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Prova comentada de Medicina (Teste de Progresso Institucional 2022.2) com questões de múltipla escolha em Ginecologia e Obstetrícia. Inclui casos clínicos (abscesso tubo-ovariano; prolapso uterino e de parede vaginal), gabaritos, justificativas e referências bibliográficas.

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Questões resolvidas

Paciente de 49 anos procura atendimento especializado em ambulatório de Uroginecologia com queixa de sensação de 'bola na vagina' há aproximadamente 3 anos. Durante o exame físico ginecológico, foram obtidas através do sistema POP-Q as seguintes medidas: ponto B da parede anterior da vagina é +6; ponto B da parede posterior da vagina é –2, ponto C é +2 e o ponto D é +1. Esta paciente apresenta

a) prolapso uterino e anterior da vagina.
b) prolapso uterino e posterior da vagina.
c) colo hipertrófico e prolapso anterior da vagina.
d) colo hipertrófico e prolapso posterior da vagina.
e) prolapso anterior e posterior da vagina.

Masculino, 26 anos. Há 3 anos foi diagnosticado com o vírus HIV, não tendo nenhuma manifestação até há 10 meses, quando começou a ter febre, emagrecimento intenso e muita tosse. Foi feito o diagnóstico de AIDS com tuberculose pulmonar. Evoluiu muito mal, não respondendo à terapêutica, e teve o quadro confirmado de broncopneumonia, vindo a falecer após 4 dias. A forma correta do preenchimento da parte I do Atestado Médico da Declaração de Óbito é:

a) Broncopneumonia, AIDS, Tuberculose pulmonar
b) Broncopneumonia, Tuberculose pulmonar, AIDS
c) AIDS, Tuberculose pulmonar, Broncopneumonia
d) AIDS, Broncopneumonia, Tuberculose pulmonar
e) Tuberculose pulmonar, Broncopneumonia, AIDS

Senhora de 65 anos, com COVID-19, é internada por piora clínica (oximetria < 88%) e suspeita de pneumonia atípica, sendo iniciado o uso de enoxaparina, hidrocortisona e levofloxacina. No terceiro dia de internação, apresenta icterícia em pele e mucosas, sem queixa de prurido, com colúria e hipocolia fecal. Tem relato de colecistectomia há 25 anos, confirmado pela ultrassonografia do abdome superior, que não apresenta outras alterações. Dosagens séricas relatam: fosfatase alcalina 350 U/L (V.R. 40 a 150 U/L); alanina aminotransferase 150 U/L (V.R. 7 a 56 U/L); gama-glutamil transferase 155 U/L (V.R. 0 a 30 U/L); bilirrubina total 4,3 mg/dL (V.R. 02, a 1,1 mg/dL); bilirrubina indireta 1,7 mg/dL (V.R. 0,1 a 0,7 mg/dL); bilirrubina direta 2,6 mg/dL (V.R. 0,1 a 0,4 mg/dL). Diante do raciocínio clínico de síndrome ictérica, a principal suspeita fisiopatológica implica como desencadeador

a hemólise por hipercoagulação.
a pancreatite aguda.
a hepatotoxicidade quinolônica.
a infecção viral pelo COVID-19.
a sequela da colecistectomia.

Diante do exposto, analise as afirmacoes no que concerne a captação ponderada.
I. A população cadastrada na equipe de Saúde da Família (eSF) e equipe de Atenção Primária (eAP) no Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB).
II. A vulnerabilidade socioeconômica da população cadastrada na eSF e na eAP.
III. O perfil demográfico por faixa etária da população cadastrada.
IV. Classificação geográfica definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
É correto o que se afirma em

a) I, II e IV.
b) I, II, III e IV.
c) I e II.
d) II, III e IV.
e) III e IV.

Esta opção terapêutica é acertada porque o soro fisiológico apresenta


a) eletrólitos/por litro da solução em valores próximos aos do plasma.
b) osmolaridade/por litro da solução em valores próximos ao do plasma.
c) potássio/por litro da solução em valores iguais ao do plasma.
d) sódio/por litro da solução em valores iguais ao do plasma.
e) cloro/por litro da solução em valores próximos ao do plasma.

Nesse caso, pode-se inferir que sua classificação mais provável e a melhor estratégia terapêutica são

a) CBC de baixo risco, indicando-se radioterapia local com abordagem cirúrgica sequencial.
b) CBC de alto risco, indicando-se curetagem com eletrocoagulação após radioterapia local.
c) CBC superficial, indicando-se necessariamente a cirurgia micrográfica (método de Mohs).
d) CBC de baixo risco, indicando-se excisão padrão com margens clínicas de 4 mm ou mais.
e) CBC de alto risco, indicando-se terapia fotodinâmica antes de uma abordagem cirúrgica.

Paciente, feminina, 4 anos de idade em atendimento na Estratégia de Saúde da Família apresenta a queixa, por parte de sua genitora, de estar evacuando apenas uma vez por semana. As fezes se apresentam como nódulos duros e separados. Há relato também de manobras retentoras como saltitar e cruzar as pernas e postergação com pequenos volumes de escapes nas calcinhas.

Sobre o tratamento para o caso acima, são realizadas as afirmativas:

I. Medidas educativas envolvem: orientar dieta com maior ingesta de fibras e água, respeitar o desejo de evacuar, não postergar e estabelecer horários para evacuar após refeições.

II. A desimpactação pode ser feita, com igual eficácia, com polietilenoglicol (PEG)
I. Medidas educativas envolvem: orientar dieta com maior ingesta de fibras e água, respeitar o desejo de evacuar, não postergar e estabelecer horários para evacuar após refeições.
II. A desimpactação pode ser feita, com igual eficácia, com polietilenoglicol (PEG)

Estão corretas apenas as alternativas
I. Até a década de 1930, a saúde pública, embora funcionasse principalmente na forma de cam
II. Para o tratamento de manutenção a lactulose, é a primeira linha quando comparada ao PEG, leite de magnésia, óleo mineral ou placebo.
III. Os anticolinérgicos, nas situações em que há disfunção vesical associada, devem ser prescritos com critério, pois podem agravar a constipação intestinal.
IV. As evidências são inconclusivas sobre o uso de probióticos.
(alternativa A) I, II, III, IV e V.
(alternativa B) II e III.
(alternativa C) II, III e IV.
(alternativa D) I, II, IV e V.
(alternativa E) I e II.

Baseado no diagnóstico desse pré-escolar, qual deverá ser a conduta do médico assistente:

(alternativa A) Coletar líquor através da punção lombar.
(alternativa B) Realizar eletroencefalograma.
(alternativa C) Realizar tomografia do crânio.
(alternativa D) Solicitar exames laboratoriais: hemograma, PCR e eletrólitos.
(alternativa E) Não solicitar exames complementares.

A conduta adequada neste momento é

(alternativa A) Manter aleitamento materno e prescrever antibiótico.
(alternativa B) Realizar drenagem da área afetada.
(alternativa C) Orientar pega e posição adequadas durante a amamentação.
(alternativa D) Suspender o aleitamento até a cicatrização das fissuras.
(alternativa E) Complementar a amamentação com leite artificial.

Assinale a alternativa correta.
I. Até a década de 1930, a saúde pública, embora funcionasse principalmente na forma de campanhas e com o apoio da polícia sanitária, motivada por interesses econômicos, foi marcada por avanços, como a criação de diversos centros de saúde e uma rede de laboratórios públicos voltados para a pesquisa.
II. A Lei Eloy Chaves, considerada o embrião da Previdência Social no Brasil, criou as Caixas de Aposentadoria e Pensão (CAP), que garantiam aos trabalhadores afiliados pensões, aposentadorias, serviços médicos e funerários.
III. Até 1988, o direito à saúde permanecia como um privilégio para os ricos e os trabalhadores que tinham a carteira de trabalho assinada, pois somente assim era possível ter acesso aos serviços de saúde oferecidos por alguns IAP.
IV. Com a promulgação da Constituição Federal, em 1988, as ações de saúde foram unificadas, e os serviços preventivos, curativos e de reabilitação passaram a ser responsabilidade do Ministério da Saúde, não sendo mais divididos com a Previdência Social.
a) III e IV.
b) I, III e IV.
c) I, II, III e IV.
d) I, II e IV.
e) II e III.

Qual é o tratamento inicial recomendado para o paciente?

a) Prescrever propranolol.
b) Iniciar tratamento com cilostazol.
c) Cirurgia com bypass vascular.
d) Angioplastia transluminal percutânea com colocação de stent.
e) Terapia de exercícios programados.

Qual das alternativas a seguir apresenta uma medida recomendada para prevenir os sintomas desse paciente?

(alternativa A) Estender a incisão mais cranialmente.
(alternativa B) (CORRETA) Bom relaxamento muscular durante a cirurgia.
(alternativa C) Usar afastadores abdominais para facilitar acesso cirúrgico.
(alternativa D) Recomendar que o paciente faça repouso prolongado no leito.
(alternativa E) Aumentar o tempo de duração da cirurgia.

Analisando a progressão do trabalho de parto no partograma apresentado a seguir, de uma primigesta, com gestação de 40 semanas, que dura 7 horas, qual é o diagnóstico mais provável?

(alternativa A) Fase ativa prolongada.
(alternativa B) (CORRETA) Desproporção céfalo-pélvica.
(alternativa C) Parto precipitado.
(alternativa D) Sofrimento fetal agudo.
(alternativa E) Parada secundária da dilatação.

Com base no caso e nas situações, assinale a alternativa correta.

Na situação I os enterócitos apresentam menor capacidade de absorção de nutrientes, quando comparado com a situação II.
A situação II apresenta a forma mais leve da doença com integridade das vilosidades, e a situação I apresenta destruição das vilosidades, sendo considerada como a forma grave da doença.
O glúten possui ação indireta sobre os enterócitos, e a lesão destes é irreversível, como demonstrado na situação I.
A situação I representa a amostra da paciente, e a situação II seria a amostra de padrão normal para esse tecido.
A situação I apresenta integridade das vilosidades e criptas, enquanto a situação II pode ser resolvida após a retirada da dieta de alimentos que possuem glúten.

Escolar, 5 anos, comparece à consulta no ambulatório de pediatria apresentando perda de peso, polidipsia e poliúria há cerca de duas semanas. Em curva de IMC para idade, a criança encontra-se em percentil 50. O quadro se intensificou nas últimas 24 horas levando à prostração. O pediatra encaminha a paciente ao Pronto Atendimento (PA) para realização de exames na urgência. Observa-se glicemia plasmática de 430 mg/dL e gasometria arterial com pH e bicarbonato normais. Em relação ao caso, são realizadas as afirmativas a seguir: I. Foi solicitada a gasometria para excluir o quadro de cetoacidose diabética, que requer como primeira medida de tratamento a aplicação de insulina regular subcutânea. II. O diagnóstico de diabetes Mellitus Tipo 1 pode ser realizado, neste caso, pela presença de sintomas inequívocos de hiperglicemia associados à glicemia ao acaso ≥ 200 mg/dl. III. Trata-se de um provável quadro marcado por resistência à insulina, sendo recomendado, portanto, perda de peso associado a antidiabético oral e insulina. IV. Atualmente, utiliza-se o esquema de insulina com o mínimo de aplicações diárias por meio da aplicação de insulina basal duas vezes ao dia. É correto o que se afirma em
I. Foi solicitada a gasometria para excluir o quadro de cetoacidose diabética, que requer como primeira medida de tratamento a aplicação de insulina regular subcutânea.
II. O diagnóstico de diabetes Mellitus Tipo 1 pode ser realizado, neste caso, pela presença de sintomas inequívocos de hiperglicemia associados à glicemia ao acaso ≥ 200 mg/dl.
III. Trata-se de um provável quadro marcado por resistência à insulina, sendo recomendado, portanto, perda de peso associado a antidiabético oral e insulina.
IV. Atualmente, utiliza-se o esquema de insulina com o mínimo de aplicações diárias por meio da aplicação de insulina basal duas vezes ao dia.
a) IV.
b) I.
c) II e IV.
d) II.
e) III.

Mulher, 75 anos, usuária assídua da Unidade de Saúde Figueira Nova. Considerada uma “paciente difícil” pela equipe da Estratégia de Saúde da Família, por apresentar idas recorrentes às consultas, com pouca resposta aos tratamentos oferecidos. A médica e a enfermeira da equipe decidiram entender melhor sua situação familiar, elaborando um ecomapa: A partir da interpretação do ecomapa, pode-se afirmar:

a) Relação fraca e estressante com a com a filha.
b) Relação forte e compensadora com a ESF, recebendo bom apoio.
c) Relação forte e compensadora para com a igreja e da igreja com a paciente.
d) Relação fraca e compensadora com a vizinha.
e) Relação tênue/incerta com a neta 2, mas equilibrada entre apoio e esforço.

Qual dos seguintes é o próximo passo mais apropriado a ser seguido?

(alternativa A) Orquiectomia esquerda.
(alternativa B) Ultrassonografia de abdome e pelve.
(alternativa C) Orquidopexia bilateral.
(alternativa D) Nível sérico de testosterona.
(alternativa E) Acompanhar a descida até os 3 anos de idade.

Sobre esse caso, analise as afirmativas a seguir:

I. Histerossalpingografia deve ser indicada para confirmar a permeabilidade e motilidade tubária.

II. Ultrassonografia transvaginal é importante para excluir síndrome dos ovários policísticos.

III. O espermograma não é necessário, pois o parceiro sexual relata ter engravidado uma ex-namorada.

a) III.
b) I e III.
c) II e III.
d) I.
e) I, II e III.

Paciente com 50 anos, portador de HAS, DM e doença de chagas deu entrada na emergência com quadro de dor no peito tipo pontada sem outros sintomas e de início súbito. Ao realizar eletrocardiograma viu-se presença de fibrilação atrial. Sobre a fibrilação atrial (FA), assinale a afirmativa correta.

(alternativa A) Na FA, o ritmo encontrado é sinusal apesar da irregularidade entre as ondas P e o complexos QRS.
(alternativa B) FA no eletrocardiograma se apresenta de maneira que os complexos QRS estão irregulares, com ausência de ondas P e presença de pequenas ondas F, deixando a linha de base irregular.
(alternativa C) Na FA, todos os pacientes deverão ser anticoagulados.
(alternativa D) Pacientes que possuem FA tem menor propensão a doenças tromboembólicas, como AVC isquêmico.
(alternativa E) A FA é uma arritmia que tem baixa letalidade quando está com alta resposta ventricular (taquicardia).

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Questões resolvidas

Paciente de 49 anos procura atendimento especializado em ambulatório de Uroginecologia com queixa de sensação de 'bola na vagina' há aproximadamente 3 anos. Durante o exame físico ginecológico, foram obtidas através do sistema POP-Q as seguintes medidas: ponto B da parede anterior da vagina é +6; ponto B da parede posterior da vagina é –2, ponto C é +2 e o ponto D é +1. Esta paciente apresenta

a) prolapso uterino e anterior da vagina.
b) prolapso uterino e posterior da vagina.
c) colo hipertrófico e prolapso anterior da vagina.
d) colo hipertrófico e prolapso posterior da vagina.
e) prolapso anterior e posterior da vagina.

Masculino, 26 anos. Há 3 anos foi diagnosticado com o vírus HIV, não tendo nenhuma manifestação até há 10 meses, quando começou a ter febre, emagrecimento intenso e muita tosse. Foi feito o diagnóstico de AIDS com tuberculose pulmonar. Evoluiu muito mal, não respondendo à terapêutica, e teve o quadro confirmado de broncopneumonia, vindo a falecer após 4 dias. A forma correta do preenchimento da parte I do Atestado Médico da Declaração de Óbito é:

a) Broncopneumonia, AIDS, Tuberculose pulmonar
b) Broncopneumonia, Tuberculose pulmonar, AIDS
c) AIDS, Tuberculose pulmonar, Broncopneumonia
d) AIDS, Broncopneumonia, Tuberculose pulmonar
e) Tuberculose pulmonar, Broncopneumonia, AIDS

Senhora de 65 anos, com COVID-19, é internada por piora clínica (oximetria < 88%) e suspeita de pneumonia atípica, sendo iniciado o uso de enoxaparina, hidrocortisona e levofloxacina. No terceiro dia de internação, apresenta icterícia em pele e mucosas, sem queixa de prurido, com colúria e hipocolia fecal. Tem relato de colecistectomia há 25 anos, confirmado pela ultrassonografia do abdome superior, que não apresenta outras alterações. Dosagens séricas relatam: fosfatase alcalina 350 U/L (V.R. 40 a 150 U/L); alanina aminotransferase 150 U/L (V.R. 7 a 56 U/L); gama-glutamil transferase 155 U/L (V.R. 0 a 30 U/L); bilirrubina total 4,3 mg/dL (V.R. 02, a 1,1 mg/dL); bilirrubina indireta 1,7 mg/dL (V.R. 0,1 a 0,7 mg/dL); bilirrubina direta 2,6 mg/dL (V.R. 0,1 a 0,4 mg/dL). Diante do raciocínio clínico de síndrome ictérica, a principal suspeita fisiopatológica implica como desencadeador

a hemólise por hipercoagulação.
a pancreatite aguda.
a hepatotoxicidade quinolônica.
a infecção viral pelo COVID-19.
a sequela da colecistectomia.

Diante do exposto, analise as afirmacoes no que concerne a captação ponderada.
I. A população cadastrada na equipe de Saúde da Família (eSF) e equipe de Atenção Primária (eAP) no Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB).
II. A vulnerabilidade socioeconômica da população cadastrada na eSF e na eAP.
III. O perfil demográfico por faixa etária da população cadastrada.
IV. Classificação geográfica definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
É correto o que se afirma em

a) I, II e IV.
b) I, II, III e IV.
c) I e II.
d) II, III e IV.
e) III e IV.

Esta opção terapêutica é acertada porque o soro fisiológico apresenta


a) eletrólitos/por litro da solução em valores próximos aos do plasma.
b) osmolaridade/por litro da solução em valores próximos ao do plasma.
c) potássio/por litro da solução em valores iguais ao do plasma.
d) sódio/por litro da solução em valores iguais ao do plasma.
e) cloro/por litro da solução em valores próximos ao do plasma.

Nesse caso, pode-se inferir que sua classificação mais provável e a melhor estratégia terapêutica são

a) CBC de baixo risco, indicando-se radioterapia local com abordagem cirúrgica sequencial.
b) CBC de alto risco, indicando-se curetagem com eletrocoagulação após radioterapia local.
c) CBC superficial, indicando-se necessariamente a cirurgia micrográfica (método de Mohs).
d) CBC de baixo risco, indicando-se excisão padrão com margens clínicas de 4 mm ou mais.
e) CBC de alto risco, indicando-se terapia fotodinâmica antes de uma abordagem cirúrgica.

Paciente, feminina, 4 anos de idade em atendimento na Estratégia de Saúde da Família apresenta a queixa, por parte de sua genitora, de estar evacuando apenas uma vez por semana. As fezes se apresentam como nódulos duros e separados. Há relato também de manobras retentoras como saltitar e cruzar as pernas e postergação com pequenos volumes de escapes nas calcinhas.

Sobre o tratamento para o caso acima, são realizadas as afirmativas:

I. Medidas educativas envolvem: orientar dieta com maior ingesta de fibras e água, respeitar o desejo de evacuar, não postergar e estabelecer horários para evacuar após refeições.

II. A desimpactação pode ser feita, com igual eficácia, com polietilenoglicol (PEG)
I. Medidas educativas envolvem: orientar dieta com maior ingesta de fibras e água, respeitar o desejo de evacuar, não postergar e estabelecer horários para evacuar após refeições.
II. A desimpactação pode ser feita, com igual eficácia, com polietilenoglicol (PEG)

Estão corretas apenas as alternativas
I. Até a década de 1930, a saúde pública, embora funcionasse principalmente na forma de cam
II. Para o tratamento de manutenção a lactulose, é a primeira linha quando comparada ao PEG, leite de magnésia, óleo mineral ou placebo.
III. Os anticolinérgicos, nas situações em que há disfunção vesical associada, devem ser prescritos com critério, pois podem agravar a constipação intestinal.
IV. As evidências são inconclusivas sobre o uso de probióticos.
(alternativa A) I, II, III, IV e V.
(alternativa B) II e III.
(alternativa C) II, III e IV.
(alternativa D) I, II, IV e V.
(alternativa E) I e II.

Baseado no diagnóstico desse pré-escolar, qual deverá ser a conduta do médico assistente:

(alternativa A) Coletar líquor através da punção lombar.
(alternativa B) Realizar eletroencefalograma.
(alternativa C) Realizar tomografia do crânio.
(alternativa D) Solicitar exames laboratoriais: hemograma, PCR e eletrólitos.
(alternativa E) Não solicitar exames complementares.

A conduta adequada neste momento é

(alternativa A) Manter aleitamento materno e prescrever antibiótico.
(alternativa B) Realizar drenagem da área afetada.
(alternativa C) Orientar pega e posição adequadas durante a amamentação.
(alternativa D) Suspender o aleitamento até a cicatrização das fissuras.
(alternativa E) Complementar a amamentação com leite artificial.

Assinale a alternativa correta.
I. Até a década de 1930, a saúde pública, embora funcionasse principalmente na forma de campanhas e com o apoio da polícia sanitária, motivada por interesses econômicos, foi marcada por avanços, como a criação de diversos centros de saúde e uma rede de laboratórios públicos voltados para a pesquisa.
II. A Lei Eloy Chaves, considerada o embrião da Previdência Social no Brasil, criou as Caixas de Aposentadoria e Pensão (CAP), que garantiam aos trabalhadores afiliados pensões, aposentadorias, serviços médicos e funerários.
III. Até 1988, o direito à saúde permanecia como um privilégio para os ricos e os trabalhadores que tinham a carteira de trabalho assinada, pois somente assim era possível ter acesso aos serviços de saúde oferecidos por alguns IAP.
IV. Com a promulgação da Constituição Federal, em 1988, as ações de saúde foram unificadas, e os serviços preventivos, curativos e de reabilitação passaram a ser responsabilidade do Ministério da Saúde, não sendo mais divididos com a Previdência Social.
a) III e IV.
b) I, III e IV.
c) I, II, III e IV.
d) I, II e IV.
e) II e III.

Qual é o tratamento inicial recomendado para o paciente?

a) Prescrever propranolol.
b) Iniciar tratamento com cilostazol.
c) Cirurgia com bypass vascular.
d) Angioplastia transluminal percutânea com colocação de stent.
e) Terapia de exercícios programados.

Qual das alternativas a seguir apresenta uma medida recomendada para prevenir os sintomas desse paciente?

(alternativa A) Estender a incisão mais cranialmente.
(alternativa B) (CORRETA) Bom relaxamento muscular durante a cirurgia.
(alternativa C) Usar afastadores abdominais para facilitar acesso cirúrgico.
(alternativa D) Recomendar que o paciente faça repouso prolongado no leito.
(alternativa E) Aumentar o tempo de duração da cirurgia.

Analisando a progressão do trabalho de parto no partograma apresentado a seguir, de uma primigesta, com gestação de 40 semanas, que dura 7 horas, qual é o diagnóstico mais provável?

(alternativa A) Fase ativa prolongada.
(alternativa B) (CORRETA) Desproporção céfalo-pélvica.
(alternativa C) Parto precipitado.
(alternativa D) Sofrimento fetal agudo.
(alternativa E) Parada secundária da dilatação.

Com base no caso e nas situações, assinale a alternativa correta.

Na situação I os enterócitos apresentam menor capacidade de absorção de nutrientes, quando comparado com a situação II.
A situação II apresenta a forma mais leve da doença com integridade das vilosidades, e a situação I apresenta destruição das vilosidades, sendo considerada como a forma grave da doença.
O glúten possui ação indireta sobre os enterócitos, e a lesão destes é irreversível, como demonstrado na situação I.
A situação I representa a amostra da paciente, e a situação II seria a amostra de padrão normal para esse tecido.
A situação I apresenta integridade das vilosidades e criptas, enquanto a situação II pode ser resolvida após a retirada da dieta de alimentos que possuem glúten.

Escolar, 5 anos, comparece à consulta no ambulatório de pediatria apresentando perda de peso, polidipsia e poliúria há cerca de duas semanas. Em curva de IMC para idade, a criança encontra-se em percentil 50. O quadro se intensificou nas últimas 24 horas levando à prostração. O pediatra encaminha a paciente ao Pronto Atendimento (PA) para realização de exames na urgência. Observa-se glicemia plasmática de 430 mg/dL e gasometria arterial com pH e bicarbonato normais. Em relação ao caso, são realizadas as afirmativas a seguir: I. Foi solicitada a gasometria para excluir o quadro de cetoacidose diabética, que requer como primeira medida de tratamento a aplicação de insulina regular subcutânea. II. O diagnóstico de diabetes Mellitus Tipo 1 pode ser realizado, neste caso, pela presença de sintomas inequívocos de hiperglicemia associados à glicemia ao acaso ≥ 200 mg/dl. III. Trata-se de um provável quadro marcado por resistência à insulina, sendo recomendado, portanto, perda de peso associado a antidiabético oral e insulina. IV. Atualmente, utiliza-se o esquema de insulina com o mínimo de aplicações diárias por meio da aplicação de insulina basal duas vezes ao dia. É correto o que se afirma em
I. Foi solicitada a gasometria para excluir o quadro de cetoacidose diabética, que requer como primeira medida de tratamento a aplicação de insulina regular subcutânea.
II. O diagnóstico de diabetes Mellitus Tipo 1 pode ser realizado, neste caso, pela presença de sintomas inequívocos de hiperglicemia associados à glicemia ao acaso ≥ 200 mg/dl.
III. Trata-se de um provável quadro marcado por resistência à insulina, sendo recomendado, portanto, perda de peso associado a antidiabético oral e insulina.
IV. Atualmente, utiliza-se o esquema de insulina com o mínimo de aplicações diárias por meio da aplicação de insulina basal duas vezes ao dia.
a) IV.
b) I.
c) II e IV.
d) II.
e) III.

Mulher, 75 anos, usuária assídua da Unidade de Saúde Figueira Nova. Considerada uma “paciente difícil” pela equipe da Estratégia de Saúde da Família, por apresentar idas recorrentes às consultas, com pouca resposta aos tratamentos oferecidos. A médica e a enfermeira da equipe decidiram entender melhor sua situação familiar, elaborando um ecomapa: A partir da interpretação do ecomapa, pode-se afirmar:

a) Relação fraca e estressante com a com a filha.
b) Relação forte e compensadora com a ESF, recebendo bom apoio.
c) Relação forte e compensadora para com a igreja e da igreja com a paciente.
d) Relação fraca e compensadora com a vizinha.
e) Relação tênue/incerta com a neta 2, mas equilibrada entre apoio e esforço.

Qual dos seguintes é o próximo passo mais apropriado a ser seguido?

(alternativa A) Orquiectomia esquerda.
(alternativa B) Ultrassonografia de abdome e pelve.
(alternativa C) Orquidopexia bilateral.
(alternativa D) Nível sérico de testosterona.
(alternativa E) Acompanhar a descida até os 3 anos de idade.

Sobre esse caso, analise as afirmativas a seguir:

I. Histerossalpingografia deve ser indicada para confirmar a permeabilidade e motilidade tubária.

II. Ultrassonografia transvaginal é importante para excluir síndrome dos ovários policísticos.

III. O espermograma não é necessário, pois o parceiro sexual relata ter engravidado uma ex-namorada.

a) III.
b) I e III.
c) II e III.
d) I.
e) I, II e III.

Paciente com 50 anos, portador de HAS, DM e doença de chagas deu entrada na emergência com quadro de dor no peito tipo pontada sem outros sintomas e de início súbito. Ao realizar eletrocardiograma viu-se presença de fibrilação atrial. Sobre a fibrilação atrial (FA), assinale a afirmativa correta.

(alternativa A) Na FA, o ritmo encontrado é sinusal apesar da irregularidade entre as ondas P e o complexos QRS.
(alternativa B) FA no eletrocardiograma se apresenta de maneira que os complexos QRS estão irregulares, com ausência de ondas P e presença de pequenas ondas F, deixando a linha de base irregular.
(alternativa C) Na FA, todos os pacientes deverão ser anticoagulados.
(alternativa D) Pacientes que possuem FA tem menor propensão a doenças tromboembólicas, como AVC isquêmico.
(alternativa E) A FA é uma arritmia que tem baixa letalidade quando está com alta resposta ventricular (taquicardia).

