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SINTAXE - REVISÃO · Frase: enunciado linguístico que possui um sentido completo e que pode conter ou não conter verbo ou locução verbal (dois ou mais verbo que equivalem a um só). Exemplo: Que festa animada! · Oração: enunciado que contém verbo ou locução verbal e que se estrutura através de sujeito e predicado (ou apenas de predicado). Exemplo: A festa está animada! · Período: enunciado formado por uma ou mais orações. Exemplo: A festa está animada, mas poderia estar mais. PERÍODO SIMPLES Período simples é um enunciado de sentido completo construído com uma oração absoluta, ou seja, apenas um verbo. PERÍODO COMPOSTO O período composto é formado por mais do que uma oração. Isso quer dizer que ele precisa ter dois ou mais verbos, porque o número de orações é igual ao número de verbos presentes num enunciado. O período composto pode ser classificado em: · período composto por coordenação · período composto por subordinação · período composto por coordenação e subordinação Período composto por coordenação No período composto por coordenação, a oração não exerce função sintática com relação a outras orações, ou seja, ela é independente ou absoluta. Exemplos: · Acordei/, tomei café/ e apanhei o ônibus. · Viu o filme,/ mas não compreendeu o enredo. · As pessoas fizeram uma fila enorme na rua,/ porque a loja demorou para abrir as portas. Orações coordenadas sindéticas e assindéticas As orações coordenadas podem ser sindéticas ou assindéticas, mediante o uso ou não de conjunção. As orações coordenadas sindéticas têm conjunção e as orações coordenadas assindéticas não têm conjunção. Exemplos: · Acordei/, tomei café/ e apanhei o ônibus. (duas orações coordenadas assindéticas e uma oração coordenada sindética “e apanhei o ônibus.”) · Viu o filme/ mas não compreendeu o enredo. (uma oração coordenada assindética e uma oração coordenada sindética “mas não compreendeu o enredo.”) · Fale agora, ou cale-se para sempre. (uma oração coordenada assindética e uma oração coordenada sindética “ou cale-se para sempre.”) As orações coordenadas sindéticas, que são as que têm conjunção, são classificadas em cinco tipos: · ADITIVAS, quando exprimem ideia de soma. Exemplo: Faço natação e judô. · ADVERSATIVAS, quando exprimem ideia de adversidade, contrariedade. Exemplo: Vou ao casamento, todavia não posso ficar para a festa. · ALTERNATIVAS, quando exprimem ideia de alternância, escolha. Exemplo: Vamos ao cinema hoje, quer você queira quer não. · CONCLUSIVAS, quando exprimem ideia de conclusão. Exemplo: Está chovendo, portanto, não vamos ao parque. · EXPLICATIVAS, quando exprimem ideia de explicação, justificação. Exemplo: Estou atrasado, na verdade, adormeci. Período composto por subordinação No período composto por subordinação, a oração exerce função sintática com relação a outras orações, uma vez que se relacionam entre si. Há três tipos de orações subordinadas: · Orações subordinadas substantivas · Orações subordinadas adjetivas · Orações subordinadas adverbiais 1. Orações subordinadas substantivas As orações subordinadas substantivas exercem função de substantivo, por exemplo: É urgente/ que você ligue para a escola. De acordo com a função que elas desempenham, podem ser classificadas em: · Oração subordinada substantiva subjetiva · Oração subordinada substantiva predicativa · Oração subordinada substantiva completiva nominal · Oração subordinada substantiva objetiva direta · Oração subordinada substantiva objetiva indireta · Oração subordinada substantiva apositiva 2. Orações subordinadas adjetivas As orações subordinadas adjetivas exercem função de adjetivo, por exemplo: As matérias/ que são mais difíceis/ exigem mais de nós. As orações subordinadas adjetivas podem ser explicativas ou restritivas. 