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14/01/2016
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ESTRUTURAS DE AÇO - Barras 
Submetidas à Tração
Prof.: Aarão F. Lima Neto
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DIMENSIONAMENTO DE BARRAS TRACIONADAS
ESTADOS LIMITES APLICÁVEIS:
•Solicitada exclusivamente por força normal de traçã o.
•A carga for centrada.
RESISTÊNCIAS NOMINAIS:
�O estados limites são:
�Ruptura da seção líquida efetiva (A e);
�Escoamento da seção bruta (A g).
�Menor dos dois valores encontrados. (bruto e líquid o)
�NSd ou S d – Esforço normal de cálculo (N ou Kgf);
� Nn – Resistência nominal à força normal (N ou Kgf);
�NRd – Resistência nominal de cálculo à força normal (N ou Kgf);
� φφφφt – Coeficiente de minoração da resistência;
� Ag – Área bruta (cm 2 ou mm 2);
�Ae – Área líquida efetiva (cm 2 ou mm 2).
�An – Área líquida (cm 2 ou mm 2).
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RESISTÊNCIAS NOMINAIS:
�Escoamento da seção bruta (A g):
�Ruptura da seção líquida efetiva (A e):
DIMENSIONAMENTO DE BARRAS TRACIONADAS
Nn = Ag.fy
Sendo:
�fy – Tensão de escoamento do aço (MPa ou Kgf/cm 2).
Sendo:
�fu – Tensão de ruptura do aço (MPa ou Kgf/cm 2).
Nn = Ae.fu
NSd ≤ Nn/γγγγt�Condição básica:
Sendo φφφφt o coeficiente de minoração, dado conforme tabela.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO:
�Escoamento da seção bruta:
DIMENSIONAMENTO DE BARRAS TRACIONADAS
NRd = Nn/γγγγt
NRd = Ag.fy/γγγγt
�Ruptura da seção líquida efetiva:
NRd = Ae.fu/γγγγt
Obs.: A resistência de cálculo (N Rd) a ser utilizada deve ser a menor entre 
as duas.
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� Uma barra de aço sujeita ao esforço normal de tração terá, em
seu dimensionamento no método dos estados limites, DUAS
REGIÕES DISTINTAS.
Dimensionamento de barras à tração
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TRECHO Y
TRECHO U
Região da barra onde não há uniformidade de tensões,
notadamente junto aos furos. Por ser uma região restrita permite-se
o escoamento localizado, mas não poderá haver ruptura última
da peça .
Região da barra onde não é permitido o escoamento
generalizado por inutilizar a peça devido à ocorrência de
alongamento excessivo.
Dimensionamento de barras à tração
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Resistência de cálculo (NBR 8800/2008 - item
5.2.2)
A resistência de cálculo (Nt,Rd) a ser utilizada no dimensionamento
é o menor dos valores obtidos de acordo com os estados limites de
escoamento da seção bruta e ruptura da seção líquida efetiva.
Seção de área bruta TRECHO Y
Seção de área líquida 
efetiva
TRECHO U
CONDIÇÃO BÁSICA
(NBR 8800/2008 - item 5.2.1.2) Nt,Sd ≤ Nt,Rd
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Resistência de cálculo (NBR 8800/2008 - item
5.2.2)
� Os coeficientes γa1 e γa2 são fornecidos no item 4.8.2 da NBR
8800/2008 (para o ELU).
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Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
SEÇÃO 
RETA
Seção transversal da peça,
também denominada seção
normal - pode ou não
conter furos .
ÁREA 
BRUTA
Ag = bg*t Obtida de tabelas de fabricantes
dos perfis metálicos.
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ÁREA LÍQUIDA (A n)
(NBR 8800/2008 - item 5.2.4)
Para o cálculo da área líquida de
uma seção transversal é
necessário determinar o diâmetro
dos furos. No caso de peças
soldadas, como não há furos � An
= Ag
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
CANTONEIRAS
Ag = (A + B -t)*t
(NBR 8800/2008 - item 5.2.4.1-d)
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An = Ag - ΣΣΣΣAfuro
Sendo:
Afuro = área do furo na seção transversal � Afuro = d’*t
d' = diâmetro do furo para efeito de cálculo da área líquida. O
furo pode ser padrão, alargado ou alongado
Largura do furo para 
cálculo da área líquida
d' = dfuro + DANO
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
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Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
Onde:
�db = diâmetro do parafuso;
�dfuro ���� db + folga máxima entre o furo e o parafuso (NBR
8800/2008 – item 6.3.6 - tabela 12);
�DANO = 2,0mm ���� danificação do furo devido ao puncionamento.
