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Questões resolvidas

Leia o texto abaixo;
Caminhando contra o vento,
Sem lenço e sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou
O sol se reparte em crimes
Espaçonaves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou
Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bombas e Brigitte Bardot
O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou
VELOSO, C. Alegria, alegria. In: Caetano Veloso. São Paulo.

É comum coexistirem sequências tipológicas em um mesmo gênero textual. Nesse
fragmento, os tipos textuais que se destacam na organização temática são:


dissertativo e argumentativo, pois o enunciador apresenta seu ponto de vista sobre as notícias relativas à cidade.
narrativo e injuntivo, pois o enunciador ensina o interlocutor como andar pelas ruas da cidade contanto sobre sua própria experiência.
descritivo e argumentativo, pois o enunciador detalha cada lugar por onde passa, argumentando contra a violência urbana.
expositivo e injuntivo, pois o enunciador fala de seus estados físicos e psicológicos e interage com a mulher amada.
narrativo e descritivo, pois o enunciador conta sobre suas andanças pelas ruas da cidade ao mesmo tempo que a descreve.
dissertativo e argumentativo, pois o enunciador apresenta seu ponto de vista sobre as notícias relativas à cidade.
narrativo e injuntivo, pois o enunciador ensina o interlocutor como andar pelas ruas da cidade contanto sobre sua própria experiência.
descritivo e argumentativo, pois o enunciador detalha cada lugar por onde passa, argumentando contra a violência urbana.
expositivo e injuntivo, pois o enunciador fala de seus estados físicos e psicológicos e interage com a mulher amada.
narrativo e descritivo, pois o enunciador conta sobre suas andanças pelas ruas da cidade ao mesmo tempo que a descreve.

Os gêneros do discurso são uma proposta dialógica da linguística. Revelam quando os
enunciados refletem condições específicas em distintos campos de atuação social por
meio da composição dos textos discursivos (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017).
Com isso, os gêneros discursivos são heterogêneos. Logo, a alternativa que melhor
justifica tal afirmação é:


"Para Leandro Ferreira (2005), o discurso não eÌ• somente o objeto teoÌ•rico da AD, ele eÌ• um objeto histoÌ•rico-socioloÌ•gico, que se produz socialmente por meio de sua materialidade, que eÌ• a liÌ•ngua." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 106)
"Os geÌ‚neros do discurso são um reflexo das mudanças na vida social." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 98)
"É importante salientar que, para Austin, o efeito de um proferimento nem sempre corresponde aÌ€ intencionalidade do falante." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 32)
"A liÌ•ngua seria, portanto, um sistema constante, social e que poderia ser analisado em sua organização e funcionamento. Por outro lado, a fala seria o lado individual e variaÌ•vel da linguagem." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 15)
"Segundo Orlandi (2002, p. 49), o sujeito do discurso tem essa peculiaridade de, ao mesmo tempo, ser sujeito de e estar sujeito a." (apud NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 118)
"Para Leandro Ferreira (2005), o discurso não eÌ• somente o objeto teoÌ•rico da AD, ele eÌ• um objeto histoÌ•rico-socioloÌ•gico, que se produz socialmente por meio de sua materialidade, que eÌ• a liÌ•ngua." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 106)
"Os geÌ‚neros do discurso são um reflexo das mudanças na vida social." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 98)
"É importante salientar que, para Austin, o efeito de um proferimento nem sempre corresponde aÌ€ intencionalidade do falante." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 32)
"A liÌ•ngua seria, portanto, um sistema constante, social e que poderia ser analisado em sua organização e funcionamento. Por outro lado, a fala seria o lado individual e variaÌ•vel da linguagem." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 15)
"Segundo Orlandi (2002, p. 49), o sujeito do discurso tem essa peculiaridade de, ao mesmo tempo, ser sujeito de e estar sujeito a." (apud NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 118)

No entendimento do pesquisador, a escola, às vezes, insiste em ensinar um registro utilizado apenas em contextos específicos, o que acaba por desestimular o aluno, que não vê sentido em empregar tal modelo em outras situações. Diante dessa nova realidade, segundo o texto, cabe à escola levar o aluno a


adotar o uso de uma mesma norma nos diferentes suportes tecnológicos.
buscar alternativas para estabelecer melhores contatos on-line.
perceber as especificidades das linguagens em diferentes ambientes digitais.
desenvolver habilidades para compreender os textos postados na web.
interagir por meio da linguagem formal no contexto digital.

