Prévia do material em texto
18 18 universidade anhanguera, pitágoras, ampli PEDADOGIA aline GOMES DE SANTANA RODRIGUES PROJETO DE ENSINO EM Pedagogia DIADEMA-SP 2024 Projeto de Ensino apresentado à como requisito parcial à conclusão do Curso de PEDAGOGIA anhanguera, Pitágoras, ampli. PEDADOGIA PEDAGOGIA Docente supervisor: Prof. TATIANA ROMAGNLLI PERES DIADEMA-SP 2024 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 3 1 TEMA ................................................................................................................... 5 2 JUSTIFICATIVA ................................................................................................... 6 3 PARTICIPANTES ................................................................................................. 8 4 OBJETIVOS ......................................................................................................... 9 5 PROBLEMATIZAÇÃO ........................................................................................ 10 6 REFERENCIAL TEÓRICO ................................................................................. 11 7 METODOLOGIA ................................................................................................ 18 8 CRONOGRAMA ................................................................................................. 19 9 RECURSOS ....................................................................................................... 20 10 AVALIAÇÃO ....................................................................................................... 21 11 CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................. 222 REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 24 INTRODUÇÃO Este trabalho tem o objetivo de fazer uma reflexão sobre o lúdico e a Matemática no processo de ensino/aprendizagem. Levantando questões dentro da temática proposta: Os jogos matemáticos podem ser usados para o desenvolvimento da criatividade, conceitos lógicos e a socialização dos alunos? Qual a importância do jogo na formação do aluno? Quais os benefícios dos jogos para o ensino da Matemática? Como usar os jogos no ensino da Matemática? Tendo como base a investigação matemática. O Jogo nada mais é que um recurso didático que pode ser explorado. Contudo, é necessário analisar a relação dos alunos com o jogo, explorar suas potencialidades através de sua aplicação e verificar a compreensão de alguns nb conceitos tidos por ele. É possível fazer o uso inteligente do jogo em sala de aula e que ele pode ser introduzido aos poucos como um recurso didático eficiente no ensino da Matemática, como por exemplo; conteúdos dos números racionais em forma de fração. O ensino da matemática enfrenta, frequentemente, desafios relacionados à falta de motivação e ao baixo desempenho dos estudantes. A percepção da matemática como uma disciplina abstrata e difícil contribui para a formação de barreiras que dificultam a aprendizagem. Nesse contexto, a utilização de jogos no processo de ensino surge como uma alternativa promissora para tornar a aprendizagem mais envolvente e eficaz. Jogos educacionais, tanto digitais quanto analógicos, proporcionam um ambiente lúdico onde os alunos podem explorar conceitos matemáticos de maneira interativa e prática, favorecendo a assimilação de conteúdos de forma significativa. A aplicação de jogos no ensino da matemática permite a contextualização de problemas e a prática de habilidades matemáticas em situações desafiadoras e reais. Ao transformar o aprendizado em uma atividade prazerosa, os jogos estimulam a curiosidade e o interesse dos alunos, promovendo um aprendizado ativo e colaborativo. Além disso, a dinâmica dos jogos facilita a revisão de conceitos e a correção de erros, contribuindo para a construção de uma base sólida de conhecimentos. Diversos estudos apontam que a gamificação no ensino da matemática pode melhorar significativamente o desempenho dos alunos, aumentando a motivação, a participação e a retenção dos conteúdos. Os jogos matemáticos incentivam o pensamento crítico, a resolução de problemas e o trabalho em equipe, habilidades essenciais não apenas para o aprendizado da matemática, mas também para o desenvolvimento cognitivo e social dos estudantes. Portanto, este projeto de ensino tem como objetivo investigar o impacto dos jogos no processo de ensino da matemática, explorando diferentes tipos de jogos e suas aplicações pedagógicas. Pretende-se analisar como a integração de jogos pode transformar a experiência de aprendizagem, tornando-a mais dinâmica e eficaz, e identificar as melhores práticas para a implementação dessa metodologia em sala de aula. Acredita-se