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PSS – CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA 
PROFESSOR DA EDUCAÇÃO BÁSICA 
 
1. O professor e a utilização das tecnologias digitais no contexto educacional. A utilização das 
tecnologias digitais no contexto educacional transformou profundamente a maneira como os 
professores ensinam e os alunos aprendem. O professor desempenha um papel crucial na integração 
eficaz dessas tecnologias em sala de aula. Alguns postos-chave sobre o professor e sua relação com 
as tecnologias digitais na educação: 
 
Facilitador da Aprendizagem: O professor atua como facilitador da aprendizagem, orientando os 
alunos no uso das tecnologias digitais para acessar informações, criar conteúdo e colaborar com 
colegas. 
 
Adaptação ao Perfil dos Alunos: O professor deve conhecer as necessidades e habilidades individuais 
dos alunos e selecionar as tecnologias digitais mais adequadas para apoiar seu processo de 
aprendizagem. 
 
Preparação e Capacitação: É essencial que o professor esteja bem preparado e capacitado para 
utilizar as tecnologias digitais de forma eficaz. Isso envolve não apenas o domínio técnico, mas 
também a compreensão pedagógica de como integrar essas ferramentas de forma significativa. 
 
Desenvolvimento de Recursos: O professor pode criar ou adaptar recursos digitais, como vídeos 
educativos, apresentações interativas e questionários online, para enriquecer o conteúdo curricular e 
engajar os alunos. 
 
Feedback e Avaliação: As tecnologias digitais oferecem oportunidades para o professor fornecer 
feedback instantâneo e personalizado aos alunos, seja por meio de plataformas de aprendizagem 
online, aplicativos de anotações ou ferramentas de correção automática. 
 
Promoção da Colaboração: O professor pode usar as tecnologias digitais para facilitar a colaboração 
entre os alunos, seja por meio de fóruns de discussão online, ferramentas de edição colaborativa de 
documentos ou projetos de grupo virtuais. 
 
Inclusão e Acessibilidade: As tecnologias digitais podem ser utilizadas pelo professor para promover a 
inclusão e acessibilidade, adaptando materiais de aprendizagem para atender às necessidades de 
alunos com deficiências ou dificuldades de aprendizagem. 
 
Acompanhamento e Atualização: O professor deve estar constantemente atualizado sobre as últimas 
tendências e desenvolvimentos em tecnologia educacional, participando de programas de 
desenvolvimento profissional e compartilhando experiências com outros educadores. 
 
Resumindo: O professor desempenha um papel essencial na utilização eficaz das tecnologias digitais 
no contexto educacional, ajudando a capacitar os alunos para enfrentar os desafios do século XXI e 
prepará-los para um mundo cada vez mais digitalizado. 
 
1.1. Ferramentas digitais de colaboração e comunicação. Existem diversas ferramentas digitais de 
colaboração e comunicação que podem ser utilizadas por professores e alunos para facilitar o 
aprendizado e promover a interação. Abaixo estão algumas delas: 
 
Google Sala de Aula: Uma plataforma educacional gratuita do Google que permite aos professores 
criarem turmas virtuais, distribuir tarefas, fornecer feedback e colaborar com os alunos em tempo real. 
 
Microsoft Teams: Uma ferramenta de comunicação e colaboração que oferece recursos como bate-
papo, videoconferência, compartilhamento de arquivos e colaboração em documentos em tempo real. 
 
Zoom: Uma plataforma de videoconferência que permite realizar aulas online, reuniões e seminários 
virtuais, oferecendo recursos como compartilhamento de tela, chat e salas de breakout. 
 
Slack: Uma ferramenta de comunicação em equipe que permite criar canais de discussão por assunto, 
enviar mensagens diretas, compartilhar arquivos e integrar outras ferramentas e aplicativos. 
 
Padlet: Uma plataforma de colaboração visual que permite criar murais virtuais onde os alunos podem 
compartilhar ideias, postar recursos, colaborar em projetos e realizar atividades colaborativas. 
 
Google Drive: Uma suíte de aplicativos de produtividade do Google que inclui o Google Docs 
(processador de texto), Google Sheets (planilhas) e Google Slides (apresentações), permitindo que os 
alunos colaborem em documentos de forma simultânea. 
 
Trello: Uma ferramenta de gerenciamento de projetos baseada em quadros, listas e cartões, que 
permite aos alunos e professores organizar tarefas, atribuir responsabilidades e acompanhar o 
progresso do trabalho. 
 
Flipgrid: Uma plataforma de vídeo interativa que permite aos alunos gravar e compartilhar vídeos 
curtos para discutir tópicos, responder perguntas ou realizar apresentações, promovendo a 
participação e a expressão oral. 
 
Edmodo: Uma plataforma de aprendizado online que oferece recursos de comunicação, colaboração, 
distribuição de tarefas e avaliação, permitindo aos professores criarem uma experiência de sala de 
aula virtual. 
 
WhatsApp: Embora seja mais informal, o WhatsApp pode ser usado para comunicação rápida entre 
professores e alunos, criação de grupos de estudo e compartilhamento de recursos educacionais. 
 
Resumindo: são apenas algumas das muitas ferramentas digitais disponíveis para facilitar a 
colaboração e a comunicação no contexto educacional. A escolha da ferramenta certa dependerá das 
necessidades específicas do professor e dos objetivos de aprendizado da turma. 
 
1.2. Tecnologias digitais da informação e comunicação na educação. As tecnologias digitais da 
informação e comunicação (TDIC) desempenham um papel fundamental na educação 
contemporânea, transformando a maneira como os alunos aprendem e os professores ensinam. 
Essas tecnologias abrangem uma ampla variedade de ferramentas e recursos digitais que podem ser 
utilizados para facilitar o processo de ensino e aprendizagem. Abaixo estão algumas das principais 
tecnologias digitais da informação e comunicação na educação: 
 
Computadores e Dispositivos Móveis: Computadores pessoais, laptops, tablets e smartphones são 
amplamente utilizados em sala de aula para acessar recursos educacionais online, realizar pesquisas, 
criar conteúdo e colaborar com colegas. 
 
Internet: A internet é uma fonte inesgotável de informações e recursos educacionais, permitindo que os 
alunos acessem conteúdo multimídia, participem de fóruns de discussão, realizem pesquisas online e 
interajam com especialistas em diversos campos. 
 
Plataformas de Aprendizagem Online: Plataformas de aprendizagem online, como Moodle, Canvas e 
Blackboard, permitem que os professores criem ambientes virtuais de aprendizagem onde podem 
disponibilizar materiais de curso, distribuir tarefas, fornecer feedback e interagir com os alunos. 
 
Recursos Educacionais Digitais: Vídeos educacionais, animações, simulações, jogos educativos, 
aplicativos e e-books são exemplos de recursos digitais que podem enriquecer o conteúdo curricular e 
tornar o aprendizado mais envolvente e acessível. 
 
Redes Sociais: Plataformas de redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, podem ser 
utilizadas de forma educativa para promover a comunicação, a colaboração e o compartilhamento de 
conhecimento entre alunos e professores. 
 
Ferramentas de Comunicação Síncrona e Assíncrona: Ferramentas como e-mail, mensagens 
instantâneas, videoconferência e fóruns de discussão permitem que os alunos e professores se 
comuniquem e colaborem de forma síncrona ou assíncrona, independente de suas localizações 
geográficas. 
 
Ambientes Virtuais de Colaboração: Plataformas como Google Drive, Microsoft Office 365 e Dropbox 
permitem que os alunos e professores criem, compartilhem e colaborem em documentos, 
apresentações e planilhas de forma simultânea e em tempo real. 
 
Avaliação Online: Ferramentas de avaliação online, como questionários digitais, testes interativos e 
plataformas de revisão de pares, permitem que os professores avaliem o desempenho dos alunos de 
forma rápida, eficiente e personalizada. 
 
Essas são apenasalgumas das muitas tecnologias digitais da informação e comunicação que estão 
sendo utilizadas na educação atualmente. O uso eficaz dessas tecnologias pode melhorar a qualidade 
do ensino, promover a participação dos alunos e prepará-los para os desafios do século XXI. 
 
1.3. Tecnologia Assistiva. Tecnologia Assistiva (TA) refere-se a qualquer dispositivo, equipamento ou 
sistema que visa melhorar a funcionalidade e a independência de pessoas com deficiências, seja ela 
física, cognitiva, sensorial ou intelectual. O objetivo principal da tecnologia assistiva é proporcionar às 
pessoas com deficiência maior autonomia, acesso a informações, mobilidade, comunicação e 
participação na vida cotidiana. Existem várias categorias de tecnologia assistiva, incluindo: 
 
Dispositivos de Mobilidade: Cadeiras de rodas elétricas, scooters motorizadas, andadores, próteses e 
órteses são exemplos de tecnologias assistivas que auxiliam na locomoção de pessoas com 
deficiência física. 
 
Dispositivos de Comunicação: Comunicadores de voz, teclados adaptados, sistemas de comunicação 
aumentativa e alternativa (CAA) e softwares de reconhecimento de voz são utilizados para ajudar 
pessoas com deficiências na fala ou na comunicação escrita. 
 
Auxílios para a Vida Diária: Esses dispositivos incluem utensílios de cozinha adaptados, equipamentos 
de banho e higiene, sistemas de alerta para pessoas com deficiência auditiva e tecnologias de acesso 
a computadores. 
 
Tecnologia para Educação: Softwares de leitura de tela, teclados e mouses adaptados, dispositivos de 
entrada alternativa e softwares de aprendizagem adaptativa são usados para apoiar estudantes com 
deficiências na educação. 
 
Tecnologia para Acessibilidade Digital: Essas tecnologias incluem legendas em vídeos, descrições de 
imagens, leitores de tela, teclados virtuais e outras ferramentas que tornam conteúdos digitais 
acessíveis para pessoas com deficiência visual ou auditiva. 
 
Auxílios Sensoriais: Lupas, óculos de leitura, aparelhos auditivos, implantes cocleares e outras 
tecnologias são utilizadas para melhorar a visão ou a audição de pessoas com deficiências sensoriais. 
 
Dispositivos de Controle Ambiental: Sistemas de automação residencial, controles remotos adaptados, 
dispositivos de voz ativados e tecnologias de controle de ambiente são usados para facilitar a 
manipulação de dispositivos e ambientes domésticos. 
 
É importante ressaltar que a escolha e o uso adequado da tecnologia assistiva devem ser baseados 
nas necessidades individuais de cada pessoa com deficiência, levando em consideração suas 
habilidades, preferências e contexto de vida. Além disso, é fundamental que haja treinamento 
adequado para o usuário e para seus cuidadores, garantindo que a tecnologia seja utilizada de forma 
eficaz e segura. 
 
1.4. Funcionalidades, configurações do Google Drive para organização e armazenamento em nuvem e 
sua utilização no contexto educacional. O Google Drive é uma poderosa ferramenta de 
armazenamento em nuvem que oferece diversas funcionalidades e configurações que podem ser 
utilizadas para organização e colaboração no contexto educacional. Abaixo estão algumas das 
principais funcionalidades e configurações do Google Drive: 
 
Armazenamento em Nuvem: O Google Drive oferece armazenamento em nuvem gratuito para 
usuários do Google, permitindo que os documentos, fotos, vídeos e outros arquivos sejam acessados 
de qualquer dispositivo conectado à internet. 
 
Organização de Arquivos: Os arquivos no Google Drive podem ser organizados em pastas e 
subpastas, facilitando a organização e o acesso aos documentos. Os usuários podem criar uma 
estrutura de pastas personalizada para cada disciplina, projeto ou atividade. 
 
Compartilhamento de Arquivos: O Google Drive permite que os usuários compartilhem arquivos e 
pastas com outras pessoas, facilitando a colaboração em projetos educacionais. Os professores 
podem compartilhar materiais de aula com os alunos e os alunos podem colaborar em trabalhos em 
grupo. 
 
Permissões de Acesso: Os usuários podem definir permissões de acesso para os arquivos 
compartilhados, determinando quem pode visualizar, editar ou comentar os documentos. Isso permite 
que os professores controlem o acesso aos materiais de aula e garantam a privacidade dos dados dos 
alunos. 
 
Edição Colaborativa: O Google Drive oferece recursos de edição colaborativa em tempo real, 
permitindo que várias pessoas editem um documento simultaneamente. Isso facilita a colaboração 
entre alunos e professores em projetos de grupo e trabalhos acadêmicos. 
 
Integração com o Google Workspace: O Google Drive está integrado com outros aplicativos do Google 
Workspace, como Google Docs, Google Sheets e Google Slides, permitindo que os usuários criem, 
editem e compartilhem documentos diretamente do Drive. 
 
Pesquisa Avançada: O Google Drive oferece recursos avançados de pesquisa que permitem aos 
usuários localizarem rapidamente arquivos por nome, tipo, data de modificação e outros critérios. Isso 
facilita a localização de materiais de aula e recursos educacionais. 
 
Backup Automático: O Google Drive oferece a opção de fazer backup automático de fotos, vídeos e 
outros arquivos do dispositivo móvel, garantindo que os dados estejam seguros e acessíveis em caso 
de perda ou dano do dispositivo. 
 
No contexto educacional, o Google Drive pode ser utilizado para armazenar materiais de aula, 
compartilhar recursos educacionais, colaborar em projetos de grupo, coletar trabalhos de alunos e 
muito mais. É uma ferramenta versátil e eficaz que pode melhorar a produtividade e a colaboração no 
ambiente educacional. 
 
