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<p>Padrão de resposta esperado</p><p>Antes do vídeo, ao trabalhar o conceito de reescrita, o professor deve antecipar o tema que será tratado e utilizar a estratégia top-down, ou seja, o conhecimento de mundo dos alunos, para introduzir o vídeo tratando de reescritas da lenda do Rei Arthur. A escuta geral (listening for a gist) permite aos alunos compreender que as lendas vêm da Idade Média tardia e que foram reescritas, com elementos incorporados, nomes alterados para versões inglesas.</p><p>A escuta para detalhes possibilitará entender os nomes Thomas Malory, Geoffrey of Monmouth, Wace e Chrétien de Troyes como autores e menções ao personagem em poemas antigos como The Gododdin e poemas e mitologia celta e saxã.</p><p>B. Top down requer o conhecimento prévio do aluno e bottom up, a identificação de características do que ouve.</p><p>A estratégia top down se refere ao conhecimento de mundo do ouvinte, suas experiências, formulação de hipóteses e expectativas. Na estratégia bottom up, são as caracteristicas do discurso oral que se apresentam, como pronúncia, articulação de sons, hesitação, stress, entonação, ritmo e tom. As atividades de top down estimulam a criatividade do ouvinte, que deve imaginar, criar hipóteses e possibilidades, enquanto as atividades bottom up trabalham as características linguísticas ou não do discurso oral.</p><p>E. Conhecimento prévio, predição e revisão.</p><p>O conhecimento prévio, a predição do que será lido ou ouvido e a revisão do que se leu ou ouviu podem ser usados em ambas as habilidades. Já a identificação de tópico frasal, palavras cognatas, pontuação e parágrafos só são possíveis de verificação no texto escrito, assim como características da fala, tais como stress, hesitação e entonação, só são identificáveis no texto oral.</p><p>B. reconhecer fonemas, morfemas e oposições fonológicas.Os procedimentos para a compreensão do que se ouve são o reconhecimento das unidades de som (fonemas), morfemas e as oposições fonológicas; a seleção, que implica distinguir palavras relevantes e irrelevantes num discurso; interpretar, que é compreender forma e conteúdo de um discurso; antecipar, que diz respeito à previsão do que será ouvido, e inferir, que se refere à dedução dos dados a partir de elementos linguísticos e extralinguísticos.</p><p>A. Focalização de atenção, utilização de relaxamento e cooperação em pares.As estratégias diretas se referem diretamente à língua-alvo e podem ser de memória, cognitivas e de compensação, enquanto as indiretas apoiam a aprendizagem e são as metacognitivas, afetivas e sociais. Nas estratégias aqui mencionadas, tem-se diretas: tradução, prática auditiva, associações mentais, representação de sons na memória, mímica, exercícios de pronúncia, uso de sinônimos, criação de palavras e uso de gestos; e indiretas: focalização de atenção, utilização de relaxamento, cooperação em pares, planejamento de tarefas, determinação de metas e uso de afirmações positivas.A. Escuta empática.</p><p>A escuta apreciativa é para entretenimento, relaxada. A escuta seletiva, que é aquela em que se seleciona a informação que interessa. A escuta discernitiva possibilita ouvir a mensagem completa, permitindo a separação em ideias principais e ideias secundárias. A escuta analítica é a que se tem quando se analisa o que dizem, examinando a lógica das ideias e verificando se estão corretas. A escuta sintetizada é quando se dirige a conversa mediante os próprios objetivos, ou seja, quando se quer buscar respostas, como quando os comerciantes querem obter informação sobre os seus clientes para descobrirem as suas necessidades. A escuta empática é aquela em que se coloca no lugar de quem fala, oferecendo apoio e conselhos. Por fim, a escuta ativa é aquela em que se está com mais atenção e concentração, pois tenta-se obter a totalidade de uma mensagem, interpretando seu significado correto, por meio do que é comunicado, do tom de voz e da linguagem corporal.</p><p>image1.wmf</p><p>image2.wmf</p>