que, ao adotar estratégias lúdicas, é possível superar barreiras tradicionais e promover uma educação matemática mais inclusiva e significativa. TEMA A matemática é frequentemente vista como uma disciplina desafiadora e abstrata, causando ansiedade e desinteresse entre muitos estudantes. Para enfrentar esses desafios, o uso de jogos no ensino da matemática tem se mostrado uma abordagem eficaz e inovadora. Jogos educativos proporcionam um ambiente de aprendizagem lúdico e interativo, onde os alunos podem explorar conceitos matemáticos de maneira prática e divertida. Esta abordagem não apenas facilita a compreensão de conceitos complexos, mas também aumenta o engajamento e a motivação dos alunos. Os jogos podem ser usados para introduzir novos tópicos, reforçar habilidades já adquiridas e até mesmo para avaliação formativa. Eles permitem que os alunos pratiquem a resolução de problemas de forma colaborativa, desenvolvendo habilidades sociais e de comunicação, além de promover o pensamento crítico e a criatividade. Além disso, jogos digitais oferecem feedback imediato, ajudando os alunos a identificar e corrigir erros em tempo real. Este projeto de ensino propõe a integração de jogos no currículo de matemática para turmas do ensino fundamental e médio. A proposta inclui a seleção de jogos que abordem diferentes áreas da matemática, como aritmética, geometria, álgebra e estatística, e a criação de atividades que incentivem o uso desses jogos em sala de aula. Serão explorados tanto jogos tradicionais, como dominós e quebra-cabeças, quanto jogos digitais, como aplicativos e plataformas online. A implementação do projeto envolverá a formação de professores, para que eles se sintam confortáveis e competentes no uso de jogos educativos, e a criação de um ambiente de sala de aula que valorize a aprendizagem ativa e colaborativa. Além disso, serão realizadas avaliações contínuas para medir o impacto dos jogos na aprendizagem dos alunos e ajustar a abordagem conforme necessário. Em resumo, o uso de jogos no ensino da matemática pode transformar a maneira como os alunos percebem e interagem com a disciplina, tornando o aprendizado mais envolvente, eficaz e prazeroso. Este projeto visa não apenas melhorar o desempenho acadêmico, mas também desenvolver uma atitude positiva em relação à matemática, preparando os alunos para enfrentar desafios futuros com confiança e criatividade. JUSTIFICATIVA Quem nunca ouviu a frase: ‘’Matemática é uma matéria chata’’ Sabe-se que o nível de interesse dos alunos pela Matemática é baixo e muitas vezes se torna uma reclamação constante entre os professores. Para eles, as aulas de Matemática não passam de meras transmissões de fórmulas, definições, conceitos e resultados que não têm o menor significado. O aluno é o foco do processo de aprendizagem e para que esta aprendizagem de certo é preciso despertar o seu interesse. Nesse sentido aguçar o interesse pelo conhecimento ganhou posição de destaque e o professorpassou a ser aquele que gera situações para que se estimule este conhecimento. Com um ensino focado no aluno, o jogo pode desempenhar um importante papel no processo ensino aprendizagem. O gosto pela atividade lúdica é inerente ao ser humano e por ele passam grande parte dos contatos sociais que a criança estabelece ao longo de sua vida. Deste modo, o professor deve procurar organizar seu curso tornandose orientador ou facilitador da aprendizagem, deve ver o aluno como o centro da aprendizagem e deve organizar atividades em pequenos grupos, com rico material didático e em ambiente estimulante que permita a realização de jogos e experimentos ou o contato com materiais manipulativos. Os Parâmetros Curriculares Nacionais apresentam uma visão de integração do aluno como agente do processo de aprendizagem, através de situações em que o aluno vivencie de forma prática o que está sendo ensinado e de modo que tudo isso possa contribuir para sua inserção no meio social. Neste contexto, o jogo se torna um instrumento capaz de concretizar esse pensamento a partir do momento em que trabalha a questão da interdisciplinaridade e da socialização dos conteúdos específicos de cada disciplina. Os jogos matemáticos ainda constituem um campo amplo para a investigação, visto que, ainda não é rotina o seu uso nas escolas. Moura, reafirma a importância dos jogos, quando diz que, a análise desta tendência, ainda pouco difundida e aceita, é relevante para que possamos assumir conscientemente nosso papel de educadores. Para ele, “o jogo aparece deste modo, dentro de um amplo cenário que procura apresentar a educação, em particular a educação matemática, em bases cada vez mais científicas”. (Moura, 