1.5. Documentos, planilhas e apresentações Google: principais configurações, funcionalidades, 
compartilhamento e uso pedagógico. O Google oferece uma variedade de aplicativos de produtividade 
baseados na nuvem, como Documentos, Planilhas e Apresentações, que são amplamente utilizados 
no contexto educacional devido à sua facilidade de uso, colaboração em tempo real e compatibilidade 
multiplataforma. Abaixo estão as principais configurações, funcionalidades, compartilhamento e uso 
pedagógico desses aplicativos: 
 
Documentos Google 
 
Configurações e Funcionalidades: O Documentos Google oferece recursos como formatação de texto, 
inserção de imagens, tabelas e links, revisão de texto, comentários, controle de versão e ferramentas 
de pesquisa e correção gramatical. 
 
Compartilhamento: Os documentos podem ser compartilhados com outras pessoas, permitindo a 
edição, comentários ou apenas visualização. As permissões de compartilhamento podem ser 
configuradas para controlar quem pode acessar o documento e o que podem fazer com ele. 
 
Uso Pedagógico: Os professores podem utilizar o Documentos Google para criar materiais de aula, 
como planos de aula, atividades, questionários e avaliações. Os alunos podem colaborar em projetos 
de escrita, editar documentos em grupo e fornecer feedback uns aos outros. 
 
Planilhas Google 
 
Configurações e Funcionalidades: As Planilhas Google oferecem recursos como fórmulas 
matemáticas, formatação condicional, gráficos e tabelas dinâmicas, classificação e filtros de dados, 
importação/exportação de dados e integração com outros aplicativos Google. 
 
Compartilhamento: As planilhas podem ser compartilhadas da mesma forma que os documentos, 
permitindo que várias pessoas editem e colaborem em tempo real. As permissões de 
compartilhamento podem ser configuradas para controlar quem pode editar, comentar ou visualizar a 
planilha. 
 
Uso Pedagógico: Professores podem usar Planilhas Google para criar exercícios de matemática, 
realizar cálculos, criar gráficos para visualização de dados, gerenciar listas de presença e até mesmo 
criar jogos educativos. 
 
Apresentações Google 
 
Configurações e Funcionalidades: As Apresentações Google oferecem recursos como modelos de 
design, inserçãode texto, imagens, vídeos e gráficos, animações e transições de slides, colaboração 
em tempo real e modos de apresentação. 
 
Compartilhamento: As apresentações podem ser compartilhadas da mesma forma que os documentos 
e planilhas, permitindo que várias pessoas colaborem na criação e edição da apresentação. 
 
Uso Pedagógico: Professores podem utilizar Apresentações Google para criar slides de aula, 
apresentações de projetos de alunos, criar recursos visuais para explicar conceitos complexos e até 
mesmo para os alunos criarem apresentações como forma de avaliação. 
 
Além das funcionalidades específicas de cada aplicativo, todos os documentos, planilhas e 
apresentações criadas no Google Drive podem ser acessados, editados e compartilhados a partir de 
qualquer dispositivo conectado à internet, o que facilita o acesso e a colaboração entre alunos e 
professores. Esses aplicativos também oferecem integração com outros serviços do Google, como 
Google Classroom, facilitando a distribuição e coleta de tarefas. 
 
1.6. Formulários Google: os diversos usos do Google Forms, principais configurações, funcionalidades 
e uso pedagógico. O Google Forms é uma ferramenta poderosa que permite criar facilmente 
formulários online para coletar informações, realizar pesquisas, fazer questionários, entre outros. Ele 
oferece uma variedade de configurações, funcionalidades e usos pedagógicos. 
 
Criar Formulários: O Google Forms permite criar formulários personalizados com perguntas de vários 
tipos, como perguntas de múltipla escolha, caixas de seleção, menus suspensos, campos de texto 
livre, escalas e grades de classificação. 
 
Personalização: Você pode personalizar o tema, o plano de fundo e as configurações de fonte do seu 
formulário para corresponder à sua preferência estética ou à identidade visual da sua escola ou 
instituição. 
 
Lógica de Ramificação: O Google Forms permite configurar a lógica de ramificação com base nas 
respostas dos participantes. Isso permite que você personalize o caminho do questionário com base 
nas respostas anteriores, tornando o questionário mais interativo e dinâmico. 
 
Integração com Planilhas Google: Todas as respostas coletadas em um formulário são 
automaticamente registradas em uma planilha do Google Sheets, o que facilita a análise e o 
gerenciamento dos dados coletados. 
 
Compartilhamento e Colaboração: Você pode compartilhar seus formulários com outras pessoas por 
meio de um link, e-mail ou incorporação em um site. Além disso, várias pessoas podem colaborar na 
criação e edição do mesmo formulário ao mesmo tempo. 
 
Análise de Dados: O Google Forms oferece recursos básicos de análise de dados, como gráficos e 
estatísticas, que ajudam a visualizar e interpretar as respostas coletadas de forma rápida e fácil. 
 
Feedback Instantâneo: Os participantes podem receber feedback instantâneo após enviar o 
formulário, dependendo das configurações que você escolher. Isso pode ser útil para fornecer 
orientações adicionais ou agradecer aos participantes pela participação. 
 
Uso Pedagógico 
 
Avaliações: Professores podem usar o Google Forms para criar questionários e avaliações para testar 
o conhecimento dos alunos. 
 
Pesquisas: Os alunos podem criar pesquisas para coletar informações, opiniões ou feedback de seus 
colegas. 
 
Questionários Interativos: Professores podem criar questionários interativos com lógica de ramificação 
com base nas respostas dos alunos. 
 
Formulários de Inscrição: Os professores podem criar formulários de inscrição para eventos, clubes, 
atividades extracurriculares, etc. 
 
Feedback do Curso: Professores podem usar o Google Forms para coletar feedback dos alunos sobre 
o curso, método de ensino, materiais didáticos, etc. 
 
Em resumo, o Google Forms é uma ferramenta versátil e poderosa que pode ser utilizada de diversas 
maneiras no contexto educacional, proporcionando uma maneira fácil e eficaz de coletar informações, 
realizar avaliações e promover a interação entre alunos e professores. 
 
1.7. Criação, organização e gerenciamento de salas virtuais no Google Classroom. O Google 
Classroom é uma plataforma de aprendizado online que permite aos educadores criar, organizar e 
gerenciar salas virtuais para interagir com os alunos, distribuir materiais de aula, atribuir tarefas e 
avaliações, e fornecer feedback. Abaixo estão os passos básicos para a criação, organização e 
gerenciamento de salas virtuais no Google Classroom: 
 
Criar uma Sala Virtual 
• Acesse o Google Classroom em classroom.google.com e faça login com sua conta do Google. 
• Clique no botão "+" no canto superior direito da tela e selecione "Criar turma". 
• Digite um nome para a turma, uma seção (opcional) e a disciplina. 
• Clique em "Criar" para criar a sala virtual. 
 
Adicionar Alunos: 
• Para adicionar alunos à sala virtual, clique na guia "Alunos" no menu da turma. 
• Clique no botão "+ Alunos" e digite os endereços de e-mail dos alunos que você deseja 
adicionar. Eles receberão um convite para ingressar na turma. 
 
Organizar Conteúdo 
• Na guia "Atividades", você pode adicionar materiais de aula, tarefas, questionários e anúncios. 
• Clique no botão "+" e selecione o tipo de atividade que deseja adicionar. Você pode criar uma 
nova postagem, atribuição, questionário, material ou anúncio. 
• Adicione o título, instruções, anexos, datas de vencimento e outras informações relevantes. 
• Clique em "Publicar" para adicionar a atividade à sala virtual. 
 
Gerenciar Tarefas 
• Na guia "Tarefas", você pode visualizar todas as tarefas atribuídas aos alunos. 
• Clique em uma tarefa para visualizar as respostas dos alunos, atribuir notas e fornecer 
feedback. 
• Você também pode criar novas tarefas ou importar tarefas do Google Drive. 
 
Comunicar com os Alunos 
• Use a guia "Comunicados" para enviar mensagens e anúncios para toda a turma. 
• Você pode enviar mensagens diretas para alunos individuais ou grupos de alunos. 
 
Avaliar e Dar Feedback 
• Na guia "Notas", você pode visualizar as notas e o progresso dos alunos em tarefas e 
avaliações. 
• Clique em uma tarefa para visualizar as respostas dos alunos, atribuir notas e fornecer 
feedback. 
 
Configurações da Turma 
• Na guia "Configurações", você pode personalizar as configurações da turma, como a descrição 
da turma, a imagem do perfil, as configurações de notificação e as configurações de temas. 
 
Gerenciar Acesso e Permissões 
• Na guia "Pessoas", você pode gerenciar os membros da turma, incluindo professores, alunos e 
pais. 
• Você pode adicionar Co professores à turma e convidar pais ou responsáveis para receber 
atualizações sobre o progresso dos alunos. 
 
1.8. Criação e organização de uma videoconferência no Google Meet, suas principais configurações, 
funcionalidades e uso pedagógico. O Google Meet é uma ferramenta de videoconferência que permite 
a realização de reuniões virtuais, aulas online e colaboração em tempo real. Abaixo estão os passos 
para criar e organizar uma videoconferência no Google Meet, suas principais configurações, 
funcionalidades e uso pedagógico: 
 
Criar uma Videoconferência 
• Acesse o Google Meet em meet.google.com ou através do aplicativo Meet no Google 
Workspace. 
• Clique em "Criar uma reunião" para iniciar uma nova videoconferência. 
• Você será gerado automaticamente com um link de convite para compartilhar com os 
participantes. 
 
Configurações da Reunião 
• Antes de iniciar a reunião, você pode configurar as opções da reunião, como permitir ou não a 
entrada antes do organizador, ativar ou desativar a gravação, permitir ou não que os 
participantes desativem o áudio ou o vídeo, entre outras configurações. 
 
Adicionar Participantes 
• Compartilhe o link de convite da reunião com os participantes por e-mail ou copie e cole o 
código da reunião em um convite. 
• Você também pode adicionar participantes manualmente digitando seusendereços de e-mail 
na opção "Adicionar pessoas" na interface do Google Meet. 
 
Iniciar a Reunião 
• Quando estiver pronto, clique em "Participar agora" para iniciar a reunião. 
• Você pode compartilhar sua tela, apresentar slides, usar legendas em tempo real, habilitar o 
modo de layout de apresentador ou participante, e muito mais durante a reunião. 
 
Controle da Reunião 
• Como o organizador da reunião, você tem controle total sobre a reunião. Você pode desativar o 
áudio ou o vídeo de participantes individuais, remover participantes, controlar quem pode 
compartilhar tela, enviar mensagens de bate-papo, entre outras opções. 
 
Gravação da Reunião 
• Se desejar, você pode gravar a reunião para referência futura ou para compartilhar com 
participantes ausentes. Basta clicar em "Gravar" durante a reunião e a gravação será salva no 
Google Drive do organizador da reunião. 
 
Uso Pedagógico 
• O Google Meet pode ser utilizado para realizar aulas online, tutoriais, sessões de tutoria, 
reuniões de grupo de estudo, palestras convidadas, entre outros. 
• Os educadores podem usar recursos como compartilhamento de tela para apresentar slides, 
mostrar vídeos educacionais, demonstrar software, ou ensinar aulas práticas remotamente. 
• Os alunos podem interagir com os professores e colegas por meio de chat, levantar a mão para 
fazer perguntas, compartilhar seus próprios trabalhos e participar de discussões em grupo. 
 
O Google Meet é uma ferramenta versátil e poderosa para realizar videoconferências e pode ser uma 
excelente opção para educação a distância, proporcionando interação e colaboração entre 
professores e alunos, mesmo quando estão fisicamente distantes. 
 
1.9. Programas do Office (Microsoft): principais configurações, funcionalidades, armazenamento e uso 
pedagógico. Os programas do Office da Microsoft, como o Word, Excel, PowerPoint e OneNote, são 
amplamente utilizados em ambientes educacionais devido à sua versatilidade e funcionalidades. 
Abaixo estão as principais configurações, funcionalidades, armazenamento e uso pedagógico desses 
programas: 
 
Word 
• Configurações: O Word oferece uma variedade de opções de formatação de texto, estilos de 
fonte, alinhamento, margens, espaçamento e muito mais. Os usuários podem personalizar as 
configurações de acordo com suas preferências. 
 
• Funcionalidades: O Word permite criar e editar documentos de texto, como ensaios, relatórios, 
trabalhos escolares, cartas e currículos. Ele também oferece recursos avançados, como 
revisão de texto, referências cruzadas, índices, tabelas de conteúdo e ferramentas de tradução. 
 
• Armazenamento: Os documentos do Word podem ser salvos localmente no computador ou na 
nuvem, usando o OneDrive da Microsoft. Isso permite acessar e editar documentos de 
qualquer dispositivo conectado à internet. 
 
• Uso Pedagógico: Professores podem usar o Word para criar materiais de aula, recursos 
didáticos, folhetos, guias de estudo e avaliações. Os alunos podem usar o Word para escrever 
ensaios, relatórios de laboratório, resumos de leitura e outros trabalhos acadêmicos. 
 
