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Afecções da pele
PROFª. PATRÍCIA MAGALHÃES DE OLIVEIRA
Pele
• É maior órgão do corpo;
• Espessura varia de 1 a 5mm 
• É o termômetro de avaliação do estado de saúde
Equinos:
◦ Mais espessa: na fronte, na parte dorsal do pescoço, na parte dorsal do tórax e na base da 
cauda;
◦ Mais fina: nas orelhas, nas regiões axilar, inguinal e perianal;
◦ Glândulas sebáceas e sudoríparas - são maiores e mais numerosas que em outros grandes 
animais;
Quais as 
principais 
afecções de 
pele?
Feridas
Pitiose
Habronemose
Neoplasias
Dermatomicose
HabronemosePitiose
Sarcóide Tecido de granulação exuberante
Feridas
Escolha do fechamento:
◦ do tipo de ferida;
◦ e o grau de contaminação
Feridas limpas, limpas e contaminadas e contaminadas :
◦ menos de 1 × 105 bactérias por grama de tecido;
◦ aqueles com mais de 1 × 105 são infectadas.
Tipos de cicatrização
Tecido granulação exuberante
• Feridas crônicas
• Estão associadas às:
• terapias prolongadas 
• Tratamento ineficientes.
• Apresentam fibroplasia acelerada e epitelização deprimida
• Tecido de granulação - diversos tipos de células com 
funções importantes durante a cicatrização:
• Células endoteliais
• Leucócitos
• Fibroblastos
• Feridas nos membros – formação do tecido exuberante:
• Irregular com sulcos
• Projetam-se sobre as margens das feridas
inflamação 
crônica
restos de 
fibrina
proliferação 
celular 
permanece 
ativa
contração da 
ferida é 
retardada
tecido de granulação exuberante pode 
impedir a migração epitelial e inibir o 
crescimento de queratinócitos 
Google imagens
Diagnóstico das feridas??
TRATAMENTO
As feridas podem ser tratadas por primeira e por segunda intenção:
◦ Primeira intenção – 6 horas
oHemorragia forte
o Soro antitetânico: IM ou SC - 5000UI;
oAntibioticoterapia
oCurativo local
oCuidado – deiscência de pontos – membros e articulações:
◦Segunda intenção:
Produtos como:
◦ creolina, água oxigenada e "spray“ repelente e cicatrizante* cuidado;
o Manter a ferida limpa:
◦ Liquido de Dakin;
◦ Permanganato de potássio 1:5000;
◦ água limpa;
◦ Solução de iodo-povidine a 1%
◦ Sulfato de neomicina a 0,25%
◦ Clorexidine.
o Estrato de barbatimão/ Sangra d´agua/ folha de mangabeira/açúcar: cristal ou mascavo/aloe vera/mel...
◦ Colar de contenção/focinheira/buçal
◦ Tecido de granulação exuberante
◦ O que mais?
Habronemose cutânea
HABRONEMOSE CUTÂNEA
• Ferida de Verão;
• Reação de hipersensibilidade - larvas de vermes gástricos que parasitam o estômago
de equinos e asininos.
ETIOLOGIA
Vermes do gêneros Habronema
e Draschia
As espécies de maior importância:
O ciclo é indireto - vetor:
Stomoxys calcitransMusca domestica
Fonte: https://slideplayer.com.br/slide/7966703/
Patogenia
Locais mais predisponentes:
◦ Canto interno do olho;
◦ Na linha media do abdômen;
◦ Nos membros abaixo das regiões metacárpica e metatársica. 
◦ Locais menos comuns:
◦ Cernelha;
◦ Orelhas; 
◦ Regiões acima da articulação carpiana e da tarsiana;
◦ Pênis; 
◦ Prepucio.
Sinais clínicos
•Ferida evolui de forma rápida - atingir grandes diâmetros
•
◦ Massas nodulares ulcerativas com focos necróticos múltiplos
contendo larvas mineralizadas mortas
• No inicio ocorre prurido intenso - autotraumatismo.
