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A doença de Tay-Sachs apresenta uma freqüência elevada em determinados
grupos étnicos, sobretudo nos judeus ashkenazi. É uma desordem
neurodegenerativa, presente principalmente em crianças, decorrente de uma
atividade deficiente da enzima lisossomal hexosaminidase A, acarretando um
acúmulo intracelular de substratos e um progressivo déficit neurológico. O
tratamento é discutível, entretanto, resultados promissores têm sido obtidos com
a utilização da NB-DNJ e, principalmente, com a terapia genética.
Defeitos de síntese ou catabolismo de moléculas complexas (grupo I EIM).
DOENÇA DE TAY-SACHS 
TIPO DE METÁBOLITO
LOCAL DE AÇÃO
Categoria: Lipídios
Descrição: A doença de Tay-Sachs é
caracterizada pelo acúmulo de GM2
gangliosídeo, um tipo de lipídio, nas
células nervosas do cérebro, devido
a uma deficiência enzimática que
impede o metabolismo normal
desses lipídios.
Categoria: Enzimático
Descrição: Tay-Sachs envolve uma
deficiência na enzima hexosaminidase A
(Hex-A). Essa enzima é crucial para o
processo de degradação do gangliosídeo
GM2, e sua deficiência leva ao acúmulo
dessa substância, causando danos
celulares.
Categoria: Autossômico Recessivo
Descrição: Tay-Sachs é herdada de
forma autossômica recessiva, ou
seja, a doença ocorre quando o
indivíduo herda duas cópias
defeituosas do gene HEXA, uma de
cada progenitor.
Turcato MF, Tanaka NYY. Tratamento Nutricional dos ErrosInatos do Metabolismo.
In: Jacqueline Pontes Monteiro; JoséSimon Camelo Jr. (Org.). Nutrição e
Metabolismo. Caminhosda Nutrição e Terapia Nutricional. 1a. ed. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan; 2006. p. 454-501.
GELLER, Mauro et al. Aspectos genéticos e clínico-terapêuticos da Doença de Tay-
Sachs. J. bras. med, p. 17-22, 2001.
Referências

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