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INSTITUTO POLITÉCNICO ADVENTISTA DE MALANJE
‘’IPAM’’
BIOLOGIA
ORGANELAS MEMBRANOSAS
GRUPO: 1
TURMA: K
SALA: 11
CLASSE: 10ª
 PERÍODO: MANHÃ
CURSO: ANALISES CLINICAS 
	 
	 DOCENTE 
 ___________________ 
 
Malanje, 2024
BIOLOGIA
ORGANELAS MEMBRANOSAS
INTEGRANTES DO GRUPO 
	Nome
	Nota do trabalho
	Nota da defesa 
	Antônio Casimiro 
	
	
	Arsênio Gaspar
	
	
	Diogo Antônio 
	
	
	Figueiredo Paulo
	
	
	Graça rodrigues
	
	
	Hamilton Gomes
	
	
	José Tomas
	
	
	Maria Alexandre 
	
	
	Paulina Muondo
	
	
	Sebastiao Júlio 
	
	
	Vania Graça
	
	
	Valdeth Pedro 
	
	
	Zeferina Camueje
	
	
DEDICATÓRIA
Dedicamos aos nossos queridos pais e encarregados de educação, pela ajuda incondicional que têm prestada no decorrer da nossa formação académica. 
AGRADECIMENTOS
Primeiramente agradecemos a Deus todo poderoso por nos ter dado o fôlego de vida, e nos permitir chegar até aqui. agradecemos profundamente aos nossos pais, pelos seus esforços contínuo, e sobretudo o seu amor incondicional. aos nossos amigos e a todos aqueles que de forma directa ou indirecta, têm contribuído na nossa formação.
ÍNDICE
INTRODUÇÃO	6
CAPÍTULO I - ENQUADRAMENTO CONCEPTUAL/TEÓRICO	7
1.1.Definição de termos e conceitos	7
1.1.2.Classificação das células	7
1.2.Conceito de organela celular	7
1.2.1.Resumo sobre organelas celulares	7
1.3.Conceito de membranas	8
1.3.1.Funções da Membrana Celular	8
1.3.2.Tipos de membranas	8
1.4.Conceito de organelas membranosas	9
1.4.1.Tipos de Organelas membranosas	9
CONCLUSÃO	12
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	13
INTRODUÇÃO 
Nunca vamos conseguir entender as organelas membranosas sem que falemos sobre as suas localizações referentes que são as células, as células são as menores unidades de vida elas são um sistema fechado, podem-se auto-replicar e são os blocos de construção de nossos corpos. Para entender como esses minúsculos organismos funcionam, observaremos as estruturas internas de uma célula. Nos focaremos em células eucariontes (eucarióticas), células que contêm um núcleo. As células procariontes (procarióticas), células que não possuem núcleo, são estruturadas de forma diferente.
Uma célula consiste em duas regiões principais, o citoplasma e o núcleo. O núcleo é cercado por um envelope nuclear e contém DNA na forma de cromossomos (cromossomas). O citoplasma é uma matriz fluida que geralmente envolve o núcleo e é limitada pela membrana celular externa. As organelas (também conhecidas como organelos) são pequenas estruturas dentro do citoplasma que desempenham as funções necessárias para manter a homeostase na célula. Elas estão envolvidas em muitos processos, por exemplo, produção de energia, construção de proteínas e secreções, destruição de toxinas e resposta a sinais externos.
Objetivo geral do trabalho 	
· Compreender as organelas membranosas.
Objetivos específicos 
· Identificar as funções da Membrana Celular; 
· Descrever os tipos de organelas membranosas; 
· Explicar o conceito de organelas membranosas.
Metodologia 
Tipo de pesquisa quanto as abordagens, usou-se a uma pesquisa qualitativa. Do ponto de vista da sua natureza, é uma pesquisa básica. Em relação aos objectivos da pesquisa, optou-se pela pesquisa descritiva. Quanto aos procedimentos optou-se pela pesquisa bibliográfica. 
CAPÍTULO I - ENQUADRAMENTO CONCEPTUAL/TEÓRICO
1.1. Definição de termos e conceitos 
Conceitos de células 
Células são estruturas que formam o corpo de todos os seres vivos. Apesar das diferenças, todas as células apresentam membrana plasmática, citoplasma e material genético.
1.1.1. Classificação das células
As células podem ser classificadas de diferentes maneiras, sendo uma dessas a divisão em dois grandes grupos: procariontes e eucariontes.
· Células procariontes: destacam-se por não apresentarem material genético envolto por uma membrana nuclear, ou seja, por não apresentarem núcleo definido. Essas células também não apresentam organelas celulares membranosas, tais como complexos golgiense e retículo endoplasmático. Como exemplo de células procariontes, podemos citar as bactérias e cianobactérias.
· Células eucariontes: destacam-se por possuírem material genético envolto pela membrana nuclear, ou seja, essas células apresentam um núcleo verdadeiro. Nelas é observada a presença de organelas membranosas. Essas células podem ser encontradas nos protozoários, nos fungos, nos animais e nas plantas, por exemplo.
1.2. Conceito de organela celular