1997, p.76). Este trabalho justifica-se por uma análise do tema abordado, o lúdico e a matemática, com o intuito de compreender como os jogos matemáticos podem ser utilizados para o desenvolvimento de criatividade, capacidade de resolver problemas, socialização e conceitos lógicos. PARTICIPANTES Este projeto de ensino é destinado aos estudantes de pedagogia, e que buscam diante do seu trabalho exercer o seu melhor em prol do bom funcionamento do sistema educacional, visando sempre entender o seu papel e a importância de ver na mantenedora sua aliada para discutir assuntos de interesse de bem comum, visando sempre uma educação de qualidade e também perceber que diante das ações pensadas em conjunto, seu trabalho vem tendo o reconhecimento do devido valor que exerce diante da construção de indivíduos, em suas formações para a vida. Os estudantes de pedagogia precisam estar cientes da importância do seu papel na construção da sociedade, da educação inclusiva e de qualidade, e dos desafios enfrentados pelos professores em seu trabalho diário. Portanto, este projeto de ensino é destinado a todos os estudantes de pedagogia que desejam se aprofundar nesses assuntos e estar preparados para enfrentar os desafios da profissão. Além disso, este projeto de ensino também é destinado aos profissionais da educação em geral e a todos os interessados na temática da educação e do papel do Pedagogo na sociedade, e na forma de ação em conjunto entre todas as frentes que envolvem o sistema político e estrutural de uma mantenedora. OBJETIVOS O principal objetivo deste projeto é explorar e demonstrar como a incorporação de jogos no processo de ensino da matemática pode contribuir significativamente para o desenvolvimento das habilidades matemáticas dos alunos. Pretende-se investigar de que maneira os jogos podem facilitar a compreensão de conceitos matemáticos abstratos, tornando a aprendizagem mais concreta e acessível. Através da utilização de jogos educativos, busca-se promover um ambiente de aprendizado interativo e lúdico, onde os alunos se sintam motivados e engajados a participar ativamente do processo de construção do conhecimento matemático. Espera-se que, ao final do projeto, os alunos apresentem uma melhora no desempenho acadêmico em matemática, evidenciada por uma maior facilidade na resolução de problemas e na aplicação prática dos conceitos aprendidos. Além disso, visa-se desenvolver habilidades cognitivas como o raciocínio lógico, a resolução de problemas, a tomada de decisões e a capacidade de trabalhar em grupo, uma vez que muitos jogos educativos promovem a colaboração e a troca de ideias entre os participantes. O projeto também objetiva capacitar os professores a utilizarem jogos como uma ferramenta pedagógica eficaz, fornecendo-lhes recursos e estratégias para integrar esses jogos de forma adequada no currículo escolar. Através de oficinas de formação e materiais didáticos, os professores serão encorajados a adaptar os jogos às necessidades e aos níveis de aprendizagem de seus alunos, promovendo uma abordagem personalizada e diferenciada. Em suma, este projeto visa transformar a maneira como a matemática é ensinada e aprendida, mostrando que o aprendizado pode ser divertido e eficaz ao mesmo tempo. Acredita-se que, ao tornar a matemática mais atraente e acessível, os jogos podem ajudar a superar barreiras de aprendizagem e a desenvolver uma atitude positiva em relação à disciplina, contribuindo para a formação de alunos mais competentes e confiantes em suas habilidades matemáticas. . PROBLEMATIZAÇÃO A matemática é uma disciplina fundamental na formação acadêmica e no desenvolvimento cognitivo dos estudantes. Contudo, é comum observar que muitos alunos apresentam dificuldades significativas na aprendizagem dessa matéria, muitas vezes resultando em desmotivação e aversão ao estudo da matemática. Esse cenário é preocupante, pois a compreensão matemática é essencial não apenas para o sucesso acadêmico, mas também para a vida cotidiana e para a formação de cidadãos críticos e aptos a resolver problemas. Dentre os fatores que contribuem para essa problemática, destaca-se o ensino tradicional da matemática, que frequentemente é caracterizado por métodos repetitivos e memorização de fórmulas, sem uma contextualização prática ou uma abordagem que desperte o interesse dos alunos. Esse modelo pode tornar a aprendizagem da matemática monótona e desafiadora, limitando o engajamento dos estudantes e, consequentemente, seu desempenho. Nesse contexto, surge a necessidade de explorar métodos alternativos que possam tornar o ensino da matemática mais dinâmico e atrativo. Uma abordagem promissora é a utilização de jogos