3. Orações subordinadas adverbiais As orações subordinadas adverbiais exercem função de advérbio, por exemplo: Enquanto um burro fala,/ o outro abaixa a orelha. QUESTÕES 1- Qual o período em que a vírgula está separando uma oração com ideia de explicação? a) “Não se preocupe, que breve estarei de volta.” b) “Não poderei comparecer; portanto, não contem com a minha presença.” c) “O animal tinha descido com o senhor, ou tinha ficado na ribanceira.” d) “Encontrei a gaveta trancada; logo, não pude pegar os documentos.” e) “Já estamos sem dinheiro; devemos, pois, retornar logo.” 2- Relacione as colunas quanto à classificação das orações subordinadas: a) ( ) É necessário que você volte. b) ( ) As crianças que tem contato com a natureza são mais calmas. c) ( ) Você ganhará um brinquedo novo porque foi um bom garoto. d) ( ) Ela é uma das pessoas que mais colaboram com a empresa. e) ( ) Todos disseram que este foi o melhor filme do ano. I. Oração subordinada adverbial II. Oração subordinada substantiva III. Oração subordinada adjetiva 3- Classifique as orações subordinadas abaixo: a) O médico, especializado em oftalmologia, diagnosticou a doença. b) Já que estou de carro, posso lhe dar uma carona. c) Ela me convenceu de que eu estava errado. d) Tenho medo de que você não volte. e) É um filme que emociona. Termos essenciais da oração O sujeito e o predicado são dois termos essenciais da oração. O sujeito é o elemento que executa e/ou sofre a ação do verbo no enunciado. Já o predicado corresponde ao próprio enunciado feito, composto de verbo, objeto e complementos. Quando a oração apresenta sujeito, o predicado está relacionado a ele. O que é sujeito? O sujeito é um dos termos essenciais da oração, sendo o elemento que realiza ou sofre a ação expressa pelo verbo. O núcleo do sujeito costuma ser formado por um substantivo, um pronome ou uma palavra ou expressão substantivada. Além do núcleo, o sujeito de um enunciado apresenta palavras secundárias, como artigos, adjetivos, pronomes etc. O meu cachorro peludo gosta de passear. Nesse enunciado, o sujeito da oração é “o meu cachorro peludo”, com o núcleo sendo apenas “cachorro”, a base do sujeito, o termo mais importante. É o sujeito do verbo “gostar”." 1. Sujeito simples Quando o verbo principal de uma oração faz referência a um sujeito de núcleo único, temos um sujeito simples. O núcleo do sujeito é a sua palavra principal e mais importante. É importante referir que um sujeito simples não é necessariamente representado por apenas uma palavra ou por um termo flexionado no singular. Exemplos de sujeito simples: · Paulo comprou uma bicicleta. · Os meninos estão brincando no quintal. 2. Sujeito composto Quando o verbo principal de uma oração faz referência a dois ou mais núcleos do sujeito, temos um sujeito composto. É importante referir que um sujeito composto não necessariamente é um vocábulo no plural. Observe abaixo. Exemplos de sujeito composto: · Camila e Lorena fizeram os doces da festa. · A professora e os alunos ensaiaram para a festa da escola. 3. Sujeito oculto ou sujeito desinencial Também designado de sujeito elíptico, sujeito implícito e sujeito subentendido, o sujeito oculto/desinencial é aquele que não aparece na oração de forma explícita. Podemos dizer que sabemos que ele está ali, mas não conseguimos vê-lo. No entanto, podemos identificá-lo por conta da desinência do verbo da oração. Exemplos de sujeito oculto: · Estamos muito orgulhosos de você. · Deixei minha chave em casa. 4. Sujeito indeterminado O sujeito indeterminado é aquele que faz referência a alguém, mas não o identifica. Esse tipo de sujeito geralmente é acompanhado de verbos flexionados na terceira pessoa do plural, ou de verbos flexionados na terceira pessoa do singular, acompanhados da partícula -se. Exemplos de sujeito indeterminado: · Esqueceram de trancar a porta. · Precisa-se de vendedores. 6. Sujeito inexistente (oração sem sujeito) O sujeito inexistente ocorre no que chamamos de oração sem sujeito, e é acompanhado por um verbo impessoal. Os verbos impessoais não são acompanhados por sujeitos e podem indicar: fenômenos da natureza (chover, nevar, fazer frio, fazer calor etc.); tempo decorrido (ser, fazer, etc.) e existência ou acontecimento de algo (haver). Exemplos de sujeito inexistente:· Nevou o dia todo. · Faz três anos que estudo nesta escola. · Há muita gente na praia. · Na minha família houve um caso parecido. Questões 1- “Nesse momento começaram a feri-lo nas mãos, a pau.” Nessa frase o sujeito do verbo é: a) nas mãos. b) indeterminado. c) eles (determinado). d) inexistente ou eles: dependendo do contexto. e) n.d.a. 2- Assinale a alternativa em que há oração sem sujeito. a) Esperanças haverá sempre. b) Ninguém trovejou de tanta raiva quanto eu. c) Haveria desejado ele tudo isso? d) Alguém havia aberto a porta. e) Choveu papel picado nas ruas de Curitiba. 