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<p>Prova de Hematologia Clínica</p><p>1 (IBFC - SEACRE - 2019) Dentre os parâmetros</p><p>avaliados no hemograma estão os índices</p><p>hematimétricos, que avaliam as hemácias em relação</p><p>ao tamanho e conteúdo de hemoglobina, auxiliando</p><p>na caracterização dos quadros anêmicos. Acerca do</p><p>índice hematimétrico que classifica as hemácias</p><p>como normocíticas, microcíticas ou macrocíticas,</p><p>assinale a alternativa correta.</p><p>A RDW</p><p>B VCM</p><p>C CHCM D Hemoglobina E Hematócrito</p><p>2) (EBSERH/2016)</p><p>Alguns exames servem como suporte ao</p><p>diagnóstico em situações difíceis de realização da</p><p>sorologia, como nos casos de epidemias e em caso</p><p>de falta de kits específicos. Neste sentido, o</p><p>hemograma desempenha papel fundamental para o</p><p>imediato tratamento. Suponhamos que o paciente</p><p>chegou ao pronto atendimento do hospital municipal</p><p>com sinais clínicos de infecção e não foi possível</p><p>identificar o foco infeccioso.</p><p>Assinale a alternativa correta que corresponde ao</p><p>tipo de leucócito que estará predominante no</p><p>hemograma realizado rapidamente, se a infecção for</p><p>bacteriana.</p><p>A</p><p>Monócitos.</p><p>B</p><p>Neutrófilos.</p><p>C Plasmócitos. D Eosinófilos. E Linfócitos.</p><p>3) A vitamina B12 e o ácido fólico desempenham</p><p>papéis cruciais no funcionamento saudável do</p><p>organismo humano. Ambos são essenciais para uma</p><p>variedade de processos metabólicos e de manutenção</p><p>da saúde. Por que a vitamina B12 e o ácido fólico são</p><p>essenciais para o organismo?</p><p>A</p><p>São necessários para a síntese de timidina no DNA</p><p>B Regulam a pressão sanguínea</p><p>C Melhoram a função hepática</p><p>D Ajudam na absorção de cálcio</p><p>E Favorecem o metabolismo de lipídios</p><p>4 Uma mulher de 48 anos é internada com</p><p>história de 6 meses de fraqueza, dispneia e</p><p>formigamento nas pernas. Está descorada, ictérica,</p><p>com área de vitiligo no tronco, e o exame</p><p>neurológico mostra, nos membros inferiores,</p><p>hiporreflexia e diminuição da sensibilidade.</p><p>Laboratorialmente, observam-se hemoglobina =</p><p>6,8g/dL, com volume corpuscular médio = 118fL,</p><p>73.000 plaquetas/mm3, 2.200 leucócitos/mm3 e</p><p>aumento de 10 vezes no nível de DHL.</p><p>A partir dos achados laboratoriais, marque a</p><p>alternativa que indica o exame que deve a ser</p><p>realizado para chegar ao diagnóstico da paciente.</p><p>A</p><p>Dosagem de Vitamina B12.</p><p>B Dosagem de Ferro sérico e ferritina.</p><p>C Dosagem da zincoprotoporfirina eritrocitária</p><p>(ZPP).</p><p>D Dosagens do receptor solúvel da transferrina</p><p>(sTfR).</p><p>E Capacidade total de ligação ao ferro.</p><p>5''Doença Falciforme é um termo genérico usado</p><p>para determinar um grupo de alterações genéticas</p><p>caracterizadas pelo predomínio da hemoglobina S</p><p>(Hb S). Essas alterações incluem a anemia</p><p>Falciforme (Hb SS), as duplas heterozigoses, ou seja,</p><p>as associações de Hb S com outras variantes de</p><p>hemoglobinas, tais como, Hb D, Hb C, e as</p><p>interações com talassemias (Hb S/ β° talassemia, Hb</p><p>S/β+ talassemia, Hb S/ talassemia). As síndromes</p><p>falciformes incluem ainda o traço falciforme (HbAS)</p><p>e a anemia falciforme associada à persistência</p><p>hereditária de hemoglobina fetal (HbS/PHHF).''</p><p>Fonte: BRASIL. ANVISA. Manual de diagnóstico e</p><p>tratamento de doenças falciformes. Disponível em:. Acesso em 05/05/2021. Para o</p><p>diagnóstico definitivo de anemia falciforme, marque</p><p>a alternativa que apresenta o(s) exame(s)</p><p>indicado(s).</p><p>A</p><p>Teste de solubilidade e contagem de reticulócitos.</p><p>B Teste de falcilização e observação de eritrócitos</p><p>falciformes no microscópio.</p><p>C Eletroforese de hemoglobinas e cromatografia</p><p>líquida de alta eficiência.</p><p>D Teste de fragilidade osmótica.</p><p>E Dosagem da hemoglobina fetal no sangue.