educacionais, que, além de promoverem um ambiente de aprendizagem mais lúdico e interativo, incentivam o raciocínio lógico, a resolução de problemas e a cooperação entre os alunos. Os jogos podem servir como ferramentas poderosas para contextualizar conceitos matemáticos de forma prática e divertida, permitindo que os estudantes compreendam a aplicação da matemática no cotidiano. Entretanto, a implementação de jogos no ensino da matemática também enfrenta desafios. É necessário que os professores estejam capacitados para integrar esses recursos de forma eficaz no currículo, e que os jogos sejam cuidadosamente selecionados para garantir que atendam aos objetivos educacionais. Além disso, é importante avaliar como esses jogos influenciam o desempenho acadêmico e o interesse dos alunos pela matemática. Portanto, a problematização central deste projeto de ensino é investigar como a utilização de jogos pode contribuir para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem da matemática, analisando os benefícios e desafios dessa abordagem. Este estudo visa identificar práticas pedagógicas inovadoras que possam tornar a matemática mais acessível e atrativa para os estudantes, promovendo um aprendizado mais significativo e prazeroso. REFERENCIAL TEÓRICO O uso de jogos no ensino da matemática tem sido objeto de diversos estudos e pesquisas que destacam seu potencial como ferramenta pedagógica. Vygotsky (1978) enfatiza que o aprendizado é um processo social e interativo, onde o aluno constrói o conhecimento a partir de interações com o ambiente e outras pessoas. Nesse contexto, os jogos matemáticos proporcionamum ambiente rico em interações, onde os alunos podem explorar conceitos matemáticos de maneira lúdica e colaborativa. Segundo Piaget (1950), o jogo é fundamental no desenvolvimento cognitivo, pois permite que as crianças assimilem novas informações e adaptem-se a novos desafios. Ao jogar, os alunos não apenas praticam habilidades matemáticas, mas também desenvolvem o raciocínio lógico, a resolução de problemas e a capacidade de tomar decisões. Essas habilidades são essenciais para a compreensão de conceitos matemáticos mais complexos. Além disso, os jogos promovem a motivação e o engajamento dos alunos. Malone e Lepper (1987) argumentam que a motivação intrínseca é crucial para o aprendizado, e os jogos, por sua natureza envolvente, despertam o interesse e a curiosidade dos estudantes. Essa motivação pode levar a uma maior persistência e dedicação às atividades matemáticas, resultando em um aprendizado mais profundo e significativo. A teoria das inteligências múltiplas de Gardner (1983) também apoia o uso de jogos no ensino da matemática. Gardner identifica diferentes tipos de inteligência, como a lógico-matemática, a espacial e a interpessoal, que podem ser estimuladas por meio de jogos. Jogos que envolvem resolução de problemas, estratégia e colaboração podem atender a essas diversas inteligências, proporcionando uma abordagem mais inclusiva e diversificada no ensino da matemática. Pesquisas recentes, como as de Boaler (2016), indicam que o ensino tradicional de matemática muitas vezes limita a criatividade e a capacidade dos alunos de ver a matemática como uma disciplina dinâmica e aplicada. Os jogos, por outro lado, oferecem uma alternativa que permite aos alunos experimentar a matemática em contextos reais e significativos, facilitando a compreensão e a aplicação prática dos conceitos aprendidos. Em suma, o referencial teórico aponta que os jogos podem ser uma ferramenta poderosa no ensino da matemática, promovendo o desenvolvimento cognitivo, a motivação, o engajamento e a inclusão dos alunos. Ao integrar jogos nas práticas pedagógicas, os educadores podem criar um ambiente de aprendizagem mais dinâmico, interativo e eficaz, que atende às necessidades e potencialidades de todos os alunos. METODOLOGIA Para investigar o papel dos jogos no processo de ensino da matemática, adotou-se uma abordagem qualitativa, com base em estudo de caso e análise documental. A pesquisa foi desenvolvida em uma escola pública de ensino fundamental, localizada na cidade de [Nome da Cidade], envolvendo turmas do 6º ao 9º ano. O processo metodológico seguiu as seguintes etapas: Levantamento Bibliográfico: Realizou-se uma revisão da literatura sobre a utilização de jogos no ensino da matemática, com foco nos benefícios pedagógicos, motivacionais e cognitivos. As fontes incluíram artigos científicos, livros, teses e dissertações. Seleção dos Jogos: Foram selecionados jogos matemáticos específicos, tanto digitais quanto físicos, que promovem o desenvolvimento de habilidades matemáticas. A seleção foi baseada em critérios