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Antes: Sepse Infecção suspeita ou confirmada, sem disfunção orgânica, de forma independente da presença de sinais de SRIS. Antes: Sepse Grave Infecção suspeita ou confirmada associada a disfunção orgânica, de forma independente da presença de sinais de SRIS. Choque séptico Sepse que evoluiu com hipotensão não corrigida com reposição volêmica (PAM ≤65 mmHg), de forma independente de alterações de lactato. CHOQUE SÉPTICO CHOQUE SÉPTICO SEPSE INFECÇÃO SEM DISFUNÇÃO Annie, Eduardo, Hanna, Marcus, Mª Eduarda Alencar, Shara SRIS Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica Resposta aberrante/desregulada do hospedeiro + disfunção de órgãos Fatores patógenos + Fatores hospedeiros NEM TODA INFECÇÃO É SEPSE! FISIOPATOLOGIA DA SEPSE PALAVRAS CHAVE Sepse INFECÇÃO Disfunção orgânica Fatal Resposta desregulada Infecção Infecção Resposta local Sistêmica (exacerbação) Choque séptico DMO (Disfunção Múltipla de Órgãos)MORTE Estado de hipoperfusão tecidual devido a uma má distribuição sanguínea ↑ Dilatação ↓ Pressão ↑Débito Cardíaco Vasodilatação periférica associada a resistência vascular sistêmica O aumento da permeabilidade capilar contribui para a diminuição da entrega de oxigênio Diminuição do Débito Cardíaca devido ao alto esforço de demanda , resultando em quadro de hipotensão O estado de hipoperfusão conduz a uma perfusão tissular inadequada, lesão, morte celular FISIOPATOLOGIA DO CHOQUE SÉPTICO FASE FINAL DO CHOQUE INÍCIO DO CHOQUE DEFINIÇÃO INSTABILIDADE CAPILAR É causado por uma infecção, seja ela víral, bacteriana, fúngica ou por protozoários. Pneumonia Infecção do Trato Urinário Infecção Abdominal O uso prolongado de dispositivos invasivos é uma porta de entrada para os agentes infecciosos. PRINCIPAIS CAUSAS FOCOS INFECCIOSOS do débito urinário dos níveis de ureia e creatinina > 2,0 mg/dL Isquemia Renal dos ruídos hidroaéreos do peristaltismo do funcionamento intestinal Translocação bacteriana Encefalopatia Séptica: do Nível de Consciência Sinais neurológicos focais Mioclonias Convulsões MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Sonolência Confusão Agitação Edema intersticial Áreas de shunt Hipertensão pulmonar Aumento do esforço respiratório Hipoxemia SpO2 < 94% Hipertermia > 38,3ºC Hipotensão arterial < 65mmHg Taquicardia >100 bpm Taquipneia >20 irpm Hipotensão arterial Baixas pressões de enchimento Baixa resistência vascular sistêmica da pressão da artéria pulmonar do débito cardíaco Hiperbilirrubinemia > 2,0 mg/dL Alargamento do tempo de atividade da protrombina (TAP) MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Hiperglicemia Resistência a insulina Sangramentos Episódios trombóticos PERFIL HEMODINÂMICO E CLÍNICO Alterações Mentais Confusão, inquietação, irritabilidade, delírio Manifestações Cutâneas Pele quente, ruborizada Frequência Cardíaca Taquicardia Padrão Respiratório > 20 irpm; hiperventilação Temperatura Corporal Febre, calafrios Perfil Hemodinâmico PA normal; diminuição da resistência vascular sistêmica, débito cardíaco elevado, SO² > 75% FASE HIPERDINÂMICA PERFIL HEMODINÂMICO E CLÍNICO Alterações Mentais Diminuição do nível de consciência Manifestações Cutâneas Pele fria, pegajosa e pálida Frequência Cardíaca Taquicardia + pulso filiforme Padrão Respiratório Taquipneia; acidose metabólica Perfil Hemodinâmico Hipotensão arterial, resistência vascular sistêmica diminúida, débito cardíaco diminui FASE HIPODINÂMICA SOLUÇÕES DO PROBLEMA CHOQUE SÉPTICO Antibióticoterapia Reposição volêmica com cirstaloides (30ml/Kg) Pressão Arterial Média (PAM) em 65 mmHg uso de vasopressores Para auxiliar na fixação do conteúdo, acesse o QR Code. REFERÊNCIAS Enfermagem em UTI: cuidando do paciente crítico. Padilha, 2016. Implementação de Protocolo Gerenciado de Sepse Protocolo Clínico. ILAS, 2018. Surviving Sepsis Campaing. Laura Evans et al, 2021. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Brunner & Suddarth, 2023.