</p><p>6. Um paciente do sexo masculino, com trinta</p><p>anos de idade, é internado com quadro agudo de</p><p>confusão mental flutuante, com progressão para</p><p>coma, concomitante ao aparecimento de lesões</p><p>purpúricas disseminadas em todo corpo. Os exames</p><p>laboratoriais revelaram os seguintes resultados: LDH</p><p>2.400ul/L, hemoglobina=6 g/dL, leucócito</p><p>9.500/mm3, plaquetas 20.000/mm3, tempo de</p><p>protrobina (TAP) normal e tempo de tromboplastina</p><p>parcialmente ativado (TTPA) normal. No sangue</p><p>periférico, foram observados numerosos</p><p>esquizócitos. Valor de referência: LDH: 20 e 246</p><p>uI/L nos adultos; Hemoglobina 15.7 ± 1.7 g/dL,</p><p>leucócitos: 4000 a 11000/ mm3 e plaquetas 240.000</p><p>e 440.000 /mm3.</p><p>Nesse caso clínico, marque a alternativa que</p><p>apresenta a principal hipótese diagnóstica e a</p><p>conduta a ser adotada, respectivamente.</p><p>A</p><p>Púrpura trombocitopênica trombótica, plasmaférese</p><p>terapêutica.</p><p>B</p><p>Púrpura trombocitopênica trombótica, uso de</p><p>imunoglobulina.</p><p>C</p><p>Púrpura trombocitopênica imunológica, aspirado de</p><p>medula.</p><p>D</p><p>Púrpura trombocitopênica imunológica, transfusão</p><p>de concentrado de plaquetas.</p><p>E Púrpura trombocitopênica imunológica, corticoide</p><p>em altas doses.</p><p>7. J.M de 25 anos ao tomar banho palpou</p><p>numerosos nódulos linfáticos no pescoço e nas</p><p>axilas, mas que não doíam. Resolveu ir ao médico</p><p>que solicitou uma biopsia de um dos linfonodos. No</p><p>resultado o paciente demostrou células de tamanho</p><p>grande e com um aspecto que lembra o formato de</p><p>pipocas.</p><p>A Linfoma de Hodking - subtipo esclerose nodular.</p><p>B Linfoma de Hodgkin - Subtipo de celularidade</p><p>mista.</p><p>C</p><p>Linfoma de Hodgkin - Nodular de predomínio</p><p>linfocitário.</p><p>D Linfoma não-Hodgkin.</p><p>E Linfoma de Hodgkin - Subtipo de depleção</p><p>linfocitária.</p><p>8. Sobre as síndromes mielodisplásicas, leia as</p><p>afirmativas a seguir:</p><p>I. A maior parte dos pacientes com síndrome</p><p>mielodisplásica apresenta medula óssea normo ou</p><p>hipercelular.</p><p>II. As síndromes mielodisplásicas são caracterizadas</p><p>pela presença de hematopoese ineficaz, geralmente</p><p>expressa por citopenia periférica e medula</p><p>hipercelular.</p><p>III. Não são observadas anormalidades</p><p>cromossômicas não são frequentes nas SMD.</p><p>É correto o que se afirma em:</p><p>A II B I C III</p><p>D</p><p>I e II</p><p>E I e III</p><p>9. "O hemograma é o nome dado ao conjunto de</p><p>avaliações das células do sangue que, reunido aos</p><p>dados clínicos, permite conclusões diagnósticas e</p><p>prognósticas de grande número de patologias. A</p><p>introdução do hemograma na prática médica ocorreu</p><p>em 1925 por meio de critérios estabelecidos pelo</p><p>médico e farmacêutico alemão V. Schilling. Entre</p><p>todos os exames laboratoriais atualmente solicitados</p><p>por médicos de todas as especialidades, o</p><p>hemograma é o mais requerido. Por essa razão</p><p>reveste-se de grande importância no conjunto de</p><p>dados que devem ser considerados para o</p><p>diagnóstico médico, não se admitindo erros ou</p><p>conclusões duvidosas". NAOUM, P.C.; NAUON,</p><p>F.A. Interpretação laboratorial do hemograma.</p><p>Disponível em</p><p>:.</p><p>Acesso em 11 abr. 2021. Em um hemograma,</p><p>quando paciente apresenta Trombocitose, indica que</p><p>ocorreu o aumento de:</p><p>A eosinófilos.</p><p>B plaquetas.</p><p>C leucócitos.</p><p>D hemácias.</p><p>E neutrófilos.</p><p>10 Durante a deficiência de vitamina B12 e ácido</p><p>fólico, os eritrócitos, ou glóbulos vermelhos,</p><p>produzidos apresentam características distintas em</p><p>relação ao tamanho e à concentração de</p><p>hemoglobina. Como são os eritrócitos produzidos</p><p>durante a deficiência de vitamina B12 e ácido fólico</p><p>em relação ao tamanho e à concentração de</p><p>hemoglobina?</p><p>A Maiores e hipercrômicos</p><p>B Menores e hipocrômicos</p><p>C Maiores e hipocrômicos</p><p>D Maiores e normocrômicos</p><p>E Menores e normocrômicos</p>