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Socialização - Seminário V Tutor (a): Helines Bassualdo Cabreira Dutra de Souza Alunos (as): Ana Carolina Mello Viana Klitzke; Fernanda Cristina dos Santos; Juliana Cristina de Oliveira Velho; Katiane Fatima dos Reis; Yasmin de Lima Leal 1 Ser a melhor solução de educação para a construção da sua própria história. Ser líder nas regiões onde atua, referência de ensino para a melhoria de vida dos nossos alunos, com rentabilidade e reconhecimento de todos os públicos. MISSÃO VISÃO VALORES Ética e Respeito: Respeitar as regras sempre, com transparência e respeito, é a base do nosso relacionamento com alunos, funcionários e parceiros. Valorização do Conhecimento: Não basta saber, é preciso saber fazer. Valorizamos o conhecimento como forma de inspirar e aproximar as pessoas. Vocação para Ensinar: Nossos profissionais têm prazer em educar e contribuir para o crescimento dos nossos alunos. Atitude de Dono: Pensamos e agimos como donos do negócio. Simplicidade e Colaboração: Trabalhamos juntos como um time, com diálogo aberto e direto. Foco em Resultado e Meritocracia: Nossa equipe cresce por mérito através da superação de metas e dedicação de cada um. 3 Seminário Interdisciplinar: Gestão Estratégica em Recursos Humanos INTELIGÊNCIA EMOCIONAL RESUMO Lidar com as emoções nem sempre é uma tarefa fácil, diariamente somos impactados por algum sentimento que afeta profundamente o nosso comportamento e é por isso que o aprimoramento da Inteligência Emocional (IE) é tão necessária na vida das pessoas. Sem o autocontrole nossas emoções são afloradas com maior facilidade e isso gera um retorno negativo na forma com a qual lidamos com nós mesmos ou com as pessoas a nossa volta. Para o aprimoramento dessa habilidade, Daniel Goleman fundamentou os 5 pilares da IE e através deste fundamento, das obras de outros autores e da pesquisa de campo, conseguimos identificar que a Inteligência Emocional gera uma grande melhora na vida das pessoas que tem o controle dessa habilidade. INTRODUÇÃO A inteligência emocional (IE) tem se destacado no mundo corporativo como a habilidade de reconhecer, compreender e gerenciar nossas próprias emoções, assim como as emoções dos outros. Essa capacidade não apenas influencia decisões e comunicações dentro das organizações, mas também é fundamental para o papel estratégico do departamento de Recursos Humanos. Entrevistamos Tânia Dias de Oliveira, Coordenadora de departamento pessoal na BF Contadores, que destacou como a IE contribui para decisões ponderadas por parte dos líderes, promovendo empatia e comunicação eficaz. Esses aspectos não só melhoram o clima organizacional, mas também impulsionam um ambiente mais colaborativo e inclusivo, beneficiando o desenvolvimento profissional e pessoal dos colaboradores. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A IE não só melhora a tomada de decisões como também promove uma comunicação mais clara e colaborativa, tanto em contextos pessoais quanto profissionais. Estudos recentes reforçam sua importância, como os de Brackett (2019) e Joseph e Newman (2021), mostrando que investimentos em IE resultam em aumento de produtividade e redução de rotatividade. Diante da automação e diversidade crescentes, a IE emerge como competência essencial para a resiliência e adaptação organizacional. Transmitir emoções, positivas ou negativas, afeta significativamente o ambiente e as interações no trabalho, destacando a necessidade de cultivar relacionamentos saudáveis e habilidades de IE para um desenvolvimento pessoal e profissional satisfatório. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A imagem acima refere-se aos 5 pilares da Inteligência Emocional, fundamentada por Daniel Goleman, um psicólogo, escritor e jornalista cientifico dos Estados Unidos que escreve sobre os avanços nos estudos do cérebro e das ciências comportamentais. Cada pilar possui suas próprias características, que de acordo com Goleman (1995) Apud Koelle (2021) são: 1. Autoconhecimento emocional: Este pilar refere-se à capacidade de compreender como as emoções surgem, como elas funcionam, de que forma se manifestam, entre outros fatores. 