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FISIOTERAPIA NAS LESÕES DE COLUNA PROF. SAMUEL RIBEIRO CONHECENDO A COLUNA VERTEBRAL Existem 33 vértebras na coluna, 7 cervicais 12 torácicas 5 lombares 5 sacrais 4 coccígeas DISCO INTERVERTEBRAL MÚSCULOS DO TRONCO CURVATURAS DA COLUNA VAMOS CONHECER AS PATOLOGIAS DA COLUNA? ABORDAGENS 1- Escoliose; Hipercifose e Hiperlordose 2- Patologias da Coluna - Artrose - Estenose na Coluna - Espondilolistese - Megapófise transversa - Espondilite Anquilosante - Fraturas 3- Hérnia de disco 4- Torcicolo congênito e adquirido 5- Osteoporose 1- ESCOLIOSE, HIPERCIFOSE E HIPERLORDOSE 1- ESCOLIOSE, HIPERCIFOSE E HIPERLORDOSE ESCOLIOSE A escoliose é um desvio da coluna vertebral resultante de uma curvatura lateral, associado ou não, com a rotação dos corpos vertebrais. Congênita Idiopática: ocorre durante a fase de crescimento dividindo-se em: infantil, juvenil e adolescente; Neuromuscular: esta relacionada ao resultado natural de uma patologia do sistema neuromuscular, onde a lesão neurológica afeta o músculo, levando a graus variados de paralisia; Adulta: Acontece em indivíduos cujos centros de crescimento ósseos já estão fundidos. TIPOS Escoliose NÃO dói ALTERAÇÕES POSTURAIS Proença et al. (2016), realizaram um trabalho com 107 crianças de 6 a 11 anos e encontrou escoliose em 18 delas. Sendo que 10 crianças não se queixaram de dor. TESTE ESCOLIOSE TESTE ADAMS ÂNGULO DE COBB ESCOLIOSE Indicação do Tipo de Órtese Angulação Método de Cobb Técnica Traça-se uma reta perpendicular ao platô superior da vértebra proximal que representar maior inclinação em relação a horizontal – essa vértebra é chamada de limite superior. 1 ESCOLIOSE Indicação do Tipo de Órtese Angulação Método de Cobb Técnica Outra reta é traçada ao platô inferior mais distal com maior inclinação em relação à horizontal – também chamada de vértebra limite inferior. 3 2 O ângulo encontrado na intersecção das duas retas traçadas é chamado de ângulo de Cobb. De acordo com COBB a classificação é descrita mediante sua gravidade, sendo: A NOMENCLATURA de uma escoliose é definida pela convexidade da curva. A nomenclatura de uma escoliose é definida pela convexidade da curva. Supondo que a imagem seja de uma radiografia A-P, então se trata de uma escoliose com convexidade à direita, ou em outras palavras: Uma escoliose destro-convexa. Para se classificar a região da escoliose é necessário conhecer o ápice das curvaturas, sendo: -C1 a C6 o ápice da curvatura cervical; -T2 a T12 o ápice da curvatura torácica; -C7 ou T1 (cervicotorácica) -L1 a L4 o ápice da curvatura lombar -T12 ou L1 (toracolombar) -L5 ou abaixo (lombo-sacro). TRATAMENTO 1- Conservador 2- Órteses (colete) 3- Cirúrgico (escoliose severa) ESCOLIOSE 11-20° ESCOLIOSE 20-40º FISIOTERAPIA E USO DE COLETE ESCOLIOSE ACIMA DE 41º HIPERCIFOSE A hipercifose é o aumento do grau da curvatura da coluna torácica, dando a impressão de uma “corcunda”. Essa alteração ocorre por diversos fatores, podendo ser uma alteração postural, por fraturas de osteoporose ou por patologias mais agravantes, como exemplos a Doença de Scheuermann e a espondilite anquilosante. HIPERCIFOSE - TRATAMENTO Reeducação Postural Alongar cadeia Anterior (Peitoral maior, Peitoral Menor e Diafragma) HIPERCIFOSE - TRATAMENTO Fortalecer Manguito Rotador (somente os rot ex) Fortalecer Romboide e trapézio fibras médias EXEMPLOS DE EXERCÍCIOS?? HIPERCIFOSE - TRATAMENTO Mobilização das vertebras torácicas HIPERLORDOSE A Hiperlordose é a curvatura excessiva da coluna vertebral para dentro do corpo. Ela causa desconforto e dor, podendo prejudicar