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<p>CURSO DE MEDICINA - AFYA NOTA FINAL</p><p>Aluno:</p><p>Componente Curricular: Teste de Progresso Institucional 2022.2</p><p>Professor (es):</p><p>Período: 202202 Turma: Data:</p><p>TESTE DE PROGRESSO INSTITUCIONAL_2022.2_MEDICINA</p><p>RELATÓRIO DE DEVOLUTIVA DE PROVA</p><p>PROVA 05308 - CADERNO 003</p><p>1ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54201</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher, 23 anos, é atendida na emergência com dor pélvica intensa</p><p>de início há 12 horas. Refere que percebia um desconforto pélvico há</p><p>uma semana com dispareunia progressiva. Nega atraso menstrual.</p><p>Nos últimos dois anos trocou de parceiro 5 vezes e fez uso irregular</p><p>de camisinha. Ao exame clínico: hipocorada (+/4+), frequência</p><p>cardíaca de 78 bpm, com frequência respiratóriade 18 ipm,</p><p>temperatura axilar de 37,7 ºC. Ao exame pélvico apresenta dor à</p><p>mobilização do útero, dor em topografia anexial, muco cervical</p><p>espesso e massa abaulando fundo de saco posterior.</p><p>Qual é o diagnóstico mais provável e qual é o método mais adequado</p><p>para confirmá-lo?</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>Abscesso tubo-ovariano – UIltrassonografia pélvica.</p><p>(alternativa B)</p><p>Endometrioma de ovário – Dosagem de CA-125.</p><p>(alternativa C)</p><p>Prenhez ectópica – Beta-hCG sérico.</p><p>(alternativa D)</p><p>Cisto torcido de ovário – Ressonância magnética da pelve.</p><p>(alternativa E)</p><p>Apendicite – Tomografia computadorizada da pelve.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 1 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Ginecologia</p><p>Tema: Doença Inflamatória Pélvica</p><p>A dor à mobilização uterina, secreção espessa (muco) através do colo</p><p>com a temperatura aumentada levam a pensar em processo</p><p>infeccioso pélvico. Isto, associado ao abaulamento do fundo de saco,</p><p>direciona para o diagnóstico de abscesso tubo-ovariano. A melhor</p><p>forma, com melhor custo-benefício, de realizar o diagnóstico é com a</p><p>USG pélvica ou transvaginal. A presença de massa pélvica abaulando</p><p>o fundo de saco afasta a possibilidade de apendicite e DIP. A prenhez</p><p>ectópica associada à dor intensa geralmente é causada por rotura</p><p>tubária e hemorragia intraperitoneal.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Schorge, J. O., Schaffer, J. I., Halvorson, L. D., Holffman, B. L.,</p><p>Bradshaw, K. D., & Cunningham, F. G. (2011). Ginecologia de</p><p>Williams. In Ginecologia de Williams (pp. 96).</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>078</p><p>[IES]</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>[Habilidades]</p><p>Dor pélvica em fossa ilíaca, massa palpável, mobilização do colo</p><p>dolorosa e atraso menstrual, abaulamento do fundo de saco</p><p>posterior. Diagnóstico diferencial com gestação ectópica.</p><p>2ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44393</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente de 49 anos procura atendimento especializado em</p><p>ambulatório de Uroginecologia com queixa de sensação de "bola na</p><p>vagina" há aproximadamente 3 anos. Durante o exame físico</p><p>ginecológico, foram obtidas através do sistema POP-Q as seguintes</p><p>medidas: ponto B da parede anterior da vagina é +6; ponto B da</p><p>parede posterior da vagina é –2, ponto C é +2 e o ponto D é +1.</p><p>Esta paciente apresenta</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 2 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>prolapso uterino e anterior da vagina.</p><p>(alternativa B)</p><p>prolapso uterino e posterior da vagina.</p><p>(alternativa C)</p><p>colo hipertrófico e prolapso anterior da vagina.</p><p>(alternativa D)</p><p>colo hipertrófico e prolapso posterior da vagina.</p><p>(alternativa E)</p><p>prolapso anterior e posterior da vagina.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Ginecologia</p><p>Tema: Desordens do Assoalho Pélvico</p><p>Ponto Aa: junção uretrovesical na parede anterior 3 cm acima do</p><p>meato uretral; Ponto Ba: Ponto da parede vaginal anterior mais</p><p>afastado de Aa; Ponto C: colo uterino; Ponto D: Ponto mais profundo</p><p>do fundo de saco posterior</p><p>Pontos Bp e Ap são análogos a Aa e Ba, mas na parede vaginal</p><p>posterior.</p><p>Paciente apresenta prolapso de parede anterior e uterino. A diferença</p><p>entre os pontos C e D estão dentro da normalidade, descartando o</p><p>colo hipertrófico.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>GIRÃO, Manoel João Batista Castello et al. Tratado de uroginecologia e</p><p>disfunções do assoalho pélvico. Barueri: Manole, 2015. 844p.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>071</p><p>[IES]</p><p>FMIT</p><p>[Habilidades]</p><p>Investigação inicial para diagnóstico diferencial entre disordem do</p><p>assoalho pélvico e urgência urinária. Cistocele - diagnóstico</p><p>diferencial.</p><p>3ª QUESTÃO</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 3 de 230</p><p>Código da questão: 54227</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Masculino, 26 anos. Há 3 anos foi diagnosticado com o vírus HIV, não</p><p>tendo nenhuma manifestação até há 10 meses, quando começou a</p><p>ter febre, emagrecimento intenso e muita tosse. Foi feito o</p><p>diagnóstico de AIDS com tuberculose pulmonar. Evoluiu muito mal,</p><p>não respondendo à terapêutica, e teve o quadro confirmado de</p><p>broncopneumonia, vindo a falecer após 4 dias.</p><p>A forma correta do preenchimento da parte I do Atestado Médico da</p><p>Declaração de Óbito é:</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>a) Broncopneumonia</p><p>b) AIDS</p><p>c) Tuberculose pulmonar</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>a) Broncopneumonia</p><p>b) Tuberculose pulmonar</p><p>c) AIDS</p><p>(alternativa C)</p><p>a) AIDS</p><p>b) Tuberculose pulmonar</p><p>c) Broncopneumonia</p><p>(alternativa D)</p><p>a) AIDS</p><p>b) Broncopneumonia</p><p>c) Tuberculose pulmonar</p><p>(alternativa E)</p><p>a) Tuberculose pulmonar</p><p>b) Broncopneumonia</p><p>c) AIDS</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 4 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Epidemiologia</p><p>Tema: Declaração de Óbito</p><p>No caso clínico acima, temos um paciente com infecção pelo HIV, que</p><p>contraiu tuberculose e, posteriormente, broncopneumonia, vindo a</p><p>falecer em decorrência desta. Existe um nexo causal evidente entre</p><p>estas três patologias, determinado pela fisiopatologia, pela</p><p>epidemiologia e pela história clínica deste paciente. O preenchimento</p><p>da parte I da Declaração de óbito deve ser feito em uma sequência</p><p>lógica, com as doenças que levaram ao óbito. Portanto, neste caso,</p><p>na letra A deve ser colocada a causa imediata do óbito</p><p>(broncopneumonia). Abaixo dela, na linha B, deve ser colocada a</p><p>doença que pode ser considerada o fator predisponente para a</p><p>broncopneumonia, que, no caso citado, é a tuberculose. Na letra C,</p><p>deve ser colocada a doença que predispôs o paciente à tuberculose,</p><p>que, neste caso, trata-se da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida</p><p>(SIDA ou AIDS – Acquired Imunodeficiency Syndrome), ocasionada pela</p><p>infecção pelo vírus HIV.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BRASIL. Declaração de óbito. Instruções para o preenchimento.</p><p>Ministério da Saúde: Brasília, 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>Preenchimento de declaração de óbito.</p><p>4ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54246</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 5 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Senhora de 65 anos, com COVID-19, é internada por piora clínica</p><p>(oximetria < 88%) e suspeita de pneumonia atípica, sendo iniciado o</p><p>uso de enoxaparina, hidrocortisona e levofloxacina. No terceiro dia de</p><p>internação, apresenta icterícia em pele e mucosas, sem queixa de</p><p>prurido, com colúria e hipocolia fecal. Tem relato de colecistectomia há</p><p>25 anos, confirmado pela ultrassonografia do abdome superior, que</p><p>não apresenta outras alterações. Dosagens séricas relatam:</p><p>fosfatase alcalina 350 U/L (V.R. 40 a 150 U/L); alanina</p><p>aminotransferase 150 U/L (V.R. 7 a 56 U/L); gama-glutamil</p><p>transferase 155 U/L (V.R. 0 a 30 U/L); bilirrubina total 4,3 mg/dL (V.R.</p><p>02, a 1,1 mg/dL); bilirrubina indireta 1,7 mg/dL (V.R. 0,1 a 0,7</p><p>mg/dL); bilirrubina direta 2,6 mg/dL (V.R. 0,1 a 0,4 mg/dL).</p><p>Diante do</p><p>testicular ou</p><p>se os vasos testiculares e o ducto deferente forem muito curtos para</p><p>realizar uma orquidopexia escrotal, desde que a criança tenha um</p><p>testículo contralateral normal . Este paciente tem um testículo</p><p>criptorquidiano inguinal e não há razão para suspeitar de viabilidade</p><p>prejudicada do testículo.</p><p>A determinação do nível sérico de testosterona é indicada em adição</p><p>ao ensaio de gonadotrofina e substância inibidora de Müller para</p><p>avaliar bebês do sexo masculino com testículos bilaterais não</p><p>palpáveis. A testosterona geralmente é normal na criptorquidia</p><p>unilateral e significativamente diminuída na criptorquidia bilateral. A</p><p>avaliação da testosterona não está indicada neste menino com</p><p>criptorquidia unilateral.</p><p>A ultrassonografia do abdome e da pelve pode ser considerada na</p><p>avaliação de uma criança fenotipicamente do sexo masculino com</p><p>testículos bilaterais não palpáveis ​​para avaliar a presença de útero</p><p>(por exemplo, devido a hiperplasia adrenal congênita). No entanto, é</p><p>improvável que uma ultrassonografia do abdome e da pelve em um</p><p>paciente com testículo não descido palpável contribua para o</p><p>diagnóstico ou afete o curso do tratamento. Portanto, não é indicado</p><p>neste paciente.</p><p>A descida espontânea de um testículo de criptorquidia raramente</p><p>ocorre após os 6 meses de idade. Reavaliar esse paciente aos 3 anos</p><p>de idade aumentaria o risco de complicações (por exemplo,</p><p>infertilidade, torção testicular). Portanto, mais uma etapa na gestão é</p><p>necessária.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Criptorquidia. Última atualização em 03 de julho de</p><p>2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>023</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar as principais más-formações no RN.</p><p>28ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 50733</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 50 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>A hipertensão sistêmica é um distúrbio comum que, se não for</p><p>tratado com eficiência, aumenta o risco de trombose coronariana,</p><p>AVE e insuficiência renal. Até cerca de 1950 não havia tratamento</p><p>eficaz, e o desenvolvimento de anti-hipertensivo saudável tem sido</p><p>uma história de grande sucesso. Os diuréticos são fármacos utilizados</p><p>como tratamento para hipertensão arterial sistêmica, aumentando o</p><p>volume de urina excretado.</p><p>Em relação ao mecanismo de ação dessa classe, analise as</p><p>afirmativas a seguir:</p><p>I. Os diuréticos tiazídicos causam diurese com aumento da excreção</p><p>de Na+ e Cl–, que pode resultar na excreção de urina hiperosmolar.</p><p>II. A espironolactona é um diurético de alça que inibe o contransporte</p><p>de Na+/K+/2Cl– na membrana luminal, no ramo ascendente da alça de</p><p>Henle.</p><p>III. A furosemida é um esteroide sintético que antagoniza a</p><p>aldosterona no receptor intracelular citoplasmático, inativando o</p><p>complexo furosemida-receptor. Ele impede a translocação do</p><p>complexo receptor para o núcleo da célula-alvo, bloqueando a</p><p>produção de proteínas mediadoras que normalmente estimulam os</p><p>locais de troca Na+/K+ do túbulo coletor.</p><p>IV. A acetazolamida inibe a anidrase carbônica localizada intracelular</p><p>(citoplasma) e na membrana apical do epitélio tubular proximal.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>II, III e IV estão corretas.</p><p>(alternativa B)</p><p>I e II estão corretas.</p><p>(alternativa C)</p><p>Apenas I está correta.</p><p>(alternativa D)</p><p>II e III estão corretas.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>I e IV estão corretas.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 51 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Farmacologia</p><p>Tema: Diuréticos</p><p>I. Os diuréticos tiazídicos causam diurese com aumento da</p><p>excreção de Na+ e Cl–, que pode resultar na excreção de</p><p>urina hiperosmolar.</p><p>II. A espironolactona (furosemida) é um diurético de alça que</p><p>inibe o contransporte de Na+/K+/2Cl– na membrana luminal,</p><p>no ramo ascendente da alça de Henle.</p><p>III. A furosemida (espironolactona e eplerenona) é um</p><p>esteroide sintético que antagoniza a aldosterona no receptor</p><p>intracelular citoplasmático, inativando o complexo</p><p>furosemida-receptor (espironolactona-receptor). Ele</p><p>impede a translocação do complexo receptor para o núcleo</p><p>da célula-alvo, bloqueando a produção de proteínas</p><p>mediadoras que normalmente estimulam os locais de troca</p><p>Na+/K+ do túbulo coletor.</p><p>IV. A acetazolamida inibe a anidrase carbônica localizada</p><p>intracelular (citoplasma) e na membrana apical do epitélio</p><p>tubular proximal.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>WHALEN, Karen; FINKEL, Richard; PANAVELIL, Thomas A.</p><p>Farmacologia Ilustrada-6ª Edição. Artmed Editora, 2016.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>009</p><p>[IES]</p><p>ITPAC SANTA INÊS</p><p>[Habilidades]</p><p>Correlacionar o mecanismo de ação com seus efeitos.</p><p>29ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54502</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 52 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher, 36 anos, casada há 3 anos, sem método contraceptivo e com</p><p>média de 3 relações sexuais por semana, procura o serviço de</p><p>ginecologia, preocupada porque ainda não engravidou. Seu marido,</p><p>que já tem 44 anos, relata que engravidou uma namorada na</p><p>adolescência. Na história ginecológica: tem ciclos regulares com</p><p>duração de 3 dias e intervalo de 28 dias, sem dismenorreia. Aos 18</p><p>anos, teve uma infecção no útero, devido à qual teve que tomar 3</p><p>tipos de antibiótico, mas nunca mais sentiu nada.</p><p>Sobre esse caso, analise as afirmativas a seguir:</p><p>I. Histerossalpingografia deve ser indicada para confirmar a</p><p>permeabilidade e motilidade tubária.</p><p>II. Ultrassonografia transvaginal é importante para excluir síndrome</p><p>dos ovários policísticos.</p><p>III. O espermograma não é necessário, pois o parceiro sexual relata</p><p>ter engravidado uma ex-namorada.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>III.</p><p>(alternativa B)</p><p>I e III.</p><p>(alternativa C)</p><p>II e III.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>I.</p><p>(alternativa E)</p><p>I, II e III.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 53 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Ginecologia</p><p>Tema: Infertilidade</p><p>O espermograma é sempre necessário, independente do histórico,</p><p>para investigar a infertilidade masculina adquirida.</p><p>A paciente acima não tem suspeita de síndrome dos ovários</p><p>policísticos, além de não ser um critério único para o referido</p><p>diagnóstico. Por isso, não está indicada na propedêutica deste caso.</p><p>Histerossalpingografia deve ser indicada para confirmar a</p><p>permeabilidade e motilidade tubária neste caso, para investigação de</p><p>infertilidade.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Manual SOGIMIG de Ginecologia e Obstetricia, 6º edição.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>079</p><p>[Habilidades]</p><p>Atividade sexual no climatério. Orientação e conduta.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>30ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54289</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Uma paciente de 20 anos chega à consulta médica em Unidade de</p><p>Saúde da Família com tosse produtiva e rinorreia purulenta há 10</p><p>dias. Relata que teve um resfriado comum e que, no quinto dia de</p><p>sintomas, houve piora da tosse e da rinorreia. Refere sensação de</p><p>peso no rosto e hiposmia. A tosse piora à noite. Ao exame físico,</p><p>apresenta-se em bom estado geral, eupneica, afebril, com rinorreia</p><p>purulenta, ausculta pulmonar com murmúrio vesicular presente em</p><p>ambos os hemitóraces, sem ruídos adventícios.</p><p>Quais agentes etiológicos são responsáveis pela maioria dos</p><p>diagnósticos como o da paciente?</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 54 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Estreptococo beta-hemolítico do grupo A e rinovírus.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Estreptococo pneumoniae e Hemophilus influenza.</p><p>(alternativa C)</p><p>Streptococcus viridans e Staphylococcus aureus.</p><p>(alternativa D)</p><p>Rinovírus e vírus sincicial respiratório.</p><p>(alternativa E)</p><p>Rinovírus</p><p>e adenovírus.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Microbiologia</p><p>Tema: Agentes etiológicos - infecções bacterianas</p><p>A rinossinusite aguda bacteriana (RSA) é uma infecção bacteriana das</p><p>vias aéreas superiores, comumente ocorrendo após uma IVAS viral</p><p>(como o resfriado comum). Caracteriza-se por piora dos sintomas de</p><p>tosse e rinorreia no 5º dia após o início da IVAS viral. Pode estar</p><p>associada aos sintomas de cefaleia ou sensação de peso frontal e</p><p>hiposmia ou anosmia. Deve-se esperar 7 dias para fechar o</p><p>diagnóstico, pois, antes disso, não é possível diferenciar a RSA das</p><p>IVAS virais.</p><p>As bactérias isoladas com mais frequência são Streptococcus</p><p>pneumoniae, Haemophilus influenzae, Streptococcus viridans,</p><p>Moraxella catarrhalis e Staphylococcus aureus, sendo que cerca de</p><p>70% das RSAs bacterianas são causadas pelos dois primeiros</p><p>agentes.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Myake e Araujo. RINOSSINUSITE. IN: Duncan BB, Schmidt MI, Giugliani</p><p>ERJ et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária</p><p>baseadas em evidências. (5th edição). [Digite o Local da Editora]:</p><p>Grupo A; 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>Correlacionar os principais agentes etiológicos e infecções</p><p>bacterianas.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 55 de 230</p><p>31ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44027</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Uma mulher de 30 anos procura o médico devido a uma história de</p><p>dor incômoda no ânus que piora com a defecação. Ela diz que está</p><p>com medo de defecar pois sente uma dor com sensação “passar um</p><p>vidro quebrado” e notar uma pequena quantidade de sangue nas</p><p>fezes. Ela tem hipotireoidismo tratado com levotiroxina. A</p><p>temperatura é de 36,8°C, o pulso é de 70/min, a respiração é de</p><p>14/min e a pressão arterial é de 120/80 mm Hg. No exame físico há</p><p>um espasmo acentuado dos músculos do esfíncter com sensibilidade</p><p>significativa que, impede o exame de toque.</p><p>Qual é o passo inicial para o tratamento?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Incisão e drenagem</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Dieta rica em fibras</p><p>(alternativa C)</p><p>Terapia antibiótica</p><p>(alternativa D)</p><p>Ressecção cirúrgica</p><p>(alternativa E)</p><p>Ligadura elástica</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: CAD</p><p>Tema: Doenças do reto e do ânus</p><p>Dieta rica em fibras</p><p>É necessário orientar os pacientes para que sigam medidas</p><p>conservadoras que consistem em dieta rica em fibras, maior ingestão</p><p>de líquidos, banhos de assento e, em casos mais graves, laxativos e</p><p>analgésicos. Uma tentativa inicial desse tratamento conservador</p><p>isoladamente é apropriada na maioria dos casos, especialmente para</p><p>as fissuras anais agudas. Tratamento adicional com nitratos tópicos</p><p>ou com bloqueadores dos canais de cálcio é apropriado na maioria dos</p><p>casos. As duas alternativas se mostraram eficazes no tratamento de</p><p>fissura anal, e a escolha deve depender de licenciamento,</p><p>disponibilidade e custos locais e das contraindicações. O tratamento</p><p>com diltiazem tornou-se uma primeira escolha comum para a maioria</p><p>dos pacientes devido à alta incidência de cefaleias que limitam a dose</p><p>após o uso de nitratos tópicos. Uma formulação tópica de diltiazem</p><p>precisará ser manipulada por um farmacêutico se um produto</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 56 de 230</p><p>comercializado não estiver disponível.</p><p>É essencial que o tratamento tópico continue por 6 a 8 semanas para</p><p>permitir a reepitelização da fissura. É comum que os pacientes</p><p>interrompam o tratamento após a melhora inicial dos sintomas, mas</p><p>geralmente ocorre recidiva. Na revisão entre a 6ª e a 8ª semana,</p><p>repete-se a anamnese e o exame físico. Os pacientes curados podem</p><p>receber alta com orientação para manter uma dieta rica em fibras, o</p><p>que diminui o risco de recorrência. Se não ocorrer a cura da fissura,</p><p>mas o paciente estiver relatando uma melhora sintomática</p><p>importante, será possível oferecer uma terapia tópica adicional de 6 a</p><p>8 semanas. Se, depois disso, não ocorrer a cura, será necessário</p><p>fazer o encaminhamento para tratamento secundário. Pacientes</p><p>sintomáticos com lesão não cicatrizada devem ser encaminhados</p><p>para um tratamento secundário após as 6 a 8 semanas iniciais.</p><p>A incisão e a drenagem são o tratamento de primeira linha dos</p><p>abscessos perianais. A maioria dos abscessos perianais resulta da</p><p>obstrução das glândulas da cripta anal (por exemplo, devido a</p><p>bactérias, restos fecais ou matéria estranha) com infecção</p><p>subsequente e formação de abscesso. O manejo imediato é essencial</p><p>para a prevenção de possíveis complicações, como formação de</p><p>fístula secundária, necrose tecidual e envolvimento do esfíncter anal</p><p>com consequente incontinência fecal. Embora os exames de imagem</p><p>(por exemplo, ultrassonografia anal, tomografia computadorizada,</p><p>ressonância magnética) possam confirmar o diagnóstico e mostrar a</p><p>extensão do envolvimento tecidual, o tratamento geralmente é</p><p>iniciado com base na alta suspeita clínica. Antibióticos pós-operatórios</p><p>não são usados ​​rotineiramente, mas podem ser considerados em</p><p>certos pacientes (por exemplo, indivíduos imunocomprometidos).</p><p>A antibioticoterapia pode ser considerada em pacientes com abscesso</p><p>perianal após terem recebido o tratamento de primeira linha. Este</p><p>indivíduo ainda não recebeu nenhum tratamento, portanto, a</p><p>antibioticoterapia não seria apropriada neste momento.</p><p>A ligadura elástica é indicada para o tratamento de hemorroidas</p><p>internas sintomáticas, que podem se manifestar com dor nas</p><p>nádegas exacerbada à defecação e uma massa perianal sensível.</p><p>Além disso, hemorroidas internas devido à constipação crônica são</p><p>comuns em pacientes com hipotireoidismo. No entanto, o exame</p><p>geralmente mostra uma massa perianal firme, em vez de flutuante, e</p><p>as hemorroidas também geralmente se manifestam com</p><p>sangramento retal e prurido perianal.</p><p>A ressecção cirúrgica é o tratamento de escolha para cistos pilonidais</p><p>sintomáticos, que podem se manifestar com dor nas nádegas ao</p><p>sentar e podem se desenvolver na região perianal. No entanto, a</p><p>maioria dos cistos pilonidais se desenvolve no topo da prega</p><p>interglútea, na região sacrococcígea. Além disso, os cistos pilonidais</p><p>mais comumente têm uma abertura do trato sinusal com drenagem</p><p>de secreção purulenta.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Fissura anal. 02 Jul 2020.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 57 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>028</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Tratar as doenças do reto e ânus.</p><p>32ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 48256</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente com 50 anos, portador de HAS, DM e doença de chagas deu</p><p>entrada na emergência com quadro de dor no peito tipo pontada sem</p><p>outros sintomas e de início súbito. Ao realizar eletrocardiograma viu-se</p><p>presença de fibrilação atrial.</p><p>Sobre a fibrilação atrial (FA), assinale a afirmativa correta.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 58 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Na FA, o ritmo encontrado é sinusal apesar da irregularidade entre as</p><p>ondas P e o complexos QRS.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>FA no eletrocardiograma se apresenta de maneira que os complexos</p><p>QRS estão irregulares, com ausência de ondas P e presença de</p><p>pequenas ondas F, deixando a linha de base irregular.</p><p>(alternativa C)</p><p>Na FA, todos os pacientes deverão ser anticoagulados.</p><p>(alternativa D)</p><p>Pacientes que possuem FA tem menor propensão a doenças</p><p>tromboembólicas, como AVC isquêmico.</p><p>(alternativa E)</p><p>A FA é uma arritmia que tem baixa letalidade quando está com alta</p><p>resposta ventricular (taquicardia).</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 59 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Cardiologia</p><p>Tema: Arritmias Cardíacas</p><p>Na FA, o ritmo encontrado é sinusal apesar da irregularidade entre</p><p>as</p><p>ondas P e o complexos QRS. INCORRETA, pois o ritmo não é sinusal.</p><p>FA no eletrocardiograma se apresenta de maneira que os complexos</p><p>QRS estão irregulares, com ausência de ondas P e presença de</p><p>pequenas ondas F, deixando a linha de base irregular. CORRETA.</p><p>Pacientes que possuem FA tem menor propensão a doenças</p><p>tromboembólicas, como AVC isquêmico. INCORRETA, pois o risco de</p><p>doenças tromboembólicas aumenta em aproximadamente cinco</p><p>vezes em paciente com FA.</p><p>Na FA, todos os pacientes deverão ser anticoagulados. INCORRETA,</p><p>pois pacientes com alto risco de sangramento do sistema nervoso</p><p>central visto pelo score HAS-BLED poderão não ser anticoagulados.</p><p>A FA é uma arritmia que tem baixa letalidade quando está com alta</p><p>resposta ventricular (taquicardia). INCORRETA, pois quando há FA com</p><p>alta resposta ventricular o risco de tromboembolicas aumenta, logo</p><p>possuem alta taxa de letalidade.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>MASTROCOLA, Fabio. et al. Cardiologia: CardioPapers. 2ºed.</p><p>Atheneu.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>041</p><p>[IES]</p><p>FESAR</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar síndromes arrítmicas.</p><p>33ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54228</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 60 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Ana Teresa, 27 anos, em situação de rua, faz uso de drogas, HIV</p><p>positivo e está em tratamento para tuberculose há 45 dias. Deixou de</p><p>comparecer à Unidade Básica de Saúde (UBS) onde recebe a dose</p><p>supervisionada do tratamento para tuberculose. A equipe de saúde da</p><p>família decidiu buscar ajuda do Núcleo Ampliado de Saúde da Família</p><p>(NASF) para discutir o plano de cuidados à paciente.</p><p>Considerando o Projeto Terapêutico Singular (PTS), a conduta</p><p>adequada dos profissionais da equipe de saúde da família, conforme o</p><p>Ministério da Saúde, será</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>assumir a responsabilidade pelo cuidado, dispensando o apoio de</p><p>outros profissionais.</p><p>(alternativa B)</p><p>corresponsabilizar-se pelas intervenções definidas no cuidado centrado</p><p>na pessoa.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>referenciar a paciente para unidade de pronto atendimento mais</p><p>próxima.</p><p>(alternativa D)</p><p>internar a paciente em clínica de recuperação de usuários de drogas.</p><p>(alternativa E)</p><p>discutir o plano de cuidados em equipe, sem incluir a paciente, para</p><p>evitar conflitos.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 61 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Atenção Primária em Saúde</p><p>Tema: PTS</p><p>Internar a paciente em clínica de recuperação de usuários de drogas.</p><p>– A internação constitui o último recurso na reabilitação de pessoas</p><p>com problemas relacionados às drogas. Além disso, a Estratégia</p><p>Saúde da Família pode contar com retaguarda de outros dispositivos,</p><p>a exemplo dos Centros de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas</p><p>(CAPS ad), para resolver problemas como os apresentados pela</p><p>paciente em questão.</p><p>Discutir o plano de cuidados em equipe, sem incluir a paciente, para</p><p>evitar conflitos. – Na elaboração do PTS, a equipe procura</p><p>compreender como o sujeito singular se coproduz diante da vida e da</p><p>situação de adoecimento, como opera os desejos e os interesses,</p><p>assim como o trabalho, a cultura, a família e a rede social. Atenção</p><p>especial deve estar voltada para as potencialidades, as vitalidades do</p><p>sujeito. Uma função também importante nesse momento é produzir</p><p>algum consenso operativo sobre; afinal, quais os problemas</p><p>relevantes, tanto do ponto de vista dos vários membros da equipe</p><p>quanto do ponto de vista do(s) usuário(s) em questão.</p><p>Referenciar a paciente para unidade de pronto atendimento mais</p><p>próxima. – Considerando que faz parte do escopo das atribuições da</p><p>atenção básica o acompanhamento de pacientes com doenças como</p><p>a tuberculose e demais condições de vulnerabilidade apresentadas</p><p>pela paciente e que esta não manifesta nenhuma situação que</p><p>necessite de atendimento de urgência, não se justifica a referência</p><p>para uma UPA.</p><p>Corresponsabilizar-se pelas intervenções definidas no cuidado</p><p>centrado na pessoa. – A utilização do PTS como dispositivo de</p><p>intervenção desafia a organização tradicional do processo de trabalho</p><p>em saúde, pois pressupõe a necessidade de maior articulação</p><p>interprofissional e a utilização das reuniões de equipe como um</p><p>espaço coletivo sistemático de encontro, reflexão, discussão,</p><p>compartilhamento e corresponsabilização das ações com a</p><p>horizontalização dos poderes e conhecimentos.</p><p>Assumir a responsabilidade pelo cuidado, dispensando o apoio de</p><p>outros profissionais. – Na execução do PTS há a necessidade de maior</p><p>articulação interprofissional e corresponsabilização das ações com a</p><p>horizontalização dos poderes e conhecimentos.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BRASIL. Clínica ampliada, equipe de referência e projeto terapêutico</p><p>singular. 2a ed. Ministério da Saúde: Brasília, 2008.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 62 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>110</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>Avaliar o planejamento do cuidado - PTS.</p><p>34ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 46732</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente de 42 anos, internada no serviço de pneumologia há 15 dias</p><p>por queixa de tosse seca há mais de um mês antes da internação,</p><p>além de febre baixa e leve emagrecimento neste mesmo período.</p><p>Apresenta na radiografia de tórax um infiltrado intersticial pulmonar</p><p>difuso e adenomegalia hilar bilateral. O resultado da biópsia pulmonar</p><p>confirmou presença de granulomas não caseosos.</p><p>Com base nas informações do texto, assinale a alternativa que</p><p>descreve a hipótese diagnóstica provável.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Tuberculose ganglionar.</p><p>(alternativa B)</p><p>Asbestose.</p><p>(alternativa C)</p><p>Silicose.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Sarcoidose.</p><p>(alternativa E)</p><p>Fibrose Pulmonar Idiopática.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 63 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Pneumologia</p><p>Tema: Sarcoidose</p><p>A sarcoidose é um distúrbio granulomatoso sistêmico de etiologia</p><p>desconhecida, que costuma afetar os pulmões, a pele e os olhos. Ela</p><p>se caracteriza pelo acúmulo de linfócitos e macrófagos e pela</p><p>formação de granulomas não caseosos nos pulmões e em outros</p><p>órgãos. Embora os pulmões e linfonodos estejam envolvidos em mais</p><p>de 90% dos pacientes, praticamente qualquer órgão pode ser</p><p>afetado. Apresenta distribuição de idade bimodal com 2 picos na</p><p>terceira e na quinta décadas. A evolução clínica é frequentemente</p><p>heterogênea e imprevisível.</p><p>Apenas a Sarcoidose apresenta na biópsia pulmonar granulomas não</p><p>caseosos.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>KASPER, Dennis L.. Medicina interna de Harrison. 19 ed. Porto</p><p>Alegre: AMGH Editora, 2017. 1 v.</p><p>BMJ. Best Practice. https://bestpractice.bmj.com/topics/pt-br/109</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>056</p><p>[IES]</p><p>UNIGRANRIO CAXIAS</p><p>[Habilidades]</p><p>Diferenciar pneumopatias intersticiais.</p><p>35ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44028</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 64 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Uma menina de 10 anos é trazida ao pronto-socorro por causa de dor</p><p>abdominal inferior nas últimas 12 horas. A dor piorou</p><p>progressivamente e foi acompanhada por episódios ocasionais de</p><p>diarreia. Ela vomitou duas vezes. Sua mãe tem doença de Crohn. Sua</p><p>temperatura é de 38,1°C, o pulso é de 95/min, a respiração é de</p><p>20/min e a pressão arterial é de 110/70 mmHg. O abdome é flácido e</p><p>há leve sensibilidade à palpação no quadrante inferior direito sem</p><p>abaulamento ou defesa. Os sons intestinais são normais. Sua</p><p>concentração de hemoglobina é de 13,0 g/dL, a contagem de</p><p>leucócitos é de 12.800/mm3 e a contagem de plaquetas é de</p><p>345.000/mm3. A tira reagente de urina é negativa para nitritos e</p><p>esterase leucocitária.</p><p>A urinálise mostra 3 WBC/hpf e nenhuma</p><p>hemácia.</p><p>Qual dos seguintes é o próximo passo a ser seguido na investigação</p><p>diagnóstica?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Radiografia do abdome.</p><p>(alternativa B)</p><p>Tomografia computadorizada do abdome.</p><p>(alternativa C)</p><p>Colonoscopia.</p><p>(alternativa D)</p><p>Laparoscopia de emergência.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Ultrassonografia do abdome.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: CAD</p><p>Tema: Abdome Agudo Cirúrgico</p><p>Ultrassonografia do abdome</p><p>Todos os pacientes com desconforto abdominal devem ter um</p><p>hemograma completo realizado. Geralmente, ocorre uma leucocitose</p><p>leve (10 a 18 x 10⁹/L ou 10,000 a 18,000/microlitro) com aumento</p><p>de neutrófilos. Nas crianças, um nível de proteína C-reativa à</p><p>admissão ≥10 mg/L e uma leucocitose ≥16.000/microlitro são fortes</p><p>fatores preditivos para apendicite.[11]</p><p>Geralmente, é necessário algum tipo de exame de imagem. A maioria</p><p>dos pacientes (excluindo gestantes) que comparecem ao pronto-</p><p>socorro com dor abdominal sugerindo apendicite são submetidos a TC</p><p>de abdome e pelve.[31][11] Um exame de imagem pré-operatório</p><p>com TC do abdome (ultrassonografia ou RNM para gestantes) agora</p><p>faz parte do padrão de cuidados. Em particular, as mulheres e</p><p>crianças podem se beneficiar de exames de imagem pré-operatórios.</p><p>[27][42][39]</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 65 de 230</p><p>Escolha do exame de imagem</p><p>Embora a TC tenha sensibilidade e especificidade superiores à</p><p>ultrassonografia no diagnóstico de apendicite, a ultrassonografia está</p><p>mais disponível, é mais rápida e pode ser realizada à beira do</p><p>leito.[43][44][45] Em crianças, a ultrassonografia pode ser preferível</p><p>à TC para limitar a exposição à radiação. Há evidências que sugerem</p><p>maior sensibilidade e especificidade da ultrassonografia em crianças,</p><p>comparadas a adultos.[42][46][47] Se, na ultrassonografia, um</p><p>apêndice normal for visualizado no seu tamanho total, será possível</p><p>excluir a apendicite aguda. No entanto, esse é raramente o caso, e a</p><p>maior utilidade da ultrassonografia é detectar uma causa alternativa</p><p>da dor abdominal que descarta apendicite.[48]</p><p>A TC do apêndice é cada vez mais usada como teste diagnóstico inicial</p><p>para apendicite aguda, e é prática rotineira nos EUA solicitar uma TC</p><p>para pacientes que comparecem ao pronto-socorro com sintomas de</p><p>apendicite aguda.[27] A TC também é indicada em quadros atípicos.</p><p>[31][49] No entanto, a cirurgia tardia após a TC para apendicite</p><p>presumida está associada a uma taxa mais alta de perfuração do</p><p>apêndice.[50] A TC com contraste intravenoso, com ou sem</p><p>contraste oral, tem uma sensibilidade de até 100% em comparação</p><p>com 92% de sensibilidade da TC com contraste não intravenoso.[51]</p><p>[52]</p><p>A ultrassonografia do abdome é a modalidade de imagem inicial</p><p>preferida para o diagnóstico de apendicite em crianças e mulheres</p><p>grávidas. Um ultrassom abdominal está prontamente disponível, tem</p><p>boa relação custo-benefício e não expõe o paciente à radiação. Os</p><p>achados típicos de apendicite incluem um apêndice não compressível</p><p>e distendido (> 6-8 mm), líquido ao redor do apêndice e um sinal de</p><p>alvo. A apendicite aguda geralmente é um diagnóstico clínico, e a</p><p>imagem nem sempre é necessária se o paciente apresentar</p><p>características clínicas típicas (por exemplo, dor abdominal migratória,</p><p>sensibilidade ao RLQ, dor rebote, febre, leucocitose). Dada a</p><p>apresentação não clássica desse paciente, exame clínico inconclusivo</p><p>e história familiar de doença de Crohn (o que torna a doença</p><p>inflamatória intestinal um possível diagnóstico diferencial), a</p><p>ultrassonografia abdominal é indicada para diagnóstico adicional.</p><p>Uma colonoscopia seria indicada para confirmar um diagnóstico</p><p>suspeito de doença inflamatória intestinal (DII). A sensibilidade do RLQ</p><p>e o histórico de diarreia dessa paciente são consistentes com DII, e</p><p>seu histórico familiar de doença de Crohn a coloca em risco</p><p>aumentado para essa condição. No entanto, a ausência de cólicas</p><p>abdominais ou diarreia sanguinolenta torna esse diagnóstico menos</p><p>provável. Medidas menos invasivas são indicadas antes da realização</p><p>de uma colonoscopia.</p><p>A tomografia computadorizada tem alta sensibilidade para o</p><p>diagnóstico de apendicite e é a modalidade de imagem de escolha em</p><p>adultos. No entanto, quando a exposição à radiação deve ser evitada</p><p>(por exemplo, em crianças ou durante a gravidez), é preferível uma</p><p>modalidade de imagem diferente. Uma tomografia computadorizada</p><p>do abdome seria indicada para confirmar ou excluir apendicite se os</p><p>estudos diagnósticos iniciais forem inconclusivos.</p><p>A radiografia abdominal fornece informações úteis para o diagnóstico</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 66 de 230</p><p>de várias condições, como obstrução intestinal, intussuscepção e</p><p>doença inflamatória intestinal, mas não é o próximo passo mais</p><p>adequado nesse paciente porque tem sensibilidade muito baixa para</p><p>diagnosticar apendicite aguda. Além disso, exporia a criança a</p><p>radiação desnecessária.</p><p>Embora a laparoscopia tenha valor diagnóstico e terapêutico em casos</p><p>de dor abdominal intensa e inexplicável, a laparoscopia de emergência</p><p>é reservada para casos de abdome agudo potencialmente fatais. Esse</p><p>paciente não apresenta defesa abdominal e apresenta apenas febre</p><p>leve e leucocitose, indicando uma condição estável que justifica um</p><p>procedimento eletivo. Pacientes com apendicite diagnosticada</p><p>clinicamente devem proceder à apendicectomia laparoscópica; a</p><p>apresentação deste paciente é atípica e outros diagnósticos são</p><p>indicados.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Apendicite aguda. 11 Jun 2021.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>027</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar abdome agudo cirúrgico: síndromes inflamatórias.</p><p>36ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54248</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 67 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Senhora de 43 anos, obesa, diabética, sentiu dor há 30 dias ao</p><p>ajoelhar-se por várias horas em culto religioso. Não procurou</p><p>atendimento imediato. Evoluiu com febre, intensa dor e inchaço do</p><p>joelho esquerdo, não conseguindo mais deambular. Radiologia simples</p><p>do joelho esquerdo apresentou presença de erosão e destruição das</p><p>superfícies articulares. Observada distrofia ungueal e presença de</p><p>dactilite bilateral em pododáctilos. Sob internação para melhora clínica,</p><p>apresenta velocidade de hemossedimentação e proteína C-reativa</p><p>muito elevadas, com fator reumatoide negativo. Indagada, relata</p><p>lombalgia e rigidez matinal frequentes, principalmente na coluna e</p><p>articulações de membros inferiores. Não sabe informar se apresentou</p><p>manchas avermelhadas recobertas por escamas esbranquiçadas em</p><p>sua pele.</p><p>Em visita com seu preceptor do internato, durante avaliação da</p><p>paciente, você refere que os critérios clínicos descritos, conforme a</p><p>Sociedade Brasileira de Reumatologia, permitem dizer que a paciente</p><p>apresenta</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>esclerose sistêmica.</p><p>(alternativa B)</p><p>lúpus eritematoso sistêmico.</p><p>(alternativa C)</p><p>osteoartrite.</p><p>(alternativa D)</p><p>artrite reumatoide.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>artrite psoriásica.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 68 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Reumatologia</p><p>Tema: Artrites autoimunes</p><p>Pacientes com doença psoriásica apresentam maiores taxas de</p><p>obesidade, resistência à insulina e diabetes. Fatores preditivos para o</p><p>surgimento das manifestações articulares podem advir de fatores</p><p>ambientais como traumas físicos. O acometimento da pele precede o</p><p>comprometimento articular na maioria dos casos, portanto o médico,</p><p>ao atender pacientes com psoríase, deve perguntar sobre a presença</p><p>de artralgia, rigidez matinal e lombalgia inflamatória. Dactilite, também</p><p>chamada de “dedo em salsicha”, pode ocorrer em mãos e pés e se</p><p>caracteriza pelo edema difuso de toda a extensão do dedo. Acomete</p><p>30 a 40% dos pacientes durante o</p><p>curso da doença. O papel dos</p><p>testes laboratoriais é o de excluir outras causas de artrite, já que não</p><p>existe nenhum exame que leve ao diagnóstico. A velocidade de</p><p>hemossedimentação (VHS) e a proteína C-reativa (PCR) apresentam-</p><p>se elevadas em 50% dos pacientes. Nos exames de imagem,</p><p>podemos encontrar desde alterações inespecíficas, como aumento de</p><p>partes moles, até lesões muito características, em que a reabsorção</p><p>óssea e a osteoproliferação determinam a lesão descrita como pencil</p><p>in cup em casos de artrite mutilante. Erosões e osteoproliferação</p><p>podem ser observados mesmo em pacientes oligo ou assintomáticos.</p><p>O critério de classificação CASPAR (Classification Criteria for Psoriatic</p><p>Arthritis) (Quadro 2) é o mais utilizado em todo o mundo, com</p><p>elevadas sensibilidade e especificidade (91% e 99%,</p><p>respectivamente).</p><p>QUADRO 2: Critérios de classificação para artrite psoriásica (CASPAR).</p><p>Se doença inflamatória – articulação, êntese ou coluna e pelo menos 3</p><p>pontos.</p><p>Psoríase cutânea atual (2 pontos) ou história pessoal de</p><p>psoríase (1 ponto) ou história familiar de psoríase (1 ponto).</p><p>Distrofia ungueal (1 ponto).</p><p>Dactilite atual ou episódio anterior visto por médico (1</p><p>ponto).</p><p>Fator reumatoide negativo (1 ponto).</p><p>Neoformação óssea justarticular na radiografia de mãos ou</p><p>pés (1 ponto).</p><p>3 ou mais pontos: sensibilidade de 98,7% e especificidade de</p><p>91,4%.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Taylor W, Gladman D, Helliwell P, Marchesoni A, Mease P, Mielants H;</p><p>CASPAR Study Group. Classification criteria for psoriatic arthritis:</p><p>development of new criteria from a large international study. Arthritis</p><p>Rheum. 2006;54:2665-73.</p><p>SHINJO, Samuel Katsuyuki; MOREIRA, Caio. Livro da Sociedade</p><p>Brasileira de Reumatologia. 2ª ed. Barueri: Manole, 2021, pp. 183-</p><p>189.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 69 de 230</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>054</p><p>[IES]</p><p>UNINOVAFAPI</p><p>[Habilidades]</p><p>Diferenciar as artrites autoimunes.</p><p>37ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54456</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Uma mulher de 54 anos vem ao pronto-socorro por causa de um histórico de</p><p>5 horas de dor abdominal difusa e intensa, náuseas e vômitos. Ela relata que</p><p>não há sangue ou bile no vômito. Há duas semanas, ela começou a ter dores</p><p>epigástricas leves, que melhoraram com a alimentação. Desde então, ela</p><p>ganhou 1,4 kg. Ela tem histórico de 2 anos de osteoartrite de ambos os</p><p>joelhos, para o qual ela toma ibuprofeno. Bebe 1-2 taças de vinho diariamente.</p><p>Ela está deitada supina com os joelhos dobrados e evita qualquer movimento.</p><p>Sua temperatura é de 38,5°C, o pulso é de 112/min, as respirações são de</p><p>20/min e a pressão sanguínea é de 115/70 mm Hg. Exame físico mostra</p><p>tensão abdominal e defesa; os sons intestinais são diminuídos. Um raio X do</p><p>tórax é mostrado.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 70 de 230</p><p>Assinale a alternativa que indica a causa mais provável dos sintomas atuais</p><p>dessa paciente.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Doença de refluxo gastroesofágico.</p><p>(alternativa B)</p><p>Câncer gástrico.</p><p>(alternativa C)</p><p>Isquemia mesentérica aguda.</p><p>(alternativa D)</p><p>Pancreatite.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Úlcera péptica perfurada.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Cirurgia</p><p>Subárea: Sistema Digestório</p><p>Tema: Diagnóstico diferencial das doenças do aparelho disgetório</p><p>A perfuração de uma úlcera péptica pode manifestar-se com dor abdominal</p><p>aguda e difusa, náusea, vômito, febre e taquicardia, todas as quais são vistas</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 71 de 230</p><p>neste paciente. A descoberta do raio X do tórax do pneumopertoneum suporta</p><p>ainda mais esse diagnóstico. Os achados do exame são típicos para peritonite</p><p>secundária (guarda abdominal) e desenvolvimento de íleo paralítico (diminuição</p><p>dos sons intestinais). O histórico recente de dor epigástrica deste paciente</p><p>aliviada pela ingestão de alimentos em combinação com o consumo regular de</p><p>álcool e o uso de ibuprofeno indica uma úlcera duodenal subjacente. A</p><p>perfuração é a segunda complicação mais comum da doença da úlcera péptica</p><p>(após hemorragia gastrointestinal) e ocorre na maioria das úlceras duodenais</p><p>da parede anterior, que são menos protegidas do que outros tipos de úlceras</p><p>por estruturas anatômicas circundantes.</p><p>Pancreatite aguda normalmente se manifesta com dor abdominal severa</p><p>(geralmente irradiando para trás), náuseas e vômitos, e pode ser</p><p>desencadeada pelo uso de álcool. Os achados do exame podem incluir febre,</p><p>taquicardia, ternura abdominal, sinais de peritonite (guarda abdominal) e</p><p>redução dos sons intestinais (indicando íleo), como visto aqui. Os achados de</p><p>raio X do tórax deste paciente de gás intra-abdominal gratuito, no entanto não</p><p>são suficientemente explicados por pancreatite aguda. Além disso, este</p><p>paciente tem um histórico de dor epigástrica que é aliviada com a ingestão</p><p>alimentar, enquanto a dor na pancreatite geralmente piora após as refeições.</p><p>Isquemia mesentérica aguda pode se manifestar com dor abdominal difusa,</p><p>náuseas e vômitos, todos os quais são vistos aqui. Os achados do exame</p><p>podem mostrar febre, taquicardia e ternura abdominal. No entanto, os</p><p>achados de raio X do tórax de gás livre na cavidade abdominal não são uma</p><p>característica típica desta condição. Em vez disso, os achados de raios X</p><p>abdominais na isquemia mesentérica aguda provavelmente seriam normais</p><p>em estágios iniciais, com alças intestinais distendidas e pequenos gabinetes de</p><p>gás dentro da parede do intestino (indicando isquemia transmural) aparecendo</p><p>em estágios posteriores.</p><p>O câncer gástrico pode se manifestar com dor abdominal, náuseas e vômitos,</p><p>todos os quais são vistos aqui. No entanto, o agravamento agudo dos</p><p>sintomas dessa paciente, bem como os achados de raio X do tórax de gás</p><p>livre na cavidade abdominal tornam o câncer gástrico menos provável do que</p><p>outra condição. Além disso, pacientes com câncer gástrico apresentam perda</p><p>de peso em vez de ganho de peso.</p><p>A doença do refluxo gastroesofágico (DRD) pode se manifestar com dor</p><p>abdominal, náuseas e vômitos, todos os quais são vistos aqui. Além disso, o</p><p>consumo de álcool é um gatilho comum dessa condição. Os pacientes</p><p>normalmente apresentam dor epigástrica crônica que piora após comer. Este</p><p>paciente, no entanto, tem um histórico de dor epigástrica que é aliviada com a</p><p>ingestão alimentar. Além disso, os achados de raio X do tórax de gás livre na</p><p>cavidade abdominal não são explicados pelo GERD.</p><p>A colecistolitiase é uma condição tipicamente assintomática. Uma minoria de</p><p>pacientes pode desenvolver cólica biliar, que pode se manifestar com dor de</p><p>quadrante superior direito/epigástrica, náusea e vômito. A dor da cólica biliar é</p><p>desencadeada pela alimentação. Esta paciente, no entanto, tem um histórico</p><p>de dor epigástrica que é aliviada com a ingestão alimentar. Além disso, a</p><p>colecistolitiase e a cólica biliar não explicam suficientemente os achados do</p><p>raio X do tórax do gás intra-abdominal livre.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Parctice. Úlcera péptica. Última atualização, 10 de setembro de</p><p>2020.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 72 de 230</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>026</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar refluxo gastroesofágico.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>38ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44213</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Homem de 45 anos iniciou tratamento com esquema básico há 20</p><p>dias para tuberculose pulmonar devido a baciloscopia positiva no</p><p>escarro. Retorna apresentando queixa de náuseas e vômitos e</p><p>dificuldade para manter o uso adequado dos medicamentos que</p><p>foram prescritos. Inicialmente estava tomando em jejum, conforme</p><p>orientação médica, mas devido aos sintomas suspendeu o uso há 3</p><p>dias e aguarda orientações.</p><p>Qual é a conduta adequada?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Orientar usar os medicamentos para tuberculose em dias alternados</p><p>e manter a ingestão em</p><p>jejum.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Reformular o horário da tomada dos medicamentos para após café da</p><p>manhã e prescrever antieméticos.</p><p>(alternativa C)</p><p>Manter o esquema inicial associando um inibidor de bomba de prótons</p><p>e solicitar endoscopia digestiva alta.</p><p>(alternativa D)</p><p>Orientar suspensão dos medicamentos por 7 dias e, após a melhora</p><p>das queixas, reiniciar o uso em jejum.</p><p>(alternativa E)</p><p>Suspender a isoniazida do esquema medicamentoso e manter os</p><p>demais conforme orientações iniciais.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 73 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Pneumologia</p><p>Tema: Tuberculose</p><p>Trata-se de paciente em tratamento de tuberculose pulmonar</p><p>evoluindo com efeito adverso menor de intolerância gástrica (náusea e</p><p>vômito) encontrado em 40% dos pacientes. A conduta adequada é</p><p>reformular o horário da administração dos medicamentos (duas horas</p><p>após o café da manhã) e considerar o uso de medicação sintomática</p><p>(antieméticos). A suspensão temporária dos medicamentos está</p><p>indicada para efeitos adversos maiores. Não há necessidade de</p><p>alteração da composição do esquema nas reações adversas menores.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Ministério da Saúde. Manual de Recomendações para o Controle da</p><p>Tuberculose no Brasil. 2ª edição atualizada. Brasília, DF, 2019.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>049</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Identificar efeitos colaterais das medicações tuberculostáticas.</p><p>39ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44084</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um grupo de pesquisadores está estudando mecanismos reguladores</p><p>hemodinâmicos em um voluntário humano. O voluntário recebe uma</p><p>droga estimulante, e observa-se um aumento súbito da pressão</p><p>arterial.</p><p>Sabe-se que este aumento da pressão arterial causa estiramento dos</p><p>átrios e este tem como resultado</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 74 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>o aumento da excreção de íons potássio e hidrogênio.</p><p>(alternativa B)</p><p>a vasoconstrição e a estimulação da sede.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>a diminuição da reabsorção de sódio.</p><p>(alternativa D)</p><p>o aumento da reabsorção de água livre de solutos.</p><p>(alternativa E)</p><p>a vasodilatação e a diminuição da agregação plaquetária.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 75 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Morfofuncional</p><p>Tema: Correlação entre a fisiopatologia das doenças e agravos com</p><p>os mecanismos compensatórios para manter a homeostase</p><p>Os cardiomiócitos atriais são estimulados pelo aumento do</p><p>estiramento atrial para produzir o peptídeo natriurético atrial (ANP).