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<p>SERVIÇO PUBLICO FEDERAL</p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ</p><p>FACULDADE DE ENGENHARIA AGRONOMICA</p><p>CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ALTAMIRA</p><p>APOSTILA</p><p>Tema: ambiência animal e instalações zootécnicas voltados para: aves, peixes, suínos, ovinos, caprinos, bovinos leiteiros e de corte.</p><p>Docente: Dhyene Rayne Dos Santos Becker</p><p>1. Introdução</p><p>Um dos grandes desafios da produção animal moderna está relacionado a exploração do máximo potencial genético do animal, tanto no aspecto produtivo quanto reprodutivo. Durantes muitos anos a busca da máxima eficiência na produção animal esteve voltada para o atendimento das necessidades de manejo, sanidade, genética e nutrição. Mas atualmente, os avanços obtidos nestas áreas têm sido limitados pelos fatores ambientais, principalmente pelo ambiente ao qual os animais são submetidos. Fatores ambientais externos e o microclima dentro das instalações exercem efeitos diretos e indiretos sobre a produção animal em todas as fases de produção e acarretam redução na produtividade, com consequentes prejuízos econômicos.</p><p>O conhecimento das respostas ou adaptações fisiológicas dos animais relacionados ao ambiente térmico nos permite a tomada de medidas e/ou alteração de manejo, da nutrição, instalações e equipamentos, objetivando a maximização da atividade.</p><p>Qual conceito de ambiente e ambiência?</p><p>O ambiente pode ser definido como a soma dos impactos dos circundantes biológicos e físicos e constitui-se em um dos responsáveis pelo sucesso ou fracasso da produção animal. Ambiência é a definição de conforto baseada no contexto ambiental, quando se analisa as características de meio ambiente em função da zona de conforto térmico da espécie, associado a características fisiológicas que atuam na regulação da temperatura interna do animal. Também, a ambiência leva em conta o bem-estar dos animais (minimização dos fatores estressantes como densidade animal, conforto e possibilidade de realizar seu comportamento nato, ausência de poluição sonora e ambiental, como ausência de gases tóxicos).</p><p>Para melhor compreensão dos efeitos do ambiente sobre os animais de produção serão discutidos os processos utilizados pelos animais para manter a temperatura corporal relativamente constante e como manipular o ambiente de criação visando minimizar o estresse provocado pelo ambiente.</p><p>2. 2. Homeotermia e regulação da temperatura corporal</p><p>Os principais animais de produção de carne, leite, lã, pele e ovos são homeotérmicos. Os ANIMAIS HOMEOTÉRMICOS mantêm a temperatura corporal dentro de certos limites relativamente estreitos, mesmo que a temperatura ambiente flutue e que sua atividade varie intensamente.</p><p>Para os animais homeotérmicos manterem a temperatura corporal relativamente constante, eles necessitam, através de variações fisiológicas, comportamentais e metabólicas, produzir calor (para aumentar a temperatura corporal quando a temperatura diminui) ou perder calor para o meio (diminuir a temperatura corporal no estresse calórico).</p><p>A zona de conforto térmico é dependente de diversos fatores, sendo alguns ligados ao animal, como peso, idade, estado fisiológico, tamanho do grupo, nível de alimentação e genética e outros ligados ao ambiente como a temperatura, velocidade do vento, umidade relativa do ar, tipo de piso.</p><p>Pelo menos três condições básicas devem ser observadas para um ótimo conforto térmico sob o ponto de vista fisiológico.</p><p>1. Considerar que existe um balanço calórico entre os animais e o meio ambiente;</p><p>2. Estabelecimento de uma importante relação entre a temperatura média da pele e a atividade do animal na zona de conforto;</p><p>3. Estabelecimento de perda de água por evaporação e a atividade do animal na zona de conforto.