Logo Passei Direto
Buscar

AULA 4 - DIVERSIDADE E INCLUSÃO

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Cada vez mais, crianças com deficiência intelectual, principalmente com grau de deficiência leve, estão frequentando classes comuns. Os objetivos principais da inclusão de alunos com este tipo de deficiência é ensinar habilidades básicas de leitura e aritmética, bem como explorar e desenvolver as muitas de suas possibilidades afetivas e profissionais. A seguir estão relacionadas algumas estratégias, das quais somente uma pode ser considerada apropriada para interagir com crianças que tenham deficiência intelectual. Assinale-a:

 


As crianças com deficiência intelectual têm dificuldade em fixar conceitos. Para elas, isso é uma tarefa difícil, devendo o professor repassar-lhes atividades extras.

As crianças com Síndrome de Down são sensíveis, e muitas delas adoram música. Uma boa estratégia é oportunizar o desenvolvimento de talentos.

As crianças não conseguem ter sucesso acadêmico. Deve-se, então, reforçar a aprendizagem básica de leitura, escrita e cálculos.

Uma criança com deficiência intelectual não venceu determinado conteúdo. Porém, o professor deve passar para outro, visando a turma.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Cada vez mais, crianças com deficiência intelectual, principalmente com grau de deficiência leve, estão frequentando classes comuns. Os objetivos principais da inclusão de alunos com este tipo de deficiência é ensinar habilidades básicas de leitura e aritmética, bem como explorar e desenvolver as muitas de suas possibilidades afetivas e profissionais. A seguir estão relacionadas algumas estratégias, das quais somente uma pode ser considerada apropriada para interagir com crianças que tenham deficiência intelectual. Assinale-a:

 


As crianças com deficiência intelectual têm dificuldade em fixar conceitos. Para elas, isso é uma tarefa difícil, devendo o professor repassar-lhes atividades extras.

As crianças com Síndrome de Down são sensíveis, e muitas delas adoram música. Uma boa estratégia é oportunizar o desenvolvimento de talentos.

As crianças não conseguem ter sucesso acadêmico. Deve-se, então, reforçar a aprendizagem básica de leitura, escrita e cálculos.

Uma criança com deficiência intelectual não venceu determinado conteúdo. Porém, o professor deve passar para outro, visando a turma.