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Questões resolvidas

Leia o texto abaixo;
Caminhando contra o vento,
Sem lenço e sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou
O sol se reparte em crimes
Espaçonaves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou
Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bombas e Brigitte Bardot
O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou
VELOSO, C. Alegria, alegria. In: Caetano Veloso. São Paulo.

É comum coexistirem sequências tipológicas em um mesmo gênero textual. Nesse
fragmento, os tipos textuais que se destacam na organização temática são:


dissertativo e argumentativo, pois o enunciador apresenta seu ponto de vista sobre as notícias relativas à cidade.
narrativo e injuntivo, pois o enunciador ensina o interlocutor como andar pelas ruas da cidade contanto sobre sua própria experiência.
descritivo e argumentativo, pois o enunciador detalha cada lugar por onde passa, argumentando contra a violência urbana.
expositivo e injuntivo, pois o enunciador fala de seus estados físicos e psicológicos e interage com a mulher amada.
narrativo e descritivo, pois o enunciador conta sobre suas andanças pelas ruas da cidade ao mesmo tempo que a descreve.
dissertativo e argumentativo, pois o enunciador apresenta seu ponto de vista sobre as notícias relativas à cidade.
narrativo e injuntivo, pois o enunciador ensina o interlocutor como andar pelas ruas da cidade contanto sobre sua própria experiência.
descritivo e argumentativo, pois o enunciador detalha cada lugar por onde passa, argumentando contra a violência urbana.
expositivo e injuntivo, pois o enunciador fala de seus estados físicos e psicológicos e interage com a mulher amada.
narrativo e descritivo, pois o enunciador conta sobre suas andanças pelas ruas da cidade ao mesmo tempo que a descreve.

Os gêneros do discurso são uma proposta dialógica da linguística. Revelam quando os
enunciados refletem condições específicas em distintos campos de atuação social por
meio da composição dos textos discursivos (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017).
Com isso, os gêneros discursivos são heterogêneos. Logo, a alternativa que melhor
justifica tal afirmação é:


"Para Leandro Ferreira (2005), o discurso não eÌ• somente o objeto teoÌ•rico da AD, ele eÌ• um objeto histoÌ•rico-socioloÌ•gico, que se produz socialmente por meio de sua materialidade, que eÌ• a liÌ•ngua." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 106)
"Os geÌ‚neros do discurso são um reflexo das mudanças na vida social." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 98)
"É importante salientar que, para Austin, o efeito de um proferimento nem sempre corresponde aÌ€ intencionalidade do falante." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 32)
"A liÌ•ngua seria, portanto, um sistema constante, social e que poderia ser analisado em sua organização e funcionamento. Por outro lado, a fala seria o lado individual e variaÌ•vel da linguagem." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 15)
"Segundo Orlandi (2002, p. 49), o sujeito do discurso tem essa peculiaridade de, ao mesmo tempo, ser sujeito de e estar sujeito a." (apud NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 118)
"Para Leandro Ferreira (2005), o discurso não eÌ• somente o objeto teoÌ•rico da AD, ele eÌ• um objeto histoÌ•rico-socioloÌ•gico, que se produz socialmente por meio de sua materialidade, que eÌ• a liÌ•ngua." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 106)
"Os geÌ‚neros do discurso são um reflexo das mudanças na vida social." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 98)
"É importante salientar que, para Austin, o efeito de um proferimento nem sempre corresponde aÌ€ intencionalidade do falante." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 32)
"A liÌ•ngua seria, portanto, um sistema constante, social e que poderia ser analisado em sua organização e funcionamento. Por outro lado, a fala seria o lado individual e variaÌ•vel da linguagem." (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 15)
"Segundo Orlandi (2002, p. 49), o sujeito do discurso tem essa peculiaridade de, ao mesmo tempo, ser sujeito de e estar sujeito a." (apud NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 118)