</p><p>Controle do Ambiente por Sistemas Naturais e Artificiais</p><p>O microclima gerado dentro de uma instalação é definido pela combinação de elementos como temperatura, umidade relativa do ar, radiação, densidade animal entra outros.</p><p>Os sistemas de controle naturais são aqueles que utilizam o manejo, densidade características das instalações como aberturas laterais, tipo de telhado, manejo de cortinas e recobrimento de áreas circunvizinhas e sombreamento.</p><p>Nos métodos artificiais ditos mecanizados, estão o uso de nebulizadores, ventiladores, refrigeração da água de beber, isolamento térmico de canos, caixas d’água entre outras.</p><p>Características Construtivas para a Climatização por Meios Naturais (Primárias)</p><p>1. Localização Deve-se evitar terrenos de baixada, evitando problemas de alta umidade, baixa movimentação do ar e insuficiente insolação no inverno.</p><p>2. Orientação das Instalações A orientação das instalações, principalmente as abertas, é importante para garantir a insolação interna. Em nosso hemisfério, as coberturas devem ser orientadas no sentido Leste-Oeste para que no verão tenha menor incidência de radiação solar no interior das instalações.</p><p>3. Telhados É um dos principais fatores que influenciam na carga térmica radiante incidente e atua no ambiente interno em decorrência do material de cobertura, reduzindo o fluxo de calor no interior. O bom material para cobertura deve apresentar alta refletividade solar associada à baixa emissividade térmica e absortividade. O melhor material que atua reduzindo a carga de radiação são as telhas de barro, seguidas das telhas de cimento amianto pintadas de branco e alumínio, respectivamente.</p><p>4. Inclinação do Telhado Indica-se inclinações entre 20 e 30° visando mudar o coeficiente de forma correspondente às trocas de calor por radiação entre o animal e o telhado e modificando a altura entre as aberturas de entrada e saída de ar (lanternim).</p><p>5. Forros O forro atua como uma segunda barreira física, a qual permite a formação de uma camada de ar junto à cobertura que contribui na redução da transferência de calor para o interior da construção. Os lanternins podem ajudar na ventilação do forro.</p><p>6. Beirais Devem ser projetados de forma a evitar simultaneamente a penetração de chuvas e raios solares, variando de 1,5 a 2,0 metros.</p><p>7. Lanternim É uma abertura para saída do ar na cumeeira do telhado. É fundamental em galpões de largura iguais ou superiores a 8 metros. Têm função de permitir a saída de ar quente.</p><p>8. Altura da Cobertura Influencia diretamente a ventilação natural e a quantidade de radiação solar que pode atingir o interior do galpão. A altura do pé-direito está relacionada à largura do galpão. Quanto mais largo, maior deverá ser a altura.</p><p>9. Ventilação Natural Serve para renovar o ar dentro dos galpões, provendo O2 e eliminando os gases e odores, possibilitando também um certo controle da temperatura e umidade dentro das instalações. A localização e o tipo de abertura das instalações podem favorecer a ventilação natural, assim, como o manejo das cortinas e lanternins.</p><p>10. . Arborização e Sombreamento A arborização ajudam a reduzir e controlar a radiação solar, temperatura do ar, umidade relativa e velocidade do vento, que a ação moderadora da vegetação mais se manifesta.</p><p>3. Ambiência e instalações zootécnicas: Aves</p><p>As aves são animais homeotérmicos, ou seja, podem manter a temperatura corporal em equilíbrio mesmo em condições adversas. Na fase adulta, a ave é um animal que consegue se adaptar melhor a ambientes levemente mais frios com temperaturas de 20 a 22° C, pois seu sistema termorregulador tem maior facilidade para reter calor que para dissipá-lo.</p><p>Quanto ao ambiente, é caracterizado como a interação dos fatores físicos e biológicos e sua interação influenciam no desempenho dos animais presentes no meio.