a lombar e a cervical. Dependendo do local, a curvatura pode ser mais ou menos acentuada. HIPERLORDOSE- TRATAMENTO RESUMO PATOLOGIAS COLUNA PROF: SAMUEL RIBEIRO 2- PATOLOGIAS DA COLUNA - Estenose na Coluna - Espondiloartrose - Espondilolistese - Espondilite Anquilosante - Megapófise transversa - Fraturas ESTENOSE COLUNA O termo estenose do canal vertebral significa a diminuição do espaço anatômico do canal espinhal (local por onde passa a medula e raízes nervosas) RELEMBRAR... A degeneração do disco intervertebral muitas vezes provoca um abaulamento discal, gerando um estreitamento do canal espinhal (estenose central). Como consequência, perde-se também altura do disco: - diminuição do espaço do forame intervertebral (estenose foraminal) - pressão sobre as articulações facetárias - compressão das raízes nervosas. Classificação: •Primária: é causada pelo estreitamento congênito do canal medular, em que os pedículos são mais curtos. •Secundária: relacionada à degeneração crônica, resultando em instabilidade e compressão das raízes nervosas. ESTENOSE COLUNA A estenose pode ocorrer em um ou em vários níveis ao mesmo tempo. Entre a quarta e quinta vértebras lombares (L4-5) é a mais frequente, seguida por L3-4, L5-S1 e L1-2. ESTENOSE COLUNA O sintoma mais comum associado é a claudicação neurogênica intermitente O sintoma mais comum associado é a claudicação neurogênica intermitente •Dor na lombar que pode irradiar para as nádegas ou membros inferiores; •Fraqueza em membros inferiores; •Modificação no grau de sensibilidade; •Pode gerar dificuldades de controlar os esfíncteres da bexiga e do ânus e até impotência sexual. •É muito comum que o paciente com estenose assuma uma postura encurvada ao ficar em pé, isso ocorre uma vez que a posição consegue aliviar as dores e amenizar os demais sintomas da doença. TRATAMENTO ESPONDILOARTROSE ESPONDILOARTROSE A artrose, também chamada de osteoartrite, osteoartrose ou artrite degenerativa, é uma patologia que ocorre por degeneração das cartilagens, articulações e dos ossos. A degeneração da cartilagem na artrose ocorre geralmente pelo envelhecimento da mesma. ARTROSE NA COLUNA OSTEÓFITOS (BICOS DE PAPAGAIO) ESTRUTURA DETERMINA FUNÇÃO • Prejudica a mobilidade da coluna, movimentos de flexão e extensão. A osteoartrose é uma doença progressiva e sem cura. Uma vez destruída, a cartilagem não se regenera. Se o crescimento ósseo comprime os nervos, a artrose do pescoço ou da zona lombar pode causar parestesia, dor e fraqueza. ESPONDILOLISTESE ESPONDILOLISTESE E ESPONDILÓLISE Espondilolistese: Espondilólise: ESPONDILOLISTESE E ESPONDILÓLISE Espondilolistese: “é a translação de uma vértebra sobre a outra em sentido anterior ou posterior”. Espondilólise: “lesão de origem indeterminada, que se acredita ser causada por fratura por estresse no pedículo, que é particularmente vulnerável a forças repetitivas de flexão, extensão e rotação”. ESPONDILOLISTESE Sintomas - Dor Lombar; - Dor irradiada (dor Ciática); - Dor nas pernas ao caminhar; - Formigamento; - Encurtamento dos músculos posteriores das pernas (Cadeia Posterior); - Perda de força e coordenação dos movimentos; - Incapacidade de andar; Tratamento O fisioterapeuta necessita saber quando foi notada pela primeira vez, a progressão no passado e outros sintomas relativos observados pelo paciente. OBS: O exame proporciona uma base a partir da qual o fisioterapeuta pode medir a evolução do paciente durante o tratamento. ESPONDILITE ANQUILOSANTE ESPONDILITE ANQUILOSANTE A espondilite anquilosante é um tipo de inflamação que afeta os tecidos conjuntivos, caracterizando-se pela