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<p>ATENDIMENTO EDUCACIONAL</p><p>ESPECIALIZADO NOS</p><p>DIFERENTES NÍVEIS E</p><p>MODALIDADES DE ENSINO</p><p>AULA 3</p><p>Prof.ª Nathalie Baril</p><p>2</p><p>CONVERSA INICIAL</p><p>O objetivo desta aula é entendermos a organização da sala de recursos</p><p>multifuncionais, tema que envolve questões organizacionais e físicas, além de</p><p>recursos pedagógicos.</p><p>Para abordar a sala de recursos multifuncionais e sua organização,</p><p>iniciamos discutindo o papel do docente nesse ambiente, os materiais que</p><p>podem ser utilizados e a avaliação dos alunos. Também estudaremos como</p><p>desenvolver o plano de atendimento e a função dos atendimentos.</p><p>TEMA 1 – O PAPEL DOCENTE NA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS</p><p>O direito a serviços de apoio especializados é garantido pelo Decreto n.</p><p>7.611, de 17 de novembro de 2011 (Brasil, 2011), assegurando, portanto, a</p><p>implementação das salas de recurso multifuncionais e o acesso a elas. Segundo</p><p>esse decreto, essas salas são definidas como ambientes dotados de</p><p>equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos para a oferta do</p><p>atendimento educacional especializado, promovendo o aprendizado e</p><p>quebrando barreiras para o aluno. Assegura, assim, o acesso dos alunos com</p><p>necessidades educacionais especiais ao ensino regular e sua permanência em</p><p>igualdade de condições aos demais alunos, fazendo valer, portanto, a Lei de</p><p>Diretrizes e Bases da educação nacional (Brasil, 2010; Brasil; 1996).</p><p>Diante disso, podemos pensar no papel docente na sala de recursos</p><p>multifuncionais e suas atribuições. Poderíamos considerar como função do</p><p>docente, na sala de recursos, suplementar e complementar a escolarização,</p><p>considerando as especificidades de cada aluno (Brasil, 2010). Dentre as</p><p>atribuições, podemos citar: elaboração, execução e avaliação do plano de</p><p>Atendimento Educacional Especializado (AEE) do aluno; definição de atividades;</p><p>definição do cronograma do aluno; organização e identificação de estratégias</p><p>necessárias e possíveis; ensino e desenvolvimento de atividades de acordo com</p><p>as necessidades individuais; acompanhamento da inclusão escolar e da</p><p>orientação dos professores da sala de aula comum para com o aluno (Brasil,</p><p>2010).</p><p>Resumindo, podemos dizer que um dos papéis importantes do professor</p><p>na sala de recursos multifuncionais é fomentar a autonomia (habilidade para</p><p>pensar, sentir, tomar decisões e agir por conta própria) de seus alunos, uma vez</p><p>3</p><p>que visa desenvolver as habilidades de seus alunos, auxiliando o professor da</p><p>sala de aula comum para que aja no mesmo sentido. Para isto, é necessário ter</p><p>um plano de atendimento ou planejamento bem definido (Carniel, 2018).</p><p>Atualmente, para atuar no atendimento educacional especializado, é</p><p>exigido que o professor tenha especialização na área da educação especial,</p><p>porém não há especificações sobre a necessidade do curso de pedagogia nem</p><p>sobre a formação inicial do profissional (Milanesi, 2012).</p><p>É importante ressaltar que as atitudes dos professores diante das</p><p>necessidades especiais podem auxiliar ou se tornar uma barreira para a inclusão</p><p>escolar, dependendo das suas reações frente à diversidade (Bolsanello, 2010).</p><p>TEMA 2 – ORGANIZAÇÃO DA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS –</p><p>MATERIAIS</p><p>Os materiais adequados às individualidades de cada aluno são fornecidos</p><p>pela mantenedora da escola (Município ou Estado), permitindo a todos os alunos</p><p>o acesso ao currículo. Os materiais são divididos em tipo 1 e tipo 2 (Governo do</p><p>Paraná, 2008).</p><p>Os materiais tipo 1 se destinam às deficiências de modo geral, tais como</p><p>deficiência intelectual, transtorno global do desenvolvimento (TGD), altas</p><p>habilidades e superdotação. Podem ser, por exemplo, mesa, armário, cadeira,</p><p>quadro branco, lupa eletrônica, computador, notebook, material dourado,</p><p>esquema corporal, memória de numerais, software de comunicação alternativa,</p><p>quebra-cabeça, lupa manual, plano inclinado, dominó, alfabeto tátil, entre outros.</p><p>Os materiais tipo 2 incluem todos os materiais tipo 1 mais materiais</p><p>específicos para o atendimento das necessidades das pessoas com deficiência</p><p>visual, como lupa, alfabeto Braille, punção (instrumento para escrita em Braille),</p><p>reglete de mesa (instrumento para escrita em Braille), calculadora sonora,</p><p>soroban (instrumento de cálculo), guia de assinatura, máquina de datilografia em</p><p>Braille e impressora em Braille (Brasil, 2010).