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<p>Journal of Medical and Biosciences Research</p><p>Volume 1, Número 2 (2024), Páginas 11-19.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research | SILVA, A. M. P et al.</p><p>Terapia-alvo e imunoterapia no</p><p>tratamento do câncer: uma revisão</p><p>de literatura</p><p>Anderson Matheus Pereira da Silva*</p><p>Farmacêutico-Bioquímico</p><p>Universidade Federal do Vale do São Francisco</p><p>Saulo Evangelista Moura Borges</p><p>Médico</p><p>Faculdade Integral Diferencial</p><p>Robson Waldeck Silva Junior</p><p>Médico</p><p>Universidade Federal do Piauí</p><p>Beatriz Reis Pessoa</p><p>Enfermeira</p><p>Universidade Estadual do Maranhão</p><p>Mauricio Martins Vilarinho Marinho Ramos</p><p>Médico</p><p>Centro Universitário Unifacid Wyden</p><p>Thiago Rodrigues Marques</p><p>Médico</p><p>Centro Universitário Unifacid Wyden</p><p>Raiane Silva Melo</p><p>Enfermeira</p><p>Universidade Estácio de Sá</p><p>Laura Alhandra Magno da Silva</p><p>Psicóloga</p><p>Centro Universitário do Rio Grande do Norte</p><p>Hiasmin Aparecida Gomes Silva</p><p>Médica</p><p>Universidade de Brasília-UNB</p><p>Mariana Ellen Mesquita Carvalho</p><p>RESUMO: O câncer é um conjunto de doenças</p><p>complexas e heterogêneas, sendo uma das</p><p>principais causas de mortalidade global. As</p><p>terapias convencionais, como quimioterapia e</p><p>radioterapia, apresentam limitações significativas,</p><p>incluindo resistência tumoral e efeitos colaterais</p><p>adversos. Este estudo revisa a literatura sobre</p><p>terapias-alvo e imunoterapia, destacando seus</p><p>mecanismos de ação, eficácia, desafios e</p><p>perspectivas futuras. A análise abrange artigos</p><p>publicados entre 2000 e 2022, selecionados nas</p><p>bases de dados PubMed, Web of Science e</p><p>Scopus, seguindo as diretrizes PRISMA. Os</p><p>resultados indicam que essas terapias oferecem</p><p>tratamentos mais específicos e personalizados,</p><p>com potencial para superar a resistência tumoral.</p><p>As terapias-alvo atuam em moléculas ou vias</p><p>específicas das células tumorais, enquanto as</p><p>imunoterapias estimulam o sistema imunológico do</p><p>paciente a reconhecer e destruir células</p><p>cancerígenas. No entanto, há desafios como a</p><p>heterogeneidade tumoral, que dificulta a</p><p>identificação de alvos terapêuticos universais, e os</p><p>altos custos, que limitam o acesso ao tratamento. A</p><p>personalização do tratamento, baseada nas</p><p>características moleculares do tumor, é essencial</p><p>para aumentar a eficácia das terapias e reduzir os</p><p>efeitos colaterais. Estudos futuros devem focar na</p><p>identificação de biomarcadores preditivos e no</p><p>desenvolvimento de políticas de saúde pública que</p><p>promovam o acesso a essas terapias avançadas,</p><p>visando melhorar a qualidade de vida dos pacientes</p><p>e a sobrevida. Assim, a pesquisa contínua é</p><p>fundamental para entender melhor os mecanismos</p><p>de ação dessas terapias e explorar novas</p><p>abordagens para a personalização do tratamento.</p><p>Palavras-chave: Imunoterapia; Câncer; Revisão</p><p>de Literatura.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research</p><p>Volume 1, Número 2 (2024), Páginas 11-19.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research | SILVA, A. M. P et al.</p><p>Enfermeira</p><p>Universidade CEUMA</p><p>Lucas Coelho Pinto</p><p>Enfermeiro</p><p>Universidade CEUMA</p><p>Caroline dos Reis Lima</p><p>Enfermeira</p><p>Universidade CEUMA</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research</p><p>vol. 1, núm. 2, 2024</p><p>Autor correspondente:</p><p>Anderson Matheus Pereira da Silva</p><p>Anderson.mhps@icloud.com</p><p>Recepção: 09/06/2024</p><p>Aprovação: 08/07/2024</p><p>Publicação: 10/07/2024</p><p>Journal of Medical and Biosciences</p><p>Research, 2024, vol. 1, núm. 2</p><p>ABSTRACT: Cancer is a complex and</p><p>heterogeneous group of diseases, being one of the</p><p>leading causes of global mortality. Conventional</p><p>therapies, such as chemotherapy and radiotherapy,</p><p>have significant limitations, including tumor</p><p>resistance and adverse side effects. This study</p><p>reviews the literature on targeted therapies and</p><p>immunotherapy, highlighting their mechanisms of</p><p>action, efficacy, challenges, and future perspectives.