 	Organelas membranosas surgiram de duas formas distintas. Acredita-se que elas surgiram a partir da invaginação da membrana plasmática que assumiu determinada função, ou seja, ocorreu a formação de um bolsão em direção ao interior da célula pela membrana. E a outra é explicada pela teoria da Endossimbiose. Essa teoria diz que o surgimento de algumas organelas, como as mitocôndrias, ocorreu com a entrada de um organismo unicelular em outro, assumindo alguma função vital ou produzindo alguma vantagem adaptativa ao individuo “invadido”. Nesse sentido, ocorreu uma relação ecológica que beneficiou ambos os seres se perpetuando, assim, ao longo da história evolutiva.
1.2.1. Resumo sobre organelas celulares
· Núcleo é a organela mais proeminente da célula eucariótica, e relaciona-se com o controle das atividades da célula e o armazenamento da informação genética.
· Mitocôndria atua na produção de energia para a célula.
· Lisossomo atua na digestão intracelular.
· Retículo endoplasmático liso está relacionado com a síntese de lipídios, metabolismo de carboidratos e processos de desintoxicação.
· Retículo endoplasmático rugoso está relacionado com a síntese de proteínas.
· Complexo golgiense atua na secreção celular.
· Peroxissomo é responsável por oxidar substratos orgânicos.
· Cloroplasto é onde ocorre a fotossíntese.
· Vacúolo central tem diversas funções, como a estocagem de produtos do metabolismo, a degradação de macromoléculas e a manutenção da rigidez dos tecidos vegetais.
· Ribossomo, por não apresentar membrana, não é considerado organela por alguns 
1.3. Conceito de membranas
O conceito de organela é um tanto quanto obscuro pelo fato de não haver um consenso entre os diversos autores existentes. Por exemplo, enquanto uns dizem que as organelas são as estruturas presentes em todas as células e que possuem uma função definida, outros dizem que organelas são apenas as estruturas envoltas por alguma membrana no interior da célula. Nesse sentido, é possível extrair os pontos comuns das diversas versões sobre o que são essas estruturas: elas são os elementos presentes no interior das células que desempenham alguma função específica.
Sob o abrigo do que foi acima conceituado, pode-se dividir as organelas em membranosas, delimitadas por algum tipo de membrana biológica, e não membranosas, as não delimitadas por envoltório algum. As organelas não membranosas são todas aquelas que não são possuem envoltório algum circundando sua estrutura, como ribossomos, centrossomo e citoesqueleto. Já as organelas membranosas são todas aquelas que são delimitadas por algum tipo de membrana biológica, como cloroplastos, retículos endoplasmáticos, entre outros
A membrana celular, também chamada de membrana plasmática, é uma estrutura fina e flexível que envolve todas as células. Sua principal função é proteger o conteúdo celular e regular a troca de substâncias entre o meio intracelular e o ambiente externo. Composta principalmente por lipídios, proteínas e carboidratos, a membrana é organizada em uma bicamada lipídica, onde os fosfolipídios formam uma barreira que separa o meio aquoso intra e extracelular. As proteínas e carboidratos associados desempenham papéis importantes em funções como transporte, sinalização e reconhecimento celular.
1.3.1. Funções da Membrana Celular 
A membrana celular desempenhadiversas funções essenciais para a sobrevivência e funcionamento das células. Sua complexa composição de lipídios, proteínas e carboidratos permite que ela atue como uma interface dinâmica entre o meio intracelular e o ambiente externo:
· Barreira seletiva e proteção: controla o que entra e sai da célula, mantendo a homeostase e protegendo o conteúdo celular. 
· Transporte de substâncias: regula o transporte de moléculas e íons por meio dele: 
· Transporte passivo: difusão simples e facilitada (sem gasto de energia). 
· Transporte ativo: bomba de sódio-potássio e outras proteínas carreadoras (com gasto de ATP). 
· Endocitose e exocitose: englobamento e secreção de macromoléculas.
1.4. Conceito de organelas membranosas
O citoplasma contém partículas dispersas, minúsculas e Grandes, e organelas. A parte líquida e transparente do Citoplasma, onde as partículas ficam dispersas, é chamada 
Citosol;contém, principalmente, proteínas dissolvidas, Eletrólitos e glicose.
Dispersos no citoplasma encontram-se os glóbulos de Gordura neutra, grânulos de glicogênio, ribossomos,Vesículas secretórias, e cinco organelas especialmente Importantes: o retículoendoplasmático,o complexo de Golgi, as Mitocôndrias,os lisossomose os peroxissomos.
Retículo Endoplasmático.