</p><p>A diminuição da reabsorção de sódio do túbulo contorcido distal e</p><p>do ducto coletor cortical é um dos efeitos do ANP, que responde ao</p><p>aumento do estiramento atrial (por exemplo, na hipertensão ou</p><p>sobrecarga de volume), aumentando a natriurese e a diurese no</p><p>corpo. Além de diminuir a reabsorção de sódio, o ANP aumenta a</p><p>excreção de sódio e água por meio do aumento da TFG via dilatação</p><p>da arteríola aferente e constrição da arteríola eferente. Por fim, o ANP</p><p>inibe a secreção de renina e, portanto, o RAAS. Juntas, essas</p><p>mudanças trabalham para reduzir o volume sanguíneo, a pressão</p><p>arterial e o débito cardíaco.</p><p>DISTRATORES:</p><p>O aumento da excreção de íons potássio e hidrogênio nos túbulos</p><p>distais e ductos coletores do rim, bem como a reabsorção de sódio,</p><p>são efeitos da aldosterona, e não do ANP. A aldosterona é estimulada</p><p>pelo SRAA, aumento do potássio sérico, ACTH, sistema nervoso</p><p>simpático e diminuição da pressão arterial média.</p><p>O óxido nítrico (NO) resulta em vasodilatação e diminuição da</p><p>agregação plaquetária. O NO é produzido por células endoteliais</p><p>vasculares em resposta a uma variedade de gatilhos, incluindo lesão</p><p>vascular e hipóxia. Embora o ANP cause vasodilatação, não tem efeito</p><p>sobre a agregação plaquetária.</p><p>O aumento da reabsorção de água livre de soluto é um efeito da</p><p>vasopressina (ADH), e não do ANP. O ADH atua aumentando a</p><p>transcrição e inserção de aquaporinas nos ductos coletores renais. O</p><p>ADH é secretado se o corpo detectar aumento da osmolalidade</p><p>plasmática ou diminuição do volume sanguíneo arterial.</p><p>A vasoconstrição sistêmica e a estimulação da sede, assim como a</p><p>retenção de sódio e o aumento da reabsorção de água, são</p><p>estimulados pelo SRAA, e não pelo ANP. O SRAA é ativado em</p><p>resposta à diminuição da perfusão glomerular e pelo sistema nervoso</p><p>simpático renal e, na verdade, é inibido pelo ANP.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>HALL, John E.; GUYTON, Arthur C. Guyton & Hall Fundamentos de</p><p>Fisiologia.Pag.194: Grupo GEN, 2017. 9788595151550. E-book.</p><p>Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595151550/.</p><p>Acesso em: 08 ago. 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 76 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>011</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Correlacionar a fisiopatologia das doenças e agravos com os</p><p>mecanismos compensatórios para manter a homeostase .</p><p>40ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44528</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente do gênero feminino, 10 anos, residente do município de Garanhuns - PE, procurou a</p><p>Unidade de Pronto Atendimento acompanhada da mãe, queixando-se de “dor de garganta e</p><p>dificuldade para engolir” há 5 dias. Paciente referiu febre de 38,4 ºC há 3 dias, com melhora ao</p><p>uso de antitérmico. A oroscopia revelou hiperemia e exsudato faríngeo e ausculta com</p><p>murmúrios vesiculares presentes bilateralmente e simétricos sem ruídos adventícios. Após o</p><p>exame clínico e laboratorial que confirmou a infecção, a paciente foi diagnosticada com faringite</p><p>bacteriana por estreptococos.</p><p>Silverthorn, D. U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. 9788582714041.</p><p>Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/.</p><p>Considerando as informações apresentadas no caso clínico, avalie as afirmativas a seguir, que</p><p>dizem respeito aos mecanismos envolvidos na proteção e na autoagressão tecidual relacionados</p><p>à febre.</p><p>I. O aumento da temperatura corpórea no valor aferido contribui com a identificação do</p><p>processo infeccioso/inflamatório e inibe a proliferação de bactérias.</p><p>II. As células fagocitárias do sistema imunológico liberam proteínas conhecidas como pirógenos</p><p>endógenos (IL-1, IL-6, TNF, interferon 1).</p><p>III. A febre induz a saída dos neutrófilos do seu local de produção, a medula óssea, direcionando</p><p>sua migração para o local da infecção.</p><p>IV. As células T, quando expostas a temperaturas febris, também são mais facilmente ativadas</p><p>na ocorrência de uma infecção.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 77 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>I e III, apenas.</p><p>(alternativa B)</p><p>II e IV, apenas.</p><p>(alternativa C)</p><p>I, III e IV.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>I, II, III e IV.</p><p>(alternativa E)</p><p>II, III e IV.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Morfofuncional</p><p>Tema: Imunologia</p><p>A assertiva I está correta porque a febre é um mecanismo fisiológico que tem efeitos positivos</p><p>quando nosso organismo tenta combater uma infecção, aumentando a produção de anticorpos</p><p>e glóbulos brancos, dificultando ou até inibindo a multiplicação de alguns agentes infecciosos</p><p>(vírus, bactérias).</p><p>A assertiva II está correta porque as células fagocitárias do sistema imunológico liberam</p><p>proteínas conhecidas como pirógenos endógenos ou citocinas que são as Interleucinas-1(IL-1),</p><p>Interleucinas-6(IL-6), o fator de necrose tumoral (TNF) e Interferon (tipo 1). A ação desses</p><p>fatores pirogênicos sobre o centro termorregulador do hipotálamo eleva o limiar térmico,</p><p>desencadeando respostas metabólicas de produção e conservação de calor (tremores,</p><p>vasoconstrição periférica e aumento do metabolismo basal).</p><p>A assertiva III está</p><p>correta porque a febre induz a saída de um tipo de célula branca chamada</p><p>neutrófilo do seu local de produção, a medula óssea, direcionando a sua migração para o local</p><p>da infecção. Os neutrófilos são a principal célula imune envolvida no combate às infecções nos</p><p>seus estágios iniciais.</p><p>A assertiva IV está correta porque a febre também tem um efeito benéfico de facilitar a entrada</p><p>e a concentração de células T nos gânglios linfáticos, onde elas são normalmente ativadas. Isso</p><p>aumenta a possibilidade de as poucas células T capazes de reconhecer o agente patogênico</p><p>serem rapidamente ativadas contra a infecção.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Tortora, Gerard J. Princípios de anatomia e fisiologia / Gerard J. Tortora, Bryan Derrickson;</p><p>tradução Ana Cavalcanti C. Botelho... [et al.]. – 14. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2019. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4/16/12/1:47[olo%2Cgy].</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 78 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>014</p><p>[IES]</p><p>FAMEG</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os conceitos de mecanismos imunológicos envolvidos na proteção e na</p><p>autoagressão tecidual relacionados à febre.</p><p>41ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44191</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Uma mulher de 22 anos chega ao pronto-socorro devido a uma</p><p>história de 5 horas de dor abdominal inferior. Ela é sexualmente ativa</p><p>com vários parceiros do sexo masculino e usa preservativos de forma</p><p>inconsistente. Ela não consegue se lembrar quando foi sua última</p><p>menstruação. O pulso é de 91/min, a respiração é de 14/min e a</p><p>pressão arterial é de 126/70 mm Hg. O exame abdominal mostra</p><p>sensibilidade mínima à palpação sem defesa sobre o quadrante</p><p>inferior direito. O exame pélvico mostra leve sensibilidade ao</p><p>movimento cervical. Sua concentração sérica de gonadotrofina</p><p>coriônica humana β é de 980 mUI/mL (N < 5). A ultrassonografia</p><p>transvaginal mostra uma cavidade intrauterina vazia, uma massa</p><p>anexial não homogênea de 5 cm do lado direito sem líquido</p><p>intraperitoneal livre.</p><p>Após atender a paciente, o próximo passo a ser seguido é</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>iniciar terapia com metotrexato.</p><p>(alternativa B)</p><p>realizar laparoscopia de emergência.</p><p>(alternativa C)</p><p>repetir β-hCG sérico após 48 horas.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>conduzir o caso de forma expectante.</p><p>(alternativa E)</p><p>realizar tomografia computadorizada do abdome.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 79 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia</p><p>Tema: Hemorragia do primeiro trimestre. Gravidez ectópica</p><p>A concentração sérica elevada de β-hCG dessa paciente e os achados</p><p>ultrassonográficos pélvicos de uma massa anexial não homogênea</p><p>são sugestivos de gravidez ectópica.</p><p>A conduta expectante é adequada para mulheres de baixo risco,</p><p>hemodinamicamente estáveis e assintomáticas (ou com dor mínima),</p><p>quando houver evidências objetivas de resolução – geralmente,</p><p>demonstrada por um platô ou diminuição dos níveis de gonadotrofina</p><p>coriônica humana (hCG).[43][56][66] No Reino Unido, o Royal College</p><p>of Obstetricians and Gynaecologists recomenda que a conduta</p><p>expectante seja uma opção quando a diminuição do nível de hCG for</p><p>inicialmente <1500 UI/L (1500 MUI/mL).[56] Em mulheres com hCG</p><p>inicial <200 UI/L (<200 mUI/mL), 88% terão resolução espontânea,</p><p>sendo esperada uma taxa mais baixa mediante níveis mais elevados</p><p>de hCG.[43][67] O National Institute for Health and Care Excellence</p><p>(NICE) do Reino Unido, assim, fez uma recomendação forte para a</p><p>conduta expectante se o hCG sérico for ≤1000 UI/L, mas uma</p><p>recomendação condicional para a conduta expectante se o hCG sérico</p><p>for >1000 e <1500 UI/L.[59][Evidência C]</p><p>Um ensaio clínico randomizado e controlado (ECRC) realizado com</p><p>mulheres com gravidez de localização desconhecida ou gravidez</p><p>ectópica relatou uma taxa de sucesso de 59% com conduta</p><p>expectante, em comparação com 76% após uma única dose de</p><p>metotrexato.[68] Um ECRC realizado em 2021 com mulheres com</p><p>gravidez de localização desconhecida persistente relatou uma taxa de</p><p>sucesso de 51.5% com manejo ativo versus 36.0% com conduta</p><p>expectante.[61]</p><p>Os níveis de hCG devem ser obtidos em série até que sejam</p><p>indetectáveis.</p><p>O insucesso da conduta expectante é seguido pela tratamento clínico,</p><p>se for o caso, ou tratamento cirúrgico. Deve-se interromper a conduta</p><p>expectante se a dor da mulher aumentar, os níveis de hCG não</p><p>diminuírem ou houver sinais de ruptura tubária.[43]</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Gravidez Ectópica. Última atualização: 22 Mar</p><p>2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 80 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>069</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Irregularidade menstrual, dor pélvica, fundo de saco de Douglas</p><p>ocupado, dosagem de beta hCG, exame ultrassonográfico.</p><p>Conduta conservadora frente aos achados. Possibilidade de</p><p>manter a fertilidade.</p><p>42ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54638</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Duas horas depois de passar por transplante de rim alogênico para</p><p>doença renal policística, uma menina de 14 anos tem dor abdominal</p><p>inferior. O exame mostra sensibilidade à palpação na área em que o</p><p>rim doador foi colocado. O ultrassom do rim doador mostra edema</p><p>tecidual difuso. A creatinina sérica começa a aumentar e a diálise é</p><p>iniciada.</p><p>Qual das seguintes opções é a provável causa dos sintomas desta</p><p>paciente?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Ativação de linfócitos T por peptídeos HLA doador.</p><p>(alternativa B)</p><p>Proliferação de linfócitos T doadores.</p><p>(alternativa C)</p><p>Deposição imunológica no tecido doador.</p><p>(alternativa D)</p><p>Fibrose íntima irreversível e obstrução dos vasos.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Anticorpos pré-reformados contra moléculas de HLA classe I.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 81 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Cirurgia</p><p>Tema: Transplantes de órgãos</p><p>A rejeição do enxerto hiperagudo é mediada por anticorpos citotóxicos</p><p>pré-formados contra moléculas HLA de classe I de doadores ou</p><p>antígenos do grupo sanguíneo doador (reações de hipersensibilidade</p><p>tipo 2). A ligação antígeno-anticorpo ativa o sistema do complemento,</p><p>levando à formação de trombos e isquemia do enxerto. Os pacientes</p><p>apresentam inchaço do enxerto e deterioração da função do órgão</p><p>dentro de 48 horas após o transplante. As rejeições hiperagudas</p><p>podem ser evitadas por correspondência cruzada e correspondência</p><p>de grupos ABO antes do transplante de órgãos.</p><p>DISTRATORES:</p><p>A proliferação de linfócitos T doador pode ser vista na doença do</p><p>enxerto vs. hospedeiro (GVHD), na qual as células T do doador</p><p>percebem o tecido hospedeiro como um antígeno estranho e montam</p><p>uma resposta imune. A DHJ ocorre principalmente no transplante</p><p>alogênico de células-tronco, não no transplante renal. Além disso, os</p><p>pacientes geralmente apresentam erupção maculopapular, diarreia,</p><p>icterícia e hepatoesplenomegalia, não inchaço do enxerto dentro de</p><p>horas após o transplante.</p><p>Fibrose íntima irreversível e obstrução dos vasos do enxerto são</p><p>observadas na rejeição crônica do enxerto, que é caracterizada por</p><p>perda lenta e progressiva da função do órgão, que normalmente</p><p>ocorre vários meses a anos após o transplante de órgãos. A falha de</p><p>enxerto hiperaguse tem uma causa diferente.</p><p>Nas reações de hipersensibilidade tipo 3, a deposição de complexos</p><p>imunológicoscirculantes ativa o sistema do complemento e recruta</p><p>células inflamatórias, o que leva a danos teciduais. Este é o</p><p>mecanismo subjacente na doença sérica, púrpura Henoch-Schönlein e</p><p>glomerulonefrite pós-estreptocócica. No entanto, a hipersensibilidade</p><p>tipo 3 não desempenha um papel na rejeição do enxerto.</p><p>A ativação dos linfócitos</p><p>T do hospedeiro pelos peptídeos HLA doador</p><p>media uma reação de hipersensibilidade tipo 4 (resposta imune</p><p>mediada por células), levando à rejeição aguda do enxerto. Os</p><p>pacientes apresentam febre, inchaço do tecido do enxerto,</p><p>deterioração generalizada e infiltração linfocítica dos vasos do enxerto.</p><p>No entanto, a rejeição aguda geralmente ocorre semanas a meses</p><p>após o transplante, não dentro de horas.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Doença do enxerto contra o hospedeiro. Última</p><p>atualização em 08 de fevereiro de 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 82 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>034</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Compreender os princípios dos procedimentos relacionados ao</p><p>transplante de órgãos.</p><p>43ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54469</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Homem, 50 anos, hipertenso e diabético, diagnosticado há 15 anos,</p><p>em uso irregular de anti-hipertensivos e antidiabéticos, queixa de</p><p>diminuição progressiva do volume urinário e urina mais “espumosa”.</p><p>Deu entrada na unidade de pronto atendimento com queixa de febre,</p><p>vômitos, cefaleia, apresentando rebaixamento do nível de consciência,</p><p>tremores em mãos e edema. Pressão arterial: 160 x 100 mmHg.</p><p>Apresentava à admissão: hemoglobina de 6,8 mg/dl (valor de</p><p>referência: 12.0 a 16.0 g/dL), ureia de 200 mg/dl (valor de referência:</p><p>16 a 40 mg/dL), creatinina de 6 mg/dl (valor de referência: 0,6 a 1,2</p><p>mg/dL), potássio sérico de 7,5 mEq/L (valor de referência: 3,5 e 5,0</p><p>mEq/L) e gasometria arterial com pH de 6,9 (valor de referência: 7,35</p><p>a 7,45). O clearence de creatinina é de 15 ml/min (valor de</p><p>referência: 80 a 120 ml/min).</p><p>O caso clínico descrito é um quadro de insuficiência renal</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 83 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>crônica agudizada, com necessidade de terapia dialítica para melhora</p><p>da uremia e dos distúrbios hidroeletrolíticos que estão ameaçando a</p><p>vida.</p><p>(alternativa B)</p><p>aguda de provável etiologia infecciosa (sepse) devido ao quadro febril,</p><p>devendo receber tratamento antimicrobiano e volume para restaurar</p><p>a função renal.</p><p>(alternativa C)</p><p>crônica classificada moderada ou laboratorial, necessitando de</p><p>tratamento clínico do quadro, sem necessidade de suporte dialítico no</p><p>momento.</p><p>(alternativa D)</p><p>aguda de provável etiologia pré-renal, secundária à desidratação pelo</p><p>quadro infeccioso febril, devendo ser feito tratamento com reposição</p><p>de volume.</p><p>(alternativa E)</p><p>aguda por doença autoimune, como os lúpus eritematoso sistêmico,</p><p>que cursa com hipertensão arterial, perda de proteínas pela urina e</p><p>insuficiência renal.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Nefrologia</p><p>Tema: Insuficiência Renal</p><p>Trata-se de um quadro de insuficiência renal crônica, sendo o paciente</p><p>com hipertensão e diabetes Mellitus, que são os principais fatores</p><p>para o desenvolvimento da perda da função renal. Os valores de</p><p>uremia e calemia estão elevados, e o paciente está desenvolvendo</p><p>encefalopatia urêmica, devendo-se fazer tratamento dialítico de</p><p>urgência.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>UpToDate. Mark Rosenberg, MD. Overview of the management of</p><p>chronic kidney disease in adults. This topic last updated: Apr 21, 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 84 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>047</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar insuficiência renal aguda.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>44ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 53401</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um menino de 7 anos é levado ao pronto-socorro por sua mãe 1 hora</p><p>depois de cair de sua bicicleta e bater a cabeça na calçada. Sua mãe</p><p>diz que ele não perdeu a consciência, mas está agitado e reclamando</p><p>de dor de cabeça desde o evento. Ele não tem histórico de doenças</p><p>graves e não faz uso de medicamentos. Sua temperatura é de</p><p>37,1°C, o pulso é de 115/min, a respiração é de 20/min e a pressão</p><p>arterial é de 100/65 mm Hg. Há um grande hematoma no couro</p><p>cabeludo anterior e várias escoriações superficiais em ambas as mãos</p><p>e joelhos. O exame, incluindo o exame neurológico, não mostra</p><p>outras anormalidades. Uma tomografia computadorizada sem</p><p>contraste da cabeça mostra uma fratura craniana linear não</p><p>deprimida com uma separação de 2 mm.</p><p>Qual dos seguintes é a conduta inicial a ser tomada?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Cranioplastia para correção da fratura.</p><p>(alternativa B)</p><p>Liberar para casa e orientar observação.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Observação do paciente por 24 horas.</p><p>(alternativa D)</p><p>Monitoramento da pressão intracraniana.</p><p>(alternativa E)</p><p>Ressonância magnética do cérebro.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 85 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Neurologia</p><p>Tema: TCE</p><p>Embora os pacientes assintomáticos com fraturas cranianas lineares</p><p>relativamente pequenas (< 3 mm) não deprimidas possam ser</p><p>enviados para casa sem tratamento adicional, aqueles com sinais de</p><p>PIC potencialmente elevada requerem observação adicional do</p><p>paciente. Outras indicações para observação de pacientes internados</p><p>incluem evidências de lesão cerebral traumática em exames de</p><p>imagem (por exemplo, hemorragia intracraniana), sinais de abuso</p><p>físico ou cuidadores que não são confiáveis ​​ou incapazes de retornar</p><p>se deficits neurológicos se desenvolverem dentro de 24 horas após a</p><p>alta.</p><p>O tratamento das fraturas sem afundamento fechadas é</p><p>principalmente conservador. O tratamento conservador consiste em</p><p>observação para descartar qualquer complicação em curso, como o</p><p>vazamento do líquido cefalorraquidiano (LCR), convulsão ou infecção.</p><p>As intervenções médicas como a profilaxia com um anticonvulsivante</p><p>ou antibiótico não são administradas rotineiramente para os pacientes</p><p>com fraturas cranianas isoladas. Existem poucas evidências definitivas</p><p>de um benefício na utilização de antibióticos na redução do risco de</p><p>meningite subsequente ou de outras infecções com ou sem</p><p>vazamento do LCR.[51][52][53][54] A vacina pneumocócica é</p><p>recomendada para pacientes com fratura da base do crânio e</p><p>vazamento do LCR.[55][56][57] Existem recomendações específicas</p><p>para pacientes pediátricos e adultos com vazamento do LCR.</p><p>Elevação e reparo cirúrgico da dura-máter e cranioplastia devem ser</p><p>considerados para qualquer paciente com uma fratura com</p><p>afundamento >1 cm, deformidade cosmética macroscópica, evidência</p><p>de laceração dural ou lesão intracraniana operável associada.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Fraturas cranianas. Última atualização em 16 de</p><p>agosto de 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>033</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar as medidas iniciais no trauma cranioencefálico.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 86 de 230</p><p>45ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44189</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Uma mulher de 24 anos procura o médico da Unidade de Saúde para</p><p>um exame de rotina. Há três anos, ela foi diagnosticada com cervicite</p><p>por clamídia e tratada com doxiciclina. Ela tem sido sexualmente ativa</p><p>com múltiplos parceiros desde os 18 anos e usa preservativos de</p><p>forma consistente. Tabagista de 10 cigarros diariamente. O exame</p><p>físico, incluindo o exame pélvico, não mostra anormalidades. Um</p><p>esfregaço de Papanicolau mostra uma lesão intraepitelial escamosa</p><p>de baixo grau (LSIL).</p><p>Qual é a conduta mais adequada?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Realizar uma colposcopia com biópsia endometrial.</p><p>(alternativa B)</p><p>Realizar uma colposcopia com biópsia endocervical.</p><p>(alternativa C)</p><p>Repetir o exame Papanicolau em 1 ano.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Repetir o exame Papanicolau em 6 meses.</p><p>(alternativa E)</p><p>Realizar a excisão da zona de transformação.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia</p><p>e Obstetrícia</p><p>Subárea: Ginecologia</p><p>Tema: Prevenção de Câncer Ginecológico</p><p>Resposta correta: Repetir o Papanicolau em 6 meses</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 87 de 230</p><p>Os achados citológicos e a idade do paciente determinam o próximo</p><p>passo no manejo.</p><p>Mulheres com diagnóstico citopatológico de LSIL devem repetir o</p><p>exame citopatológico em seis meses na unidade de atenção básica</p><p>(A). Processos infecciosos ou atrofia genital identificados devem ser</p><p>tratados antes da nova coleta (A). Se a citologia de repetição for</p><p>negativa em dois exames consecutivos, a paciente deve retornar à</p><p>rotina de rastreamento citológico trienal na unidade de atenção básica</p><p>(A). Se uma das citologias subsequentes no período de um ano for</p><p>positiva, encaminhar à unidade de referência.</p><p>DISTRATORES:</p><p>Se o exame de Papanicolau mostrar LSIL, a colposcopia imediata é</p><p>realizada se o paciente tiver 25 anos de idade ou mais. Em um</p><p>paciente com LSIL em um exame de Papanicolaou com idade entre</p><p>21 e 24 anos, uma etapa diferente é recomendada.</p><p>A amostragem endometrial seria indicada em pacientes com células</p><p>glandulares atípicas com mais de 35 anos de idade ou com</p><p>sangramento anormal. Nesta paciente assintomática de 24 anos com</p><p>exame de Papanicolau mostrando LSIL, a amostragem endometrial</p><p>não é necessária.</p><p>A triagem de rotina (na qual o Papanicolau é repetido a cada 3 anos) é</p><p>indicada apenas em pacientes que têm um Papanicolau normal. No</p><p>entanto, o exame de Papanicolaou desse paciente mostrou LSIL e,</p><p>portanto, deve ser avaliado de acordo com um esquema de</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 88 de 230</p><p>acompanhamento diagnóstico diferente.</p><p>O procedimento de excisão eletrocirúrgica em alça (CAF) é uma</p><p>opção aceitável em mulheres com 25 anos de idade ou mais com</p><p>lesões intraepiteliais escamosas de alto grau (HSIL) na citologia</p><p>cervical. Independentemente dos resultados da citologia, LEEP</p><p>imediato sem colposcopia não seria considerado em mulheres</p><p>grávidas ou mulheres de 21 a 24 anos de idade.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva.</p><p>Coordenação de Prevenção e Vigilância. Divisão de Detecção Precoce</p><p>e Apoio à Organização de Rede.</p><p>Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero /</p><p>Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva.</p><p>Coordenação de Prevenção e Vigilância. Divisão de Detecção Precoce</p><p>e Apoio à Organização de Rede. – 2. ed. rev. atual. – Rio de Janeiro:</p><p>INCA, 2016.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>076</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Laudo de exame citopalógico em paciente assintomática.</p><p>Orientação quanto à conduta.</p><p>46ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 49243</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Os linfomas podem ser classificados como Hodgkin e não Hodgkin. Na</p><p>doença de Hodgkin, há proliferação das células neoplásicas de Reed-</p><p>Sternberg. O linfoma não Hodgkin é um grupo heterogêneo de</p><p>doenças que surgem a partir de alterações clonais dos linfócitos B e T.</p><p>De acordo com seus conhecimentos prévios sobre o assunto, marque</p><p>a alternativa correta em relação à diferença entre esses dois tipos de</p><p>linfoma.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 89 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Nos linfomas de Hodgkin em relação à morfologia anatomopatológica,</p><p>as células neoplásicas formam lençois relativamente homogêneos. Já</p><p>no linfoma não Hogkin, as células neoplásicas são em menor número</p><p>em um fundo inflamatório/reativo.</p><p>(alternativa B)</p><p>Em relação à distribuição das cadeias nodais acomentidas, os linfomas</p><p>de Hodgkin apresentam distribuição mais sistêmica. Já os linfomas não</p><p>Hodgkin apresentam distribuição por contiguidade.</p><p>(alternativa C)</p><p>Em relação à epidemiologia, os linfomas de Hodgkin apresentam</p><p>distribuição conforme o tipo histológico. Já os linfomas não Hodgkins</p><p>apresentam distribuição etária bimodal, com pico entre 2-3 décadas</p><p>de vida.</p><p>(alternativa D)</p><p>Os linfomas não Hodgkin são primariamente nodais. Já os linfomas de</p><p>Hodgkin podem ser extranodais em 40% dos casos (pele e estômago,</p><p>principalmente).</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Os linfomas não Hodgkin raramente acomentem o mediastino,</p><p>exceto: linfoma linfoblástico T e linfoma de grandes células B do</p><p>mediastino. Já os linfomas de Hodgkin frequentemente acometem o</p><p>mediastino, formando grandes massas.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Hematologia</p><p>Tema: Linfomas não Hodgkin</p><p>Os linfomas não Hodgkin (LNH) possuem um padrão de</p><p>comprometimento ganglionar diferente da doença de Hodgkin. Eles</p><p>acometem com mais frequência o anel de Waldeyer (amígdalas</p><p>palatinas, faríngeas, linguais e adenoide), os linfonodos epitrocleares e</p><p>os abdominais (mesentéricos e retroperitoneais). Por outro lado, os</p><p>linfonodos mediastinais encontram-se comprometidos somente em</p><p>20% dos pacientes com LNH (contra 60% no linfoma de Hodgkin).</p><p>Apenas o linfoma linfoblástico (mais comum em crianças) e a forma</p><p>mediastinal primária do linfoma difuso de grandes células B (mais</p><p>comum em mulheres jovens) têm a preferência pelo mediastino.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>ZAGO, M.A.; FALÇÃO,R.P.; PASQUINI, R. Tratado de Hematologia.</p><p>São Paulo. Editora Atheneu, 2013.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 90 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>044</p><p>[IES]</p><p>UNIDEP</p><p>[Habilidades]</p><p>Diferenciar os tipos de linfoma.</p><p>47ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44193</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Uma menina de 16 anos é levada ao médico porque sua mãe está</p><p>preocupada com sua falta de apetite e baixo ganho de peso. Ela teve</p><p>uma perda de peso de 7 kg nos últimos 3 meses. A paciente afirma</p><p>que deveria tentar perder mais peso porque não quer mais estar</p><p>acima do peso. Ela mantém um diário de sua ingestão diária de</p><p>calorias. A menarca foi aos 13 anos e sua última menstruação foi há</p><p>3 meses. Ela está na equipe de atletismo do ensino médio. Ela é</p><p>sexualmente ativa com 2 parceiros do sexo masculino e não usa</p><p>preservativos em todas as relações. Ela está no percentil 50 para</p><p>estatura e abaixo do percentil 5 para peso e IMC. Sua temperatura é</p><p>de 37,0°C, o pulso é de 58/min e a pressão arterial é de 96/60 mm</p><p>Hg. O exame mostra pelos finos sobre o tronco e extremidades.</p><p>Qual é o diagnóstico correto?</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>Anorexia nervosa.</p><p>(alternativa B)</p><p>Bulimia nervosa.</p><p>(alternativa C)</p><p>Infecção pelo HIV.</p><p>(alternativa D)</p><p>Distúrbio Dismórfico Corporal.</p><p>(alternativa E)</p><p>Transtorno obsessivo-compulsivo.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Psiquiatria</p><p>Tema: Distúrbios da Alimentação</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 91 de 230</p><p>Resposta correta: Anorexia nervosa</p><p>Esta condição pode levar à disfunção endócrina resultando em</p><p>amenorreia, baixos níveis de estrogênio e possivelmente</p><p>infertilidade anovulatória.</p><p>A apresentação desta paciente de um IMC abaixo do percentil 10 para</p><p>sua altura e idade, medo de ganhar peso e distúrbio da imagem</p><p>corporal (“não estar mais acima do peso”) indicam anorexia nervosa,</p><p>uma condição que afeta principalmente meninas adolescentes e</p><p>mulheres jovens, e muitas vezes resultando em lanugem e</p><p>amenorreia secundária. A perda de peso é alcançada</p><p>intencionalmente por meio da redução da ingestão de alimentos e/ou</p><p>excesso de atividade física (tipo restritivo) ou por vômito ou abuso de</p><p>laxantes (tipo compulsão alimentar/purga). Complicações graves</p><p>incluem síndrome de realimentação, osteoporose e fraturas por</p><p>estresse, desequilíbrios eletrolíticos, arritmias e morte súbita cardíaca.</p><p>A anorexia nervosa também está associada a outras condições</p><p>psicológicas (por exemplo, depressão, transtorno obsessivo-</p><p>compulsivo, transtornos de ansiedade) e uma maior taxa de suicídio.</p><p>DISTRATORES:</p><p>Embora uma infecção por HIV também possa se manifestar com</p><p>perda de peso, esse paciente não apresenta sintomas adicionais de</p><p>uma infecção aguda ou latente por HIV, como febre, fadiga, mialgia,</p><p>erupção cutânea generalizada, candidíase oral, linfadenopatia não</p><p>dolorosa, diarreia e/ou condições associadas ao HIV. Além disso, os</p><p>pacientes com HIV geralmente não têm medo de ganhar peso e não</p><p>têm uma imagem corporal distorcida. Uma vez que este paciente é</p><p>sexualmente ativo com 2 parceiros do sexo masculino e usa</p><p>preservativo de forma inconsistente, é importante rastrear doenças</p><p>sexualmente transmissíveis.</p><p>Pacientes com transtorno dismórfico corporal podem estar obcecados</p><p>e preocupados com sua aparência física, mas as preocupações</p><p>geralmente envolvem características do rosto ou da cabeça (por</p><p>exemplo, tamanho do nariz) e não o peso corporal. Além disso, o</p><p>transtorno dismórfico corporal não se manifesta com perda</p><p>significativa de peso e lanugem.</p><p>Embora a bulimia nervosa também afete principalmente mulheres</p><p>jovens que estão contrariando o ganho de peso e têm uma</p><p>autopercepção distorcida, é caracterizada principalmente por um IMC</p><p>normal ou aumentado > percentil 10 para sexo e idade e geralmente</p><p>tem seu início no final da adolescência ou início da idade adulta.</p><p>Embora o hipertireoidismo também possa se manifestar com perda</p><p>de peso e amenorreia, esse paciente não apresenta bócio e outros</p><p>sintomas de um estado hipermetabólico, como intolerância ao calor</p><p>(sudorese), palpitações (taquicardia) e diarreia (aumento dos</p><p>movimentos intestinais). A condição desse paciente se manifesta com</p><p>um estado hipometabólico, hipotensão e bradicardia para conservar</p><p>recursos limitados. Além disso, a atitude dessa menina sobre sua</p><p>imagem corporal sugere um diagnóstico diferente.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>DA NARDI, Antonio E.; SILVA, Antônio G; QUEVEDO, João. Tratado de</p><p>Psiquiatria da Associação Brasileira de Psiquiatria. [Pag:451]: Grupo A,</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 92 de 230</p><p>2021. 9786558820345. E-book. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558820345/.</p><p>Acesso em: 09 ago 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>059</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar distúrbio de alimentação.</p><p>48ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44937</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um estudo conduzido por Leitão et. al (2020) objetivou estimar a prevalência de</p><p>uso de anti-hipertensivos no Brasil, segundo variáveis sociodemográficas,</p><p>comparando três períodos: 2011, 2014 e 2017. Os dados do artigo são</p><p>apresentados na tabela 1.</p><p>Fonte: Leitão et. al (2020)</p><p>Com base na análise da tabela 1, é correto o que se afirma em:</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 93 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Em 2014 e 2017, a maior prevalência de uso de medicamentos para tratamento</p><p>de hipertensão foi na região Sudeste, sendo os resultados estatisticamente</p><p>significativos.</p><p>(alternativa B)</p><p>A menor prevalência de uso de medicamentos para tratamento de hipertensão</p><p>foi na região Norte, sendo os resultados estatisticamente significativos, exceto</p><p>para o ano de 2014.</p><p>(alternativa C)</p><p>Nos três anos observados, a maior prevalência de uso de medicamentos para</p><p>tratamento de hipertensão foi na região Sudeste, sendo todos os resultados</p><p>estatisticamente significativos.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Em 2011 e 2014, a maior prevalência de uso de medicamentos para tratamento</p><p>de hipertensão foi na região Sudeste, sendo os resultados estatisticamente</p><p>significativos.</p><p>(alternativa E)</p><p>Nos três anos observados, a menor prevalência de uso de medicamentos para</p><p>tratamento de hipertensão foi na região Sudeste, sendo os resultados</p><p>estatisticamente significativos, exceto para o ano de 2014.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 94 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Epidemiologia Clínica</p><p>Tema: Medicina Baseada em Evidências</p><p>Na tabela 1 é possível verificar que, em 2011 e 2014, a maior prevalência de uso</p><p>de medicamentos para tratamento de hipertensão foi na região Sudeste, sendo</p><p>os resultados estatisticamente significativos. Em 2017, além de a prevalência ser</p><p>maior na região Sul, as diferenças por regiões geográficas não foram</p><p>estatisticamente significativas.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>COSTA A.J.L., KALE P.L. Medidas de Frequência de Doença. In: Medronho R.A.</p><p>et al. Epidemiologia. 2a . ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2009, pp. 13-30.</p><p>LEITÃO, V.B.G. et al. Prevalência de uso e fontes de obtenção de medicamentos</p><p>anti-hipertensivos no Brasil: análise do inquérito telefônico VIGITEL. Revista</p><p>Brasileira de Epidemiologia [online]. 2020, v. 23 [Acessado 17 Agosto 2022] ,</p><p>e200028. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1980-549720200028.</p><p>PINHEIRO R.S., TORRES T.Z.G. Análise Exploratória de Dados. In: Medronho,</p><p>R.A. et al. Epidemiologia. 2a . ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2009, pp. 323-341.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 95 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>102</p><p>[IES]</p><p>UNIDEP</p><p>[Habilidades]</p><p>Analisar os aspectos epidemiológicos das doenças não transmissíveis -</p><p>Dados da última PNAD ou VIGITEL.</p><p>49ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44257</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>A Medicina e, mais especificamente, a cirurgia e as unidades de</p><p>terapia intensiva tiveram uma mudança impactante e significativa</p><p>após o desenvolvimento e a aplicação da anestesiologia no manejo</p><p>das vias aéreas. Atualmente, devido à pandemia da COVID-19, um</p><p>elevado número de pacientes necessitou de cuidados em unidades de</p><p>terapia intensiva, e um dos inúmeros desafios foi o manuseio das vias</p><p>aéreas. Avalie as afirmações a seguir:</p><p>I. A Máscara Laríngea é uma alternativa para garantir uma via aérea</p><p>pérvia quando a ventilação sob máscara não tiver sucesso ou quando</p><p>houver sucesso de intubação após várias tentativas.</p><p>II. A Intubação Nasotraqueal é uma via aérea definitva, que tem como</p><p>contraindicações o paciente com apneia, fratura de base do crânio e</p><p>trauma de face.</p><p>III. A Intubação Orotraqueal é o principal tipo de via aérea segura não</p><p>cirúrgica, sendo a mais utilizada, mas com os piores resultados, sendo</p><p>indicada em insuficiência respiratória e escore de glasgow menor ou</p><p>igual a 8.</p><p>IV. A traqueostomia e a cricotireoidostomia são vias aéreas cirúrgicas,</p><p>e a traqueostomia é indicada em pacientes menores de 12 anos, que</p><p>tem contraindicação relativa de realizar a cricotireoidostomia.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 96 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>I, III e IV.</p><p>(alternativa B)</p><p>I, II e IV.</p><p>(alternativa C)</p><p>II, III e IV.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>I, II, III, IV e V.</p><p>(alternativa E)</p><p>I, II e III.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Anestesiologia</p><p>Tema: Manejo de vias aéreas</p><p>Todas as alternativas estão corretas.</p><p>A Máscara Laríngea é uma alternativa para garantir uma via aérea</p><p>pérvia quando a ventilação sob máscara não tiver sucesso ou quando</p><p>houver sucesso de intubação após várias tentativas, sendo que a</p><p>Intubação Nasotraqueal é uma via aérea definitiva, que tem como</p><p>contraindicações o paciente com apneia, fratura de base do crânio e</p><p>trauma de face. A Intubação Orotraqueal é o principal tipo de via</p><p>aérea segura não cirúrgica, sendo a mais utilizada, mas com os piores</p><p>resultados, sendo indicada em insuficiência respiratória e escore de</p><p>glasgow menor ou igual a 8. A traqueostomia e a cricotireoidostomia</p><p>são vias aéreas cirúrgicas, sendo que a traqueostomia é indicada em</p><p>pacientes menores de 12 anos, que tem contraindicação relativa de</p><p>realizar a cricotireoidostomia.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Whitebook. Procedimentos, anestesiologia e via aérea avançada.</p><p>Atualizado em 18 novembro 2021. Acesso em 14/08/2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>raciocínio clínico de síndrome ictérica, a principal suspeita</p><p>fisiopatológica implica como desencadeador</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>a hemólise por hipercoagulação.</p><p>(alternativa B)</p><p>a pancreatite aguda.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>a hepatotoxicidade quinolônica.</p><p>(alternativa D)</p><p>a infecção viral pelo COVID-19.</p><p>(alternativa E)</p><p>a sequela da colecistectomia.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 6 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Gastroenterologia</p><p>Tema: Icterícias colestáticas</p><p>As icterícias colestáticas, com quadro clínico de pele e mucosas</p><p>amareladas, colúria e hipocolia ou acolia fecal, também apresentam</p><p>hiperbilirrubinemia direta, com bilirrubina direta (BD) > 20% da</p><p>bilirrubina total, ou bilirrubina direta > 1mg/dL, quando bilirrubina total</p><p>< 5mg/dL. A suspeita de colestase induzia por drogas, além do uso de</p><p>medicações com ações hepatotóxicas, como as quinolonas (ex.</p><p>levofloxacina), é ampliada pela presença de fosfatase alcalina (FA) ></p><p>2 vezes o limite superior da normalidade (LSN), alanina</p><p>aminotransferase/fosfatase alcalina < 2; gama-glutamil transferase ></p><p>3 vezes o LSN.</p><p>É mais comum em pacientes acima de 60 anos, podendo não</p><p>apresentar prurido.</p><p>Diante de um quadro colestático, a diferenciação entre extra ou intra-</p><p>hepático inclui a ultrassonografia abdominal para identificar ou excluir</p><p>dilatação das vias biliares.</p><p>A história e o exame físico, com a elevação da BD, da FA e GGT, sem</p><p>anormalidades imaginológicas, ampliam a suspeita da colestase intra-</p><p>hepática induzida por drogas, fazendo parte dos passos iniciais do</p><p>algoritmo para manejo da colestase descrito pela Sociedade Brasileira</p><p>de Hepatologia.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>BITTENCOURT, Paulo Lisboa; COUTO, Claudia Alves. Manual de</p><p>condutas em doenças colestáticas e autoimunes do fígado. São Paulo:</p><p>Sociedade Brasileira de Hepatologia, DOC Content, 2019, p.12-28;</p><p>34-42.</p><p>PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Exame Clínico. 8ª ed.</p><p>Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021; p.</p><p>QUILICI, Flávio Antonio; SANTANA, Nelma Pereira de; GALVÃO-ALVES,</p><p>José. A gastroenterologia no século XXI: manual do residente da</p><p>Federação Brasileira de Gastroenterologia. São Paulo: Manole, 2019,</p><p>p. 451-462.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>053</p><p>[IES]</p><p>UNINOVAFAPI</p><p>[Habilidades]</p><p>Diferenciar as icterícias colestáticas e não colestáticas.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 7 de 230</p><p>5ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 46741</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher, 45 anos, apresenta de forma súbita fraqueza muscular,</p><p>fadiga, hipotensão ortostática. Refere também leve emagrecimento.</p><p>Além disso, apresentou "manchas escuras no canto da boca". Foram</p><p>solicitados exames para suspeita diagnóstica de Doença de Addison.</p><p>Assinale a alternativa que possui os resultados para a confirmação do</p><p>diagnóstico.</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>Potássio elevado, com sódio baixo e ACTH elevado.</p><p>(alternativa B)</p><p>Potássio elevado, sódio elevado, ACTH elevado.</p><p>(alternativa C)</p><p>Potássio baixo, sódio elevado e ACTH baixo.</p><p>(alternativa D)</p><p>Potássio baixo, sódio elevado e ACTH elevado.</p><p>(alternativa E)</p><p>Potássio elevado, sódio baixo e ACTH baixo.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Endocrinologia</p><p>Tema: Doença de Addison</p><p>A Doença de Addison ocorre por lesão do córtex adrenal, causando</p><p>uma deficiência de aldosterona e cortisol, induzindo o aumento do</p><p>ACTH. A deficiência de aldosterona leva à perda renal de sódio e ao</p><p>acúmulo de potássio no organismo.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>KASPER, Dennis L.. Medicina interna de Harrison. 19 ed. Porto</p><p>Alegre: AMGH Editora, 2017. 1 v.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 8 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>051</p><p>[IES]</p><p>UNIGRANRIO CAXIAS</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar clínica e laboratorialmente.</p><p>6ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54181</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Jovem, com seu primeiro filho, procura o banco de leite porque está</p><p>apresentando “dor no bico do peito” ao amamentar, desde a segunda</p><p>semana pós-parto. No exame da mama, o pediatra identifica fissura</p><p>mamilar.</p><p>A conduta mais importante neste caso é</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>manter os mamilos secos, trocando com frequência os forros</p><p>absorventes usados.</p><p>(alternativa B)</p><p>suspender o aleitamento materno na mama fissurada, até que esta</p><p>se cicatrize por completo.</p><p>(alternativa C)</p><p>passar o próprio leite nos mamilos após as mamadas e secar com</p><p>pano úmido.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>avaliar a mamada, corrigir a técnica, observando a posição dos lábios</p><p>superiores e inferiores.</p><p>(alternativa E)</p><p>usar, na aréola e nos mamilos, pomadas ou cremes cicatrizantes</p><p>como a dexametasona.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 9 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Neonatologia</p><p>Tema: Aleitamento Materno</p><p>O trauma mamilar (fissura) é a dificuldade mais frequente enfrentada</p><p>pelas nutrizes no período pós-parto imediato. Acredita-se que a causa</p><p>mais comum de dor e trauma mamilar seja técnica inadequada de</p><p>amamentação. Estudos ultrassonográficos mostram que, quando o</p><p>recém-nascido tem pega adequada, o mamilo fica posicionado na</p><p>parte posterior do palato, protegido da fricção e compressão,</p><p>prevenindo traumas mamilares. Por conseguinte, existe consenso de</p><p>que a base da prevenção e do tratamento das dores e do trauma dos</p><p>mamilos é a correção da técnica de amamentação.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, 5ª edição,</p><p>Barueri, SP: Manole,2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>100</p><p>[IES]</p><p>ITPAC PALMAS</p><p>[Habilidades]</p><p>Discutir a importância do alojamento conjunto e do aleitamento</p><p>materno, considerando a relação entre eles.</p><p>7ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 48343</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 10 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>O Previne Brasil apresenta um novo modelo de financiamento da Atenção Básica no âmbito do</p><p>Sistema Único de Saúde (SUS). O novo modelo de financiamento altera algumas formas de</p><p>repasse das transferências para os municípios, que passam a ser distribuídas com base em</p><p>quatro critérios descritos na Portaria nº 2.979, de 12 de novembro de 2019, a saber: captação</p><p>ponderada, pagamento por desempenho, incentivo para ações estratégicas e incentivo</p><p>financeiro com base em critério populacional.</p><p>Diante do exposto, analise as afirmações no que concerne a captação ponderada.</p><p>I. A população cadastrada na equipe de Saúde da Família (eSF) e equipe de Atenção Primária</p><p>(eAP) no Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB).</p><p>II. A vulnerabilidade socioeconômica da população cadastrada na eSF e na eAP.</p><p>III. O perfil demográfico por faixa etária da população cadastrada.</p><p>IV. Classificação geográfica definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>I, II e IV.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>I, II, III e IV.</p><p>(alternativa C)</p><p>I e II.</p><p>(alternativa D)</p><p>II, III e IV.</p><p>(alternativa E)</p><p>III e IV.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 11 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Gestão em Saúde</p><p>Tema: Previne Brasil - Regulação do SUS</p><p>Na Portaria nº 2.979 de 12 de novembro de 2019 (Previne Brasil), o Art. 10 define como</p><p>critérios para o cálculo para a captação ponderada:</p><p>I. A população cadastrada na equipe de Saúde da Família (eSF) e equipe de Atenção Primária</p><p>(eAP) no Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB);</p><p>II. A vulnerabilidade socioeconômica da população cadastrada na eSF e na eAP;</p><p>III.</p><p>[Encomenda]</p><p>037</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os princípios de anestesiologia - Manejo de vias aéreas.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 97 de 230</p><p>50ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 49825</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher, 34 anos, procura atendimento na maternidade, desejando a</p><p>realização de um abortamento voluntário, referindo que a gestação é</p><p>resultado de estupro. Relata que foi a uma festa, onde fez uso</p><p>drogas, ficando desacordada. Ao retomar a consciência estava ao lado</p><p>de um desconhecido, que afirmou ter mantido relações sexuais com</p><p>ela. Não procurou atendimento médico na época por vergonha do</p><p>ocorrido. Há três dias fez o diagnóstico de gestação, com idade</p><p>gestacional compatível com o episódio.</p><p>Qual é a conduta adequada que o profissional de saúde deve tomar?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Não realizar o procedimento, pois a Idade gestacional pode ser</p><p>avançada.</p><p>(alternativa B)</p><p>Realizar o procedimento sem termo de consentimento, pois a</p><p>paciente é maior de idade.</p><p>(alternativa C)</p><p>Solicitar autorização judicial para realização do procedimento.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Realizar o procedimento, pois, no código penal, não há limite de idade</p><p>gestacional.</p><p>(alternativa E)</p><p>Não realizar o procedimento, pois com o uso de drogas não cacteriza</p><p>estupro.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 98 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia</p><p>Tema: Abortamento Legal</p><p>O Código Penal Brasileiro, diferente do ramo das ciências, não</p><p>estabelece distinção entre óvulo fecundado, embrião ou feto. Dessa</p><p>forma não há limite de idade gestacional para realização do aborto</p><p>legal conforme Art.128.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia</p><p>(FEBRASGO)</p><p>Interrupções da gravidez com fundamento e amparo legais.</p><p>Protocolos Febrasgo. Obstetrícia nº 69. São Paulo: FEBRASGO 2021.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>073</p><p>073</p><p>[IES]</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>[Habilidades]</p><p>Situações onde o abortamento pode ser realizado de forma</p><p>legal. Doença grave materna/Violência sexual/Anencefalia.</p><p>Dilema ético.</p><p>Situações onde o abortamento pode ser realizado de forma</p><p>legal. Doença grave materna/Violência sexual/Anencefalia.</p><p>Dilema ético.</p><p>51ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44573</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 99 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Um menino de 11 anos é trazido ao pronto-socorro por sua mãe</p><p>devido a vômitos e dor testicular intensa por 3 horas. Durante esse</p><p>período, o paciente teve 4 a 5 episódios de vômitos. Ele nunca teve</p><p>um episódio semelhante no passado e não toma medicamentos. Suas</p><p>imunizações estão em dia. Ele parece ansioso e desconfortável. Sua</p><p>temperatura é de 37 °C, o pulso é de 90/min, a respiração é de</p><p>14/min e a pressão arterial é de 100/60 mm Hg. O exame</p><p>cardiopulmonar não mostra anormalidades. O abdome é macio e não</p><p>distendido. O escroto direito é firme, eritematoso e edemaciado. Há</p><p>sensibilidade severa à palpação do escroto direito. A dor persiste na</p><p>elevação do testículo direito. O estímulo no lado interno da coxa</p><p>direita não provoca a elevação do escroto.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a conduta correta para este</p><p>caso.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Tomografia computadorizada de abdome e pelve.</p><p>(alternativa B)</p><p>Ultrassonografia Doppler do escroto.</p><p>(alternativa C)</p><p>Terapia com ceftriaxona e doxiciclina.</p><p>(alternativa D)</p><p>Internação para observação da evolução.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Exploração cirúrgica da bolsa escrotal.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 100 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Urologia</p><p>Tema: Torção Testicular</p><p>Exploração cirúrgica da bolsa escrotal.</p><p>Este menino adolescente apresenta dor testicular aguda, sinal de</p><p>Prehn negativo (persistência da dor na elevação do testículo) e reflexo</p><p>cremastérico ausente, indicando torção testicular.</p><p>A exploração cirúrgica imediata do escroto, incluindo a distorção do</p><p>testículo afetado e a orquidopexia de ambos os testículos é o</p><p>tratamento de escolha para a torção testicular. A torção testicular é</p><p>uma emergência médica e é mais provável de ocorrer durante o</p><p>período neonatal e puberdade. A torção do cordão espermático leva</p><p>ao ingurgitamento venoso, que pode resultar em comprometimento</p><p>arterial e danos irreversíveis se a torção não for resolvida dentro de 6</p><p>a 12 horas. A destorção testicular manual pode ser tentada se a</p><p>cirurgia não estiver disponível ou para alívio imediato da dor antes da</p><p>cirurgia.</p><p>DISTRATORES:</p><p>A observação cuidadosa seria indicada para edema escrotal</p><p>traumático ou idiopático. No entanto, a torção testicular é uma</p><p>emergência médica que requer intervenção urgente para evitar danos</p><p>irreversíveis aos testículos.</p><p>Uma tomografia computadorizada do abdome e da pelve é usada</p><p>para o diagnóstico de várias condições, incluindo hérnias inguinais.</p><p>Uma hérnia inguinal pode causar vômitos, um sintoma que esse</p><p>paciente apresenta. No entanto, uma hérnia inguinal causa dor na</p><p>virilha em vez de dor testicular. Além disso, não causa inchaço do</p><p>escroto ou reflexo cremastérico ausente.</p><p>A ultrassonografia Doppler do escroto pode confirmar a torção</p><p>testicular em pacientes com achados clínicos ambíguos. Em pacientes</p><p>com torção testicular, o ultrassom Doppler geralmente mostra torção</p><p>do cordão espermático e perfusão reduzida no lado afetado. No</p><p>entanto, o diagnóstico pode ser feito clinicamente em pacientes com</p><p>achados inequívocos (por exemplo, reflexo cremastérico ausente).</p><p>Devido ao risco de dano testicular irreversível, o tratamento definitivo</p><p>não deve ser adiado por mais investigação diagnóstica.</p><p>A ceftriaxona é usada em combinação com a doxiciclina para tratar a</p><p>epididimite. A epididimite se manifesta com dor escrotal unilateral e</p><p>edema, características também exibidas por esse paciente. No</p><p>entanto, em casos de epididimite, a elevação do hemiscroto afetado</p><p>reduz a dor, o que é chamado de sinal de Prehn positivo. Este</p><p>paciente tem um sinal de Prehn negativo.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Torção testicular. Última atualização em 07 de</p><p>dezembro de 2021.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 101 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>097</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar as principais alterações urológicas na</p><p>infância.