</p><p>4</p><p>TEMA 3 – ORGANIZAÇÃO DA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS –</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>Podemos dividir este tema em dois tópicos: a avaliação para ingresso na</p><p>sala de recursos multifuncionais (SRM) e a avaliação do processo de</p><p>aprendizagem.</p><p>3.1 Avaliação para ingresso na sala de recursos multifuncionais</p><p>A avaliação para ingresso na SRM passa por equipe pedagógica,</p><p>professor de sala comum e professor especializado assessorado por equipe</p><p>multifuncional externa, além de ser registrada em relatórios de forma qualitativa,</p><p>com indicação para o plano de trabalho individualizado (Governo do Paraná,</p><p>2008).</p><p>Segundo Milanesi (2012), existem três formas de se ingressar na SRM: a</p><p>primeira seria quando o professor da sala de aula comum faz uma queixa por</p><p>meio de um documento oficial fornecido pelo estado e pelo município para que</p><p>o professor da SRM faça uma avaliação da necessidade de frequentar a SRM;</p><p>a segunda, quando o aluno possui alguma deficiência identificada e já frequenta</p><p>algum tipo de atendimento especializado, adentrando na escola com um laudo</p><p>de que precisará dos serviços da SRM; a terceira é quando, no momento da</p><p>matrícula, a família identificar que o aluno tem alguma necessidade educacional</p><p>especial que necessite da SRM.</p><p>Ressalta-se, aqui, a necessidade de avaliar, independente de laudos, se</p><p>há a necessidade de intervenção por meio da sala de recursos multifuncionais,</p><p>por meio de outras opções ou ainda se não existe no momento tal necessidade;</p><p>se existe, é necessário pensar nas condições de aprendizagem de que o aluno</p><p>necessita (Oliveira, 2018).</p><p>3.1.1 Público-alvo</p><p>O público-alvo da sala multifuncional é composto por alunos que</p><p>apresentem altas habilidades/superdotação ou atrasos significativos na</p><p>aprendizagem e no desempenho acadêmico, decorrentes de alguma deficiência,</p><p>transtornos funcionais ou transtornos globais do desenvolvimento (Governo do</p><p>Paraná, 2008; Brasil, 2010).</p><p>5</p><p>Os alunos atendidos nas salas de recurso multifuncionais cadastrados</p><p>recebem financiamento duplo, garantido pelo Decreto n. 6.254, de 13 de</p><p>novembro de 2007, por frequentarem a escola e este serviço (Milanesi, 2012).</p><p>3.2 Avaliação do processo de aprendizagem</p><p>Com base na avaliação do ingresso na sala de recursos multifuncionais,</p><p>conhecemos um pouco do aluno e dos conhecimentos prévios que ele possui,</p><p>portanto é possível traçar metas apropriadas para sua condição momentânea,</p><p>que podem ser planejadas e reavaliadas quando necessário, com avaliações</p><p>permanentes, além das ações para promoção da aprendizagem e avaliação das</p><p>adaptações curriculares e metodológicas necessárias, avaliando em que o aluno</p><p>ainda apresenta necessidades e quais são os seus avanços, com base nos</p><p>objetivos traçados previamente (Governo do Paraná, 2008; Bolsanello, 2010).</p><p>É importante pensarmos nas formas de avaliação sem nos limitar às</p><p>formas de avaliação tecnicistas (provas, notas quantitativas, exames) e também</p><p>sem transformar em um instrumento de exclusão, mas fornecendo recursos para</p><p>que os alunos superem suas dificuldades, propondo por meio das avaliações</p><p>estratégias que os desenvolvam (Jesus; Aguiar, 2012). Isto é também</p><p>assegurado pela Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional em seu capítulo</p><p>II, art. 24, inciso V (Brasil, 1996), da qual destacamos principalmente o ponto a:</p><p>V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes</p><p>critérios:</p><p>a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com</p><p>prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e</p><p>dos</p><p>resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais;</p><p>b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso</p><p>escolar;</p><p>c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante</p><p>verificação do aprendizado;</p><p>d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito;</p><p>e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência</p><p>paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento</p><p>escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus</p><p>regimentos;</p><p>A articulação entre professor da sala de recursos e professor da sala</p><p>comum se mostra de grande importância no processo de avaliação, tornando</p><p>possível a observação ampla e o estabelecimento de critérios, facilitando a</p><p>aprendizagem (Oliveira, 2018). É, também, interessante que a sala de recursos</p><p>multifuncionais possa se comunicar constantemente com outros atendimentos</p><p>6</p><p>especializados frequentados pelo aluno e com a família deste, porém não há</p><p>normativas para isso (Bolsanello, 2010).