Excel 
• Configurações: O Excel oferece uma variedade de opções de formatação de células, gráficos, 
fórmulas matemáticas, funções, tabelas dinâmicas e filtros de dados. 
 
• Funcionalidades: O Excel é um programa de planilha que permite organizar, analisar e 
visualizar dados de forma eficaz. Ele pode ser usado para criar tabelas, gráficos, calcular 
médias, somas, percentagens, e realizar análises estatísticas. 
 
• Armazenamento: As planilhas do Excel podem ser salvas localmente no computador ou na 
nuvem, usando o OneDrive da Microsoft. Isso permite acessar e editar planilhas de qualquer 
dispositivo conectado à internet. 
 
• Uso Pedagógico: Professores podem usar o Excel para criar planilhas de notas, calcular 
médias de notas, criar gráficos para visualização de dados, ensinar conceitos matemáticos e 
estatísticos, e criar exercícios práticos. Os alunos podem usar o Excel para resolver problemas 
matemáticos, realizar análises de dados e criar projetos de pesquisa. 
 
PowerPoint 
• Configurações: O PowerPoint oferece uma variedade de opções de formatação de slides, 
layouts, transições, animações, efeitos visuais e modelos de design. 
 
• Funcionalidades: O PowerPoint é um programa de apresentação que permite criar slides para 
apresentações visuais. Ele pode ser usado para criar apresentações de aulas, palestras, 
projetos de pesquisa, relatórios e apresentações de trabalhos acadêmicos. 
 
• Armazenamento: As apresentações do PowerPoint podem ser salvas localmente no 
computador ou na nuvem, usando o OneDrive da Microsoft. Isso permite acessar e editar 
apresentações de qualquer dispositivo conectado à internet. 
 
• Uso Pedagógico: Professores podem usar o PowerPoint para criar apresentações de aulas 
interativas, visualmente atraentes e informativas. Os alunos podem usar o PowerPoint para 
criar apresentações de projetos, relatórios de pesquisa, apresentações de trabalhos 
acadêmicos e demonstrações práticas. 
 
OneNote 
• Configurações: O OneNote oferece uma variedade de opções de formatação de texto, inserção 
de imagens, desenhos, áudio e vídeo, organização de seções e páginas, e colaboração em 
tempo real. 
 
• Funcionalidades: O OneNote é um programa de anotações digital que permite capturar e 
organizar notas em um caderno digital. Ele pode ser usado para fazer anotações de aulas, criar 
listas de tarefas, salvar links, gravar áudio e vídeo, e colaborar com colegas de classe. 
 
• Armazenamento: Os cadernos do OneNote são armazenados na nuvem, usando o OneDrive 
da Microsoft. Isso permite acessar e sincronizar notas de qualquer dispositivo conectado à 
internet. 
 
• Uso Pedagógico: Professores podem usar o OneNote para compartilhar materiais de aula, criar 
cadernos de aula digitais, fornecer feedback individualizado, criar atividades interativas e 
colaborar com os alunos em tempo real. Os alunos podem usar o OneNote para fazer 
anotações de aulas, organizar materiais de estudo, colaborar com colegas de classe e criar 
portfólios digitais. 
 
1.10. Internet - Browsers: Google Chrome, Internet Explorer, Mozilla, Edge, principais ferramentas e 
configurações. Busca/pesquisa e segurança na Web. Cada navegador da web oferece uma variedade 
de ferramentas e configurações para melhorar a experiência do usuário e garantir a segurança durante 
a navegação na web. Abaixo, destacarei as principais ferramentas e configurações encontradas nos 
navegadores mais populares: Google Chrome, Internet Explorer, Mozilla Firefox e Microsoft Edge, 
além de discutir sobre busca/pesquisa e segurança na web. 
 
Google Chrome 
• Ferramentas e Configurações Principais: 
• Gerenciador de Senhas: Permite salvar e gerenciar senhas de forma segura. 
• Bloqueador de Anúncios: Pode ser ativado via extensões para evitar anúncios indesejados. 
• Modo de Navegação Anônima: Permite navegar na web sem salvar o histórico de navegação. 
• Gestor de Extensões: Facilita a instalação e gerenciamento de extensões para personalizar a 
experiência de navegação. 
 
Internet Explorer 
• Ferramentas e Configurações Principais: 
• Modo de Compatibilidade: Permite visualizar sites que não são otimizados para versões mais 
recentes do navegador. 
• Opções de Segurança: Configurações para ajustar o nível de segurança do navegador. 
• Gerenciador de Complementos: Permite gerenciar e desativar complementos instalados no 
navegador. 
• Gerenciador de Downloads: Facilita o controle e monitoramento de downloads. 
 
Mozilla Firefox 
• Ferramentas e Configurações Principais: 
• Gerenciador de Senhas: Oferece opções para salvar e gerenciar senhas de forma segura. 
• Modo de Navegação Privada: Similar ao modo de navegação anônima do Chrome. 
• Controle de Cookies e Dados de Sites: Permite controlar como os cookies e dados de sites são 
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2. Noções de organização da educação básica e princípios e fins da educação nacional (Lei de 
Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBN, Lei nº 9394/1996 e suas alterações). A Lei de 
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN), Lei nº 9394/1996, estabelece os princípios e fins da 
educação nacional, bem como a organização da educação básica no Brasil. 
 
Princípios e Fins da Educação Nacional 
 
Igualdade de Oportunidades: A educação deve ser oferecida a todos, sem discriminação de qualquer 
natureza, garantindo igualdade de acesso e permanência na escola. 
 
Liberdade de Ensinar, Aprender, Pesquisar e Divulgar o Pensamento: Respeitando os valores éticos e 
culturais da pessoa e da comunidade, garantindo a pluralidade de ideias e concepções pedagógicas. 
 
Pluralismo de Ideias e de Concepções Pedagógicas: Reconhecimento da diversidade cultural, étnica, 
social e religiosa da sociedade brasileira, promovendo a tolerância e o respeito às diferenças. 
 
Gestão Democrática do Ensino Público: Participação dos profissionais da educação, alunos, pais e 
comunidade na gestão escolar, garantindo a democratização da educação. 
 
Valorização dos Profissionais da Educação: Reconhecimento, valorização, formação e 
aperfeiçoamento dos profissionais da educação, assegurando condições adequadas de trabalho e 
remuneração digna. 
 
Gratuidade do Ensino Público em Estabelecimentos Oficiais: Garantia do acesso à educação pública e 
gratuita em todos os níveis de ensino, assegurando qualidade e equidade. 
 
Organização da Educação Básica 
A educação básica compreende a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, sendo 
oferecida de forma regular em estabelecimentos públicos e privados. 
 
Educação Infantil: Destinada a crianças de zero a cinco anos de idade, precedendo o ensino 
fundamental. Não é obrigatória, mas é dever do Estado oferecê-la. 
 
Ensino Fundamental: Compreende nove anos de escolaridade, obrigatória e gratuita, iniciando-se aos 
seis anos de idade. Tem como objetivo a formação básica do cidadão, o desenvolvimento da 
capacidade de aprender, o fortalecimento dos vínculos familiares e a integração social. 
 
Ensino Médio: Destinado a jovens com idade entre quinze e dezoito anos, tem como objetivo a 
consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, preparando 
o aluno para a vida cidadã e para o trabalho. 
 
Além disso, a LDBN estabelece diretrizes para a organização, gestão, currículo, avaliação e 
financiamento da educação básica, buscando garantir a qualidade do ensino e o desenvolvimento 
integral dos educandos. 
 
2.1. Organização da Educação Infantil: oferta, matrícula, jornada, avaliação e frequência de (Lei de 
Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBN, Lei nº 9394/1996 e suas alterações e Diretrizes 
Curriculares Nacionais para a Educação Infantil). A organização da Educação Infantil no Brasil, 
conforme estabelecido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN) e pelas Diretrizes 
Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, abrange diversos aspectos, tais como oferta, 
matrícula, jornada, avaliação e frequência. 
 
Oferta: A Educação Infantil é oferecida em creches (para crianças de zero a três anos de idade) e pré-
escolas (para crianças de quatro a cinco anos de idade), tanto na rede pública quanto na rede privada. 
É dever do Estado garantir o acesso à Educação Infantil em creches e pré-escolas. 
 
Matrícula: A matrícula na Educação Infantil é facultativa, ou seja, não é obrigatória. No entanto, é 
dever do Estado garantir vaga para todas as crianças na faixa etária correspondente, em 
estabelecimentos de ensino próximos à sua residência. 
 
Jornada: A jornada na Educação Infantil é definida de acordo com as necessidades das crianças e as 
características do ambiente educacional. Deve-se garantir uma jornada que proporcione às crianças 
experiências de cuidado, brincadeiras e aprendizagens em ambientes acolhedores e estimulantes. 
 
Avaliação: A avaliação na Educação Infantil é um processo contínuo e global, que deve considerar o 
desenvolvimento integral da criança nos aspectos físico, emocional, cognitivo, social e cultural. Deve-
se valorizar as observações dos educadores sobre as interações, brincadeiras, descobertas e 
progressos das crianças no contexto escolar. 
 
Frequência: A frequência das crianças na Educação Infantil deve ser incentivada, mas não é 
obrigatória. No entanto, é importante que as famílias valorizem a participação das crianças nas 
atividades educativas, pois isso contribui para o seu desenvolvimento integral. 
 
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil estabelecem orientações específicas 
para a elaboração dos currículos das creches e pré-escolas, destacando a importância do brincar, da 
interação social, do cuidado e do respeito às especificidades de cada faixa etária. Essas diretrizes 
também enfatizam a necessidade de promover a participação das famílias no processo educativo e de 
garantir espaços adequados e seguros para as crianças. 
 
2.2. Parâmetros Nacionais de Qualidade da Educação Infantil 2018. Em 2018, foram publicados os 
Parâmetros Nacionais de Qualidade da Educação Infantil (PNQEI), que estabelecem diretrizes e 
orientações para garantir a qualidade do atendimento às crianças na Educação Infantil, em 
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil e a Lei de Diretrizes e 
Bases da Educação Nacional (LDBN). 
 
Contextualização da Educação Infantil: Os PNQEI reafirmam a importância da Educação Infantil como 
etapa inicial da educação básica, que visa promover o desenvolvimento integral das crianças de zero 
a cinco anos de idade, em seus aspectos físico, emocional, cognitivo, social e cultural. 
 
Acesso e Permanência: Os parâmetros destacam a importância de garantir o acesso de todas as 
crianças à Educação Infantil, bem como sua permanência na escola, respeitando suas especificidades 
e necessidades individuais. 
 
Princípios Pedagógicos: Os PNQEI enfatizam a necessidade de uma abordagem pedagógica centrada 
na criança, que valorize o brincar, a interação, a experimentação e a autonomia, respeitando seus 
ritmos de aprendizagem e promovendo experiências significativas de aprendizagem. 
 
Ambiente Educativo: Os parâmetros estabelecem critérios para garantir um ambiente educativo 
seguro, acolhedor eestimulante, que proporcione às crianças oportunidades de explorar, criar, 
descobrir e interagir de forma livre e criativa. 
 
Currículo: Os PNQEI orientam a elaboração de um currículo integrado e interdisciplinar, que contemple 
as diferentes áreas do conhecimento e promova o desenvolvimento integral das crianças, articulando 
aspectos cognitivos, emocionais, sociais e culturais. 
 
Formação de Professores: Os parâmetros destacam a importância da formação inicial e continuada 
dos profissionais que atuam na Educação Infantil, visando a qualificação dos educadores para o 
trabalho com as crianças pequenas. 
 
Avaliação: Os PNQEI propõem uma avaliação formativa e contínua, que valorize os processos de 
desenvolvimento e aprendizagem das crianças, bem como a reflexão e o acompanhamento do 
trabalho pedagógico pelos profissionais. 
 
Gestão Escolar: Os parâmetros abordam aspectos relacionados à gestão escolar, incluindo a 
organização do espaço e do tempo, a articulação com as famílias e a comunidade, e a promoção de 
uma cultura de participação e colaboração. 
 
 
2.3. Educação Especial e Educação Bilíngue de Surdos (Lei nº 9394/1996 e suas alterações). A Lei nº 
9394/1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, aborda a Educação Especial e 
a Educação Bilíngue de Surdos, garantindo direitos e promovendo a inclusão educacional das 
pessoas com deficiência auditiva. 
 
Educação Especial 
 
Princípios da Educação Especial: A Lei nº 9394/1996 assegura o direito à educação das pessoas com 
necessidades educacionais especiais, garantindo-lhes acesso ao ensino regular, preferencialmente na 
rede regular de ensino. 
 
Atendimento Educacional Especializado (AEE): A legislação prevê a oferta do Atendimento 
Educacional Especializado aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas 
habilidades/superdotação, complementar ou suplementar à escolarização. 
 
Inclusão Escolar: A Educação Especial deve ser oferecida preferencialmente na rede regular de 
ensino, com a participação efetiva dos alunos com deficiência em classes comuns, promovendo a 
igualdade de oportunidades, o respeito à diversidade e o desenvolvimento integral. 
 
Formação de Professores: A formação inicial e continuada dos professores deve contemplar 
conhecimentos sobre educação inclusiva, adaptações curriculares, estratégias de ensino e 
aprendizagem, recursos pedagógicos e tecnologias assistivas. 
 