inflamação das articulações da coluna e das grandes articulações, como quadris, ombros e outras regiões. SINAIS E SINTOMAS Perda de mobilidade Lombalgia intermitente Dor e rigidez no quadril Dor e rigidez que pioram com a falta de movimento Rigidez matinal Dificuldade na respiração Fadiga Perda de peso TRATAMENTO Tratamento Fisioterapêutico se baseia em: Diminuir a dor, a rigidez e a fadiga (passivo, mobilização, liberação m); Manter ou aumentar a mobilidade do tronco e articulaçõesperiféricas; Aumentar força da musculatura de tronco; Melhorar a postura; Melhorar a qualidade de vida. MEGAPÓFISE TRANSVERSA MEGAPÓFISE TRANSVERSA Megapófise transversa é um aumento do processo transverso da vértebra (região lateral da vértebra) que geralmente ocorre em pacientes com uma vértebra a mais na região lombar baixa (supranumerária) ou na quinta vértebra lombar quando tem uma morfologia diferente (forma diferente). É também chamada de síndrome de Bertolotti SINAIS E SINTOMAS Limitação de Mobilidade L5-S1 Dor unilateral localizada ao nível da neoartrose, que pode ser confundida com uma simples lombalgia. ARTRODESE ARTRODESE Artrodese é termo ortopédico que significa fusão de articulação, na coluna vertebral, trata-se de cirurgia frequente, indicada para tratamento de espondilolistese, deformidades vertebrais, fraturas, tumores, instabilidades e outros. CONCEITO DE INSTABILIDADE Segundo White e Panjabi Instabilidade Clínica é definida como a perda da capacidade da coluna de manter a relação entre as vértebras de forma que não permita dano ou irritação a medula espinhal e raízes, além de não desenvolver deformidade ou dor incapacitante devido ás alterações estruturais. Indicações - Instabilidade Vertebral - Espondilolistese Degenerativa - Escoliose Degenerativa - Trauma - Tumor Problemas Artrodese? Problemas Artrodese? A fusão das vertebras gera hipomobilidade articular, fraqueza muscular, limitação mobilidade. Hipomobilidade vertebral e Hipermobilidade reacional níveis acima e abaixo. NECESSÁRIO: Exercícios Terapêuticos/Fisioterapia/Exposição Gradual ao Movimento. FISIOTERAPIA NAS LESÕES DE COLUNA PROF. SAMUEL RIBEIRO CONCEITOS, TERMOS TÉCNICOS... ALGIA= dor ITE= inflamação OSE= degeneração LOMBALGIA, DORSALGIA E CERVICALGIA... DIAGNÓSTICO LESÕES COLUNA DIAGNÓSTICO A radiografia é o exame padrão necessário para avaliar as fraturas da coluna vertebral. A tomografia computadorizada mostra um possível estreitamento do canal espinhal. A ressonância magnética é necessária quando você suspeita de uma fratura com compressão da raiz nervosa e o paciente se queixa de dor ciática. http://www.fisioterapiaparatodos.com/p/dor-ciatica/ TESTES ESPECIAIS Exame clínico com palpação das vértebras lombares; Teste de estiramento do nervo ciático (teste de Lasegue) que se realiza levantando a perna reta da posição supina; Observar a região lombar para detectar calor e vermelhidão. TRATAMENTO LESÕES COLUNA Objetivos e Condutas da Reabilitação - Reduzir a dor; - Recuperar a mobilidade; - Melhorar a força, equilíbrio e funcionalidade. A hérnia discal lombar consiste de um deslocamento do conteúdo do disco intervertebral - o núcleo pulposo - através de sua membrana, anel fibroso. 