Caso se possa garantir que os furos sejam executados com broca,
pode-se desconsiderar este acréscimo (NBR 8800/2008 - item
5.2.4.1-a).
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Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
Dimensões máximas de furos para parafusos e barras redondas 
rosqueadas
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Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
SEÇÃO EM ZIGUEZAGUE
(NBR 8800/2008 item 5.2.4.1-b)
Quando há furos em diagonal, a linha de ruptura pode não
acontecer numa seção normal ao eixo da peça (A), podendo ser em
ziguezague (B ou C) . Devem ser verificadas todas as
possibilidades.
Seção crítica Seção de menor área líquida An entre as
seções A, B e C.
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I
�Seção zigue-zague :
•Tem-se 4 linhas de ruptura 
possíveis.
•Seção ABC
•Seção ABDE
•Seção FGDE = ABDE
•Seção FGHI
•Seção FGHDE
•Seção ABC
•Seção ABDE
•Seção FGHI
•Seção FGHDE
DIMENSIONAMENTO DE BARRAS TRACIONADAS
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Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
Furo padrão (NBR 8800/2008 item 5.2.4.1-b)
Quando a ruptura se dá em ziguezague temos um aumento da
resistência que é expresso como um aumento de área líquida.
Onde:
s = espaçamento longitudinal entre dois furos consecutivos;
g = espaçamento transversal entre dois furos consecutivos;
t = espessura da peça.
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Cantoneiras (NBR 8800/2008 item 5.2.4.1-d)
Devemos desenvolver o perfil para
determinar as seções ziguezague entre as
abas das cantoneiras
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
ou
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Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
Quando uma solicitação de tração for transmitida a uma barra
diretamente para cada um dos elementos de sua seção, por soldas
ou parafusos, a área líquida efetiva (Ae) é igual à área líquida (An).
Quando a transmissão for feita para apenas alguns elementos da
seção, a distribuição de tensões não é uniforme ���� deve ser
empregado um coeficiente de redução C t (NBR 8800/2008 – item
5.2.5).
Ae = Ct * An
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Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
Quando a força de tração for transmitida somente por soldas
transversais:
Onde:
Ac é a área da seção transversal dos elementos conectados.
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ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
A) Nas barras com seções transversais abertas, quando a força de
tração for transmitida somente por parafusos ou somente por soldas
longitudinais ou ainda por uma combinação de soldas longitudinais
e transversais para alguns (não todos) elementos da seção
transversal (devendo, no entanto, ser usado 0,90 como limite
superior, e não se permitindo o uso de ligações que resultem em um
valor inferior a 0,60):
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ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
A) Onde:
� ec é a excentricidade da ligação, igual à distância do centro geométrico da seção
da barra, G, ao plano de cisalhamento da ligação (em perfis com um plano de
simetria, a ligação deve ser simétrica em relação a ele e são consideradas, para
cálculo de Ct, duas barras fictícias e simétricas, cada uma correspondente a um
plano de cisalhamento da ligação, por exemplo, duas seções T no caso de perfis I
ou H ligados pelas mesas ou duas seções U, no caso desses perfis serem ligados
pela alma.
� lc é o comprimento efetivo da ligação (esse comprimento, nas ligações soldadas,
é igual ao comprimento da solda na direção da força axial; nas ligações
parafusadas é igual a distância do primeiro ao último parafuso da linha de furação
com maior número de parafusos, na direção da força axial
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ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
Ilustração dos valores de ec em seções abertas
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ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
B) Nas chapas planas, quando a força de tração for transmitida
somente por soldas longitudinais ao longo de ambas as suas
bordas.
Ct = 1,00, para lw ≥ 2*b
Ct = 0,87, para 2*b > lw ≥ 1,5*b
Ct = 0,75, para 1,5*b > lw ≥ b
� lw é o comprimento dos cordõesde solda.
� b é a largura da chapa (distância entre as soldas situadas
nas duas bordas).