2. Controle das emoções: Como o nome já diz, este refere-se ao controle das nossas próprias emoções, ou seja, a forma como gerenciamos nossos próprios sentimentos. 3. Automotivação: Refere-se a forma como desenvolvemos e como mantemos à automotivação. 4. Empatia: Este pilar refere-se as habilidades interpessoais, reconhecer que assim como nós mesmos, as outras pessoas também precisam aprender a lidar com as suas próprias emoções e que o aprendizado de uma pessoa pode ser mais lento que a de outra. 5. Relacionamento interpessoal: O último pilar fala sobre a necessidade de nos relacionarmos com outras pessoas e o quanto a socialização nos ajuda no desenvolvimento de força e superação de obstáculos. Fonte: http://www.webgeo.net.br/2022/11/5-pilares-da-inteligencia-emocional.html METODOLOGIA Para o desenvolvimento deste trabalho foi usada como metodologia base a pesquisa bibliográfica pois foi desenvolvida com base em materiais já elaborados e publicados, constituídos principalmente com livros e artigos. Tendo como principal apoio bibliográfico as obras do autor Daniel Golemann de 1995 e outros, além de buscas em sites e blogs. Foi uma pesquisa com tempo de realização de aproximadamente dois meses, onde conseguimos pesquisar sobre o assunto e colocar as ideias e opiniões dos autores de forma clara e objetiva. Usamos nesta pesquisa fonte Time New Roman, com tamanho 12 para textos comuns e citações curtas e indiretas e fonte tamanho 10 para citações diretas longas. RESULTADOS E DISCUSSÕES Vimos nos artigos citados a importância da inteligência emocional e como o setor de Recursos Humanos é importante neste processo dentro de uma empresa, auxiliando de diversas formas, principalmente garantindo ativamente que os empregados estejam preparados para lidar com as próprias emoções e se manterem produtivos e satisfeitos em um ambiente de trabalho saudável. Tanto a pesquisa teórica quanto a pesquisa prática nos mostraram que desenvolver a Inteligência Emocional é um grande benefício para a empresa e seus colaboradores. A empresa que investe no desenvolvimento dessa habilidade está investindo em seu próprio crescimento e também promovendo uma cultura organizacional saudável e eficiente. CONCLUSÕES Nunca se falou tanto em saúde mental, especialmente no mundo corporativo, onde muitos profissionais enfrentam dificuldades em conciliar trabalho e vida pessoal, lidando com prazos, cobranças e pressões que podem levar ao afastamento. É crucial desenvolver inteligência emocional para equilibrar esses aspectos, capacitando o profissional a compreender e gerenciar suas emoções, separando questões pessoais das profissionais. Isso promove um ambiente mais positivo, preservando a saúde mental e melhorando a qualidade de vida tanto no trabalho quanto em casa. REFERÊNCIAS BRACKETT, Marc. Permission to Feel: Unlocking the Power of Emotions. GMT Ltda; România; 2019. ESTEFANO, Mariane Rosineide. Gestão de Cargos, Salários e Benefícios. Indaial, Arqué, 2023. GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. JOSEPH, M; NEWMAN, E.; BONDAS, R. et Al; Leading the social enterprise: Reinvent with a human focus. Deloitte, România, 2021. KOELLE, Isis. Inteligência Emocional: O que é, Importância e Como Desenvolver. Disponível em https://fia.com.br/blog/inteligencia-emocional/ Acesso em: 2021. OCDE. Retrato Econômico do Brasil. Disponível em: https://read.oecd-ilibrary.org/view/?ref=1207_1207587-yiveepudkx&title=Country-profile-Brazil-pt-OECD-Economic-Outlook-Volume-2023-2 Acesso em: 2023. VIGNOCHI, Luciano. Tendências em Recursos Humanos. Florianópolis: Arqué, 2023. WEBGEO. 5 PILARES DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Disponível em http://www.webgeo.net.br/2022/11/5-pilares-da-inteligencia-emocional.html Acesso em: 07/11/2022 image1.png image2.pngimage3.png image4.jpeg image5.jpeg image6.png image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg