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Cabeca e pescoco 
- SiINDROME DO RESPIRADOR ORAL 
- OBSTRUÇÃO NASAL NA CRIANÇA - O QUE É 
IMPORTANTE QUESTIONAR NA ANAMNESE PARA 
ELUCIDAR A CAUSA? 
✓Idade 
✓Tempo de aparecimento dos sintomas Esporádica 
ou constante 
✓Unilateral ou bilateral 
✓Fatores de melhora ou piora 
✓Sintomas associados prurido 
✓espirros 
✓Rinorreia: clara mucoide - clara tipo água de rocha – 
purulenta Epistaxe 
✓roncos 
✓apneia do sono 
1 CAROLINE CARVALHO
Cavidade nasal e seios da face
PONTOS PRINCIPAIS DA ANAMNESE 
- Prurido e obstrução nasal 
- Coriza hialina 
- História de queimadas (fumaça) = RINITE 
ALÉRGICA 
Seios paranasais 
CAUSAS DE OBSTRUÇÃO NASAL 
1. Inflamatória/infecciosa. 3. Congênita 
– Gripe/resfriado. - Atresia ou estenose de coanas 
– Rinite alérgica. - Cisto dermóide 
– Rinossinusite. 
– Adenoidite. 4. Neoplasias 
2. Anatômicas/adquiridas. - Hemangiomas 
– Hipertrofia de adenóide. - Linfomas 
– Desvio de septo 
– pólipo 
– Corpo estranho 
– trauma 
✔ Amigdalites frequentes? 
✔ Ronca? “baba” no travesseiro? 
✔ Para de respirar durante o sono? 
✔ Sonolência durante o dia? 
✔ Dificuldade de atenção? Mau rendimento escolar 
✔ Irritabilidade? 
- RESPIRAÇÃO 
BUCAL 
✓Sintoma frequente 
na Infancia, em 
geral secundaria a 
obstrução nasal 
crônica e esta 
presente em 25% a 
50% das crianças 
entre 8 e 10 anos. 
 
HIPERTROFIA DE ADENOIDE 
✓ 
lábios entreabertos, mandíbula em posição inferior e 
língua para baixo e para frente, sem contato com o 
palato, hipotonia perioral 
- DESENVOLVIMENTO FACIAL 
✓ As características faciais são determinadas 
geneticamente. 
✓ O desenvolvimento do maciço facial resulta da 
interação de diversos fatores, tanto sistêmicos 
(genéticos, endócrinos, metabólicos e 
comportamentais) quanto locais (dentição, hábitos 
inadequados, como uso de chupeta e sucção de 
dedo, alterações musculares e respiração). 
✓ Funções orofaciais ( respiração,, mastigação e 
deglutição) devem ser Preservados de modo a 
garantir um desenvolvimento craniofacial 
harmonioso. 
- REPERCUSSÕES DA RESPIRAÇÃO ORAL 
✓ Distúrbios do crescimento craniofacial 
(desarmônico) 
✓Alterações dentárias 
✓ Alterações da fala, mastigação e deglutição 
(hipotonia muscular) 
✓ Alterações posturais 
✓Avaliação dos órgãos fonoarticulatórios (lábios, 
língua, dentes, bochechas, palato duro e mole) e 
✓funções estomatognáticas (respiração, mastigação, 
deglutição e fala). 
2 CAROLINE CARVALHO
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS 
- Rinite (inflamação da mucosa nasal) 
81,4%
ALTERAÇÕES OBSTRUTIVAS 
- hipertrofia adenoide (79,2%) e 
amígdalas (12,6%)
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS 
- Mamadeira, chupeta, dedo, dificultam o 
selamento labial Ausência de AM
- REPERCUSSÕES DA RESPIRAÇÃO ORAL 
✓ SISTÊMICAS: 
- Distúrbios respiratório do sono- desde de ronco 
primário ate AOS 
- Apneia Obstrutiva do Sono (AOS): 
– Déficit de crescimento 
– Enurese secundária 
– Mal rendimento escolar 
– Distúrbios de comportamento – Distúrbios 
neurocognitivos 
– Distúrbios cardiovasculares 
– Infecções respiratórias repetidas (roncos, obstrução 
nasal e respiração oral) 
- ACHADOS DO EXAME FÍSICO: 
✓ Fácies Adenoidiana 
✓Boca entreaberta 
✓ Lábio superior curto 
✓ Lábio inferior 
volumoso, evertido e 
ressecado 
✓ Estreitamento da face 
✓ Base nasal alargada 
✓ Nariz, pequeno, 
curto, voltado para 
cima 
✓ Olheiras 
✓ Palato Ogival 
✓ Alterações 
ortodônticas 
- A V A L I A Ç Ã O 
POSTURAL: 
✓ Ombros 
propulsamos e 
caídos 
✓Hiperlordose,, 
hiperticose 
✓Abdômen 
proeminente 
✓Escapulas salientes 
- OUTRAS ALTERAÇÕES 
- ABORDAGEM: 
- RINOSSINUSITE: 
3 CAROLINE CARVALHO
• Menino, 5 anos 
• QD: tosse há 10 dias 
• HMA: mãe refere que o menor iniciou tosse, coriza hialina, alguns 
espirros e obstrução nasal há 6 dias, associado a febre baixa no 
início do quadro. Evoluiu com piora da secreção (esverdeada) e da 
tosse (principalmente à noite), associada a febre (38,5°C) há 2 dias. 
• AP: 4o episódio de resfriado nos últimos 6 meses, desde que 
entrou na escola. 
• Exame físico: REG, febril, eupneico, hidratado. congestão nasal, 
orofaringe hiperemiada na parede posterior , sem aumento de 
amígdalas, secreção espessa e amarelada retronasal; Exame do 
tórax: roncos 
 