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Chapa plana com força de tração transmitida por solda longitudinal
ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
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ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
C) Como em “A” , nas barras com seções tubulares
retangulares, quando a força de tração for transmitida por
meio de uma chapa de ligação concêntrica ou por chapas de
ligação em dois lados opostos da seção, desde que o
comprimento da ligação, lc, não seja inferior à dimensão da
seção na direção paralela à(s) chapa(s) de ligação.
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
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ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
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ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
D) Nas barras com seções tubulares circulares, quando a força
de tração for transmitida por meio de uma chapa de ligação
concêntrica.
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
Ct = 1,00
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ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (Ae) (NBR 8800/2008 - item 5.2.3)
Determinação de áreas da seção transversal para
cálculo
D) Se o comprimento da ligação, lc, for superior ou igual a 1,30 do
diâmetro externo da barra.
Como em “A” , se o comprimento da ligação for superior ou igual ao
diâmetro externo da barra e menor que 1,30 vez esse diâmetro.
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Nesse tipo de colapso ocorre a ruptura do segmento do perfil que
recebe a ligação, envolvendo cisalhamento nos planos paralelos a
força à força (áreas Av) e tração normal à força (área At).
A ruptura da área tracionada pode estar acompanhada da ruptura
ou do escoamento das áreas cisalhadas, o que fornece a menor
resistência.
Cisalhamento de Bloco (Colapso por Rasgamento)
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� Agv é a área bruta sujeita a cisalhamento;
� Anv é a área líquida sujeita a cisalhamento;
� Ant é a área líquida sujeita à tração;
� Cts é igual a 1,0 quando a tensão de tração na área líquida for
uniforme, e igual a 0,5 quando for não-uniforme (as Figuras 18-b
e 18-c, da NBR 8800, ilustram situações típicas, respectivamente,
para Cts = 1,0 e Cts = 0,5 ).
Cisalhamento de Bloco (Colapso por Rasgamento)
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Cisalhamento de Bloco (Colapso por Rasgamento)
Situações típicas nas quais deve ser verificado o e stado-limite
Situações típicas nas quais Cts = 1,0
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Cisalhamento de Bloco (Colapso por Rasgamento)
Situação típica na qual Cts = 0,5
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Disposições construtivas
A localização de parafusos nas peças deve ter em conta:
� Uma distribuição mais uniforme das tensões, evitando-se
concentração de tensões, escoamento e/ou rupturas prematuras.
� Facilitar ou possibilitar o manejo de chaves fixas, torquímetros,
etc.
� Evitar que as arruelas, porcas ou cabeças de parafusos apóiem-
se em regiões curvas de perfis laminados ou dobrados.
� Evitar a interferência de parafusos.
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Disposições construtivas
Espaçamento mínimo entre furos (NBR 8800/2008 – item 6.3.9) :
� A distância entre centros de furos-padrão, alargados ou
alongados, não pode ser inferior a 2,7*d b, de preferência 3*d b,
sendo db o diâmetro do parafuso ou barra redonda rosqueada. Além
desse requisito, a distância livre entre as bordas de dois furos
consecutivos não pode ser inferior a d b.
DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE PARAFUSOS:
�Centro a centro dos furos:
� 2,7.db, sendo o ideal 3.d b.
� db – diâmetro nominal do parafuso.
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Disposições construtivas
Espaçamento máximo entre parafusos (NBR 8800/2008 – item
6.3.10):
� Determinação do espaçamento máximo entre parafusos que
ligam uma chapa a um perfil ou a outra chapa, em contato contínuo:
� Em elementos pintados ou não sujeitos à corrosão, o
espaçamento não pode exceder 24 vezes a espessura da parte
ligada menos espessa, nem 300 mm;
� Em elementos sujeitos à corrosão atmosférica, executados com
aços resistentes à corrosão, não pintados, o espaçamento não pode
exceder 14 vezes a espessura da parte ligada menos espessa, nem
180 mm.