</p><p>The analysis covers articles published between 2000</p><p>and 2022, selected from PubMed, Web of Science,</p><p>and Scopus databases, following PRISMA</p><p>guidelines. The results indicate that these therapies</p><p>offer more specific and personalized treatments, with</p><p>the potential to overcome tumor resistance. Targeted</p><p>therapies act on specific molecules or pathways</p><p>within tumor cells, while immunotherapies stimulate</p><p>the patient's immune system to recognize and</p><p>destroy cancer cells. However, challenges such as</p><p>tumor heterogeneity, which complicates the</p><p>identification of universal therapeutic targets, and</p><p>high costs, which limit treatment accessibility,</p><p>persist. Personalizing treatment based on the</p><p>molecular characteristics of the tumor is essential to</p><p>increase therapy efficacy and reduce side effects.</p><p>Future studies should focus on identifying predictive</p><p>biomarkers and developing public health policies that</p><p>promote access to these advanced therapies, aiming</p><p>to improve patients' quality of life and survival. Thus,</p><p>continuous research is fundamental to better</p><p>understand the mechanisms of action of these</p><p>therapies and explore new approaches for treatment</p><p>personalization.</p><p>Keywords: Targeted Therapies; Immunotherapy;</p><p>Cancer; Literature Review.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research</p><p>Volume 1, Número 2 (2024), Páginas 11-19.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research | SILVA, A. M. P et al.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O câncer é um conjunto de doenças complexas e heterogêneas que representa</p><p>uma das principais causas de mortalidade global. De acordo com a Organização</p><p>Mundial da Saúde (OMS), a incidência e mortalidade por câncer continuarão a</p><p>aumentar nos próximos anos, sublinhando a necessidade urgente de desenvolver</p><p>terapias mais eficazes (INCA, 2019; INCA, 2017). As terapias convencionais, como</p><p>quimioterapia e radioterapia, frequentemente falham em fornecer resultados</p><p>duradouros devido ao desenvolvimento de resistência tumoral e efeitos colaterais</p><p>significativos que comprometem a qualidade de vida dos pacientes (INCA, 2017).</p><p>Nesse contexto, as terapias-alvo e imunoterapias surgem como alternativas</p><p>promissoras, oferecendo tratamentos mais específicos e personalizados, com</p><p>potencial curativo em alguns casos (SAITO et al., 2015). As terapias-alvo atuam em</p><p>moléculas ou vias de sinalização específicas das células tumorais, bloqueando</p><p>processos essenciais para a sobrevivência e proliferação do câncer (NYBERG et al.,</p><p>2021).</p><p>Por outro lado, as imunoterapias visam estimular o sistema imunológico do</p><p>paciente a reconhecer e destruir as células cancerígenas (LEE et al., 2021). A</p><p>identificação de mutações germinativas e somáticas nos genes BRCA1 e BRCA2 tem</p><p>permitido o desenvolvimento de terapias-alvo eficazes, como os inibidores de PARP,</p><p>para pacientes com câncer de mama, ovário e próstata (VALSECCHI et al., 2023).</p><p>Essas mutações estão associadas a um risco elevado de vários tipos de câncer e</p><p>influenciam a resposta ao tratamento e a sobrevivência dos pacientes (LEE et al.,</p><p>2021). Estudos recentes demonstram que essas abordagens podem melhorar</p><p>significativamente os resultados terapêuticos, superando desafios como resistência</p><p>tumoral e toxicidade (DISILVESTRO et al., 2022; LI et al., 2021).