</p><p>52ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54239</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>A Equipe de Saúde da Família (eSF) de uma Unidade Básica de Saúde</p><p>(UBS) na região Norte do país iniciou, em 2022, o planejamento e o</p><p>desenvolvimento de algumas atividades estratégicas que incluíam</p><p>ações voltadas para:</p><p>1. busca ativa e diagnóstico da hanseníase;</p><p>2. busca ativa de sintomáticos respiratórios;</p><p>3. condução de grupo de orientação alimentar para pessoas com</p><p>diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica;</p><p>4. implementação de campanha de incentivo à realização de testes</p><p>rápidos para a detecção de hepatites virais B e C.</p><p>Espera-se, com essas medidas, que os indicadores de saúde, na área</p><p>de abrangência dessa UBS, tenham a seguinte evolução:</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 102 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>Aumento da taxa de detecção de casos novos de hanseníase;</p><p>aumento da taxa de incidência de</p><p>tuberculose; diminuição da taxa de internação por infarto agudo do</p><p>miocárdio e por acidente vascular cerebral; e aumento das taxas de</p><p>prevalência das hepatites virais B e C.</p><p>(alternativa B)</p><p>Aumento da taxa de detecção de casos novos de hanseníase;</p><p>aumento da taxa de cura da tuberculose/diminuição da incidência de</p><p>diabetes melito e hipertensão arterial; e aumento das taxas</p><p>de</p><p>incidência das hepatites virais B e C.</p><p>(alternativa C)</p><p>Aumento da taxa de prevalência da hanseníase; diminuição da taxa</p><p>de mortalidade proporcional por tuberculose; diminuição dos</p><p>coeficientes de prevalência de diabetes melito e hipertensão arterial; e</p><p>diminuição das taxas de mortalidade por hepatites virais B e C.</p><p>(alternativa D)</p><p>Diminuição da taxa de prevalência da hanseníase; diminuição da taxa</p><p>de mortalidade por tuberculose; diminuição das taxas de letalidade</p><p>por infarto agudo do miocárdio e por acidente vascular cerebral; e</p><p>diminuição das taxas de prevalência das hepatites virais B e C.</p><p>(alternativa E)</p><p>Aumento da taxa de prevalência de hanseníase; aumento da taxa de</p><p>internação por tuberculose; diminuição das taxas de mortalidade por</p><p>diabetes melito e hipertensão arterial; e diminuição das taxas de</p><p>letalidade por hepatites virais B e C.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 103 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Epidemiologia</p><p>Tema: Medidas de controle de epidemias/pandemias</p><p>O planejamento e o desenvolvimento de algumas atividades</p><p>estratégicas que incluíam ações voltadas para:</p><p>(1) a busca ativa e diagnóstico da hanseníase: resultará em um</p><p>aumento na detecção de novos casos da doença.</p><p>(2) a busca ativa de sintomáticos respiratórios: resultará em um</p><p>aumento da incidência de tuberculose.</p><p>(3) a condução de grupo de orientação alimentar para pessoas com</p><p>diabetes melito e hipertensão arterial sistêmica: resultará no aumento</p><p>do controle glicêmico e pressórico destes pacientes, o que levará à</p><p>diminuição da taxa de internação por infarto do miocárdio e acidente</p><p>vascular encefálico.</p><p>(4) a implementação de campanha de incentivo à realização de testes</p><p>rápidos para a detecção de hepatites virais B e C: resultará no</p><p>aumento da prevalência destas doeças, já que estas são incuráveis.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Rouquayrol, Epidemiologia.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>Medidas de controle de epidemias / pandemias.</p><p>53ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 53580</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 104 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Observe a tabela abaixo, a qual corresponde a números de óbitos maternos ao</p><p>longo do primeiro semestre de 2022 para o Brasil, para a Região Norte e para os</p><p>setes estados da região Norte (Ministério da Saúde, 2022).</p><p>Tabela. Número de óbitos maternos, primeiro semestre de 2022: Brasil, Região</p><p>Norte e estados da região Norte.</p><p>(Fonte: svs.aids.gov.br)</p><p>Após analisar a tabela, leia as afirmações que seguem, considerando os estados</p><p>da Região Norte e o período observado.</p><p>I. A taxa de mortalidade materna que apresenta o maior valor durante o</p><p>semestre foi a do Pará.</p><p>II. O número de óbitos relacionados à gravidez que apresenta a menor</p><p>quantidade é o do Acre.</p><p>III. O segundo estado que mais contribuiu com óbitos nacionais relacionados à</p><p>gravidez foi o Amazonas.</p><p>IV. A menor taxa de mortalidade dos estados da região Norte é a do Acre.</p><p>V. O Estado de Roraima apresentou uma taxa de mortalidade materna menor</p><p>que a do Estado de Tocantins.</p><p>Escolha a alternativa que contenha as afirmações corretas.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 105 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>III e IV.</p><p>(alternativa B)</p><p>I, II e III.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>II e III.</p><p>(alternativa D)</p><p>I, III e IV.</p><p>(alternativa E)</p><p>I, IV e V.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva /Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Epidemiologia</p><p>Tema: Análise da Saúde Materno-infantil no Brasil</p><p>O que se pode concluir é que as corretas são aquelas que indicam apenas os</p><p>valores absolutos, e não os relativos, pois é necessário o número de nascimentos</p><p>para construir a taxa de mortalidade para cada estado. Portanto, é possível</p><p>afirmar que:</p><p>O número de óbitos relacionados à gravidez que apresenta a menor quantidade é</p><p>o do Acre.</p><p>O segundo estado que mais contribuiu com óbitos nacionais relacionados à</p><p>gravidez foi o Amazonas.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>https://svs.aids.gov.br/daent/centrais-de-conteudos/paineis-de-</p><p>monitoramento/mortalidade/materna/</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 106 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>103</p><p>[IES]</p><p>ITPAC CZS</p><p>[Habilidades]</p><p>Analisar saúde do idoso - Violência contra o idoso.</p><p>54ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 49021</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Uma mulher de 55 anos está internada em serviço de referência em</p><p>hepatologia devido a aumento do volume abdominal (Ascite), com</p><p>evolução de aproximadamente 2 meses. Apresenta história prévia de</p><p>etilismo pesado. Ao exame físico: bom estado geral, consciente e</p><p>orientada, sem alterações ao exame físico, exceto por abdome</p><p>globoso. Neste contexto, foi solicitada a paracentese, que consiste na</p><p>coleta de líquido ascítico para posterior estudo e demais exames para</p><p>que se pudesse estabelecer o diagnóstico. A paciente apresenta</p><p>também hipoalbuminemia.</p><p>Diante do exposto, avalie as asserções a seguir:</p><p>I. A albumina é uma proteína abundante no plasma e é sintetizada no</p><p>fígado, o principal órgão que desempenha papel fundamental no</p><p>metabolismo corporal, envolvendo múltiplos processos como a</p><p>regulação do metabolismo proteico e energético. O quadro de</p><p>hipoalbuminemia é característico da ascite</p><p>PORQUE</p><p>II. a hipoalbuminemia, provocada pela deficiente síntese de albumina,</p><p>aumenta a pressão oncótica do plasma, podendo resultar em edema.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 107 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição</p><p>verdadeira.</p><p>(alternativa B)</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é falsa.</p><p>(alternativa D)</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma</p><p>justificativa correta da I.</p><p>(alternativa E)</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é justificativa da</p><p>I.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Bioquímica</p><p>Tema: Metabolismo das proteínas e regulação do edema</p><p>A paciente apresenta ascite e história prévia de etilismo. Além disso,</p><p>tem hipoalbuminemia.</p><p>A hipoalbuminemia provocada pela deficiente síntese de albumina</p><p>reduz a pressão oncótica do plasma e concorre para a formação do</p><p>edema.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>COELHO, Eduardo Barbosa. Mecanismos de formação de</p><p>edemas. Medicina (Ribeirão Preto), v. 37, n. 3/4, p. 189-198, 2004.</p><p>DA SILVA, LEONARDO SOARES. MANEJO PRÁTICO DA ASCITE.</p><p>BRITO, Ana Paula Santos Oliveira et al. Manejo da Ascite: revisão</p><p>sistemática da literatura. Brazilian Journal of Health Review, v. 5,</p><p>n. 1, p. 3022-3031, 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 108 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>010</p><p>[IES]</p><p>UNIPTAN</p><p>[Habilidades]</p><p>Correlacionar o metabolismo das proteínas com a regulação do</p><p>edema.</p><p>55ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 48344</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Homem de 54 anos é encaminhado ao consultório de cirurgia torácica</p><p>devido ao achado de nódulo pulmonar. Assintomático do ponto de</p><p>vista respiratório. A radiografia de tórax foi realizada para fins de pré-</p><p>operatório de cirurgia de hérnia inguinal, que detectou nódulo em lobo</p><p>superior direito do pulmão. Ex-tabagista, fumou por 15 anos, 1</p><p>maço/dia, parou de fumar há 8 anos. Trouxe também tomografia do</p><p>tórax que confirmou nódulo pulmonar de 1,3 cm no maior diâmetro,</p><p>totalmente calcificado, no lobo superior direito, sem lesões adjacentes,</p><p>sem linfadenomegalias hilares ou mediastinais.</p><p>Qual é a conduta correta para o caso quanto ao nódulo detectado?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Solicitar tomografia de emissão de pósitrons – PET-CT, para</p><p>complementar o estadiamento do nódulo.</p><p>(alternativa B)</p><p>Orientar a necessidade de acompanhar com tomografia aos 12 e 24</p><p>meses para confirmar a benignidade.</p><p>(alternativa C)</p><p>Solicitar biópsia guiada por tomografia, método menos invasivo para a</p><p>pesquisa de neoplasia maligna.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Orientar o paciente sobre a benignidade do nódulo, podendo ser</p><p>repetida a radiografia simples em 1 ano.</p><p>(alternativa E)</p><p>Indicar a ressecção do nódulo, por se tratar de nódulo de mais de 1</p><p>cm, o que aumenta a chance de malignidade.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 109 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Cirurgia Torácica</p><p>Tema: Nódulo de pulmão</p><p>Trata-se de paciente com nódulo completamente calcificado, que, por</p><p>este motivo, pode ser considerado benigno e sem necessidade de</p><p>prosseguir a propedêutica, já que alguns autores recomendam a</p><p>realização de radiografia simples anual. Nenhuma das outras condutas</p><p>indicadas é necessária, considerando que o diagnóstico de benignidade</p><p>já está feito.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Cirurgia Torácica Contemporânea/José J. Camargo & Darcy Ribeiro</p><p>Pinto Filho – 1. Ed. – Rio de Janeiro – RJ: Thieme Revinter Publicações,</p><p>2019.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>029</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Conduzir o diagnóstico e conduta no nódulo de pulmão.</p><p>56ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54258</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 110 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Um homem de 42 anos é levado ao pronto-socorro por causa de</p><p>vários episódios de fezes pretas, semelhantes a alcatrão e tontura</p><p>nos últimos dois dias. Ele foi submetido a uma apendicectomia aos 16</p><p>anos. Ele tem hipertensão e dores de cabeça tensionais. Ele bebe</p><p>quatro cervejas por dia. Os medicamentos atuais incluem amlodipina e</p><p>naproxeno. Sua temperatura é 36,7°C, pulso é 100/min e pressão</p><p>arterial é 100/70 mm Hg. Os pulmões estão limpos à ausculta. O</p><p>abdome é flácido e indolor. O fígado é palpado 3 cm abaixo do</p><p>rebordo costal direito. Sua concentração de hemoglobina é de 10</p><p>g/dL. A ressuscitação com fluidos intravenosos é iniciada. A</p><p>esofagogastroduodenoscopia não mostra anormalidades.</p><p>Qual dos seguintes é o próximo passo recomendado na investigação</p><p>do sangramento?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Angiografia.</p><p>(alternativa B)</p><p>Enterografia por Tecnécio.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Colonoscopia.</p><p>(alternativa D)</p><p>Cápsula endoscópica.</p><p>(alternativa E)</p><p>Enteroscopia com balão duplo.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 111 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Urgência e Emergência</p><p>Tema: Hemorragia Digestiva Baixa</p><p>A melena (fezes pretas semelhantes a alcatrão) geralmente é</p><p>causada por sangramento gastrointestinal superior (HDA), embora</p><p>também possa resultar de lesões no intestino delgado ou no cólon.</p><p>Como a esofagogastroduodenoscopia não encontrou hemorragia no</p><p>trato GI superior, o próximo passo no manejo desse paciente é uma</p><p>colonoscopia para avaliar o trato GI inferior. Se a colonoscopia</p><p>também for normal, o intestino delgado precisa ser examinado (por</p><p>exemplo, por enteroscopia push, enteroscopia push and pull, cápsula</p><p>endoscópica).</p><p>DISTRATORES:</p><p>A enteroscopia com balão duplo pode ser usada para avaliar o</p><p>sangramento do intestino delgado. Embora o intestino delgado seja</p><p>um local de sangramento potencial neste paciente, especialmente</p><p>desde que a HDA foi descartada, o intestino delgado não é o próximo</p><p>local de sangramento mais comum.</p><p>A enterografia por TC pode ser usada para avaliar o sangramento do</p><p>intestino delgado. Embora o intestino delgado seja um local de</p><p>sangramento potencial neste paciente, especialmente desde que a</p><p>HDA foi descartada, o intestino delgado não é o próximo local de</p><p>sangramento mais comum.</p><p>A cápsula endoscópica é usada principalmente para visualizar o</p><p>intestino delgado, pois o trato gastrointestinal superior e inferior é</p><p>melhor examinado por endoscopia ou colonoscopia. Embora o</p><p>intestino delgado seja um local de sangramento potencial neste</p><p>paciente, especialmente desde que a HDA foi descartada, o intestino</p><p>delgado não é o próximo local de sangramento mais comum.</p><p>A angiografia é usada para identificar a origem do sangramento</p><p>gastrointestinal e simultaneamente controlar o sangramento. No</p><p>entanto, geralmente é realizada em pacientes com sangramento</p><p>gastrointestinal maciço e com risco de vida que não podem ser</p><p>estabilizados para diagnósticos adicionais. Este paciente está sendo</p><p>tratado com fluido intravenoso e requer outra intervenção para avaliar</p><p>o trato GI remanescente para um local de sangramento.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. https://bestpractice.bmj.com/topics/pt-</p><p>br/457/diagnosis-approach</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 112 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>039</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar a medicina de urgência aplicada às urgências em cirurgia</p><p>do trato digestório.</p><p>57ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54506</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Adolescente, 11 anos, masculino, vem apresentando alterações de</p><p>comportamento há 3 meses desde que mudou de escola. Sua</p><p>acompanhante refere que ele está mais agressivo e irritado em casa</p><p>e sempre apresenta uma desculpa diferente para não frequentar as</p><p>atividades escolares. Percebeu, ainda, que o filho está comendo mais</p><p>que o habitual nos últimos meses, acreditando até que ele esteja</p><p>obeso para sua idade. A professora lhe informou queda no rendimento</p><p>escolar e advertências da diretora da escola devido às faltas e aos</p><p>conflitos com os colegas de sala.</p><p>Considerando o caso, a conduta correta é</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>tranquilizar a família, já que os sintomas sugerem um comportamento</p><p>normal da adolescência.</p><p>(alternativa B)</p><p>encaminhar para a terapeuta ocupacional, tendo em vista um</p><p>provável distúrbio comportamental.</p><p>(alternativa C)</p><p>orientar a mãe a mudar o filho de escola novamente, pois não</p><p>encontra motivos para investigar o caso.</p><p>(alternativa D)</p><p>encaminhar o paciente ao psiquiatra infantil para prescrever</p><p>medicamentos para compulsão alimentar.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>agendar consulta com os pais, professores e o psicólogo, para</p><p>investigar a possibilidade de bullying.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 113 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Saúde Mental</p><p>Tema: Violência e Agressão</p><p>Quando pacientes apresentam mudanças de comportamento</p><p>relacionados ao ambiente escolar, deve ser investigada a possibilidade</p><p>de bullying. As instituições de saúde e educação, assim como seus</p><p>profissionais, devem reconhecer a extensão e o impacto gerado pela</p><p>prática de bullying entre estudantes e desenvolver medidas para</p><p>reduzi-la rapidamente. Aos profissionais de saúde, particularmente aos</p><p>pediatras, é recomendável que sejam competentes para prevenir,</p><p>investigar, diagnosticar e adotar as condutas adequadas diante de</p><p>situações de violências que envolvam crianças e adolescentes, tanto</p><p>na figura de autor, como na de alvo ou testemunha.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Bullying comportamento agressivo entre estudantes J Pediatr (Rio J).</p><p>2005;81(5 Supl):S164-S172: Violência escolar, violência juvenil.</p><p>Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, 4ª edição, Barueri, SP:</p><p>Manole,2017.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>095</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar depressão em crianças e adolescentes.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>58ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 49046</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente de 12 anos de idade dá entrada na UPA, após acidente com</p><p>cão com mordedura nas mãos direita e esquerda,</p><p>há mais ou menos</p><p>30 minutos. Apresenta múltiplas lesões lácero-contusas nas mãos,</p><p>porém com dimensões reduzidas, em torno de 1 cm cada lesão. Seus</p><p>familiares informam que o cão era desconhecido e sumiu das</p><p>proximidades onde moram.</p><p>Além de lavar com água e sabão, assinale a alternativa que indica o</p><p>esquema correto de profilaxia da raiva humana nessa situação.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 114 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Indicar vacina antirrábica nos dias 0, 3, 7, 14 e 28.</p><p>(alternativa B)</p><p>Indicar vacina antirrábica nos dias 0, 3, 7 e 14.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Indicar vacina nos dias 0, 3, 7 e 14; indicar soro até o 7º dia após a 1ª</p><p>dose de vacina.</p><p>(alternativa D)</p><p>Indicar dose única de soro antirrábico na região deltoidea.</p><p>(alternativa E)</p><p>Indicar vacina nos dias 0, 3, 7 e 14; indicar soro até o 14º dia após a</p><p>1ª dose de vacina.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Urgência e Emergência</p><p>Tema: Mordedura por animais domésticos</p><p>Mordedura de cão nas mãos é considerada lesão grave, e, em animal</p><p>não passível de observação por 10 dias, devemos lavar as feridas com</p><p>água e sabão, indicar vacina nos dias 0, 3, 7 e 14 e indicar soro até o</p><p>7º dia após a 1ª dose de vacina. Após 7 dias o soro é contraindicado.</p><p>Deve-se infiltrar o volume total indicado do soro antirrábico - SAR (40</p><p>UI/kg de peso), ou o máximo possível, dentro ou ao redor da(s)</p><p>lesão(ões). Se não for possível, aplicar o restante por via IM,</p><p>respeitando o volume máximo de cada grupo muscular mais próximo</p><p>da lesão.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Ministério da Saúde. Orientações sobre a raiva [INTERNET]. Disponível</p><p>em: https://www.gov.br/saude/pt-</p><p>br/assuntos/noticias/2022/julho/ministerio-da-saude-divulga-novos-</p><p>documentos-com-orientacoes-sobre-a-raiva. Acesso em: 14 ago</p><p>2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>038</p><p>[IES]</p><p>UNIPTAN</p><p>[Habilidades]</p><p>Prestar atendimento para acidentes com animais domésticos.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 115 de 230</p><p>59ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 47636</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher, 23 anos, pré-natal de risco habitual, sem nenhuma</p><p>complicação, teve seu primeiro parto normal na maternidade há 30</p><p>minutos. Até o momento não havia apresentado intercorrências</p><p>durante o parto. Nesta primeira hora do pós-parto, a médica</p><p>assistente foi chamada devido à extensa hemorragia apresentada</p><p>pela paciente.</p><p>Levando-se em consideração a principal hipótese diagnóstica, qual é a</p><p>conduta imediata mais adequada?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Solicitar exames de emergência, para transfusão sanguínea.</p><p>(alternativa B)</p><p>Realizar acesso arterial para gasometria.</p><p>(alternativa C)</p><p>Revisar minuciosamente o canal do parto.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Aplicar nesta ordem: ocitocina, metilergonovina e misoprostol.</p><p>(alternativa E)</p><p>Aplicar 10 UI de ocitocina IM, após a dequitação.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 116 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia</p><p>Tema: Assistência ao Puerpério</p><p>A ocitocina IM pós-parto imediato é uma medida preconizada para</p><p>evitar a hemorragia pós-parto, mas deve ser realizada antes da</p><p>dequitação, imediatamente após o parto.</p><p>A principal causa de hemorragia é atonia uterina.</p><p>A sequência correta é Ocitocina, Methergin e Misoprostol.</p><p>Uma das principais medidas na atonia e HPP é sempre massagem</p><p>intermitente, com revisão do canal, mas que devem ser realizadas</p><p>após a exclusão da possibilidade da ocorrência de atonia uterina.</p><p>A gasometria não será uma medida imediata na emergência da HPP.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>FEBRASGO POSITION STATEMENT Hemorragia pós-parto: prevenção,</p><p>diagnóstico e manejo não cirúrgico Número 5 – Novembro 2020</p><p>http://www.febrasgo.org.br/pt/febrasgo-position-</p><p>statement/item/hemorragia-pos-parto-prevencao-diagnostico-e-</p><p>manejo-nao-cirurgico-pt</p><p>Feedback:</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>067</p><p>[IES]</p><p>FMIT</p><p>[Habilidades]</p><p>Atonia uterina pós-parto com hipovolemia. Medidas iniciais.</p><p>60ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 48418</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Homem, 45 anos, é vítima de queimaduras de segundo grau que</p><p>atingem 30% da superfície corporal, incluindo tórax, região cervical</p><p>anterior e face. Ao exame físico, apresenta-se hemodinamicamente</p><p>estável, lúcido, verbalizando, FC: 108 bpm, rouquidão e escarro</p><p>borraceo.</p><p>Qual é medida prioritária em seu atendimento?</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 117 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Terapia antibiótica intravenosa.</p><p>(alternativa B)</p><p>Curativo e bandagem de feridas.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Intubação orotraqueal.</p><p>(alternativa D)</p><p>Cateter nasal de O2 a 100%.</p><p>(alternativa E)</p><p>Analgesia com opioides.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Cirurgia do Trauma</p><p>Tema: Queimaduras</p><p>Esta questão necessita que o aluno compreenda a sequência de</p><p>atendimento no politraumatizado (A, B, C, D, E do trauma), em que</p><p>alterações da via aérea causam maior mortalidade nestes pacientes,</p><p>devendo ser abordada de imediato. No caso do paciente queimado,</p><p>suspeita-se de queimadura de via aérea devido à queimadura se situar</p><p>em região cervical anterior e face e à rouquidão e ao escarro</p><p>borráceo, devendo o paciente ser prontamente submetido a intubação</p><p>orotraqueal para assegurar a via aérea.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>AMERICAN COLLEGE OF SURGEONS COMMITTEE ON TRAUMA.</p><p>Advanced Trauma Life Support - ATLS. 10a edição.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>022</p><p>[IES]</p><p>UNIDEP</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar medidas no atendimento inicial das queimaduras.</p><p>61ª QUESTÃO</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 118 de 230</p><p>Código da questão: 54223</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>No Brasil, a população privada de liberdade (PPL) é um dos grupos</p><p>sociais com maior incidência de tuberculose.</p><p>A fim de controlar a tuberculose nesta população, o Ministério da</p><p>Saúde recomenda realizar, para todos os ingressantes no sistema</p><p>prisional,</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>cultura de escarro.</p><p>(alternativa B)</p><p>prova tuberculínica (PPD).</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>radiografia de tórax.</p><p>(alternativa D)</p><p>teste rápido molecular (TRM-TB).</p><p>(alternativa E)</p><p>baciloscopia do escarro.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 119 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Atenção à Saúde</p><p>Tema: Tuberculose em População privada de liberdade / População</p><p>vulnerável.</p><p>O Ministério da Saúde recomenda realizar, para todos os ingressantes</p><p>no sistema prisional o rastreamento radiológico para o controle da</p><p>Tuberculose (TB). Este deve ser priorizado sempre que disponível,</p><p>para todas as pessoas privadas de liberdade (PPL), logo após sua</p><p>admissão no sistema prisional (preferencialmente nos primeiros 7</p><p>dias). Embora apresente maior complexidade, maior custo e exija</p><p>maior infraestrutura, apresenta rendimento superior porque permite a</p><p>identificação dos casos assintomáticos e dos casos não bacilíferos,</p><p>enquanto o rastreamento baseado em sintomas permite identificar os</p><p>doentes, frequentemente, já bacilíferos.</p><p>Não está indicada a realização da prova tuberculínica para contatos</p><p>em ambiente prisional porque, dada a alta probabilidade de ocorrência</p><p>de reinfecções em curto espaço de tempo, a indicação de tratamento</p><p>da infecção latente é duvidosa. Os contatos familiares das PPL com TB</p><p>devem ser orientados a procurar serviço de saúde extramuros para</p><p>avaliação do risco e rastreamento adequado, quando necessário.</p><p>O PPD deve ser feito anualmente nas pessoas privadas de liberdade</p><p>que tenham infecção pelo HIV.</p><p>Os testes para detecção do bacilo de Koch devem</p><p>ser feitos nos</p><p>pacientes sintomáticos.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BRASIL. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no</p><p>Brasil. 2a ed. Ministério da Saúde, Brasília, 2019. Páginas 235-236.</p><p>Feedback: ue</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>População privada de liberdade / População vulnerável -</p><p>Tuberculose.</p><p>62ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 49050</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 120 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Uma revisão conduzida por Mourad e Colaboradores em 2013</p><p>analisou os efeitos protetores dos medicamentos da classe IECA</p><p>(Inibidores da Enzima Conversora da Angiotensina) e bloqueadores de</p><p>receptores da angiotensina (BRA). Foram analisados 20 ensaios</p><p>clínicos randomizados, compreendendo cerca de 158.988 pacientes</p><p>com hipertensão, sendo abaixo apresentados os resultados. Tais</p><p>resultados foram estatisticamente significativos.</p><p>Condição Tratamento Desfecho em 4 anos NNT</p><p>Hipertensão IECA Eventos coronarianos 54</p><p>Hipertensão BRA Eventos coronarianos 3580</p><p>Fonte: Mourad JJ, Brugts J, Bertrand M. Number needed to treat and</p><p>reduction of outcomes with RAAS inhibitors. European Heart Journal.</p><p>2013 Aug 1;34(suppl_1).</p><p>Com base no texto e na tabela acima, assinale a alternativa que</p><p>interpreta corretamente o Número Necessário Tratar (NNT)</p><p>apresentado.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Para prevenir eventos coronarianos em 1 paciente, é necessário tratar</p><p>3.580 pacientes com IECA.</p><p>(alternativa B)</p><p>Dentre todos os pacientes da amostra tratados com IECA, foi evitado</p><p>um evento coronariano em apenas 54 pacientes.</p><p>(alternativa C)</p><p>Dentre todos os pacientes da amostra tratados com IECA, apenas 54</p><p>tiveram algum evento coronariano em 4 anos.</p><p>(alternativa D)</p><p>Os medicamentos da classe BRA são superiores aos IECA na</p><p>prevenção dos eventos coronarianos.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Para prevenir eventos coronarianos em 1 paciente, é necessário tratar</p><p>3.580 pacientes com BRA.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 121 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Epidemiologia</p><p>Tema: Medicina Baseada em Evidências - NNT</p><p>O NNT significa quantos pacientes precisariam ser tratados para</p><p>melhorar um paciente adicional que não teria melhorado sem esse</p><p>tratamento específico.</p><p>Condição Tratamento Desfecho em 4 anos NNT</p><p>Hipertensão IECA Eventos coronarianos 54</p><p>Hipertensão BRA Eventos coronarianos 3580</p><p>Fonte: Mourad JJ, Brugts J, Bertrand M. Number needed to treat and</p><p>reduction of outcomes with RAAS inhibitors. European Heart Journal.</p><p>2013 Aug 1;34(suppl_1).</p><p>A interpretação correta do NNT de 3.580 para os medicamentos BRA</p><p>é a seguinte:</p><p>É necessário tratar 3.580 pacientes com BRA para prevenir eventos</p><p>coronarianos em 1 paciente.</p><p>Ou seja, segundo essa pesquisa, os medicamentos BRA são</p><p>inferiores aos IECA na prevenção de eventos coronarianos.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>MARTINS, A.D.Á.B. et al. Epidemiologia. Grupo A, 2018.</p><p>9788595023154. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595023154/.</p><p>Acesso em: 15 set. 2021.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 122 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>112</p><p>[IES]</p><p>UNIPTAN</p><p>[Habilidades]</p><p>Medicina baseada em evidências e a atenção primária - Tipos de</p><p>estudo / Medidas de associação/ NNT e NNH.</p><p>63ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54529</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente do sexo feminino, de 71 anos de idade, com hipertensão</p><p>arterial sistêmica e dislipidemia. Não tem diabetes Mellitus, doença</p><p>coronária, nefropatia, tabagismo e etilismo. Em uso de captopril 50</p><p>mg, três vezes ao dia e sinvastatina 20 mg, uma vez à noite. Ao</p><p>exame, apresentava-se corada, hidratada, acianótica, eupneica.</p><p>Pressão arterial (sentada): 180 x 80 mmHg, em membro superior</p><p>direito e sem hipotensão postural; frequência cardíaca: 72 bpm. Sem</p><p>outras alterações ao exame físico.</p><p>Em relação ao caso apresentado, qual é a conduta mais adequada?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Substituir o captopril por hidralazina, devido à redução da função renal</p><p>nesta população, sendo a última uma droga mais efetiva e segura em</p><p>idosos.</p><p>(alternativa B)</p><p>Suspender o captopril e iniciar um bloqueador adrenérgico de ação</p><p>central, como a metildopa e a clonidina, por serem considerados a</p><p>primeira escolha neste caso.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Associar hidroclorotiazida, pois os diuréticos em baixas doses são</p><p>indicados, seja em monoterapia, seja em associação a outros</p><p>medicamentos.</p><p>(alternativa D)</p><p>Aumentar o captopril até a dose máxima, pois as doses iniciais dos</p><p>medicamentos no paciente idoso devem ser mais elevadas que as</p><p>habitualmente usadas para pacientes jovens.</p><p>(alternativa E)</p><p>Associar um betabloqueador, objetivando a potencialização do efeito</p><p>hipotensor do captopril, por aumentar a secreção de renina.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 123 de 230</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Atenção à Saúde</p><p>Tema: Saúde do Adulto/Idoso</p><p>A paciente tem hipertensão arterial sistêmica, em tratamento com</p><p>IECA, mantendo no momento do exame físico uma pressão sistólica</p><p>aumentada e uma pressão diastólica normal.</p><p>Entre as associações medicamentosas anti-hipertensivas, a</p><p>combinação de β-bloqueador + IECA é inadequada para tratamento de</p><p>hipertensão, porque, nesse caso, os β-bloqueadores causam</p><p>diminuição da secreção de renina, o que provoca redução dos níveis</p><p>de angiotensina II, reduzindo o efeito hipotensor dos IECA.</p><p>Os diuréticos tiazídicos continuam sendo a primeira escolha para início</p><p>de tratamento, por reduzir incidência de eventos cardiovasculares e</p><p>cerebrovasculares. A combinação de um IECA com um diurético</p><p>tiazídico (hidroclorotiazida) em baixas doses resulta em um efeito</p><p>adicional significativo na redução da PA e dos desfechos</p><p>cardiovasculares. A associação atenua ainda a ativação reflexa do</p><p>Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona pelos diuréticos e a</p><p>hipocalemia em pacientes suscetíveis. Baseadas na eficácia,</p><p>segurança e desempenho favorável desses agentes, as combinações</p><p>fixas de IECA ou BRA com diurético são as preferenciais.</p><p>O uso de metildopa é contraindicado para idosos por causar</p><p>bradicardia e exacerbar crises depressivas, e a clonidina é</p><p>contraindicada por causar sedação, depressão e hipotensão</p><p>ortostática.</p><p>Os medicamentos anti-hipertensivos devem ser iniciados com cautela</p><p>em pacientes idosos, sempre com doses baixas e com aumento</p><p>gradual, minimizando a incidência de eventos adversos.</p><p>O uso de IECA deve ser cauteloso em pacientes com insuficiência renal</p><p>crônica e contraindicado em pacientes com estenose bilateral da</p><p>artéria renal, insuficiência renal aguda, prévia ou que venha a se</p><p>desenvolver após o início do uso da IECA. No caso da questão, a</p><p>paciente usa IECA há 15 anos, não faz menção de doença renal, e não</p><p>existe contraindicação ao uso de IECA em pacientes idosos apenas</p><p>por serem idosos e tenderem à redução da taxa de filtração</p><p>glomerular. Portanto, não existe indicação de suspender o captopril.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.</p><p>Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da</p><p>pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,</p><p>Departamento de Atenção Básica – Brasília: Ministério da Saúde,</p><p>2006. 192 p. il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de</p><p>Atenção Básica, n. 19)</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 124 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>109</p><p>[Habilidades]</p><p>Condições sensíveis à atenção primária.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>64ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54297</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Escolar, sexo feminino, 8 anos,</p><p>tem diagnóstico de Leucemia Linfoide</p><p>Aguda e faz tratamento com quimioterapia. A paciente evolui com</p><p>sangramento de pele e mucosas, bem como nos sítios de punções</p><p>venosas. Nos exames realizados, pode-se observar:</p><p>HB: 8,0 g/dl (11,7 - 14,9 g/dL); VCM: 84 fl (83,1 - 96,8 fL); HCM: 28</p><p>pg (27,7 - 32,7 pg); CHMC: 32 g/dl (32 à 36 g/dl); RDW: 15% (11,8 -</p><p>14,2%); Leucócitos: 3.000/mm3 (3.470 - 8.290/mm3)</p><p>(00/30/05/00/57/00/08) e Plaquetas: 20.000 / mm3(163 -</p><p>343/mm3).</p><p>Considerando o caso em questão, assinale a alternativa que refere a</p><p>origem da trombocitopenia.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Aumento de destruição de causa imunológica.</p><p>(alternativa B)</p><p>Deficit de produção por eritropoese ineficaz.</p><p>(alternativa C)</p><p>Sequestro esplênico e hiperesplenismo.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Deficit de produção por deficiência da medula óssea.</p><p>(alternativa E)</p><p>Aumento de destruição de causa não imunológica.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 125 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Hemolinfopoiético</p><p>Tema: Análise do Hemograma</p><p>HB: 8,0 g/dl (11,7 - 14,9 g/dL); VCM: 84 fl (83,1 - 96,8 fL); HCM: 28</p><p>pg (27,7 - 32,7 pg); CHMC: 32 g/dl (32 à 36 g/dl); RDW: 15% (11,8 -</p><p>14,2%); Leucócitos: 3.000/mm3 (3.470 - 8.290/mm3)</p><p>(00/30/05/00/57/00/08) e Plaquetas: 20.000 / mm3(163 -</p><p>343/mm3).</p><p>A paciente apresenta plaquetopenia importante, por deficit de</p><p>produção, secundária à quimioterapia, que leva a uma deficiência de</p><p>progenitores megacariocitários da medula óssea.</p><p>O hemograma completo e diferencial é usado na avaliação inicial e no</p><p>monitoramento do acompanhamento.</p><p>Mais de 90% dos pacientes com leucemia linfocítica aguda (LLA)</p><p>apresentam anormalidades hematológicas clinicamente evidentes no</p><p>momento do diagnóstico inicial. Anemia normocítica normocrômica</p><p>com baixa contagem de reticulócitos está presente em 80% dos</p><p>pacientes. 50% dos pacientes têm leucocitose. Em um quarto dos</p><p>pacientes, a contagem leucocitária é maior que 50 x 10⁹/L</p><p>(50,000/microlitro), indicando, portanto, um prognóstico desfavorável.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Leucemia linfocítica aguda. Última atualização em</p><p>05 de março de 2021.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>008</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>Analisar dados do hemograma com base nas suas</p><p>especificidades.</p><p>65ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54455</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 126 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente de 65 anos, sem antecedentes mórbidos relevantes, a não</p><p>ser por histerectomia feita há cinco anos, procura o serviço com</p><p>quadro de dor periumbilical em cólica que apareceu há três dias,</p><p>acompanhada de náuseas, vômitos, parada de eliminação de gases e</p><p>fezes e distensão abdominal.</p><p>O diagnóstico mais provável e o exame mais indicado para esse caso</p><p>são, respectivamente:</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Pancreatite aguda – ultrassom de abdome.</p><p>(alternativa B)</p><p>Volvo de sigmoide – colonoscopia.</p><p>(alternativa C)</p><p>Fecaloma – enema opaco.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Obstrução intestinal por brida – radiografia simples do abdome.</p><p>(alternativa E)</p><p>Apendicite aguda – TC de abdome.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 127 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: CAD</p><p>Tema: Abdome Agudo – síndromes obstrutivas</p><p>Obstrução intestinal por brida – radiografia simples do abdome:</p><p>CORRETA – Quanto mais alta a obstrução intestinal, mais precoce os</p><p>vômitos ocorrem. Não há dúvidas quanto ao diagnóstico de obstrução</p><p>intestinal: dor em cólica + parada de eliminação de gases e fezes +</p><p>vômitos + distensão abdominal. Brida é a principal causa de obstrução</p><p>intestinal. Observe que a paciente possui histórico de cirurgia em</p><p>andar inferior de abdome.</p><p>Pancreatite aguda – ultrassom de abdome: INCORRETA – Pancreatite</p><p>cursa com dor intensa em andar superior do abdome e vômitos. Não</p><p>justifica parada de eliminação de gases e fezes.</p><p>Volvo de sigmoide – colonoscopia: INCORRETA – Volvo de sigmoide é</p><p>muito menos comum do que brida. O exame inicial no abdome agudo</p><p>obstrutivo é a rotina de abdome agudo (radiografia), e não a</p><p>colonoscopia.</p><p>Fecaloma – enema opaco: INCORRETA – Fecaloma é menos comum</p><p>do que brida. O exame inicial no abdome agudo obstrutivo é a rotina</p><p>de abdome agudo (radiografia), e não o enema opaco.</p><p>Apendicite aguda – TC de abdome: INCORRETA – Quadro clínico de</p><p>abdome obstrutivo e não abdome agudo inflamatório. E o exame</p><p>inicial de escolha não é Tomografia de abdome.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>1. RASSLAN, Samir; GAMA-RODRIGUES, Joaquim J; MACHADO, Marcel</p><p>C. C. Clínica Cirúr-</p><p>gica. 2 Volumes; 1a Ed. Manole, 2008.</p><p>2. TOWNSEND, Courtney; et al. Tratado de Cirurgia - 2 Volumes. 18a</p><p>Ed. Elsevier, 2010.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>025</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar síndromes obstrutivas relacionadas ao</p><p>intestino delgado.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>66ª QUESTÃO</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 128 de 230</p><p>Código da questão: 54198</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Gestante, 35 anos, primigesta, na 26ª semana de gestação, em sua</p><p>consulta pré-natal demonstra ganho excessivo de peso no mês</p><p>anterior. Iniciou o pré-natal com IMC de 26,5 kg/m2 e atualmente</p><p>apresenta 29 kg/m2. Glicemia de jejum no primeiro trimestre foi de 95</p><p>mg/dl.</p><p>Diante dessa evolução, a conduta correta é</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>internar para fazer curva glicêmica.</p><p>(alternativa B)</p><p>repetir glicemia de jejum mensalmente.</p><p>(alternativa C)</p><p>realizar teste de tolerância oral à glicose de 75 g.</p><p>(alternativa D)</p><p>realizar dosagem de hemoglobina glicosilada.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>acompanhar como diabetes gestacional.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia. Assistência Pré-Natal</p><p>Tema: Diabetes Gestacional</p><p>A dosagem da glicose de jejum é o método utilizado atualmente para</p><p>o diagnóstico do Diabetes Gestacional. Dosagem acima de 92 mg/dl e</p><p>inferior a 126 mg/dl, na primeira consulta, permite fazer o diagnóstico</p><p>de Diabetes Gestacional. Esta definição inclui o diagnóstico realizado</p><p>pela primeira vez na gravidez. Basta dosar uma única vez no início da</p><p>gravidez. Quando o resultado é inferior a 92 mg/dl, é necessário</p><p>realizar o Teste de Tolerância à Glicose com 75 g, entre 24-28</p><p>semanas de gestação. A hemoglobina glicada não serve para o</p><p>diagnóstico do Diabetes Gestacional.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Cunningham, F.G., Leveno, K.J., Bloom, S.;JL. Williams Obstetrics. 26th</p><p>Ed. Mc Graw Hill. New York, 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 129 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>061</p><p>[IES]</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>[Habilidades]</p><p>Rastreamento do diabetes gestacional. Qual a forma mais</p><p>adequada de rastreamento.</p><p>67ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 50152</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>“Apesar da segurança relativa da maioria dos antidepressivos e</p><p>ansiolíticos mais utilizados, seu uso ideal exige uma compreensão</p><p>clara de seus mecanismos de ação, farmacocinética, efeitos adversos,</p><p>interações medicamentosas potenciais e diagnóstico diferencial das</p><p>doenças psiquiátricas” (Thronson e Pagalilauan, 2014).</p><p>Com base na farmacodinâmica e efeitos adversos observados com o</p><p>uso de antidepressivos, para tratar um paciente idoso deprimido que</p><p>seja epiléptico, obeso e hipertenso, prefere-se o uso de</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>imipramina.</p><p>(alternativa B)</p><p>mirtazapina.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>escitalopram.</p><p>(alternativa D)</p><p>venlafaxina.</p><p>(alternativa E)</p><p>bupropiona.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 130 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Farmacologia</p><p>Tema: Antidepressivos</p><p>Mirtazapina está relacionada com aumento do apetite e ganho de</p><p>peso. Bupropiona com diminuição do limiar convulsivante. Imipramina</p><p>com efeitos antimuscarínicos indesejados no idoso. Venlafaxina e</p><p>imipramina com aumento da pressão arterial. A escolha</p><p>antidepressiva mais segura para o paciente com as características</p><p>clínicas descritas é o Escitalopram (ISRS).</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BRUTON, L L.; HILAL-DANDAN, R. As bases farmacológicas da</p><p>terapêutica de Goodman e Gilman. Grupo A, 2018.</p><p>9788580556155. E-book. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580556155/.</p><p>Pág. 331. Acesso em: 15 ago. 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>018</p><p>[IES]</p><p>UNIPTAN</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os conceitos sobre o mecanismo de ação e efeitos</p><p>colaterais dos principais fármacos que atuam no sistema</p><p>nervoso.</p><p>68ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54504</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 131 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Escolar, 7 anos, é encaminhado ao hospital com quadro de edema</p><p>peripalpebral e de membros inferiores, associado à hepatomegalia de</p><p>início há 5 dias. Segundo o médico assistente, o menor iniciou o</p><p>quadro com edema leve, e, como foi observado proteína no exame de</p><p>urina, foi iniciado prednisona 1mg/kg/dia. Há cerca de 24 horas, o</p><p>edema piorou e evoluiu com desconforto respiratório. Os sinais vitais</p><p>são: FR = 34 irpm, FC = 123 bpm, Pressão arterial = 132 x 90</p><p>mmHg e saturação de oxigênio = 96% em ar ambiente. Exames: Hb</p><p>10 g/dl; plaquetas 158.000/mm3; EAS com proteinúria +/4 e</p><p>hematúria intensa.</p><p>A conduta emergencial e a propedêutica nesse caso são,</p><p>respectivamente,</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>pulsoterapia com corticoide endovenoso e dosagem de proteína em</p><p>urina de 24 horas.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>diurético, anti-hipertensivo, restrição hídrica e dosagem de</p><p>complemento C3.</p><p>(alternativa C)</p><p>solicitar avaliação da nefrologia para hemodiálise de urgência e raio X</p><p>de tórax.</p><p>(alternativa D)</p><p>solicitar biópsia renal e prescrever urgente pulsoterapia com</p><p>ciclofosfamida.</p><p>(alternativa E)</p><p>início de digoxina com anti-hipertensivo e solicitação de tomografia de</p><p>tórax.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Nefrologia Pediátrica</p><p>Tema: Síndrome Nefrítica</p><p>Paciente com quadro de edema, hipertensão e hematúria compatíveis</p><p>com síndrome nefrítica e com edema pulmonar (já que apresenta</p><p>desconforto respiratório). Neste caso, o tratamento de urgência é o</p><p>uso da furosemida (diurético), restrição hídrica, anti-hipertensivo e</p><p>dosagem do complemento C3).</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, 5 edição,</p><p>Barueri, SP: Manole, 2021.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 132 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>089</p><p>[Habilidades]</p><p>Conduzir o diagnóstico e condutas iniciais relacionadas à</p><p>síndrome nefrótica.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>69ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54540</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Conforme a Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, que dispõe</p><p>sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de</p><p>Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de</p><p>recursos financeiros na área da saúde, analise as afirmativas abaixo:</p><p>I. O SUS contará, em cada esfera de governo, com a</p><p>Conferência de Saúde e o Conselho de Saúde.</p><p>II. A Conferência de Saúde reunir-se-á anualmente com a</p><p>representação dos vários segmentos sociais.</p><p>III. O Conselho de Saúde é um órgão colegiado composto por</p><p>representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais</p><p>de saúde e usuários.</p><p>IV. A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e nas</p><p>Conferências de Saúde é majoritária em relação ao conjunto dos</p><p>demais segmentos.</p><p>V. As Conferências de Saúde e os Conselhos de Saúde terão sua</p><p>organização e normas de</p><p>funcionamento definidas em regimento próprio, aprovadas pelo</p><p>respectivo conselho.</p><p>Assinale a alternativa com as afirmativas corretas.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 133 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>I, II, e III.</p><p>(alternativa B)</p><p>I, II, e III.</p><p>(alternativa C)</p><p>II e III.</p><p>(alternativa D)</p><p>III e V.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>I, III e V.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Políticas de Saúde/Gestão do SUS</p><p>Tema: Controle Social do SUS</p><p>O SUS contará, em cada esfera de governo, com a Conferência de</p><p>Saúde e o Conselho de Saúde. a Conferência de Saúde reunir-se-á a</p><p>cada quatro anos com representação dos vários segmentos sociais. O</p><p>Conselho de Saúde é um órgão colegiado composto por</p><p>representantes do governo, prestadores de serviço profissionais de</p><p>saúde e usuários. A representação dos usuários nos Conselhos de</p><p>Saúde e Conferências será paritária em relação ao conjunto dos</p><p>demais segmentos. As Conferências de Saúde e os Conselhos de</p><p>Saúde terão sua organização e normas de funcionamento definidas</p><p>em regimento próprio, aprovadas pelo respectivo conselho.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>REIS, Denizi Oliveira; ARAÚJO, Eliane Cardoso de; CECÍLIO, Luiz Carlos</p><p>de Oliveira. Políticas Públicas de Saúde no Brasil: SUS e pactos pela</p><p>Saúde. Unifesp. São Paulo. 2012.</p><p>https://ares.unasus.gov.br/acervo/handle/ARES/168</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>115</p><p>[IES]</p><p>UNISL JI-PARANÁ</p><p>[Habilidades]</p><p>Controle social - conselhos federal, estadual e municipal.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 134 de 230</p><p>70ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 53400</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um homem de 52 anos é trazido à Unidade Básica de Saúde (UBS)</p><p>por causa de dor lombar nas últimas 2 semanas. A dor começou</p><p>como lancinante e irradiava pela parte de trás das pernas. Começou</p><p>quando ele estava levantando um saco de cimento no trabalho. A dor</p><p>tem piorado, e ele começou a notar dormência progressiva,</p><p>dificuldade ao caminhar. Sua temperatura é de 37°C, o pulso é de</p><p>82/min e a pressão arterial é de 133/92 mm Hg. Pulsos periféricos</p><p>são palpáveis ​​em todas as quatro extremidades. O exame</p><p>neurológico mostra 5/5 de força nas extremidades superiores e 2/5</p><p>de força na dorsiflexão bilateral do pé, anestesia em sela, culminando</p><p>com disfunção esfincteriana, retenção urinária e fraqueza nas pernas.</p><p>Após o encaminhamento para um especialista, qual das seguintes</p><p>deve ser a conduta adequada para o caso?</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>Descompressão de emergência do canal vertebral.</p><p>(alternativa B)</p><p>Regime de exercícios como fisioterapia.</p><p>(alternativa C)</p><p>Infiltração de anestésico local de ação prolongada.</p><p>(alternativa D)</p><p>Administração de ibuprofeno e seguimento em 2 meses.</p><p>(alternativa E)</p><p>Prescrever gabapentina 300 mg, três vezes ao dia.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 135 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Ortopedia e Neurocirurgia</p><p>Tema: Hérnia discal</p><p>Um diagnóstico presumido de síndrome da cauda equina (SCE)</p><p>necessita de urgente encaminhamento ao hospital. A SCE consiste em</p><p>anestesia em sela (perineal), disfunção esfincteriana, retenção urinária</p><p>e fraqueza nas pernas. É necessária a descompressão de emergência</p><p>do canal vertebral em até 48 horas depois do início dos sintomas.</p><p>Um deficit doloroso da raiz nervosa (deficit motor com dor no mesmo</p><p>dermátomo) na presença de compressão discal identificável é passível</p><p>de cirurgia. Ele deve ser diferenciado de um deficit de nervo indolor</p><p>(por exemplo, pé caído indolor) e de uma lesão nos nervos periféricos.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Lombalgia discogênica. Última atualização em 03</p><p>de fevereiro de 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>032</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os princípios do tratamento</p><p>das lombalgias.</p><p>71ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 47206</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um homem de 40 anos comparece à consulta na Unidade Básica de Saúde</p><p>acompanhado pela esposa, referindo uso regular de álcool desde os 18</p><p>anos. Embora até o momento tenha conseguido manter seu emprego como</p><p>motorista de caminhão, foi repreendido diversas vezes por não realizar o</p><p>trabalho de maneira adequada. Afirma dirigir embriagado, frequentemente,</p><p>a fim de cumprir seus prazos de entrega. O casal relata muitos conflitos</p><p>conjugais devido ao consumo excessivo de bebida alcoólica pelo marido.</p><p>Nega aumento recente da ingestão ou sintomas de abstinência, mas admite</p><p>que “não fica mais bêbado como ficava antes”, após consumir a mesma</p><p>quantidade de álcool.</p><p>Dentre os sinais e sintomas que o paciente apresenta, o mais específico da</p><p>síndrome de dependência do álcool é</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 136 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>conflitos conjugais.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>tolerância ao álcool.</p><p>(alternativa C)</p><p>sintomas de abstinência.</p><p>(alternativa D)</p><p>trabalhar embriagado.</p><p>(alternativa E)</p><p>problemas profissionais.