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A GESTÃO ESCOLAR NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: A EDUÇÃO ESPECIAL EM QUESTÃO
SCHOOL MANAGEMENT IN THE CONTEXT OF INCLUSIVE EDUCATION: THE ESPECIAL EDUCATION IN QUESTION
Elisangela Ferreira Giraldi
elisangelafgeraldi@gmail.com
Desenvolvimento do Artigo – Me. Gilberto Abreu de Oliveira
RESUMO
Este artigo visa abordar a gestão escolar no contexto da educação inclusiva, mais especificamente na educação especial. Neste contexto, enfatizou-se a inclusão educacional e a importância da escola e o processo de gestão para alunos com necessidades especiais, buscando-se uma melhor adaptação social. Através de pesquisa bibliográfica com livros, artigos a respeito do tema escolhido para o desenvolvimento, bem como teses, dissertações, foi possível compreender que o sistema escolar juntamente com a gestão focada no papel inclusivo ocupado pelas escolas, constituem uma função social à base do conhecimento, transmitindo informações que buscam pela socialização, através de instrumentos que viabilizam o processo de cidadania, flexibilizando os padrões escolares, garantindo assim a formação educacional de pessoas com necessidades especiais. Diante disso, as conclusões assinalam a precisão de gestores concientes frente ao cenário inclusivo, no que reportar-se a organização da escola, às práticas pedagógicas inclusivas, além da necessidade do gestor alcançar diagnosticar e eliminar barreiras que comprometem a aprendizagem do aluno, propondo escolhas que qualifiquem o trabalho do professor e requeiram subsídios a ações inclusivas.
Palavras-chave: Gestão. Educação Inclusiva. Necessidades Especiais.
ABSTRACT
This article aims to address school management in the context of inclusive education, more specifically in special education. In this context, emphasis was placed on educational inclusion and the importance of the school and the management process for students with special needs, seeking a better social adaptation. Through bibliographical research with books, articles on the theme chosen for the development, as well as theses, dissertations, it was possible to understand that the school system, together with the management focused on the inclusive role occupied by schools, constitute a social function based on knowledge , transmitting information that seeks socialization, through instruments that make the citizenship process viable, making school standards more flexible, thus ensuring the educational training of people with special needs. Therefore, the conclusions point to the precision of conscious managers facing the inclusive scenario, in what concerns the organization of the school, the inclusive pedagogical practices, in addition to the need for the manager to diagnose and eliminate barriers that compromise student learning, proposing choices that qualify the teacher's work and require subsidies for inclusive actions.
Keywords: Management. Inclusive education. Special needs.
INTRODUÇÃO
A realidade pode ser mudada só porque e só na medida em que nós mesmos a produzimos, e na medida em que saibamos que é produzida por nós (KOSIK, 1976:18).
O entendimento do conceito de gestão pode assentar-se sobre a maximização dos processos sociais como força e ímpeto para a promoção de mudanças, já pressupõe, em si, a ideia de participação, isto é, do trabalho associado e cooperativo de pessoas na análise de situações, na tomada de decisão sobre seu encaminhamento e na ação sobre elas, em conjunto, a partir de objetivos organizacionais entendidos e abraçados por todos. 
O conceito de gestão, portanto, parte do pressuposto de que o êxito de uma organização social depende da mobilização da ação construtiva conjunta de seus componentes, pelo trabalho associado, mediante reciprocidade que cria um “todo” orientado por uma vontade coletiva. Esta, aliás, é condição fundamental para que a educação se processe de forma efetiva no interior da escola, tendo em vista a complexidade e a importância de seus objetivos e processos.
	Assim sendo, entende-se que o trabalho educacional, por sua natureza, demanda um esforço compartilhado, realizado a partir da participação coletiva e integrado dos membros de todos os segmentos das unidades de trabalho envolvido. Portanto, a sua gestão pressupõe a atuação participativa, cuja adjetivação consiste em pleonasmo de esforço a essa importante dimensão da gestão escolar.