Educação Bilíngue de Surdos 
 
Reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras): A Lei nº 9394/1996 reconhece a Libras como 
meio legal de comunicação e expressão das comunidades surdas do Brasil, assegurando o ensino de 
Libras como disciplina curricular nos cursos de formação de professores e nos cursos de 
Fonoaudiologia. 
 
Educação Bilíngue: A legislação estabelece a Educação Bilíngue como modalidade de ensino, que tem 
como objetivo promover o desenvolvimento linguístico e cognitivo dos alunos surdos, garantindo-lhes 
o acesso à língua portuguesa escrita e à Libras. 
 
Atendimento Especializado: Além do ensino da Libras como disciplina curricular, os alunos surdos têm 
direito ao Atendimento Educacional Especializado (AEE), que deve contemplar estratégias específicas 
de ensino e aprendizagem, adaptações curriculares e uso de recursos pedagógicos e tecnologias 
assistivas. 
 
Formação de Professores: A formação inicial e continuada dos professores de Educação Bilíngue de 
Surdos deve contemplar conhecimentos sobre a língua e cultura surda, métodos de ensino de Libras e 
português como segunda língua, práticas pedagógicas inclusivas e uso de tecnologias educacionais. 
 
Esses são os principais aspectos relacionados à Educação Especial e à Educação Bilíngue de Surdos, 
conforme estabelecidos pela Lei nº 9394/1996 e suas alterações. Essas medidas visam garantir o 
acesso, a permanência e o sucesso educacional das pessoas com deficiência auditiva, promovendo a 
inclusão e a igualdade de oportunidades na educação brasileira. 
 
 
2.4. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. A Política Nacional 
de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI) foi estabelecida em 2008 
pelo Ministério da Educação (MEC) com o objetivo de promover a inclusão educacional de alunos com 
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação na rede regular 
de ensino. 
 
Princípios da Educação Inclusiva: A PNEEPEI está fundamentada nos princípios da igualdade de 
oportunidades, do respeito à diversidade, da valorização da experiência individual e da promoção da 
acessibilidade. 
 
Atendimento Educacional Especializado (AEE): A política prevê a oferta do Atendimento Educacional 
Especializado aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas 
habilidades/superdotação, complementar ou suplementar à escolarização na rede regular de ensino. 
 
Formação de Professores: A PNEEPEI estabelece a necessidade de formação inicial e continuada dos 
professores para a prática da educação inclusiva, contemplando conhecimentos sobre adaptações 
curriculares, estratégias pedagógicas, uso de tecnologias assistivas e valorização da diversidade. 
 
Avaliação e Monitoramento: A política prevê a implementação de mecanismos de avaliação e 
monitoramento da inclusão educacional, com a participação dos órgãos de educação e da sociedade 
civil, visando garantir o acesso, a permanência e o sucesso dos alunos na escola. 
 
Acessibilidade e Infraestrutura Escolar: A PNEEPEI destaca a importância da promoção da 
acessibilidade arquitetônica, comunicacional e pedagógica nas escolas, garantindo condições 
adequadas para a participação e o aprendizado dos alunos com deficiência. 
 
Parcerias e Articulação Intersetorial: A política propõe a articulação entre os diferentes órgãos e 
instâncias governamentais, bem como a colaboração com organizações da sociedade civil e entidades 
de apoio às pessoas com deficiência, visando fortalecer as ações de inclusão educacional. 
 
Fortalecimento da Gestão Escolar: A PNEEPEI reconhece a importância da gestão democrática e 
participativa das escolas, com a promoção de práticas inclusivas e a valorização do trabalho em 
equipe para garantir o atendimento às necessidades educacionais de todos os alunos. 
 
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva representa um marco 
importante na promoção da educação inclusiva no Brasil, buscando superar barreiras e garantir o 
direito à educação de qualidade para todos os alunos, independentemente de suas diferenças e 
necessidades individuais. 
 
2.5. Gestão Democrática (Constituição Federal de 1988 e Lei nº 9394/1996 e suas alterações). A 
Gestão Democrática na Educação é um princípio estabelecido tanto na Constituição Federal de 1988 
quanto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN) nº 9394/1996 e suas alterações. 
 
Constituição Federal de 1988 
 
Princípios da Administração Pública: A Constituição Federal estabelece que a administração pública 
direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios 
deve obedecer aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 
 
Autonomia das Instituições de Ensino: A CF/88 reconhece a autonomia das instituições de ensino, 
garantindo-lhes a gestão administrativa, financeira e pedagógica, observando-se o princípio da Gestão 
Democrática. 
 
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN) nº 9394/1996 e suas alterações: 
 
Gestão Democrática: A LDBN estabelece que os sistemas de ensino devem garantir a gestão 
democrática do ensino público, assegurando a participação dos profissionais da educação, dos 
alunos, dos pais e da comunidade no processo de tomada de decisões. 
 
Conselho Escolar: A lei determina que cada escola pública deve ter um Conselho Escolar comoórgão 
colegiado, composto por representantes de professores, alunos, pais, funcionários e comunidade, com 
atribuições consultivas e deliberativas sobre assuntos pedagógicos, administrativos e financeiros. 
 
Diretores de Escola: A escolha dos diretores das escolas públicas deve ser feita por eleições diretas, 
assegurando a participação da comunidade escolar no processo de escolha e garantindo a 
transparência e a legitimidade na gestão escolar. 
 
Participação da Comunidade: A LDBN valoriza a participação da comunidade escolar, incentivando a 
integração entre escola e comunidade, a realização de projetos educativos participativos e a promoção 
de uma cultura de diálogo e colaboração. 
 
Esses são os principais pontos relacionados à Gestão Democrática na Educação, conforme 
estabelecidos na Constituição Federal de 1988 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 
(LDBN) nº 9394/1996 e suas alterações. Essas legislações buscam promover a democratização do 
ensino, garantindo a participação de todos os segmentos da comunidade escolar na gestão e no 
processo educativo. 
 
2.6. Base Nacional Comum Curricular. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento 
normativo que estabelece os conhecimentos, competências e habilidades essenciais que todos os 
estudantes brasileiros devem desenvolver ao longo da Educação Básica, que compreende a 
Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio. 
 
Objetivo: A BNCC tem como objetivo garantir uma educação de qualidade, mais equitativa e inclusiva, 
promovendo a formação integral dos estudantes e contribuindo para o desenvolvimento de uma 
sociedade mais justa e democrática. 
 
Estrutura: O documento está organizado por etapas da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino 
Fundamental e Ensino Médio) e por áreas de conhecimento (Linguagens, Matemática, Ciências da 
Natureza e Ciências Humanas). Cada área apresenta competências gerais e específicas, assim como 
habilidades e conteúdo a serem desenvolvidos pelos estudantes. 
 
Participação e Construção Coletiva: A elaboração da BNCC foi um processo participativo, que contou 
com a colaboração de diversos especialistas, educadores, gestores, estudantes e membros da 
sociedade civil. Foram realizadas consultas públicas e debates em todo o país para a construção do 
documento. 
 
Flexibilidade e Diversidade: A BNCC estabelece uma base comum de conhecimentos e competências, 
mas também permite que as redes de ensino e as escolas organizem seus currículos de acordo com 
suas realidades locais, respeitando a diversidade cultural, social e regional. 
 
Integração Curricular: A BNCC propõe uma abordagem integrada e interdisciplinar do conhecimento, 
promovendo a conexão entre diferentes áreas de conhecimento e estimulando a aprendizagem 
significativa e contextualizada. 
 
Avaliação da Aprendizagem: A BNCC orienta a elaboração de instrumentos de avaliação que 
considerem as competências e habilidades previstas no documento, valorizando a avaliação formativa 
e processual, que acompanha o desenvolvimento contínuo dos estudantes ao longo do tempo. 
 
Formação de Professores: A implementação da BNCC requer investimentos em formação inicial e 
continuada dos professores, para que estejam preparados para trabalhar com os novos referenciais 
curriculares e para promover práticas pedagógicas alinhadas aos objetivos da BNCC. 
 
Em resumo, a Base Nacional Comum Curricular é um instrumento importante para orientar a 
construção dos currículos escolares e promover uma educação de qualidade, inclusiva e alinhada às 
demandas do século XXI. Ela representa um marco na educação brasileira, visando garantir a 
equidade e a formação integral dos estudantes em todo o país. 
 
 
2.7. Referencial Curricular do Estado do Paraná: Princípios, Direitos e Orientações. O Referencial 
Curricular do Estado do Paraná (RCEP) é um documento que apresenta os princípios, diretrizes e 
orientações para a organização e implementação dos currículos das escolas da rede estadual de 
ensino. 
 
Princípios Educacionais: O RCEP está fundamentado em princípios como a equidade, qualidade, 
autonomia, pluralidade, diversidade, inclusão, contextualização e interdisciplinaridade, buscando 
promover uma educação que atenda às necessidades e peculiaridades de todos os estudantes. 
 
Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento: O documento destaca os direitos de aprendizagem e 
desenvolvimento dos estudantes, que devem ser garantidos ao longo de sua trajetória escolar. Esses 
direitos englobam aspectos cognitivos, afetivos, sociais, culturais e éticos, visando uma formação 
integral dos alunos. 
 
Organização Curricular: O RCEP apresenta orientações para a organização curricular das escolas, 
propondo uma estrutura flexível que contemple a diversidade de saberes e as necessidades locais, 
regionais e individuais dos estudantes. Valoriza-se uma abordagem interdisciplinar e contextualizada 
do conhecimento. 
 
Áreas de Conhecimento: O documento aborda as áreas de conhecimento tradicionais (Linguagens, 
Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza), além de outras áreas importantes para a 
formação dos estudantes, como Educação Física, Artes e Ensino Religioso. 
 
Avaliação da Aprendizagem: O RCEP propõe uma avaliação formativa e processual, que acompanha 
o desenvolvimento contínuo dos estudantes ao longo do tempo. Valoriza-se a diversidade de 
instrumentos e estratégias de avaliação, visando uma análise mais abrangente e contextualizada do 
desempenho dos alunos. 
 
Formação de Professores: O documento destaca a importância da formação inicial e continuada dos 
professores, para que estejam preparados para trabalhar com os referenciais curriculares propostos 
pelo RCEP e para promover práticas pedagógicas alinhadas aos princípios e diretrizes da educação 
paranaense. 
 
O Referencial Curricular do Estado do Paraná é um instrumento importante para orientar a 
organização e implementação dos currículos escolares nas escolas da rede estadual de ensino, 
promovendo uma educação de qualidade, inclusiva e contextualizada, que valorize a diversidade e 
atenda às necessidades dos estudantes paranaenses. 
 
2.8. Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena (Lei Federal 11.645/2008). A Lei Federal 
11.645/2008 estabelece a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena 
nos currículos escolares de todas as escolas públicas e particulares do ensino fundamental e médio, 
em todo o território nacional. 
 
Objetivo: A Lei 11.645/2008 tem como objetivo promover o respeito à diversidade étnico-racial e 
combater o racismo e a discriminação, reconhecendo a importância da valorização da contribuição 
histórica, cultural e social dos povos afro-brasileiros e indígenas para a formação da identidade 
brasileira. 
 
Conteúdos e Temas: A legislação determina que os currículos escolares devem incluir conteúdos e 
temas relacionados à História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena em diversas disciplinas, tais como 
História, Geografia, Literatura, Arte e outras áreas do conhecimento, de forma transversal e 
interdisciplinar. 
 
Respeito à Diversidade: A Lei 11.645/2008 busca promover o reconhecimento e valorização da 
diversidade étnico-racial presente na sociedade brasileira, contribuindo para a construção de uma 
educação mais inclusiva, democrática e plural, que respeite e valorize as diferentes identidades e 
culturas. 
 
Formação de Professores: A implementação da lei requer investimentos em formação inicial e 
continuada dos professores, para que estejam preparados para abordar de forma adequada e 
contextualizada os conteúdos relacionados à História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, promovendo 
uma reflexão crítica sobre as relações étnico-raciais no Brasil. 
 
Participação da Comunidade: A Lei 11.645/2008 incentiva a participação da comunidade escolar, dos 
movimentos sociais e dasorganizações da sociedade civil no processo de implementação e 
acompanhamento da inclusão dos conteúdos sobre História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nos 
currículos escolares. 
 
A Lei Federal 11.645/2008 representa um avanço importante na promoção da igualdade étnico-racial e 
na valorização da diversidade cultural brasileira, contribuindo para uma educação mais inclusiva, 
democrática e consciente das questões relacionadas à história e identidade do povo brasileiro. 
 
2.9. Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº 8069/1990). O Estatuto da Criança e do 
Adolescente (ECA) é uma lei federal brasileira, instituída pela Lei nº 8.069/1990, que dispõe sobre os 
direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes. 
 
Princípios Fundamentais: O ECA estabelece diversos princípios que devem nortear as políticas 
públicas e ações voltadas para a proteção e promoção dos direitos da criança e do adolescente, tais 
como o princípio da prioridade absoluta, da proteção integral, da dignidade, da participação, da não 
discriminação, entre outros. 
 
Direitos Garantidos: A lei assegura uma série de direitos às crianças e adolescentes, incluindo o direito 
à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à convivência familiar e comunitária, à cultura, ao lazer, à 
profissionalização, à dignidade, à liberdade, à participação e à proteção contra qualquer forma de 
violência, exploração, abuso ou negligência. 
 