No entendimento do pesquisador, a escola, às vezes, insiste em ensinar um registro utilizado apenas em contextos específicos, o que acaba por desestimular o aluno, que não vê sentido em empregar tal modelo em outras situações. Diante dessa nova realidade, segundo o texto, cabe à escola levar o aluno a


adotar o uso de uma mesma norma nos diferentes suportes tecnológicos.
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Pincel Atômico - 13/11/2023 15:23:39 1/6
MARINETE DE JESUS
CORREA BORGES
COSTA
Avaliação Online (Curso Online - Automático)
Atividade finalizada em 05/11/2023 17:05:19 (966521 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTOS [862595] - Avaliação com 10 questões, com o peso total de
30,00 pontos [capítulos - Todos]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Letras-Português - Grupo: FPD-MAIO2023 - SGegu0A170523 [92000]
Aluno(a):
91469956 - MARINETE DE JESUS CORREA BORGES COSTA - Respondeu 9 questões corretas, obtendo um total de 27,00 pontos como nota
[361130_1127
37]
Questão
001
(ENEM 2020) Leia o texto abaixo;
Caminhando contra o vento,
Sem lenço e sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou
O sol se reparte em crimes
Espaçonaves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou
Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bombas e Brigitte Bardot
O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou
VELOSO, C. Alegria, alegria. In: Caetano Veloso. São Paulo.
 