</p><p>A nutrição é outro fator importante, porém este não pode ser manipulado pelos produtores, sendo uma atribuição dos nutricionistas responsáveis e fábricas de ração envolvida no processo.</p><p>Frangos de corte, geralmente são muito sensíveis às variações de temperatura, de modo que os extremos são prejudiciais ao desempenho zootécnico devido à dificuldade em ajustar com seu organismo adaptando-se com rapidez a variações maiores que 4º C em curto espaço de tempo.</p><p>3.1. – Localização e Orientação Aviários</p><p>A localização e orientação dos aviários também</p><p>é um dos fatores que oferece grande influência sobre o desempenho das aves. Portanto na hora de construir os galpões de criação devemos avaliar com rigor o local a ser implantado para colocá-lo 29 na orientação correta para nosso país, Leste-Oeste, de modo a reduzir a incidência de radiação direta dentro dos aviários</p><p>3.2. Manutenções do Ambiente Avícola</p><p>A densidade correta de alojamento é essencial para o êxito do sistema de produção de frangos de corte, pois garante o espaço adequado ao desempenho máximo das aves. A densidade das aves é definida como o número de aves ou peso alocado por unidade de área (m2). A densidade das aves nos aviários apresenta influência direta sobre o bem-estar e ao comportamento social. Assim é importante a adequação do sistema de ventilação, pois o maior número de aves implica em maior produção de calor, umidade e gases. A densidade populacional é definida pelo tipo de instalação, metragem disponível as aves e a capacidade de controle artificial do ambiente. Na literatura encontram-se densidades que variam de 30 a 42 kg/m2, buscando-se a máxima produtividade possível por unidade de área no quadro 3 são apresentadas algumas densidades de acordo com o tipo de galpão e sistema de ventilação</p><p>3.3. Cama para aviários</p><p>· A cama para aviários = qualidade e na produtividade do frango de corte;</p><p>· A cama tem a função de absorver a umidade, diluir uratos e fezes, fornecer isolamento térmico;</p><p>· Aplicação de cal virgem ou hidratada para reutilização;</p><p>3.4. Nutrição</p><p>· As rações devem ser constituídas por fonte de energia (milho), fonte de proteínas (e: soja), suplementos vitamínicos, minerais, enzimas, probióticos e probióticos.</p><p>· Importante o consumo de água, que deve ser fornecida de forma ad libitum, livre de qualquer tipo de contaminante, além de não ter temperatura superior a 24°C.</p><p>4. Ambiência e instalações zootécnicas: Peixes</p><p>Ambientes e instalações zootécnicas para peixes referem-se ao conjunto de estruturas físicas e condições ambientais criadas para a criação, manejo e produção de peixes em sistemas de aquicultura. Aqui estão alguns elementos essenciais dessas instalações:</p><p>Tanques ou viveiros: São recipientes onde os peixes são criados. Pode variar em tamanho e forma, dependendo do tipo de peixe e do sistema de produção utilizado.</p><p>Sistemas de recirculação de água: Em muitos casos, a água é reciclada para minimizar o desperdício e manter a qualidade da água. Isso inclui filtros, sistemas de oxigenação e controle de temperatura.</p><p>Controle de qualidade da água: O monitoramento constante da qualidade da água é essencial para garantir o bem-estar dos peixes e a saúde do meio ambiente. Parâmetros como pH, oxigênio dissolvido, amônia, nitrito e nitrato precisam ser monitorados e mantidos dentro das faixas ideais.</p><p>Sistemas de alimentação: Devem ser específicos para fornecer alimentação adequada aos peixes de forma eficiente, evitando o desperdício e garantindo uma dieta balanceada.</p><p>Sistema de tratamento de resíduos: O manejo adequado dos resíduos é importante para evitar a poluição da água e manter um ambiente saudável para os peixes. Isso pode incluir sistemas de filtragem de sólidos e tratamento de efluentes.</p><p>Estruturas de abrigo e proteção: Dependendo do tipo de peixe e das condições ambientais, podem ser fornecidas estruturas de abrigo para proteger os peixes contra predadores, variações extremas de temperatura e condições climáticas adversas.