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<p>Pincel Atômico - 23/10/2024 19:30:21 1/4</p><p>GIOVANA CARLA</p><p>FERREIRA</p><p>Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 8 (15708)</p><p>Atividade finalizada em 23/10/2024 08:47:06 (2859868 / 1)</p><p>LEGENDA</p><p>Resposta correta na questão</p><p># Resposta correta - Questão Anulada</p><p>X Resposta selecionada pelo Aluno</p><p>Disciplina:</p><p>PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA</p><p>[944310] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de 1,67 pontos [capítulos - 4]</p><p>Turma:</p><p>Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Pedagogia - Grupo: FPD-OUTUBRO/2023 - SGegu0A181023 [102785]</p><p>Aluno(a):</p><p>91336335 - GIOVANA CARLA FERREIRA - Respondeu 8 questões corretas, obtendo um total de 1,67 pontos como nota</p><p>[353936_39207]</p><p>Questão</p><p>001</p><p>Emilia Ferreiro se tornou uma espécie de referência para o ensino brasileiro e seu nome passou a</p><p>ser ligado ao construtivismo, campo de estudo inaugurado pelas descobertas a que chegou o</p><p>biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) na investigação dos processos de aquisição e elaboração</p><p>de conhecimento pela criança - ou seja, de que modo ela aprende. As pesquisas de Emilia</p><p>Ferreiro, que estudou e trabalhou com Piaget, concentram o foco nos mecanismos cognitivos</p><p>relacionados à leitura e à escrita. Disponível em:</p><p>http://novaescola.org.br/conteudo/338/emilia-ferreiro-estudiosa-que-revolucionou-alfabetizacao.</p><p>Acesso em: 20 out. 2016. A partir das produções teóricas de Emilia Ferreiro, é possível</p><p>compreender a escrita infantil. Com base no referencial de Emília Ferreiro, está CORRETA a</p><p>afirmação contemplada na seguinte alternativa:</p><p>X</p><p>observa-se que a criança elabora hipóteses acerca da língua escrita, sendo função da escola</p><p>promover o avanço dessas hipóteses até a escrita convencional.</p><p>desde que viva numa sociedade letrada, a criança aprenderá a escrita convencional, sem</p><p>interferência da escola.</p><p>somente no ambiente escolar, aplicando-se métodos e técnicas de alfabetização, com etapas</p><p>demarcadas, é possível levar a criança ao uso correto da escrita convencional.</p><p>a criança sempre aprende, naturalmente, a ler e escrever, sem interferência da escola.</p><p>Nenhuma das alternativas.</p><p>[353936_39211]</p><p>Questão</p><p>002</p><p>Analise a cena de sala de aula descrita e responda em seguida ao que se pede.</p><p>Na sala de aula da professora Doralice Silva, 1º. Ano do Ensino Fundamental, escola pública,</p><p>existem vinte e cinco crianças. Dentre estas, três inclusões, sendo um menino com espectro</p><p>autista, uma menina com deficiência intelectual e um menino com diagnóstico de hiperatividade.</p><p>Durante o planejamento de uma sequência didática para trabalhar o sistema de escrita alfabética,</p><p>Doralice considerou a possibilidade de flexibilização curricular para atender a seguinte realidade:</p><p>três alunos não estão alfabéticos (um aluno encontra-se na hipótese pré-silábica, outro na</p><p>hipótese de escrita silábica com valor sonoro e o terceiro na hipótese silábico-alfabética). Assinale</p><p>a alternativa que melhor define a perspectiva teórica correspondente a essas hipóteses ( Pré-</p><p>silábica; Silábica; Silábico-alfabética e Alfabética).</p><p>X Psicogênese da Língua Escrita (FERREIRO e TEBEROSKY, 1979)</p><p>Metodologia da Sequência Didática ( Dolz, Noverraz e Schneuwly, 2004)</p><p>Teoria da Enunciação e dos Gêneros Discursivos (Mikhail Bakhtin, 1992)</p><p>Teoria dos gêneros Textuais (Bronckart, 2003)</p><p>A Pré-História da Escrita (Luria e Vigotski 1988)</p><p>Pincel Atômico - 23/10/2024 19:30:21 2/4</p><p>[353936_39205]</p><p>Questão</p><p>003</p><p>São pressupostos teóricos sobre a Psicogênese da Língua Escrita. Relacione a 2ª coluna de</p><p>acordo com a 1ª.