Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

MANEJO DE PORCAS GESTANTES
● Objetivos do manejo durante o período de gestação:
○ Garantir maior sobrevivência embrionária;
○ Garantir o crescimento corporal (marrãs, primíparas e secundíparas);
○ Recompor as reservas corporais mobilizadas na lactação anterior;
○ Garantir o desenvolvimento das glândulas mamárias;
○ Garantir o desenvolvimento dos fetos (peso ao nascer).
● Reconhecimento materno da gestação:
○ No início da gestação, o embrião deve sinalizar sua presença ao sistema
materno: manutenção dos corpos lúteos.
○ Ligação do embrião à mucosa uterina, iniciando a formação da placenta:
■ 12º dia de gestação;
■ Produção de estrógenos conceptos;
■ Redirecionamento PGF2α;
■ Requer 4-5 embriões viáveis.
○ Um segundo pico de produção de estrógeno até o 28º dia de
gestação.
● Fases da gestação da porca:
● Nutrição na primeira fase da gestação:
○ Fase inicial da gestação (primeiro terço):
■ Ligação embrio-maternal;
■ Início da formação da placenta e anexos fetais;
■ Período crítico para a sobrevivência embrionária;
■ Início miogênese embrionária;
■ Subnutrição/supernutrição podem ser prejudiciais.
■ Níveis muito baixos de consumo/ restrição alimentar;
● Menor aporte de aminoácidos funcionais (arginina,
prolina, glutamina);
● Impactos negativo: na angiogênese placentária, no
crescimento placentário e fetal;
● Menor transferência de nutrientes e oxigênio mãe-feto;
● Menor concentração de progesterona.
○ Efeito da suplementação de arginina durante os primeiros 30 dias de
gestação no desempenho reprodutivo de leitoas e porcas:
○ Efeito da suplementação da ração de porcas com L-arginina HCl
durante o terço final de gestação no desempenho reprodutivo:
○ Progesterona: essencial para o estabelecimento e manutenção da
gestação.
○ Progesterona: essencial para o estabelecimento e manutenção da
gestação:
○ Fase inicial da gestação (primeiro terço):
■ Níveis elevados de consumo:
● Aumento do fluxo sanguíneo: catabolismo hepático da
progesterona;
● Redução da concentração de progesterona plasmática;
● Menor sobrevivência embrionária
● Segunda fase da gestação:
○ Condição corporal determina o plano nutricional na segunda fase da
gestação.
○ Alimentação individualizada:
■ Evitar!
■ Matrizes muito magras:
● Perda excessiva de peso na lactação;
● Maior intervalo desmame/cio;
● Menor taxa de concepção;
● Menor tamanho da leitegada seguinte;
● Maior susceptibilidade a fraturas e lesões.
○ Alimentação na segunda fase da gestação:
■ Evitar:
■ Matrizes muito gordas:
● Maior dificuldade no parto;
● Maior número de leitões natimortos:
● Maior perda de leitões por esmagamento;
● Menor consumo de ração pelas porcas;
● Menor produção de leite;
● Maior sensibilidade ao estresse por calor.
○ O manejo alimentar durante a gestação pode influenciar no
desempenho da lactação?
○ Consumo de alimento na gestação e variação de peso de porcas na
lactação:
○ Redução do consumo de ração na lactação de porcas com alto nível
de gordura corporal ao parto:
■ Turnover da gordura corporal;
■ Níveis de leptina e insulina no sangue e no fluido
cérebro-espinhal;
■ Resistência à insulina e intolerância à glicose.
● Desafio: monitorar a condição corporal das porcas gestantes:
○ Para fazer ajustes;
○ Como isso é feito?
○ Escore da condição corporal de porcas e alimentação na gestação:
■ De 1 a 5;
■ Imagem de ajuste de alimento dos animais.
■ A avaliação de escore corporal pode não ser eficiente por ser
subjetiva, cada pessoa vê de uma forma. Por isso, é importante
padronizar e não rotacionar funcionários responsáveis pelo escore.