	Tal gestão consiste no envolvimento de todos os que fazem parte direta ou indiretamente do processo educacional no estabelecimento de objetivos, na solução de problemas, na tomada de decisões, na proposição de planos de ação, em sua implementação, monitoramento e avaliação, visando os melhores resultados do processo educacional (LUCK, FREITAS, GIRLING & KEITH, 2005).
A instituição escolar como todas as outras, é um sistema que atua através de padrões que estabelecem e constituem sua função social, que está relacionada à construção de conhecimento, bem como, repasse de informações, socialização e instrumentalização para exercícios de cidadania, sendo capaz de mudar e flexibilizar seus padrões internos para garantir seu espaço social.
Carvalho (2004, p. 36) postula que a educação inclusiva pressupõe um movimento contra qualquer tipo de exclusão que venha a ocorrer dentro dos espaços educacionais do ensino regular, na medida em que se assenta “[...] na defesa dos direitos humanos de acesso, ingresso e permanência com sucesso em escolas de boa qualidade, o que, necessariamente, implica previsão e provisão de recursos de toda ordem”. Dessa forma, defende que deve possibilitar a todas as pessoas oportunidades educacionais adequadas, respeitando, durante todo o processo de aprendizagem, a individualidade, assim como as limitações inerentes de cada ser.
	Mendes (2006); Rodrigues (2008); Vitaliano (2002), conceituam que educação inclusiva pressupõe respostas educativas das escolas a todos os alunos que ali se encontram, ou seja, qualquer que seja a modalidade de ensino, é importante ter como prioridade, a efetivação do processo de ensino-aprendizagem com base na diversidade e não mais na homogeneização.
A educação especial é uma área de conhecimento e também uma modalidade de ensino que tem como objetivo o desenvolvimento de práticas e estratégias pedagógicas voltadas para os alunos com necessidades educacionais especiais.
	
Parte inicial do artigo. Utiliza-se de bibliografia apropriada para contextualizar a grande área de conhecimento na qual o artigo está inserido, justificando a importância do trabalho e definindo os objetivos do estudo.
REFERENCIAL TEÓRICO
Nesta seção, devem ser apresentados os principais conceitos teóricos relativos ao estudo e uma breve revisão bibliográfica, mencionando o que há de mais atualizado na área da pesquisa em questão (artigos já realizados).
METODOLOGIA
Descreve os detalhes do delineamento da pesquisa e como foi conduzido o estudo. Deve-se descrever com precisão e rigor os métodos, os materiais, as técnicas e os equipamentos utilizados (se houver).
ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
A análise dos resultados deve ser apresentada de forma clara e objetiva e, se pertinente, acompanhada de ilustrações e/ou tabelas com valores estatísticos. As observações de outros autores referentes ao tema do artigo também podem ser relatadas, para discussão e comparação.
EXEMPLO DE ILUSTRAÇÕES
Ilustrações referem-se a figuras, desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos, entre outros. Elas fornecem informações suficientes para que o leitor possa compreendê-las sem a necessidade de uma contribuição significativa de texto escrito. Devem ser apresentadas próximas do local em que se faz menção às informações que estão presentes nela, contribuindo, assim, para uma melhor compreensão do texto. É necessário posicionar a identificação na parte superior da ilustração, precedida da palavra Figura, Gráfico, Quadro etc., numerada sequencialmente com algarismo arábico, seguida de travessão e respectivo título. A fonte consultada é indicada na parte inferior,após a ilustração. Caso a ilustração possua bordas, o título e a fonte devem ficar alinhados a elas. Se não houver borda, o título e a fonte ficam centralizados. A fonte é um elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor, e deverá constar da seção Referências. A Figura 1, Quadro 1 e Gráfico 1 ilustram, respectivamente, exemplos de apresentação de figura, quadro e gráfico.
Figura 1 – Configuração para fotografia de mãos
Fonte: RAMOS; REIS, 2018, p. 12.