•Ferida de difícil cicatrização;
Arquivo pessoal
Diagnóstico
Histórico e sinais clínicos
Identificação de larvas:
◦ Biópsia da lesão;
Trepanação ou punch
Tratamento
Redução do tamanho das lesões;
o Desbridamento cirúrgico / criocirurgia
Redução da inflamação associada às lesões:
oLesões múltiplas - Prednisona e Prednisolona 1 mg/kg – 10 a 14 dias e depois 0,5 
mg/kg por mais 10 a 14 dias 
oLesões locais ( 1 ou 2 focos) – Triancinolona dentro da lesão 5 a 15mg/lesão – não 
exceder a dosagem de 20mg – Repetido em intervalos de 10 a 14 dias;
Eliminação do Habronema adulto do estômago;
Redução da população de vetores;
Tratamento
Não responde aos tratamentos comuns de feridas;
◦ produtos organofosforados (triclorfom pó) - sonda nasogástrica:
◦ dose de 25 a 40 mg/kg repetir após 20 dias;
◦em pasta 40mg/kg;
◦ Ivermectina - 0,2mg/kg VO , ou injetável;
Local: pomada adicionando-se 9g de triclofom pó;
Fórmula:
◦ Organofosforados (triclorfom) 9g;
◦ Nitrofurazona base soluvel em agua 224g;
◦ Dexametasona solução 40 mg;
◦ DMSO 90% 56g;
Homogeneizar – TID – faixa ou não
PREVENÇÃO
Pitiose – Ficomicose; oomicose ou zigomicose
Pitiose
• Conhecida como "tumor dos pântanos e alagadiços;
• MT e MS - “ferida da moda’’;
• É uma infecção invasiva, ulcerativa, proliferativa, micótica piogranulomatosa;
• Etiologia
• Pythium insidiosum - é um membro:
◦ do reino Protista;
◦ classe Oomicetos;
◦ ordem Peronosporales;
◦ e família Pythiacea;
•São parasitas de plantas aquáticas em águas estagnadas.
Epidemiologia
Regiões tropicais e subtropicais úmidas – verão* - durante ou após a estação 
chuvosa
Acometem:
o Equídeos de todas as idades, sexo ou raças;
o Bovinos, humanos, cães e gatos;
Transmissão*
Ocorrência é influenciada:
◦ Tecido subcutâneo:
◦ Membros; Abdômen; Pescoço; Cabeça;
podendo incluir a cavidade nasal, lábios e
eventualmente a traqueia
Período de incubação dura por várias semanas;
• TºC 30 e 40°C;
Etiopatogenia
Lesão cutânea
Instalação e proliferação
do agente (geralmente nos 
membros)
Necrose cutânea
Intensa reação eosinofilica e 
necrose de vasos sanguíneos
Granulação exuberanteFormação de fístulas com 
prurido viscoso
Formação de 
grumos com o 
oomiceto e tecido 
calcificado
Aspecto 
multifilamentoso
denso
Fonte: Adaptado do livro: Enfermidade dos cavalos
Sinais clínicos
Presença de massas necróticas amareladas e acinzentadas:
◦ contendo hifas e núcleos calcificados;
Intenso prurido
Fonte: Cardona (2013)
Fica restrito a pele e tecido Subcutâneo;
Ocasionalmente poderá haver invasão de estruturas mais profundas:
◦ trato intestinal;
◦ ossos;
◦ Pulmões;
◦ Traqueia;
◦ Linfonodos;
◦ Articulações;
◦ Bainhas de tendões;
Levando a quadros de 
inflamações nesses locais;
Diagnóstico
Aspecto clinico
Cultivo - meio para fungos;
Biópsias profundas e histopatológicos:
◦ reação eosinofílica
◦ necrose de vasos sanguíneos
◦ e presença de hifas;
Testes de fixação de imunodifusão/ ELISA e PCR;
Fonte: Dória et al., (2014)
Diagnóstico
Fonte: Cardona (2013)
Aspecto granulomatoso da lesão;
Presença de áreas necróticas com fistulas e canais que secretam secreção 
viscosa; 
e núcleos calcificados.