● Problemas associados ao sistema de escore corporal:
○ O escore de condição corporal e a espessura de toucinho apresentam
baixíssima associação;
○ É dependente da opinião pessoal dos avaliadores e os padrões podem
mudar com o tempo;
○ É uma medida indireta da espessura de toucinho, ocorrendo erros devido ao
tamanho e a forma da matriz;
○ Não há base científica para definição de nível de alimentação em função do
escore de condição corporal.
● Relação entre escore e espessura de toucinho.
● Monitorando a condição corporal das porcas gestantes:
○ Necessidade de monitorar a condição corporal de forma mais acurada;
○ Medindo a espessura do toucinho.
● Relação entre escore corporal e espessura de toucinho no ponto P2 de porcas
gestantes.
● Avaliação do escore corporal com caliper:
● Monitorando a condição corporal das porcas gestantes:
○ Necessidade de monitorar a condição corporal de forma mais acurada:
■ Uso de ultrassom → mais específico para medição da espessura do
toucinho;
■ Escore corporal x espessura de toucinho.
● Problemas associados ao sistema de escore corporal:
● Problemas associados ao sistema de escore corporal
● Alimentação individualizada:
○ Quando as porcas são alojadas individualmente, a alimentação pode ser
controlada e gerenciada com mais precisão para cada animal
individualmente.
● Gestação com baias coletivas
○ Manter os animais em gaiola até o 28 dia de gestação. Fase de
reconhecimento materno e implantação embrionária, importante ter mais
cuidado com os animais nessa fase;
○ A partir de 2013 todas as matrizes suínas devem ser alojadas coletivamente;
○ Permite que sejam alojadas em gaiolas individuais até o 28 dia de gestação.
○ Diretiva 2008/120/CE:
■ A partir de 2013 todas as matrizes suínas devem ser alojadas
coletivamente;
■ Permite o alojamento em gaiolas até o 28º dia de gestação e na
última semana.
● Tipos de grupos de fêmeas no alojamento coletivo:
○ Grupos estáticos:
■ Fêmeas de mesma idade gestacional;
■ Sem incorporação de novas matrizes durante toda a gestação;
■ Fornecimento de ração principalmente manual;
■ Ingestão varia segundo a hierarquia dos animais;
■ Possibilidade de adoção do manejo “todos dentro- todos fora”;
■ Grupos pequenos (máximo 20 indivíduos);
■ Menor incidência de lesões;
■ Desafio: manutenção do escore corporal.
○ Mini box:
■ Ração fornecida em comedouros lineares;
■ Divisórias individuais metálicas;
■ Maior uniformidade na alimentação entre as fêmeas;
■ Minibox com 45 a 50cm de largura;
■ Possibilidade melhor controle corporal.
○ Grupos dinâmicos:
■ Fêmeas em diferentes períodos gestacionais;
■ Permite a formação de grupos grandes (até 240 fêmeas);
■ Requer equipamentos de alimentação eletrônica;
■ Constante alteração de hierarquia;
■ Desafio: controle da agressividade;
● Sistemas com alimentação eletrônica (ESF- Eletronic sow feeder):
○ Chip eletrônico aplicado na orelha do animal;
○ Ração fornecida individualmente: período da gestação, estado corporal e
ordem de parto;
○ Modelo para produção em maior escala;
○ Sistema de grupos dinâmicos;
○ Disputa na entrada do comedouro: agressões.
○ Desafio (ESF): treinar os animais a entrar e se alimentar na máquina;
○ Treinamento etapa essencial para garantir o sucesso da implantação do
sistema;
○ Baia de treinamento de leitoas:
○ Presença de luz na frente do comedouro:
○ Ausência de luz na frente do comedouro:
● Principais falhas observadas nos sistemas coletivos:
○ Falta ou má qualidade de treinamento das leitoas nos sistemas de
alimentação eletrônicos;
○ Falta de checagem e atendimento individualizado das fêmeas que não estão
consumindo ração;
○ Falta de inspeção diária dos grupos e tomada de ações corretivas com os
animais que apresentam problemas;
○ Falta de manutenção dos equipamentos eletrônicos;
○ Densidade inadequada das baias de alojamento (superlotação);
○ Falta de um número suficiente de baias hospital para alocar as fêmeas com
problemas e que não podem permanecer nas baias coletivas;
○ Pisos de má qualidade ou com necessidade de manutenção;
○ Falha na detecção de retorno ao estro, resultando na identificação tardia de
porcas vazias;
○ Falha na manutenção da saúde dos cascos dos animais.