</p><p>1ª Coluna:</p><p>1 – Hipótese Pré-Silábica.</p><p>2 – Hipótese Silábica.</p><p>3 – Hipótese Silábica Alfabética.</p><p>4 – Hipótese Alfabética.</p><p>2ª Coluna:</p><p>( ) Representa a grafia ao som correspondente.</p><p>( ) Usa letras quaisquer. Exemplo: DCMLZ = caneta.</p><p>( ) A criança percebe o som e representa graficamente uma letra para cada sílaba.</p><p>( ) A criança já conhece letras e as representa graficamente, mas ainda não tem sonorização.</p><p>( ) Há um grande conflito cognitivo, ela representa o número de sílabas, mas, percebe que para o</p><p>som é necessário acrescentar mais letras.</p><p>A alternativa CORRETA é:</p><p>4 - 2 - 1 - 3 - 2</p><p>3 - 4 - 2 - 2 – 1</p><p>3 - 2 - 1 - 2 - 4</p><p>X 4 - 1 - 2 - 1 – 3</p><p>2- 1 - 4 - 2 - 3</p><p>[353938_39160]</p><p>Questão</p><p>004</p><p>São constatações de Emília Ferreiro, do ponto de vista construtivo, sobre a escrita infantil. É</p><p>INCORRETO afirmar que</p><p>X</p><p>as crianças precisam atingir certa idade e também precisam de professores para começar a</p><p>aprender.</p><p>a escrita não é um produto, mas sim um objetivo cultural, resultado do esforço coletivo da</p><p>humanidade. Como objeto cultural, a escrita cumpre diversas funções de existências.</p><p>a criança que cresce em um meio letrado está exposta à influência de uma série de interações.</p><p>Quando uma criança escreve, tal como acredita que poderia ou deveria escrever um certo</p><p>conjunto de palavras, está oferecendo um valioso documento que precisa ser interpretado para ser</p><p>avaliado.</p><p>[353936_39208]</p><p>Questão</p><p>005</p><p>Segundo as concepções de Ferreiro (1992), analise as afirmações a seguir.</p><p>Em língua oral permitimos à criança que se engane ao produzir, tanto quanto ao interpretar, e que</p><p>aprenda através de suas tentativas para falar e para entender a fala dos outros.</p><p>PORTANTO</p><p>Em língua escrita só se aprende através da reprodução correta, e é melhor não tentar escrever,</p><p>nem ler, se não está em condições de evitar o erro.</p><p>Acerca dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>A primeira afirmação é falsa, e a segunda verdadeira.</p><p>X A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda falsa.</p><p>As duas afirmações são verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa da primeira.</p><p>As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.</p><p>Tanto a primeira quanto a segunda afirmação são falsas.</p><p>Pincel Atômico - 23/10/2024 19:30:21 3/4</p><p>[353936_39156]</p><p>Questão</p><p>006</p><p>Analise a cena de sala de aula descrita e responda em seguida ao que se pede.</p><p>Na sala de aula da professora Doralice Silva, 1º. Ano do Ensino Fundamental, escola pública,</p><p>existem vinte e cinco crianças. Dentre estas, três inclusões, sendo um menino com espectro</p><p>autista, uma menina com deficiência intelectual e um menino com diagnóstico de hiperatividade.</p><p>Durante o planejamento de uma sequência didática para trabalhar o sistema de escrita alfabética,</p><p>Doralice considerou a possibilidade de flexibilização curricular para atender a seguinte realidade:</p><p>três alunos não estão alfabéticos (um aluno encontra-se na hipótese pré-silábica, outro na</p><p>hipótese de escrita silábica com valor sonoro e o terceiro na hipótese silábico-alfabética). Assinale</p><p>a alternativa que melhor define a perspectiva teórica correspondente a essas hipóteses ( Pré-</p><p>silábica; Silábica; Silábico-alfabética e Alfabética).