</p><p>Portanto, a importância desse tema é reforçada pela necessidade de</p><p>desenvolver estratégias terapêuticas que aumentem a eficácia do tratamento e</p><p>reduzam os efeitos colaterais, melhorando a qualidade de vida dos pacientes. A</p><p>pesquisa contínua em terapias-alvo e imunoterapias é crucial para entender melhor</p><p>os mecanismos de ação dessas terapias, identificar novos alvos moleculares e</p><p>biomarcadores preditivos e fornecer alternativas de tratamento amplamente aplicáveis</p><p>e acessíveis.</p><p>O objetivo do estudo é proporcionar uma visão abrangente sobre o estado atual</p><p>das terapias-alvo e imunoterapia no tratamento do câncer, avaliando a eficácia dessas</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research</p><p>Volume 1, Número 2 (2024), Páginas 11-19.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research | SILVA, A. M. P et al.</p><p>terapias em diferentes subtipos de câncer, analisando os avanços</p><p>na imunoterapia e</p><p>seu impacto na sobrevivência dos pacientes, identificando os desafios e limitações</p><p>das terapias revisadas e examinando a relação custo-efetividade dessas terapias em</p><p>comparação com tratamentos convencionais.</p><p>MATERIAIS E MÉTODOS</p><p>Esta revisão integrativa da literatura abrangeu artigos científicos publicados</p><p>entre 2000 e 2022, indexados nas bases de dados PubMed, Web of Science e Scopus.</p><p>A busca utilizou os descritores "câncer de mama", "câncer de ovário", "câncer de</p><p>próstata", "terapias-alvo", "imunoterapia", "BRCA1", "BRCA2", "olaparib", "inibidores</p><p>de PARP" nos idiomas português e inglês ("breast cancer", "ovarian cancer", "prostate</p><p>cancer", "targeted therapy", "immunotherapy", "BRCA1", "BRCA2", "olaparib", "PARP</p><p>inhibitors"), combinados com os operadores booleanos "AND" e "OR". Foram incluídos</p><p>artigos em inglês e português que abordassem os mecanismos de ação, eficácia,</p><p>segurança e desafios das terapias-alvo e imunoterapias no tratamento do câncer.</p><p>Para garantir a robustez metodológica, a revisão seguiu as diretrizes PRISMA</p><p>(Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses). Dois</p><p>revisores independentes examinaram os títulos e resumos dos artigos conforme a</p><p>estratégia de busca. Os textos completos de todas as publicações potencialmente</p><p>relevantes foram recuperados. Os dados extraídos de cada estudo incluíram o ano de</p><p>publicação, nome do primeiro autor, tipo de ensaio, número de pacientes, número de</p><p>casos observados, número de casos de controle, razão de chances (OR), taxa de</p><p>morbidade padronizada (SMR), razão de incidência padronizada específica para</p><p>câncer (SIR) e risco relativo (RR). Apenas estudos de coorte foram selecionados para</p><p>reduzir a heterogeneidade. A escala de Newcastle-Ottawa foi utilizada na avaliação</p><p>da qualidade dos estudos (LEE et al., 2021).</p><p>RESULTADOS E DISCUSSÃO</p><p>As terapias-alvo e imunoterapias representam um avanço significativo no</p><p>tratamento oncológico, destacando-se pela especificidade ao atuar em moléculas ou</p><p>vias exclusivas das células tumorais. No estudo de Tutt et al. (2021), foi observado</p><p>que o olaparib em pacientes com mutações germinativas BRCA1/2 minimizou o dano</p><p>a células saudáveis, reduzindo a toxicidade em comparação com as terapias</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research</p><p>Volume 1, Número 2 (2024), Páginas 11-19.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research | SILVA, A. M. P et al.</p><p>convencionais, como quimioterapia e radioterapia, que afetam indiscriminadamente</p><p>células saudáveis e tumorais (VIEIRA et al., 2012).</p><p>A personalização do tratamento é outra vantagem crucial possibilitada pela</p><p>identificação de características moleculares únicas de cada tumor, como mutações</p><p>em BRCA1/2 ou outros genes de reparo de DNA. Essa abordagem direcionada</p><p>aumenta as chances de sucesso terapêutico e melhora a qualidade de vida do</p><p>paciente. No estudo de Valsecchi et al. (2023), foi demonstrada a importância do teste</p><p>BRCA para orientar o tratamento do câncer de próstata, evidenciando o impacto</p><p>positivo da personalização do tratamento (DISILVESTRO et al., 2022).