</p><p>Sistemas de controle e monitoramento: A automação e o monitoramento remoto podem ser usados para controlar e melhorar as condições ambientais, garantindo o bem-estar dos peixes e maximizando a eficiência da produção.</p><p>Manejo sanitário: Programas de saúde preventiva, incluindo vacinação, controle de parasitas e monitoramento da saúde dos peixes, são essenciais para prevenir doenças e garantir a qualidade do produto final.</p><p>Instalações de processamento: Para operações comerciais, instalações adequadas para o processamento e embalagem de peixes são necessárias para garantir a segurança alimentar e a conformidade com regulamentações sanitárias.</p><p>Instalações de pesquisa e desenvolvimento: Para avançar na aquicultura, instalações dedicadas à pesquisa e desenvolvimento são essenciais para testar novas tecnologias, métodos de produção e entender melhor as necessidades dos peixes.</p><p>Esses são apenas alguns dos elementos que podem compor ambientes e instalações zootécnicas para peixes. A configuração dependerá exatamente das espécies de peixes cultivados, das condições locais e dos objetivos de produção.</p><p>5. Ambiência e instalações zootécnicas: Suínos</p><p>· A adequada e rotineira limpeza das instalações garante um ambiente mais apropriado aos suínos.</p><p>· A ausência de sujeira (dejetos) e umidade leva à menor formação de gases prejudiciais;</p><p>· disponibilizar luz natural, à parte da iluminação artificial.</p><p>5.1. Quais são os benefícios e vantagens de instalações bem desenvolvidas?</p><p>animais mais dóceis: a implementação de baias de gestação coletiva afeta positivamente o comportamento dos leitões, que ficam mais tranquilos e dóceis, facilitando seu manejo. Em outras categorias produtivas, os efeitos são os mesmos;</p><p>ganho de produtividade: o número de nascidos vivos pode aumentar, bem como o peso ao nascimento. Nas demais fases de produção, os animais se alimentam adequadamente e, sem o gasto energético para regular a sua temperatura e fugir do estresse, eles apresentam boa produtividade;</p><p>redução de custos: proporcionar melhores condições de vida para as matrizes e todas as categorias produtivas diminui os gastos de toda a cadeia produtiva. Suínos bem tratados adoecem menos e, dessa forma, o suinocultor despende menos gasto com veterinários e medicamentos.</p><p>5.2. Instalações e equipamentos</p><p>· A altura do pé-direito é crucial para manter os animais afastados do calor oriundo do telhado e do bolsão de ar quente que se forma dentro da instalação. A medida ideal para galpões com até 13 m de largura é de 3 m de altura. A medida ideal para galpões com até 13 m de largura é de 3 m de altura.</p><p>· A construção do telhado deve ter foco na redução do calor.</p><p>· A implantação de lanternim (abertura no telhado) e ventiladores nas laterais do abrigo permite a renovação contínua do ar, contribuindo também para a dissipação de poeira e gases tóxicos.</p><p>· Sombreamento com árvores para controle de temperatura;</p><p>6. Ambiência e instalações zootécnicas: Ovinos e Caprinos</p><p>Abrigo e proteção: Ovinos e caprinos devem ter acesso a abrigos que os protejam das intempéries climáticas, como sol intenso, chuva, vento e frio. Esses abrigos podem ser construídos com materiais adequados, proporcionando boa ventilação e isolamento térmico.</p><p>Espaço e conforto: Os animais devem ter espaço suficiente para se locomoverem e se deitarem confortavelmente. Instalações superlotadas podem causar estresse e problemas de saúde nos animais.</p><p>Manejo do solo: O solo dos currais e pastagens deve ser adequado para evitar acidentes e lesões nos cascos dos animais. Além disso, é importante garantir que o solo tenha boa drenagem para evitar acúmulo de água.</p><p>Pastagem e alimentação: As instalações deverão incluir áreas de pastagem bem cuidadas, com acesso a água limpa e fresca. Além disso, é importante fornecer alimentação suplementar quando necessário, especialmente durante períodos de escassez de forragem.