3- Identifique a oração em destaque cujo sujeito é indeterminado. a) Está garoando. b) Ligaram para saber como você se sente. c) Depois de telefonar para os vizinhos, eles ficaram com o meu número e ligaram para dizer que a encomenda havia chegado. d) Faz anos que não falo com ele. e) Aluga-se casa. 4- Classifique o sujeito das frases abaixo: a) Chove sem parar há três dias. b) Kobe foi um ícone do basquetebol americano. c) Falei o que quis, ouvi o que não quis. d) Trouxeram a pizza com duas horas de atraso. 5- Relacione as orações com os tipos de sujeito: a) ( ) Choveu muito ontem à noite. b) ( ) Cantar faz bem para a alma. c) ( ) As chaves e as malas da Joana já estão no carro. d) ( ) Não encontraram o culpado. e) ( ) Perdi o voo. I. Sujeito composto. II. Sujeito oculto. III. Oração sem sujeito. IV. Sujeito indeterminado. V. Sujeito simples. 6- (TJ-SC-2010) Na oração “Trabalhar no Tribunal de Justiça é um grande desejo meu”: a) ( ) O sujeito é “trabalhar”. b) ( ) O sujeito é oculto: eu. c) ( ) É uma oração sem sujeito. d) ( ) O sujeito é indeterminado. e) ( ) O sujeito é “Tribunal”. 7- Identifique os sujeitos das orações a seguir e classifique-os: a) A festa continuou madrugada a fora. b) Encerrou satisfeito a reunião o diretor da empresa. c) Bateram no meu carro. d) Faz muitos anos que ele partiu. e) Estudo e dedicação são essenciais para a aprovação. Tipos de predicado Existem três tipos de predicado. O nominal indica um estado do sujeito. O verbal, uma ação praticada ou sofrida pelo sujeito. Já o verbo-nominal, uma ação e um estado. Predicado verbal É aquele cujo elemento principal é um verbo transitivo ou intransitivo. Assim, pode indicar a ação realizada ou sofrida pelo sujeito mas também pode estar relacionado a uma oração sem sujeito. Veja estes exemplos: Os livros de matemática não ensinavam isso. Sujeito: Os livros de matemática Verbo transitivo: ensinavam Predicado verbal: não ensinavam isso Caminhei a noite toda. Sujeito implícito: Eu Verbo intransitivo: Caminhei Predicado verbal: Caminhei a noite toda Predicado nominal Indica, como elemento principal, um estado, uma condição ou uma qualidade do sujeito. É formado por um verbo de ligação mais um predicativo do sujeito. Observe estes exemplos: A professora está preocupada. Sujeito: A professora Verbo de ligação: está Predicativo do sujeito: preocupada Predicado nominal: está preocupada O cãozinho ficou eufórico. Sujeito: O cãozinho Verbo de ligação: ficou Predicativo do sujeito: eufórico Predicado nominal: ficou eufórico Predicado verbo-nominal Apresenta dois elementos principais, ou seja, uma ação (verbo transitivo ou intransitivo) e um estado (predicativo do sujeito ou predicativo do objeto). Veja estes exemplos: Meus amigos chegaram contentes. Sujeito: Meus amigos Verbo intransitivo: chegaram Predicativo do sujeito: contentes Predicado verbo-nominal: chegaram contentes Compramos seu carro exultantes. Sujeito implícito: Nós Verbo transitivo: Compramos Predicativo do sujeito: exultantes Predicado verbo-nominal: Compramos seu carro exultante Predicativo do Sujeito Predicativo do sujeito é o termo que atribui uma característica ao sujeito através de um verbo de ligação. Exemplos: · A vista é linda! · Eles parecem felizes. · Eu estou faminto. "Linda, felizes, faminto" são predicativos dos sujeitos, características dadas aos sujeitos (a vista, eles, eu) através dos verbos de ligação (é, parecem, estou). Exemplos de predicativo do sujeito · A modelo é desastrada. · O sofá está sujo. · Eu sou professora. · A engenheira corre feliz. - Neste caso o verbo de ligação está implícito. Esta oração