</p><p>Figura 1: Taxa de Resposta de Terapias-Alvo e Imunoterapias</p><p>Fonte: Elaborado pelo autor.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research</p><p>Volume 1, Número 2 (2024), Páginas 11-19.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research | SILVA, A. M. P et al.</p><p>Figura 2: Sobrevida Livre de Progressão (PFS) de Terapias-Alvo e Imunoterapias</p><p>Fonte: Elaborado pelo autor.</p><p>Figura 3: Sobrevida Global (OS) de Terapias-Alvo e Imunoterapias</p><p>Fonte: Elaborado pelo autor.</p><p>Além disso, essas terapias podem superar a resistência tumoral, um dos</p><p>principais desafios no tratamento do câncer. Ao direcionar diferentes vias e</p><p>mecanismos, elas podem ser eficazes em tumores resistentes às terapias</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research</p><p>Volume 1, Número 2 (2024), Páginas 11-19.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research | SILVA, A. M. P et al.</p><p>convencionais. Estudos comparativos demonstrou a eficácia de inibidores de PARP</p><p>em pacientes com mutações BRCA1 e BRCA2, demonstrando que essas terapias</p><p>podem contornar a resistência tumoral.</p><p>Em alguns casos, as terapias-alvo e imunoterapias apresentam potencial</p><p>curativo, como no câncer de ovário com mutação BRCA. Foi relatado um aumento</p><p>significativo na sobrevida global com o uso de olaparib em pacientes com essa</p><p>mutação, destacando o potencial curativo dessas abordagens.</p><p>A pesquisa nessas áreas ainda enfrenta desafios significativos. A</p><p>heterogeneidade tumoral, ou seja, a variabilidade genética e molecular entre os</p><p>tumores, dificulta a identificação de alvos terapêuticos universais. A complexidade da</p><p>resposta imune e sua interação com as terapias também representam um obstáculo</p><p>para a otimização do tratamento. A identificação de biomarcadores precisos para</p><p>prever a resposta e a resistência ao tratamento é crucial para a seleção adequada dos</p><p>pacientes. Além disso, o alto custo dessas terapias limita o acesso ao tratamento (LEE</p><p>et al., 2021).</p><p>As terapias-alvo e imunoterapias representam um avanço crucial no tratamento</p><p>do câncer, oferecendo a possibilidade de tratamentos mais eficazes e personalizados.</p><p>A investigação contínua sobre os mecanismos de ação dessas terapias e a</p><p>identificação de novos alvos moleculares e biomarcadores são essenciais para o</p><p>desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais eficazes e personalizadas que</p><p>possam melhorar a sobrevida e a qualidade de vida dos pacientes com câncer. Esta</p><p>revisão fornece uma visão abrangente sobre o estado atual das terapias-alvo e</p><p>imunoterapias no tratamento do câncer, destacando seus avanços, desafios e</p><p>perspectivas futuras.</p><p>Para otimizar a eficácia dessas terapias, é fundamental que futuros estudos</p><p>abordem as lacunas existentes, incluindo a heterogeneidade tumoral e a identificação</p><p>de biomarcadores preditivos. Além disso, políticas de saúde pública devem considerar</p><p>formas de tornar essas terapias acessíveis a um maior número de pacientes, visando</p><p>um impacto mais amplo na saúde global (LEE et al., 2021; VALSECCHI et al., 2023).</p><p>CONCLUSÕES</p><p>As terapias-alvo e imunoterapias têm se destacado como abordagens</p><p>promissoras no tratamento do câncer, oferecendo tratamentos mais específicos e</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research</p><p>Volume 1, Número 2 (2024), Páginas 11-19.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research | SILVA, A. M. P et al.