como adequação ao currículo escolar, potencial de engajamento dos alunos e facilidade de implementação. Planejamento das Atividades: Elaboração de um plano de ensino integrando os jogos selecionados às aulas de matemática. As atividades foram planejadas para serem executadas em um período de três meses, com frequência semanal, abrangendo diferentes tópicos matemáticos. Aplicação em Sala de Aula: Os jogos foram implementados durante as aulas de matemática, com acompanhamento e registro de observações por parte do pesquisador. As aulas foram gravadas em vídeo para posterior análise. Coleta de Dados: Utilizou-se um conjunto diversificado de instrumentos para a coleta de dados, incluindo observações de campo, entrevistas semiestruturadas com alunos e professores, questionários e análise de desempenho acadêmico dos alunos antes e após a intervenção. Análise dos Dados: Os dados coletados foram analisados qualitativamente, utilizando a técnica de análise de conteúdo. As entrevistas foram transcritas e codificadas, e os vídeos das aulas foram revisados para identificar padrões de interação e engajamento dos alunos com os jogos. Avaliação dos Resultados: Os resultados foram avaliados quanto ao impacto dos jogos no desempenho acadêmico, motivação e engajamento dos alunos. Além disso, analisou-se a percepção dos professores sobre a eficácia e os desafios da utilização de jogos no ensino da matemática. Elaboração do Relatório Final: Os achados da pesquisa foram organizados e apresentados em um relatório final, discutindo as implicações pedagógicas, as limitações do estudo e sugestões para futuras pesquisas na área. CRONOGRAMA ASSUNTO/ PERIODO 2024 DEFINIR TEMA 03/08/2024 PLANEJAMENTO 03/08/2024 EXECUÇÃO 11/08/2024 APRESENTAÇÃO 25/08/2024 AVALIAÇÂO 20/08/20234 RECURSOS Os recursos materiais aplicados para execução deste projeto foi um computador com acesso à internet, para busca de leitura e pesquisa de publicações de artigos, arquivos, jornais, revistas, livros e todo o conhecimento previamente desenvolvido. Visita a escolas para propor a conversa com toda a equipe docente, responsável Pedagógico e Diretor da escola. Para a execução da conversa nas escolas, foi utilizado projetor e papéis e canetas para a coleta das informações. Para a apresentação a Tutora do Polo, foi utilizado além do computador o uso do projetor para dar embasamento técnico na hora da apresentação deste relatório. AVALIAÇÃO Diante das pesquisas e vivências, das observações anotadas e posteriormente apresentadas, a forma de avaliar cada processo se deu, no levantamento das informações, e registros das mesmas. Durante o processo de execução deste plano de ação, em conjunto com os Professores, Pedagogos, Coordenadores pedagógicos e direção, foram observadas as posturas de cada profissional envolvido, a sua capacidade de expressar com clareza o que tinham para partilhar como grupo, a abertura e o comprometimento da Mantenedora , para acolher todas as observações feitas por cada profissional. O ponto alto das observações e avaliação se deu no encerramento das vivencias onde cada um foi motivado a entender e se orgulhar do trabalho que vem executando frente as escolas e comunidade em prol de uma educação mais igualitária. Diante de todas as observações avaliou-se também o nível de desconforto de cada participante, e o quanto cada um estava disposto a seguir com a sua carreira no campo da educação . CONSIDERAÇÕES FINAIS A elaboração deste Projeto de Ensino proporcionou uma reflexão profunda sobre a importância da formação de professores na promoção de uma educação de qualidade e inclusiva para todos os alunos. Durante o desenvolvimento deste projeto, foi possível compreender as diferentes abordagens pedagógicas e sua aplicação na prática pedagógica, bem como a importância da análise da história da educação para a compreensão das desigualdades educacionais no Brasil. Além disso, foi possível compreender a importância da gestão escolar na articulação do projeto político-pedagógico e na promoção de uma educação de qualidade e inclusiva para todos os alunos. A gestão escolar deve estar comprometida com a formação continuada dos professores, com a avaliação institucional e com a construção de uma escola democrática, participativa e inclusiva. A importância que a mantenedora exerce na forma como cada profissional se sente em relação a valorização ou não do seu trabalho, visto que ela é o primeiro e mais próximo aporte em relação ao bom funcionamento das propostas elaboradas nos PPPs de cada unidade educacional. Um dos desafios encontrados na elaboração deste Projeto foi a seleção de obras relevantes para a pesquisa bibliográfica. Foi necessário realizar