● Gestação em baias coletivas X cela individual:
● Terceira fase da gestação:
● Efeito do tamanho da leitegada nas características dos leitões ao nascimento:
● Por quê em grandes leitegadas ocorrem maiores chances de nascerem leitõesleves
e leitegadas desuniformes?
● Nutrição materna durante a gestação como oportunidade para melhorar peso e
uniformidade da leitegada ao nascimento:
● Recomendações:
○ Programa alimentar diferenciado segundo a ordem de parto e fases da
gestação;
○ Acompanhar a condição corporal por meio da espessura de toucinho e da
estimativa de peso;
○ Alimentar segundo a condição corporal da porca;
○ Utilizar ração de pré-lactação;
○ Água de boa qualidade à vontade.
MANEJO DE PORCAS NA MATERNIDADE
● Objetivos do manejo de porcas lactantes:
○ Garantir maior número de leitões ao desmame;
○ Garantir leitões mais pesados ao desmame;
○ Evitar desgaste corporal excessivo da porca;
○ Retorno mais rápido da fêmea à vida reprodutiva no pós-desmame;
○ Evitar queda do desempenho produtivo no parto seguinte.
● Trabalhando o estado catabólico da matriz lactante;
○ No sistema de produção:
■ Animais podem perder peso? até quando?
■ Manter ou ganhar peso é interessante?
■ Empurrar ração nas fêmeas → manter elas de pé para que elas
consumam comida. Aumenta consumo, aumenta custo de mantença
desses animais e aumenta descartes por problemas locomotores;
■ Existem limites para perder peso, mas não é um problema. Tem que
deixar o animal mobilizar peso;
■ Importante trabalhar o catabolismo a favor da produção.
● Perda de proteína na lactação e características ovarianas de porcas em lactação;
○ Mobilização de no máximo 9% para que não interfira no idc;
○ Fêmeas de primeiro- segundo parto de 4-5%
● Sobrevivência embrionária em fêmeas gestantes com diferentes perdas de peso na
lactação anterior:
● Desafio: avaliar perda de peso na lactação
○ Não é bem um desafio pois a balança fica no corredor que o animal passa;
○ É importante a pesagem;
○ A perda de proteína é mais importante que a perda de gordura corporal;
● Efeito do calor sobre a porca:
○ Acima da temperatura crítica máxima (22ºC), as porcas em lactação
manifestam alterações metabólicas, fisiológicas e comportamentais com o
objetivo de manter a homeotermia;
○ Diminuir a produção de calor decorrente do ajuste do
consumo é um mecanismo essencial para manter a
temperatura corporal dentro de uma faixa fisiológica
segura;
○ Faixa termoneutra porca em lac → 18 a 22º;
○ O que podemos fazer para minimizar o estresse por
calor em condições corporais?
■ Ajustes nutricionais:
● Fornecer ração em momentos mais frescos do dia para
incentivar o consumo;
● Composição da ração: de verão e de inverno, sendo a de
inverno diluída nutricionalmente e a de verão concentrada
nutricionalmente
■ Ambientais;
■ Termo-tolerância genética.
○ Trabalhar para diminuir carga termogênica → ração com baixos teores de
fibra
● O que podemos fazer em condições tropicais:
○ Ajustes nutricionais;
○ Ajustes ambientais;
○ Termo-tolerância genética.
● Ajustes nutricionais:
○ Em condições tropicais:
■ Desafio: diminuição do consumo e não atendimento das exigências
nutricionais e consequente menor desempenho.
○ Primeira temperatura permite dissipação do calor, mantendo consumo de
ração;
○ Pro animal produzir mais leite, ele tem que conseguir dissipar boa quantidade
de calor;
○ Manejo alimentar: horário de fornecimento da dieta:
■ Fornecimento de ração nas horas mais frescas do dia → favorecer o
aumento de consumo de alimento no calor.