</p><p>personalizados que podem superar muitos dos desafios associados às terapias</p><p>convencionais, como resistência tumoral e efeitos colaterais adversos. A eficácia</p><p>dessas terapias tem sido demonstrada em diversos estudos, que ressaltam a</p><p>importância de continuar investigando os mecanismos de ação dessas abordagens,</p><p>bem como identificando novos alvos moleculares e biomarcadores preditivos para</p><p>maximizar seus benefícios.</p><p>Um dos principais avanços proporcionados pelas terapias-alvo é a capacidade</p><p>de atacar diretamente moléculas específicas envolvidas na progressão tumoral,</p><p>reduzindo assim os danos às células saudáveis. Da mesma forma, a imunoterapia tem</p><p>mostrado resultados promissores ao estimular o sistema imunológico do paciente para</p><p>reconhecer e destruir células cancerígenas, proporcionando uma abordagem de</p><p>tratamento potencialmente curativa para alguns tipos de câncer.</p><p>No entanto, a heterogeneidade tumoral continua a ser um grande desafio,</p><p>dificultando a aplicação universal dessas terapias. A variabilidade genética entre</p><p>diferentes tumores e mesmo dentro de um único tumor pode influenciar</p><p>significativamente a resposta ao tratamento, sublinhando a necessidade de</p><p>estratégias de tratamento altamente personalizadas. Além disso, o custo elevado</p><p>dessas terapias representa uma barreira significativa ao acesso, especialmente em</p><p>países de baixa e média renda. Políticas de saúde pública que promovam o acesso</p><p>equitativo a essas</p><p>terapias são essenciais para garantir que um maior número de</p><p>pacientes possa se beneficiar dessas inovações.</p><p>Futuros estudos devem focar na identificação de biomarcadores que possam</p><p>prever com precisão a resposta ao tratamento, permitindo uma personalização ainda</p><p>maior das terapias. Além disso, é crucial continuar investigando maneiras de reduzir</p><p>os custos dessas terapias, tornando-as mais acessíveis a uma população mais ampla.</p><p>A colaboração entre pesquisadores, clínicos e formuladores de políticas será</p><p>fundamental para superar esses desafios e maximizar o impacto positivo das terapias-</p><p>alvo e imunoterapias no tratamento do câncer.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>DISILVESTRO, P. et al. Overall Survival With Maintenance Olaparib at a 7-Year</p><p>Follow-Up in Patients With Newly Diagnosed Advanced Ovarian Cancer and a BRCA</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research</p><p>Volume 1, Número 2 (2024), Páginas 11-19.</p><p>Journal of Medical and Biosciences Research | SILVA, A. M. P et al.</p><p>Mutation: The SOLO1/GOG 3004 Trial. Journal of Clinical Oncology, v. 41, n. 3, p.</p><p>609-617, 2022.</p><p>INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). ABC do câncer: abordagens básicas</p><p>para o controle do câncer. 5. ed. Rio de Janeiro: INCA, 2019.</p><p>INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). Estimativa 2018: incidência de</p><p>câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2017.</p><p>LEE, Y.-C. et al. BRCA Genes and Related Cancers: A Meta-Analysis from</p><p>Epidemiological Cohort Studies. Medicina, v. 57, n. 9, p. 905, 2021.</p><p>LI, S. et al. BRCA1 Versus BRCA2 and PARP Inhibitors Efficacy in Solid Tumors: A</p><p>Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. Frontiers in Oncology, v. 11, p.</p><p>718871, 2021.</p><p>NYBERG, T. et al. BRCA1 and BRCA2 pathogenic variants and prostate cancer risk:</p><p>systematic review and meta-analysis. British Journal of Cancer, v. 126, n. 7, p. 1067-</p><p>1081, 2021.</p><p>SAITO, R. F. et al. Fundamentos de Oncologia Molecular. São Paulo: Editora</p><p>Atheneu, 2015.</p><p>TUTT, A. N. J. et al. Adjuvant Olaparib for Patients with BRCA1- or BRCA2-Mutated</p><p>Breast Cancer. New England Journal of Medicine, v. 384, n. 25, p. 2394-2405, 2021.</p><p>VALSECCHI, A. A. et al. Frequency of Germline and Somatic BRCA1 and BRCA2</p><p>Mutations in Prostate Cancer: An Updated Systematic Review and Meta-Analysis.</p><p>Cancers, v. 15, n. 9, p. 2435, 2023.</p><p>VIEIRA, S. C. et al. Oncologia Básica. 1. ed. Teresina, PI: Fundação Quixote, 2012.</p>