Responsabilidades dos Pais e Responsáveis: O ECA estabelece as responsabilidades dos pais, 
familiares, sociedade e Estado na garantia e proteção dos direitos da criança e do adolescente, 
incluindo o dever de cuidado, proteção, educação, alimentação, saúde, convivência familiar e 
comunitária, entre outros. 
 
Sistema de Garantia de Direitos: A lei prevê a criação e atuação de órgãos e entidades responsáveis 
pela garantia e defesa dos direitos da criança e do adolescente, como os Conselhos Tutelares, os 
Conselhos de Direitos, o Ministério Público, a Defensoria Pública, entre outros, que têm o papel de 
fiscalizar, orientar, proteger e promover os direitos infantojuvenis. 
 
Medidas de Proteção e Responsabilização: O ECA estabelece medidas de proteção e 
responsabilização em casos de violação dos direitos da criança e do adolescente, prevendo desde 
medidas de proteção especial, como o afastamento do convívio familiar em situações de risco, até 
medidas socioeducativas, como a advertência, a prestação de serviços à comunidade e a internação 
em caso de ato infracional. 
 
Participação e Protagonismo: A lei reconhece a importância da participação e do protagonismo das 
crianças e dos adolescentes na formulação, implementação e avaliação das políticas públicas voltadas 
para a sua proteção e promoção, incentivando a sua participação nos espaços de discussão e decisão 
que lhes dizem respeito. 
 
O Estatuto da Criança e do Adolescente representa um marco na legislação brasileira, reconhecendo 
as crianças e os adolescentes como sujeitos de direitos e garantindo-lhes proteção integral e 
dignidade, com vistas a assegurar seu pleno desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, 
em condições de liberdade e de dignidade. 
 
3. Concepção de criança. A concepção de criança varia ao longo da história e de acordo com 
diferentes culturas e contextos sociais. No entanto, há algumas ideias e perspectivas amplamente 
reconhecidas: 
 
Ser em Desenvolvimento: A criança é geralmente vista como um ser em desenvolvimento, em 
processo de crescimento e aprendizado em todas as áreas da vida, incluindo física, cognitiva, 
emocional, social e moral. 
 
Indivíduo com Direitos: Reconhece-se cada vez mais a criança como um indivíduo com direitos 
próprios, independentemente de sua idade, status social ou econômico. Isso inclui o direito à vida, à 
saúde, à educação, à proteção contra a violência e a exploração, entre outros. 
 
Capacidades e Potencialidades: A criança é vista como um ser dotado de capacidades e 
potencialidades únicas, que devem ser reconhecidas, valorizadas e estimuladas ao longo de seu 
desenvolvimento. 
 
Ser Social: A criança é entendida como um ser social, que se desenvolve e aprende por meio de suas 
interações com os outros e com o ambiente ao seu redor. A família, a escola, os amigos e a 
comunidade desempenham papéis importantes em sua formação. 
 
Ser Autônomo e Participativo: Reconhece-se cada vez mais a importância de promover a autonomia e 
a participação da criança em decisões que afetam sua vida, respeitando suas opiniões, desejos e 
interesses, de acordo com sua idade e maturidade. 
 
Ser Vulnerável e Dependente: Ao mesmo tempo em que se reconhece a criança como um ser 
autônomo e capaz, também se reconhece sua vulnerabilidade e dependência dos adultos para sua 
proteção, cuidado e orientação, especialmente nas primeiras fases da vida. 
 
A concepção de criança envolve a ideia de um ser em desenvolvimento, dotado de direitos, 
capacidades e potencialidades, que deve ser reconhecido, valorizado, protegido e estimulado em seu 
crescimento e aprendizado. Essa perspectiva influencia as práticas e políticas voltadas para a infância 
em diversas áreas, como a educação, a saúde, a assistência social e a proteção dos direitos 
humanos. 
 
3.1. Concepção de Currículo. A concepção de currículo pode variar dependendo do contexto 
educacional, das políticas educacionais e das teorias pedagógicas adotadas. No entanto, de maneira 
geral, o currículo pode ser entendido como um conjunto de intenções educativas e práticas que 
orientam o processo de ensino e aprendizagem em uma instituição educacional. 
 
Visão Ampliada: O currículo não se limita apenas aos conteúdos e disciplinas tradicionais, mas 
engloba todas as experiências de aprendizagem oferecidas aos alunos, incluindo atividades 
extracurriculares, projetos interdisciplinares, experiências práticas e vivências sociais. 
 
Flexibilidade: O currículo deve ser flexível e adaptável às necessidades, interesses e contextos dos 
alunos, levando em consideração sua diversidade e singularidade. Isso inclui a possibilidade de 
personalização do currículo para atender às diferentes habilidades, estilos de aprendizagem e ritmos 
individuais dos estudantes. 
 
Currículo como Processo: O currículo é concebido como um processo dinâmico e contínuo de 
construção e reconstrução de conhecimentos, valores e habilidades, que ocorre ao longo da vida 
escolar e além dela. É influenciado por múltiplos fatores, como as políticas educacionais, as teorias 
pedagógicas, as práticas docentes e as interações sociais. 
 
Enfoque Holístico: O currículo busca uma abordagem holística e integrada do conhecimento, 
promovendo não apenas o desenvolvimento intelectual dos alunos, mas também seu desenvolvimento 
emocional, social, físico, cultural e ético. Valoriza-se uma educação integral que prepare os estudantes 
para enfrentar os desafios da vida de forma plena e significativa. 
 
Currículo como Prática Social: O currículo é entendido como uma prática social situada em contextos 
históricos, culturais, políticos e econômicos específicos. Reflete e reproduz valores, crenças e 
ideologias dominantes na sociedade, mas também pode ser uma ferramenta para promover a 
transformação social e a justiça educacional. 
 
Participação e Diálogo: O currículo deve promover a participação ativa dos alunos no processo de 
aprendizagem, estimulando o diálogo, a reflexão crítica e a construção coletiva de conhecimentos. 
Valoriza-se uma abordagem colaborativa e democrática, que envolva alunos, professores, famílias e 
comunidade no planejamento, implementação e avaliação do currículo. 
 
A concepção de currículo envolve uma visão ampliada e flexível da educação, que valoriza a 
diversidade, a integralidade e a participação dos alunos, buscando promover um processo de ensino e 
aprendizagem significativo e contextualizado. 
 
3.2. Projeto Político Pedagógico.O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é um documento que expressa 
a identidade, os princípios, os objetivos e as práticas educativas de uma instituição de ensino. Ele é 
elaborado de forma participativa pela comunidade escolar, incluindo gestores, professores, alunos, 
pais e funcionários, e tem como objetivo orientar as ações e decisões no âmbito escolar. 
 
Identidade e Missão: O PPP define a identidade da instituição de ensino, sua missão, sua visão de 
futuro e seus valores. Ele expressa a concepção de educação adotada pela escola e os princípios que 
orientam suas práticas educativas. 
 
Objetivos e Metas: O PPP estabelece os objetivos e metas educacionais da instituição, ou seja, aquilo 
que se pretende alcançar em termos de formação integral dos alunos, aprendizagem, convivência e 
participação na comunidade escolar. 
 
Organização Curricular: O PPP define a organização curricular da escola, incluindo a distribuição de 
conteúdo, disciplinas, atividades e projetos pedagógicos. Ele também define as estratégias de ensino 
e avaliação utilizadas pela escola. 
 
Gestão Democrática: O PPP estabelece mecanismos de gestão democrática e participativa da escola, 
garantindo a participação de todos os segmentos da comunidade escolar na tomada de decisões e na 
elaboração e implementação das políticas educacionais. 
 
Relação com a Comunidade: O PPP define a relação da escola com a comunidade local, 
estabelecendo parcerias, projetos e ações que promovam a integração entre a escola, a família e a 
sociedade. 
 
Avaliação e Monitoramento: O PPP prevê mecanismos de avaliação e monitoramento das práticas 
educativas da escola, visando identificar pontos fortes e fracos, promover melhorias e garantir a 
qualidade do ensino oferecido. 
 
Currículo e Diversidade: O PPP valoriza a diversidade cultural, étnica, social e individual dos alunos, 
promovendo uma educação inclusiva e que respeite as diferenças. Ele também busca articular o 
currículo escolar com os interesses, necessidades e realidades dos estudantes. 
 
O Projeto Político-Pedagógico é um instrumento fundamental para a gestão e organização da escola, 
que reflete sua identidade, sua visão de educação e seus compromissos com a formação integral dos 
alunos e com o desenvolvimento da comunidade escolar. 
 
3.3. Princípios da Educação infantil. Os princípios da Educação Infantil, conforme estabelecidos pelas 
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, são fundamentais para nortear as práticas 
educativas voltadas para as crianças na faixa etária de zero a cinco anos. 
 
Respeito à Infância: Reconhecimento da infância como uma fase única e singular do desenvolvimento 
humano, com características, necessidades e potencialidades próprias que devem ser respeitadas e 
valorizadas. 
 
Direitos da Criança: Reconhecimento das crianças como sujeitos de direitos, que devem ser 
garantidos e protegidos em todas as suas dimensões, incluindo o direito à vida, à saúde, à educação, 
à proteção, à participação e à convivência familiar e comunitária. 
 
Autonomia e Autonomia Moral: Estímulo ao desenvolvimento da autonomia e da autonomia moral das 
crianças, promovendo sua capacidade de fazer escolhas, tomar decisões, resolver problemas e 
expressar suas opiniões de forma autônoma e responsável. 
 
Brincadeira como Direito e como Meio de Aprendizagem: Reconhecimento da brincadeira como um 
direito fundamental da criança e como um meio privilegiado de aprendizagem e desenvolvimento em 
todas as suas dimensões: física, cognitiva, emocional, social e cultural. 
 
Educação Integral e Integrada: Promoção de uma educação integral e integrada, que leve em 
consideração todas as dimensões do desenvolvimento humano e articule diferentes áreas do 
conhecimento, experiências e linguagens de forma significativa e contextualizada. 
 
Participação e Colaboração: Estímulo à participação ativa e à colaboração das crianças nas atividades 
educativas, valorizando suas experiências, conhecimentos e contribuições para o processo de 
aprendizagem coletiva. 
 
Diálogo e Escuta Sensível: Promoção de um ambiente de diálogo e escuta sensível, no qual as 
crianças sintam-se acolhidas, respeitadas e valorizadas em suas singularidades e diversidades, e 
tenham suas vozes ouvidas e consideradas nas práticas educativas. 
 
Diversidade e Cultura Infantil: Valorização da diversidade cultural, étnica, linguística, religiosa, de 
gênero e de habilidades das crianças, promovendo o respeito e a valorização das diferenças e o 
reconhecimento das múltiplas formas de ser, estar e aprender na infância. 
 
Esses princípios orientam as práticas educativas na Educação Infantil, contribuindo para o 
desenvolvimento integral das crianças e para a construção de uma sociedade mais justa, democrática 
e inclusiva. 
 
3.4. Organização de tempos, espaços e materiais na Educação Infantil. A organização de tempos, 
espaços e materiais na Educação Infantil é fundamental para proporcionar um ambiente adequado ao 
desenvolvimento integral das crianças, favorecendo sua aprendizagem e promovendo experiências 
significativas. 
 
Organização de Tempos 
 
• Estabelecer uma rotina diária previsível, com momentos para diferentes atividades, como 
brincadeiras livres, rodas de conversa, atividades dirigidas, momentos de higiene e 
alimentação. 
 
• Alternar períodos de atividades mais calmas e tranquilas com momentos de movimento e 
brincadeiras mais ativas. 
• Respeitar os ritmos individuais das crianças, proporcionando momentos de descanso e 
relaxamento conforme necessário. 
 
Organização de Espaços 
 
• Criar ambientes acolhedores, seguros e estimulantes, que possibilitem diferentes formas de 
interação, exploração e aprendizagem. 
• Organizar os espaços em diferentes áreas temáticas, como área de livre brincar, cantinho da 
leitura, espaço para atividades artísticas, cantinho da dramatização, entre outros. 
• Favorecer a circulação livre das crianças pelo ambiente, garantindo acesso aos diferentes 
materiais e possibilitando escolhas e autonomia. 
 
Organização de Materiais 
 
• Disponibilizar uma variedade de materiais pedagógicos adequados ao desenvolvimento infantil, 
como brinquedos, jogos, livros, instrumentos musicais, materiais artísticos, entre outros. 
• Organizar os materiais de forma acessível e atrativa, em prateleiras, estantes ou caixas, 
facilitando o manuseio e a organização pelas próprias crianças. 
• Rotacionar os materiais periodicamente, introduzindo novidades e alternativas para estimular a 
curiosidade e a exploração. 
 
Integração entre Tempos, Espaços e Materiais 
 
• Promover uma integração harmoniosa entre tempos, espaços e materiais, de modo que as 
atividades e experiências se complementem e sejam significativas para as crianças. 
• Estimular a exploração e a investigação por meio da manipulação de diferentes materiais em 
espaços diversificados, possibilitando o desenvolvimento de habilidades motoras, cognitivas, 
emocionais e sociais. 
 
Ao organizar tempos, espaços e materiais na Educação Infantil, é importante considerar as 
características e necessidades das crianças, bem como os objetivos pedagógicos da instituição, 
promovendo um ambiente rico em estímulos e oportunidades de aprendizagem. Além disso, a 
flexibilidade e a adaptação às demandas e interesses das crianças são fundamentais para garantir 
uma prática pedagógica eficaz e inclusiva. 
 