poderia estar assim: A engenheira corre (e está) feliz. · Isto não parece branco. · Esta foto parece minha. · Aquela vive desmotivada. Diferença entre predicativo do sujeito e predicativo do objeto A diferença entre predicativo do sujeito e predicativo do objeto é a atribuição da característica ser feita ao sujeito ou ao objeto. Enquanto o predicativo do sujeito atribui uma característica ao sujeito, o predicativo do objeto atribui uma característica ao objeto. Exemplos: As professoras ficaram satisfeitas. · As professoras é o sujeito. · Ficaram é o verbo. Neste caso, ele é de ligação. · Satisfeitas é o predicativo do sujeito, porque está atribuindo uma característica ao sujeito "as professoras". As professoras deixaram as crianças satisfeitas. · As professoras é o sujeito. · Deixaram é o verbo. Neste caso, ele é transitivo direto. · As crianças é o objeto direto, que completa o sentido do verbo "deixaram". · Satisfeitas é o predicativo do objeto, porque está atribuindo uma característica ao objeto direto "as crianças". · Questões 1- Com relação aos tipos de predicado, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta quanto à classificação dos predicados das orações abaixo. Os alunos foram informados da situação. Os candidatos saíram da sala confiantes. O professor parece despreocupado. a) Predicado nominal - Predicado verbo-nominal - Predicado verbal b) Predicado verbal - Predicado nominal - Predicado verbo-nominal c) Predicado verbal - Predicado verbo-nominal - Predicado nominal d) Predicado verbo-nominal - Predicado verbal - Predicado nominal 2- Observe a frase e assinale a alternativa correta. Meu avô está tranquilo. a) “está tranquilo” é um predicado verbal, onde “está” é verbo de ação e “tranquilo” é predicativo do sujeito. b) “está tranquilo” é um predicado nominal, onde “está” é verbo de ligação e “tranquilo” é predicativo do sujeito. c) “está tranquilo” é um predicado verbo-nominal, onde “está” é verbo de ligação e “tranquilo” é predicativo do sujeito. d) “está tranquilo” é um predicado verbal, onde “está” é verbo de ligação e “tranquilo” é predicativo do sujeito. 3- Possui predicado verbal a oração a) “No primeiro dia de aula fui indagado por uma aluna” b) “Essa caminhada é infinita” c) “A vida não é padronizada” d) “aquilo é a verdade?” 4- Correlacione as frases com os tipos de predicado: a) Predicado nominal b) Predicado verbal c) Predicado verbo-nominal ( ) Cheguei atrasada à festa. ( ) Cristina está quieta. ( ) Camila continua cansada. ( ) Meus filhos saíram do parque maravilhados. ( ) Lúcia fala muito alto. ( ) Os meninos já abriram os presentes. Exercícios gerais Bilhete ao futuro Affonso Romano de Sant’Anna Bela ideia essa de Cristóvam Buarque, ex-reitor da Universidade de Brasília e ex-ministro da Educação, de pedir às pessoas do nosso país que escrevessem um “bilhete ao futuro”. O projeto teve a intenção de recolher, no final dos anos 80, no século passado, uma série de mensagens que seriam abertas em 2089, nas quais os brasileiros expressariam suas esperanças e perplexidades diante do tumultuado presente do fabuloso futuro. Oportuníssima e fecunda ideia. Ela nos colocou de frente ao século XXI, nos incitou a liquidar de vez o século XX e a sair da hipocondria político-social. Pensar o futuro sempre será um exercício de vida. O que projetar para amanhã? (…) 1) Os dois parágrafos acima fazem parte do texto cujo autor é Affonso Sant’Anna. Esse tipo de produção textual é chamado de crônica, porque: A) defende um tema. B) tenta ludibriar o leitor. C) faz o registro do dia-a-dia. D) conta uma história antiga. E) exalta as belezas do país amado. 2) O acontecimento que originou esse texto está relacionado: a) à promoção do reitor da Universidade de Brasília. A) à realização do reitor como mestre da Universidade de Brasília. B) ao pedidofeito pelo reitor da Universidade às pessoas de Brasília. C) à liquidação dos problemas do século XX. D) ao pedido feito pelo ex-reitor da Universidade de Brasília aos brasileiros. 