3- HÉRNIA DE DISCO A hérnia de disco afeta, segundo dados do IBGE cerca de 5,5 milhões de brasileiros; Em sua maioria homens, de 30 a 50 anos, sendo a segunda doença que mais afasta os brasileiros de seus trabalhos. HÉRNIA DE DISCO- Epidemiologia HÉRNIA DE DISCO BIOMECÂNICA-CAUSAS BIOMECÂNICA-CAUSAS HÉRNIA DE DISCO HIPERMOBILIDADE REACIONAL Ricard 2008 TIPOS DE HÉRNIA TIPOS DE HÉRNIA LLP http://www.portalosteopatia.com.br/aparelho-musculoesqueletico-como-um-sistema-de-saida-diagnostico-medico-versus-diagnostico-osteopatico/ POSTURAS ANTÁLGICAS RNM TRÍADE SINTOMÁTICA DA HÉRNIA DISCAL Dor Irradiada (cervicobraquialgia, lombociatalgia) Fraqueza de MMSS/MMII Sensibilidade TRATAMENTO HÉRNIA DE DISCO 1 FASE: Ativação da Musculatura Profunda 2 FASE: Reorganização Articular e Reprogramação da Musculatura Superficial 3 FASE: Funcionalidade TRATAMENTO HÉRNIA DE DISCO 1 FASE: Ativação da Musculatura Profunda (ativação transverso do Abdômen em movimento) TRATAMENTO HÉRNIA DE DISCO 2 FASE: Reorganização Articular e EX1: Hipomobilidade torácica TRATAMENTO HÉRNIA DE DISCO 3 FASE: Funcionalidade Exercícios Funcionais 4- TORCICOLO MUSCULAR CONGÊNITO TORCICOLO MUSCULAR CONGÊNITO- DEFINIÇÃO Deformidade do pescoço detectada ao nascimento Causada na maioria dos casos por um encurtamento unilateral do ECOM Esta deformidade tem uma incidência de 0,3% a 2% em lactentes e recém-nascidos; É mais frequente no músculo esternocleidomastóideo direito. Origem: Processo Mastoide e Occipital Inserção: Manúbrio e Clavicula Ação: Inclinação de cabeça e rotação pro lado oposto Inervação: Ramos diretos do plexo cervical (C1-C2). Nervo acessório(XI): nervo motor, atua em funções relacionada à deglutição e movimentos da cabeça e pescoço. TORCICOLO CONGÊNITO- CAUSAS E FATORES DE RISCO Posição intrauterina Bebês com peso e comprimento acima da média > Prevalência Sexo Masculino Anomalias Maternas do útero Trauma durante o parto AVALIAÇÃO – Sinais e Sintomas • Inclinação da cabeça para um lado combina com rotação para lado oposto • Nódulo palpável no ECOM • Criança pode chorar ou não permitir virar a cabeça para o lado oposto AVALIAÇÃO – Sinais e Sintomas • História Clínica • Palpação do ECOM • Avaliar ADM • Descartar outras patologias neurológicas e outras deformidades (ex: tumores, anomalias ósseas, anomalias vertebrais) Diagnóstico é feio clinicamente, observando as limitações do movimento cervical. TRATAMENTO CIRÚRGICO Deformidade cervical, a hipertrofia do músculo esternocleidomastoideo e a assimetria muscular de trapézios. TRATAMENTO CIRÚRGICO Tratamento cirúrgico com liberação distal do músculo esternocleidomastoideo esquerdo, em sua inserção esternal e clavicular. TRATAMENTO CIRÚRGICO No pós-operatório utilizou-se um colar cervical por 6 semanas Fisioterapia 3x por semana, por 12 semanas (Após a retirada dos pontos de sutura, na 3ª semana pós-operatória) TRATAMENTO CIRÚRGICO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO OBJETIVOS: • Ganhar ADM; • Favorecer a postura simétrica; • Orientar os familiares. TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO CONDUTA: • Alongamento, Liberação Miofascial, Mobilização Passiva, Mobilização ativa- assistida, estimulação para que o bebê a incline a cabeça para ambos lados voluntariamente. • Orientação para que os familiares estimule a criança a movimentar o pescoço de forma mais simétrica. • Brincar com o bebe posicionando os brinquedos para o lado que ele tem dificuldade; • No berço > DV para o bebe realizar extensão de pescoço TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO CINESIOTERAPIA: Em DD, estimule o bebê olhar para os dois ombros. Em DD, suavemente procure manter a cabeça na posição máxima que ele estiver conseguindo rodar. Mantenha por 10 a 15 segundos (3x/5x); Em DV, estimule a criança fazer a extensão de cabeça ativamente; Com o tratamento fisioterapêutico, 90 a 95% das crianças melhoram antes do primeiro ano de vida e 97% dos pacientes melhoram se o tratamento for iniciado antes dos primeiros seis meses. Quando o