3.5. Objetivos de aprendizagem. Os objetivos de aprendizagem são declarações claras e específicas 
que descrevem o que os alunos devem ser capazes de fazer ou alcançar ao final de uma determinada 
unidade de ensino, curso ou atividade educacional. Esses objetivos orientam o planejamento, a 
implementação e a avaliação do ensino, fornecendo uma direção clara para os educadores e uma 
referência para os alunos. 
 
Objetivos de Aprendizagem em Matemática 
• Resolver problemas matemáticos envolvendooperações básicas (adição, subtração, 
multiplicação, divisão). 
• Compreender e aplicar conceitos de geometria, como formas geométricas, área, perímetro e 
volume. 
• Interpretar e analisar dados apresentados em gráficos, tabelas e diagramas. 
• Desenvolver habilidades de raciocínio matemático e de resolução de problemas. 
 
Objetivos de Aprendizagem em Língua Portuguesa 
• Ler e compreender textos de diferentes gêneros (narrativos, descritivos, informativos). 
• Escrever textos claros, coesos e bem estruturados, respeitando as normas gramaticais e 
ortográficas. 
• Expressar-se oralmente com clareza, fluência e adequação ao contexto comunicativo. 
• Desenvolver habilidades de análise crítica e interpretação de textos. 
 
Objetivos de Aprendizagem em Ciências 
• Compreender os princípios fundamentais das ciências naturais, como o funcionamento do 
corpo humano, os fenômenos físicos e químicos e os processos biológicos. 
• Realizar experimentos científicos e investigações, aplicando o método científico para obter 
resultados e tirar conclusões. 
• Analisar e interpretar dados científicos, fazendo conexões entre teoria e prática. 
• Desenvolver habilidades de pensamento crítico e resolução de problemas relacionados às 
ciências. 
 
Objetivos de Aprendizagem em Estudos Sociais: 
• Compreender e analisar os processos históricos, políticos, econômicos e sociais que moldam 
as sociedades. 
• Reconhecer e respeitar a diversidade cultural, étnica, social e política presentes em diferentes 
comunidades e sociedades. 
• Desenvolver habilidades de pesquisa, análise de fontes e produção de conhecimento sobre 
temas sociais. 
• Engajar-se de forma crítica e participativa na vida cívica e política da sociedade. 
 
3.6. Saberes e Conhecimentos. "Saberes" e "conhecimentos" são termos frequentemente usados de 
forma intercambiável, mas podem ter significados ligeiramente diferentes, dependendo do contexto. 
 
Saberes: Os "saberes" se referem ao conjunto de conhecimentos, habilidades, competências e 
experiências acumuladas por um indivíduo ao longo da vida. Esses saberes podem ser adquiridos por 
meio da educação formal, da experiência prática, da interação com outras pessoas e culturas, entre 
outros meios. 
 
Os saberes podem ser de natureza diversa e incluir conhecimentos teóricos, habilidades práticas, 
insights intuitivos, sabedoria cultural e perspectivas pessoais. Eles são influenciados pela bagagem 
cultural, social, econômica e histórica de cada indivíduo. 
 
Exemplos de saberes podem incluir habilidades técnicas específicas, como tocar um instrumento 
musical, falar um segundo idioma, cozinhar um prato tradicional, assim como conhecimentos 
acadêmicos em áreas como matemática, literatura, ciências sociais e história. 
 
Conhecimentos: Os "conhecimentos" se referem às informações, fatos, teorias e princípios que uma 
pessoa adquire por meio do estudo, da observação, da pesquisa e da reflexão. Eles são uma parte 
importante dos saberes de uma pessoa e fornecem uma base sólida para a compreensão e ação em 
diversas áreas da vida. 
 
Os conhecimentos podem ser adquiridos por meio de diferentes fontes, como livros, aulas, palestras, 
mídia, experimentação e interação com especialistas em determinados campos. Eles podem ser 
categorizados em conhecimentos factuais (informações específicas sobre fatos), conceituais (ideias e 
conceitos abstratos), procedimentais (habilidades e técnicas para realizar tarefas específicas) e 
metacognitivos (estratégias para aprender, pensar e resolver problemas). 
 
Portanto, os saberes representam um conjunto amplo e diversificado de conhecimentos, habilidades e 
experiências adquiridos ao longo da vida de uma pessoa, enquanto os conhecimentos se referem 
especificamente às informações e conceitos que uma pessoa conhece e pode aplicar em diferentes 
situações. Ambos são essenciais para o desenvolvimento pessoal, profissional e cultural de um 
indivíduo. 
 
3.7. Campos de Experiência. Os "Campos de Experiência" são uma estrutura curricular utilizada na 
Educação Infantil no Brasil, conforme estabelecido pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a 
Educação Infantil. Essa abordagem reconhece as múltiplas formas de aprender das crianças, 
valorizando suas experiências, interesses e potencialidades. Os Campos de Experiência orientam a 
organização do currículo e das práticas pedagógicas, proporcionando oportunidades para que as 
crianças se desenvolvam de forma integral e significativa. 
 
O Eu, o Outro e o Nós: Este campo de experiência diz respeito à construção da identidade e da 
autonomia das crianças, bem como às relações interpessoais, à convivência e ao respeito à 
diversidade. 
 
Corpo, Gestos e Movimentos: Neste campo, são exploradas as experiências corporais, sensoriais e 
motoras das crianças, incluindo o movimento, a expressão corporal, a saúde e o cuidado com o 
próprio corpo. 
 
Traços, Sons, Cores e Formas: Este campo envolve as experiências estéticas das crianças, como a 
expressão artística, a percepção visual e auditiva, a experimentação com materiais e a apreciação 
estética. 
 
Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação: Aqui, são valorizadas as experiências linguísticas, 
comunicativas e cognitivas das crianças, incluindo a linguagem oral, a escrita, o pensamento lógico e 
a criatividade. 
 
Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações: Este campo aborda as experiências 
matemáticas das crianças, como a noção de espaço, tempo, quantidade, relação e transformação, por 
meio de jogos, brincadeiras e atividades práticas. 
 
3.8. Direitos de Aprendizagem. Os "Direitos de Aprendizagem" são uma referência importante no 
contexto da educação, principalmente no que diz respeito à garantia de uma educação de qualidade 
para todos os estudantes. Eles são fundamentais para orientar o trabalho pedagógico, estabelecendo 
padrões e expectativas claras em relação ao que os alunos devem ser capazes de aprender e 
alcançar ao longo de sua trajetória escolar. 
 
Definição: Os Direitos de Aprendizagem são conjuntos de habilidades, competências, conhecimentos 
e atitudes que os alunos devem desenvolver em diferentes áreas do currículo escolar. Eles 
representam o que os estudantes têm o direito de aprender e de adquirir ao longo de sua formação 
educacional. 
 
Referencial Curricular: Os Direitos de Aprendizagem estão intimamente relacionados aos documentos 
curriculares, como as Diretrizes Curriculares Nacionais, os Parâmetros Curriculares Nacionais e as 
bases curriculares estaduais e municipais. Eles fornecem um referencial para a elaboração de 
currículos, planos de ensino e práticas pedagógicas. 
 
Abordagem Holística: Os Direitos de Aprendizagem geralmente abrangem diversas áreas do 
conhecimento, indo além do domínio de conteúdos específicos. Eles também englobam habilidades 
socioemocionais, competências cognitivas, capacidades de pensamento crítico e reflexivo, entre 
outros aspectos relevantes para o desenvolvimento integral dos alunos. 
 
Educação Inclusiva: Os Direitos de Aprendizagem devem ser concebidos de forma inclusiva, 
considerando as necessidades e características individuais de todos os estudantes, incluindo aqueles 
com deficiência, dificuldades de aprendizagem, diferentes estilos de aprendizagem e contextos sociais 
diversos. Eles visam garantir que todos os alunos tenham acesso a uma educação de qualidade e 
sejam capazes de alcançar seu pleno potencial. 
 
Avaliação e Monitoramento: Os Direitos de Aprendizagem também estão relacionados aos processos 
de avaliação e monitoramento da aprendizagem dos alunos. Eles fornecem critérios claros para avaliar 
o progresso dos estudantes, identificar necessidades de apoio e intervenção, e garantir a prestação de 
contas em relação aos resultados educacionais. 
 
3.9. Inclusão. A "inclusão" no contexto educacional refere-se ao processo de garantir que todos os 
alunos, independentementede suas diferenças ou necessidades, tenham acesso igualitário a 
oportunidades educacionais de qualidade e sejam plenamente integrados ao ambiente escolar. 
 
Diversidade: A inclusão reconhece e valoriza a diversidade dos alunos, incluindo diferenças de 
habilidades, origens culturais, linguísticas, socioeconômicas, religiosas, étnicas, de gênero e de 
orientação sexual. Ela promove o respeito pela individualidade de cada aluno e celebra a riqueza que 
a diversidade traz para o ambiente escolar. 
 
Acesso e Equidade: A inclusão visa garantir que todos os alunos tenham acesso igualitário a uma 
educação de qualidade. Isso inclui a remoção de barreiras físicas, sociais, econômicas e culturais que 
possam impedir a participação plena dos alunos na vida escolar. A equidade educacional é 
fundamental para garantir que todos os alunos tenham a oportunidade de alcançar seu potencial 
máximo. 
 
Apoio e Adaptações: A inclusão implica em oferecer suporte individualizado e adaptado às 
necessidades de cada aluno. Isso pode incluir a prestação de serviços de apoio, como recursos 
pedagógicos adicionais, adaptações curriculares, tecnologias assistivas, suporte emocional e 
intervenções especializadas, conforme necessário para garantir o sucesso do aluno. 
 
Ambiente Escolar Inclusivo: Um ambiente escolar inclusivo é caracterizado por uma cultura de 
aceitação, respeito mútuo, colaboração e solidariedade entre todos os membros da comunidade 
escolar. Isso envolve a promoção de relações positivas entre alunos, pais, professores, funcionários e 
outros profissionais da educação, criando um ambiente acolhedor e seguro para todos. 
 
Práticas Pedagógicas Inclusivas: As práticas pedagógicas inclusivas são aquelas que respondem às 
necessidades e estilos de aprendizagem diversos dos alunos, promovendo a participação ativa, a 
autonomia, o engajamento e o sucesso de todos. Isso pode envolver diferentes estratégias de ensino, 
avaliação diferenciada, trabalho em equipe colaborativo, uso de recursos variados e adaptações 
curriculares. 
 
Valorização da Participação dos Alunos: A inclusão reconhece a importância da participação ativa dos 
alunos em todos os aspectos da vida escolar, incluindo o planejamento do currículo, a tomada de 
decisões, a resolução de conflitos e a liderança em atividades extracurriculares. Ela promove uma 
cultura de empoderamento e voz dos alunos, garantindo que eles se sintam valorizados e respeitados 
em sua comunidade escolar. 
 
3.10. Avaliação. A avaliação no contexto educacional é um processo contínuo e sistemático que tem 
como objetivo verificar o progresso, o desempenho e o alcance dos objetivos de aprendizagem dos 
alunos. 
 
Objetivos da Avaliação: A avaliação tem múltiplos objetivos, incluindo diagnosticar o nível de 
conhecimento e habilidades dos alunos, monitorar o progresso ao longo do tempo, identificar áreas de 
dificuldade ou necessidades de apoio, informar as decisões de ensino e aprendizagem, motivar os 
alunos, e fornecer feedback construtivo para melhorar o aprendizado. 
 
Tipos de Avaliação: Existem diversos tipos de avaliação, incluindo avaliação diagnóstica (realizada no 
início do processo para identificar conhecimentos prévios e necessidades), avaliação formativa 
(realizada durante o processo para monitorar o progresso e fornecer feedback), e avaliação somativa 
(realizada no final do processo para verificar o alcance dos objetivos de aprendizagem). 
 
Instrumentos de Avaliação: Os instrumentos de avaliação podem incluir testes escritos, provas 
objetivas ou dissertativas, questionários, projetos, apresentações, portfólios, observações em sala de 
aula, discussões em grupo, entre outros. A escolha do instrumento depende dos objetivos da avaliação 
e das habilidades e conhecimentos a serem avaliados. 
 
Critérios de Avaliação: Os critérios de avaliação estabelecem padrões claros e objetivos para a 
avaliação do desempenho dos alunos. Eles são fundamentais para garantir consistência e equidade 
na avaliação e devem ser comunicados de forma transparente aos alunos para que saibam o que se 
espera deles. 
 
Feedback e Acompanhamento: O feedback é uma parte essencial da avaliação, pois fornece 
informações específicas sobre o desempenho dos alunos e orientações para melhorias. O feedback 
deve ser claro, construtivo, oportuno e personalizado, e os alunos devem ser incentivados a refletir 
sobre ele e usar as informações para ajustar seu aprendizado. 
 
Avaliação Inclusiva e Equitativa: A avaliação deve ser sensível às necessidades individuais dos alunos 
e promover a equidade e a inclusão. Isso significa considerar diferentes estilos de aprendizagem, 
experiências culturais e contextos socioeconômicos dos alunos, bem como oferecer adaptações e 
apoio adicional conforme necessário para garantir que todos os alunos tenham a oportunidade de 
demonstrar seu aprendizado. 
 