3) Segundo o cronista, o bilhete ao futuro: A) incitaria as pessoas a “sair da hipocondria político-social”. B) incitaria as pessoas à revolta social e política no presente e no futuro. C) incitaria as pessoas a liquidarem de vez com as ideias do século XX e do século XXI. D) incitaria as pessoas a escreverem mensagens de desilusão. E) incitaria as pessoas a se comunicarem por bilhetes, algo incomum nos dias atuais. A etiqueta nas redes sociais Ryana Gonçalves Ultimamente, temos passado mais tempo no convívio social cibernético do que no convívio social pessoal. Aqui adivinhamos emoções, não há toque, não há olhares silenciosos cheios de significados, não há presença, não há corpo. Há apenas o teclado, o mouse, a tela, o curtir, o compartilhar, o tweetar, retweetar, participar, excluir, bloquear, responder, perguntar. Apesar de serem espaços sociais diferentes, igualmente vale a etiqueta que aprendemos em casa antes de sair para o mundo. Todos têm suas manias, receios, ideias, caráter, costumes e essa coisa toda, mas todos devem ser, acima de tudo, RESPEITADOS. Assim como tem aquele cara que nunca posta nada, existe a menina que se expõe demais. Pra ela, pode não ser exagero, mas pros outros sim. Vale o mesmo para caso inverso, existem pessoas sem noção de ambos os sexos, ignorem as estatísticas. Não tem essa de mulher trai menos, homem é mais cafajeste. Aqui é todo mundo igual. Junta a quantidade de gente sem noção, de puritanos, de revolucionários, revoltados, ignorantes e ignorados. Cada um tem algo a dizer, sempre. Na realidade, o chato começa quando um começa a reclamar de tal coisa, daí aparece o fulano reclamando do que o sicrano tá reclamando, e aí um monte de gente começa a reclamar dos dois que estão reclamando, e uns começam a reclamar dos outros, e daí já aparecem outros status reclamando… e eu estou reclamando dessa gente que como eu só reclama e não faz nada. Vamos trocar ideias? Porque reclamar não acrescenta em nada, só desabafa e daqui a pouco o vazio do desabafo vira mais reclamação, chateação e falta do que fazer. Mas daí aparece um ser reclamando daquele que posta algo produtivo, que reclama daquele que não posta algo produtivo, segue reclamando, e assim por diante. Ah, a etiqueta das redes sociais! Que coisa complicada de se entender. Quanto mais a gente tenta colaborar, parece que mais piora. Pedir perguntas no Ask não significa se expor totalmente, compartilhar no Facebook não significa que concorda plena e totalmente com o que está escrito (todos têm o direito de achar legal, simplesmente), curtir não significa “dar em cima” e assim por diante. Temos que entender que assim como temos nossas preferências quanto à comida, e manias quanto as nossas coisas, também tem pessoas com suas particularidades, e ter uma rede social não significa mostrar sua intimidade para o mundo. Ninguém é obrigado a nada. E sabe o que é uma boa etiqueta, um comportamento muito refinado? Educação. Sim, aprecia-se a boa educação, o respeito, a igualdade. Isso faz falta. Assim como faz falta um bom diálogo frente-afrente e sair pra dar uma pedalada num dia de sol pra entorpecer o corpo de vitamina D. Pense nisso! Disponível em: http://thefirstimpressionsofme.blogspot.com.br/ 1- O texto classifica-se em: ( ) narrativo ( ) argumentativo ( ) informativo ( ) descritivo 2- A autora usa a expressão de lugar “aqui” para fazer referência a quê? 3- No primeiro parágrafo, separe os elementos e ações que são distinguidas para cada ambiente social. 4- Por que a palavra “respeitados” foi escrita de forma diferente? 5) Qual é o problema apresentado no texto? 5- O que a autora propõe como forma de amenizar esse problema? 6- Apesar da argumentação se desenvolver acerca das redes sociais, no fim do texto a autora revela sua opinião sobre a importância de nos desprendermos do mundo virtual. O que ela sugere? 7- Elabore um comentário sobre o conteúdo. Lembre-se de que o gênero textual comentário serve para expormos uma curta análise de um determinado assunto, permitindo que manifestemos a nossa opinião, concordando ou discordando. 8- Você já se sentiu incomodado ao ler algo desagradável nas redes sociais? Ou já postou algo e depois se arrependeu? 