É comum coexistirem sequências tipológicas em um mesmo gênero textual. Nesse
fragmento, os tipos textuais que se destacam na organização temática são:
dissertativo e argumentativo, pois o enunciador apresenta seu ponto de vista sobre as
notícias relativas à cidade.
X
narrativo e injuntivo, pois o enunciador ensina o interlocutor como andar pelas ruas da
cidade contanto sobre sua própria experiência.
descritivo e argumentativo, pois o enunciador detalha cada lugar por onde passa,
argumentando contra a violência urbana.
expositivo e injuntivo, pois o enunciador fala de seus estados físicos e psicológicos e
interage com a mulher amada.
narrativo e descritivo, pois o enunciador conta sobre suas andanças pelas ruas da
cidade ao mesmo tempo que a descreve.
[361130_1528
85]
Questão
002
Os gêneros do discurso são uma proposta dialógica da linguística. Revelam quando os
enunciados refletem condições específicas em distintos campos de atuação social por
meio da composição dos textos discursivos (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017).
Com isso, os gêneros discursivos são heterogêneos. Logo, a alternativa que melhor
justifica tal afirmação é:
“Para Leandro Ferreira (2005), o discurso não eÌ• somente o objeto teoÌ•rico da AD,
ele e̕ um objeto histo̕rico-sociolo̕gico, que se produz socialmente por meio de sua
materialidade, que eÌ• a liÌ•ngua.” (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 106)
X
“Os geÌ‚neros do discurso são um reflexo das mudanças na vida social.” (NOBLE;
SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 98)
Pincel Atômico - 13/11/2023 15:23:39 2/6
“É importante salientar que, para Austin, o efeito de um proferimento nem sempre
corresponde aÌ€ intencionalidade do falante.” (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p.
32)
“A liÌ•ngua seria, portanto, um sistema constante, social e que poderia ser analisado
em sua organização e funcionamento. Por outro lado, a fala seria o lado individual
e variaÌ•vel da linguagem.” (NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS, 2017, p. 15)
“Segundo Orlandi (2002, p. 49), o sujeito do discurso tem essa peculiaridade de, ao
mesmo tempo, ser sujeito de e estar sujeito a.” (apud NOBLE; SIMÕES; MEDEIROS,
2017, p. 118)
[361130_1528
99]
Questão
003
Leia a citação abaixo de texto de Cruz e Sousa, feita por Ernani Terra para
exemplificar a coesão por repetição:
De outros Gólgotas mais amargos subindo a montanha imensa, — vulto sombrio, tetro,
extra-humano! — a face escorrendo sangue, a boca escorrendo sangue, o peito
escorrendo sangue, as mãos escorrendo sangue, o flanco escorrendo sangue, os pés
escorrendo sangue, sangue, sangue, sangue, caminhando para tão longe, para muito
longe, ao rumo infinito das regiões melancólicas da Desilusão e da Saudade,
transfiguradamente iluminado pelo sol augural dos Destinos!.. (CRUZ E SOUSA apud
TERRA, 2021, p. 609-632).
Antunes (2005) pontua a repetição como um procedimento textual que visa a
reiteração de “algum elemento do tema, dos subtemas, da predicação do texto, o que
promove a sua coesão e a sua unidade de sentido.” (ANTUNES, 2005, p. 61). Nesse
sentido, a explicação mais completa sobre o uso da repetição por Cruz e Souza como
recurso coesivo é a alternativa:
O poeta descreve situações sobre-humanas que ninguém é capaz de suportar, por
isso reitera o sofrimento vivido por Gólgotas aocitar “Desilusão” e “Saudade”.
O poeta compara o seu Destino ao de Gólgotas: passar por situações dramáticas e
violentas.
O poeta reitera o sofrimento de um personagem, Gólgotas, que está sempre
ensanguentado, “subindo a montanha imensa”.
O poeta descreve partes do personagem que estariam ensanguentadas, tais como: a
face, a boca, o peito, as mãos e os pés.
X
O poeta expressa um sofrimento de forma persistente, por meio de uma imagem de
alguém ensanguentado, que se repete exaustivamente através da reiteração
intencional da palavra “sangue”.
[361130_1127
47]
Questão
004
"Há pessoas com quem as admoestações são inúteis, pois são refratárias às ordens."
O período coeso e coerente que é paráfrase perfeita do texto é:
Há pessoas com as quais exortações não funcionam uma vez que são insubmissas as
ordens superiores.
X Existem pessoas com quem as repreensões são vãs, porquanto resistem a ordens.
Existe pessoas para as quais as críticas são inócuas uma vez que desobedecem a
todas as ordens.
Existem pessoas para as quais as críticas são em vão pois uma vez que desobedecem
todas as ordens.
Existem pessoas para as quais os conselhos são embalde desde que são submis-sas
às ordens recebidas.
Pincel Atômico - 13/11/2023 15:23:39 3/6
[361130_1529
49]
Questão
005
Nas aulas de leitura e produção de texto, as atividades são muitas vezes pautadas por