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 137 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Atenção à Saúde</p><p>Tema: Saúde do Homem</p><p>De acordo com o CID-10 (Classificação Internacional de Doenças – 10ª</p><p>edição), um diagnóstico definitivo da síndrome de dependência alcóolica deve</p><p>ser feito somente se três ou mais dos seguintes requisitos tiverem sido</p><p>experienciados ou exibidos em algum momento durante o ano anterior:</p><p>►Forte desejo ou senso de compulsão para consumir bebidas alcoólicas</p><p>não apresenta</p><p>►Dificuldades de controlar o comportamento de beber em termos de seu</p><p>início, término ou níveis de consumo – não apresenta</p><p>►Estado de abstinência fisiológico quando o uso de bebida alcoólica cessou</p><p>ou foi reduzido, ou uso de álcool (ou de uma substância intimamente</p><p>relacionada) com a intenção de aliviar ou evitar sintomas de abstinência</p><p>não apresenta</p><p>►Evidência de tolerância, de tal forma que doses crescentes de</p><p>bebida são requeridas para alcançar efeitos originalmente</p><p>produzidos por doses mais baixas – o paciente apresenta</p><p>►Abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos em favor do</p><p>uso de bebida alcoólica, aumento da quantidade de tempo necessária para</p><p>obter ou consumir a bebida alcoólica ou para se recuperar de seus efeitos</p><p>não apresenta</p><p>►Persistência no uso da bebida, independente da evidência clara de</p><p>consequências manifestamente nocivas, como danos hepáticos, estados de</p><p>humor depressivo ou comprometimento do funcionamento cognitivo;</p><p>devem-se fazer esforços para determinar se o usuário estava de fato</p><p>consciente da natureza e da extensão do dano – não apresenta</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>GUSSO, Gustavo; LOPES, José M C.; DIAS, Lêda C. Tratado de medicina de</p><p>família e comunidade - 2 volumes: princípios, formação e prática . Porto</p><p>Alegre: Grupo A, 2019. E-book. 9788582715369. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582715369/. Acesso</p><p>em: 23 ago. 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 138 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>106</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Analisar saúde do homem.</p><p>72ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54500</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente de 30 anos, G3PN2, atendida no centro de saúde para iniciar</p><p>método contraceptivo. Portadora de diabetes Mellitus tipo 1, bem</p><p>controlado com insulina, e fumante de meio maço de cigarro por dia.</p><p>Apresenta ciclos regulares de 28 dias, fluxo normal com duração de 3</p><p>dias e cólicas leves.</p><p>Qual é o método contraceptivo que apresenta critério de elegibilidade 1</p><p>pela OMS e maior eficácia, para esta paciente?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Diafragma vaginal.</p><p>(alternativa B)</p><p>Anel vaginal.</p><p>(alternativa C)</p><p>Preservativo masculino.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Dispositivo intrauterino de cobre.</p><p>(alternativa E)</p><p>Contraceptivo hormonal combinado.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 139 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Ginecologia</p><p>Tema: Contracepção</p><p>O método que reúne as duas condições da questão, critério de</p><p>elegibilidade 1 e maior eficácia é o DIU de cobre. O que foi fornecido da</p><p>história da paciente não contraindica esse método. Logo, esta seria a</p><p>resposta da questão. Pacientes menores de 35 anos com diabetes e</p><p>fumantes têm critério 2 de elegibilidade para contraceptivos hormonais</p><p>combinados ou não. Quanto ao preservativo e ao diafragma também</p><p>apresentam critério de elegibilidade 1, porém não são tão eficazes</p><p>quanto o DIU de cobre.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>OMS. Guia de implantação dos critérios médicos de elegibilidade e das</p><p>recomendações para uso de contracepção [INTERNET]. Disponível em:</p><p>https://www.who.int/reproductivehealth/publications/family_planning/mec-</p><p>spr-implementation-guide/pt/. Acesso em 20/03/2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Habilidades]</p><p>Contracepção na adolescência. Indicações/tipos/aspectos éticos.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>73ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54441</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente, 26 anos, com queixa de dispneia progressiva há 4 dias aos</p><p>mínimos esforços, relata tosse seca e febre. Nega outras queixas</p><p>associadas. Relata contato com pessoas apresentando sintomas</p><p>similares que tinham sido diagnosticadas com Covid-19. Ao exame</p><p>físico apresentava-se com taquipneia, sem uso de musculatura</p><p>acessória, com presença de sibilos expiratórios difusos e discretos,</p><p>corado, hidratado, acianótico e anictérico, com PA: 120/70mmHg /</p><p>FC: 115bpm / FR: 24ipm / SatO2: 94% / Temp: 38,2°C. Nas análises</p><p>laboratoriais apresentou leucocitose (sem desvio à esquerda) e PCR</p><p>de 1,2 mg/dL (VR: 0,1 mg/dL).</p><p>Mediante análise do caso, identifique o exame laboratorial mais</p><p>indicado para confirmação diagnóstica.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 140 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>Deve-se realizar a busca de antígenos através de RT-PCR para o vírus</p><p>SARS-CoV-2 em swab combinado de nasofaringe.</p><p>(alternativa B)</p><p>Deve-se solicitar a busca de anticorpos através da utilização de testes</p><p>sorológicos, com possível aumento dos níveis de IgE.</p><p>(alternativa C)</p><p>Deve-se realizar a busca de antígenos através de testes rápidos, com</p><p>ênfase na detecção de anticorpos do tipo IgD.</p><p>(alternativa D)</p><p>Deve-se solicitar a busca de anticorpos, através da utilização de testes</p><p>rápidos, com possível aumento dos níveis de IgG.</p><p>(alternativa E)</p><p>Deve-se solicitar um teste rápido para a detecção de elevados níveis</p><p>de anticorpos IgD contra os vírus Influenza A e B.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Microbiologia</p><p>Tema: Diagnóstico laboratorial das doenças causadas por vírus</p><p>RT-PCR para SARS-CoV-2 em swab combinado de</p><p>nasofaringe: é um teste molecular, ou seja, baseado na pesquisa do</p><p>material genético do vírus (RNA) em amostras coletadas por swab da</p><p>nasofaringe. É considerado o exame laboratorial padrão-ouro para</p><p>diagnóstico da infecção.</p><p>Não é aconselhado realizar a procura de anticorpos com menos de 5</p><p>dias do início da sintomatologia. Além disso, os níveis de IgM são os</p><p>que se elevam mais rapidamente e em maiores titulações.</p><p>Não é aconselhado realizar a procura de anticorpos com menos de 5</p><p>dias do início da sintomatologia. Além disso, os níveis de IgM são os</p><p>que se elevam mais rapidamente e em maiores titulações.</p><p>Não é aconselhado realizar a procura de anticorpos com menos de 5</p><p>dias do início da sintomatologia. Além disso, ainda tem a busca do</p><p>vírus Influenza de forma isolada, sem a procura para o vírus SARS-</p><p>CoV-2.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>https://www.gov.br/saude/pt-br/coronavirus/diagnostico</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 141 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>015</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os conceitos de fisiopatologia, diagnóstico laboratorial e</p><p>profilaxia das principais infecções causadas por vírus.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>74ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 49680</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>De acordo com dados do Disque 100, no Brasil, em 2021 ocorreram</p><p>37 mil notificações de violência contra os idosos. A violência contra a</p><p>pessoa idosa ocorre, na sua grande maioria, no contexto familiar. A</p><p>Lei 12.461 de 26 de julho de 2011 ressalta a obrigatoriedade da</p><p>notificação dos profissionais de saúde, de instituições públicas ou</p><p>privadas, às autoridades sanitárias, os casos de suspeita ou</p><p>confirmação de violência praticada contra o idoso.</p><p>A equipe da Estratégia de Saúde da Família, ao verificar essa situação,</p><p>deverá realizar a notificação para quais órgãos?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>SINAM e Conselho Estadual do Idoso.</p><p>(alternativa B)</p><p>SNE e Conselho Nacional do Idoso.</p><p>(alternativa C)</p><p>SISVAN e Conselho Municipal do Idoso.</p><p>(alternativa D)</p><p>DATASUS e autoridade policial.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Autoridade policial e Ministério Público.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 142 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Atenção à Saúde</p><p>Tema: Saúde do Idoso</p><p>A Lei 12.461 de 26 de julho de 2011, que reformula o artigo 19 do</p><p>Estatuto do Idoso (Lei 10.741, de 01 de outubro de 2003), ressaltou</p><p>a obrigatoriedade da notificação dos profissionais de saúde, de</p><p>instituições públicas ou privadas, às autoridades sanitárias quando</p><p>constatarem casos de suspeita ou confirmação de violência contra</p><p>pessoas idosas, bem como a sua comunicação aos seguintes órgãos:</p><p>Autoridade Policial; Ministério Público; Conselho Municipal do Idoso;</p><p>Conselho Estadual do Idoso; Conselho Nacional do Idoso.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Brasil: manual de enfrentamento à violência contra a pessoa idosa. —</p><p>Brasília, DF: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da</p><p>República, 2014. Disponível em <</p><p>https://www.mdh.gov.br/biblioteca/pessoa-idosa/manual-de-</p><p>enfrentamento-a-violencia-contra-a-pessoa-idosa>.</p><p>MS.Estatuto do Idoso / Ministério da Saúde - 3. ed., 2. reimpr. -</p><p>Brasília : Ministério da Saúde, 2013.</p><p>GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC, DIAS, Lêda C, organizadores.</p><p>Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e</p><p>Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, 2388 p</p><p>Feedback:</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>104</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Analisar saúde do idoso - Violência contra o idoso.</p><p>75ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 50186</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 143 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Gestante, 36 anos, G2P1, idade gestacional 37 semanas e 3 dias,</p><p>procura emergência com queixa de bolsa rota há 2 horas, com saída</p><p>de líquido com muito sangue. Refere também início da dor abdominal</p><p>há 3 horas. Relata ser usuária de crack.</p><p>Ao exame clínico: PA: 140 x 90 mmhg; FC: 80 bpm; Tônus uterino</p><p>aumentado; Contrações uterinas muito frequentes; BCF: 128 bpm;</p><p>saída de grande quantidade de líquido amniótico com sangue na maca</p><p>de exame.</p><p>Qual é o diagnóstico correto?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Placenta prévia total.</p><p>(alternativa B)</p><p>Rotura uterina consumada.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Descolamento prematuro de placenta.</p><p>(alternativa D)</p><p>Rotura de vasa prévia.</p><p>(alternativa E)</p><p>Sangramento de colo uterino.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia</p><p>Tema: Descolamento Prematuro de Placenta</p><p>A paciente apresenta um sangramento de terceiro trimestre da</p><p>gravidez de grande intensidade, associado há aumento de tônus</p><p>uterino importante, e há o fator de risco aumento de pressão arterial</p><p>para fechar o diagnóstico de Descolamento Prematuro da Placenta.</p><p>Na rotura de membranas amnióticas, é mais frequente líquido</p><p>amniótico claro, transparente, sem presença de sangue.</p><p>A placenta prévia total poderia provocar sangramento intenso, porém</p><p>sem o aumento de tônus, e provavelmente a paciente não estaria em</p><p>um pré-natal de risco habitual.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>CORRÊA, Mário Dias et al. Noções práticas de obstetrícia. 14. ed.</p><p>Belo Horizonte: Coopmed, 2011. xi, 1044 p.</p><p>CUNNINGHAM, F.Gary et al.Obstetrícia de Williams. 24.ed. Porto</p><p>Alegre:AMGH Ed.,2016. 1358 p. HOFFMAN,Barbara L.(Orgs.) et</p><p>al.Ginecologia de Williams.2.ed.Porto Alegre: AMGH, 2014.1402 p.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 144 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>068</p><p>[IES]</p><p>UNIPTAN</p><p>[Habilidades]</p><p>Hemorragia no terceiro trimestre, hipertonia, feto vivo.</p><p>Diagnóstico diferencial.</p><p>76ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44234</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente de 27 anos do sexo masculino, casado, pardo, agricultor,</p><p>procedente do interior. Comparece para consulta referindo que há 7</p><p>meses começou a ter falta de força no dimídio direito do corpo com</p><p>piora progressiva. Há 2 meses tinha realizado RNM do encéfalo, com</p><p>imagem acometendo a substância branca subcortical da porção</p><p>mesial do lobo temporal direito, inclusive a cabeça do hipocampo,</p><p>caracterizada por hipersinal nas sequências ponderadas em T2/FLAIR</p><p>e hipossinal em T1, com discreto efeito expansivo, sem realce após a</p><p>infusão endovenosa do agente paramagnético ou restrição à difusão</p><p>da água, a impressão diagnóstica: lesão expansiva de 0,5 cm</p><p>acometendo a substância branca subcortical da porção mesial do lobo</p><p>temporal direito, de aspecto inespecífico. Ao exame neurológico,</p><p>marcha espástico parética, hemiparesia à direita, hipertonia nos 4</p><p>membros de predomínio à direita. Reflexos miotáticos fásicos</p><p>exaltados nos 4 membros, com clonus dos pés. Realizou</p><p>eletroneuromiografia dos quatros membros que sugere um</p><p>comprometimento de neurônio motor inferior.</p><p>Qual é a sua próxima conduta?</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 145 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Prescrever Rituximabe injetável por se tratar de doença</p><p>desmielinizante.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Prescrever Riluzol 50 mg V.O. 1h antes da dieta 2x ao dia e</p><p>fisioterapia.</p><p>(alternativa C)</p><p>Prescrever corticosteroides injetáveis e fisioterapia.</p><p>(alternativa D)</p><p>Encaminhar à neurocirurgia para tratamento cirúrgico.</p><p>(alternativa E)</p><p>Prescrever sintomáticos e antinflamatórios não hormonais.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Neurologia</p><p>Tema: ELA</p><p>A esclerose lateral amiotrófica (ELA) caracteriza-se por lesão do 1º</p><p>neurônio motor que dá sinais de liberação piramidal e do segundo</p><p>neurônio motor que pode ser avaliada por eletroneuromiografia. Como</p><p>o diagnóstico é clínico, o tratamento proposto é com Riluzol e</p><p>fisioterapia. Quanto ao achado do processo expansivo temporal foi um</p><p>incidentaloma para o quadro clínico.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ. Best Practice. https://bestpractice.bmj.com/topics/pt-</p><p>br/330/management-approach</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>055</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar neuropatias autoimunes.</p><p>77ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 50893</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 146 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Recém-nascido (RN) a termo, de parto normal, apresentou boa</p><p>vitalidade e exame físico inicial sem alterações, sendo encaminhado</p><p>ao alojamento conjunto. Sua mãe fez pré-natal a partir do segundo</p><p>trimestre com 4 consultas, tendo apresentado VDRL 1:256 na</p><p>primeira consulta e tratada com três doses de 2.400.000 UI de</p><p>penicilina benzatina com intervalo de uma semana entre elas, sendo</p><p>a</p><p>última dose 8 semanas antes do parto (apresentou comprovante). O</p><p>teste rápido para sífilis na mãe foi reagente na admissão.</p><p>A conduta correta neste momento é</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>solicitar VDRL de sangue periférico da mãe e do RN e tratar o RN com</p><p>penicilina cristalina, caso o VDRL seja reagente maior que 1:8.</p><p>(alternativa B)</p><p>solicitar para o RN hemograma e VDRL sérico, punção lombar e tratar</p><p>com penicilina benzatina, se VDRL do RN for reagente 1:16.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>solicitar VDRL na mãe e no RN, e, caso o do RN seja reagente mais de</p><p>2 vezes o título materno, fazer hemograma, punção lombar e</p><p>radiografia de ossos longos; iniciar penicilina cristalina.</p><p>(alternativa D)</p><p>acompanhar clinicamente a mãe, visto que esta foi adequadamente</p><p>tratada, e realizar VDRL da mãe e do RN 30 dias após o parto.</p><p>(alternativa E)</p><p>solicitar para o RN hemograma e VDRL de sangue periférico, punção</p><p>lombar e RX de ossos longos e tratar com penicilina benzatina,</p><p>independente do resultado do VDRL do RN.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 147 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Doenças Infectocontagiosas</p><p>Tema: Sífilis Congênita</p><p>Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção</p><p>da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais do Mistério da</p><p>Saúde, Brasília – DF 2022 2ª edição revisada, sendo a mãe</p><p>adequadamente tratada na gestação, realizar teste não treponêmico</p><p>sérico da mãe e do recém-nascido, ao mesmo tempo. Caso o teste</p><p>não treponêmico da criança seja pelo menos duas diluições MAIOR que</p><p>o materno, seguir no fluxograma como criança nascida de mãe não</p><p>adequadamente tratada, isto é, realizar no recém-nascido</p><p>hemograma completo e glicemia, RX de ossos longos e coletar o líquor</p><p>(solicitar celularidade, proteinorraquia e VDRL). Sendo o exame físico</p><p>do RN normal e liquor reagente, tratar com penicilina cristalina; sendo</p><p>liquor normal, opção de tratar com penicilina procaína.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da</p><p>Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais do Mistério da</p><p>Saúde, Brasília – DF 2022; 2ª edição revisada</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>084</p><p>[IES]</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar a sífilis congênita.</p><p>Diagnosticar e tratar a sífilis congênita.</p><p>78ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 48751</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 148 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Joana, 29 anos, atlética, sem comorbidades, hábitos de vida</p><p>saudáveis, além de ser praticante de esportes, tem como novo hobby</p><p>a prática de escalada. Tem praticado esse hobby no Brasil em</p><p>montanhas de aproximadamente 1.000 m a 1.800 m de altura. Há</p><p>mais de 6 meses tem planejado com seu grupo de amigos escalar as</p><p>cordilheiras do Himalaia. O grupo escolheu o Monte Everest (8.848</p><p>metros de altitude) para iniciar grandes escaladas. Chegado o grande</p><p>dia, Joana e uma parte da equipe conseguiram atingir 4.000 m de</p><p>altitude. No primeiro dia, Joana queixou-se de cefaleia, fadiga, e então</p><p>resolveu voltar para a base de onde saíram para ser atendida por</p><p>equipe de saúde. No local do atendimento Joana evoluíra com edema</p><p>de face e membros inferiores, anorexia, náusea, mantinha a fadiga e</p><p>a cefaleia agora mais intensa sem melhora com analgesia,</p><p>extremidades cianóticas. Ao exame apresentava-se em regular</p><p>estado geral, desidratada, hipocorada, cianose de extremidades,</p><p>afebril, ligeiramente hipotérmica e taquipneica.</p><p>AR: Murmúrio vesicular diminuído em bases com presença de</p><p>estertores creptantes. FR: 30irpm SatO2: 70% em ar ambiente.</p><p>ACV: ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas. FC: 80bpm em</p><p>repouso.</p><p>ABD: desconforto à palpação em região epigástrica.</p><p>MMII: edema moderado e cianose de extremidades, panturrilhas</p><p>livres, pulsos pediosos filiformes bilaterais.</p><p>Na radiografia de tórax evidenciou-se coração de tamanho normal</p><p>para idade, porém com sinais de edema pulmonar.</p><p>Gasometria arterial: pH 7,28 PaCO2 56 mmHg PaO2 54 mmHg</p><p>HCO3 14mEq/l BE -5.1</p><p>O médico, prontamente, diagnosticou o quadro como Doença da</p><p>Montanha, a qual é comum em pessoas que não estão habituadas a</p><p>grandes altitudes. Nesse caso, classifique o tipo de alteração que há</p><p>na gasometria e classifique o edema pulmonar.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 149 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Acidose respiratória compensada com hipoxemia; Edema Agudo</p><p>Pulmonar Cardiogênico.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Acidose mista com hipoxemia; Edema Agudo Pulmonar não</p><p>Cardiogênico.</p><p>(alternativa C)</p><p>Acidose metabólica compensada com hipoxemia; Com Edema</p><p>Pulmonar Cardiogênico.</p><p>(alternativa D)</p><p>Alcalose mista com hipoxemia; Edema Agudo Pulmonar não</p><p>Cardiogênico.</p><p>(alternativa E)</p><p>Alcalose respiratória com hipoxemia; Com edema Pulmonar não</p><p>Cardiogênico.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 150 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Fisiologia</p><p>Tema: Homeostasia, sua regulação em grandes altitudes</p><p>O quadro clínico da paciente é Acidose mista com hipoxemia; Edema</p><p>Agudo Pulmonar não Cardiogênico.</p><p>A acidose mista caracteriza-se pela diminuição da concentração de</p><p>HCO3 (mEq/l) – cujos valores normais são de 22 a 26 – e aumento da</p><p>PaCO2. A diminuição da concentração de HCO3 é responsável pela</p><p>redução do pH para valores inferiores a 7,35.</p><p>A paciente apresenta HCO3 inferior à normalidade (HCO3 = -14</p><p>mEq/l), PaCO2 superior ao considerado normal (PaCO2: 56 mmHg) e,</p><p>consequentemente, pH ácido (7,28).</p><p>A hipoxemia caracteriza-se como a redução do oxigênio no sangue</p><p>arterial, caracterizado pela PaO2 (valores de normalidade entre 80 a</p><p>100 mmHg). A paciente do caso apresenta PaO2 de 54 mmHg.</p><p>Como já disposto acima, a paciente apresenta hipoxemia. No entanto,</p><p>para apresentar acidose respiratória, a PaCO2 tem que estar elevada,</p><p>reduzindo o pH.</p><p>Apesar de apresentar essas alterações, o HCO3 também se encontra</p><p>fora da normalidade, indicando acidose mista. Já na acidose</p><p>respiratória compensada, o pH encontra-se normal ou próximo, a</p><p>PaCO2 e o HCO3 se elevam até a total resolução.</p><p>A paciente apresenta hipoxemia, mas não possui alcalose, que se</p><p>caracteriza por redução da PaCO2 acompanhada de aumento do pH.</p><p>A hipoxemia está confirmada. Na acidose metabólica, a PaCO2</p><p>encontra-se diminuída. Na acidose metabólica compensada, o pH</p><p>encontra-se normal ou próximo à normalidade, com uma possível</p><p>descompensação de BE e manutenção do valor da PaCO2.</p><p>O edema pulmonar de grandes altitudes (EPGA) é causado pela</p><p>elevação da pressão arterial pulmonar induzida pela hipóxia, que</p><p>provoca edemas pulmonares intersticiais e alveolares, resultando em</p><p>oxigenação prejudicada. A vasoconstrição de pequenos vasos com</p><p>hipoxia é variada, causando pressão elevada, lesão da parede dos</p><p>vasos e extravasamento capilar em áreas menos constritas. Outros</p><p>fatores, como a hiperatividade simpática, também podem estar</p><p>presentes.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>GUYTON, A.C. e Hall J.E.– Tratado de Fisiologia Médica. Editora</p><p>Elsevier. 13ª ed., 2017. -MENAKER, L.</p><p>PORTH, C.M.; MATFIN, G. Fisiopatologia. 8ª ed. Guanabara Koogan,</p><p>2010.</p><p>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doençasdaaltitude</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 151 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>102</p><p>[IES]</p><p>FESAR</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar a homeostasia, sua regulação em grandes altitudes</p><p>79ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44194</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Uma mulher de 42 anos procura o médico devido a 2 episódios de</p><p>perda de consciência na última semana. Ela se recuperou</p><p>imediatamente e não ficou confusa após os episódios. Durante os</p><p>últimos 5 meses, ela também teve aumento da falta de ar e</p><p>palpitações. Ela tem sido incapaz</p><p>O perfil demográfico por faixa etária da população cadastrada na eSF e na eAP; e</p><p>IV. Classificação geográfica definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria 2979 de 12 de novembro de 2019. Disponível</p><p>em:http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/financiamento/portarias/prt_2979_12_11_2019.pdf.</p><p>Acesso em: 26 ago. 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>114</p><p>[IES]</p><p>FAMEG</p><p>[Habilidades]</p><p>Gestão administrativa e financeira do SUS: RegulaSUS.</p><p>8ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54184</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Lactente de um ano, pesando 12 kg, é internado com quadro de</p><p>diarreia e vômitos com 48 horas de evolução. Exame físico: sinais</p><p>clínicos de desidratação grave (ausência de lágrima, turgor pastoso,</p><p>perfusão maior que 3 segundos). O tratamento é iniciado com a</p><p>prescrição de soro fisiológico 20 mL/kg em 20 minutos.</p><p>Esta opção terapêutica é acertada porque o soro fisiológico apresenta</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 12 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>eletrólitos/por litro da solução em valores próximos aos do plasma.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>osmolaridade/por litro da solução em valores próximos ao do plasma.</p><p>(alternativa C)</p><p>potássio/por litro da solução em valores iguais ao do plasma.</p><p>(alternativa D)</p><p>sódio/por litro da solução em valores iguais ao do plasma.</p><p>(alternativa E)</p><p>cloro/por litro da solução em valores próximos ao do plasma.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Urgência e Emergência</p><p>Tema: Desidratação</p><p>O NaCl 0,9% (soro fisiológico) contém por litro da solução:</p><p>154 mEq de sódio</p><p>154 mEq de cloro</p><p>Osmolaridade de 308 mmOsm/L</p><p>Os valores de sódio e, principalmente, de cloro, do soro fisiológico,</p><p>estão bem acima dos valores encontrados no plasma humano. O</p><p>único valor que se aproxima do fisiológico é o da concentração final da</p><p>solução (308 mOs/L).</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, 5ª edição,</p><p>Barueri, SP: Manole, 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>101</p><p>[IES]</p><p>ITPAC PALMAS</p><p>[Habilidades]</p><p>Conduzir a hidratação em pediatria.</p><p>9ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44217</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 13 de 230</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente de 65 anos, sexo masculino, trabalhador rural, leucodema,</p><p>sem história prévia de câncer de pele, apresenta lesão de</p><p>aproximadamente 7 mm, localizada na fronte, caracterizada por</p><p>pápula de aspecto perolado, bem delimitada, com algumas</p><p>telangiectasias e centro parcialmente ulcerado, cuja avaliação</p><p>dermatológica preliminar sugeriu carcinoma basocelular (CBC).</p><p>Nesse caso, pode-se inferir que sua classificação mais provável e a</p><p>melhor estratégia terapêutica são</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>CBC de baixo risco, indicando-se radioterapia local com abordagem</p><p>cirúrgica sequencial.</p><p>(alternativa B)</p><p>CBC de alto risco, indicando-se curetagem com eletrocoagulação após</p><p>radioterapia local.</p><p>(alternativa C)</p><p>CBC superficial, indicando-se necessariamente a cirurgia micrográfica</p><p>(método de Mohs).</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>CBC de baixo risco, indicando-se excisão padrão com margens clínicas</p><p>de 4 mm ou mais.</p><p>(alternativa E)</p><p>CBC de alto risco, indicando-se terapia fotodinâmica antes de uma</p><p>abordagem cirúrgica.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 14 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Cirurgia Dermatológica</p><p>Tema: Carcinoma Basocelular (CBC)</p><p>O informe sobre “avaliação dermatológica preliminar”, em tese,</p><p>sustenta muito bem o diagnóstico clínico de CBC, mas não é suficiente</p><p>para classificá-lo. No entanto, há elementos descritos no texto,</p><p>epidemiológicos e próprios da lesão, que relacionam algumas</p><p>propriedades definidoras do seu risco. A começar por suas</p><p>caraterísticas, a aparência macroscópica descrita (“pápula de aspecto</p><p>perolado”) remete ao subtipo com padrão de crescimento nodular,</p><p>que é menos agressivo. Além disso, somam-se ainda outros critérios</p><p>de menor gravidade (“paciente sem história prévia de câncer de</p><p>pele”, lesão bem delimitada menor que 10 mm na área “M” do rosto)</p><p>que acabam por sugerir fortemente provável CBC de baixo risco.</p><p>Quanto à melhor estratégia terapêutica no caso em questão, pelos</p><p>últimos Guidelines sobre CBC da NCCN (National Comprehensive</p><p>Cancer Network), a exérese da lesão com lâmina de bisturi, margens</p><p>clínicas de segurança (4 mm) e fechamento primário, quando</p><p>possível, é a conduta mais indicada. A radioterapia nesse tipo de CBC,</p><p>apesar de também aplicável, é reservada precipuamente para</p><p>candidatos não cirúrgicos. Já para o CBC superficial, considerado ainda</p><p>de menor risco, não se aplica a obrigatoriedade de tratamento</p><p>cirúrgico, diferentemente das lesões de alto risco, em que a técnica</p><p>micrográfica de Mohs encontra sua maior indicação.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Faissal NM, Negretti CMH. Comparação entre o guideline 2021 e 2019</p><p>do Carcinoma Basocelular. BWS Journal. 2022 Janeiro; v.5,</p><p>e220100290: 1-11.</p><p>Cerci FB, Kubo EM, Werner B. Comparac¸ão entre os subtipos de</p><p>carcinomas basocelulares observados na biópsia pré-operatória e na</p><p>cirurgia micrográfica de Mohs. Anais Brasileiros de Dermatologia.</p><p>2020;95:594---601.</p><p>Bittner, GC, Cerci FB, Kubo EM,Tolkachjov SN. Cirurgia Micrográfica de</p><p>Monhs: revisão de indicações, técnica, resultados e considerações.</p><p>Anais Brasileiros de Dermatologia. [Internet]. 2021 [Citado 2021 Set.</p><p>14];96(3):263-277.</p><p>Fonseca LPC. Ensaio clínico randomizado comparando curetagem e</p><p>eletrocoagulação versus cirurgia convencional no tratamento do</p><p>carcinoma basocelular de baixo risco com 10mm de diâmetro:</p><p>avaliação de recidiva em 2 anos. Repositório Institucional UNESP.</p><p>[Internet]. 2021 [Citado 2021 Set. 01].</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 15 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>030</p><p>[IES]</p><p>UNIFIPMOC</p><p>[Habilidades]</p><p>Identificar as principais doenças e agravos. Indicar conduta</p><p>cirúrgica das doenças da pele.</p><p>10ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 49740</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um lactente de 6 meses de idade foi atendido em uma Unidade</p><p>Básica de Saúde (UBS), com quadro de diarreia há 3 dias, tendo</p><p>apresentado vários episódios ao dia, sem sangue nas fezes, mas, às</p><p>vezes, com muco. A mãe referiu que a criança estava urinando pouco</p><p>e, ao exame, o sinal da prega retornou muito lentamente ao estado</p><p>anterior e que apresentava olhos fundos e vomitou durante o</p><p>atendimento.</p><p>Qual é o exame complementar indicado para confirmar o diagnóstico?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Hemograma completo.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Pesquisa de rotavírus nas fezes.</p><p>(alternativa C)</p><p>Exame parasitológico de fezes.</p><p>(alternativa D)</p><p>Coprocultura.</p><p>(alternativa E)</p><p>Elementos anormais nas fezes.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 16 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Doenças Relacionadas a Vírus</p><p>Tema: Rotavírus</p><p>O quadro clínico é de uma diarreia aguda viral, devido à história e às</p><p>características das fezes, com associação de vômitos. O rotavírus é</p><p>uma das mais importantes causas de diarreia em menores de 5 anos,</p><p>sendo o diagnóstico confirmado pela pesquisa de rotavírus nas fezes.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ. Best Practice. https://bestpractice.bmj.com/topics/pt-br/794</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[IES]</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar doenças relacionadas a vírus na infância.</p><p>11ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54440</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>O estresse pode ser definido como um estado antecipado ou real de</p><p>ameaça ao equilíbrio</p><p>de realizar suas atividades diárias.</p><p>Ela também relata um aperto no peito que se resolve com o repouso.</p><p>Ela não tem histórico de doenças graves e não faz uso de</p><p>medicamentos. Sua temperatura é de 37,3°C, o pulso é de 115/min,</p><p>irregular e a pressão arterial é de 108/70 mm Hg. O exame mostra</p><p>distensão venosa jugular e edema depressível abaixo dos joelhos.</p><p>Crepitações bilaterais são ouvidas nas bases pulmonares. O exame</p><p>cardíaco mostra acentuação e desdobramento de S2. Há um estalo</p><p>de abertura seguido por um sopro diastólico de baixa frequência no</p><p>quinto espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular. Um ECG</p><p>mostra fibrilação atrial e desvio do eixo para a direita.</p><p>Qual dos seguintes é o mecanismo subjacente que justifica os</p><p>achados do caso?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Desvio da esquerda para a direita.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Aumento da pressão atrial esquerda.</p><p>(alternativa C)</p><p>Diminuição da contratilidade ventricular esquerda.</p><p>(alternativa D)</p><p>Aumento da pressão diastólica final do ventrículo esquerdo.</p><p>(alternativa E)</p><p>Aumento da resistência arterial sistêmica.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>Resposta comentada:</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 152 de 230</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Pneumologia</p><p>Tema: Hipertensão Pulmonar</p><p>Resposta Correta: Aumento da pressão atrial esquerda</p><p>Este paciente tem características de estenose mitral (estalo de</p><p>abertura e sopro diastólico junto com fibrilação atrial) que progrediu e</p><p>causou novas alterações hemodinâmicas. A estenose mitral</p><p>comumente ocorre como uma complicação tardia da febre reumática,</p><p>que é mais comum em países em desenvolvimento, onde os</p><p>pacientes podem não ter sido adequadamente tratados.</p><p>A estenose mitral leva ao aumento da pressão atrial esquerda,</p><p>causando tanto dilatação atrial esquerda, que pode resultar em</p><p>fibrilação atrial, quanto aumento da pressão arterial pulmonar para</p><p>superar o aumento da pressão do coração esquerdo (hipertensão</p><p>pulmonar). Com o tempo, isso levará a remodelação vascular</p><p>pulmonar, aumento da resistência vascular pulmonar, divisão de S2 e</p><p>hipertrofia ventricular direita (conforme indicado pelo desvio do eixo</p><p>direito) para compensar. A insuficiência ventricular direita</p><p>eventualmente se manifesta com características como distensão</p><p>venosa jugular e edema depressível.</p><p>DISTRATORES:</p><p>O aumento da pressão diastólica final do ventrículo esquerdo (PDFVE)</p><p>é observado na insuficiência cardíaca esquerda, mas este paciente</p><p>demonstra sinais de estenose mitral (EM). A EM causa diminuição da</p><p>PDFVE devido à capacidade prejudicada de encher o ventrículo</p><p>esquerdo na diástole através da válvula estenótica.</p><p>O shunt da esquerda para a direita pode estar presente em pacientes</p><p>com comunicação interventricular (CIV) ou comunicação interatrial</p><p>(CIA). No entanto, o exame cardiovascular deste paciente é</p><p>compatível com estenose mitral (estalo de abertura com sopro</p><p>diastólico de baixa frequência no ápice). Ela não tem um sopro que</p><p>sugira CIV ou CIA (sopro holossistólico).</p><p>A contratilidade ventricular esquerda diminuída pode ser decorrente de</p><p>cardiomiopatia isquêmica ou não isquêmica. Uma diminuição na</p><p>contratilidade pode levar a insuficiência cardíaca esquerda, aumento</p><p>da pressão do coração esquerdo e subsequente insuficiência cardíaca</p><p>direita. No entanto, o paciente apresenta sinais de estenose mitral</p><p>(EM), dilatação do átrio esquerdo e hipertrofia ventricular direita,</p><p>sugerindo que a EM é o mecanismo subjacente e não a insuficiência</p><p>ventricular esquerda.</p><p>O aumento da resistência arterial sistêmica pode ser observado em</p><p>pacientes com hipertensão essencial ou causas secundárias de</p><p>hipertensão. Isso pode eventualmente levar à hipertrofia ventricular</p><p>esquerda que pode evoluir para insuficiência cardíaca diastólica. Como</p><p>esta paciente apresenta desvio do eixo para a direita no ECG, é</p><p>improvável que ela tenha hipertrofia ventricular esquerda. Além disso,</p><p>o paciente apresenta pressão arterial normal ao exame, o que sugere</p><p>um diagnóstico diferente.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 153 de 230</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>JAMESON, J L.; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina</p><p>interna de Harrison - 2 volumes. [Pag.1936]: Grupo A, 2019.</p><p>9788580556346. E-book. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580556346/.</p><p>Acesso em: 09 ago 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>057</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar Hipertensão pulmonar/cor pulmonale.</p><p>80ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54247</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher de 35 anos procura o pronto-socorro após ter se acidentado</p><p>há 20 minutos no laboratório em que trabalha. Durante o acidente, o</p><p>seu olho direito foi exposto a hidróxido de potássio. Ela relata dor</p><p>intensa no olho direito e blefaroespasmo. Ela relata que,</p><p>imediatamente após o acidente, seu olho foi irrigado abundantemente</p><p>com água fria da torneira por aproximadamente 5 minutos. Sua</p><p>temperatura é de 37,2°C, o pulso é de 98/min, a respiração é de</p><p>24/min e a pressão arterial é de 128/78 mm Hg. O exame</p><p>oftalmológico do olho direito mostra eritema e bolhas na pele sobre a</p><p>pálpebra, com congestão conjuntival e lacrimejamento excessivo no</p><p>olho. O exame adicional é impedido devido ao blefaroespasmo</p><p>acentuado.</p><p>Qual dos seguintes é o passo inicial mais importante no atendimento?</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 154 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Imobilize os olhos com bandagens cruzadas.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Continuar a irrigação com soro fisiológico.</p><p>(alternativa C)</p><p>Aplicar acetato de prednisolona tópico.</p><p>(alternativa D)</p><p>Comece a irrigação com solução ácida fraca.</p><p>(alternativa E)</p><p>Instilar pomada de eritromicina.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 155 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Oftalmologia</p><p>Tema: Acidente ocular</p><p>A irrigação imediata e completa com solução salina normal estéril (por</p><p>exemplo, através de uma lente escleral de plástico) após uma</p><p>queimadura química ocular é o passo mais importante para evitar a</p><p>perda permanente da visão. A irrigação imediata iniciada pelos</p><p>socorristas deve continuar por pelo menos 30 a 60 minutos ou até</p><p>que o pH do olho se normalize. Esse processo às vezes pode levar de</p><p>2 a 3 horas para compostos alcalinos, como hidróxido de potássio,</p><p>porque são lipofílicos e, portanto, penetram nos tecidos mais</p><p>rapidamente. Este paciente apresenta sintomas contínuos após</p><p>apenas 5 minutos de irrigação. A irrigação continuada no</p><p>departamento de emergência deve, portanto, começar</p><p>imediatamente. Uma vez que a irrigação esteja completa e o pH</p><p>normalizado, antibióticos tópicos de amplo espectro devem ser</p><p>administrados.</p><p>DISTRATORES:</p><p>A imobilização do olho é indicada em caso de contusão de globo</p><p>fechado, que é comumente causada por trauma contuso. Embora a</p><p>laceração da sobrancelha deste paciente sugira um possível trauma</p><p>contuso, abordar a queimadura química no olho deve ser o primeiro</p><p>passo no tratamento. Além disso, o curativo cruzado após uma</p><p>queimadura ocular química pode aumentar o risco de um simbléfaro,</p><p>levando a complicações adicionais.</p><p>Teoricamente, soluções ácidas podem neutralizar o pH alcalino do</p><p>hidróxido de potássio. No entanto, tentar neutralizar a exposição a</p><p>agentes alcalinos por irrigação com soluções ácidas e vice-versa não é</p><p>recomendado porque a reação de neutralização libera calor, o que</p><p>pode causar mais danos ao olho.</p><p>Os esteroides tópicos, como o acetato de prednisolona, ​​podem ajudar</p><p>a reduzir a inflamação aguda do olho após lesões químicas. No</p><p>entanto, os esteroides podem ter um impacto negativo na</p><p>reepitelização e aumentar o risco de infecção secundária. Assim, eles</p><p>devem ser usados ​​com cautela e por um período limitado de tempo.</p><p>Além disso, outro passo é mais urgente para evitar danos oculares</p><p>permanentes neste paciente.</p><p>Antibióticos tópicos de amplo espectro,</p><p>como pomada de eritromicina,</p><p>devem ser administrados a todos os pacientes com queimaduras</p><p>oculares químicas graves e também devem ser administrados a esse</p><p>paciente. No entanto, outro passo é mais urgente para evitar danos</p><p>oculares permanentes neste paciente.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>BMJ Best Practice. Trauma ocular. Última atualização em 03de</p><p>outubro de 2019.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 156 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>035</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Tratar as doenças mais frequentes do olho.</p><p>81ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54224</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um homem de 28 anos vem à Unidade de Saúde da Família (USF)</p><p>para fazer um curativo em um ferimento superficial na perna,</p><p>ocasionado por queda de moto há uma semana. Como raramente</p><p>vem à USF, ele é aconselhado, pelo técnico de enfermagem que</p><p>realiza o curativo, a agendar consulta médica de rotina para avaliação</p><p>de saúde. Na consulta, a médica realiza anamnese e exame físico,</p><p>não encontrando sintomas ou sinais patológicos, afora o ferimento</p><p>superficial na perna.</p><p>Qual é a conduta, dentre dispostas a seguir, que apresenta melhor</p><p>evidência de benefício na manutenção da saúde deste paciente?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Rastreamento de dislipidemias.</p><p>(alternativa B)</p><p>Rastreamento de deficiência de vitamina D.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Rastreamento de alcoolismo.</p><p>(alternativa D)</p><p>Rastreamento através de solicitação de hemograma e sumário de</p><p>urina.</p><p>(alternativa E)</p><p>Rastreamento de adenocarcinoma de próstata.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 157 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Educação em Saúde/Atenção à Saúde</p><p>Tema: Fatores associados à redução de morbimortalidade por causas</p><p>externas</p><p>Dentre os fatores associados à redução de morbimortalidade por</p><p>causas externas, o único que apresenta alto nível de evidência e</p><p>grau de recomendação é o rastreamento de alcoolismo, dentre os</p><p>rastreamentos de dislipidemias e câncer. Em outras palavras, existem</p><p>evidências fortes de que o rastreamento de alcoolismo em todos os</p><p>adultos está associado à redução da morbimortalidade, ou seja, da</p><p>manutenção da saúde. Isto se deve ao fato de que o alcoolismo</p><p>aumenta a incidência de morte e doença por causas externas</p><p>(acidentes e violência), que são a maior causa de morte em pessoas</p><p>de 20 a 59 anos no Brasil, especialmente homens.</p><p>Além disso, este homem apresenta um fator de risco adicional: ele</p><p>anda de motocicleta e se envolveu em acidente há uma semana, o</p><p>que indica risco de novos episódios no futuro.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Stein A, Simões DC, Zelmanowicz AM, Falavigna M. RASTREAMENTO</p><p>DE ADULTOS PARA TRATAMENTO PREVENTIVO. IN: Duncan, Bruce, B.</p><p>et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas</p><p>em evidências. Disponível em: Minha Biblioteca, (5th edição). Grupo A,</p><p>2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>118</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>Prevenção de acidentes de trânsito.</p><p>82ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54473</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 158 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente 56 anos procura serviço ambulatorial com queixa de</p><p>fraqueza, polidipsia e perda de peso. Refere ter diagnóstico de</p><p>diabetes Mellitus tipo 2 há um ano, usou medicação prescrita por 4</p><p>meses, porém suspendeu-a por conta própria, sem acompanhamento</p><p>posterior.</p><p>Qual é o melhor exame para avaliar o controle glicêmico dos últimos</p><p>meses desse paciente?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Glicemia de jejum.</p><p>(alternativa B)</p><p>Glicemia após almoço.</p><p>(alternativa C)</p><p>Teste oral de tolerância a glicose.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Hemoglobina glicada.</p><p>(alternativa E)</p><p>Glicemia pós-prandial.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Endocrinologia</p><p>Tema: Diabetes</p><p>Existem testes que avaliam o controle glicêmico a longo prazo, como</p><p>a hemoglobina glicada (HbA1c), um exame simples que pode</p><p>estabelecer uma média da glicemia do paciente nos últimos 3 meses.</p><p>A elevação da hemoglobina glicada está diretamente relacionada ao</p><p>aumento de glicose na corrente sanguínea, pois a glicação ocorre</p><p>mais frequentemente quando há uma concentração maior de açúcar</p><p>no sangue. Sendo assim, qualquer alteração na glicemia pode ser</p><p>refletida no exame de hemoglobina glicada.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes 2019-2020 /</p><p>Organização José Egídio Paulo de Oliveira, Renan Magalhães</p><p>Montenegro Junior, Sérgio Vencio. -- São Paulo : Editora Clannad,</p><p>2019.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 159 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>050</p><p>[Habilidades]</p><p>Interpretar exames laboratoriais (hemoglobina glicada).</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>83ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 47598</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher, 35 anos, nulípara, em tentativas de gestação natural sem</p><p>sucesso. Após investigação por imagem, foi dado o diagnóstico de</p><p>hipoplasia tubária bilateral. A mulher foi esclarecida sobre seu caso e</p><p>recebeu a recomendação de procurar ajuda médica para a reprodução</p><p>assistida.</p><p>Baseado nos achados morfológicos, nas técnicas mais utilizadas de</p><p>reprodução assistida e na biologia do desenvolvimento, possivelmente</p><p>foi indicado a essa mulher</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>fertilização in vitro - FIV.</p><p>(alternativa B)</p><p>relação sexual programada.</p><p>(alternativa C)</p><p>reprodução intracorpórea.</p><p>(alternativa D)</p><p>injeção intracitoplasmática de espermatozoide - ICSI.</p><p>(alternativa E)</p><p>inseminação artificial.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 160 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Embriologia</p><p>Tema: Infertilidade</p><p>A fertilização in vitro – FIV é uma das técnicas mais recomendadas e</p><p>indicadas para mulheres com problemas morfológicos, como o citado,</p><p>a hipoplasia tubária bilateral. Os gametas feminino e masculino são</p><p>retirados e colocados em placa para fertilização, início do</p><p>desenvolvimento embrionário (até blastocisto). As tentativas de</p><p>implantação feitas a fresco são as de maior sucesso.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>CHUA, S. J. et al. Age-related natural fertility outcomes in women over</p><p>35 years: A systematic review and individual participant data meta-</p><p>analysis. Human Reproduction, v. 35, n. 8, p. 1808–1820, 20 ago.</p><p>2020. DOI 10.1093/humrep/deaa129.</p><p>VAN EEKELEN, R. et al. IVF for unexplained subfertility; whom should</p><p>we treat? Human Reproduction (Oxford, England), v. 34, n. 7, p.</p><p>1249–1259, 8 jul. 2019.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>006</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os conceitos de gametogênese e fertilização.</p><p>84ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 48809</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Homem de 68 anos retorna ao ambulatório com o resultado da</p><p>pesquisa do marcador tumoral PSA (Antígeno Específico da Próstata).</p><p>O resultado do exame indicou aumento das concentrações bem</p><p>acima do valor de referência (maior que 10 ng/mL). O médico</p><p>residente conversa com seu preceptor sobre as hipóteses</p><p>diagnósticas para esse caso.</p><p>A hipótese diagnóstica levantada pelo médico e os respectivos</p><p>argumentos adequados foram</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 161 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>suspeição de câncer de próstata, porém solicitou outros exames, pois</p><p>o PSA, assim como outros marcadores tumorais, não devem ser</p><p>utilizados de forma isolada para o diagnóstico.</p><p>(alternativa B)</p><p>diagnóstico de câncer de próstata, porém sem necessidade de</p><p>realização do toque retal, pois o marcador PSA é tão sensível que</p><p>dispensa esse exame.</p><p>(alternativa</p><p>C)</p><p>suspeição de câncer de prostata, pois o marcador PSA é específico</p><p>para essa neoplasia e sensível para detectar pequeno número de</p><p>células neoplásicas.</p><p>(alternativa D)</p><p>não houve suspeita de câncer de próstata, pois o nível aumentado do</p><p>marcador PSA indica processo infeccioso ou inflamatório, e não um</p><p>tumor prostático.</p><p>(alternativa E)</p><p>não houve suspeita de câncer de próstata, pois, ao exame</p><p>complementar de toque retal, a próstata não apresentava sinal de</p><p>hiperplasia.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Biologia Celular e Molecular</p><p>Tema: Marcadores Tumorais</p><p>Ainda não existe um marcador tumoral sensível ao ponto de detectar</p><p>um tumor em um pequeno número de células, e o PSA (Antígeno</p><p>Específico da Próstata) pode estar aumentado em outras condições,</p><p>como inflamação na próstata.</p><p>Processos tumorais na próstata também estão associados ao</p><p>aumento do nível de PSA, apesar de em algumas situações este não</p><p>se apresentar aumentado.</p><p>O marcador PSA, assim como outros marcadores tumorais, não</p><p>devem ser utilizados de forma isolada para diagnóstico de neoplasia.</p><p>Os marcadores tumorais auxiliam no diagnóstico, mas não podem ser</p><p>avaliados sozinhos.</p><p>Para uma maior sensibilidade é mandatório o uso de toque retal</p><p>associado à dosagem de PSA.</p><p>O marcador PSA pode estar alterado, e o exame de toque retal não</p><p>detectar a hiperplasia prostática e ser um câncer de próstata.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>MARSHALL, William J. Bioquímica Clínica - Aspectos Clínicos e</p><p>Metabólicos. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2016. E-book.</p><p>9788595151918. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595151918/.</p><p>Acesso em: 27 ago. 2022.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 162 de 230</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>005</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar as técnicas de genética molecular e suas aplicações na</p><p>medicina.</p><p>85ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44400</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Uma paciente grávida de 18 semanas chega à consulta de pré-natal</p><p>portando uma ultrassonografia que mostra que o feto apresenta</p><p>destrocardia com situs inversus.</p><p>Neste caso, deve-se orientar a mãe que</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>se a dextrocardia estiver associada com situs inversus, como todas</p><p>as vísceras são uma imagem especular (invertida), nunca ocorre</p><p>associação com defeitos que necessitem de tratamento cirúrgico.</p><p>(alternativa B)</p><p>a dextrocardia associada com situs inversus só causará outras</p><p>malformações se o bebê nascer prematuro, por isto ela precisará</p><p>tomar injeções de corticoide para amadurecer os pulmões.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>na dextrocardia com situs inversus a incidência de defeitos cardíacos</p><p>associados é baixa, portanto a melhor conduta é reavaliar o bebê</p><p>após o nascimento com o Teste do Coraçãozinho e exames de</p><p>imagem.</p><p>(alternativa D)</p><p>a dextrocardia associada a situs inversus geralmente é associada a</p><p>ventrículo único, que é incompatível com a vida, e o bebê falecerá logo</p><p>após o nascimento.</p><p>(alternativa E)</p><p>o bebê provavelmente nascerá com graves defeitos cardíacos e que</p><p>certamente necessitará de cirurgia cardíaca no período neonatal e</p><p>internação prolongada em UTI neonatal.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 163 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Embriologia</p><p>Tema: Cardiopatias Congênitas</p><p>A dextrocardia é o defeito de posicionamento do coração mais</p><p>frequente. Na dextrocardia com situs inversus (transposição das</p><p>vísceras abdominais), a incidência de defeitos cardíacos associados é</p><p>baixa. Se não houver nenhuma outra anomalia vascular associada, o</p><p>coração funciona normalmente. Na dextrocardia isolada, a posição</p><p>anormal do coração não está acompanhada pelo deslocamento de</p><p>outras vísceras. Esse defeito geralmente é complicado por defeitos</p><p>cardíacos severos (por exemplo, um único ventrículo e a transposição</p><p>de grandes vasos).</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Moore, Keith L. Embriologia clínica. 10. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier,</p><p>2016.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>007</p><p>[IES]</p><p>FMIT</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os conceitos de desenvolvimento embrionário humano</p><p>inicial. Formação dos anexos embrionários. Período fetal.</p><p>Defeitos congênitos de relevância clínica.</p><p>86ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54505</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Lactente, 9 meses, previamente hígido, vem ao atendimento com</p><p>coriza hialina há 5 dias associada com febre, chieira e tosse seca.</p><p>Ausência de lesões aftosas em mucosa oral. Nota-se regular estado</p><p>geral, taquidispneico, cianótico e tórax com retrações intercostais e</p><p>subdiafragmática. A ausculta pulmonar evidencia murmúrio vesicular</p><p>com presença de sibilos e prolongamento do tempo expiratório. FR =</p><p>60 ipm. FC = 150 bpm. Radiografia de tórax com retificação dos</p><p>arcos costais e do diafragma e aumento da transparência pulmonar.</p><p>O diagnóstico e o agente etiológico são, respectivamente,</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 164 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>pneumonia viral e coxsackie vírus.</p><p>(alternativa B)</p><p>pneumonia bacteriana e Streptococcus pneumoniae.