Uso Responsável dos Resultados: Os resultados da avaliação devem ser usados de forma 
responsável e ética, com o objetivo de melhorar o ensino e aprendizagem e apoiar o desenvolvimento 
dos alunos. Eles não devem ser utilizados de forma punitiva ou para rotular os alunos, mas sim como 
uma ferramenta para promover o crescimento e o sucesso de todos. 
 
3.11. Articulação com o Ensino Fundamental. A articulação com o Ensino Fundamental é um aspecto 
crucial no planejamento e na prática educacional, garantindo uma transição suave e eficaz entre os 
diferentes níveis de ensino. 
 
Alinhamento Curricular: Garanta que os objetivos de aprendizagem e os conteúdos curriculares 
estejam alinhados entre os anos finais da Educação Infantil e os anos iniciais do Ensino Fundamental. 
Isso ajuda os alunos a fazerem uma transição mais fluida entre os dois níveis educacionais. 
 
Diálogo entre Professores: Promova reuniões e espaços de diálogo entre os professores da Educação 
Infantil e do Ensino Fundamental para discutir as expectativas de aprendizagem, compartilhar práticas 
pedagógicas eficazes e planejar atividades que facilitem a continuidade do processo educativo. 
 
Projetos Integrados: Desenvolva projetos pedagógicos integrados que abordem temas transversais e 
possam ser trabalhados de forma colaborativa entre os alunos da Educação Infantil e do Ensino 
Fundamental. Isso ajuda a criar uma conexão entre os diferentes níveis de ensino e a promover a 
continuidade do aprendizado. 
 
Orientação aos Pais: Ofereça orientações aos pais e responsáveis sobre o que esperar da transição 
de seus filhos da Educação Infantil para o Ensino Fundamental. Forneça informações sobre o 
currículo, as rotinas escolares e estratégias para apoiar o processo de adaptação das crianças. 
 
Visitas e Atividades Conjuntas: Promova visitas e atividades conjuntas entre as turmas da Educação 
Infantil e do Ensino Fundamental, como eventos esportivos, feiras de ciências, apresentações 
culturais, entre outros. Isso ajuda a estabelecer vínculos entre os alunos e a familiarizá-los com o 
ambiente e os colegas das séries seguintes. 
 
Avaliação e Acompanhamento: Realize avaliações diagnósticas para identificar as habilidades e 
conhecimentos dos alunos ao fazer a transição para o Ensino Fundamental. Acompanhe de perto o 
progresso acadêmico e socioemocional dos alunos nos primeiros anos do Ensino Fundamental para 
garantir que recebam o apoio necessário. 
 
Formação Continuada: Ofereça oportunidades de formação continuada para os professores, 
capacitando-os a desenvolver estratégias pedagógicas eficazes para promover a continuidade do 
aprendizado entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental. 
 
3.12. Sequências Didáticas. Sequências didáticas são um conjunto organizado de atividades 
planejadas de forma sequencial e articulada, visando alcançar objetivos de aprendizagem específicos. 
Elas são estruturadas para promover a progressão do conhecimento e habilidades dos alunos em um 
determinado tema ou conteúdo. Aqui estãoalgumas etapas importantes para elaborar uma sequência 
didática eficaz: 
 
Identificação dos Objetivos de Aprendizagem: Comece definindo claramente quais são os objetivos 
que deseja alcançar com a sequência didática. Estes objetivos devem ser claros, específicos, 
mensuráveis e alinhados com as necessidades e interesses dos alunos. 
 
Seleção e Organização dos Conteúdos: Escolha os conteúdos e temas relevantes para os objetivos de 
aprendizagem definidos. Organize esses conteúdos de forma lógica e progressiva, levando em 
consideração a sequência adequada para a compreensão e aplicação dos conceitos pelos alunos. 
 
Definição das Estratégias de Ensino: Determine quais estratégias e métodos de ensino serão 
utilizados para promover a aprendizagem dos alunos. Isso pode incluir atividades como aulas 
expositivas, discussões em grupo, trabalhos individuais ou em equipe, experimentos práticos, leituras 
complementares, entre outros. 
 
Elaboração das Atividades: Crie uma variedade de atividades que engajem os alunos e os ajudem a 
alcançar os objetivos de aprendizagem. Essas atividades devem ser diversificadas, desafiadoras e 
contextualizadas, permitindo que os alunos apliquem o que aprenderam em situações reais ou 
simuladas. 
 
Avaliação da Aprendizagem: Planeje estratégias de avaliação que permitam verificar o progresso dos 
alunos em relação aos objetivos de aprendizagem. Isso pode incluir avaliações formativas ao longo da 
sequência didática, como questionários, discussões em sala de aula, observações de desempenho, e 
uma avaliação somativa ao final da sequência. 
 
Adaptação e Flexibilidade: Esteja aberto para adaptar a sequência didática conforme necessário, 
levando em consideração as necessidades individuais dos alunos, o ritmo de aprendizagem da turma 
e o contexto educacional específico. Seja flexível para fazer ajustes conforme o feedback dos alunos e 
a avaliação contínua do processo de ensino e aprendizagem. 
 
Reflexão e Aprimoramento: Ao final da sequência didática, reserve um tempo para refletir sobre o que 
funcionou bem e o que pode ser melhorado. Use essa reflexão para aprimorar suas práticas de ensino 
e planejamento futuro, buscando sempre proporcionar experiências de aprendizagem cada vez mais 
significativas e eficazes para os alunos. 
 
3.13. Planejamento. Planejamento é um processo fundamental na área educacional que envolve a 
definição de objetivos, seleção de conteúdos, organização de atividades e estratégias de ensino, além 
da avaliação do processo de aprendizagem. 
 
Definição de Objetivos: Determine claramente quais são os objetivos de aprendizagem que deseja 
alcançar com seus alunos. Esses objetivos devem ser específicos, mensuráveis, alcançáveis, 
relevantes e temporais (SMART). 
 
Análise de Contexto: Considere as características da turma, como idade, nível de conhecimento 
prévio, interesses e necessidades individuais dos alunos. Além disso, leve em conta o contexto 
institucional, recursos disponíveis e eventuais restrições que possam influenciar o planejamento. 
 
Seleção de Conteúdos: Escolha os conteúdos e temas que serão abordados em suas aulas, levando 
em consideração os objetivos de aprendizagem e as necessidades dos alunos. Priorize conteúdos 
relevantes, significativos e que possam ser relacionados com experiências prévias dos alunos e com o 
mundo real. 
 
Organização do Cronograma: Estabeleça um cronograma para suas aulas, distribuindo os conteúdos 
ao longo do tempo de forma equilibrada e progressiva. Considere a sequência lógica dos conteúdos, 
as necessidades de revisão e aprofundamento, e eventuais momentos para atividades práticas ou 
avaliações. 
 
Definição de Estratégias de Ensino: Escolha as estratégias e métodos de ensino mais adequados para 
promover a aprendizagem dos alunos. Isso pode incluir aulas expositivas, atividades práticas, 
discussões em grupo, trabalhos em equipe, uso de tecnologias educacionais, entre outros. 
 
Elaboração de Atividades: Desenvolva uma variedade de atividades que engajem os alunos e os 
ajudem a alcançar os objetivos de aprendizagem. As atividades devem ser diversificadas, 
desafiadoras e contextualizadas, permitindo que os alunos apliquem o que aprenderam em diferentes 
situações. 
 
Avaliação do Processo: Planeje estratégias de avaliação que permitam verificar o progresso dos 
alunos em relação aos objetivos de aprendizagem. Isso pode incluir avaliações formativas ao longo do 
processo, como questionários, trabalhos em grupo, e uma avaliação somativa ao final do período 
planejado. 
 
Revisão e Reflexão: Reserve um tempo para revisar e refletir sobre o planejamento realizado, 
identificando pontos fortes e áreas de melhoria. Use essa reflexão para fazer ajustes no planejamento 
futuro, buscando sempre proporcionar experiências de aprendizagem mais significativas e eficazes 
para os alunos. 
 
3.14. Práticas Pedagógicas. As práticas pedagógicas referem-se às estratégias, métodos e 
abordagens utilizados pelos educadores para promover a aprendizagem dos alunos. Essas práticas 
têm o objetivo de engajar os estudantes, desenvolver habilidades e competências, e facilitar a 
construção do conhecimento de forma significativa. 
 
Aulas Expositivas: O professor apresenta informações aos alunos de forma verbal, utilizando recursos 
visuais como slides, quadro negro ou projeções. Essa prática é útil para introduzir novos conteúdos, 
conceitos ou teorias. 
 
Aprendizagem Ativa: Envolve a participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem, por meio 
de atividades práticas, discussões em grupo, resolução de problemas, projetos de pesquisa e 
colaboração entre pares. 
 
Metodologias Ativas: Incluem abordagens de ensino como aprendizagem baseada em projetos, 
aprendizagem baseada em problemas, sala de aula invertida, gamificação e rotação por estações. 
Essas metodologias colocam o aluno no centro do processo de aprendizagem, promovendo a 
autonomia e a construção do conhecimento. 
 
Ensino Diferenciado: Considera as diferentes necessidades, estilos de aprendizagem e interesses dos 
alunos, adaptando o ensino para atender a diversidade da sala de aula. Isso pode incluir a 
diferenciação de conteúdo, processos e produtos de aprendizagem. 
 
Tecnologias Educacionais: O uso de tecnologias da informação e comunicação (TICs) para apoiar o 
ensino e a aprendizagem, incluindo recursos digitais, plataformas online, aplicativos móveis, jogos 
educativos, simulações e realidade virtual. 
 
Avaliação Formativa: Uma prática que fornece feedback contínuo aos alunos durante o processo de 
aprendizagem, permitindo que ajustem seu desempenho e compreensão. Isso pode incluir atividades 
de verificação de aprendizagem, questionários, trabalhos práticos e autoavaliação. 
 
Educação Inclusiva: Práticas que promovem a participação e o sucesso de todos os alunos, 
independentemente de suas características individuais, necessidades especiais ou dificuldades de 
aprendizagem. Isso envolve adaptações curriculares, suporte individualizado e um ambiente acolhedor 
e respeitoso. 
 
Aprendizagem Colaborativa: Atividades que incentivam os alunos a trabalharem juntos em grupos, 
compartilhando ideias, discutindo conceitos, resolvendo problemas e construindo conhecimento de 
forma colaborativa. 
 
3.15. Avaliação do processo de ensino e aprendizagem, conforme normativas e diretrizes locais. A 
avaliação do processo de ensino e aprendizagem é uma parte fundamental da prática educacional, 
pois permite verificar o progresso dos alunos em relação aos objetivos de aprendizagem, identificar 
dificuldades e tomar decisões instrucionais adequadas. No entanto, as normativas e diretrizes locais 
podem variar dependendo do contexto educacional específico. 
 
Criterialidade: A avaliação deve ser criterial, ou seja, baseada em critérios claros e objetivos que 
refletem os objetivos de aprendizagem definidos. Os critérios devemser comunicados aos alunos de 
forma clara e transparente, para que saibam o que é esperado deles. 
 
Contínua e Formativa: A avaliação deve ser contínua e formativa, ocorrendo ao longo de todo o 
processo de ensino e aprendizagem. Ela deve fornecer feedback regular aos alunos para que possam 
monitorar seu progresso, identificar áreas de melhoria e tomar medidas corretivas. 
 
Variedade de Instrumentos: Utilize uma variedade de instrumentos de avaliação, como provas escritas, 
trabalhos práticos, apresentações orais, projetos, portfólios, entre outros. Isso permite avaliar 
diferentes aspectos do aprendizado dos alunos e atender às suas diversas necessidades e estilos de 
aprendizagem. 
 
Adaptação: Adapte os instrumentos de avaliação e os critérios de acordo com as características 
individuais dos alunos, suas necessidades especiais e o contexto sociocultural em que estão 
inseridos. Isso promove uma avaliação mais justa e equitativa. 
 
Registro e Documentação: Registre os resultados da avaliação de forma sistemática e documente o 
progresso dos alunos ao longo do tempo. Isso permite acompanhar o desenvolvimento individual de 
cada aluno e tomar decisões instrucionais informadas. 
 
Feedback Construtivo: Forneça feedback construtivo e orientações específicas aos alunos sobre seu 
desempenho, destacando seus pontos fortes e áreas de melhoria. O feedback deve ser claro, objetivo 
e direcionado para promover o crescimento e o desenvolvimento dos alunos. 
 
Participação dos Alunos: Promova a participação ativa dos alunos no processo de avaliação, 
incentivando-os a refletir sobre seu próprio aprendizado, definir metas pessoais e assumir 
responsabilidade por seu progresso acadêmico. 
 
Transparência e Comunicação: Mantenha uma comunicação aberta e transparente com os alunos e 
suas famílias sobre os critérios de avaliação, os resultados obtidos e as expectativas de 
aprendizagem. Isso promove a responsabilidade compartilhada pelo processo educacional. 
 
3.16. Elementos do planejamento docente. 
O planejamento docente envolve uma série de elementos essenciais que são fundamentais para o 
desenvolvimento de aulas e atividades educacionais eficazes. 
 
Objetivos de Aprendizagem: São as metas específicas que se deseja alcançar com os alunos em 
determinado período de tempo. Os objetivos devem ser claros, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e 
temporais (SMART). 
 