ensino de gramática. Por outro lado, a linha sociointeracionista do ensino de língua
visa uma postura baseada na aplicabilidade. Nesse sentido, indique a alternativa em
que Araújo, Saraiva e Sousa Filho (2021) criticam a primeira visão de ensino a partir
dos livros didáticos:
[...] selecionamos no LD as atividades das seções que “orientam o uso do registro de
linguagem adequada ao gênero e à situação (formal, informal)”. (BORGATTO;
BERTIN; MARCHEZI, 2015, p. 3, apud ARAÚJO; SARAIVA; SOUSA FILHO, 2021).
[...] se o aluno entende a estrutura de um gênero, ele consegue utilizar essas
informações na escrita de um texto, na sua compreensão, por exemplo.
[...] o livro didático Projeto Teláris - Língua Portuguesa, do 6º ano do Ensino
Fundamental, tem a perspectiva do ensino das habilidades da língua portuguesa por
meio dos gêneros discursivos.
X
A maioria dos LD [livros didáticos] de língua portuguesa opta por direcionar as
atividades a partir da identificação das nomenclaturas da gramática tradicional por elas
mesmas (SOUSA FILHO, 2017, apud ARAÚJO; SARAIVA; SOUSA FILHO, 2021).
O livro didático assume um papel importante em sala de aula, ou seja, ele é um dos
instrumentos de mediação no processo de ensino e auxilia o professor em sua prática.
[361131_1521
21]
Questão
006
O desafio que se coloca para os primeiros anos da Educação Fundamental é o de
conciliar esses dois processos (alfabetizar e letrar), assegurando aos alunos a
apropriação do sistema alfabético-ortográfico e condições possibilitadoras do uso da
língua nas práticas sociais de
brincar e socializar.
X leitura e escrita.
brincar e leitura.
leitura e socializar.
brincar e pintar.
Pincel Atômico - 13/11/2023 15:23:39 4/6
[361131_1520
99]
Questão
007
Leia do texto abaixo:
Embora particularidades na produção mediada pela tecnologia aproximem a escrita da
oralidade, isso não significa que as pessoas estejam escrevendo errado. Muitos
buscam, tão somente, adaptar o uso da linguagem ao suporte utilizado: “O contexto é
que define o registro de língua. Se existe um limite de espaço, naturalmente, o sujeito
irá usar mais abreviaturas, como faria no papel”, afirma um professor doDepartamento
de Linguagem e Tecnologia do Cefet-MG. Da mesma forma, é preciso considerar a
capacidade do destinatário de interpretar corretamente a mensagem emitida. No
entendimento do pesquisador, a escola, às vezes, insiste em ensinar um registro
utilizado apenas em contextos específicos, o que acaba por desestimular o aluno, que
não vê sentido em empregar tal modelo em outras situações. Independentemente dos
aparatos tecnológicos da atualidade, o emprego social da língua revela-se muito mais
significativo do que seu uso escolar, conforme ressalta a diretora de Divulgação
Científica da UFMG: “A dinâmica da língua oral é sempre presente. Não falamos ou
escrevemos da mesma forma que nossas avós”. Some-se a isso o fato de os jovens se
revelarem os principais usuários das novas tecnologias, por meio das quais
conseguem se comunicar com facilidade. A professora ressalta, porém, que as
pessoas precisam ter discernimento quanto às distintas situações, a fim de dominar
outros códigos.
SILVA JR., M. G.; FONSECA, V. Revista Minas Faz Ciência, n. 51, set.-nov. 2012
(adaptado).
Na esteira do desenvolvimento das tecnologias de informação e de comunicação, usos
particulares da escrita foram surgindo. Diante dessa nova realidade, segundo o texto,
cabe à escola levar o aluno a
adotar o uso de uma mesma norma nos diferentes suportes tecnológicos.
buscar alternativas para estabelecer melhores contatos on-line.
X perceber as especificidades das linguagens em diferentes ambientes digitais.
desenvolver habilidades para compreender os textos postados na web.
interagir por meio da linguagem formal no contexto digital.
[361131_1101
88]
Questão
008
(ENEM 2012)
Desabafo
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente
não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segundafeira. A começar
pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem
respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que
venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado.
CARNEIRO, J. E. Veja, 11 set. 2002 (fragmento).
Nos textos em geral, é comum a manifestação simultânea de várias funções da
linguagem, com o predomínio, entretanto, de uma sobre as outras. No fragmento da
crônica Desabafo, a função da linguagem predominante é a emotiva ou expressiva,
pois
o interlocutor é o foco do enunciador na construção da mensagem.
o discurso do enunciador tem como foco o próprio código.
X a atitude do enunciador se sobrepõe àquilo que está sendo dito.