</p><p>TEMA 4 – ORGANIZAÇÃO DA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS – O</p><p>PLANO DE ATENDIMENTO</p><p>O plano de atendimento requer um planejamento das ações, ou seja, dar</p><p>objetividade, projetar algo que se almeja alcançar, traçar metas. Diante disso, é</p><p>relevante nos atentarmos para a importância de planejar, saber aonde queremos</p><p>e podemos chegar com cada aluno em determinado tempo, saber quais são suas</p><p>potencialidades e dificuldades para que se monte um plano de atendimento que</p><p>os desenvolva e instigue a superar suas dificuldades (Carvalho, 2016).</p><p>O planejamento das ações pedagógicas e o cronograma de atuação</p><p>devem ser feitos em conjunto entre o professor da sala de recurso e a</p><p>coordenação pedagógica, ainda, caso necessário, com o professor da sala de</p><p>aula comum, em conformidade com o projeto político-pedagógico da instituição</p><p>em que se encontra e de forma permanente, ou seja, deve estar em constante</p><p>modificação, adaptando-se às necessidades dos indivíduos. Deve ser flexível e</p><p>reorganizado de acordo com as necessidades apresentadas ao longo do</p><p>processo, considerando as especificidades de cada aluno, propondo</p><p>metodologias e estratégias (Governo do Paraná, 2008; Bolsanello, 2010;</p><p>Milanesi, 2012).</p><p>Além do planejar, é importante que tomemos providências para que o</p><p>planejamento se concretize, colocando as estratégias em prática. É importante,</p><p>ainda, pensarmos nas ações conjuntas, neste caso entre a sala comum e sala</p><p>de recursos, tomando metodologias de trabalho compartilhado, removendo</p><p>barreiras e garantindo o aprendizado (Carvalho, 2016).</p><p>4.1 Estratégias</p><p>As estratégias podem ser as adaptações de pequeno porte (não</p><p>dependem de autorização de instâncias superiores), como modificação no</p><p>método de ensino, critérios diferenciados e objetivos de ensino definidos,</p><p>procedimentos de avaliação, trabalhos em grupo que favoreçam a inclusão,</p><p>tempo ajustado às condições momentâneas do aluno, entre outros, mas também</p><p>podem ser adaptações de grande porte (não dependem exclusivamente do</p><p>7</p><p>professor), por exemplo aquisição de equipamentos específicos, construções de</p><p>rampas ou adaptações arquitetônicas, ensino de LIBRAS (língua brasileira de</p><p>sinais), entre outros (Bolsanello, 2010).</p><p>Essas estratégias podem ser entendidas como suportes momentâneos ou</p><p>permanentes, dependendo de cada caso, e precisam de uma avaliação</p><p>constante e permanente para averiguar se o aluno ainda necessita de tal</p><p>estratégia ou não, pois, segundo Carniel (2018), os suportes variam ao longo da</p><p>vida.</p><p>4.1.1 Outras opções</p><p>Além da sala de recursos multifuncionais, existem outras estratégias que</p><p>podem ser utilizadas para auxiliar a inclusão escolar. Cada uma deve ser</p><p>analisada e selecionada com base no caso, com avaliação de qual é a melhor</p><p>opção para cada aluno, sem generalizações de estratégias. Podem ser, por</p><p>exemplo: desenho universal, ensino colaborativo, plano educacional</p><p>individualizado ou diminuição de alunos por turma (Carniel, 2018).</p><p>É importante lembrarmos que essas opções de intervenção, para que a</p><p>qualidade de ensino do aluno seja garantida, são garantidas pela LDB (Lei de</p><p>Diretrizes e Bases da educação nacional), em seu capitulo V, além do direito às</p><p>adaptações de pequeno e grande porte (Brasil, 1996).</p><p>Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei,</p><p>a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na</p><p>rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos</p><p>globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.</p><p>§ 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na</p><p>escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de</p><p>educação especial.