○ Manipulação da composição da ração: ração de verão e de inverno:
■ Ração de verão: concentrada nutricionalmente;
■ Ração de inverno: diluída nutricionalmente.
■ Alteração ocorre em valores percentuais da composição da dieta e
não no consumo em gramas por dia;
■ Ajuste de todos os nutrientes da ração;
■ Manipulação da composição da dieta: ração de verão e inverno:
ajustando o consumo de nutrientes de porcas em lactação.
○ Para atender diferentes quantidades de lisina, varia quantidades de milho e
soja na ração;
○ Nos ajustes nutricionais, ir reduzindo excessos e suplementando aa puros.
○ Redução da proteína com suplementação….
■ Fazer cálculo das relações dos aminoácidos na hora de ajustar para
ter a quantidade correta de todos reduzindo custo da ração e carga
termogênica e aumentando suplementação.
○ Desmamar leitão pesado → regula temperatura, faz resfriamento de piso…
etc;
○ Manipulação da composição da dieta: redução da carga termogênica:
■ Carga termogênica (incremento de calor da dieta): pode ser definido
como o calor liberado pelos processos de digestão, absorção e
metabolismo.
■ Manipulação do teor de fibra → queda no teor de fibra = queda IC.
■ Redução da PB → Inclusão de aminoácidos industriais na ração.
● Recomendações:
○ Propiciar instalações e ambiente térmico adequados;
○ Aferição diária dos bebedouros e comedouros na sala de maternidade;
○ Dar assistência à fêmea e aos leitões durante o parto;
○ Avaliação diária da saúde das porcas durante a lactação;
○ Estimular o consumo de ração: horas mais frescas do dia, molhar a ração,
mais tratos diários;
○ Retirar diariamente a ração velha (fermentada) do cocho das porcas;
○ Se possível, mensurar o consumo de ração das porcas;
○ Levar em consideração a perda de peso da porca;
○ Fazer ajustes nutricionais nas rações de acordo com a época do ano;
○ Água de boa qualidade à vontade.
MANEJO DE LEITÕES NA MATERNIDADE
● Assistência ao parto:
○ Qual a sequência de atendimento ao parto?
○ Acompanhamento da fêmea quanto aos sintomas de parto:
■ Observação do complexo mamário;
■ Observação da vulva;
■ Observações comportamentais;
■ As avaliações acima devem ser realizadas para que se tenha uma
orientação da proximidade do parto.
● Intervenções durante o parto:
○ Parto iniciou e parou→ há contração → muda matriz de posição, faz
massagem no abdômen do animal. Se faz isso e mesmo assim não nasce
animal em 20-30min → faz o toque;
○ Não há contração → massagem no abdômen e no aparelho mamário.
● Sinais que antecedem o parto:
○ Alterações no complexo mamário:
■ Aumento de volume última semana: glândulas individualmente
delineadas;
■ Edema mais acentuado (turgidez) 24h antes do início da expulsão
dos fetos;
■ Formação de secreção láctea;
■ Secreção de leite:
● Em gotas: 12h antes do início do parto;
● Em jatos: 6 horas antes da expulsão do primeiro leitão.
○ Alterações da vulva:
■ Edema e hiperemia vulvar: 3 a 4 dias antes do parto;
■ Liberação de pequena porção de fluído contendo sangue: 1 a 2h
antes.
○ Alterações comportamentais:
■ 24h antes:
● Agitação, deita e levanta com frequência;
● Redução do apetite e tentativas de urinar e defecar mais
frequentes.
■ 12h antes:
● Sinais de preparação do ninho;
● Deita e começa a esticar e contrair os membros posteriores
em direção ao abdômen: 1 a 2 horas antes.
● Assistência ao parto:
○ Qual a sequência de atendimento ao parto?
■ Anotação da hora de início do parto:
● Importante para que se possa tomar a decisão mais correta
em caso de demora do nascimento do primeiro leitão;
■ Anotação da hora de nascimento de cada leitão:
● Ficha individual de acompanhamento de parto;
● Importante para determinar a necessidade de intervir no parto
em relação ao tempo decorrido do nascimento do último leitão.