o referente é o elemento que se sobressai em detrimento dos demais.
o enunciador tem como objetivo principal a manutenção da comunicação.
Pincel Atômico - 13/11/2023 15:23:39 5/6
[361132_1521
38]
Questão
009
Leia o texto a seguir.
A construção da convivência
O Estado democrático de direito, essa engenhosa invenção política e social que
garante a convivência civilizada mesmo em situações de conflito e de confronto, é uma
planta frágil. Não basta que ele esteja inscrito nas constituições ou que seja
professado nos programas dos partidos políticos. É preciso que a prática cotidiana dos
governos, das organizações sociais e dos cidadãos ajude a formar uma barreira que
impeça que essa fragilidade seja vencida pela violência. Fatos recentes,
especialmente em nosso Estado, mostram que não está havendo esse cuidado.
Uma série de acontecimentos atesta essa estranha tolerância com a ilegalidade e a
violência. Aí estão o episódio da invasão da delegacia regional do Ministério da
Agricultura, as frequentes ocupações do prédio do Incra, a inoperância do aparelho
estatal quando ele é exigido, a depredação de um estabelecimento comercial à vista
da autoridade policial, a invasão de um hotel em que falaria uma autoridade do Poder
Judiciário, a ocupação de propriedades rurais ou a destruição de lavouras de
experimentação genética. Em comum em todos esses episódios há, em primeiro lugar,
uma quebra dos limites democráticos e a omissão mal explicada do poder público.
A sociedade gaúcha, que tem uma história a zelar, aprendeu à custa de sacrifícios
humanos e materiais que a democracia e o respeito aos direitos são o único caminho
para evitar a desagregação e a violência. A questão dos limites das manifestações e
dos protestos está surgindo como elemento crucial para a manutenção de padrões
urbanos a serem dotados pelos cidadãos. O risco gerado pelas posturas quase
anárquicas de algumas organizações é de que, à margem do Estado de direito, surjam
reações igualmente anárquicas e igualmente condenáveis. Não se trata, pois, de
analisar essas quebras de limites do ponto de vista de sua extração política ou de suas
motivações ideológicas. Trata-se sim de vê-las do ponto de vista geral de uma
sociedade que precisa de tranquilidade para desenvolver-se e que tem o direito de
exigir dos governos manutenção da segurança dos limites democráticos.
A história brasileira e gaúcha recente tem demonstrado que o país soube vencer o
teste dos limites e lançar os fundamentos de uma sociedade pluralista e democrática,
ao mesmo tempo que está, mal ou bem, dando razão às reivindicações dos excluídos.
O conflito, que é essencial para o crescimento e o progresso das sociedades, precisa
ser contido dentro de limites aceitáveis sob pena de se transformar num elemento
patológico de perturbação social. Cabe ao poder público, por delegação constitucional,
exercer uma mediação produtiva, usando para isso dos instrumentos normais que o
Estado de direito só concede aos governantes constituídos. Abrir mão dessa função
será abdicar da função de governar para todos.
Zero Hora, Porto Alegre – 2001.
O texto lido apresenta a opinião de um jornal (Zero Hora) sobre um tema relevante, e
poderíamos dizer, atual para a época. A esse tipo de texto denominamos:
X editorial.
crônica.
carta ao leitor.
meme.
texto injuntivo.
Pincel Atômico - 13/11/2023 15:23:39 6/6
[361132_1102
29]
Questão
010
(PUCPR/2016)
Leia o parágrafo abaixo.
O que as autoras entendem por plágio? Definem o plágio como “uma apropriação
indevida e não autorizada na criação literária” (p. 24). No primeiro capítulo, percorrem
diversas descrições passando pelo jurídico, histórico e sociopsíquico. No entanto,
enquadram a sua etnografia no campo da ética e da integralidade acadêmica, no
terreno das ciências sociais, explorando o plágio dentro dos papéis de leitor e autor de
textos acadêmicos. Dentro do que as autoras contemplam como plágio, está o comum
plágio-cópia, tomar um texto ou trechos exatos dele para um texto acadêmico sem
nenhum reconhecimento do autor original. Mas ampliam essa descrição ao apresentar
um interessante conceito: o plágio-pastiche.
A única alternativa em que os verbos de dizer podem substituir os que estão
destacados no texto, respectivamente e com sentido equivalente, é:
X compreender / conceituar / situar / estudar / considerar / estender / expor.
perceber / explicar / classificar / examinar / aumentar / demonstrar / comprovar .
captar / conceituar / limitar / retomar / observar / elucidar / comprovar.
conceber / perceber / situar / examinar / compreender / aumentar / mostrar
conceber / compreender / mostrar / observar / exagerar / conceituar / explicar.

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