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>bronquiolite aguda e vírus sincicial respiratório (VSR).</p><p>(alternativa D)</p><p>epiglotite e Haemophilus influenzae tipo b.</p><p>(alternativa E)</p><p>pneumonia atípica e Streptococcus pneumoniae.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Pneumologia Pediátrica</p><p>Tema: Bronquiolite Viral Aguda</p><p>A bronquiolite viral aguda (BVA) é a infeccã̧o do trato respiratório</p><p>inferior mais comum em crianca̧s pequenas. A doenca̧ resulta da</p><p>obstrucã̧o inflamatória das pequenas vias aéreas, possui gravidade</p><p>variável, manifestando-se mais frequentemente por formas leves, que</p><p>podem evoluir para apresentacõ̧es graves, em casos mais incomuns.</p><p>O conhecimento da história natural da infeccã̧o viral, especialmente</p><p>sobre o vıŕus sincicial respiratório (VSR), principal agente etiológico, é</p><p>útil para as estratégias de prevencã̧o e no auxıĺio das necessidades de</p><p>recursos que devem ser disponibilizados para o adequado tratamento.</p><p>A radiografia de tórax pode ser útil nos casos graves, quando ocorre</p><p>piora súbita do quadro respiratório ou quando existem doenca̧s</p><p>cardıácas ou pulmonares prévias. Os principais achados são:</p><p>hiperinsuflacã̧o torácica difusa, hipertransparência, retificacã̧o do</p><p>diafragma e até broncograma aéreo com um infiltrado de padrão</p><p>intersticial.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Tratado de pediatria. Orgs.:</p><p>BURNS, Dennis Alexander</p><p>Rabelo et al. 4. ed. Barueri, SP: Manole, 2017.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 165 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>092</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar doenças e síndromes do aparelho</p><p>respiratório mais frequentes em pediatria .</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>87ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44177</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Homem de 55 anos, previamente hígido, foi internado na enfermaria</p><p>para tratamento de pneumonia comunitária. Encontra-se no 9º dia de</p><p>uso de ceftriaxona. Negou uso prévio de medicamentos em domicílio.</p><p>Ele estava apresentando melhora clínica importante, porém</p><p>apresentou redução do volume urinário, desde o dia anterior,</p><p>associado a lesões de pele e febre. Diurese: 600 ml/24h.</p><p>Exame físico: estado geral preservado, orientado, alerta, corado,</p><p>hidratado, acianótico, anictérico. Discreto edema de MMII, com</p><p>panturrilhas livres. Taxilar: 37,9 ºC; PA: 140 x 80 mmHg; FC: 80</p><p>bpm; FR: 20 irpm; SO2: 99%. Exame cardiológico e respiratório</p><p>normais. Abdome sem alterações. Exantema máculo papular em</p><p>membros inferiores.</p><p>Creatinina basal da admissão hospitalar de 0,6.</p><p>Exames laboratoriais atuais:</p><p>Creatinina: 2,1 Ureia:</p><p>85 K: 5,1 Na: 140 Bic: 20 Hb: 13,0</p><p>Leucócitos totais: 10.000 (Eosinófilos: 30%) Plaquetas: 300.000</p><p>CK total: 90 (VR: 32 – 294)</p><p>EAS: d 1015 pH: 6,0 Hemacias: 10 p/c Sem eritrócitos dismórficos</p><p>leucócitos: 40 p/c proteínas 1+ Heme: negativo nitrito:</p><p>negativo Flora normal cilindros leucocitários</p><p>US: rins de tamanho normais, ausência de cálculos.</p><p>Considerando o caso clínico apresentado, qual é a principal hipótese</p><p>diagnóstica e a conduta inicial adequada?</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 166 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Insuficiência renal aguda pré-renal: iniciar soro fisiológico intravenoso</p><p>rápido.</p><p>(alternativa B)</p><p>Rabdomiólise: alcalinizar a urina com bicarbonato de sódio.</p><p>(alternativa C)</p><p>Glomerulonefrite aguda: iniciar furosemida.</p><p>(alternativa D)</p><p>Necrose tubular aguda: indicar início de hemodiálise.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Nefrite intersticial aguda: suspender o uso do antibiótico.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Nefrologia</p><p>Tema: Complicações renais por fármacos</p><p>A ocorrência de nefrite intersticial aguda está frequentemente</p><p>associada a medicações, dentre elas os antibióticos, como as</p><p>cefalosporinas (ceftriaxona). O diagnóstico é sugerido pela presença</p><p>de IRA não oligúrica, especialmente em associação a sinais de</p><p>hipersensibilidade sistêmica, tais como febre, rash cutâneo e</p><p>eosinofilia. A piúria estéril e a hematúria microscópica são achados</p><p>comuns, e a proteinúria não nefrótica pode estar presente. A terapia</p><p>envolve a interrupção do agente causal, podendo, em alguns casos,</p><p>ser necessário o uso de glicocorticoides.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Nefrologia Clinica. Abordagem abrangente 5a edição.2016. Johnson,</p><p>Richard.</p><p>Príncipios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos, Riella, M.C 6a</p><p>edição, 2018.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>047</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar insuficiência renal aguda.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 167 de 230</p><p>88ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 46607</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente nuligesta de 29 anos está em acompanhamento do trabalho</p><p>de parto. Durante o período expulsivo, o médico optou pela realização</p><p>de manobra visando a um melhor resultado do binômio materno-fetal,</p><p>evitando desprendimento rápido e redução das chances de lesão</p><p>perineal.</p><p>Qual é a manobra realizada e sua forma de realização?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Manobra de Mauriceau / introdução de dois dedos na boca do feto e</p><p>ampara o seu dorso com o braço.</p><p>(alternativa B)</p><p>Manobra de Kristeller / compressão do baixo ventre com as mãos</p><p>espalmadas e flexão do tronco sobre as coxas.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Manobra de Ritgen modificada / uma das mãos espalmadas protege o</p><p>corpo perineal e a outra sustenta o occipital fetal.</p><p>(alternativa D)</p><p>Manobra de Credé / compressão do baixo ventre com as mãos</p><p>espalmadas e flexão do tronco sobre as coxas.</p><p>(alternativa E)</p><p>Manobra de Hamilton / introdução de dois dedos na boca do feto e</p><p>ampara o seu dorso com o braço.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia</p><p>Tema: Assistência ao Parto</p><p>A Manobra de Ritgen modificada é realizada utilizando-se uma das</p><p>mãos com o auxílio de uma compressa para abaixar o corpo perineal</p><p>durante o período expulsivo, visando reduzir a necessidade de</p><p>realização de episiotomia, além da redução de lesões perineais. Com a</p><p>outra mão, ampara-se o occipital fetal para reduzir a velocidade no</p><p>desprendimento e na extensão do polo cefálico quando da expulsão</p><p>fetal.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Obstetrícia de Williams. 25a Ed. McGraw Hill Brasil, 2021. Assistência</p><p>ao trabalho de parto.</p><p>Obstetrícia do Zugaib. Ed. Manole, 2012. Assistência ao parto.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 168 de 230</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>066</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Fase de desprendimento cefálico do período expulsivo. Qual a</p><p>manobra mais adequada para evitar o desprendimento rápido.</p><p>89ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54260</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um homem de 65 anos com câncer de próstata avançado é levado</p><p>ao médico devido a uma história de 3 dias de dispneia e dor nas</p><p>costas intensa. Ele classifica sua dor como um 8 em uma escala de</p><p>10 pontos. Nos últimos 2 anos, o paciente não respondeu a vários</p><p>ciclos de quimioterapia. Anteriormente era independente, mas agora</p><p>vive com o filho e necessita de assistência em todas as atividades da</p><p>vida diária. Seu filho diz que a condição de seu pai “está se</p><p>deteriorando a cada dia” e que ele “não consegue mais lidar com o</p><p>estresse de cuidar dele”. O paciente apresentou perda progressiva da</p><p>mobilidade e piora da dor nos últimos 6 meses. Durante esse período,</p><p>ele também apresentou diminuição do apetite, ingestão oral</p><p>insuficiente e perda de peso de 15 kg. Ele passa a maior parte do dia</p><p>na cama e não tolera andar sem ajuda. Os medicamentos atuais</p><p>incluem acetaminofeno, oxicodona e um adesivo de fentanil. Ele</p><p>parece pálido e desnutrido. Ele está alerta e totalmente orientado. O</p><p>exame físico mostra sensibilidade acentuada ao longo da coluna. A</p><p>tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve mostra</p><p>múltiplas lesões bem demarcadas em ambos os pulmões e em várias</p><p>vértebras. O paciente não tem testamento vital e diz que quer</p><p>"morrer em paz". O médico, o filho e o restante da família do paciente</p><p>concordam em iniciar os cuidados paliativos.</p><p>Qual dos seguintes é o fator mais significativo que afeta a elegibilidade</p><p>para cuidados paliativos neste paciente?</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 169 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Capacidade de tomada de decisão.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Expectativa de vida.</p><p>(alternativa C)</p><p>Disponibilidade de cuidadores familiares.</p><p>(alternativa D)</p><p>Falta de testamento vital.</p><p>(alternativa E)</p><p>Nível de dor.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 170 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Bioética</p><p>Tema: Cuidados Paliativos</p><p>Um paciente, para se tornar elegível para cuidados paliativos, deve ter</p><p>uma expectativa de vida estimada de < 6 meses e decidir</p><p>renunciar a terapias que tenham a intenção de prolongar a</p><p>vida. A expectativa de vida pode ser avaliada com a ajuda de</p><p>diretrizes que medem o declínio do estado clínico, dependência de</p><p>assistência, comorbidades e certos critérios específicos da doença</p><p>(por exemplo, metástases em pacientes com câncer). Os pacientes</p><p>podem ser dispensados ​​dos programas de cuidados paliativos se sua</p><p>expectativa de vida estimada aumentar devido a uma melhora de sua</p><p>condição médica.</p><p>Distratores:</p><p>A dor pode afetar o estado funcional de um paciente, a qualidade de</p><p>vida e o nível de sofrimento, os quais podem influenciar a decisão de</p><p>buscar cuidados paliativos. No entanto, a dor não é um fator que</p><p>afeta diretamente a elegibilidade para cuidados paliativos.</p><p>influenciar a decisão de buscar cuidados paliativos, mas não é um</p><p>fator que afete a elegibilidade para cuidados paliativos. Este paciente é</p><p>plenamente capaz de expressar seus desejos e parece ter capacidade</p><p>de decisão neste momento. Se forem elegíveis, os pacientes que não</p><p>têm capacidade de decisão também podem ser inscritos em cuidados</p><p>paliativos por seu procurador legal de tomada de decisão.</p><p>Os cuidados paliativos podem ser prestados em um ambiente</p><p>domiciliar privado, e a disponibilidade de cuidadores familiares pode</p><p>influenciar a decisão de buscar cuidados paliativos. No entanto, este</p><p>fator não afeta a elegibilidade para cuidados paliativos.</p><p>O testamento vital é um documento legal no qual os indivíduos</p><p>descrevem seus desejos em relação aos seus cuidados (por exemplo,</p><p>manter, reter ou retirar o tratamento de suporte</p><p>à vida) caso se</p><p>tornem incapacitados. Um paciente não é obrigado a ter um</p><p>testamento vital para ser elegível para cuidados paliativos.</p><p>A capacidade de tomada de decisão de um paciente pode influenciar a</p><p>decisão de buscar cuidados paliativos, mas não é um fator que afete a</p><p>elegibilidade para cuidados paliativos. Este paciente é plenamente</p><p>capaz de expressar seus desejos e parece ter capacidade de decisão</p><p>neste momento. Se forem elegíveis, os pacientes que não têm</p><p>capacidade de decisão também podem ser inscritos em cuidados</p><p>paliativos por seu procurador legal de tomada de decisão.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Manual de Cuidados Paliativos / Coord. Maria Perez Soares</p><p>D’Alessandro, Carina Tischler Pires, Daniel Neves Forte ... [et al.]. –</p><p>São Paulo: Hospital Sírio- Libanês; Ministério da Saúde; 2020. 175p.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 171 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Bioética</p><p>[Encomenda]</p><p>001</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os princípios da bioética.</p><p>90ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54257</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Homem, 35 anos, vítima de acidade automobilístico, sem comorbidades, foi</p><p>submetido a anestesia geral para procedimento traumato-ortopédico de</p><p>emergência. No terceiro dia do pós-operatório apresentou febre, dor torácica e</p><p>tosse produtiva. Ausculta pulmonar com estertoração em base do hemitórax</p><p>direito. Hemograma apresentou leucocitose (21.500 leucócitos) e importante</p><p>desvio à esquerda. O raciocínio clínico de infecção bacteriana por Staphylococcus</p><p>aureus por aspiração foi ampliado ao se observar, à tomografia computadorizada</p><p>de tórax, a seguinte imagem:</p><p>Diante do quadro clínico-radiológico, pode-se diagnosticar que o paciente</p><p>apresenta</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 172 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>pneumonia intersticial.</p><p>(alternativa B)</p><p>bronquiolite infecciosa.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>broncopneumonia.</p><p>(alternativa D)</p><p>pneumonia lobar.</p><p>(alternativa E)</p><p>abscesso pulmonar.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Pneumologia</p><p>Tema: Pneumonias Hospitalares</p><p>Cirurgias de emergência, particularmente o trauma, têm risco de aspiração</p><p>significativamente mais elevado quando comparadas a cirurgias eletivas (em</p><p>adultos, 1:800). Os padrões tomográficos não são necessariamente específicos</p><p>para cada agente infeccioso. Além disso, um organismo pode causar diferentes</p><p>padrões. No entanto, a broncopneumonia apresenta como principais etiologias</p><p>bacterianas (S. aureus, H. influenzae, E. coli, P. aeruginosa, anaeróbios). Pode</p><p>estar associada à aspiração de secreção de traqueia colonizada. Tem como</p><p>características: progressão mais lenta, microrganismos mais virulentos,</p><p>causando maior dano tecidual se comparado à pneumonia lobar. O processo</p><p>infeccioso se inicia na mucosa das pequenas vias aéreas, evolui com formação de</p><p>exsudato fibrinopurulento peribronquiolar com extensão aos alvéolos adjacentes,</p><p>podendo formar abscessos e pneumatoceles. Pode resultar em maior destruição</p><p>tecidual e menor proporção de edema quando comparado à pneumonia lobar.</p><p>Achados mais comuns: espessamento das paredes brônquicas, micronódulos</p><p>centrolobulares e imagens em “árvore em brotamento”, associados a</p><p>opacidades nodulares centrolobulares e peribronquiolares mal definidas, que</p><p>podem confluir em focos de consolidação multifocais, multilobares ou difusos.</p><p>A imagem apresenta broncopneumonia. A: opacidades em “vidro fosco” e</p><p>centrolobulares por vezes confluentes (setas brancas). B: acometimento</p><p>peribronquiolar (pontas de setas brancas) e áreas confluentes de consolidação.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>ZATTAR, Luciana; VIANA, Públio Cesar Cavalcante; CERRI, Giovanni Guido.</p><p>Radiologia diagnóstica prática. 2ª ed. Barueri: Manole, 2022, pp. 166-169</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 173 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>060</p><p>[IES]</p><p>UNINOVAFAPI</p><p>[Habilidades]</p><p>Diferenciar pneumonia hospitalar.</p><p>91ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 50384</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Durante o acompanhamento de pré-natal em uma UBS, um</p><p>estudante de Medicina do sétimo período percebeu uma discreta</p><p>alteração no movimento ocular da gestante (nistagmo), assim,</p><p>indagou sobre a existência de felinos no ambiente domiciliar e obteve</p><p>resposta negativa. Em seguida perguntou sobre sua alimentação, e a</p><p>paciente reportou que tem ascendência árabe e comer carne bovina</p><p>crua faz parte de sua dieta. Considerando os aspectos biológicos da</p><p>toxoplasmose, avalie as afirmações:</p><p>I. A toxoplasmose tem como agente etiológico o protozoário</p><p>Toxoplasma gondii, e o ser humano pode se infectar consumindo</p><p>carne de animais ectotérmicos como os bovinos sem a devida cocção.</p><p>PORQUE</p><p>II. Dentre as formas de vida do Toxoplasma gondii, tem-se o estágio</p><p>merozoíto no qual o protozoário se aloja em diversos tecidos, incluindo</p><p>os músculos de bovinos e pode infectar seres humanos.</p><p>Dentre as alternativas é correto afirmar que</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 174 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>a primeira é uma afirmativa falsa, e a segunda, verdadeira.</p><p>(alternativa B)</p><p>as duas são verdadeiras, mas não estabelecem relação entre si.</p><p>(alternativa C)</p><p>as duas são verdadeiras, e a primeira é uma justificativa correta da</p><p>segunda.</p><p>(alternativa D)</p><p>a primeira é uma afirmativa verdadeira, e a segunda, falsa.</p><p>(alternativa E)</p><p>as duas são verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da</p><p>primeira.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Parasitologia</p><p>Tema: Toxoplasmose</p><p>Animais ectotérmicos são aqueles que têm sua temperatura corporal</p><p>controlada de acordo com a temperatura ambiental, diferente dos</p><p>endotérmicos que apresentam autorregulação térmica, como as aves</p><p>e mamíferos. Neste contexto, o protozoário Toxoplasma gondii é</p><p>adaptado para infectar animais endotérmicos, e, durante seu ciclo de</p><p>vida, pode apresentar as formas gamética, taquizoíta, bradizoíta e</p><p>merozoíta, sendo a última encontrada dentro dos vacúolos</p><p>parasitóforos no tecido do animal e liberadas durante a digestão,</p><p>infectando o indivíduo.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>REY, Luís. Parasitologia, 4ª edição. Grupo GEN, 2008. E-book. 978-85-</p><p>277-2027-4.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>016</p><p>[IES]</p><p>ITPAC ABAETETUBA</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os conceitos de biologia, epidemiologia, fisiopatologia,</p><p>diagnóstico laboratorial e profilaxia das principais infecções</p><p>causadas por protozoários, helmintos e artrópodes.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 175 de 230</p><p>92ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 47209</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Criança de 4 anos há 15 dias vem se queixando de dor abdominal</p><p>intensa associada à distensão abdominal e diarreia</p><p>mucossanguinolenta. Sua mãe observa que ele tem ficado muito</p><p>tempo no banheiro, e, por vezes, nem consegue completar a</p><p>evacuação. O paciente e sua família moram em área rural e utilizam</p><p>água de poço artesiano. Sua irmã de 8 anos também está</p><p>apresentando sintomas semelhantes.</p><p>O tratamento correto deve incluir</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>azitromicina.</p><p>(alternativa B)</p><p>ivermectina.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>metronidazol.</p><p>(alternativa D)</p><p>tiabendazol.</p><p>(alternativa E)</p><p>pamoato de pirvínio.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 176 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Aparelho Disgestório</p><p>Tema: Parasitoses Intestinais</p><p>O quadro clínico apresentado pela criança é muito sugestivo de</p><p>amebíase, pois a criança se apresenta com dor abdominal intensa,</p><p>associada a fezes mucossanguinolentas e tenesmo. Em alguns casos</p><p>pode ocorrer a invasão da mucosa intestinal por trofozoítos, atingindo</p><p>sítios extraintestinais</p><p>por via hematogênica, o que torna a evolução</p><p>clínica mais grave. O tratamento realizado para protozoários deve ser</p><p>com metronidazol ou, mais recentemente, secnidazol ou tinidazol,</p><p>esses últimos com menos eventos adversos. Podemos ainda lançar</p><p>mão de nitazoxanida ou paramomicina como alternativas</p><p>terapêuticas, não encontrando nenhuma dessas opções nas outras</p><p>alternativas. Os diagnósticos apresentados nas outras alternativas</p><p>também são incorretos para o quadro clínico apresentado: as</p><p>manifestações clínicas mais exuberantes de Taenia solium são as</p><p>crises epilépticas, hipertensão intracraniana, meningite e distúrbios</p><p>psíquicos, e o tratamento é realizado com praziquantel, nitazoxanida,</p><p>albendazol ou mebendazol, não estando o pamoato de pirvínio entre</p><p>as opções terapêuticas; já no caso da Giardia lamblia as</p><p>manifestações clínicas mais exuberantes de são esteatorreia, perda</p><p>ponderal, prejuízo na absorção de nutrientes, deficit de vitaminas</p><p>lipossolúveis (A, D, E e K), vitamina B12, ferro e lactase, e o seu</p><p>tratamento é realizado com nitazoxanida, albendazol, metronidazol,</p><p>secnidazol, tinidazol ou paromomicina, não estando a ivermectina</p><p>entre as opções terapêuticas. No caso do Schistosoma mansoni, o</p><p>quadro clínico mais exuberante é o comprometimento</p><p>hepatointestinal, hepatoesplênico e a formação das varizes</p><p>esofágicas, sendo o tratamento com oxamniquina ou praziquantel,</p><p>não sendo efetivo o uso de tiabendazol. E, por fim, o Strongyloides</p><p>stercoralis tem como clínica exuberante a presença de hiperinfestação</p><p>em imunodeficientes e pessoas HIV+, além do risco de infecções</p><p>secundárias por enterobactérias e fungos, e deve ser tratado com</p><p>tiabendazol, albendazol, cambendazol, ivermectina ou nitazoxanida,</p><p>não sendo indicado o uso de azitromicina.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, 5ª edição,</p><p>Barueri, SP: Manole, 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 177 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>085</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Conduzir diagnóstico e tratamento das parasitoses intestinais</p><p>em pediatria.</p><p>93ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54507</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Os gráficos a seguir mostram a distribuição dos casos de Síndrome Respiratória</p><p>Aguda Grave (SRAG)  confirmados para influenza A/H1N1, por semana</p><p>epidemiológica de início dos sintomas no Brasil a partir da Semana Epidemiológica</p><p>(SE) 16/2009 até a semana 52/2011.</p><p>Fonte: SUS, 2011. Disponível em:</p><p>http://portalweb04.saude.gov.br/influenza/default.asp. Acesso em: 26 jun. 2019.</p><p>De acordo com as informações apresentadas nos gráficos, é correto afirmar que</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 178 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>o número de casos de SRAG confirmados foi maior nas semanas 25 de 2009,</p><p>2010 e 2011.</p><p>(alternativa B)</p><p>a tendência entre 2009 e 2011 foi de estabilização dos casos confirmados de</p><p>SRAG por influenza A/H1N1.</p><p>(alternativa C)</p><p>o ano de 2011 apresenta surto epidêmico de SRAG por influenza A/H1N1.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>o pico de casos confirmados aconteceu entre as semanas 29 e 33 em 2009, na</p><p>semana 10, em 2010 e na semana 25, em 2011.</p><p>(alternativa E)</p><p>o pico de casos confirmados em 2009 foi 10 vezes maior que o pico de casos</p><p>em 2010.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Sáude Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Epidemiologia</p><p>Tema: Vigilância Epidemiológica</p><p>Trata-se de uma questão de interpretação de gráfico. Para chegar à</p><p>alternativa correta basta olhar com atenção aos dados apresentados.</p><p>Vamos analisar as alternativas.</p><p>“O ano de 2011 apresenta surto epidêmico de SRAG por influenza A/H1N1.”</p><p>Essa afirmativa é INCORRETA, pois o surto epidêmico é um número de casos que</p><p>ultrapassa o limiar epidêmico, que, por sua vez, é definido 2 desvios-padrão</p><p>acima da média de casos do período anterior. Como em 2009 e 2010 a</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 179 de 230</p><p>quantidade de casos foi maior, certamente o pequeno aumento de casos de</p><p>2011 não ultrapassou o limiar epidêmico, portanto não havendo surto.</p><p>“O pico de casos confirmados em 2009 foi 10 vezes maior que o pico de casos</p><p>em 2010.” INCORRETO. Aqui basta olhar o gráfico, para ver que, em 2009</p><p>(quase 7.000 casos), houve quase 70 vezes mais casos que em 2010, quando</p><p>houve apenas 100 casos (7.000/100 = 70).</p><p>“O número de casos de SRAG confirmados foi maior nas semanas 25 de 2009,</p><p>2010 e 2011." INCORRETO. Em 2010, o pico de casos ocorreu na semana 10.</p><p>“A tendência entre 2009 e 2011 foi de estabilização dos casos confirmados de</p><p>SRAG por influenza A/H1N1.” INCORRETO, pois houve surtos importantes em</p><p>2009 e 2010. A estabilização começa A PARTIR de 2011.</p><p>“O pico de casos confirmados aconteceu entre as semanas 29 e 33 em 2009,</p><p>na semana 10 em 2010 e na semana 25 em 2011.” CORRETO.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>ROUQUAYROL, Maria Zélia; GURGEL, Marcelo. Rouquayrol: epidemiologia e</p><p>saúde. 8. ed. Rio de Janeiro: MedBook, 2018. 719 p.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>101</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar epidemiologia descritiva e analítcia: distribuição de agravos, de</p><p>acordo com tempo, lugar e pessoa e delineamentos de estudos</p><p>epidemiológicos - Interpretação de gráfico.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>94ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54564</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher, 50 anos, procura a Unidade Básica de Saúde para consulta,</p><p>pois notou um "caroço" em sua mama direita há uma semana. Refere</p><p>histórico de câncer de mama em sua família. Ao exame, foi notado</p><p>um nódulo móvel, facilmente palpável, com tamanho de 1 centímetro,</p><p>apresentando massa e contornos bem definidos, sem aderência aos</p><p>tecidos que o circundam.</p><p>Qual é o diagnóstico mais provável?</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 180 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Câncer de Mama Invasivo.</p><p>(alternativa B)</p><p>Galactocele.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Fibroadenoma.</p><p>(alternativa D)</p><p>Tumor Filoide.</p><p>(alternativa E)</p><p>Doença de Paget.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Ginecologia</p><p>Tema: Nódulos Benignos da Mama</p><p>A queixa mais comum nos consultórios de mastologia é a descoberta</p><p>de um nódulo mamário, chegando a ser responsável por 60% das</p><p>consultas. Felizmente a maioria dessas pacientes (75%) apresenta</p><p>uma doença benigna. O nódulo mamário é definido como qualquer</p><p>tumoração presente na glândula mamária. Os nódulos de mama</p><p>benignos mais comuns são os fibroadenomas, que podem ocorrer em</p><p>qualquer faixa etária, porém sendo mais prevalentes em mulheres</p><p>com idade entre 15 e 35 anos.</p><p>Os fibroadenomas têm crescimento limitado, em geral não superando</p><p>2 cm. A localização mais comum é no quadrante superior lateral, mas</p><p>podem ocorrer em qualquer quadrante. Em 20% dos casos há lesões</p><p>múltiplas uni ou bilateramente.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Hoffman, Barbara, L. et al. Ginecologia de Williams. Disponível em:</p><p>Minha</p><p>Biblioteca, (2nd edição). Grupo A, 2014.</p><p>Nódulos mamários benignos da mama Rev Bras Ginecol Obstet.</p><p>2007; 29(4):211-9</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 181 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>077</p><p>097</p><p>[Habilidades]</p><p>Nódulo palpável, firme, fibroso e de contornos delineados.</p><p>Diagnóstico diferencial e conduta diagnóstica.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>95ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54457</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um homem de 62 anos vai à Unidade Básica de Saúde (UBS) na</p><p>campanha do Novembro Azul com queixas de noctúria e fluxo urinário</p><p>fraco. Esses sintomas começaram há 1 ano, mas pioraram</p><p>progressivamente nos últimos 6 meses. Ele agora acorda de 3 a 5</p><p>vezes todas as noites para urinar. Relata hipertensão tratada com</p><p>hidroclorotiazida e lisinopril. O paciente fumou meio maço de cigarros</p><p>por dia nos últimos 30 anos. Ele parece bem. Sua temperatura é 37,3</p><p>°C, o pulso é 77 bpm e a pressão arterial é 128/77 mmHg. O exame</p><p>cardiopulmonar não mostra anormalidades. Seu abdome é flácido e</p><p>indolor. O exame retal digital mostra próstata difusamente</p><p>aumentada com um nódulo firme no lobo posterior direito. O exame</p><p>de urina está dentro dos limites normais. O nível do antígeno</p><p>prostático específico (PSA) é de 6,5 ng / mL (N <4).</p><p>Qual das alternativas a seguir é a próxima etapa mais apropriada no</p><p>momento?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Radiografia da coluna e cintilografia óssea.</p><p>(alternativa B)</p><p>Prostatectomia simples.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Biópsia de próstata guiada por ultrassom transretal.</p><p>(alternativa D)</p><p>Tomografia computadorizada de abdome e pelve.</p><p>(alternativa E)</p><p>Orientar que repita o nível de PSA em um ano.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 182 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Cirurgia Urológica</p><p>Tema: Câncer de próstata</p><p>Este paciente apresenta achados suspeitos de câncer de próstata,</p><p>incluindo sintomas do trato urinário inferior (noctúria e fluxo urinário</p><p>fraco), um nódulo firme no exame retal digital e um nível elevado de</p><p>antígeno prostático específico.</p><p>A biópsia de próstata guiada por ultrassom transretal é indicada para</p><p>confirmar ou descartar câncer de próstata em pacientes com achados</p><p>suspeitos no exame retal digital, níveis elevados de PSA ou suspeita</p><p>clínica de câncer de próstata. Este procedimento envolve 12 amostras</p><p>de próstata de diferentes áreas da próstata, guiadas por</p><p>ultrassonografia transretal (TRUS) sob anestesia local e antibióticos</p><p>profiláticos.</p><p>Na maioria dos estados, o exame retal anual e o teste de antígeno</p><p>específico da próstata (PSA) são oferecidos a homens > 50 anos de</p><p>idade e àqueles > 40 anos com fatores de risco adicionais (ou seja,</p><p>homens afro-americanos e/ou homens com positividade em história</p><p>familiar) para o rastreio do cancro da próstata. Se o nível de PSA</p><p>desse paciente fosse normal (<4 ng / mL) e não houvesse suspeita</p><p>clínica de câncer de próstata, repetir o teste em um ano seria</p><p>apropriado.</p><p>A TC do abdome e da pelve pode ser usada para avaliar a extensão</p><p>extraprostática, metástase hepática e obstrução urinária em</p><p>pacientes com câncer de próstata. Embora a apresentação clínica, os</p><p>achados do exame e o nível de PSA deste paciente sejam altamente</p><p>suspeitos para malignidade da próstata, o diagnóstico ainda não foi</p><p>confirmado.</p><p>A prostatectomia simples é realizada principalmente em pacientes</p><p>com próstatas muito grandes (> 75 g) devido à hiperplasia prostática</p><p>benigna (BPH). Embora o exame de toque retal em pacientes com</p><p>HPB geralmente mostre uma próstata difusamente aumentada, a</p><p>presença de um nódulo firme seria incomum.</p><p>Como o câncer de próstata metastatiza com mais frequência para o</p><p>osso, a radiografia da coluna e a cintilografia com tecnécio-99m são</p><p>indicadas para fins de estadiamento. Embora este paciente tenha</p><p>características de malignidade da próstata, o diagnóstico deve</p><p>primeiro ser confirmado.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Câncer de próstata. Última atualização: 29 Abr</p><p>2021.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 183 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar câncer de próstata.</p><p>[Encomenda]</p><p>146</p><p>96ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 47553</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Em atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS), um jovem</p><p>médico se depara com um senhor de 62 anos, natural e procedente</p><p>do norte de Minas Gerais, que se mudara para a região há uma</p><p>semana. O paciente foi orientado pelo seu antigo médico a procurar a</p><p>UBS assim que chegasse, pois seu caso necessitava de seguimento.</p><p>Ele relata quadro de dispneia aos moderados esforços, com episódios</p><p>de palpitação. O cansaço já foi maior, assim como houve presença de</p><p>edema de membros inferiores, mas houve melhora com a terapia.</p><p>Estava em uso de Carvedilol 12,5mg 2x e Enalapril 5mg 2x. Trouxe</p><p>os seguintes exames complementares:</p><p>ECG (dia da consulta): Ritmo sinusal, FC = 82 bpm, bloqueio de</p><p>ramo direito associado a desvio do eixo para esquerda. Presença de</p><p>extrassístoles ventriculares.</p><p>Ecocardiograma: Fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 42%,</p><p>hipocinesia da parede inferior e inferolateral. Demais dados normais.</p><p>Imunofluorescência indireta para Chagas: IgM negativo / IgG</p><p>positivo.</p><p>Sobre o caso clínico apresentado, assinale a alternativa correta.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 184 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Por haver presença de dispneia aos esforços, deve-se iniciar</p><p>furosemida, o que promove aumento de sobrevida nesses pacientes.</p><p>(alternativa B)</p><p>A presença de alteração segmentar ao ecocardiograma confirma a</p><p>suspeita clínica de cardiopatia isquêmica.</p><p>(alternativa C)</p><p>O paciente encontra-se no estágio A da cardiopatia chagásica, ou seja,</p><p>forma indeterminada.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Os exames sorológicos confirmam a presença de cardiopatia</p><p>chagásica crônica e deve-se aumentar a dose de Carvedilol.</p><p>(alternativa E)</p><p>Analisando o caso apresentado e seus exames complementares,</p><p>torna-se necessário o início imediato de benzonidazol (Rochagan).</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Cardiologia</p><p>Tema: Miocardiopatias - Doença de Chagas</p><p>O paciente apresenta epidemiologia positiva para doença de Chagas,</p><p>com sorologia positiva (IgG), ECG e ecocardiograma típicos,</p><p>caracterizando, assim, doença crônica. Desta forma, o tratamento</p><p>com Benzonidazol não está indicado (conforme estudo prévio, apenas</p><p>casos agudos ou reativação devem receber tratamento etiológico). A</p><p>alteração segmentar do ecocardiograma é típica de Chagas, e, apesar</p><p>de poder ser encontrada em cardiopatia isquêmica, ela por si só não</p><p>confirma tal patologia. Como o paciente apresenta alteração ao</p><p>ecocardiograma assim como sintomas, ele encontra-se no Estágio C</p><p>da cardiopatia chagásica. O uso de furosemida pode ser iniciado,</p><p>porém isso não aumenta a sobrevida de nenhuma cardiopatia. Por</p><p>fim, como a FC do paciente se encontra > 70 bpm, devemos</p><p>aumentar a dose do betabloqueador.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Dias JCP, Ramos Jr. AN , Gontijo ED, Luquetti A , Shikanai-Yasuda MA,</p><p>Coura JR, et al. II Consenso Brasileiro em Doença de Chagas, 2015.</p><p>Epidemiol. Serv. Saúde [Internet]. 2016 Jun;25(esp):7-86. Disponível</p><p>em: http://scielo.iec.gov.br/scielo.php</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 185 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>043</p><p>[IES]</p><p>FMIT</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar miocardiopatia.</p><p>97ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 49029</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Durante reanimação neonatal de um recém-nascido a termo, apesar</p><p>da ventilação com pressão positiva adequada e a massagem cardíaca</p><p>efetiva, a frequência cardíaca ainda se manteve menor do que 60</p><p>bpm.</p><p>Conforme reanimação do recém-nascido ≥ 34 semanas em sala de</p><p>parto (Diretrizes 2022, da Sociedade Brasileira de Pediatria), assinale</p><p>a conduta médica adequada a ser tomada a partir desse momento.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Manter ventilação com pressão positiva, massagem cardíaca e</p><p>administrar adrenalina endovenosa na diluição 1/10.000 / na dose de</p><p>0,1-0,5ml/kg.</p><p>(alternativa B)</p><p>Manter ventilação com pressão positiva, pausar massagem cardíaca e</p><p>administrar adrenalina endovenosa na diluição 1/1.000 / na dose de</p><p>0,1-0,3ml/kg.</p><p>(alternativa C)</p><p>Manter ventilação com pressão positiva, massagem cardíaca e</p><p>administrar adrenalina endovenosa na diluição 1/100.000 / na dose de</p><p>0,1-0,5ml/kg.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Manter ventilação com pressão positiva, massagem cardíaca e</p><p>administrar adrenalina endovenosa na diluição 1/10.000 / na dose de</p><p>0,1-0,3ml/kg.</p><p>(alternativa E)</p><p>Manter ventilação com pressão positiva, massagem</p><p>cardíaca e</p><p>administrar adrenalina endovenosa na diluição 1/1.000 / na dose de</p><p>0,1-0,5ml/kg.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 186 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Neonatologia</p><p>Tema: Reanimação Neonatal</p><p>A ventilação adequada é o passo mais importante para corrigir a</p><p>bradicardia. A adrenalina está indicada quando a ventilação adequada</p><p>e a massagem cardíaca efetiva não produziram elevação da FC para</p><p>valores > 60 bpm. A adrenalina é uma catecolamina endógena que</p><p>atua em receptores do músculo cardíaco, aumentando a FC, a</p><p>velocidade de condução do estímulo e a contratilidade. A adrenalina</p><p>atua também na musculatura lisa sistêmica, causando vasoconstrição</p><p>periférica, o que aumenta a pressão de perfusão coronariana. Na</p><p>reanimação neonatal, a via preferencial para a administração da</p><p>adrenalina é a endovenosa. Esta é aplicada na dose de 0,01-0,03</p><p>mg/kg. Embora em outros países existam seringas de adrenalina</p><p>prontas para uso na diluição 1:10.000, em nosso meio a adrenalina</p><p>disponível apresenta-se em ampolas na diluição de 1:1.000. Desse</p><p>modo, até o momento, é obrigatório preparar a adrenalina na diluição</p><p>de 1:10.000 em soro fisiológico, para aplicação na reanimação</p><p>neonatal.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Almeida MFB, Guinsburg R; Coordenadores Estaduais e Grupo</p><p>Executivo PRN-SBP; Conselho Científico Departamento Neonatologia</p><p>SBP. Reanimação do recém-nascido ≥34 semanas em sala de</p><p>parto: diretrizes 2022 da Sociedade Brasileira de Pediatria. Rio de</p><p>Janeiro: Sociedade Brasileira de Pediatria; 2022.</p><p>https://doi.org/10.25060/PRN-SBP-2022-2</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>091</p><p>[IES]</p><p>UNIPTAN</p><p>[Habilidades]</p><p>Intervir de maneira adequada na reanimação neonatal, de</p><p>acordo com as diretrizes da SPB.</p><p>98ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 50142</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 187 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>O Brasil é o segundo país do mundo em número absoluto de pessoas</p><p>acometidas pela hanseníase, conforme dados da Organização Mundial</p><p>de Saúde (OMS). Em 2019, foram 27,8 mil casos novos registrados</p><p>no Brasil. Tendo em vista a importância dessa doença para a saúde</p><p>pública e a necessidade de saber diagnosticarm analise as assertivas</p><p>a seguir:</p><p>I. A hanseníase é uma doença transmissível, à qual a maioria</p><p>das pessoas é resistente. A doença se desenvolve</p><p>rapidamente, com período de incubação de até 30 dias.</p><p>II. A hanseníase indeterminada é a forma inicial da doença,</p><p>caracterizada por manchas hipocrômicas ou eritemato-</p><p>hipocrômicas com hipoestesia.</p><p>III. Possui como agente etiológico o Micobacterium leprae, bacilo</p><p>que tem a capacidade de infectar grande número de</p><p>indivíduos e atinge principalmente a pele e os nervos</p><p>periféricos com capacidade de ocasionar lesões neurais,</p><p>conferindo à doença um alto poder incapacitante.</p><p>IV. A transmissão ocorre quando uma pessoa com hanseníase,</p><p>na forma infectante da doença e sem tratamento, elimina o</p><p>bacilo para o meio exterior, presente em gotículas emitidas</p><p>pelas vias aéreas superiores, infectando outras pessoas</p><p>quando há um contato mais próximo e prolongado.</p><p>V. O agente etiológico é o Mycobacterium leprae, um bacilo</p><p>álcool-ácido resistente, fracamente gram-positivo, que</p><p>infecta os nervos periféricos e, mais especificamente, as</p><p>células de Schwann. Sintomas como diminuição da sudorese</p><p>no local e diminuição do pelo podem ocorrer.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>I e III.</p><p>(alternativa B)</p><p>I e IV.</p><p>(alternativa C)</p><p>I, II, IV e V.</p><p>(alternativa D)</p><p>I.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>II, III, IV e V.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 188 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Dermatologia</p><p>Tema: Hanseníase</p><p>A hanseníase indeterminada é a forma inicial da doença, caracterizada</p><p>por manchas hipocrômicas ou eritemato-hipocrômicas com</p><p>hipoestesia.</p><p>Possui como agente etiológico o Micobacterium leprae, bacilo que tem</p><p>a capacidade de infectar grande número de indivíduos e atinge</p><p>principalmente a pele e os nervos periféricos com capacidade de</p><p>ocasionar lesões neurais, conferindo à doença um alto poder</p><p>incapacitante.</p><p>A transmissão ocorre quando uma pessoa com hanseníase, na forma</p><p>infectante da doença e sem tratamento, elimina o bacilo para o meio</p><p>exterior, presente em gotículas emitidas pelas vias aéreas superiores,</p><p>infectando outras pessoas quando há um contato mais próximo e</p><p>prolongado</p><p>O agente etiológico é o Mycobacterium leprae, um bacilo álcool-ácido</p><p>resistente, fracamente gram-positivo, que infecta os nervos periféricos</p><p>e, mais especificamente, as células de Schwann. Sintomas como</p><p>diminuição da sudorese no local e diminuição do pelo podem ocorrer.</p><p>A Hanseníase se desenvolve lentamente com incubação de 2 a 7 anos</p><p>ou mais.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>TALHARI, Sinésio; NEVES, René Garrido; PENNA, Gerson. Oliveira;</p><p>OLIVEIRA, Maria Leide Del Rey de. Dermatologia Tropical: hanseníase.</p><p>1. ed. Editora Manaus: Manaus, 5 ed., 2014.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>048</p><p>[IES]</p><p>UNIDEP</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar infecções agudas e crônicas de pele.</p><p>99ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44216</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 189 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>MRS, 50 anos, sexo masculino, deu entrada no pronto-socorro com</p><p>quadro clínico de infarto agudo do miocárdio (IAM). Relatava</p><p>antecedentes de diabetes, hipertensão arterial sistêmica. Era</p><p>tabagista e negava passado de alcoolismo. Recebeu heparina não</p><p>fracionada (HNF) durante a angioplastia (5.000 UI endovenosa em</p><p>bolus) e pós-operatório (dose inicial de 30.000 UI/dia endovenosa,</p><p>ajustada posteriormente para manutenção do tempo de</p><p>tromboplastina parcial ativada entre 1,5 e 2,5). A contagem pré-</p><p>operatória de plaquetas foi de 160.000/mm³. A partir do terceiro dia</p><p>da angioplastia, começou a apresentar queda na contagem de</p><p>plaquetas (100.000/mm³), que progrediu até 25.000/mm³ no sexto</p><p>dia de pós-operatório. No sexto dia apresentou também isquemia</p><p>seguida de necrose do segundo e terceiro artelhos.</p><p>Em relação ao caso, são feitas algumas afirmações:</p><p>I. A contagem de plaquetas deve retornar ao normal, ou, pelo menos,</p><p>deve se elevar aos níveis basais, com a suspensão da heparina.</p><p>II. Suspeita-se de trombocitopenia induzida pela heparina na ocorrência</p><p>de queda na contagem plaquetária a partir do 20° dia de</p><p>heparinização.</p><p>III. A necrose dos artelhos é uma complicação isquêmica da</p><p>trombocitopenia induzida pela heparina.</p><p>IV. O manejo da trombocitopenia induzida pela heparina consiste em</p><p>suspender a heparina e administrar a varfarina.</p><p>Estão corretas</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>II e III, apenas.</p><p>(alternativa B)</p><p>II e IV, apenas.</p><p>(alternativa C)</p><p>I e II, apenas.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>I e III, apenas.</p><p>(alternativa E)</p><p>III e IV, apenas.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 190 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Hematologia</p><p>Tema: Plaquetopenias induzidas por fármacos</p><p>A trombocitopenia induzida pela heparina (TIH) é uma doença</p><p>imunomediada e costuma ser grave, provocando trombocitopenia</p><p>após 5 a 15 dias do início da heparinização. Apresenta risco alto de</p><p>complicações tromboembólicas. A etiologia da TIH é a formação de</p><p>anticorpos tipo IgG contra o complexo heparina e o fator IV</p><p>plaquetário, que são então identificados como antígeno. Os</p><p>imunocomplexos reagem com o receptor FcyRIIA das plaquetas e as</p><p>ativam, levando à sua agregação e também à liberação de maior</p><p>quantidade de fator plaquetário. Isso culmina na ativação da trombina</p><p>e da cascata da coagulação, que favorece a formação de trombos e a</p><p>destruição das plaquetas. Recomenda-se que todo paciente em</p><p>heparinização tenha uma contagem prévia de plaquetas no início do</p><p>tratamento, que</p><p>seja repetida a cada 2 dias. Constatando-se a queda</p><p>de mais de 50% no número de plaquetas a partir do quinto dia de</p><p>tratamento, deve-se suspeitar de TIH e suspender imediatamente a</p><p>heparina. O diagnóstico pode ser confirmado pelo método funcional,</p><p>que mede a ativação plaquetária causada pelo anticorpo heparina</p><p>dependente in vitro, mas ele não está rotineiramente disponível em</p><p>todos os hospitais. No Brasil, a droga para tratamento dos pacientes</p><p>com TIH é a fondaparinux. Deve-se evitar a introdução precoce da</p><p>varfarina como alternativa, uma vez que há risco de aumento do</p><p>estado pró-trombótico, devido à rápida redução dos níveis séricos de</p><p>proteína C, um anticoagulante natural.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ, Best Practice. https://bestpractice.bmj.com/topics/pt-</p><p>br/1202/diagnosis-approach</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>045</p><p>[IES]</p><p>UNIFIPMOC</p><p>[Habilidades]</p><p>Identificar as plaquetopenias induzidas por fármacos.</p><p>100ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44485</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 191 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Mãe comparece a UBS trazendo seu filho de 7 anos, referindo que ele</p><p>apresenta uma lesão em região infraumbilical que coça muito. Refere</p><p>ainda que o quadro surgiu há 5 meses, coincidindo com o início das</p><p>aulas e o uso de uniforme estudantil (calça jeans e camiseta). Ao</p><p>exame físico: área de liquenificação bem delimitada, hiperpigmentação</p><p>pós-inflamatória, escoriação e erosão na linha média abaixo do</p><p>umbigo. A pele ao redor tem uma área mais difusa de liquenificação,</p><p>hiperpigmentação e eritema discreto.</p><p>Qual é o diagnóstico correto?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Dermatite seborreica.</p><p>(alternativa B)</p><p>Urticária.</p><p>(alternativa C)</p><p>Psoríase.</p><p>(alternativa D)</p><p>Líquen plano.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Dermatite de contato.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Dermatologia</p><p>Tema: Dermatite de contato</p><p>Um problema tão localizado como esse sugere uma etiologia</p><p>exógena. O diagnóstico mais provável é uma dermatite alérgica de</p><p>contato (DAC). Ocasionalmente, psoríase pode apresentar-se como</p><p>uma placa única, particularmente em um local de trauma (efeito</p><p>Koebner); entretanto, raramente é tão pruriginosa quanto essa lesão</p><p>descrita no caso. Níquel é a maior causa de dermatite alérgica de</p><p>contato e é responsável por mais casos do que todos os outros</p><p>metais juntos. O manejo desse caso inclui a remoção do botão da</p><p>calça e aplicação tópica de cremes com corticoide até a erupção</p><p>resolver-se.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, 5ª edição,</p><p>Barueri, SP: Manole,2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 192 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>017</p><p>[IES]</p><p>FMIT</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar as dermatites alérgicas de contato.</p><p>101ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54173</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher, 31 anos, procura a emergência com dor na fossa ilíaca direita,</p><p>que iníciou há 3 dias. A dor tem caráter intermitente, mas, nas</p><p>últimas 6 horas, tornou-se constante. A temperatura axilar é de 37º</p><p>C, a frequência cardíaca de 76 bpm, mucosas coradas. O abdome é</p><p>flácido, mas com dor difusa à palpação e mais intensa em fossa ilíaca</p><p>direita. A ultrassonografia pélvica evidenciou o ovário direito</p><p>aumentado com uma área cística heterogênea de 6 cm, com</p><p>pequena quantidade de líquido livre na pelve. A paciente refere</p><p>laqueadura tubária há 3 anos.</p><p>Qual é a conduta mais adequada?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Iniciar antibióticos de largo espectro e programar uma</p><p>videolaparoscopia.</p><p>(alternativa B)</p><p>Iniciar analgésicos por via parenteral e solicitar marcadores tumorais.</p><p>(alternativa C)</p><p>Realizar uma laparotomia exploradora e ooforectomia direita.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Realizar ooforoplastia direita por videolaparoscopia.</p><p>(alternativa E)</p><p>Realizar uma histerectomia total com anexectomia por</p><p>videolaparoscopia.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 193 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Ginecologia</p><p>Tema: Diagnóstico Diferencial de Massas Pélvicas</p><p>O quadro clínico é de torção de anexo, devido à sua dor intermitente e</p><p>de início recente. A ultrassonografia confirma a presença da imagem</p><p>cística, e o aumento do ovário se deve ao edema causado pela torção</p><p>do pedículo vascular. A ooforoplastia é a primeira opção, pois, nesses</p><p>casos, o ovário ainda pode ser viável, e, em pacientes no menacme,</p><p>recomenda-se a preservação deles sempre que possível. A</p><p>videolaparoscopia é um método minimamente invasivo com</p><p>resultados melhores na recuperação pós-operatória do que a</p><p>laparotomia.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Schorge, J. O., Schaffer, J. I., Halvorson, L. D., Holffman, B. L.,</p><p>Bradshaw, K. D., & Cunningham, F. G. (2011). Ginecologia de</p><p>Williams. In Ginecologia de Williams (pp. 262-273).</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>072</p><p>[IES]</p><p>UNIGRANRIO CAXIAS</p><p>[Habilidades]</p><p>Massa pélvica em fossa ilíaca de 6 cm, assintomática e com</p><p>marcadores tumorais. Diagnóstico diferencial.</p><p>102ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44520</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 194 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Um menino de 10 meses é levado à Unidade Básica de Saúde (UBS)</p><p>por sua mãe em agosto devido a um histórico de sibilos há 1 dia. Sua</p><p>mãe diz que ele está com nariz escorrendo e tosse seca intermitente</p><p>nos últimos 3 dias, mas está bem e se alimentando normalmente. Ele</p><p>nasceu com 38 semanas de gestação após uma gravidez sem</p><p>complicações e não tem histórico de doença grave. As imunizações</p><p>estão em dia. Sua temperatura é de 37,7 °C, o pulso é de 135/min, a</p><p>respiração é de 35/min e a pressão arterial é de 80/50 mm Hg. A</p><p>oximetria de pulso em ar ambiente mostra uma saturação de</p><p>oxigênio de 97%. O tempo de enchimento capilar é de 1 segundo.</p><p>Roncos dispersos e sibilos expiratórios finais são ouvidos em ambos</p><p>os campos pulmonares.</p><p>O restante do exame não mostra anormalidades. Qual dos seguintes</p><p>é o próximo passo no tratamento?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Terapia com epinefrina racêmica nebulizada.</p><p>(alternativa B)</p><p>Terapia com solução salina hipertônica nebulizada.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Observação ambulatorial com tratamento sintomático.</p><p>(alternativa D)</p><p>Oxigenoterapia por cânula nasal.</p><p>(alternativa E)</p><p>Terapia com albuterol nebulizado e prednisona oral.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Doenças do Aparelho Respiratório</p><p>Tema: Bronquiolite</p><p>A bronquiolite é uma infecção viral que geralmente afeta crianças < 2</p><p>anos de idade durante a estação fria e se manifesta com um</p><p>pródromo de sintomas do trato respiratório superior e febre baixa</p><p>seguida de sibilos e, às vezes, desconforto respiratório.</p><p>A maioria dos indivíduos com bronquiolite não requer nenhum</p><p>tratamento e pode ser tratada ambulatorialmente. A internação e o</p><p>tratamento de suporte de internação só são considerados se o</p><p>paciente estiver desidratado, se alimentando inadequadamente, tiver</p><p>fatores de risco para doença grave (ou seja, idade < 12 semanas,</p><p>histórico de prematuridade, doença cardiopulmonar,</p><p>imunossupressão) e/ou tiver evidência de desconforto respiratório</p><p>significativo, como episódios de apneia, esforço respiratório (por</p><p>exemplo, taquipneia grave, batimento de asa de nariz, retrações</p><p>subcostais) ou insuficiência respiratória (por exemplo, estado mental</p><p>alterado, SpO2 persistentemente abaixo de 90%).</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 195 de 230</p><p>O tratamento de suporte hospitalar consiste em fluidoterapia e</p><p>oxigênio suplementar por meio de cânula nasal e, em alguns casos,</p><p>solução salina hipertônica nebulizada, aspiração nasal e</p><p>monitoramento contínuo de SpO2.</p><p>As precauções de contato devem</p><p>ser tomadas se os pacientes forem admitidos com suspeita de</p><p>bronquiolite. O palivizumabe pode ser usado seletivamente para</p><p>prevenção de bronquiolite em pacientes < 1 ano de idade com doença</p><p>cardíaca hemodinamicamente significativa ou doença pulmonar da</p><p>prematuridade.