tratamento fisioterapêutico é tardio, os pacientes podem apresentar complicações como escolioses cervicais e/ou torácicas compensatórias e dores crônicas. TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO 5- OSTEOPOROSE A osteoporose é uma doença sistêmica progressiva caracterizada por diminuição da massa óssea e deterioração da microarquitetura, levando à fragilidade do osso e aumentando o risco de fraturas. OSTEOPOROSE Segundo a Organização Mundial de Saúde por todo planeta, 1 em cada 3 mulheres com mais de 50 anos sofrerão fraturas osteoporóticas, assim como 1 em cada 5 homens com mais de 50 anos. OSTEOPOROSE O diagnóstico e planejamento terapêutico são baseados na densitometria óssea e na dosagem laboratorial dos marcadores de formação e reabsorção óssea. OSTEOPOROSE Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) , os critérios para diagnóstico da osteoporose de acordo com a Densidade Mineral Óssea (DMO) são: Normal: o valor daDMO encontra-se até -1,0 desvio padrão. Osteopenia: o valor da DMO encontra-se entre -1,0 e - 2,5 desvio-padrão. Osteoporose: o valor da DMO está abaixo de -2,5 desvios-padrão da normalidade. Osteoporose estabelecida: (fraturas): o valor da DMO está abaixo de -2,5 desvios-padrão na presença de uma ou mais fraturas por fragilidade óssea. Desvio-padrão= variável utilizada para risco de fratura. Nosso corpo é constituído 3 tipos de células que são responsáveis pela formação, regulação e reabsorção da estrutura óssea. OSTEOPOROSE Osteoblastos: são células novas que formam a estrutura óssea; Osteócitos: são células maduras que regulam a quantidade de minerais (Cálcio) no tecido ósseo; Osteoclastos: reabsorvem as células “gastas e velhas”. OSTEOPOROSE HOMEOSTASE OSTEOPOROSE Entretanto existem fatores que podem interferir neste equilíbrio, quando isto ocorre atingindo a função dos osteócitos pode levar a uma diminuição considerável na quantidade de Cálcio do osso, recebendo o nome de osteopenia. A OSTEOPENIA é, portanto a diminuição de densidade mineral óssea, causada pela perda de cálcio, podendo ter, como consequência, a OSTEOPOROSE. Osteoporose Primária - Tipo I: pós menopausa - Tipo II: senil Osteoporose Secundária - Doenças crônicas - Medicamentos, fumo, álcool Como em outras patologias, o diagnóstico da osteoporose é feito pela história clínica, exame físico e exames subsidiários. Geralmente a osteoporose é pouco sintomática, às vezes só se manifesta por uma fratura. FRATURAS OSTEOPORÓTICAS Podem ocorrer em qualquer osso, porém mais frequentemente acometem os ossos do quadril, coluna, punho e costelas. CAIU E QUEBROU? OU QUEBROU E CAIU? FRATURAS NA COLUNA COMPLICAÇÕES FRATURAS VERTEBRAIS Dor residual; Diminuição da altura dos corpos vertebrais e cifose; Doença pulmonar crônica; (múltiplas fraturas torácicas) Dor e distensão abdominal; (fratura lombar) Redução do apetite; TRATAMENTO OSTEOPOROSE EXERCÍCIOS SEM/BAIXO IMPACTO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • Acesso dia: 18/10/2021, disponível em: https://www.prmjournal.org/article/10.4322/prmj.2020.005/pdf/prmjournal-4-e48.pdf •BIER et al; Relationship between balance, nutritional status and flat feet in children aged 4 to 5 years enrolled in a teaching institution in the city of Manaus/AM •TÂNIA MOTA; A importância da Fisioterapia no tratamento do Torcicolo Muscular Congénito- Uma Revisão da literatura •Acesso dia 24/10/2021, disponível em: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/58719 https://www.prmjournal.org/article/10.4322/prmj.2020.005/pdf/prmjournal-4-e48.pdf https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/58719