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Anatomia
Anatomia
• Camadas:
1.Mucosa
2.Submucosa
3.Muscular
4Serosa 
1. Enterotomia: abertura da alça 
intestinal, com subsequente enterorrafia
2. Enterectomia:* retirada de uma 
porção da alça intestinal, com 
subsequente anastomose intestinal.
3. Tiflectomia: *ressecção cecal
4. Colotomia; Colectomia total ou subtotal. 
(*ressecção, retirada, excisão, extirpação)
Considerações
Cães: intestino tem cerca de 5X o 
comprimento do corpo.
80% é ID (D, J, I Válvula íleo cecal 
separa do IG ( outra pop bacteriana)
Ducto biliar comum e pancreático estão 
na porção inicial do duodeno
 Jejuno é a porção mais longo e móvel
Considerações
• mucosa, submucosa, muscular e serosa
• Camada forte: submucosa(vasos sg, linf, 
nervos)
• A sutura deve incluir a submucosa
ENTEROTOMIA/enterectomia
 INDICAÇÕES
Obstrução: corpo estranho (*linear)
Intussuscepção/torção
Perfurações (c e intestinal, *mordeduras)
Diagnóstico 
Anamnese, sinais, palpação, US, RX, 
endoscopia
CHOQUE!
Enterotomia
Acesso
Laparotomia mediana (pré, retro ou pré-
retro)
Acessos à cavidade abdonimal
Acessos à cavidade abdonimal
MACHO CÃO
• INSERIR TABELA COM TERMOS 
SEMIOLÓGICOS RELACIONADOS A 
Digestório
DIAGNÓSTICO
• 1.SINAIS CLÍNICOS
O que interfere com a gravidade dos sinais?
Estado paciente antes
Tipo de corpo estranho 
Tempo de ingestão
Tratamentos anteriores
Suporte nutricional
• 2.EXAME CLÍNICO:TGI , febre esta presente?
• 3.EXAMES AUXILIARES
Dor abdominal – posição de alívio ou de “prece’
ENTEROTOMIA OU ECTOMIA?
Critérios usados para avaliar a alça 
intestinal:
Coloração intestinal(rósea até azulada)
Textura da parede(íntegra, friável)
Presença de peristaltismo
Sangramento ao corte
www.cveterinariaalonsomartinez.es
http://www.cveterinariaalonsomartinez.es/es/noticias-detalle/enterotomia-tras-ingestion-de-cuerpo-extrano/
Enterotomia primeira incisão com bisturi
Enterotomia ampliar com tesoura
Theresa W. Fossum Tobias e Johnston
Theresa W. Fossum
Sutura : enterorrafia
Critérios usados para avaliar a alça 
intestinal:
1.Coloração intestinal (rósea até azulada)
2.Textura da parede (íntegra, friável)
3.Presença de peristaltismo
4.Sangramento ao corte
Enterectomia e Anastomose 
Theresa W. Fossum
Tobias e Johnston
Avaliação de alça= segmento que será 
retirado
Exposição de alça
Exposição de alça
Exposição de alça
Exposição de alça
Exposição de alça
Theresa W. Fossum
Biópsia intestinal
Intussuscepto intussuscipiente
Excisão da alça
Orientação das suturas
Retirando bordas evertidas para anastomose
ALÇAS COM DIÂMETROS DIFERENTES
Theresa W. Fossum
Tobias e Johnston
Tobias e Johnston
• ENTERORRAFIA
preferencialmente 
monofilamentares absorvíveis
polidioxanona PDS®
poligliconato Maxon®
multifilamentar absorvíveis
Poliglactina 910 vicryl®
Ácido Poliglicólico dexon ®
Numeração: 3-0 até 4-0
Omentalização!
Sutura inicia-se pelos pontos cardeais
Anastomose concluída
Anastomose concluída
Suturando o mesentério
Omentalização pq?
ENTEROANASTOMOSE
Planos:
1 único incluindo todas as camadas
Ou
2 planos :
Primeiro incluindo :
Mucosa e submucosa
Segundo plano incluindo:
Muscular e serosa
COMO AVALIAR A ENTERORRAFIA OU 
ENTEROANASTOMOSE???
• 1. concluída a sutura a mucosa não pode ser 
visível
• 2. o fio usado não pode cortar o tecido onde 
está sendo aplicado
• 3 ao “ordenharmos” a alça em direção a região 
suturada não pode ocorrer extravasamento de 
conteúdo
NÃO ESQUECER
após momento séptico/contaminado
• Troca de luvas
• Troca de material
Pós operatório
Monitora o paciente: como?
Analgésicos
Antibióticos
Fluidoterapia
VO
Água (8 – 12h)
Alimento (12 – 24h) – Pobre em gordura
48 – 72h – reintrodução alimentar
PERITONITE
Complicações
• Choque
• Extravazamento
• Ileo paralítico
• Deiscência
• Perfuração
 Peritonite
 Estenose
 Síndrome do Int. 
Curto
 Recorrência 
 Morte
Considerações finais
• Animais jovens
– Infestações parasitarias
– Gastroenterites
– Intussucepção: CE
• Animais idosos
– Retardo na cicatrização
COMPLICAÇÕES
Imediatas e tardias
Deiscência da sutura e peritonite 
Choque septicêmico
Ileo paralítico
Peritonite química: lavagem; 
física:gazes/compressas
Estenose
Síndrome do intestino curto
Manejo alimentar pós-operatório
Água 8-12 h pós recuperação anestésica
Sem vômito ou sinais de desconforto 
abdominal: sólido 12 a 24 h pós 
cirurgia.
 Desconforto abdonimal presente?????
•  alimentação e movimentação (caminhar) 
diminui a probabilidade de íleo paralítico!
Avaliar
• clinicamente 
• e laboratorialmente o paciente nas primeiras 
74 horas !!!!!!! 
• COMO???
ATB(antibiótico): continuar por 72 horas 
após a cirurgia reavaliar
AIN(antiinflamatório): avaliar necessidade , 
máximo por 3 dias !!!!
• Opióides?
SÍNDROME DO INTESTINO CURTO
Definição
Manifestações clínicas de comprometimento da 
função intestinal em virtude de ressecção 
cirúrgica de porção intestinal superior ou igual 
a 70 % .
porém de paciente que apresentava severa 
desnutrição, desequilíbrio hidroeletrolítico e 
doenças concomitantes antes da realização do 
procedimento de ressecção.
Síndrome do intestino curto
SINAIS
Diarréia 
Desnutrição
Perda de peso
Pêlos quebradiços
Doenças oportunistas
Síndrome do intestino curto
TRATAMENTOS
1.Individual e modificado conforme evolução
2.Suporte nutricional até adaptação intestinal: ?
3.Hidratação, 
4.Comida altamente digerível várias vezes (rações 
comerciais)
5. antibióticoterapia
Síndrome do intestino curto
Prognóstico
1.Da condição pré-operatória
2.Depende da extensão da ressecção
3.Da retirada da valvúla ileo-cecal
4.Dos cuidados pré-operatórios

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