</p><p>Segurança: As instalações devem ser projetadas para garantir a segurança dos animais, evitando a entrada de previsões e minimizando o risco de acidentes.</p><p>Para ovinos caprinos destinados à produção de leite, recomenda-se apriscos suspensos e com piso ripado, para ovinos caprinos destinados à produção de carne, recomenda-se apriscos de chão batido.</p><p>As vantagens dos apriscos de chão batido são baixo custo de investimento e as boas condições que oferecem para o bem estar animal. A cobertura é necessária quando os animais são mantidos em confinamento ou semiconfinamento para proteção dos raios solares ou chuvas intensas.</p><p>Sala de ordenha</p><p>Em sistema de produção leiteiras deve ser construída afastada de fontes de mau cheiro (aprisco,</p><p>currais, pocilgas) para evitar contaminação do leite. A sala deve ter água limpa e um balcão para secagem de vasilhames de leite.</p><p>7. Ambiência e instalações zootécnicas: Bovinos</p><p>Ambiente e instalações zootécnicas são aspectos essenciais na criação de bovinos de corte, influenciando diretamente seu bem-estar, saúde e desempenho produtivo. Aqui estão alguns pontos importantes a serem considerados:</p><p>Abrigo e Proteção: Os bovinos de corte precisam de abrigo adequado para se protegerem de condições climáticas extremas, como calor intenso, frio e chuva. Isso pode incluir estábulos, galpões ou outras estruturas que oferecem sombra e abrigo.</p><p>Ventilação: Boa circulação de ar é crucial para evitar o acúmulo de umidade e gases em ambientes fechados. A ventilação adequada também ajuda a controlar a temperatura e reduzir o estresse térmico nos animais.</p><p>Espaço Adequado: Bovinos de corte precisam de espaço suficiente para se moverem livremente, deitar, levantar e se alimentarem confortavelmente. Superlotação pode levar ao estresse, doenças e comportamentos agressivos.</p><p>Manejo de Dejetos: Um sistema eficaz de manejo de projetos é essencial para manter a higiene e evitar a contaminação ambiental. Isso pode envolver o uso de camas adequadas, confortável e disposição correta dos resíduos.</p><p>Bebedouros e Alimentação: O acesso fácil à água limpa e fresca é fundamental para a saúde dos bovinos. Além disso, é importante garantir que tenha acesso suficiente a alimentos nutritivos e bem equilibrados.</p><p>Segurança e Contenção: Instalações seguras e bem projetadas ajudam a evitar lesões nos animais e nos cuidadores. Cercas resistentes, protegidas, seguras e áreas de contenção adequadas são essenciais para o manejo seguro do gado.</p><p>Iluminação: Boa iluminação natural ou artificial pode afetar o comportamento, o crescimento e a produção de bovinos. É importante garantir que haja luz suficiente durante o dia e escuridão adequada à noite para promover padrões naturais de descanso e atividade.</p><p>Monitoramento e Manejo: As instalações devem ser projetadas de forma a facilitar o monitoramento regular dos animais e a realização de procedimentos de manejo, como vacinação, desparasitação e tratamento veterinário quando necessário.</p><p>Animais homeotérmicos, como os bovinos, tentam manter sua temperatura corporal dentro de uma faixa de temperatura termo neutra, denominada de Zona de Conforto Térmico (ZTC), na qual o organismo encontra-se em condições normais de sobrevivência (Silanikove, 2000). Este processo envolve, principalmente, as trocas de calor do animal com o ambiente. Apesar de se tratarem de mecanismos eficientes na regulação da temperatura corporal, são limitadas e dependem, em larga medida, da temperatura do ambiente.</p><p>Assim, quando um animal é exposto ao calor ou frio excessivo, uma das primeiras reações é a ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, que envolve mudanças em todo o sistema endócrino, atuando também na regulação do metabolismo.</p><p>image1.jpeg</p>