Diagnóstico diferencial
Tecido de granulação exuberante;
Habronemose cutânea;
Sarcóide fibroso ou fibroblastico;
Tratamento
Ressecção cirúrgica profunda da massa granulomatosa;
Associado a terapia com anfotericina B ou cetoconazol:
◦ Anfotericina B - dose inicial é 0,30 mg/kg - na dose total diária de 150 mg /EV:
◦ diluída em 1 litro de glicose 5% infusão lenta
◦ Cada 3 dias a dose pode ser aumentada em 50mg ou 1mg/kg:
◦ ate atingir um máximo de 0,8 a 0,9 mg/kg por dia ou 400 mg totais,
◦ No máximo 30 dias;
Tratamento tópico associado ao sistêmico
◦ 50 mg de anfotericina B e DMSO 20% em compressa úmida que deve ser trocado
diariamente – 30 dias
• Cuidado – anfotericina B:
• Nefrotoxicidade - monitorização renal a cada 72 horas
◦ Flebite
Associação:
• Excisão cirúrgica e o fluconazol (dose 10mg/Kg, via oral) diluído em 5 ml de glucose de milho, e 
fenilbutazona por três dias (dose 2,2 mg/kg, IV).
Nos 20 dias do pós-operatório foi fornecido fluconazol (dose 5 mg/Kg, via oral) também diluído 
em 5 ml de glucose de milho, e a cada três dias, curativo com povidona-iodo tópico 0,1% e 
bandagem compressiva;
(Munhoz, 2017)
O iodeto de potássio - associado a excisão cirúrgica, na dose de 50g/dia por um período em média 
30 dias, demonstrando regressão após 60 dias de tratamento em sete equinos 
(RIBEIRO et al., 2004).
25 equinos foram tratados com iodeto de potássio com dose de 55mg/kg, via oral, diluída em 20 a 
30 ml de óleo vegetal (óleo de soja) diariamente até duas semanas após a involução daslesões;
(SALOMÃO-NASCIMENTO, FRAZÃOTEIXEIRA E OLIVEIRA 2010)
O iodeto de sódio é um fármaco semelhante ao iodeto de potássio IV:
◦ na dose de 20-40 mg/Kg, - evitar em éguas gestantes;
Cardona-Álvarez et al. (2016):
• 50mg de triancinolona acetonida em 12 equinos - intervalo de 15 dias - 3
aplicações/IM.
• Não foi realizado o desbridamento cirúrgico da ferida cutânea neste estudo.
• Primeiro trabalho utilizando a triancinolona como tratamento de PCE:
• resultado 100% satisfatório, com recuperação média em 60 dias após o tratamento.
Imunoterápico “Pitium-Vac®”: 
INDICAÇÕES:
Pitium-Vac - tumores não tiverem mais que 60 dias de
seu aparecimento no corpo do equino.
O tempo necessário para conferir a imunidade e a
duração da mesma é de 14 dias após a aplicação.
O tempo mínimo para se obter a cura do animal é de 1
mês e no máximo de 10 meses.
1 aplicação a cada 14 dias até completo
desaparecimento.
60 reais a dose
Prevenção e controle
Sarcóide equino
Sarcóide equino
É um dos tumores mais comuns em equinos e ocorre também em muares;
Constituído por tecido conjuntivo fibroso e tecido epitelial;
Epidemiologia
Acomete principalmente:
◦ Cabeça - orelhas, comissuras labiais e região periorbital e palpebral;
◦ Tronco ventral;
◦ Patas.