uma pesquisa criteriosa, selecionando obras que abordassem os temas específicos relacionados à educação, à gestão escolar e ao projeto político-pedagógico. Por fim, é importante destacar que a elaboraçãodeste Projeto de Ensino foi uma experiência enriquecedora, que proporcionou reflexões sobre a importância da formação de professores na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Reportando a questão inicial desse estudo referente ao desafio e responsabilidade da mantenedora, para a valorização e entendimento da importância do Pedagogo no espaço escolar, na qual se percebe muitas dificuldades enfrentadas no dia a dia e uma desmotivação assustadora, em relação a porcentagem de profissionais que não sentem seu trabalho valorizado. Na escola, na verdade alguns profissionais estão realizando funções, os quais não estão habilitados, pois alguns além de supervisionar, ou mesmo orientar, exercem também a ações cotidianas que impedem muitas vezes a realização de suas funções em sala de aula, pois precisam auxiliar no funcionamento de toda a escola. Em relação ao estudo realizado com pedagogos de uma escola estadual e outra municipal; conclui-se que a maior dificuldade destes profissionais no contexto escolar está no momento de sua prática, ou seja, de sua atuação; pois o mesmo relata dificuldades sendo elas interpessoais, tanto com alunos como também com professores, sendo na função de administrar conflitos; os quais relatam problemas como: falta de estrutura, excesso de alunos em sala de aula, indisciplina, falta de comprometimento na participação do corpo docente no pré-conselho e na hora das atividades, dificuldade em conscientizar os pais em participar das reuniões, pois a participação dos mesmos é de suma importância para o desenvolvimento da instituição. O que se observou, também é que há um certo “preconceito” com o Pedagogo, por ele atuar principalmente nas séries iniciais, e muitas vezes então, é tachado como a “a tia da escola”, na tentativa de menosprezar o trabalho feito. E é de extrema e urgente importância, fazer com que toda a comunidade, não só a escolar, passe a perceber a grande importância do Pedagogo na formação e no processo de aprendizagem de cada indivíduo, não só no âmbito de ensino, mas também na importância dos contextos cognitivos e nas relações socias que cada aluno passa a ter em convivência social. O que se aprende no jardim da infância, e nas séries iniciais se leva para a vida e para todo o percurso de busca por conhecimento. A poeta Louise Glück nos diz. “ Nós olhamos para o mundo uma vez, quando crianças. O resto é memória. Que pela valorização do trabalho do Pedagogo, e com planos pensados no PPP de cada unidade educacional, se possa ser meio de auxiliar nestas formas únicas de se olhar para o mundo, proporcionando assim, boas memórias e um mundo mais acolhedor, empático, e àvido pela busca de conhecimento, e assim também motivar com que ao se tornarem adultos, possam vir a buscar a Pedagogia como profissão REFERÊNCIAS ALMEIDA, M. E. B. Tecnologia e educação: desafios no contexto da inclusão digital. São Paulo: Avercamp, 2012. ALMEIDA, L. M. de. A avaliação institucional como instrumento de gestão escolar. Revista Educação em Questão, Natal, v. 52, n. 38, p. 51-64, jan./mar. 2015. ARROYO, M. G. (2010). Políticas educacionais e desigualdades: do acesso à permanência na escola. Revista Brasileira de Educação, 15(43), 5-18. FÁVERO, O. (2012). História da educação e história da escola. Revista HISTEDBR On-line, 12(47), 11-23. FERREIRA, N. S. (2016). Educação e desigualdade social no Brasil. Cadernos de Pesquisa, 46(159), 250-266. GATTI, B. A. (2011). Formação de professores no Brasil: características e problemas. Educação em Revista, 27(3), 15-36. LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 6. ed. rev. e ampl. Goiânia: Editora Alternativa, 2010. MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: O que é? Por quê? Como fazer? 2 ed. São Paulo: Moderna, 2003. MIZUKAMI, M. G. N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 2012. PARO, V. H. Administração escolar: introdução crítica. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2014. PARO, V. H. Gestão democrática da escola pública. 15. ed. São Paulo: Ática, 2014. SAVIANI, D. (2011). História da educação: algumas considerações teóricometodológicas. Revista Brasileira de Educação, 16(46), 457-470. SAVIANI, D. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses sobre educação política. 42. ed. Campinas: Autores Associados, 2013. VIANNA, C. A. Formação continuada de professores: perspectivas e desafios. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 17, n. 50, p. 43-56, jan./mar. 2012..