Prévia do material em texto

AULA 4 - DIVERSIDADE E INCLUSÃO
1. Atualmente, após muitos estudos, pesquisas e sancionamento de leis, crianças com deficiência têm direito à educação pública gratuita e cada vez mais são incluídas e educadas em classes regulares. No processo de inclusão, é possível afirmar que a troca de experiência entre professores pode levar à adoção de novas estratégias que favoreçam a aprendizagem das crianças com algum tipo de deficiência. Sobre as estratégias para se trabalhar com crianças com "dificuldade de aprendizagem", marque a alternativa CORRETA:
A. A professora deve usar a mesma estratégia para alcançar o desenvolvimento de aprendizagem desejado com todos os alunos.
B. As experiências práticas, como atividades de Arte, têm como foco auxiliar apenas o aluno com dificuldade de aprendizagem.
C. Uma boa estratégia é fazer uso de outros conteúdos para desenvolver a leitura e o raciocínio.
D. A professora não deve intervir sabendo que crianças com dificuldade de aprendizagem são naturalmente desorganizadas.
E. Provas podem ser adaptadas, diminuindo-se a cobrança qualitativa e quantitativa da aprendizagem que a criança deve apresentar.
2. O professor de sala de aula deve ser conhecedor do tipo de transtorno ou de deficiência que acomete algum de seus alunos, para que possa trabalhar adequadamente a situação. Acompanhe este relato: Marly está no 4º ano. Testes indicam que sua inteligência está entre a média e acima dela. No entanto, suas notas de Leitura, Estudos Sociais, Soletração e Ciências são muito baixas. Por outro lado, suas notas de Matemática são bastante altas e sua habilidade de escrita é adequada. Testes de rendimento indicam que sua leitura está no nível de alunos do 1º ano. Quando ela lê em voz alta, fica evidente que tem problemas em associar as letras. O mais provável é que Marly tenha:
A. Deficiência intelectual.
B. Discalculia.
C. Disgrafia.
D. Dislexia.
E. Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).
3. Cada vez mais, crianças com deficiência intelectual, principalmente com grau de deficiência leve, estão frequentando classes comuns. Os objetivos principais da inclusão de alunos com este tipo de deficiência é ensinar habilidades básicas de leitura e aritmética, bem como explorar e desenvolver as muitas de suas possibilidades afetivas e profissionais. A seguir estão relacionadas algumas estratégias, das quais somente uma pode ser considerada apropriada para interagir com crianças que tenham deficiência intelectual. Assinale-a:
A. Uma criança com deficiência intelectual não venceu determinado conteúdo. Porém, o professor deve passar para outro, visando a turma.
B. As crianças não conseguem ter sucesso acadêmico. Deve-se, então, reforçar a aprendizagem básica de leitura, escrita e cálculos.
C. As crianças com Síndrome de Down são sensíveis, e muitas delas adoram música. Uma boa estratégia é oportunizar o desenvolvimento de talentos.
D. As crianças com deficiência intelectual têm dificuldade em fixar conceitos. Para elas, isso é uma tarefa difícil, devendo o professor repassar-lhes atividades extras.
E. O ensino individualizado deve ser dado pelo próprio professor da turma, através de uma atenção especial.
4. Na inclusão dos considerados diferentes ao ensino regular, o ambiente de sala de aula e a atitude do professor podem ajudar estudantes a superar suas deficiências. Qual das alternativas abaixo relata uma maior possibilidade de ajudar estudantes com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) a ter sucesso?
A. A classe da senhora Nancy, com estrutura bastante liberal, de forma que os alunos só precisam prestar atenção durante um curto período de tempo.
B. A classe da senhora Ketlen, com estrutura rigorosa e expectativas explícitas, que usa atividades sugeridas nos livros adotados para a série.
C. A classe da senhora Náthale, em que se espera que alunos permaneçam sentados por longos períodos de tempo, trabalhando de forma independente.
D. A classe da senhora Verna, em que alunos trabalham em seu próprio ritmo e recebem um retorno esporádico em relação a seu progresso e comportamento.
E. A classe do senhor Piter, que coloca os alunos com TDAH sentados na primeira fila, repassando instruções explícitas e verificando como eles estão se saindo.
5. No Brasil, cerca de 24% da população apresenta alguma deficiência, segundo dados do Censo 2010 (IBGE, 2010). Assim, após os estudos realizados, assinale a alternativa correta:
A.  A população cega corresponde a 22% da população brasileira.
B. A deficiência que atinge maior número de pessoas no Brasil é a deficiência motora.
C. Há mais pessoas surdas e deficientes mentais juntas que pessoas com deficiência motora.
D. A maior concentração da população com alguma deficiência tem entre 30 e 59 anos.