9- Observe a charge. Escreva de que forma é possível relacioná-la ao tema do texto. 1- A última fala da tirinha causa um estranhamento, porque assinala a ausência de um elemento fundamental para a instalação de um tribunal: a existência de alguém que esteja sendo acusado. Essa fala sugere o seguinte ponto de vista do autor em relação aos usuários da internet: a) proferem vereditos fictícios sem que haja legitimidade do processo b) configuram julgamentos vazios ainda que existam crimes comprovados c) emitem juízos sobre os outros, mas não se veem na posição de acusados d) apressam-se em opiniões superficiais mesmo que possuam dados concretos 2- Quanto à tirinha acima, é correto afirmar: a) A linguagem verbal isoladamente não consegue transmitir a mensagem pretendida. b) Transmite que faz parte da infância pegar as coisas da mãe para brincar. c) A frase do primeiro quadrinho não pertence à sequência. d) A principal mensagem da tirinha é a inocência de Mafalda, que responde à mãe que pegou “só” os cremes de beleza, querendo com isso dizer que não pegou outros tipos de cremes para brincar, como de culinária, por exemplo. e) A mãe está brava com Mafalda, por isso, a sua fala está com letras maiúsculas. 3- Sobre a tirinha, é possível concluir que o personagem a) utiliza uma linguagem escolarizada. b) detém conhecimento da linguagem dicionarizada. c) fala tudo errado, portanto, deve estudar mais. d) consegue se comunicar com o interlocutor. 2. A linguagem utilizada pelo personagem da tirinha pode ser caracterizada como: a) variante regional. b) gíria. c) jargão. d) culta. 3. A palavra abaixo que não sofreu variação linguística na tirinha foi: a) “pra” b) “doendo” c) “tá” d) “miorô” 5. Leia o fragmento da fábula “O lobo e o cordeiro” e responda à questão: O LOBO E O LEÃO Um lobo que acabara de roubar uma ovelha, depois de refletir por um instante, chegou à conclusão, que o melhor seria levá-la para longe do curral, para que enfim, fosse capaz de servir-se daquela merecida refeição, sem o indesejado risco de ser interrompido por alguém. O tipo de linguagem utilizada no trecho acima é: a) informal. b) coloquial. c) técnica. d) culta. 6. Assinale a frase abaixo que está escrita de acordo com a linguagem formal. a) “Aí nós pira na batatinha.” b) “Falamos muito sobre o plano de melhoria salarial.” c) “A gente sempre fica ligado quando o assunto é poluição.” d) Valeu a força, mano!” 7. Marque a frase abaixo que está de acordo com a linguagem culta. a) A gente vai bater um papo bem curto. b) Tô ficando com a pulga atrás da orelha. c) A galera toda marcou de sair no sábado. d) Por favor, dirija-se ao portão cinco para o embarque. ________________________ 1- (UMESP) Na frase "As negociações estariam meio abertas só depois de meio período de trabalho", as palavras destacadas são, respectivamente: a) adjetivo, adjetivo b) advérbio, advérbio c) advérbio, adjetivo d) numeral, adjetivo e) numeral, advérbio 2- Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma ideia comprovada pela leitura do texto. A) Helga cobra de Hagar urgência nas decisões tomadas para o Ano-Novo. B) Hagar afirma que ainda há tempo para cumprir suas promessas. C) Hagar escuta as cobranças da esposa. D) Hagar demonstra disposição para cumprir suas promessas 3- No primeiro quadrinho, a vírgula foi empregada para A) Separar expressões explicativas. B) Separar os itens de uma enumeração. C) Separar o vocativo. D) Separar a interjeição. 4- A mulher telefona para o marido: - Querido, tenho uma notícia má e uma boa! - Lamento, mas estou no meio de uma reunião supertensa; diga-me só a boa. - O airbag do seu carro estáfuncionando direitinho! BUCHWEITZ, Donald (org.) Piadas para você morrer de rir. Belo Horizonte: Leitura, 2001. Os autores lançam mão de vários recursos para provocar o riso do leitor. O humor desse texto decorre de A) A esposa dizer que tem uma notícia boa e outra ruim. B) O marido estar no meio de uma reunião. C) O airbag não ter se danificado com a batida do carro. D) A notícia boa deixar implícita a notícia ruim: a mulher bater o carro do marido.