatro classes de fogos – A, B, C e D – com características diferentes, logo com formas de extinção diferentes. O conhecimento do tipo de fogo na maior parte dos casos leva a uma extinção apropriada. Classes de Incêndio Classe A - Incêndio originado pela queima de materiais combustíveis sólidos que geram resíduos como papel, madeira, plásticos termoestáveis, borrachas, tecidos e fibras orgânicas. Classe B - O fogo é causado pela combustão de líquidos ou gases inflamáveis, combustíveis, graxas e plásticos que queimam apenas em superfície e não geram resíduos. Classe C - Incêndio gerado pela queima de equipamentos e instalações elétricas energizadas, tais como quadros de força, fiação elétrica, transformadores, eletrodomésticos, etc. Classe D - Fogo causado por metais combustíveis como magnésio, titânio, potássio, lítio, sódio e zircônio. 4. CONCLUSÃO Conclui-se que o laboratório é o local construído com a finalidade de se realizar experimentos. Para Que as reações químicas ocorram com sucesso, é preciso que o laboratório ofereça equipamentos e segurança necessários. O químico é o profissional que atua neste local, É essencial que ele tenha conhecimentos sobre os riscos e deveres que estão em suas mãos. Um laboratório que traz segurança ao profissional precisa ter água em abundância, equipamentos de primeiros socorros, ventilação e iluminação favoráveis. Não se pode esquecer dos equipamentos de segurança pessoais dos químicos, que são: touca para proteger o couro cabeludo, avental de mangas longas (jaleco) para proteger os braços, óculos de segurança para os olhos, sapato fechado e luvas de borracha. Embora a qualidade de alimentos envolva aspectos como o nutricional e o microbiológico, o aspecto sensorial, geralmente, é o fator de maior influência sobre a escolha de um produto feita pelo consumidor. Um alimento com boa aparência, aroma, cor e sabor tende a agradar mais. Além disso, os consumidores têm demonstrado cada vez mais consciência e exigência. Por isso, a análise sensorial de alimentos é um instrumento tão importante para a indústria alimentícia, visando alcançar os melhores resultados possíveis. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 6. ANEXOS