</p><p>DISTRATORES:</p><p>A epinefrina racêmica nebulizada é usada para tratar crupe moderado</p><p>a grave, que pode se manifestar com sintomas prodrômicos do trato</p><p>respiratório superior. No entanto, os pacientes com garupa</p><p>eventualmente desenvolvem estridor, em vez de roncos ou sibilos, e</p><p>geralmente apresentam evidências de desconforto respiratório</p><p>significativo. A epinefrina (nebulizada ou sistêmica) não tem papel no</p><p>manejo da bronquiolite.</p><p>O albuterol nebulizado e a prednisona oral são indicados para o</p><p>manejo de uma exacerbação aguda moderada a grave da asma. A</p><p>asma pode resultar em sibilos expiratórios finais e se manifesta com</p><p>pouca frequência com rinorreia (devido à rinite alérgica) e tosse. No</p><p>entanto, a asma não causa roncos ou febre baixa. Este paciente tem</p><p>bronquiolite, para a qual nem broncodilatadores nem corticosteroides</p><p>são indicados porque a fisiopatologia da bronquiolite envolve edema</p><p>das vias aéreas e detritos de muco dentro dos bronquíolos, em vez da</p><p>hiperresponsividade e broncoconstrição das vias aéreas,</p><p>características da asma.</p><p>A terapia com solução salina hipertônica nebulizada é considerada</p><p>apenas para pacientes com bronquiolite grave o suficiente para</p><p>justificar a internação. A internação só é necessária se o paciente</p><p>estiver desidratado, não se alimentando adequadamente, tiver fatores</p><p>de risco para doença grave (por exemplo, idade < 12 semanas,</p><p>história de parto prematuro, doença cardiopulmonar,</p><p>imunossupressão) e/ou evidência de desconforto respiratório</p><p>significativo. Este paciente não requer internação ou terapia com</p><p>solução salina hipertônica nebulizada.</p><p>Em pacientes com SpO2 de 90-95% que apresentam certas</p><p>condições respiratórias, como crupe ou exacerbação aguda de asma,</p><p>a oxigenoterapia titulada é indicada porque pode ocorrer</p><p>descompensação rápida e piora da hipoxemia. No entanto, na</p><p>bronquiolite, a oxigenoterapia não é indicada para pacientes com</p><p>SpO2 > 90% ou com quedas leves e transitórias abaixo de 90%,</p><p>porque hipoxemia leve, intermitente e bem tolerada é comum nessa</p><p>condição.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>PEDIATRIA, Sociedade Brasileira D. Tratado de Pediatria, Volume 2.</p><p>[Pags. 1720-1729]: Editora Manole, 2017. E-book. 9788520455876.</p><p>Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520455876/.</p><p>Acesso em: 16 ago 2022.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 196 de 230</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>093</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar doenças e síndromes do aparelho</p><p>respiratório mais frequentes em pediatria.</p><p>103ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54234</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Depois de ter iniciado novo emprego com carteira assinada há cerca</p><p>de dois meses, um paciente de 23 anos, ajudante de pedreiro,</p><p>apresentou um quadro de dermatite de contato que lhe acometeu</p><p>pés e mãos e que se instalou progressivamente.</p><p>Do ponto de vista da notificação de doença relacionada ao trabalho</p><p>por meio da CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho), qual seria</p><p>uma conduta correta do médico assistente?</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 197 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Não abrir a CAT, pois essa comunicação restringe-se aos acidentes de</p><p>trabalho e não se aplica em casos de doenças do trabalho.</p><p>(alternativa B)</p><p>Orientar a abertura da CAT somente se for necessário que o paciente</p><p>fique afastado do trabalho por mais de 15 dias, comunicando o fato à</p><p>empresa.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Abrir a CAT, incluindo o preenchimento do Laudo de Exame Médico,</p><p>solicitando ao trabalhador que</p><p>a encaminhe à empresa, de modo que esta possa dar</p><p>prosseguimento ao processo junto ao INSS.</p><p>(alternativa D)</p><p>Aguardar o tempo de carência de seis meses para que o trabalhador</p><p>tenha direito a benefícios</p><p>pelo INSS e, depois, abrir a CAT, caso persistam as lesões</p><p>dermatológicas.</p><p>(alternativa E)</p><p>Não abrir a CAT e orientar o paciente a observar a evolução do quadro</p><p>e, caso se complique, deve procurar a empresa, visando confirmar a</p><p>existência de relação causal da dermatite com a ocupação</p><p>desempenhada.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 198 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva</p><p>Subárea: Saúde do Trabalhador</p><p>Tema: CAT</p><p>O primeiro elemento importante é correlacionar o quadro clínico com o</p><p>trabalho, buscando averiguar se há ou não provável "nexo causal", ou</p><p>seja, o quadro clínico é provocado pela atividade laboral. Para isso, o</p><p>tempo é fundamental. No caso acima, após começar a trabalhar, o</p><p>paciente apresentou dermatite de contato de mãos e pés. Então, o</p><p>tempo é compatível com este nexo causal. Em segundo lugar, deve</p><p>ser analisado se o quadro clínico pode ser causado por algum fator</p><p>desencadeante relacionado à função laboral. Neste caso, também</p><p>temos a correlação entre a dermatite de contato e os irritantes da</p><p>construção civil, principalmente o cimento, acometendo justamente as</p><p>mãos e os pés.</p><p>Um dado importante aqui é não entrar no julgamento de "culpa" ou</p><p>"mérito" pelo problema, como por exemplo: não vou fazer a CAT, pois</p><p>a culpa é do paciente que não usa EPIs corretamente; ou "vou faz a</p><p>CAT, pois a culpa é da empresa que expõe seus funcionários a riscos".</p><p>É um julgamento de nexo causal, nada mais, nada menos. Se há</p><p>nexo causal provável (não precisa haver certeza absoluta), e se o</p><p>médico não fizer essa identificação, estará cometendo um erro</p><p>médico.</p><p>A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) deve ser feita sempre</p><p>que for constatado o surgimento de condições de saúde relacionadas</p><p>ao trabalho, sejam acidentes como traumas, seja a dermatite de</p><p>contato. Deve ser também fornecido, além da CAT, um Laudo Médico</p><p>ao paciente, detalhando os diagnósticos.</p><p>Este procedimento é um grande mecanismo de proteção à sociedade,</p><p>sejam empresários, sejam trabalhadores. Sem este mecanismo, seria</p><p>possível que as empresas demitissem um empregado sempre que o</p><p>seu trabalho provocasse doença. Isso geraria uma competição desleal</p><p>entre as empresas, pois os empresários que explorassem mais</p><p>agressivamente seus trabalhadores iriam lucrar mais que os outros.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Referência: Dantas Filho FF, D´Ávila KG. ATENDIMENTO AO</p><p>TRABALHADOR NA ATENÇÃO PRIMÁRIA. IN: Duncan BB, Schmidt MI,</p><p>Giugliani ERJ et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção</p><p>primária baseadas em evidências. (5th edição). [Digite o Local da</p><p>Editora]: Grupo A; 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 199 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>Analisar saúde ambiental e do trabalhador: CAT - Comunicação</p><p>de acidente de trabalho.</p><p>104ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 48549</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Síndromes genéticas, como síndrome de Down, de Klinefelter e de</p><p>Turner, ocorrem quando existe uma alteração cromossômica</p><p>numérica nos indivíduos acometidos. Essa situação acontece por</p><p>conta de uma não disjunção durante a meiose, o que resulta em</p><p>gametas com um cromossomo extra e gametas com um</p><p>cromossomo a menos. Sobre essas síndromes, analise as assertivas</p><p>a seguir:</p><p>I. Na síndrome de Down, a não disjunção ocorre nos cromossomos</p><p>sexuais, enquanto nas síndromes de Klinefelter e de Turner essa</p><p>situação acontece nos cromossomos autossomos.</p><p>II. As síndromes de Klinefelter e de Turner são exemplos de</p><p>poliploidias, pois é observada nos indivíduos acometidos a ocorrência</p><p>de um conjunto extra completo de cromossomos.</p><p>III. Pessoas com síndrome de Klinefelter são do sexo masculino. Na</p><p>maioria dos casos apresentam cariótipo 47,XXY e um corpúsculo de</p><p>Barr em cada célula somática.</p><p>IV. Na síndrome</p><p>do organismo, cuja reação visa restabelecer esse</p><p>equilíbrio através de um complexo conjunto de respostas fisiológicas e</p><p>comportamentais.</p><p>A resposta do organismo aos estímulos estressantes resulta em:</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Redução da frequência cardíaca.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Hiperglicemia transitória.</p><p>(alternativa C)</p><p>Broncoconstrição aguda.</p><p>(alternativa D)</p><p>Redução do estado de alerta.</p><p>(alternativa E)</p><p>Lipogênese no tecido adiposo.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 17 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Morfofuncional</p><p>Tema: Resposta fisiológica ao estresse</p><p>A ativação do sistema nervoso simpático impacta fisiologicamente o</p><p>organismo, objetivando a rápida mobilização e disponibilização de</p><p>energia para o corpo. Para tanto, constata-se o aumento da</p><p>frequência cardíaca e da força de contração do coração, aumentando</p><p>o débito cardíaco; o aumento da frequência respiratória, com maior</p><p>volume corrente, fenômeno este que envolve a broncodilatação a fim</p><p>de aumentar a ventilação pulmonar (potencializa-se a hematose); a</p><p>ativação do sistema reticular ativador ascendente, o que resulta no</p><p>maior estado de vigília e de percepção sensorial; e alterações</p><p>metabólicas que visam em promover uma hiperglicemia transitória, o</p><p>que é bioquimicamente possível graças a fenômenos tais como a</p><p>lipólise e a glicogenólise.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Energia e metabolismo:</p><p>Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/.</p><p>Acesso em: 17 mai 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>[Habilidades]</p><p>Resposta fisiológica ao estresse</p><p>[Encomenda]</p><p>145</p><p>12ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54478</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 18 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>M.G.P, 19 anos, procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando</p><p>pensamentos ruins, falta de vontade de fazer suas atividades</p><p>domésticas, cansaço, falta de atenção. Relata insônia, tristeza e</p><p>hiporexia, tendo emagrecido cinco quilos. Refere que os sintomas se</p><p>iniciaram há um mês após término de um relacionamento amoroso.</p><p>Ao ser perguntada, relata que, às vezes, pensa que "seria melhor</p><p>estar morta do que continuar sofrendo assim" (sic). Nunca pensou em</p><p>suicídio, pois tem uma filha pequena e pensa que, se morresse, sua</p><p>filha ficaria órfã.</p><p>Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico</p><p>dessa paciente e a classe de medicação de primeira opção para seu</p><p>tratamento.</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>Depressão. Inibidores de recaptação de serotonina (ISRSs).</p><p>(alternativa B)</p><p>Transtorno de pânico. Inibidores da recaptação de serotonina e</p><p>noradrenalina (SNRIs).</p><p>(alternativa C)</p><p>Surto psicótico. Antipsicóticos atípicos.</p><p>(alternativa D)</p><p>Depressão. Antidepressivos tricíclicos.</p><p>(alternativa E)</p><p>Transtorno de ansiedade generalizada. Antidepressivos</p><p>serotoninérgicos noradrenérgicos específicos (NaSSAs).</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 19 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Psiquiatria</p><p>Tema: Depressão</p><p>Os sintomas apresentados preenchem critérios para episódio</p><p>depressivo, e a primeira opção para tratamento são os inibidores de</p><p>recaptação de serotonina.</p><p>Farmacoterapia</p><p>Os antidepressivos comumente utilizados incluem os inibidores</p><p>seletivos de recaptação da serotonina (ISRSs) (por exemplo,</p><p>citalopram, escitalopram, fluoxetina, paroxetina, sertralina), inibidores</p><p>de recaptação de serotonina-noradrenalina (IRSNs) (por exemplo,</p><p>desvenlafaxina, duloxetina, levomilnaciprana, venlafaxina) e outros</p><p>antidepressivos atípicos (por exemplo, bupropiona, mirtazapina,</p><p>vilazodona, vortioxetina, reboxetina e agomelatina).</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Depressão em adultos. Última atualização: 10 Mar</p><p>2021.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar distúrbios psiquiátricos (depressão, ideação</p><p>suicida, surto psicótico)</p><p>Diagnosticar e tratar depressão em crianças e adolescentes.</p><p>[Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>084</p><p>095</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>13ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54253</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 20 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente, feminina, 4 anos de idade em atendimento na Estratégia de</p><p>Saúde da Família apresenta a queixa, por parte de sua genitora, de</p><p>estar evacuando apenas uma vez por semana. As fezes se</p><p>apresentam como nódulos duros e separados. Há relato também de</p><p>manobras retentoras como saltitar e cruzar as pernas e postergação</p><p>com pequenos volumes de escapes nas calcinhas.</p><p>Sobre o tratamento para o caso acima, são realizadas as afirmativas:</p><p>I. Medidas educativas envolvem: orientar dieta com maior</p><p>ingesta de fibras e água, respeitar o desejo de evacuar, não</p><p>postergar e estabelecer horários para evacuar após</p><p>refeições.</p><p>II. A desimpactação pode ser feita, com igual eficácia, com</p><p>polietilenoglicol (PEG) via oral, de preferência sem eletrólitos,</p><p>ou com enemas por 3 a 6 dias.</p><p>III. Para o tratamento de manutenção a lactulose, é a primeira</p><p>linha quando comparada ao PEG, leite de magnésia, óleo</p><p>mineral ou placebo.</p><p>IV. Os anticolinérgicos, nas situações em que há disfunção</p><p>vesical associada, devem ser prescritos com critério, pois</p><p>podem agravar a constipação intestinal.</p><p>V. As evidências são inconclusivas sobre o uso de probióticos.</p><p>Estão corretas apenas as alternativas</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>I, II, III, IV e V.</p><p>(alternativa B)</p><p>II e III.</p><p>(alternativa C)</p><p>II, III e IV.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>I, II, IV e V.</p><p>(alternativa E)</p><p>I e II.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 21 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Aparelho Digestório</p><p>Tema: Constipação</p><p>A conduta na constipação envolvem:</p><p>Medidas educativas envolvem: orientar dieta com maior ingesta de</p><p>fibras e água, respeitar o desejo de evacuar, não postergar e</p><p>estabelecer horários para evacuar após refeições.</p><p>A desimpactação pode ser feita, com igual eficácia, com</p><p>polietilenoglicol (PEG) via oral, de preferência sem eletrólitos, ou com</p><p>enemas por 3 a 6 dias.</p><p>Os anticolinérgicos, nas situações em que há disfunção vesical</p><p>associada, devem ser prescritos com critério, pois podem agravar a</p><p>constipação intestinal e as evidências são inconclusivas sobre o uso de</p><p>probióticos.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, 5ª edição,</p><p>Barueri, SP: Manole,2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>083</p><p>[IES]</p><p>UNIFIPMOC</p><p>[Habilidades]</p><p>Compreender e tratar a constipação em crianças e</p><p>adolescentes.</p><p>14ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 53045</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 22 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Pré-escolar de 2 anos e 8 meses, sexo masculino, previamente</p><p>hígido, apresentou 1 episódio de crise convulsiva tônico-clônica</p><p>bilateral febril com duração de três minutos. Paciente já chegou ao</p><p>pronto-socorro em pós-ictal, sem crise convulsiva. Genitora refere que</p><p>menor está com tosse e secreção nasal há 2 dias.</p><p>Ao exame físico: Sinais vitais: Temperatura axilar: 38,4 °C,</p><p>Rinoscopia: secreção nasal transparente. Otoscopia: membrana</p><p>timpânica translúcida bilateral. Oroscopia: sem exsudato em</p><p>amigdalas, presença de gotejamento nasal posterior em orofaringe.</p><p>Exame neurológico: sinais de Kernig e Brudzinski negativos, pupilas</p><p>isofotorreativas, Glasgow 15. Restante do exame físico é normal.</p><p>Baseado no diagnóstico desse pré-escolar, qual deverá ser a conduta</p><p>do médico assistente:</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Coletar líquor através da punção lombar.</p><p>(alternativa B)</p><p>Realizar eletroencefalograma.</p><p>(alternativa C)</p><p>Realizar tomografia do crânio.</p><p>(alternativa</p><p>de Turner é observada monossomia do cromossomo</p><p>X, e as mulheres afetadas normalmente apresentam baixa estatura,</p><p>tórax largo, pescoço alado e falência ovariana.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 200 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>III e IV.</p><p>(alternativa B)</p><p>I, II e III.</p><p>(alternativa C)</p><p>II, III e IV.</p><p>(alternativa D)</p><p>I e II.</p><p>(alternativa E)</p><p>I, II e IV.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Genética</p><p>Tema: Hereditariedade</p><p>I. Na síndrome de Down, a não disjunção ocorre nos cromossomos</p><p>autossomos, enquanto nas síndromes de Klinefelter e de Turner essa</p><p>situação acontece nos cromossomos sexuais. INCORRETA</p><p>II. As síndromes são aneuploidias, pois ocorre apenas variação no</p><p>número de cromossomos sexuais, e não no conjunto cromossômico</p><p>completo. INCORRETA</p><p>III. Pessoas com síndrome de Klinefelter são do sexo masculino. Na</p><p>maioria dos casos apresentam cariótipo 47,XXY e um corpúsculo de</p><p>Barr em cada célula somática. CORRETA</p><p>IV. Na síndrome de Turner, é observada monossomia do cromossomo</p><p>X, e as mulheres afetadas normalmente apresentam baixa estatura,</p><p>tórax largo, pescoço alado e falência ovariana. CORRETA</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>JORDE, L.B.; CAREY, J.C.; BAMSHAD, M.J. Genética médica. 5.ed. Rio</p><p>de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021.</p><p>SCHAEFER, G.B; THOMPSON, J.N. Genética médica, uma abordagem</p><p>integrada. Porto Alegre: Artmed, 2015.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 201 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>004</p><p>[IES]</p><p>UNIDEP</p><p>[Habilidades]</p><p>Mecanismos de hereditariedade.</p><p>105ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44235</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Gestante, 34 anos, G3Pn1A1, IG 38 semanas e 6 dias, está sendo</p><p>acompanhada no pré-natal de baixo risco. Apresentou no início da</p><p>gestação quadro de hiperemese gestacional. No momento</p><p>assintomática, nega perdas vaginais. Refere movimentação fetal</p><p>preservada. Exames de pré-natal sem alterações. Ao exame físico da</p><p>paciente: FCF 145 bpm, sem contrações uterinas, altura do fundo</p><p>uterino de 31 cm, PA 120/80 mmHg, peso 60 kg, altura 155 cm.</p><p>Qual é o diagnóstico e a conduta mais adequados?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Polidramnia, devendo-se solicitar propedêutica para diabetes</p><p>gestacional.</p><p>(alternativa B)</p><p>Gestação em paciente obesa, investigação de macrossomia fetal e</p><p>polidramnia.</p><p>(alternativa C)</p><p>Oligodramnia, devendo-se solicitar a propedêutica para diagnóstico de</p><p>pré-eclâmpsia.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Crescimento intrauterino restrito, devendo-se solicitar ultrassonografia</p><p>obstétrica com Doppler.</p><p>(alternativa E)</p><p>Gestação compatível com a IG e a altura do fundo uterino normal,</p><p>seguimento normal.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 202 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia</p><p>Tema: Assistência Pré-natal</p><p>Pode se tratar de um caso de oligodramnio ou feto pequeno para</p><p>idade gestacional ou restrito, dado à altura do fundo uterino, mas não</p><p>há informaçãoes que suscitem necessidade de propedêutica de pré-</p><p>eclâmpsia.</p><p>O diagnóstico mais provável é crescimento intrauterino restrito, com</p><p>ou sem oligodramnia, e deve-se solicitar de ultrassonografia obstétrica</p><p>com Doppler. Se confirmado, cardiotocografia para avaliar a vitalidade</p><p>fetal.</p><p>A altura do fundo uterino está menor do que a idade gestacional, não</p><p>se tratando de polidramnia nem há parâmetros para diabetes</p><p>gestacional.</p><p>A altura do fundo uterino está pequena e incompatível com a idade</p><p>gestacional.</p><p>A paciente não é obesa, e o fundo uterino remete a feto pequeno ou</p><p>restrito ou diminuição do líquido amniótico.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>ROTINAS EM OBSTETRÍCIA - ARTMED. 7ª ED., PASSOS ET AL. 2017.</p><p>MANUAL DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA – SOGIMIG. 5ª EDIÇÃO,</p><p>2012.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>064</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Conduta frente à suspeita clínica de restrição do crescimento.</p><p>Exame ultrassonográfico alterado na rotina pré-natal.</p><p>106ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54538</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 203 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo e</p><p>no Brasil. Por isso, a interpretação correta dos indicadores a ela</p><p>relacionados é fundamental para a redução do número de óbitos.</p><p>Qual das ações a seguir é indicada para a redução da letalidade por</p><p>dengue?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Borrifação residual (fumacê) nas vias públicas.</p><p>(alternativa B)</p><p>Eliminação de focos domiciliares de Aedes aegpyti.</p><p>(alternativa C)</p><p>Campanha de vacinação contra a dengue.</p><p>(alternativa D)</p><p>Exigência de confirmação laboratorial para notificação de dengue.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Diagnóstico e tratamento de casos graves de dengue.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva</p><p>Subárea: Epidemiologia</p><p>Tema: Vigilância em Saúde</p><p>Embora o controle de vetores (através da borrifação residual e da</p><p>eliminação de focos) seja a estratégia recomendada para a redução</p><p>de casos de dengue, isto não diminuiria a letalidade, mas a incidência</p><p>e a mortalidade. Não existe vacinação eficaz para a dengue. Já o</p><p>diagnóstico e o tratamento de casos graves de dengue é fundamental</p><p>para que estas complicações sejam identificadas e tratadas para que</p><p>não ocorra o óbito. Por isso, o número de óbitos por dengue irá ser</p><p>menor em relação ao total de casos de dengue, fazendo a letalidade</p><p>cair. Atualmente, a dengue é um agravo de notificação compulsória,</p><p>mesmo antes da confirmação laboratorial (ou seja, na suspeita clínico-</p><p>epidemiológica). Caso houvesse exigência de confirmação laboratorial,</p><p>isto iria criar um obstáculo para a notificação, aumentando a</p><p>subnotificação e, assim, reduzindo o número de casos da doença, o</p><p>que iria aumentar a letalidade.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Rouquayrol, Maria, Z. e Marcelo Gurgel. Rouquayrol - Epidemiologia e</p><p>saúde. Disponível em: Minha Biblioteca, (8th edição). MedBook Editora,</p><p>2017.</p><p>Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.</p><p>Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Dengue:</p><p>diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança. 5. ed. Brasília; 2016.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 204 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>113</p><p>[Habilidades]</p><p>Proteção e prevenção da saúde - Níveis de prevenção / territórios</p><p>sustentáveis.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>107ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 48246</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Os anti-inflamatórios não esteroidais (AINES) são amplamente</p><p>empregados para controle de inflamação e dor, sendo uma das</p><p>classes de fármacos mais difundidas mundialmente.</p><p>Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), DRM, 45 anos, procura</p><p>atendimento por conta de uma dor de garganta persistente, relatando</p><p>ter contraído COVID-19 há três semanas. O médico informa que fará</p><p>tratamento com Cetoprofeno, contudo o paciente diz que ingere</p><p>quantidade moderada de álcool. O médico informa que o paciente não</p><p>pode fazer uso de bebida durante o tratamento com o anti-</p><p>inflamatório.</p><p>Sobre os mecanismos farmacocinéticos dos AINES, podemos afirmar</p><p>que</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>a penetração dos AINES no sistema nervoso central ocorre de forma</p><p>mais fácil devido à hidrossolubilidade desses medicamentos.</p><p>(alternativa B)</p><p>a maioria dos AINES são administrados por via injetável ou de forma</p><p>intravenosa, sendo a administração oral não recomendada.</p><p>(alternativa C)</p><p>a eliminação dos AINES geralmente é lenta, podendo demorar dias, e</p><p>ocorre, principalmente, por via fecal.</p><p>(alternativa D)</p><p>a absorção dos AINES ocorre de forma lenta, iniciando</p><p>aproximadamente 8h após a administração desses medicamentos.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>a</p><p>conversão dos AINES em metabólitos inativos ocorre por via</p><p>hepática, sendo a meia vida desses medicamentos classificada em</p><p>“ação curta” ou “ação prolongada”.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 205 de 230</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Farmacologia</p><p>Tema: AINES</p><p>A metabolização de substância em grande medida depende das</p><p>enzimas hepáticas, sendo que, no caso dos AINES, esse processo</p><p>pode ocorrer com velocidade maior ou menor, interferindo na meia</p><p>vida útil desses medicamentos.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Katzung. Farmacologia Básica e Clínica, 13ª ed. Atmed, 2017.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>017</p><p>[IES]</p><p>ITPAC ABAETETUBA</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os princípios farmacocinéticos: absorção, distribuição,</p><p>metabolismo e excreção.</p><p>108ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54503</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Lactente, 6 meses, veio à Unidade Básica de Saúde (UBS) para</p><p>puericultura. A criança nasceu de uma gestação a termo, sem</p><p>intercorrências, com peso normal e está em aleitamento materno</p><p>exclusivo. Mãe nega quaisquer queixas. Ao exame físico, a criança</p><p>encontra-se corada, ativa, hidratada, com sinais vitais e demais</p><p>parâmetros do exame físico sem alterações; apresenta peso e</p><p>comprimento no Z score 0 para a idade. Não faz uso de nenhuma</p><p>medicação ou vitamina até o momento.</p><p>Qual é a recomendação sobre a suplementação profilática de ferro</p><p>para esse lactente?</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 206 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Como o paciente não está hipocorado ao exame físico, não tem</p><p>indicação de fazer uso de sulfato ferroso no momento.</p><p>(alternativa B)</p><p>Manter sem medicação e prescrever sulfato ferroso com 1 ano de</p><p>vida, pois o paciente não apresenta nenhum fator de risco para</p><p>anemia ferropriva no momento.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Prescrever sulfato ferroso nessa consulta, na dose de 1 mg/kg/dia de</p><p>ferro elementar, sem necessidade de solicitar exames.</p><p>(alternativa D)</p><p>Prescrever sulfato ferroso apenas se a criança estivesse fazendo uso</p><p>de leite de vaca in natura, uma vez que é um fator de risco para</p><p>anemia ferropriva.</p><p>(alternativa E)</p><p>Solicitar hemograma, ferro e ferritina nessa consulta e, caso paciente</p><p>apresente anemia nos exames laboratoriais, prescrever sulfato</p><p>ferroso.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Puericultura</p><p>Tema: Crescimento e Desenvolvimento Neuropsicomotor</p><p>Prescrever sulfato ferroso nessa consulta, na dose de 1</p><p>mg/kg/dia de ferro elementar, sem necessidade de solicitar</p><p>exames.</p><p>A recomendação atual para profilaxia da anemia do lactente é a</p><p>suplementação com 1 mg/kg/dia de ferro elementar iniciado aos 6</p><p>meses, até o 2º ano de vida, numa situação na qual o lactente tenha</p><p>nascido a termo, com peso adequado para a idade gestacional e</p><p>esteja em aleitamento materno exclusivo até o 6º mês. No entanto,</p><p>quando há presença de fatores de risco, a suplementação deve ser</p><p>iniciada aos 90 dias, independentemente do tipo da alimentação.</p><p>Especificamente, o início deve ocorrer aos 30 dias para os recém-</p><p>nascidos prematuros (idade gestacional inferior a 37 semanas) ou</p><p>com peso inferior a 2.500 g.</p><p>Solicitar hemograma, ferro e ferritina nessa consulta e, caso</p><p>paciente apresente anemia nos exames laboratoriais,</p><p>prescrever sulfato ferroso.</p><p>Não tem indicação de solicitar exames laboratoriais para se</p><p>prescrever sulfato ferroso, uma vez que a indicação da reposição de</p><p>ferro é para a profilaxia da anemia ferropriva, sem necessidade de</p><p>comprovação laboratorial.</p><p>Como o paciente não está hipocorado ao exame físico, não</p><p>tem indicação de fazer uso de sulfato ferroso no momento.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 207 de 230</p><p>A profilaxia deve ser realizada em toda criança a partir do 6º mês de</p><p>vida (ou antes dependendo da situação), independente de alterações</p><p>ao exame físico sugestivas de anemia.</p><p>Prescrever sulfato ferroso apenas se a criança estivesse</p><p>fazendo uso de leite de vaca in natura, uma vez que é um</p><p>fator de risco para anemia ferropriva.</p><p>O consumo de leite de vaca in natura em criança abaixo de 1 ano de</p><p>idade é uma situação de risco nutricional comprovado para anemia</p><p>ferropriva e deve ser contraindicado. Porém, não se deve realizar a</p><p>profilaxia para anemia apenas nessas crianças.</p><p>Manter sem medicação e prescrever sulfato ferroso com 1 ano</p><p>de vida, pois o paciente não apresenta nenhum fator de risco</p><p>para anemia ferropriva no momento.</p><p>Mesmo que a criança não apresente nenhum fator de risco para a</p><p>anemia ferropriva como é o caso da questão, a profilaxia com ferro</p><p>elementar não deve ser feita apenas com 1 ano, mas sim aos 6</p><p>meses de vida.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Departamentos de Nutrologia e</p><p>Hematologia. Consenso sobre anemia ferropriva: mais que uma</p><p>doença, uma urgência médica!. Nº 2 / Junho / 2018 atualizado em</p><p>24.07.18</p><p>SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Departamentos de Nutrologia e</p><p>Hematologia. Consenso sobre anemia ferropriva. Aatualização:</p><p>Destaques 2021!. Nº 2 / Junho / 2018 atualizado em 26.08.21</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>081</p><p>[Habilidades]</p><p>Compreender o desenvolvimento infantil e seus marcos -</p><p>neuropsicomotor.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>109ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44271</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 208 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher, 52 anos, GIIIPIIIA0, com menopausa há 2 anos, refere história</p><p>familiar de tia materna com câncer de mama. Procurou UBS, com</p><p>queixa de fogachos à noite, alteração de humor e redução da libido.</p><p>Nega comorbidades. Expressou claramente desejo de realizar terapia</p><p>hormonal.</p><p>O médico deve prescrever</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>isoflavonas por via oral.</p><p>(alternativa B)</p><p>progestagênio isolado.</p><p>(alternativa C)</p><p>estradiol por via oral.</p><p>(alternativa D)</p><p>estriol por via vaginal.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>estrogênio e progesterona.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Ginecologia</p><p>Tema: Síndrome do Climatério</p><p>A terapia hormonal beneficia a mulher quando iniciada na janela de</p><p>oportunidade, ou seja, com menos de 60 anos e com menos de 10</p><p>anos pós-menopausa sem doença cardiovascular. A paciente em</p><p>questão está neste período, não apresenta história de câncer de</p><p>mama, apenas história familiar, portanto pode fazer uso de terapia</p><p>hormonal incluindo estrogênio. A progesterona deve ser incluída na</p><p>terapia para a proteção do endométrio.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>HORMONAL, BENEFÍCIOS DA TERAPÊUTICA. "Terapêutica hormonal:</p><p>benefícios, riscos e regimes terapêuticos." Femina 47.7 (2019): 443-</p><p>8.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 209 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>075</p><p>[IES]</p><p>FCM-PB</p><p>[Habilidades]</p><p>Paciente com história de Câncer de mama na família. Indicações</p><p>e contraindicações.</p><p>110ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54636</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um homem de 20 anos previamente saudável procura o médico por</p><p>causa de uma história de 6 meses de uma massa indolor na virilha</p><p>esquerda que vem aumentando gradualmente de tamanho. O exame</p><p>físico mostra uma massa inguinal esquerda oval e indolor de 3x3 cm e</p><p>uma tumefação escrotal esquerda indolor e móvel que aumenta de</p><p>tamanho com a tosse.</p><p>Qual das seguintes é a causa provável dos sintomas deste paciente?</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>Falha no fechamento do processo vaginal.</p><p>(alternativa B)</p><p>Enfraquecimento da fáscia transversal.</p><p>(alternativa C)</p><p>Reabsorção de líquidos reduzida na túnica vaginal.</p><p>(alternativa D)</p><p>Obstrução da veia espermática esquerda.</p><p>(alternativa E)</p><p>Alargamento do anel femoral.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f</p><p>Pgina 210 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: CAD</p><p>Tema: Hérnias da parede abdominal</p><p>O processo vaginal desce anteriormente ao testículo através do</p><p>gubernáculo durante o desenvolvimento embrionário. A falha desse</p><p>conduto em obliterar após a descida testicular para o escroto causa a</p><p>saída do peritônio parietal (e intestino) através do anel inguinal</p><p>profundo, canal inguinal e anel inguinal superficial, levando a uma</p><p>hérnia inguinal indireta. Essas hérnias estão localizadas fora do</p><p>triângulo de Hesselbach, lateralmente aos vasos epigástricos</p><p>inferiores, e podem se manifestar com hidrocele comunicante, como</p><p>visto neste paciente.</p><p>DISTRATORES:</p><p>A obstrução da veia espermática esquerda levaria a uma varicocele do</p><p>lado esquerdo. Embora uma varicocele também possa se manifestar</p><p>como um aumento indolor do escroto que aumenta de tamanho com</p><p>a posição em pé ou com a tosse, uma massa inguinal não seria</p><p>esperada.</p><p>O enfraquecimento da fáscia transversal pode levar a uma hérnia</p><p>inguinal direta. Embora as hérnias inguinais diretas também se</p><p>manifestem com uma massa inguinal, uma hidrocele não seria</p><p>esperada. Este tipo de hérnia está localizado dentro do triângulo de</p><p>Hesselbach, medial aos vasos epigástricos inferiores, e se projeta</p><p>apenas através do anel inguinal superficial (externo) sem</p><p>envolvimento do cordão espermático.</p><p>A redução da reabsorção de líquidos na túnica vaginal pode levar a</p><p>uma hidrocele não comunicante. Embora este paciente tenha</p><p>evidência clínica de hidrocele (tumefação flutuante indolor do escroto),</p><p>o aumento do edema ao tossir indica tratar-se de hidrocele</p><p>comunicante, o que implica um mecanismo diferente.</p><p>O alargamento do anel femoral é o mecanismo subjacente às hérnias</p><p>femorais. Embora as hérnias femorais se manifestem com massa</p><p>inguinal, a massa seria inferior ao ligamento inguinal, e não causaria</p><p>hidrocele. Além disso, as hérnias femorais se desenvolvem mais</p><p>comumente em mulheres mais velhas (∼ 40-70 anos de idade).</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Hérnia inguinal em adulto. Última atualização em</p><p>29 de junho de 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 211 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>024</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diferenciar/tratar hérnias da parede abdominal.</p><p>111ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 45060</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente nuligesta, 29 anos, em situação de rua há 2 anos, usuária de</p><p>crack, de forma diária, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS),</p><p>solicitando encaminhamento para a realização de laquedura tubária.</p><p>Refere ter vários parceiros, não fazer uso regular de camisinha nem</p><p>de contraceptivo. Não deseja ter filhos, e, por esta razão, gostaria de</p><p>ser submetida a método definitivo.</p><p>Segundo a legislação vigente, qual é a conduta que o profissional de</p><p>saúde deve tomar?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>A decisão para a contracepção cirúrgica depende da via de acesso.</p><p>(alternativa B)</p><p>Não realizar o procedimento, já que ela tem menos de 30 anos de</p><p>idade.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Realizar o procedimento, após 60 dias da manifestação formal da</p><p>paciente.</p><p>(alternativa D)</p><p>Realizar o procedimento imediatamente, já que é um direito de todas</p><p>mulheres.</p><p>(alternativa E)</p><p>Não realizar o procedimento, já que ela não tem filhos.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 212 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Bioética</p><p>Subárea: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Tema: Exercício profissional</p><p>A contracepção cirúrgica no Brasil deve seguir os requisitos expostos</p><p>na Lei 9.263/96.</p><p>Neste caso, a paciente tem 29 anos e preenche o critério de idade</p><p>mínima (25 anos). Apesar de não ter filhos, deve ser observado o</p><p>prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade de ser</p><p>submetida a método contraceptivo definitivo e o ato cirúrgico. Durante</p><p>esse período será propiciado à pessoa interessada acesso a serviço de</p><p>regulação da fecundidade, incluindo aconselhamento por equipe</p><p>multidisciplinar e multiprofissional, visando desencorajar a</p><p>esterilização precoce. A manifestação da vontade também não</p><p>deverá ser considerada em pacientes com alterações na capacidade</p><p>de discernimento por influência de álcool e drogas.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Lei 9263/96 e CEM 2018.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Bioética</p><p>[Encomenda]</p><p>002</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Respeitar princípios legais do exercício profissional.</p><p>112ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44535</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 213 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Um menino de 4 anos é levado ao ambulatório devido a uma história</p><p>de fadiga generalizada e hematomas espontâneos há 3 semanas.</p><p>Durante a semana passada, ele também teve febre e fortes dores</p><p>nas pernas que o acordam à noite. Sua temperatura é de 38,3 °C, o</p><p>pulso é de 120/min e a respiração é de 30/min. O exame mostra</p><p>linfadenopatia cervical e axilar. O abdome é macio e indolor; o fígado é</p><p>palpado 3 cm abaixo do rebordo costal direito e o baço é palpado 2</p><p>cm abaixo do rebordo costal esquerdo. Estudos laboratoriais</p><p>mostram: Hemoglobina 9,1 g/dL, normocítica e normocrômica.</p><p>Contagem de leucócitos: 63.000/mm3</p><p>Contagem de plaquetas: 27.000/mm3</p><p>Um aspirado de medula óssea mostra predominantemente células</p><p>imaturas com coloração positiva para CD10, CD19 e desoxinucleotidil</p><p>transferase terminal (TdT).</p><p>Assinale a alternativa que apresenta diagnóstico correto.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Linfoma de Hodgkin.</p><p>(alternativa B)</p><p>Reação leucemoide.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Leucemia linfoblástica aguda.</p><p>(alternativa D)</p><p>Leucemia de células pilosas.</p><p>(alternativa E)</p><p>Leucemia mieloide aguda.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Hemolinfopoiético</p><p>Tema: Leucemia Linfoblástica Aguda</p><p>As células malignas na condição deste paciente também</p><p>frequentemente contêm grânulos positivos de ácido periódico-Schiff.</p><p>A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é a doença maligna mais</p><p>frequente em crianças e tem um pico de incidência entre as idades de</p><p>2-5 anos. Manifesta-se com dor óssea, fadiga, febre,</p><p>hepatoesplenomegalia (em aprox. 60% dos casos) e linfadenopatia.</p><p>Características de insuficiência da medula óssea (por exemplo,</p><p>anemia, trombocitopenia) também são frequentemente observadas.</p><p>A contagem de leucócitos pode estar elevada, normal ou baixa em</p><p>pacientes com LLA e não é um marcador diagnóstico confiável. A</p><p>maioria das formas de LLA surge de precursores de células B e,</p><p>portanto, mostra um imunofenótipo CD19+ e CD10+, bem como</p><p>células que são positivas para desoxinucleotidil transferase terminal</p><p>(TdT) em uma biópsia de medula óssea.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 214 de 230</p><p>DISTRATORES:</p><p>As reações leucemoides são caracterizadas por leucocitose profunda,</p><p>mas o exame do aspirado de medula óssea normalmente mostra um</p><p>aumento proporcional em todos os elementos da linhagem mieloide</p><p>(células CD13+, CD33+) em oposição à predominância de células B</p><p>imaturas (CD19+, CD10+) observadas na medula óssea do paciente.</p><p>Trombocitopenia e diátese hemorrágica podem ocorrer como uma</p><p>complicação do distúrbio subjacente (por exemplo, sepse e</p><p>coagulação intravascular disseminada devido a infecção), mas não são</p><p>causadas principalmente por uma reação leucemoide.</p><p>O linfoma de Hodgkin pode se manifestar com sintomas</p><p>constitucionais (por exemplo, fadiga, febre), linfadenopatia,</p><p>hepatoesplenomegalia e leucocitose. Trombocitopenia (devido à</p><p>esplenomegalia) e anemia da doença crônica também podem ser</p><p>observadas, mas a infiltração da medula óssea e a dor óssea não são</p><p>típicas. Além disso, essa condição tem distribuição bimodal, com pico</p><p>de incidência no início da idade adulta e 60 anos de idade; é</p><p>extremamente raro em pacientes < 5 anos de idade. Finalmente, as</p><p>células malignas no linfoma de Hodgkin (células de Reed-Sternberg)</p><p>seriam CD15+ e CD30+.</p><p>A leucemia de células pilosas pode resultar em esplenomegalia e</p><p>características de insuficiência da medula óssea (por exemplo,</p><p>anemia, trombocitopenia), mas a leucemia de células pilosas tem um</p><p>curso crônico, é mais comum em adultos de meia-idade e a</p><p>linfadenopatia é um achado raro na leucemia de células pilosas. Além</p><p>disso, essa condição geralmente se manifesta com leucopenia em vez</p><p>de leucocitose e geralmente resulta em uma punção seca da medula</p><p>óssea. Embora as células blásticas CD19+ possam ser vistas (uma</p><p>vez que as células blásticas na leucemia de células pilosas são da</p><p>linhagem de células B), os marcadores CD10 e TdT não seriam</p><p>esperados. Em vez disso, as células seriam positivas para fosfatase</p><p>ácida resistente ao tartarato e teriam marcadores de células B mais</p><p>maduras (isto é, CD20 e CD25), bem como certos marcadores</p><p>especiais (por exemplo, CD11c, CD103, CD153).</p><p>A leucemia mieloide aguda (LMA) pode se manifestar com leucocitose,</p><p>características de insuficiência da medula óssea (por exemplo,</p><p>anemia, trombocitopenia) e, ocasionalmente, hepatoesplenomegalia</p><p>(em aproximadamente 10% dos casos). No entanto, a LMA</p><p>geralmente ocorre em adultos e a linfadenopatia geralmente está</p><p>ausente. Além disso, uma biópsia de medula óssea mostraria células</p><p>blásticas que são positivas para mieloperoxidase e têm marcadores</p><p>de superfície de linhagem mieloide (por exemplo, CD13, CD33, CD34,</p><p>CD117), em vez de células que são TdT+, CD10+ e CD19+.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>PEDIATRIA, Sociedade Brasileira D. Tratado de Pediatria, Volume 2.</p><p>[Pags. 1540-1541]: Editora Manole, 2017. E-book. 9788520455876.</p><p>Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520455876/.</p><p>Acesso em: 16 ago 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 215 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>094</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar doenças relacionadas a oncologia em crianças.</p><p>113ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54474</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um homem de 37 anos procura o médico por causa de uma história</p><p>de 1 mês de sensação de queimação no peito. A sensação é mais</p><p>proeminente quando ele está deitado na cama e também está</p><p>presente depois de comer refeições pesadas. Ele também afirma que</p><p>seu hálito tem um odor desagradável pela manhã. Ele não perdeu</p><p>peso durante este período. Ele tem hipotireoidismo. Ele bebe 2-3</p><p>cervejas nos fins de semana; não fuma cigarros nem usa drogas</p><p>ilícitas. Seus medicamentos incluem levotiroxina e um multivitamínico</p><p>de venda livre. Seu IMC é de 27 kg/m2. Os sinais vitais estão dentro</p><p>dos limites normais. O exame físico não mostra anormalidades. Os</p><p>resultados de um hemograma completo estão dentro dos intervalos</p><p>de referência.</p><p>Qual é o próximo passo mais apropriado na condução do caso</p><p>exposto?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Terapia com bloqueador do receptor H2.</p><p>(alternativa B)</p><p>Teste respiratório da ureia.</p><p>(alternativa C)</p><p>Esofagogastroduodenoscopia.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Terapia com inibidor da bomba de prótons.</p><p>(alternativa E)</p><p>Teste de deglutição de bário.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Gastroenterologia</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 216 de 230</p><p>Tema: Doença do refluxo gastroesofágico</p><p>A terapia empírica com inibidores da bomba de prótons (IBPs) é o</p><p>passo inicial mais apropriado no manejo da DRGE de início recente</p><p>sem sintomas de alarme (por exemplo, disfagia, odinofagia, anemia,</p><p>sangramento GI, perda de peso não intencional, vômitos persistentes,</p><p>pneumonia aspirativa) e pouco ou nenhum fator de risco para o</p><p>esôfago de Barrett. De todos os medicamentos usados ​​para tratar a</p><p>DRGE, os IBPs estão associados à maior redução nos sintomas e nas</p><p>taxas de recaída. Além de um teste de IBPs por 8 semanas, certas</p><p>modificações no estilo de vida (por exemplo, parar de fumar, perder</p><p>peso, elevar a cabeceira da cama durante o sono, evitar refeições</p><p>noturnas) devem ser recomendadas.</p><p>Os antagonistas dos receptores H2 (H2RAs) são o tratamento de</p><p>segunda linha para pacientes com DRGE porque são menos eficazes</p><p>do que os medicamentos de primeira linha no alívio sintomático,</p><p>reduzindo as taxas de recidiva e promovendo a cicatrização de lesões</p><p>erosivas do esôfago. Os H2RAs também têm uma duração de ação</p><p>mais curta (cerca de 12 horas) do que os medicamentos de primeira</p><p>linha. A administração de H2RAs na hora de dormir pode ser</p><p>considerada como terapia adjuvante para pacientes com sintomas</p><p>refratários à terapia de primeira linha. No entanto, este paciente ainda</p><p>não recebeu a terapia de primeira linha e, portanto, não deve receber</p><p>um H2RA.</p><p>A deglutição de bário é o teste confirmatório para divertículos</p><p>esofágicos (por exemplo, divertículo de Zenker), que pode se</p><p>manifestar com halitose e desconforto retroesternal, mimetizando</p><p>DRGE. Entretanto, o divertículo de Zenker é mais comum em homens</p><p>> 60 anos; além disso, sintomas adicionais, como disfagia e</p><p>regurgitação de alimentos não digeridos, também são esperados em</p><p>pacientes com divertículo esofágico.</p><p>Estudos têm demonstrado que a deglutição de bário tem sensibilidade</p><p>muito baixa (aprox. 25%) para o diagnóstico de refluxo</p><p>gastroesofágico e, portanto, não deve ser utilizada para o diagnóstico</p><p>de DRGE quando o paciente apresenta sintomas típicos de DRGE não</p><p>complicada na ausência de disfagia.</p><p>A triagem para infecção por H. pylori por meio do teste respiratório</p><p>com ureia não é indicada em pacientes com DRGE isolada porque a</p><p>prevalência de infecção por H. pylori entre pacientes com DRGE não é</p><p>maior do que na população geral. De fato, a prevalência de H. pylori é</p><p>realmente menor em pacientes com DRGE complicada ou grave. A</p><p>triagem para infecção por H. pylori é indicada apenas em pacientes</p><p>com úlcera péptica ativa (PUD), história pregressa de PUD, gastrite</p><p>atrófica e/ou linfomas MALT gástricos.</p><p>O exame endoscópico do esôfago para triagem de adenocarcinoma é</p><p>reservado para pacientes com DRGE e sintomas de alarme (por</p><p>exemplo, disfagia, odinofagia, anemia, sangramento GI, perda de</p><p>peso não intencional). Também é indicado para triagem de esôfago de</p><p>Barrett em homens com sintomas de DRGE crônicos (> 5 anos) e/ou</p><p>frequentes (ocorrendo pelo menos semanalmente) e ≥ 2 dos</p><p>seguintes fatores de risco: idade > 50 anos, etnia branca, obesidade,</p><p>ou história pregressa de tabagismo, história familiar de esôfago de</p><p>Barrett ou adenocarcinoma de esôfago. Este paciente não atende aos</p><p>critérios para endoscopia neste momento.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 217 de 230</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Doença do refluxo gastroesofágico. Última</p><p>atualização: 20 Abr 2021.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar refluxo gastroesofágico.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>114ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54439</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente, 34 anos de idade, procura atendimento médico por</p><p>apresentar fraqueza, insônia, perda de peso, sudorese, além de Bócio</p><p>e Oftalmopatia. Nos exames sorológicos, foi detectada maior</p><p>prevalência de anticorpos tipo anti-TSH-R. A investigação por</p><p>diagnóstico por imagem na região do pescoço não mostrou nenhum</p><p>tipo de nódulo com possibilidade maligna.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a doença tiroidiana autoimune</p><p>(DAIT) mais provável para o caso.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Neoplasia tiroidiana.</p><p>(alternativa B)</p><p>Hipersensibilidade tipo II.</p><p>(alternativa C)</p><p>Doença de Hashimoto.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Doença de Graves.</p><p>(alternativa E)</p><p>Mimetismo molecular.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 218 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Endocrinologia</p><p>Tema: Doenças Tireoidianas</p><p>A medida de anticorpos anti-TPO é o exame mais comum das DAITs;</p><p>esses anticorpos podem ser detectados na doença de Graves ou na</p><p>tireoidite de Hashimoto.</p><p>Os pacientes que sofrem de DAITs só podem ter um resultado positivo</p><p>de exame de anticorpos. Por exemplo, 6% dos pacientes com</p><p>tireoidite de Hashimoto têm positividade anti-TG isolada, portanto, a</p><p>medição de todos os 3 autoanticorpos é recomendada. O anti-TSH-R</p><p>é o que apresenta maior prevalência na doença de Graves não</p><p>tratada.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>SGARBI, José Augusto; MACIEL, Rui. Patogênese das doenças</p><p>tiroidianas autoimunes. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia &</p><p>Metabologia, v. 53, n. 1, p. 5-14, 2009.</p><p>P Bliddal S, Nielsen CH, Feldt-Rasmussen U. Recent advances in</p><p>understanding autoimmune thyroid disease: the tallest tree in the</p><p>forest of polyautoimmunity. F1000Res. 2017; 6:1776</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>012</p><p>[IES]</p><p>UNISL-PVH</p><p>[Habilidades]</p><p>Correlacionar a clínica com as alterações hormonais</p><p>encontradas/mecanismos de retroalimentação.</p><p>115ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 51224</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 219 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Observe a tabela obtida pelo boletim de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção</p><p>para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel, 2019) e analise as</p><p>assertivas seguintes.</p><p>I. Indivíduos mais jovens se alimentam com menor quantidade de frutas e</p><p>hortaliças, tendência que se inverte conforme o aumento da faixa etária.</p><p>II. Indivíduos com menor grau de escolaridade se alimentam com menor</p><p>quantidade de frutas e hortaliças, tendência que se inverte conforme o aumento</p><p>da escolaridade.</p><p>III. Mulheres se alimentam com maior quantidade de frutas e hortaliças do que</p><p>homens, isto sendo observado em todas as faixas etárias e graus de</p><p>escolaridade.</p><p>Em relação à tabela e às assertivas propostas, é correto o que se afirma em</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 220 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>I e III, apenas.</p><p>(alternativa B)</p><p>I e II, apenas.</p><p>(alternativa C)</p><p>II, apenas.</p><p>(alternativa D)</p><p>I, II e III, apenas.</p><p>(alternativa E)</p><p>II e III, apenas.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 221 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Epidemiologia</p><p>Tema: Vigilância em Saúde</p><p>Das afirmações propostas, apenas a segunda (II) está incorreta, pois não se</p><p>observa aumento do consumo de frutas e hortaliças nos indivíduos entre 0 e 8</p><p>anos de escolaridade (30% IC: 29,2-32,4) e 9 a 11 anos de escolaridade (29,9%</p><p>IC: 28,6-31,3).</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>MARTINS, A.D.Á.B. et al. Epidemiologia. Grupo A, 2018.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>102</p><p>[IES]</p><p>ITPAC CZS</p><p>[Habilidades]</p><p>Analisar os aspectos epidemiológicos das doenças não transmissíveis -</p><p>Dados da última PNAD ou VIGITEL.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 222 de 230</p><p>116ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54190</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Gestante, 32 semanas, procura emergência com queixas de perda de</p><p>líquido por via vaginal e febre. Ao exame clínico: corada, hidratada,</p><p>T.ax. de 38,4 ºC, ausência de contrações, exame especular evidencia</p><p>saída de líquido amniniótico claro. Ao toque vaginal: colo uterino com</p><p>80% de apagamento, dilatação de 2 cm e apresentação cefálica. Os</p><p>batimentos cardíacos fetais estão em 172 bpm e a pressão arterial é</p><p>de 110 x 70 mmHg. O hemograma, realizado em caráter de</p><p>urgência, mostra leucocitose com desvio à esquerda.