Conteúdo: Refere-se aos temas, conceitos, habilidades e competências que serão abordados durante 
o período de ensino. O conteúdo deve estar alinhado com os objetivos de aprendizagem e ser 
relevante para os alunos. 
 
Metodologia de Ensino: São as estratégias, técnicas e abordagens pedagógicas utilizadas para 
facilitar a aprendizagem dos alunos. Isso pode incluir aulas expositivas, atividades práticas, 
discussões em grupo, projetos de pesquisa, entre outros. 
 
Recursos Didáticos: São os materiais e recursos utilizados para apoiar o processo de ensino e 
aprendizagem. Isso pode incluir livros didáticos, recursos digitais, vídeos, jogos educativos, materiais 
manipulativos, entre outros. 
 
Avaliação da Aprendizagem: São os procedimentos e instrumentos utilizados para verificar o 
progresso dos alunos em relação aos objetivos de aprendizagem. A avaliação pode ser formativa 
(durante o processo de ensino) ou somativa (ao final do processo) e deve ser justa, válida e confiável. 
 
Adaptações Curriculares: São as modificações feitas no planejamento para atender às necessidades 
individuais dos alunos, como alunos com necessidades educacionais especiais, alunos com 
habilidades avançadas ou desafios específicos de aprendizagem. 
 
Cronograma: Refere-se à organização temporal das atividades planejadas, indicando quando cada 
conteúdo será abordado e quais atividades serão realizadas em determinado período. 
 
Flexibilidade: É importante ter flexibilidade no planejamento para fazer ajustes conforme necessário, 
levando em consideração as características individuais dos alunos, eventos inesperados e feedbacks 
recebidos durante o processo de ensino e aprendizagem. 
 
Reflexão e Avaliação do Planejamento: Após a implementação do plano de aula, é essencial fazer uma 
reflexão sobre sua eficácia, identificando pontos fortes e áreas de melhoria. Isso permite ajustar o 
planejamento futuro e aprimorar a prática docente. 
 
3.17. Lei Federal nº 9394/1996 e suas alterações. A Lei Federal nº 9394/1996, também conhecida 
como Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), é uma legislação que estabelece as 
diretrizes e bases da educação no Brasil. Ao longo dos anos, essa lei passou por diversas alterações e 
atualizações para se adequar às necessidades e demandas do sistema educacional brasileiro. 
 
Estrutura do Sistema Educacional: A LDB estabelece a estrutura do sistema educacional brasileiro, 
definindo os níveis de ensino (Educação Básica, Ensino Superior, Educação Profissional) e as etapas 
de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio). 
 
Currículo Escolar: A lei define as diretrizes curriculares nacionais e estabelece as bases para a 
elaboração dos currículos escolares em todo o país. Também aborda a obrigatoriedade do ensino de 
temas como História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, Educação Ambiental e Educação para o 
Trânsito. 
 
Gestão Democrática: A LDB prevê a gestão democrática da educação, com a participação dos 
diferentes segmentos da comunidade escolar na elaboração e implementação das políticas 
educacionais. 
 
Financiamento da Educação: Estabelece as diretrizes para o financiamento da educação, 
determinando os percentuais mínimos de investimento na área e os critérios para distribuição dos 
recursos entre os entes federativos. 
 
Formação de Professores: Define as diretrizes para a formação inicial e continuada dos profissionais 
da educação, incluindo a valorização dos profissionais do magistério. 
 
Educação Especial e Inclusiva: Aborda a garantia do direito à educação para pessoas com deficiência 
e a necessidade de promover a inclusão escolar desses alunos. 
 
Avaliação da Educação: Estabelece as diretrizes para a avaliação da qualidade da educação, com a 
criação de sistemas de avaliação e indicadores educacionais. 
 
3.18. Noções de organização da educação básica e princípios e fins da educação nacional. A 
organização da educação básica no Brasil é estabelecida de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases 
da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9394/1996, e compreende três etapas de ensino: Educação 
Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. 
 
Educação Infantil: Destinada a crianças de 0 a 5 anos, tem caráter educacional e visa o 
desenvolvimento integral da criança, respeitando suas características individuais e socioculturais. A 
Educação Infantil não é obrigatória, mas é direito da criança e dever do Estado. 
 
Ensino Fundamental: Obrigatório e gratuito, tem duração de nove anos e é destinado a crianças a 
partir de 6 anos de idade. É dividido em duas etapas: anos iniciais (1º ao 5º ano) e anos finais (6º ao 
9º ano). Tem como objetivo proporcionar a formação básica do cidadão, o desenvolvimento de 
habilidades cognitivas e socioemocionais, e a preparação para o exercício da cidadania. 
 
Ensino Médio: Obrigatório e gratuito, tem duração mínima de três anos e é destinado a jovens a partir 
dos 15 anos de idade. Tem como objetivo a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos 
adquiridos no Ensino Fundamental, a preparação para o ingresso no mercado de trabalho ou no 
ensino superior, e o desenvolvimento da autonomia e da capacidade crítica dos estudantes. 
 
Princípios e fins da educação nacional 
 
Os princípios e fins da educação nacional estão estabelecidos na Constituição Federal de 1988 e na 
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Alguns dos princípios e fins mais importantes 
são: 
 
Princípio da Igualdade: Garantir o acesso igualitárioà educação, sem discriminação de qualquer 
natureza, assegurando oportunidades iguais a todos os cidadãos. 
 
Princípio da Liberdade de Aprender, Ensinar, Pesquisar e Divulgar o Pensamento: Garantir a liberdade 
de expressão, de pensamento e de cátedra, respeitando a diversidade de ideias e opiniões. 
 
Princípio da Gratuidade do Ensino Público: Assegurar que o ensino público seja gratuito em todos os 
níveis e modalidades, garantindo o acesso universal à educação. 
 
Princípio da Gestão Democrática: Promover a participação da comunidade escolar na gestão 
democrática das instituições de ensino, envolvendo pais, alunos, professores e funcionários na 
tomada de decisões. 
 
Fins da Educação: Desenvolvimento integral da pessoa, preparo para o exercício da cidadania e 
qualificação para o trabalho, com base nos princípios da liberdade e nos ideais de solidariedade 
humana. 
 
3.19. Educação Especial. A Educação Especial refere-se ao conjunto de ações voltadas para a 
inclusão de pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas 
habilidades/superdotação no sistema educacional. 
 
Direito à Educação: A Constituição Federal de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional (LDB) garantem o direito à educação para todos, incluindo pessoas com deficiência. Isso 
significa que esses alunos têm o direito de frequentar escolas regulares, comuns ou especiais, de 
acordo com suas necessidades individuais. 
 
Princípios da Educação Inclusiva: A Educação Especial está fundamentada nos princípios da 
educação inclusiva, que preconizam a participação plena e igualitária de todos os alunos no processo 
educacional. Isso implica em promover o respeito à diversidade, a valorização das diferenças 
individuais e a oferta de suporte adequado para atender às necessidades de cada aluno. 
 
Atendimento Educacional Especializado (AEE): O Atendimento Educacional Especializado é uma 
modalidade de ensino complementar, oferecida de forma complementar ou suplementar ao ensino 
regular, conforme as necessidades específicas de cada aluno com deficiência. O AEE visa garantir o 
acesso, a participação e o aprendizado dos alunos, fornecendo recursos, estratégias e apoios 
especializados. 
 
Adaptações Curriculares: As escolas devem promover adaptações curriculares para garantir a 
acessibilidade e a aprendizagem de alunos com deficiência. Isso pode incluir modificações nos 
materiais didáticos, estratégias de ensino diferenciadas, recursos de tecnologia assistiva e outras 
medidas que facilitem a participação dos alunos nas atividades escolares. 
 
Formação de Professores: A formação de professores é fundamental para o sucesso da inclusão 
escolar. Os educadores devem receber capacitação específica sobre as necessidades dos alunos com 
deficiência, estratégias de ensino inclusivas, uso de recursos tecnológicos e práticas pedagógicas 
adequadas para atender a diversidade de alunos em sala de aula. 
 
Parceria com a Comunidade: A inclusão escolar requer o envolvimento de toda a comunidade escolar, 
incluindo gestores, professores, pais, alunos e profissionais de apoio. É importante promover uma 
cultura inclusiva e colaborativa, que valorize a participação de todos os membros da comunidade 
escolar no processo educacional. 
 
3.20. A Psicologia Histórico – Cultural. A Psicologia Histórico-Cultural, também conhecida como 
Psicologia Cultural ou Psicologia Sócio-histórica, é uma abordagem da psicologia que se baseia nos 
princípios do materialismo histórico e dialético. Essa perspectiva foi desenvolvida principalmente por 
Lev Vygotsky e seus seguidores, principalmente na União Soviética no início do século XX. 
 
A Psicologia Histórico-Cultural enfatiza a importância do contexto social, cultural e histórico na 
formação do indivíduo e no desenvolvimento psicológico. Ela considera que a mente humana é 
moldada por meio da interação com o ambiente social e cultural, e que as atividades sociais e culturais 
desempenham um papel fundamental na formação das funções psicológicas superiores. 
 
Principais conceitos e ideias associados à Psicologia Histórico-Cultural 
 
Mediação Cultural: Vygotsky argumentava que as atividades mentais complexas, como linguagem, 
pensamento e aprendizado, são mediadas por ferramentas culturais e signos. Isso inclui a linguagem, 
sistemas de símbolos, instrumentos e artefatos culturais que são compartilhados e transmitidos dentro 
de uma sociedade. 
 
Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP): A Zona de Desenvolvimento Proximal refere-se à distância 
entre o nível de desenvolvimento real de uma criança e o nível de desenvolvimento potencial que ela 
pode alcançar com o apoio de um adulto ou colega mais experiente. A ZDP destaca a importância da 
interação social e do suporte na promoção do desenvolvimento cognitivo. 
 
Internalização e Externalização: Vygotsky propôs o conceito de internalização, que se refere ao 
processo pelo qual as atividades sociais e culturais se tornam internalizadas na psique do indivíduo, 
moldando seus processos mentais. A externalização, por sua vez, envolve a expressão de 
pensamentos e sentimentos por meio de símbolos e artefatos culturais. 
 
Funções Psicológicas Superiores: Vygotsky distinguia entre funções psicológicas elementares, que 
são inatas e biologicamente determinadas, e funções psicológicas superiores, que são desenvolvidas 
por meio da interação social e cultural. Isso inclui habilidades cognitivas complexas, como atenção, 
memória, linguagem e pensamento abstrato. 
 
Educação e Desenvolvimento: A Psicologia Histórico-Cultural tem implicações significativas para a 
prática educacional, destacando a importância do contexto social e cultural no aprendizado e 
desenvolvimento das crianças. Ela enfatiza a necessidade de uma abordagem educacional centrada 
no aluno, que reconheça e valorize as experiências culturais e promova a interação social e a 
colaboração entre alunos e educadores. 
 
3.21. Aprendizagem e Desenvolvimento. A relação entre aprendizagem e desenvolvimento é um tema 
central na Psicologia Educacional e no campo da Psicologia do Desenvolvimento, com relevância 
especial na perspectiva da Psicologia Histórico-Cultural de Lev Vygotsky. 
 
Nessa abordagem, a aprendizagem é vista como um processo que impulsiona o desenvolvimento 
humano. Vygotsky propôs o conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), que é a distância 
entre o nível de desenvolvimento real do indivíduo e o nível de desenvolvimento potencial que ele 
pode atingir com o apoio de um adulto ou colega mais capaz. 
 
A ZDP destaca a importância da interação social e do suporte na promoção do desenvolvimento 
cognitivo. Durante a aprendizagem colaborativa, o aluno é exposto a desafios e atividades que estão 
um pouco além de seu nível atual de competência. Com o auxílio do professor ou de colegas mais 
experientes, o aluno é capaz de dominar essas tarefas e, assim, avançar em seu desenvolvimento. 
 
Portanto, na perspectiva da Psicologia Histórico-Cultural, a aprendizagem não é apenas um resultado 
do desenvolvimento, mas também um motor para ele. A interação social e cultural desempenha um 
papel fundamental na construção do conhecimento e no desenvolvimento das funções psicológicas 
superiores, como linguagem, pensamento abstrato e resolução de problemas. 
 
3.22. Alfabetização e Letramento. 
Alfabetização e letramento são conceitos inter-relacionados, mas que abordam diferentes aspectos do 
processo de aprendizagem da leitura e escrita. 
 
Alfabetização: A alfabetização refere-se ao processo de aprendizagem do sistema alfabético de 
escrita, ou seja, a habilidade de reconhecer, entender e utilizar os símbolos (letras) e seus sons 
correspondentes (fonemas) para decodificar palavras e textos. Envolve o domínio das habilidades 
básicas de decodificação e codificação, como reconhecer letras, associar sons a letras, formar sílabas 
e palavras,e compreender os princípios básicos da linguagem escrita. 
 
Letramento: O letramento vai além da simples habilidade de decodificar palavras e envolve o uso 
eficaz da leitura e escrita em contextos sociais e culturais diversos. Envolve a compreensão e 
interpretação de textos, a capacidade de escrever de forma coerente e significativa, o conhecimento 
das convenções sociais e culturais relacionadas à escrita, e a habilidade de usar a leitura e a escrita 
para se comunicar, aprender e participar plenamente da sociedade. 
 
Anotações: 
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