</p><p>A Pré-História da Escrita (Luria e Vigotski 1988)</p><p>Metodologia da Sequência Didática ( Dolz, Noverraz e Schneuwly, 2004)</p><p>Teoria dos gêneros Textuais (Bronckart, 2003)</p><p>Teoria da Enunciação e dos Gêneros Discursivos (Mikhail Bakhtin, 1992)</p><p>X Psicogênese da Língua Escrita (FERREIRO e TEBEROSKY, 1979)</p><p>[353936_39209]</p><p>Questão</p><p>007</p><p>Ferreiro e Teberosky (1999) apontam que a escrita é uma forma de representar aquilo que é</p><p>funcionalmente significativo, estabelecendo um sistema de regras próprias. Para se aprender a</p><p>escrever, o indivíduo necessita conhecer o sistema de regras da escrita, o que acontece de forma</p><p>gradual, mas exige uma reflexão a respeito das características gerais da escrita. Através dos</p><p>resultados obtidos por meio da pesquisa realizada pelas autoras foram definidos cinco níveis de</p><p>desenvolvimento da escrita, que se estabelecem, a partir do momento em que o indivíduo</p><p>compreende a função da escrita, ou seja, seus devidos usos. Observando as conceituações de</p><p>três das cinco etapas da escrita admitidas por Ferreiro e Teberosky, temos, respectivamente, os</p><p>níveis:</p><p>I.É uma escrita onde a criança começa a escrever, alfabeticamente, algumas sílabas e para outras</p><p>permanece silábico. Percebe, primeiramente, que a sílaba tem duas letras e, posteriormente,</p><p>que</p><p>existem sílabas com mais de duas letras; tem dificuldades em separar palavras quando escreve</p><p>frase ou texto.</p><p>II.Percebe a função social da escrita (diferenciando-a de desenhos), usa critério quantitativo. São</p><p>necessárias muitas letras para escrever o nome de um objeto grande, e poucas letras para</p><p>escrever o nome de um objeto ou coisa pequena, critério qualitativo (não se podem repetir letras).</p><p>III. Consciência de que existe relação entre fala e escrita, entre aspectos gráficos e sonoros das</p><p>palavras. Presença de valor sonoro a letras e sinais para representar as palavras: para cada sílaba</p><p>pronunciada o indivíduo escreve uma letra (uma letra para cada sílaba), ou para cada palavra</p><p>numa frase dita. A criança utiliza os critérios quantitativo e qualitativo.</p><p>Silábico, silábico-alfabético e pré-silábico.</p><p>Silábico-alfabético, silábico e pré-silábico.</p><p>X Silábico-alfabético, pré-silábico e silábico.</p><p>Pré-silábico, silábico e alfabético.</p><p>Alfabético, pré-silábico e silábico.</p><p>[353936_39155]</p><p>Questão</p><p>008</p><p>Emilia Ferreiro se tornou uma espécie de referência para o ensino brasileiro e seu nome passou a</p><p>ser ligado ao construtivismo, campo de estudo inaugurado pelas descobertas a que chegou o</p><p>biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) na investigação dos processos de aquisição e elaboração</p><p>de conhecimento pela criança - ou seja, de que modo ela aprende. As pesquisas de Emilia</p><p>Ferreiro, que estudou e trabalhou com Piaget, concentram o foco nos mecanismos cognitivos</p><p>relacionados à leitura e à escrita. Disponível</p><p>em:http://novaescola.org.br/conteudo/338/emilia-ferreiro-estudiosa-que-revolucionou-alfabetizacao.</p><p>Acesso em: 20 out. 2016. A partir das produções teóricas de Emilia Ferreiro, é possível</p><p>compreender a escrita infantil. Com base no referencial de Emília Ferreiro, está CORRETA a</p><p>afirmação contemplada na seguinte alternativa:</p><p>somente no ambiente escolar, aplicando-se métodos e técnicas de alfabetização, com etapas</p><p>demarcadas, é possível levar a criança ao uso correto da escrita convencional.</p><p>Nenhuma das alternativas.</p><p>X</p><p>observa-se que a criança elabora hipóteses acerca da língua escrita, sendo função da escola</p><p>promover o avanço dessas hipóteses até a escrita convencional.</p><p>Pincel Atômico - 23/10/2024 19:30:21 4/4</p><p>a criança sempre aprende, naturalmente, a ler e escrever, sem interferência da escola.</p><p>desde que viva numa sociedade letrada, a criança aprenderá a escrita convencional, sem</p><p>interferência da escola.</p>