Invasivo*
Etiologia
o Tumor produzido por vírus epiteliotrófico:
◦ grande semelhança entre o sarcóide equino e a papilomatose bovina.
o Existem fatores imunológicos envolvidos;
◦ independente da participação ou não de vírus:
◦ gene autossômico dominante de penetrância incompleta ligado ao complexo
de histocompatibilidade principal (MHC);
Classificação
Macroscopicamente podem ser observados 3 tipos:
❖ Fibroblástico: aparência bastante variável:
❖ Nódulos fibrosos discretos no tecido subcutâneo e 
ainda revestidos de pele;
❖Outros são massas sésseis - podem atingir 25cm;
❖superfície ulcerada e hemorrágica;
❖É o mais comum;
❖Verrucoso: geralmente é pequeno;
❖não apresentando 6cm;
❖ pode ser séssil ou pedunculado;
❖tem a superfície seca, crostosa e com aspecto de
couve-flor;
❖ é bem demarcado do tecido adjacente e destituído de
pelos;
❖Misto: é menos frequente;
❖ e é classificado como uma forma tumoral de transição;
Sinais clínicos
Pode surgir de forma múltipla em várias partes do 
corpo;
Lesão inicial - lembra a papilomatose; 
Ocorre rápido desenvolvimento de fibrose - ulcera
• Pode aumentar muito de tamanho;
◦ Pode ter secreção seropurulenta e áreas periféricas 
inflamadas;
Diagnóstico?
Diagnóstico diferencial
Tratamento
▪ Remoção cirúrgica das massas tumorais;
▪ Podendo-se associar ao tratamento a:
◦ Autohemoterapia
◦ Quimioterapia
◦ Cisplatina 0,97mg/cm³ de tecido tumoral para volumes de tumor variando de 10 a 20 cm³;
▪ Criocirurgia:
◦ Produz resultados em cerca de 60% dos casos.
 Imunoterapia com B.C.G. (bacillus Calmette-Guerin) - injeções na lesão com intervalos de 1 a
2 semanas:
◦ 1 ml para cada 1 a 2 cm² de tecido;
◦ 2 a 5 aplicações - resultados desejados.
▪ Auto vacinas - não produziram resultados satisfatórios - cura abaixo de 20%.
Carcinoma 
espinocelular ou de 
células escamosas
Carcinoma espinocelular
Também conhecido como:
◦ “carcinoma de células escamosas”, 
◦ “carcinomas epidermóide”;
É uma neoplasia cutânea comum em cavalos;
◦ segunda causa mais comum
Pode aparecer em qualquer parte do corpo:
◦ Pálpebras;
◦ Orelhas;
◦ Focinho;
◦ Pênis e prepúcio;
◦ Vulva;
❖ Os tumores variam de tamanho;
❖Lesões neoplásicas proliferativas enormes;
❖Metástase
❖Podem ser:
❖Erosivos: São mais comuns;
❖Inicialmente tem ulceras pouco profundas, com
crostas:
❖Pouco tempo – tornam profundas e em forma de
crateras;
❖Produtivos:
❖ crescimento papilar de tamanho variado;
❖ com aspecto de couve flor.
❖superfície - ulcerada e sangra com facilidade;
Tratamento
Ressecção cirúrgica?
Prognóstico?
◦ A maioria se recidivam no período de um ano:
◦ incidência de recorrência 11% a 30%;
Aplicação tópica do 5 fluorouracil (5-FU) cada 14 dias:
◦ 5 tratamentos; ou diariamente – depende do protocolo;
Quimioterapia com cisplatina:
◦ 0,97mg/cm³ de tecido tumoral para volumes de tumor variando de 10 a 20 cm ³
dentro da lesão;
Aplicações de BCG;
Diagnóstico?
Melanoma
Etiologia
Esta neoplasia esta relacionada com células produtoras de:
◦ Melanina
Epidemiologia
❖Cavalos tordilhos;
❖ Ocasionalmente - pelagens de outras cores.