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Disposições construtivas
Distância mínima de um furo às bordas – furos padrão (NBR
8800/2008 – item 6.3.11.1) a:
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Disposições construtivas
Distância mínima de um furo às bordas – furos alargados ou
alongados (NBR 8800/2008 – item 6.3.11.2):
A distância do centro de um furo alargado ou alongado a qualquer
borda de uma parte ligada não pode ser inferior ao valor indicado
para furos-padrão, acrescido de β*db , sendo db o diâmetro do
parafuso e β definido como a seguir:
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Disposições construtivas
Distância mínima de um furo às bordas – furos alargados ou
alongados (NBR 8800/2008 – item 6.3.11.2):
� β = 0 para furos alongados na direção paralela à borda
considerada;
� β = 0,12 para furos alargados;
� β = 0,20 para furos pouco alongados na direção perpendicular à
borda considerada;
� β = 0,75 para furos muito alongados na direção perpendicular à
borda considerada (se o comprimento do furo muito alongado for
inferior ao dado na Tabela 12 da NBR 8800/2008, o produto β*db
pode ser reduzido de uma quantia igual à metade da diferença entre
o comprimento dado na Tabela e o comprimento real).
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Disposições construtivas
Distância máxima de um parafuso ou barra rosqueada às
bordas (NBR 8800/2008 – item 6.3.12):
� Para qualquer borda de uma parte ligada, a distância do centro
do parafuso, ou barra redonda rosqueada, mais próximo até essa
borda não pode exceder a 12 vezes a espessura da parte ligada
considerada, nem 150 mm.
�Distância máxima às bordas:
�12.t ou 150 mm.
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Índice de esbeltez limite (NBR 8800/2008 - item
5.2.8)
� O índice de esbeltez, de barras tracionadas, tomado como a
maior relação entre o comprimento e o raio de giração
correspondente (L/r), excetuando-se tirantes de barras redondas
pré-tensionadas ou barras que tenham sido montadas com pré-
tensão, não pode, em princípio, exceder 300.
� Recomenda-se que perfis ou chapas, separados uns dos outros
por uma distância igual à espessura de chapas espaçadoras, sejam
interligados através dessas chapas espaçadoras, de modo que o
maior índice de esbeltez de qualquer perfil ou chapa, entre
essas ligações, não ultrapasse 300.
�λ máx– Índice de esbeltez máxima;
�L – comprimento de flambagem;
�r – raio de giração.
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Índice de esbeltez limite (NBR 8800/2008 - item
5.2.8)
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Índice de esbeltez limite (NBR 8800/2008 - item
5.2.8)
� No caso das recomendações não serem adotadas, o
responsável técnico pelo projeto estrutural deve estabelecer
novos limites para garantir que as barras tracionadas tenham
um comportamento adequado em condições de serviço.
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Exemplo 01
EXEMPLO:
�Área Bruta (A g)
Ag = bg.t
Ag = 24 x 1,5 Ag = 36,0 cm 2
�Área Líquida (A n): (seção reta)
�Área seção I:
�Área seção II: (seção zigue-zague)
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�Área seção III: (seção zigue-zague)
EXEMPLO:
�Resistência a tração:
�Seção bruta:
Nd = Ag.fy/γγγγt Usando: γγγγt = 1,11,11,11,1
Nd = 36 x 2500/1,1 Nd = 81.818 Kg
�Seção com furos (seção líquida):
Nd = 81.978 Kg
�Seção I, é a seção crítica: A n = 27,33 cm 2
Ae = An.Ct
Usando: γγγγt = 1,351,351,351,35 e Ct = 1
Nd = 27,33 x 4000 / 1,35NRd = Ae.fu/γγγγt
EXEMPLO:
�Maior esforço de cálculo suportado pela peça:
Sabemos que:
Nd = 81.818 Kg
NSd ≤ φφφφt . Nn
FIM
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Exemplo 02 – Calcular a espessura necessária de uma chapa de
100mm de largura, sujeita a um esforço axial de 100kN. Resolver o
problema para o aço MR250 utilizando o Método dos Estados
Limites.
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Exemplo 03 – Duas chapas 22 x 300mm são emendadas por meio
de talas com 2 x 8 parafusos Φ 22mm. Verificar se as dimensões
das chapas são satisfatórias, admitindo-se aço MR250.
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Exemplo 04 – Duas chapas 28cm x 20mm são emendadas por
trespasse, com parafusos d = 20mm, sendo os furos realizados por
punção. Calcular o esforço resistente de projeto das chapas,
admitindo-as submetidasa tração axial. Aço MR250.
50
Exemplo 05 – Para o perfil U 381 (15”) x 50,4kg/m, em aço MR250,
calcular o esforço de tração resistente. Os conectores são de 22mm
de diâmetro.
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Exemplo 06 – Calcular o esforço de tração do Exemplo 05, agora
com ligação soldada
F I M !
O B R I G A D O !
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