✓ Até 2 anos: 6 a 9 IVAS/ano 
✓ Sinusite Aguda: 
✓Complicação de IVAS (viral) > 10 dias 
✓ Obstrução nasal 
✓ Rinorréia purulenta 
✓ Febre 
✓ Tosse (noturna) 
✓ Halitose 
✓ Dor de cabeça 
✓ Crônica: > 90 dias: 
- DIAGNÓSTICO CLÍNICO: 
✓ IVAS persistente: descarga nasal de qualquer tipo e/
ou tosse diurna, por mais de 10 dias OU 
✓ Piora clínica: piora ou aparecimento de secreção 
nasal, tosse diurna ou febre após melhora inicial OU 
✓ Doença grave: secreção nasal purulenta e febre ≥ 
39oC por pelo menos 3 dias consecutivos. 
- FATORES PREDISPONENTES 
✓Alergia 
✓ Creche 
✓ Convívio com fumantes 
✓ Ar condicionado 
✓ Ambiente físico 
✓ imunodeficiências 
- OTITE MÉDIA AGUDA : 
✓ SINAIS E SINTOMAS: 
✓ Otalgia de início súbito 
✓ Choro excessivo, irritabilidade, manipulação 
excessiva da orelha 
✓ Alteração do sono 
✓ Febre alta (39°C) 
✓ Vômito ou diarreia (< 2a) 
✓ ↓apetite 
✓ Otorréia 
✓ OTOSCOPIA:: 
- OMA bacteriana: 
- MT opaca, perda do brilho 
- Hiperemia intensa 
- Abaulamento (sensibilidade = 67% e especificidade 
= 97%) 
- Otorreia 
- Diminuição da mobilidade 
- Uni ou bilateral 
- OMA viral: 
- MT discretamente opaca, hiperemia discreta, sem 
abaulamento 
MEMBRANA 
TIMPÂNICA 
NORMAL: 
• Translúcida 
• Perolada ou 
acinzentada 
• Mobilidade 
durante manobra 
de valsalva 
• (otoscópio 
4 CAROLINE CARVALHO
 Lactente de 15 meses é levado ao PS por febre há 2 
dias. 
Há 1 semana tosse, congestão nasal e rinorréia aquosa. 
Teve 37,5°C duas vezes. 
Hoje irritado, choroso, não quer mamar 
Ao exame físico: única alteração observada- MT direita 
hiperemiada e abaulada. 
Qual o diagnóstico provável? 
pneumático) 
- OTITE EXTERNA: 
 
- Inflamação aguda do CAE, podendo envolver o 
pavilhão auricular e/ou MT. - Doença de rápida 
instalação (< 48 horas). 
- Sintomas: 
dor de ouvido intensa (70% dos casos) que piora com 
a manipulação do pavilhão, com a abertura e 
fechamento da boca ou com a colocação do espéculo 
auricular. Pode ser acompanhada de prurido (60%). 
- É mais frequente no verão e em regiões de clima 
quente 
- Fatores predisponentes: Prática de natação 
Dermatite seborreica 
Dermatite atópica 
Presença de corpo estranho 
Limpeza frequente do CAE com retirada de cerúmen e 
trauma no CAE 
- FARINGO AMIGDALITES VIRAIS E BACTERIANAS: 
- COMO DIFERENCIAR FARINGOAMIGDALITES 
VIRAIS E BACTERIANAS: 
- LINFONODOS CERVICAIS : 
ACHADOS NORMAIS: 
- • < 1 cm de diâmetro 
- Todas regiões (exceto supraclavicular) 
- Predomínio:cervical,submandibular,occipital 
- Fibroelásticos 
- Móveis 
• Não aderidos aos planos profundos 
• Associação com hepato ou esplenomegalia 
• Supraclaviculares e epitrocleares > 0,5 cm tendem a ser 
patológicos 
5 CAROLINE CARVALHO
Menina de 8 anos, passou 
o fim de semana na 
chácara da família, o dia 
todo na piscina 
Dor no ouvido esquerdo 
Sem febre 
Nega coriza, tosse, 
obstrução nasal
Criança de 4 anos é levada ao médico por dor de 
garganta e febre (38,5°C) há 2 dias 
Refere tosse e coriza aquosa precedendo o quadro 
Dificuldade para engolir 
Refere dor abdominal e vômitos (2x) 
Criança de 1 ano e meio é trazida ao PS por 
febre alta e inchaço no pescoço há 2 dias.
- ADRENOMEGALIA GENERALIZADA : 
 - Em duas ou mais regiões não contíguas 
Causas: 
– Infecções virais, bacterianas, fúngicas, parasitárias – 
Leucemias e linfomas; neuroblastoma 
– Colagenoses 
– Anemias hemolíticas 
– Reação a drogas 
INDICAÇÃO DE INVESTIGAÇÃO: 
- > 2 cm 
Aderidos ou coalescentes Crescimento rápido Consistência 
aumentada 
Associação com febre persistente, perda de peso, anemia, 
sangramento e hepatoesplenomegalia6 CAROLINE CARVALHO

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