</p><p>Indique a melhor conduta para este caso.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Internação para tocólise e corticoterapia.</p><p>(alternativa B)</p><p>Antibiótico e corticoterapia por 48 horas.</p><p>(alternativa C)</p><p>Ultrassonografia para confirmar a rotura das membranas.</p><p>(alternativa D)</p><p>Interrupção imediata através de cesariana.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Antibiótico de largo espectro e indução do parto.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia</p><p>Tema: Rotura Prematura das Membranas</p><p>O quadro clínico é compatível com Rotura Prematura das Membranas</p><p>Ovulares (RPMO), com sintomatologia típica e confirmação pelo</p><p>exame especular. A anamnese e o exme especular são suficientes</p><p>para diagnosticar 75% dos casos de RPMO. Neste caso, a gestante</p><p>apresenta febre, taquicardia fetal e leucograma com sinais de</p><p>infecção. Estes achados confirmam quadro de Corioamnionite. A</p><p>conduta mais adequada é iniciar esquema de antibióticos que possam</p><p>fazer cobertura contra os principais microrganismos da flora vaginal e</p><p>induzir o parto imediatamente. A conduta não leva em consideração a</p><p>idade gestacional (prematuridade), pois a manutenção da gravidez</p><p>compromete o resultado gestacional (morbidade e mortalidade).</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Cunningham, F.G., Leveno, K.J., Bloom, S.;JL. Williams Obstetrics. 26th</p><p>Ed. Mc Graw Hill. New York, 2022.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 223 de 230</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>070</p><p>[IES]</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>[Habilidades]</p><p>Gestação de risco habitual, perda de líquido com 32 semanas.</p><p>Etapas subsequentes para o diagnóstico.</p><p>117ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 49005</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Homem de 55 anos, fumante, apresenta dispneia significativa na</p><p>entrada do pronto atendimento. Após o exame físico cardiovascular, o</p><p>médico suspeita de valvopatia, sendo feito o pedido de exame para a</p><p>comprovação do diagnóstico clínico.</p><p>Qual é a propedêutica para o diagnóstico e a definição da gravidade</p><p>anatômica no caso?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Eletrocardiograma e radiografia de tórax.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Ecocardiograma transtorácico.</p><p>(alternativa C)</p><p>Angiotomografia cardíaca e eletrocardiograma.</p><p>(alternativa D)</p><p>Ecocardiograma transesofágico.</p><p>(alternativa E)</p><p>Ressonância magnética cardíaca.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 224 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Médica</p><p>Subárea: Cardiologia</p><p>Tema: Valvopatias</p><p>Os pacientes com IM deverão ter definida a etiologia da valvopatia,</p><p>uma vez que o seguimento clínico e a programação terapêutica</p><p>(momento e tipo de intervenção), quando indicada, poderão ser</p><p>diferentes conforme a causa da IM. Apesar dos avanços nos métodos</p><p>diagnósticos, o ecocardiograma transtorácico ainda é o primeiro e</p><p>principal exame indicado para diagnóstico, quantificação anatômica e</p><p>para a avaliação etiológica de pacientes com IM.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Tarasoutchi F, Montera MW, Ramos AIO, Sampaio RO, Rosa VEE,</p><p>Accorsi TAD, Lopes ASSA, Fernandes JRC, Pires LJT, Spina GS, Vieira</p><p>MLC, Lavitola PL, Bignoto TC, Togna DJD, Mesquita ET, Esteves WAM,</p><p>Atik FA, Colafranceschi AS, Moisés VA, Kiyose AT, Pomerantzeff PMA,</p><p>Lemos Neto PA, Brito Júnior FS, Weksler C, Brandão CMA, Poffo R,</p><p>Simões R, Rassi S, Leães PE, Rocha RM, Pena JLB, Jatene FB, Barbosa</p><p>MM, Souza Neto JD, Saraiva JFK. Atualização das Diretrizes Brasileiras</p><p>de Valvopatias: Abordagem das Lesões Anatomicamente Importantes.</p><p>Arq Bras Cardiol. 2017;109(6 suppl 2):1-34. Portuguese. doi:</p><p>10.5935/abc.20180007. Erratum in: Arq Bras Cardiol. 2018</p><p>May;110(5):497. PMID: 29513780.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Clínica Médica</p><p>[Encomenda]</p><p>042</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar valvulopatias.</p><p>118ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44303</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 225 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Recém-nascido a termo internado no alojamento conjunto vai realizar</p><p>Teste do Coraçãozinho para rastreio de cardiopatias congênitas</p><p>críticas. O residente orienta o acadêmico sobre a forma de realizar</p><p>este teste.</p><p>Em relação ao teste citado, marque a alternativa correta.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Realizar o Teste do Coraçãozinho</p><p>nas primeiras 12 horas de vida,</p><p>antes de o bebê receber alta da maternidade.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Solicitar ecocardiograma se o paciente apresentar diferença maior ou</p><p>igual a 4% entre os membros em medidas consecutivas.</p><p>(alternativa C)</p><p>Utilizar o membro superior esquerdo e o membro inferior esquerdo</p><p>para realizar a aferição da saturimetria.</p><p>(alternativa D)</p><p>Afastar o diagnóstico de coarctação de aorta caso o resultado do</p><p>Teste do Coraçãozinho não apresente alerações.</p><p>(alternativa E)</p><p>Considerar teste alterado na presença de saturação de oxigênio de</p><p>96% em medidas consecutivas com intervalo de uma hora.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Neonatologia</p><p>Tema: Cardiopatia congênita</p><p>O Teste do Coraçãozinho deve ser feito entre 24 a 48 horas de vida,</p><p>antes da alta da maternidade.</p><p>Devem ser utilizados o membro superior direito e um dos dois</p><p>membros inferiores.</p><p>Valores de saturação periférica abaixo de 94% são considerados</p><p>alterados.</p><p>O resultado pode ser falso negativo em pacientes com coarctação de</p><p>aorta.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>DEPARTAMENTOS DE CARDIOLOGIA E NEONATOLOGIA DA SOCIEDADE</p><p>BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Diagnóstico precoce de cardiopatia</p><p>congênita crítica: oximetria de pulso como ferramenta de</p><p>triagem neonatal. [S. l.: s. n.], 07/11/2011. Disponível em:</p><p>www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/2015/02/diagnostico-precoce-</p><p>oximetria.pdf. Acesso em: 11 de agosto de 2022.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 226 de 230</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>086</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnóstico precoce das cardiopatias congênitas cianóticas.</p><p>119ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44215</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Gestante, 18 anos, GIP0A0, idade gestacional de 10 semanas e 2</p><p>dias, procura atendimento médico devido a quadro de náuseas,</p><p>vômitos e hiporexia, que se mantém há 2 semanas. No primeiro</p><p>atendimento, foi orientada quanto ao uso da medicação meclizina e</p><p>maneiras mais adequadas de se alimentar, sem melhora. No</p><p>momento, refere vômitos frequentes, astenia, mal-estar, hiporexia e</p><p>perda de peso de 8 kg desde o início da gestação. Ao exame: corada,</p><p>desidratada 2+/4+, eupneica, PA 90/60 mmHg, peso 51 kg (perda 8</p><p>kg), IMC 19 kg/m2, FC: 98 bpm, Sat O2 97%. Sobre o caso, são feitas</p><p>as seguintes afirmativas:</p><p>I. A droga anti-histamínica, como a opção prescrita no primeiro</p><p>atendimento, é uma boa indicação no atendimento ambulatorial inicial</p><p>de casos leves.</p><p>II. A paciente deve ser encaminhada para internação hospitalar e</p><p>prescrição de medicação intravenosa.</p><p>III. Durante a internação hospitalar, a paciente necessita de</p><p>investigação de distúrbios hidroeletrolíticos e deve-se manter a</p><p>mesma medicação já usada até resultados de exames.</p><p>IV. A paciente deve ter a dieta via oral suspensa, e a opção de</p><p>hidratação e metoclopramida venosos, associada à correção de</p><p>eletrólitos, faz-se necessário no momento.</p><p>É correto o que se afirma apenas em</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 227 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>I, II e III.</p><p>(alternativa B)</p><p>II e IV.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>I, II e IV.</p><p>(alternativa D)</p><p>III e IV.</p><p>(alternativa E)</p><p>II, III e IV.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia. Assistência Pré-natal</p><p>Tema: Náuseas e vômitos da gravidez</p><p>As drogas anti-histamínicas, como dimenidrato e meclizina, estão</p><p>liberadas para uso na gestação, com ação antiemética bem</p><p>estabelecida, algumas delas com mais efeitos colaterais de sonolência</p><p>e boca seca. Podem ser usadas com segurança. Nos casos de êmese</p><p>que evoluem com perda de peso superior a 5% do peso anterior,</p><p>desidratação, vômitos incoercíveis e distúrbios hidroeletrolíticos, tem-</p><p>se o diagnóstico de hiperêmese gravídica. Nestes casos, torna-se</p><p>mandatória a internação hospitalar com medicação e hidratação</p><p>intravenosos e suspensão da dieta por 24 horas, associados à</p><p>correção hidroeletrolítica.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>CUNNINGHAM, F G. Obstetrícia de Williams. [Pag.1045]: Grupo A,</p><p>2021. E-book. 9786558040064. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040064/.</p><p>Acesso em: 06 set. 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>062</p><p>[IES]</p><p>UNIFIPMOC</p><p>[Habilidades]</p><p>Episódios recorrentes de vômitos na gestação. Qual indicação de</p><p>internação para reposição hidroeletrolítica.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 228 de 230</p><p>120ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54183</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Recém-nascido a termo, sexo feminino, apresentou linfedema no</p><p>dorso dos pés e das mãos desde o nascimento e ausência de pulsos</p><p>nos membros inferiores. Ecocardiograma: coarctação da aorta. Não</p><p>foram identificadas outras anomalias, nem desproporções corporais.</p><p>Dados antropométricos: peso: 2.900 g (Z score 0), comprimento: 44</p><p>cm (Z score –3) e PC: 33 cm (Z score 0).</p><p>Considerando os achados acima, o diagnóstico é</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>síndrome de Noonan.</p><p>(alternativa B)</p><p>síndrome de Prader-Willi.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>síndrome de Tunner.</p><p>(alternativa D)</p><p>trissomia do 21.</p><p>(alternativa E)</p><p>trissomia do 13.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Genética</p><p>Tema: Síndrome de Turner</p><p>O quadro de baixa estatura proporcionada, de início pré-natal, no sexo</p><p>feminino, associado à linfedema e à coarctação da aorta, é</p><p>fortemente sugestivo da síndrome de Turner. A coarctação da aorta é</p><p>a cardiopatia mais encontrada nesta síndrome. As demais doenças,</p><p>embora sejam síndromes em que a baixa estatura pode ocorrer, não</p><p>apresentam linfedema e são condições nas quais são encontradas</p><p>outras anomalias associadas a desproporções corporais que permitem</p><p>suspeitar dos diferentes diagnósticos.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, 5ª edição,</p><p>Barueri, SP: Manole, 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 229 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>082</p><p>[IES]</p><p>ITPAC PALMAS</p><p>[Habilidades]</p><p>Interpretar as principais alterações do desenvolvimento sexual.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 230 de 230</p><p>D)</p><p>Solicitar exames laboratoriais: hemograma, PCR e eletrólitos.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Não solicitar exames complementares.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Neurologia</p><p>Tema: Convulsão Febril</p><p>Trata-se de um caso clássico de convulsão febril simples benigna da</p><p>infância. Para esse diagnóstico, não há indicação de dosagem de</p><p>eletrólitos, punção liquórica, tomografia de crânio nem</p><p>eletroencefalograma. Caso a criança apresentasse febre sem sinais</p><p>localizatórios poder-se-ia aplicar o protocolo, e, em alguns casos,</p><p>solicitar sumário de urina e/ou hemograma. Porém, essa criança tem</p><p>um foco para a febre que é uma infecção de via aérea superior,</p><p>portanto ela não se beneficia de nenhum exame complementar.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria. 5ª Edição,</p><p>2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 23 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>007</p><p>[IES]</p><p>FASA VIC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar as crises convulsivas em crianças.</p><p>15ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 48046</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Puérpera, 17 anos, trouxe recém-nascido com 5 dias de vida à</p><p>primeira consulta na Unidade Básica de Saúde (UBS). A mãe refere</p><p>dor à amamentação e diz que pensa em oferecer fórmula artificial,</p><p>pois a criança “suga muito forte” e a está machucando. Ao exame</p><p>das mamas: pequenas fissuras em ambos os mamilos. A mama</p><p>esquerda apresenta edema, hiperemia, aumento de calor local e</p><p>endurecimento no quadrante inferior externo. Não há sinal de</p><p>flutuação.</p><p>A conduta adequada neste momento é</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>manter aleitamento materno e prescrever antibiótico.</p><p>(alternativa B)</p><p>realizar drenagem da área afetada.</p><p>(alternativa C)</p><p>orientar pega e posição adequadas durante a amamentação.</p><p>(alternativa D)</p><p>suspender o aleitamento até a cicatrização das fissuras.</p><p>(alternativa E)</p><p>complementar a amamentação com leite artificial.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 24 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia</p><p>Tema: Mastite</p><p>A estase do leite é o evento inicial da mastite, e o aumento da</p><p>pressão intraductal causado por ela leva ao achatamento das células</p><p>alveolares e à formação de espaços entre as células. Por esse espaço,</p><p>passam alguns componentes do plasma para o leite e deste para o</p><p>tecido intersticial da mama, causando uma resposta inflamatória.</p><p>O tratamento da mastite deve ser instituído o mais precocemente</p><p>possível, pois, sem o tratamento adequado e em tempo oportuno, a</p><p>mastite pode evoluir para abscesso mamário, uma complicação</p><p>grave.</p><p>O tratamento inclui os seguintes componentes:</p><p>Esvaziamento adequado da mama: este é o componente</p><p>mais importante do tratamento da estase inicial.</p><p>Preferencialmente, a mama deve ser esvaziada pelo próprio</p><p>lactente, pois, apesar da presença de bactérias no leite</p><p>materno, quando há mastite, a manutenção da</p><p>amamentação está indicada por não oferecer riscos ao</p><p>recém-nascido a termo sadio. A retirada manual do leite</p><p>após as mamadas pode ser necessária se não houver</p><p>esvaziamento adequado.</p><p>Antibioticoterapia: indicada quando houver sintomas graves</p><p>desde o início do quadro, fissura mamilar e ausência de</p><p>melhora dos sintomas após 12–24 horas da remoção efetiva</p><p>do leite acumulado.</p><p>Se não houver regressão dos sintomas após 48 horas do início da</p><p>antiobioticoterapia, deve ser considerada a possibilidade de abscesso</p><p>mamário e de encaminhamento para unidade de referência, para</p><p>eventual avaliação diagnóstica especializada e revisão da</p><p>antibioticoterapia.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Cunningham, F.G., Leveno, K.J., Bloom, S.;JL. Williams Obstetrics. 26th</p><p>Ed. Mc Graw Hill. New York, 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 25 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>063</p><p>[IES]</p><p>FESAR</p><p>[Habilidades]</p><p>Mastite localizada e parenquimatosa sem abcesso. Conduta na</p><p>lactação/Indicação de suspensão da lactação.</p><p>16ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54541</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Considerando que a saúde no Brasil foi diretamente influenciada por</p><p>acontecimentos históricos e econômicos de cada época, analise as</p><p>afirmativas a seguir.</p><p>I. Até a década de 1930, a saúde pública, embora funcionasse</p><p>principalmente na forma de campanhas e com o apoio da polícia</p><p>sanitária, motivada por interesses econômicos, foi marcada por</p><p>avanços, como a criação de diversos centros de saúde e uma rede de</p><p>laboratórios públicos voltados para a pesquisa.</p><p>II. A Lei Eloy Chaves, considerada o embrião da Previdência Social no</p><p>Brasil, criou as Caixas de Aposentadoria e Pensão (CAP), que</p><p>garantiam aos trabalhadores afiliados pensões, aposentadorias,</p><p>serviços médicos e funerários.</p><p>III. Até 1988, o direito à saúde permanecia como um privilégio para os</p><p>ricos e os trabalhadores que tinham a carteira de trabalho assinada,</p><p>pois somente assim era possível ter acesso aos serviços de saúde</p><p>oferecidos por alguns IAP.</p><p>IV. Com a promulgação da Constituição Federal, em 1988, as ações</p><p>de saúde foram unificadas, e os serviços preventivos, curativos e de</p><p>reabilitação passaram a ser responsabilidade do Ministério da Saúde,</p><p>não sendo mais divididos com a Previdência Social.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 26 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>III e IV.</p><p>(alternativa B)</p><p>I, III e IV.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>I, II, III e IV.</p><p>(alternativa D)</p><p>I, II e IV.</p><p>(alternativa E)</p><p>II e III.</p><p>Grau de dificuldade: Fácil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Políticas de Saúde</p><p>Tema: História das políticas de saúde no Brasil: antes e depois da</p><p>criação do SUS</p><p>Considerando que a saúde no Brasil foi diretamente influenciada por</p><p>acontecimentos históricos e econômicos de cada época, as</p><p>afirmativas abaixo estão todas corretas:</p><p>I. Até a década de 1930, a saúde pública, embora funcionasse</p><p>principalmente na forma de campanhas e com o apoio da polícia</p><p>sanitária, motivada por interesses econômicos, foi marcada por</p><p>avanços, como a criação de diversos centros de saúde e uma rede de</p><p>laboratórios públicos voltados para a pesquisa.</p><p>II. A Lei Eloy Chaves, considerada o embrião da Previdência Social no</p><p>Brasil, criou as Caixas de Aposentadoria e Pensão (CAP), que</p><p>garantiam aos trabalhadores afiliados pensões, aposentadorias,</p><p>serviços médicos e funerários.</p><p>III. Até 1988, o direito à saúde permanecia como um privilégio para os</p><p>ricos e os trabalhadores que tinham a carteira de trabalho assinada,</p><p>pois somente assim era possível ter acesso aos serviços de saúde</p><p>oferecidos por alguns IAP.</p><p>IV. Com a promulgação da Constituição Federal, em 1988, as ações</p><p>de saúde foram unificadas, e os serviços preventivos, curativos e de</p><p>reabilitação passaram a ser responsabilidade do Ministério da Saúde,</p><p>não sendo mais divididos com a Previdência Social.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>SOLHA, Raphaela Karla de Toledo. Saúde coletiva para iniciantes.</p><p>Políticas e práticas profissionais. 2 ed. Erica/Saraiva. Cap. 3. E-book</p><p>disponível em Minha biblioteca.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 27 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>117</p><p>[IES]</p><p>UNINOVAFAPI</p><p>[Habilidades]</p><p>História das políticas de saúde no Brasil: antes e depois da</p><p>criação do SUS.</p><p>17ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54250</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Escolar, 8 anos, feminino, vem ao serviço de pediatria da Unidade</p><p>Básica de Saúde (UBS) com história de cansaço aos esforços,</p><p>acompanhado de adinamia, mal estar, dificuldade em acompanhar as</p><p>brincadeiras com os colegas e palpitação. Há história prévia de um</p><p>episódio de faringite, que foi tratada com sintomáticos</p><p>e chás há 3</p><p>semanas.</p><p>Ao exame: paciente febril, 38 ºC, hipocorado, estado geral regular,</p><p>acianótico, sem edemas em membros inferiores. Ausculta pulmonar</p><p>sem alterações. Bulhas taquicárdicas em 2 tempos, presença de</p><p>sopro holossistólico, 3/6, mais audível na ponta do ventrículo esquerdo</p><p>com irradiação para a axila esquerda.</p><p>Sobre a principal hipótese diagnóstica, pode-se afirmar que</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>a complicação neurológica pode ocorrer como apresentação precoce</p><p>em 50% dos casos, deixando sequelas permanentes.</p><p>(alternativa B)</p><p>a profilaxia secundária poderá ser realizada com Penicilina Procaína a</p><p>cada 21 dias, por via intramuscular.</p><p>(alternativa C)</p><p>a cultura da orofaringe positiva para Streptococus B hemolítico é um</p><p>dos critérios maiores.</p><p>(alternativa D)</p><p>o acometimento das articulações envolve as de pequeno tamanho e</p><p>duram cerca de 6 semanas, mesmo sem o tratamento específico.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>na fase aguda, o ecocardiograma pode evidenciar edema nos folhetos</p><p>da valva mitral e do aparelho tensor, além de prolapso dessa valva.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 28 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Reumatologia Pediátrica</p><p>Tema: Febre Reumática</p><p>O agente envolvido é o Streptococos Beta hemolítico do grupo A</p><p>(Streptococcus pyogenes), mas seu isolamento é um dos critérios</p><p>menores.</p><p>A coreia, também conhecida como coreia de Sydenham ou “dança de</p><p>São Vito”, reflete o envolvimento do sistema nervoso central e está</p><p>presente em 5-36% dos pacientes. É considerada uma manifestação</p><p>tardia. É uma condição autolimitada cuja evolução varia em média de</p><p>algumas semanas a 6 meses, com média de 3 meses.</p><p>Classicamente, não deixa sequelas.</p><p>A profilaxia secundária poderá ser realizada com Penicilina benzatina a</p><p>cada 21 dias, por via intramuscular.</p><p>A artrite é a forma mais frequente de apresentação da FR, ocorrendo</p><p>em 70% dos casos. Acomete principalmente as grandes articulações</p><p>(joelhos, tornozelos, punhos, cotovelos e ombros) e raramente as</p><p>pequenas articulações das mãos e pés).</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria, 5ª edição,</p><p>Barueri, SP: Manole, 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>087</p><p>[IES]</p><p>UNIFIPMOC</p><p>[Habilidades]</p><p>Tratar as principais valvulopatias na infância.</p><p>18ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 44026</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 29 de 230</p><p>Enunciado:</p><p>Um homem de 65 anos procura seu médico no ambulatório com uma</p><p>história de 6 meses de dor bilateral na panturrilha. A dor geralmente</p><p>ocorre depois de caminhar alguns quarteirões e é mais intensa do lado</p><p>direito. Ele tem hipertensão e diabetes mellitus tipo 2. Ele fuma dois</p><p>maços de cigarro diariamente há 43 anos e bebe duas cervejas por</p><p>dia. Os medicamentos atuais incluem metformina, lisinopril e aspirina.</p><p>O exame cardíaco mostra um galope sem sopros. As pernas têm pele</p><p>brilhante com pelos reduzidos abaixo do joelho. Pulsos femorais e</p><p>poplíteos palpáveis ​​bilateralmente. Os pulsos pediosos são 1+/4+ à</p><p>esquerda e ausentes à direita. O índice tornozelo-braquial (ITB) é</p><p>realizado no consultório. O ITB é 0,5 na perna direita e 0,7 na perna</p><p>esquerda.</p><p>Qual é o tratamento inicial recomendado para o paciente?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Prescrever propranolol.</p><p>(alternativa B)</p><p>Iniciar tratamento com cilostazol.</p><p>(alternativa C)</p><p>Cirugia com bypass vascular.</p><p>(alternativa D)</p><p>Angioplastia transluminal percutânea com colocação de stent.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Terapia de exercícios programados.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 30 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Cirurgia Vascular</p><p>Tema: Doença Arterial Periférica</p><p>A história deste paciente de doença arterial coronariana (DAC) e</p><p>tabagismo, dor intermitente na panturrilha ao esforço (dor</p><p>claudicante) e índice tornozelo-braquial (ITB) de 0,4–0,9 são</p><p>consistentes com doença arterial periférica moderada (DAP). As</p><p>alterações tróficas da pele abaixo do joelho (pele brilhante e</p><p>diminuição do crescimento do cabelo) sugerem doença</p><p>femoropoplítea.</p><p>Intervenções conservadoras, como terapia de exercícios estruturados,</p><p>são os melhores passos iniciais no manejo da DAP se houver</p><p>claudicação e não houver evidência de isquemia crítica do membro ou</p><p>isquemia aguda do membro. O manejo inicial também inclui a</p><p>modificação dos fatores de risco por meio da cessação do tabagismo,</p><p>terapia antiplaquetária, terapia com estatinas e controle da</p><p>hipertensão e diabetes mellitus, se presentes.</p><p>O propranolol pode ser usado para tratar hipertensão ou arritmias. A</p><p>claudicação intermitente desse paciente sugere DAP, que pode ser</p><p>controlada monitorando-se fatores de risco cardiovascular, como</p><p>hipertensão e aterosclerose. Como esse paciente tem pressão arterial</p><p>bem controlada, sem sintomas ou sinais de arritmia, não é necessária</p><p>medicação adicional.</p><p>A cirurgia de bypass vascular pode ser usada para restaurar a</p><p>perfusão adequada do membro em pacientes com DAP. Essa</p><p>intervenção só é considerada quando o tratamento conservador e</p><p>farmacológico não proporcionar alívio sintomático, ou se houver</p><p>evidência de isquemia crítica do membro ao exame físico. Como esse</p><p>paciente não recebeu nenhuma terapia inicial e não apresenta</p><p>evidência de isquemia crítica do membro ao exame físico, é</p><p>necessária uma abordagem mais conservadora.</p><p>Cilostazol é usado para proporcionar alívio sintomático para</p><p>claudicação intermitente em pacientes com DAP. É um adjuvante da</p><p>terapia de primeira linha, não sendo indicado como modalidade</p><p>primária de tratamento. O tratamento farmacológico para DAP é</p><p>normalmente indicado quando mais opções de tratamento</p><p>conservador falharam.</p><p>A angioplastia transluminal percutânea (PTA) com colocação de stent</p><p>pode ser utilizada para revascularizar vasos periféricos. A APT com</p><p>implante de stent só é considerada quando o tratamento conservador</p><p>e farmacológico não proporcionar alívio sintomático, ou se houver</p><p>evidência de isquemia crítica do membro (ICP) no exame físico. Como</p><p>esse paciente não recebeu nenhuma terapia inicial e não tem</p><p>evidência de CLI no exame físico, uma abordagem mais conservadora</p><p>deve ser considerada primeiro.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Doença arterial periférica. 23/09/2021.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 31 de 230</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>040</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar as doenças mais prevalentes na cirurgia</p><p>vascular.</p><p>19ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54448</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Doze horas depois de ser submetido a uma laparotomia exploradora para uma úlcera</p><p>duodenal perfurada, um homem de 36 anos tem dor na ferida operatória e falta de ar.</p><p>Ele tem asma bem controlada com um inalador de albuterol. Seu pai morreu de câncer</p><p>de pulmão aos 62 anos de idade. Ele fuma um maço de cigarros por dia há 14 anos;</p><p>não bebe álcool. Ele parece desconfortável. Sua temperatura é 37,4 °C, o pulso é</p><p>98/min, as respirações são 19/min e a pressão arterial é 122/76 mm Hg. O exame</p><p>mostra sons respiratórios reduzidos na base do pulmão esquerdo. O exame cardíaco</p><p>não mostra anormalidades. Há uma incisão cirúrgica limpa e seca na linha média do</p><p>abdome, onde se queixa de muita dor. Os sons intestinais são hipoativos. As</p><p>panturrilhas estão moles e não sensíveis. Sua concentração de hemoglobina é de 12,9</p><p>g/dL, a contagem de leucócitos é de 10.600/mm3, e a contagem de plaquetas é de</p><p>230.000 / mm3. Uma radiografia do tórax em posição supina é mostrada.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 32 de 230</p><p>Fonte: SUZUKI; TAKASAKI, 2014. Disponível em:</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Yasuyuki-Suzuki-</p><p>4/publication/259953056/figure/fig1/AS:297094356193280@1447844222018/Chest-</p><p>X-ray-on-POD-7-shows-massive-atelectasis-in-the-left-lower-lobe.png. Acesso em: 28</p><p>out. 2021.</p><p>Qual das alternativas a seguir apresenta uma medida recomendada para prevenir os</p><p>sintomas desse paciente?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Estender a incisão mais cranialmente.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Bom relaxamento muscular durante a cirurgia.</p><p>(alternativa C)</p><p>Usar afastadores abdominais para facilitar acesso cirúrgico.</p><p>(alternativa D)</p><p>Recomendar que o paciente faça repouso prolongado no leito.</p><p>(alternativa E)</p><p>Aumentar o tempo de duração da cirurgia.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 33 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Cirurgia</p><p>Subárea: Clínica Cirúrgica</p><p>Tema: Cuidados perioperatórios</p><p>A dispneia desse paciente, a diminuição dos sons respiratórios na base do pulmão</p><p>esquerdo e a opacificação homogênea na radiografia de tórax são causadas por uma</p><p>perda de volume pulmonar.</p><p>Dor intensa é uma sequela comum de procedimentos intratorácicos, intra-abdominais</p><p>e de ossos maiores e articulações. Aproximadamente 60% desses pacientes</p><p>descrevem a dor como intensa, 25%, como moderada e 15%, como leve. Por outro</p><p>lado, após cirurgias superficiais de cabeça e pescoço, membros ou parede abdominal,</p><p>menos de 15% dos pacientes caracterizam sua dor como intensa. Os fatores</p><p>responsáveis por essas diferenças incluem duração da cirurgia, grau de trauma</p><p>operatório, tipo de incisão e magnitude da retração intraoperatória. O manejo</p><p>cuidadoso dos tecidos, as cirurgias rápidas e um bom relaxamento muscular ajudam a</p><p>diminuir a intensidade da dor pós-operatória. Ainda não foram encontradas medidas</p><p>objetivas para a dor.</p><p>Pacientes que foram submetidos a cirurgia recentemente têm um risco aumentado de</p><p>desenvolver condições tromboembólicas venosas, como trombose venosa profunda e</p><p>embolia pulmonar, devido a vários fatores de risco, que incluem imobilização</p><p>prolongada e dano endotelial. A embolia pulmonar pode causar dispneia aguda, mas</p><p>este paciente não tem outras manifestações típicas desta condição, como dor no</p><p>peito, tosse, distensão venosa jugular e manifestações de trombose venosa profunda</p><p>(por exemplo, eritema, edema e sensibilidade na perna).</p><p>Não se recomenda repouso prolongado pós-operatório como medida de melhora da</p><p>dor pós-operatória, as recomendações são que, mesmo com dor, o paciente deambule</p><p>o mais precocemente possível e que faça exercícios respiratórios para prevenir tais</p><p>complicações.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>DOHERTY, Gerard M. CURRENT Cirurgia. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2017.</p><p>9788580556018. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580556018/. Acesso em: 16</p><p>mai 2022.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>021</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os cuidados perioperatórios: Cuidados e complicações no pós-operatório.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>20ª QUESTÃO</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 34 de 230</p><p>Código da questão: 54499</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Analisando a progressão do trabalho de parto no partograma</p><p>apresentado a seguir, de uma primigesta, com gestação de 40</p><p>semanas, que dura 7 horas, qual é o diagnóstico mais provável?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Fase ativa prolongada.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Desproporção céfalo-pélvica.</p><p>(alternativa C)</p><p>Parto precipitado.</p><p>(alternativa D)</p><p>Sofrimento fetal agudo.</p><p>(alternativa E)</p><p>Parada secundária da dilatação.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 35 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Obstetrícia/Assistência ao parto</p><p>Tema: Partograma</p><p>Neste caso, temos uma paciente primigesta, a termo, com dilatação</p><p>completa do colo uterino e apresentação cefálica não insinuada em –3</p><p>de DeLee, há 3 horas. Trata-se de uma desproporção céfalo-pélvica</p><p>típica, em que a contratilidade é eficaz para dilatar o colo uterino, mas</p><p>a apresentação não consegue penetrar na pelve materna.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>CUNNINGHAN, F.G et al. Williams Obstetrics. 25th ed. New York:</p><p>McGraw Hill, 2020.</p><p>MONTENEGRO, C.A.B & REZENDE-FILHO, J. Obstetrıćia fundamental.</p><p>14a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Habilidades]</p><p>Partograma com evidência de discinesia uterina. Conduta mais</p><p>adequada. Inserir imagem do partograma para interpretação.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 36 de 230</p><p>21ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54443</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Paciente feminino, 35 anos, apresenta repetidos quadros de intoxicação após</p><p>ingesta de alguns alimentos. Foi indicado à paciente realização de biópsia de</p><p>amostra de mucosa entérica. O resultado foi comparado com o padrão normal,</p><p>podendo ser representado pelas situações a seguir:</p><p>FONTE: Modificado de http://www.ufrgs.br/alimentus1</p><p>Com base no caso e nas situações, assinale a alternativa correta.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Na situação I os enterócitos apresentam menor capacidade de absorção de</p><p>nutrientes, quando comparado com a situação II.</p><p>(alternativa B)</p><p>A situação II apresenta a forma mais leve da doença com integridade das</p><p>vilosidades, e a situação I apresenta destruição das vilosidades, sendo</p><p>considerada como a forma grave da doença.</p><p>(alternativa C)</p><p>O glúten possui ação indireta sobre os enterócitos, e a lesão destes é irreversível,</p><p>como demonstrado na situação I.</p><p>(alternativa D)</p><p>A situação I representa a amostra da paciente, e a situação II seria a amostra de</p><p>padrão normal para esse tecido.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>A situação I apresenta integridade das vilosidades e criptas, enquanto a situação</p><p>II pode ser resolvida após a retirada da dieta de alimentos que possuem glúten.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 37 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ciências Básicas</p><p>Subárea: Patologia</p><p>Tema: Lesão e Morte Celular</p><p>O glúten possui ação indireta sobre os enterócitos, e a lesão destes é reversível.</p><p>Na situação I os enterócitos apresentam maior capacidade de absorção de</p><p>nutrientes.</p><p>A doença resulta na destruição das vilosidades e das microvilosidades, o que é</p><p>representado na situação II.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>GUYTON, A. C. Tratado de fisiologia médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2017.</p><p>JUNQUEIRA, L. C. e CARNEIRO, J. Histologia básica – Texto e Atlas. 13. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ciências Básicas</p><p>[Encomenda]</p><p>019</p><p>[Habilidades]</p><p>Aplicar os conceitos de lesão e morte celular (alteração, degeneração,</p><p>necrose). Inflamação, reparo tecidual e oncogênese.</p><p>[IES]</p><p>AFYA</p><p>22ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 49823</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 38 de 230</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher com 39 anos, nuligesta, tentando engravidar, apresenta ciclos</p><p>menstruais de 25 dias acompanhada de hipermenorreia há 8 meses.</p><p>Utilizou contraceptivos hormonais orais sem melhora. À</p><p>ultrassonografia transvaginal, observa-se mioma submucoso fúndico</p><p>de 4 cm de diâmetro. Sem alterações em anexos.</p><p>A conduta indicada para essa paciente é</p><p>Alternativas: (alternativa A) (CORRETA)</p><p>miomectomia histeroscópica.</p><p>(alternativa B)</p><p>análogo do GnRH.</p><p>(alternativa C)</p><p>ablação do endométrio.</p><p>(alternativa D)</p><p>ultrassom focado guiado.</p><p>(alternativa E)</p><p>embolização de artérias uterinas.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Subárea: Ginecologia</p><p>Tema: Miomatose Uterina</p><p>Em pacientes sintomáticas com leiomiomas submucosos, a ressecção</p><p>histeroscópica produz alívio dos sintomas na maioria dos casos. As</p><p>indicações incluem sangramento uterino anormal, dismenorreia ou</p><p>infertilidade quando houver suspeita de contribuição dos leiomiomas.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>Ginecologia de Williams. Schorge, J O, et alii. Editora Mc Graw Hill</p><p>Medical. New York-USA –2011.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 39 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>Ginecologia</p><p>Ginecologia e Obstetrícia</p><p>[Encomenda]</p><p>080</p><p>080</p><p>[IES]</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>UNIGRANRIO BARRA</p><p>[Habilidades]</p><p>Sangramento uterino anormal, útero aumentado. Conduta em</p><p>relação ao encaminhamento para indicação</p><p>cirúrgica/preservação da fertilidade.</p><p>Sangramento uterino anormal, útero aumentado. Conduta em</p><p>relação ao encaminhamento para indicação</p><p>cirúrgica/preservação da fertilidade.</p><p>[Competências (Objetivos)]</p><p>Tratamento</p><p>Diagnóstico</p><p>23ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54256</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um homem de 42 anos, sem antecedentes prévios, chega ao pronto-</p><p>socorro com hemorragia nasal direita de pequeno volume nos últimos</p><p>40 minutos. Ele relata que o sangramento nasal persiste desde o</p><p>início do quadro. Ele parece pálido. Sua temperatura é de 36,5°C, o</p><p>pulso é de 95/min e a pressão arterial é de 110/75 mm Hg. O exame</p><p>do nariz com espéculo não mostra uma fonte de sangramento</p><p>anterior.</p><p>Qual é a medida recomendada no atendimento inicial do paciente?</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 40 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Ressuscitação fluídica com soro fisiológico 0,9%.</p><p>(alternativa B)</p><p>Embolização endovascular da artéria maxilar internas distais.</p><p>(alternativa C)</p><p>Realizar tampão nasal e a cauterização com nitrato de prata.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>Limpar o sangue do nariz e flexionar a cabeça ligeiramente para a</p><p>frente.</p><p>(alternativa E)</p><p>Transfusão de plaquetas ou fatores de coagulação.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Otorrinolarigologia</p><p>Tema: Epistaxe</p><p>Aconselhe o paciente a limpar o sangue do nariz, pois o coágulo</p><p>sanguíneo pode promover fibrinólise.[6] Eles devem manter a cabeça</p><p>em uma posição de "cheirar", ligeiramente flexionada para a frente.</p><p>[6]</p><p>Em seguida, aplique pressão firme e sustentada no terço inferior do</p><p>nariz (toda a cartilagem comprimível inferior) com ou sem a ajuda de</p><p>um dos pais ou cuidador por pelo menos 5 minutos.[6] Um clipe nasal</p><p>pode ser usado se disponível e tolerado pelo paciente.[6]</p><p>Considere a aplicação de vasoconstritor tópico (descongestionante),</p><p>como oximetazolina, usando um spray nasal ou inserindo bolas ou</p><p>compressas de algodão impregnadas antes que a avaliação real</p><p>comece no nariz.[6] Aplique o vasoconstritor para fins diagnósticos e</p><p>terapêuticos, para ajudar a visualizar o local da epistaxe e estimular a</p><p>hemostasia. Um descongestionante também diminui a espessura da</p><p>mucosa, permitindo mais espaço nasal aberto, caso seja necessária a</p><p>colocação de um tampão. Isso pode reduzir o trauma da mucosa</p><p>produzido durante a inserção de um tampão e, portanto, pode</p><p>diminuir os locais de sangramento secundário da membrana mucosa</p><p>rompida.</p><p>DISTRATORES:</p><p>Geralmente, a ressuscitação não é necessária para a maioria dos</p><p>pacientes que apresentam epistaxe, mas é necessária no caso raro</p><p>de comprometimento hemodinâmico. Esses pacientes precisam de</p><p>reanimação urgente no hospital.[6] Os pacientes podem estar mais</p><p>sujeitos a comprometimento hemodinâmico se: 1) houver</p><p>sangramento grave, indicado por um grande volume de sangue,</p><p>sangramento prolongado, sangramento de ambos os lados do nariz</p><p>ou sangramento da boca. Pode haver maior probabilidade de</p><p>sangramento intenso com uma história de hospitalização por</p><p>epistaxe, transfusão de sangue anterior para sangramento nasal ou</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 41 de 230</p><p>mais de 3 sangramentos nasais recentes; 2) o paciente é mais velho;</p><p>ou 3) o paciente está doente ou frágil. As comorbidades que podem</p><p>impedir a resposta do paciente a um sangramento incluem</p><p>hipertensão, doença cardiopulmonar, anemia, distúrbios hemorrágicos</p><p>e doença renal ou hepática.</p><p>Os distúrbios de coagulação requerem tratamento dependendo da</p><p>causa subjacente e podem precisar ser corrigidos com transfusão de</p><p>plaquetas ou fatores de coagulação, o que não é o caso do paciente.</p><p>O tampão nasal e a cauterização tratarão com sucesso a maioria das</p><p>epistaxes persistente, mas o caso trata de episódio único, e, para o</p><p>atendimento inicial, o primeiro passo seria as medidas de</p><p>posicionamento da cabeça, pressão nasal e uso de vasoconstrictor</p><p>tópico como medida inicial. O encaminhamento ao</p><p>otorrinolaringologista é indicado quando essas técnicas falham. Vários</p><p>procedimentos podem ser usados para tratar o sangramento</p><p>persistente. A escolha dependerá da disponibilidade de recursos</p><p>apropriados e da experiência.</p><p>A embolização endovascular é apropriada para o tratamento da</p><p>epistaxe posterior e envolve a embolização das artérias maxilares</p><p>internas distais/esfenopalatinas bilaterais. Às vezes, as artérias faciais</p><p>requerem embolização se houver anastomoses com a SPA via artéria</p><p>infraorbital e ramos alar e septal do compartimento nasal anterior.[6]</p><p>Uma vantagem da ligadura arterial endoscópica é que a ligação da</p><p>SPA e da artéria etmoidal anterior podem ser realizadas</p><p>concomitantemente; entretanto, a necessidade de anestesia geral é</p><p>uma desvantagem.[6]</p><p>As vantagens da embolização incluem a capacidade de realizar o</p><p>procedimento sob sedação, evitar trauma à mucosa nasal e deixar os</p><p>tampões no lugar, mas há certo risco de oclusão de vasos adjacentes</p><p>e potencial para acidente vascular cerebral.[6]Foi sugerida uma</p><p>abordagem sequencial de ligadura endoscópica da SPA transnasal</p><p>(TESPAL) seguida de embolização endovascular para epistaxe que não</p><p>responde ao tamponamento.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>BMJ Best Practice. Epistaxe. Última atualização em 26 de maio de</p><p>2021.</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 42 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Cirurgia</p><p>[Encomenda]</p><p>036</p><p>[IES]</p><p>UNITPAC</p><p>[Habilidades]</p><p>Conduzir o tratamento das afecções benignas mais prevalentes</p><p>em otorrinolaringologia.</p><p>24ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54249</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Escolar, 5 anos, comparece à consulta no ambulatório de pediatria</p><p>apresentando perda de peso, polidipsia e poliúria há cerca de duas</p><p>semanas. Em curva de IMC para idade, a criança encontra-se em</p><p>percentil 50. O quadro se intensificou nas últimas 24 horas levando à</p><p>prostração. O pediatra encaminha a paciente ao Pronto Atendimento</p><p>(PA) para realização de exames na urgência. Observa-se glicemia</p><p>plasmática de 430 mg/dL e gasometria arterial com pH e bicarbonato</p><p>normais.</p><p>Em relação ao caso, são realizadas as afirmativas a seguir:</p><p>I. Foi solicitada a gasometria para excluir o quadro de</p><p>cetoacidose diabética, que requer como primeira medida de</p><p>tratamento a aplicação de insulina regular subcutânea.</p><p>II. O diagnóstico de diabetes Mellitus Tipo 1 pode ser realizado,</p><p>neste caso, pela presença de sintomas inequívocos de</p><p>hiperglicemia associados à glicemia ao acaso ≥ 200 mg/dl.</p><p>III. Trata-se de um provável quadro marcado por resistência à</p><p>insulina, sendo recomendado, portanto, perda de peso</p><p>associado a antidiabético oral e insulina.</p><p>IV. Atualmente, utiliza-se o esquema de insulina com o mínimo</p><p>de aplicações diárias por meio da aplicação de insulina basal</p><p>duas vezes ao dia.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 43 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>IV.</p><p>(alternativa B)</p><p>I.</p><p>(alternativa C)</p><p>II e IV.</p><p>(alternativa D) (CORRETA)</p><p>II.</p><p>(alternativa E)</p><p>III.</p><p>Grau de dificuldade: Difícil</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Pediatria</p><p>Subárea: Endocrinologia</p><p>Tema: Diabetes Tipo I</p><p>Apenas a alternativa II está correta. É recomendado que, em</p><p>indivíduos com diabetes Mellitus tipo 1 (DM-1), seja utilizado o</p><p>tratamento intensivo (múltiplas doses diárias) com insulina basal E</p><p>PRANDIAL, com múltiplas aplicações ou sistema de infusão</p><p>subcutânea contínua de insulina.</p><p>Na presença de sintomas</p><p>inequívocos de hiperglicemia, é</p><p>recomendado que o diagnóstico seja realizado por glicemia ao acaso</p><p>≥ 200 mg/dl.</p><p>O DM1 é mais comum em crianças e adolescentes que apresentam</p><p>deficiência grave de insulina devido à destruição das células ß,</p><p>associada à autoimunidade, e não a resistência à insulina.</p><p>O objetivo do tratamento inicial da cetoacidose diabética é a</p><p>restauração de volume, e não a correção da glicemia com insulina.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Diabetes Care in the Hospital: Standards of Medical Care in Diabetes-</p><p>2022</p><p>Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes – 2022</p><p>Feedback: --</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 44 de 230</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Pediatria</p><p>[Encomenda]</p><p>099</p><p>[IES]</p><p>UNIFIPMOC</p><p>[Habilidades]</p><p>Diagnosticar e tratar as principais doenças endócrinas em</p><p>pediatria.</p><p>25ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54641</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Mulher, 75 anos, usuária assídua da Unidade de Saúde Figueira Nova.</p><p>Considerada uma “paciente difícil” pela equipe da Estratégia de Saúde da</p><p>Família, por apresentar idas recorrentes às consultas, com pouca resposta</p><p>aos tratamentos oferecidos. A médica e a enfermeira da equipe decidiram</p><p>entender melhor sua situação familiar, elaborando um ecomapa:</p><p>A partir da interpretação do ecomapa, pode-se afirmar:</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 45 de 230</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Relação fraca e estressante com a com a filha.</p><p>(alternativa B) (CORRETA)</p><p>Relação forte e compensadora com a ESF, recebendo bom apoio.</p><p>(alternativa C)</p><p>Relação forte e compensadora para com a igreja e da igreja com a paciente.</p><p>(alternativa D)</p><p>Relação fraca e compensadora com a vizinha.</p><p>(alternativa E)</p><p>Relação tênue/incerta com a neta 2, mas equilibrada entre apoio e esforço.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva/Medicina de Família e Comunidade</p><p>Subárea: Atenção Primária à Saúde (APS)</p><p>Tema: Ferramentas da APS</p><p>Interpretando o ecomapa, podemos afirmar que a paciente do caso:</p><p>Relação fraca, que requer esforço e energia, não compensadora e não</p><p>estressante com a igreja.</p><p>Relação forte, recebe apoio, compensadora e não estressante com a filha,</p><p>genro, neta 1 e ESF.</p><p>Relação fraca, sem impacto na energia/recursos, e estressante com a neta</p><p>2.</p><p>REFERÊNCIA:</p><p>GUSSO, Gustavo; LOPES, José M C.; DIAS, Lêda C. Tratado de medicina</p><p>de família e comunidade - 2 volumes: princípios, formação e prática</p><p>Porto Alegre: Grupo A, 2019. E-book. 9788582715369. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582715369/. Acesso</p><p>em: 25 ago. 2022.</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 46 de 230</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>016</p><p>[IES]</p><p>UNIVAÇO</p><p>[Habilidades]</p><p>Ferramentas de atenção em saúde (Interpretação de genograma ou</p><p>ecomapa).</p><p>26ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 50156</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Na Unidade de Saúde da Família “Capim Dourado”, durante um</p><p>exame para prevenção de câncer de colo do útero na população, foi</p><p>detectada, na Sra. Odete, de 56 anos, uma neoplasia estágio I. Ela</p><p>foi encaminhada para o serviço de especialidades do município,</p><p>sendo atendida e encaminhada para retirada da lesão no</p><p>hospital local. Após a cirurgia, ficou em observação algumas</p><p>horas. Além disso, foi orientada para retornar à Unidade Capim</p><p>Dourado, com um relatório do médico responsável pelo</p><p>procedimento, para as atividades normais do seu cotidiano, mas</p><p>com o acompanhamento pela equipe de saúde da família.</p><p>Marque a opção correta quanto ao princípio obedecido no caso acima.</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Regionalização e Hierarquização.</p><p>(alternativa B)</p><p>Descentralização.</p><p>(alternativa C)</p><p>Universalidade.</p><p>(alternativa D)</p><p>Equidade.</p><p>(alternativa E) (CORRETA)</p><p>Integralidade.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 47 de 230</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Saúde Coletiva</p><p>Subárea: Políticas de Saúde</p><p>Tema: SUS</p><p>O princípio da Integralidade considera as pessoas como um todo,</p><p>atendendo a todas as suas necessidades. Para isso, é importante a</p><p>integração de ações, incluindo a promoção da saúde, a prevenção de</p><p>doenças, o tratamento e a reabilitação. No caso da Odete foi possível</p><p>ver a integração dessas ações, com a prevenção (exame de câncer</p><p>do colo uterino), diagnóstico, tratamento e o acompanhamento dela</p><p>pela ESF.</p><p>REFERÊNCIAS:</p><p>Constituição da República Federativa do Brasil, 1988.</p><p>BRASIL, Lei n. 8080 de 19 de setembro de 1990.</p><p>BRASIL, Lei n. 8142 de 28 de dezembro de 1990.</p><p>BRASIL, Presidência da República Casa Civil.</p><p>ANDRADE L. O. M. et al.Política de saúde no Brasil. In: ROUQUAYROL,</p><p>Maria Zélia; GURGEL, Marcelo. Epidemiologia e saúde. 8. ed. Rio de</p><p>Janeiro: MedBook, 2018. p. 449-460.</p><p>ANDRADE, Selma Maffei de; SOARES, Darli Antonio; CORDONI JUNIOR,</p><p>Luiz (Org.). Bases da saúde coletiva. Londrina: Ed. UEL, 2001. Cap.3,</p><p>p. 46 a 53.</p><p>MOREIRA, Taís de, C. et al. Legislação do Sistema Único de Saúde. In:</p><p>MOREIRA, Taís de, C. et al. Saúde coletiva. Grupo A, 2018. p. 91-100.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca.</p><p>SOLHA, Raphaela Karla de Toledo. Saúde coletiva para iniciantes.</p><p>Políticas e práticas profissionais. 2 ed. Erica/Saraiva. Cap.2 e 3. E-book</p><p>disponível em Minha biblioteca.</p><p>Feedback: --</p><p>Filtros da questão: [Áreas de Conhecimento]</p><p>Saúde Coletiva</p><p>[Encomenda]</p><p>111</p><p>[IES]</p><p>UNIPTAN</p><p>[Habilidades]</p><p>Princípios do SUS - Nova política Nacional de Atenção Básica.</p><p>27ª QUESTÃO</p><p>Código da questão: 54634</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 48 de 230</p><p>Tipo da questão: Múltipla Escolha</p><p>Unidade de avaliação: TESTE DE PROFICIÊNCIA</p><p>Enunciado:</p><p>Um menino de 7 meses de idade é levado ao médico da Unidade</p><p>Básica de Saúde (UBS) para um exame de rotina. Ele nasceu com 36</p><p>semanas de gestação e está saudável desde então. Ele está no</p><p>percentil 60 para comprimento e peso. Os sinais vitais estão dentro</p><p>dos limites normais. O abdome é flácido e indolor. A genitália externa</p><p>parece normal. O exame mostra um único testículo palpável no</p><p>hemiescroto direito. O escroto é indolor e não aumentado. Há uma</p><p>massa palpável no canal inguinal esquerdo.</p><p>Qual dos seguintes é o próximo passo mais apropriado a ser seguido?</p><p>Alternativas: (alternativa A)</p><p>Orquiectomia esquerda.</p><p>(alternativa B)</p><p>Ultrassonografia de abdome e pelve.</p><p>(alternativa C) (CORRETA)</p><p>Orquidopexia bilateral.</p><p>(alternativa D)</p><p>Nível sérico de testosterona.</p><p>(alternativa E)</p><p>Acompanhar a descida até os 3 anos de idade.</p><p>Grau de dificuldade: Médio</p><p>Resposta comentada:</p><p>Área: Clínica Cirúrgica</p><p>Subárea: Cirurgia Pediátrica</p><p>Tema: Malformações no RN</p><p>O tratamento cirúrgico imediato dos testículos que não desceram é</p><p>recomendado a partir da idade corrigida de 6 meses, porque é</p><p>improvável que a descida espontânea ocorra após esse período. A</p><p>cirurgia precoce promove o crescimento testicular normal e melhora</p><p>as chances de fertilidade. Como o lactente apresenta testículo</p><p>palpável no canal inguinal, a orquidopexia é o procedimento cirúrgico</p><p>de escolha. A orquidopexia deve ser idealmente realizada entre 6 e 12</p><p>meses, mas não depois de 24 meses de idade corrigida.</p><p>A taxa de criptorquidia é maior em prematuros, como esta paciente,</p><p>e em pacientes que são pequenos para a idade gestacional ou têm</p><p>baixo peso ao nascer. As complicações do criptorquidismo incluem</p><p>subfertilidade e câncer testicular (mesmo em pacientes que foram</p><p>submetidos a intervenção oportuna), hérnia inguinal (devido à patente</p><p>concomitante do processo vaginal) e torção testicular.</p><p>Distratores:</p><p>A orquiectomia para criptorquidia pode ser indicada se o testículo não</p><p>descido for hipoplásico, atrófico ou inviável. A orquiectomia também</p><p>000053.080013.2dc27b.3c49d0.154ba3.92f8d0.15b7da.c497f Pgina 49 de 230</p><p>pode ser indicada para um testículo abdominal (especialmente em</p><p>meninos pós-púberes) para minimizar o risco de câncer</p>

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