</p><p>§ 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou</p><p>serviços especializados, sempre que, em função das condições</p><p>específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes</p><p>comuns de ensino regular. (Brasil, 1996)</p><p>TEMA 5 – ORGANIZAÇÃO DA SALA DE RECURSOS – ATENDIMENTO</p><p>O atendimento na sala multifuncional pode ser feito de forma</p><p>individualizada ou em grupos em escolas da rede municipal ou da estadual e</p><p>pode ser organizado, em caso de grupos, tanto pela faixa etária quanto pela</p><p>necessidade pedagógica. Seu funcionamento acontece no contraturno, ou seja,</p><p>no horário contrário àquele em que está matriculado e frequentando a sala de</p><p>aula comum, de duas a quatro vezes por semana, sem ultrapassar duas horas</p><p>8</p><p>por dia durante o tempo necessário para superar as dificuldades. Trata-se,</p><p>portanto, de um reforço ou um complemento das aulas em sala comum, para</p><p>tentar efetivar o aprendizado do aluno, sem se confundir com o reforço escolar,</p><p>pois nessas salas as professoras trabalham, além das habilidades acadêmicas,</p><p>outras habilidades (Governo do Paraná, 2008; Milanesi, 2012).</p><p>Caso a escola não possua sala de recursos multifuncionais, a</p><p>coordenadora da educação especial do município é quem faz a distribuição,</p><p>encaminhando o aluno para outra escola que possua, de preferência próxima à</p><p>sua residência (Milanesi, 2012).</p><p>NA PRÁTICA</p><p>A sala de recursos multifuncionais tem como função complementar a</p><p>aprendizagem dos alunos, sem substituir o trabalho pedagógico na sala de aula</p><p>comum. Os professores envolvidos no processo de aprendizagem de alunos</p><p>considerados público-alvo da educação especial precisam estar em constante</p><p>comunicação. É com base nessa comunicação que as estratégias são discutidas</p><p>e avaliadas de acordo com os resultados alcançados. Se as adaptações</p><p>pedagógicas utilizadas na sala de recursos multifuncionais estão sendo</p><p>significativas para o aluno com deficiência, por que não empregá-las na sala de</p><p>aula comum? Se forem inviáveis, como é possível adaptá-las?</p><p>FINALIZANDO</p><p>Trabalhar com estratégias que possibilitem ao aluno transpor barreiras</p><p>impostas à sua aprendizagem é um dos maiores desafios da sala de recursos</p><p>multifuncionais. O professor do atendimento educacional especializado precisa</p><p>utilizar recursos adequados, e, para isso, é necessário desenvolver o plano de</p><p>atendimento de acordo com as particularidades de cada aluno. A avaliação</p><p>desses procedimentos é necessária para verificar o que precisa ser alterado,</p><p>adicionado ou retirado. Quebrar barreiras, insistir no ensino e alternar</p><p>estratégias: essas são ações que direcionam o ambiente da sala de recursos</p><p>multifuncionais.</p><p>9</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>BOLSANELLO, M. A. Educação especial e educação inclusiva. Curitiba: Ed.</p><p>da UFPR, 2010.</p><p>BRASIL. Decreto n. 7.611, de 17 de novembro de 2011. Diário Oficial da União,</p><p>Poder Legislativo, DF, 18 nov. 2011.</p><p>_____. Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996. Diário Oficial da União, Poder</p><p>Legislativo, DF, 23 dez. 1996.</p><p>_____. Decreto n. 6.254, de 13 de novembro de 2007. Diário Oficial da União,</p><p>Poder Executivo, Brasília, DF, 14 nov. 2007.</p><p>_____. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Manual de</p><p>Orientação: Programa de Implantação</p><p>de Sala de Recursos Multifuncionais.</p><p>Brasília, 2010. Disponível em:</p><p>. Acesso em: 3 out. 2019.</p><p>CARNIEL, T. C. A. Reflexões: autonomia, intensidade de suporte e tutor. 57 f.</p><p>Monografia (Graduação em Pedagogia) – Universidade Federal do Paraná,</p><p>Curitiba, 2018. Disponível em: . Acesso em: 28</p><p>set. 2019.</p><p>CARVALHO, R. E. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. 11. ed. Porto</p><p>Alegre: Mediação, 2016.</p><p>GOVERNO DO PARANÁ. Instrução n. 015, de setembro de 2008. Disponível</p><p>em:</p><p>. Acesso em: 28 set. 2019.</p><p>JESUS, D. M.; AGUIAR, A. M. B. O calcanhar de Aquiles: do mito grego ao</p><p>desafio cotidiano da avaliação inicial nas salas de recursos multifuncionais.</p><p>Revista Educação especial, Santa Maria, v. 25, n. 44, 2012.</p><p>MILANESI, J. B. Organização e funcionamento das salas de recursos</p><p>multifuncionais em um município Paulista. 185 f. Dissertação (Mestrado em</p><p>Ciências Humanas) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2012.</p><p>http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%207.611-2011?OpenDocument</p><p>10</p><p>OLIVEIRA, A. A. S. A ação avaliativa na área da deficiência intelectual: entre</p><p>improvisos e incertezas. Revista de educação especial, Santa Maria, v. 31, n.</p><p>63, p. 981-994, 2018.</p>