● Intervenções durante o parto:
○ O parto teve início → nasce leitão → Marcar na ficha a hora e tipo de leitão
(vivo, natimorto, mumificado);
○ O parto se iniciou e não teve continuidade → não nasce leitão em +/- 20-30
min: há ou não contração?
■ Há contração → mudar a matriz de posição. Fazer massagem
abdominal → não nasce leitão em +/- 20-30 min → realizar o toque →
marcar na ficha a hora e o tipo de leitão (vivo, nat, mum);
■ Não há contração → Fazer massagem abdominal e no aparelho
mamário → nasce leitão em +/- 20-30 minutos → marcar na ficha a
hora e tipo de leitão (vivo, nat, mum);
■ Não há contração → fazer massagem abdominal e no aparelho
mamário → não nasce leitão em +/-20-30 min → aplicar ocitocina →
nasce leitão em +/- 10 minutos → marcar na ficha a hora e tipo de
leitão (vivo, nat, mum);
■ Não há contração → fazer massagem abdominal e no aparelho
mamário → não nasce leitão em +/- 20-30 min → aplicarocitocina →
não nasce leitão em +/-10 min → realizar o toque.
● Manejo e cuidados com os leitões na maternidade
○ Temperatura do útero flutua entre 39 e 40º;
○ Após o nascimento cai para 34 - 35º;
○ Animais vulneráveis à hipotermia, principal causa de mortalidade neonatal.
Animais precisam de cuidados para evitar hipotermia;
○ Enxugar os animais é importante. Os leitões devem ser limpos e secos à
medida que vão nascendo. Usamos pó secante ou toalha de papel;
○ Iniciar a secagem pela cabeça, retirando toda a secreção da boca e narinas
para facilitar a respiração; cuidado ao usar o pó neste procedimento, pois a
aspiração é indesejável;
○ Proceder a secagem por todo o corpo do leitão, iniciando da cabeça para o
restante do corpo;
○ O objetivo é remover o líquido fetal de membranas para evitar sufocamento;
○ Com o animal já no colo para secar, faz o nó com cordão de algodão
embebido em solução desinfetante a 3 cm da base, corta;
○ Após amarrar, mergulhar em solução desinfetante, acondicionada em
recipiente fechado e com capacidade para pequenos volumes → obriga a
troca constante da solução;
○ Lavar o frasco interna e externamente a cada recoloração da solução,
evitando assim o acúmulo de sujeira.
○ Orientar as primeiras mamadas:
■ Termorregulação;
■ Fornecimento de energia e nutrientes (lipídios, lactose, carboidratos,
proteínas);
■ Maturação e desenvolvimento do epitélio intestinal (insulina, IGF-I,
EGF, TGF);
■ Reforçar a ligação mãe e leitões e induzir o sono dos leitões.
○ Frio:
■ Maior susceptibilidade às infecções;
■ Predisposição à morte por esmagamento.
○ O umbigo pode servir de entrada para bactérias causadoras de infecção
localizada ou generalizada;
○ Numerar o leitão para ter controle deles e garantir que todos recebam o
colostro da forma correta. Orientar as mamadas de animais que nascem
depois. Numerar para saber quem mamou ou não;
○ Todos os animais, inclusive os maiores, devem ser direcionados ao aparelho
mamário e colocados na teta para mamar.
○ Produção de colostro independe da sucção, animal produz de acordo com a
eficiência dele;
○ Quanto mais aumenta a ingestão de colostro, aumenta a temperatura retal →
digestão produz calor;
○ Animais que nascem por último ficam no prejuízo em relação ao
fornecimento de imunoglobulinas do colostro;
○ Após colostragem animais são colocados no escamoteador;
○ 3 dias de idade- corte do terço final da cauda → faz de modo a evitar
caudofagia;
■ Faz desbaste dos dentes;
■ A caudectomia é uma ação realizada como medida preventiva à
caudofagia entre os leitões;
■ A caudofagia ocorre principalmente nas fases de crescimento e
terminação;
■ A mordida na cauda pode ser 7 vezes mais dolorosa que a retirada do
terço final no 1º dia de vida.