❖ Raramente o tumor aparece em animais com menos de 6 anos de idade;
❖Não havendo predileção para sexo ou raça;
Sinais clínicos
❖Manifesta-se:
❖ na base da cauda, períneo e anus;
❖Podem ser nódulos firmes, único ou múltiplos;
❖Com o tempo poderá ulcerar-se e apresentar secreção.
❖Tumor com caraterísticas invasivas e metastáticas*;
❖Sob a forma de melanossarcoma:
❖ o tumor pode comprometer a glândula parótida;
❖ e por contiguidade atingir a bolsa gutural.
Tratamento
❖Ressecção cirúrgica;
❖Criocirurgia;
❖Tratamentos a base de cimetidine (receptor H2 antagonista):
❖2,5 mg/kg TID - pode promover a regressão parcial ou completa dos
tumores.
❖ e BCG - resultados promissores.
❖Melanomas com múltiplos nódulos que envolvem a cauda e região anal:
❖ recidivam na mesma região após a cirurgia;
❖ tendência de produzirem metástases.
Diagnóstico?
Avaliação do diâmetro, da quantidade de nódulos e da idade
Dermatomicoses ou tinhas
Dermatomicoses ou tinhas
❖Produzem uma afecção cutânea;
❖Contagiosa - causada por fungos que se alojam nos pelos e pele;
❖ ou ambos, invadindo células epiteliais cornificadas ou o próprio pelo.
❖Etiologia
◦ Trychophyton equinum;
◦ T. quinckeanum;
◦ T. mentagrophytes;
◦ T. verrucosum;
◦ Microsporum equinum
◦ M. gypseum.
❖Saprófitos
❖Vegetais, solos e nos animais
Patogenia
❖Contaminação – contato direto ou indireto
❖Animais estabulados por muito tempo*;
❖Estado de higiene da pele e as condições de resistência do organismo
❖É uma zoonose
Sinais clínicos
o Manifestam-se mais frequentemente - estações chuvosas e quentes
oPredileção:
◦ cabeça; pescoço; região escapula; costado; crina; garupa e dorso.
Lesões superficiais ou profundas:
◦ Iniciam - Placas arredondadas com pelos eriçados
e região dolorida ao toque.
o Posteriormente os pelos tornam-se ásperos e caem;
oOu são facilmente arrancados em tufos;
oárea de alopecia, acinzentada, brilhante, com cerca de 3 cm de diâmetro –
depende do fungo.
Podem apresentar discreta coceira:
◦ e raramente as lesões são pruriginosas;
◦ exceto nas afecções com M. gypseum
Sinais clinicos
Diagnóstico??
Tratamento
Pomadas, cremes ou líquidos convencionalmente utilizados para a homem
Banhos com xampus a base de:
◦ sulfeto de selênio a 1%;
◦ seguido de um segundo banho com thiabendazol.
◦ Deve ser diluído até a concentração de 5%.
Pulverizar baia, mantas, arreios, escovas, raspadeiras etc.
◦ realizada 1 vez por semana - durante 1 mês;
Outras soluções:
◦ Solução de sulfato de cobre 1% a 3%,
◦ violeta genciana a 1%;
◦ e acido salicílico em álcool a 5% também podem ser utilizados para banho dos animais.
◦ Iodopovidine tópico ou degermante;
Rebeldes:
◦ Associação ao banho:
◦ aplicações de 20.000 UI/kg de penicilina procaína;
◦ e 10 mg/kg de dihidroestreptomicina, IM - 2 vezes ao dia, por 5 a 7 dias.
Contaminação bacteriana nas lesões micóticas:
◦ Além da antibioticoterapia sistêmica;
◦ Passar sobre as lesões, 1 vez ao dia, nitrofurazona solução.
Caso clinico
Potro puro sangue inglês, fêmea, 7 meses de idade, Peso:270kg;