Quadro 1 – Estilo de liderança baseado em apoio
	Estilo de liderança baseado em apoio
Muito interesse nas pessoas
	Estilo de liderança baseado em orientação
Muito interesse em pessoas e tarefas
	Estilo de liderança baseado em delegação
Pouco interesse em pessoas e tarefas
	Estilo de liderança baseado em direção
Muito interesse nas tarefas
Fonte: VALLE et al., 2012, p. 116.
Gráfico 1 – Total de pesquisados no semestre
Fonte: Elaborado pelos autores.
EXEMPLO DE TABELAS
Devem ser autoexplicativas e estar localizadas próximas do local em que são mencionadas pela primeira vez no texto. É necessário posicionar a identificação no topo, precedida da palavra Tabela, numerada sequencialmente com algarismo arábico, seguida de travessão e respectivo título, conforme exemplo da Tabela 1. Tabelas não têm as bordas externas e apresentam dados numéricos, conforme o exemplo citado. A fonte é um elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor, e deverá constar da seção Referências. Tabelas devem estar em formato editável e preferencialmente em posição vertical.
Tabela 1 – Comparação dos resultados dos custos da MP100
	Utilização
do dia
	Preço médio ponderado móvel
	Preço médio
Ponderado fixo
	Peps (Fifo)
	Ueps (Lifo)
	05
	R$ 166.307,70
	R$ 171.164,00
	R$ 165.125,00
	R$ 168.200,00
	13
	R$ 308.437,50
	R$ 320.932,50
	R$ 310.375,00
	R$ 307.875,00
	22
	R$ 437.540,00
	R$ 427.910,00
	R$ 410.500,00
	R$ 458.420,00
	Total
	R$ 912.285,20
	R$ 920.006,50
	R$ 886.000,00
	R$ 934.495,00
Fonte: SCRAMIM; BATALHA, 2007, p. 441.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esta seção deve ser sucinta. É necessário elaborar breve interpretação dos principais resultados, seu significado, mencionando se os objetivos inicialmente estabelecidos foram atingidos. Quando os resultados não forem inteiramente conclusivos, isso deve ser apontado.
REFERÊNCIAS
Prefira literatura a ser citada, tal como como pioneira, que deu início ao estudo do assunto tratado; mais recentes (estado da arte do assunto a ser estudado); de impacto, publicada em revistas e editoras reconhecidas na área. Inclua apenas as citações e referências mencionadas no texto, nas ilustrações e em tabelas, atendendo às regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT (NBR 6023 e NBR 10520, respectivamente). Evitar o uso de apud (citado por). Para fins de apresentação no artigo, consideram-se os exemplos a seguir:
CARVALHO, R. E. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. Porto Alegre: Mediação, 2004,
KOSIK, k. Dialética do concreto. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976, p. 18. Reflexões educativas.
LÜCK, Heloísa; FREITAS, Kátia Siqueira de; GIRLING, Robert; KEITH, Sherry. A escola participativa. O trabalho do gestor escolar. Petrópolis: Vozes, 2005.
MENDES, E. G. A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil. Revista Brasileira Educação, Rio de Janeiro, v. 11, n. 33, p. 387 – 405; 2006.
RAMOS, M.; REIS, A. A. Testes de usabilidade de um controle remoto com idosos: aplicação de testes virtuais em softwares CAD/CAE. Gestão e tecnologia de projetos, São Carlos, v. 13, n. 2, p. 7-18, 2018. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/gestaodeprojetos/article/view/140555/140205. Acesso em: 3 set. 2018.
SCRAMIM, F. C. L.; BATALHA, M. O. Gestão de custos agroindustriais. In: BATALHA, M. O. (coord.). Gestão agroindustrial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. v. 1. p. 431-502.
VALLE, A. B. et al. Fundamentos do gerenciamento de projetos. 2. ed. São Paulo: FGV, 2012. (Gerenciamento de projetos).
INFORMAÇÃO: Artigo: estrutura em tópicos de 15 até 25 páginas.
Julho	2017	21	Agosto	2017	18	Setembro	2017	52	Outubro	2017	37	Novembro	2017	39	Dezembro	2017	44	
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