■ Realizar corte da cauda no primeiro dia de vida;
■ Usar aparelho que permita cortar e cauterizar ao mesmo tempo →
previne sangramento e promove cicatrização mais rápida do tecido;
■ Realizar a correta desinfecção do local;
○ Desbaste dos dentes:
■ Usar aparelho desgastador, evitando alicates ou qualquer outra
ferramenta;
■ Desgastar apenas o terço superior do dente, tomando cuidado para
não atingir o canal dentário e não lesar a língua, gengiva e lábios;
■ Deve ser feito após garantia da ingestão adequada do colostro;
■ Definir entre realizar em todas as leitegadas ou apenas nas
leitegadas onde aparecem as lesões na fêmea e nos leitões;
■ Usar aparelho desgastador, evitando alicates ou qualquer outra
ferramenta;
■ Desgastar apenas o terço superior do dente, tomando cuidado para
não atingir o canal dentário e não lesar a lingua, a gengiva e os
lábios.
○ Aplicação de ferro:
■ Medicação contra anemia ferropriva:
● Leitões nascem com baixa reseva de Fe;
● Leite da porca é deificiente em Fe;
● Nenhum contato com solo;
● Fe injetável → 200mg no terceiro dia de vida.
● O que fazer quando o número de leitões nascidos ultrapassa a capacidade de
amamentação da porca? Uniformização da leitegada:
○ Transferência de leitões de leitegadas numerosas para as menos numerosas;
○ Ou formação de leitegadas com leitões de peso similar;
○ Garantir aporte adequado de colostro da mãe biológica antes da
transferência;
○ Não realiza a transferência após 48 h de vida (não era antes?);
○ Deixar com a mãe biológica a maior quantidade possível de leitões
biológicos;
○ Formar leitegadas de pequenos, pequenos/médios e médios/grandes
○ 7-10 dias →Leva animais mais velhos para o berçário → já tiveram o
suficiente de alimentação e colostro: funciona bem se a dieta for de
qualidade;
○ Castração dos leitões machos com objetivo de evitar a venda de carne com
odor e sabor desagradáveis;
■ Imunocastração:
● A vacina para imunocastração atua como uma vacina classica,
pela imunização, e sem atividade hormonal ou farmacológica;
● A vacina estimula o sistema imune do suíno a produzir
anticorpos contra seu GnRF natural;
● Produzindo, assim, a castração imunológica temporária para
prevenir o odor de macho inteiro;
● A neutralização do GnRF também resulta em uma supressão
temporária da função testicular e dos sinais associados com a
maturidade sexual;
● Os compostos do odor de macho inteiro (androsterona e
escatol) já presentes no suíno antes da vacinação são
rapidamente metabolizados e eliminados do organismo;
● A segunda dose produz altos níveis de anticorpos anti-GnRF
que neutralizam o GnRF natural do animal e temporariamente
inibem a função testicular;
● Sem LH e FSH os testículos não são estimulados a produzir
testosterona e androsterona;
● Sem a presença da androsterona o fígado recupera a
capacidade normal de eliminar o ESCATOL.
○ Benefícios da imunocastração:
■ Melhora o bem estar dos leitões, principalmente com a eliminação da
dor;
■ Diminui a manipulação dos leitões, reduzindo o estresse;
■ Reduz as infecções, que ocasionalmente podem ocorrer após a
castração cirúrgica;
■ Contribui para reduzir o impacto ambiental causado pelos dejetos;
■ Aumenta a produtividade e qualidade da carcaça
○ Vantagens do desmame precoce:
■ Melhor aproveitamento das instalações;
■ Maior número de leitões/porca/ano.
■ Menor número de DNP/fêmea;
■ Menor consumo de ração de lactação.
○ Desvantagens:
■ Maior estresse nos animais;
■ Maior susceptibilidade a doenças;
■ Maior queda no desempenho após o desmame;
■ Necessidade de ingredientes complexos;
■ Maior necessidade de antibióticos, aditivos.