E. Os surdos representam o menor percentual de pessoas deficientes.
DESAFIO
Leia o relato a seguir:
"Limpo minha testa com uma toalha de papel úmida. Estou suando como se estivesse mais de 40°C lá fora. Sei que está quente, mas acho que estou nervosa e, ao mesmo tempo, empolgada. Em dois dias, darei minha primeira aula para a educação infantil. Olho para minha sala com orgulho. Madison e eu fizemos um ótimo trabalho em nossas salas de aula. Enquanto admiro nosso trabalho duro, a porta se abre, e Madison entra. "Pronta para almoçar?"
Madison é professora das séries iniciais há cinco anos. Muitas das minhas horas de observação foram em suas aulas, e quando esse cargo ficou disponível, cruzei os dedos. Nunca esquecerei a noite em que recebi a ligação informando que tinha conseguido o emprego. Enquanto apreciamos nossas saladas, Madison continua a conversa. "Acho que a parte mais difícil na educação infantil é que você realmente não faz ideia do que lhe espera até que as aulas comecem e você tenha tempo de realmente conhecer seus alunos e suas famílias." Ela explica: "Quando dei aula no 4º ano, eu tinha as informações dos históricos escolares de todos eles." Pensando um pouco, ela acrescenta: "E eu ainda tinha suas cadernetas escolares, diversos tipos de testes, além de poder falar com professores dos anos anteriores para me informar sobre os alunos e suas famílias." Comendo outra folha da alface, ela diz: "Mas, na educação infantil, você geralmente não tem informações prévias."
Ao voltar para a escola, vou até a diretoria. Ao me ver, a diretora Elan Cortez diz: "Então, aí está você. Estava lhe procurando." Preocupada, pergunto: "Está tudo bem?" Ela coloca sua mão sobre o meu ombro e diz: "Ah, sim, não se preocupe. Nathan e eu só queríamos falar com você rapidinho sobre um menino que será seu aluno este ano." Nathan é o nosso professor de educação especial do 1º ano. Elan é quem começa o assunto: "a razão pela qual lhe chamamos é porque queremos falar sobre um aluno que você conhecerá na quinta-feira. Seu nome é Jack McKinley e ele foi diagnosticado com autismo." Olho para Elan surpresa. Lentamente, respondo: "Ah, é? Tudo bem." Elan confirma e diz: "Jack tem tido sessões de fonoaudiologia desde os 2 anos de idade e tem frequentado a pré-escola desde que completou 3." Nathan interrompe: "Ele também fez tratamento para desenvolver suas habilidades sociais." Balanço a cabeça, nervosa, tentando absorver toda a informação que estão me passando. Nathan continua: "Segundo sua professora, Jean, da pré-escola, suas habilidades orais e sociais têm melhorado muito, embora ele ainda apresente muitos comportamentos repetitivos, tenha menos habilidades verbais do que seus colegas e ainda tenha alguns problemas em manter contato visual." Elan interrompe: "Seus pais dizem que ele ainda se sente frustrado em multidões, quando tem dificuldade para se comunicar ou é contrariado." Colocando o indicador na frente dos lábios, ela diz: "Eles também nos avisaram que, às vezes, ele parece viver em um mundo particular." Nathan logo acrescenta: "Mas também disseram que isso está melhorando." Elan concorda. Olho para Nathan, depois para Elan e pergunto: "Algum de vocês já o observou?" Ambos respondem que não. Nathan se inclinae diz: "Sei que é difícil, mas ele tem um auxiliar educativo pessoal que estará lá para acompanhá-lo todo o tempo." Ainda tentando compreender tudo, pergunto: "Só estou curiosa, por que Jack não está na turma de Madison? Ela tem nove anos de experiência." Elan explica: "Jack precisava da aula da tarde porque ele faz sessões de fonoaudiologia e terapia ocupacional durante a manhã." Respondo: "Bom, então, mal posso esperar para conhecer meu pequeno Jack na quinta-feira."
(McLURKIN, Denise L. Questões sociais desafiadoras na escola: guia prático para professores. São Paulo: Penso, 2015, p. 17-19. Texto adaptado)
Considerando a importância de uma educação que sabe acolher a diversidade em suas especificidades, como você se prepararia para trabalhar com Jack? Às vezes, ter outro adulto em sala de aula pode ser complicado. Como você se prepararia para trabalhar em colaboração com o auxiliar educacional pessoal de Jack?
Escreva sua resposta no campo abaixo:
RESPOSTA
O trabalho junto ao auxiliar educacional de Jack deve estar baseado na inclusão, e, na formulação de relatórios, a partir de um caráter observador, ou seja, a promoção de ações que visem a aproximação entre Jack e o educador, além do reconhecimento de demandas, bem como das diferentes potencialidades.
Para finalizar, Jack por ser uma criança com um certo nível de autismo, precisa de cuidado e acompanhamento, porém, esse cuidado não deve ser confundido, é importante que a educadora junto da auxiliar fortaleça o caráter de autonomia de Jack nas atividades.
image1.wmf

Mais conteúdos dessa disciplina