1.4.1. Tipos de Organelas membranosas
O retículo endoplasmático é um sistema de membranas que percorre o citoplasma das células eucariontes e está em continuidade com o envoltório nuclear. Essa organela membranosa é constituída por túbulos e cisternas (sacos achatados) interligados. A membrana do retículo endoplasmático, em alguns locais, apresenta uma série de ribossomos aderidos, e, em outros, essas estruturas estão ausentes. 
Devido a essa característica, é possível distinguir duas regiões: o retículo endoplasmático rugoso e o liso.
Retículo endoplasmático rugoso
Caracteriza-se por apresentar ribossomos (na forma de polirribossomos) aderidos à superfície externa da sua membrana. Normalmente, apresenta-se como uma série de sacos achatados, também chamados de cisternas. A membrana do retículo endoplasmático rugoso é contínua com a membrana externa do envoltório nuclear.
Os ribossomos presentes na membrana do retículo endoplasmático rugoso sintetizam proteínas que são lançadas no interior da organela, a qual tem o papel de garantir que elas fiquem separadas das proteínas produzidas no citoplasma e sejam posteriormente enviadas para outras partes das células ou ainda para fora delas.
Grande parte dessas proteínas é transportada para o complexo golgiense, no qual sofrem algumas modificações e são empacotadas em vesículas que são levadas para locais específicos. Células especializadas na secreção de proteínas, como as células do pâncreas e plasmócitos, apresentam um retículo endoplasmático rugoso bem desenvolvido.
Além da segregação de proteínas, o retículo endoplasmático rugoso participa de processos como produção de fosfolipídios, síntese de proteínas de membrana, glicosilação (adição de açúcares às proteínas) inicial das glicoproteínas e montagem de moléculas proteicas formadas por várias cadeias polipeptídicas.
Retículo endoplasmático liso
O retículo endoplasmático liso está relacionado com diferentes processos, a depender da célula na qual se encontra. Em células produtoras de hormônios esteroides, como as células das glândulas suprarrenais, o retículo endoplasmático liso apresenta papel essencial na síntese desses hormônios. Além de esteroides, o retículo endoplasmático liso relaciona-se com a síntese de outros tipos de lipídios, como os fosfolipídios, utilizados em todas as membranas celulares.
O retículo endoplasmático liso é bem desenvolvido também em células do fígado, uma vez que apresentam importante papel na inativação (desintoxicação) de substâncias nocivas e tóxicas ao organismo. Algumas substâncias, como o álcool, promovem a proliferação do retículo endoplasmático liso nesse órgão, garantindo, desse modo, maior desintoxicação. Isso explica, por exemplo, por que, com o tempo, as pessoas que fazem uso dessa substância necessitam de doses cada vez mais altas para conseguir determinado efeito.
O retículo endoplasmático liso participa também do metabolismo de carboidratos, sendo fundamental na formação de glicose por meio da hidrólise do glicogênio. Além disso, outra função atribuída a essa organela é a capacidade de armazenar íons de cálcio, sendo esse papel importante no processo de regulação da contração muscular. Vale destacar que, nos músculos, o retículo endoplasmático recebe a denominação de retículo sarcoplasmático."
Lisossomos
Os lisossomos, são organelas Vesiculares que se formam separando-se do complexo de 
Golgi e, depois, se dispersando pelo citoplasma. Os Lisossomos constituem um sistema digestivo intracelularque Permite que a célula digira
· estruturas celulares Danificadas, 
· partículas de alimentos que foram Ingeridos pela célula, e
· materiais indesejados, tais como Bactérias. 
Assim, a proteína é hidrolisada para Formar aminoácidos, o glicogênio é hidrolisado para Formar a glicose e os lipídios são hidrolisados para formar 
Ácidos graxos e glicerol.Comumente, a membrana que circunda o lisossomo Evita que as enzimas hidrolíticas, nele contidas, entrem em Contato com outras substâncias na célula e, portanto, Impede suas ações digestivas. 
Entretanto, algumas Condições da célula rompem as membranasde alguns dos Lisossomos, permitindo a liberação das enzimas digestivas. Essas enzimas então clivam as substâncias orgânicas com As quais entram em contato em moléculas pequenas Altamente difundíveis, tais como aminoácidos e glicose. Algumas das funções mais específicas dos lisossomos.
Peroxissomos
Os peroxissomos são fisicamente parecidos com os Lisossomos, mas diferentes em dois aspectos importantes. Primeiro, acredita-se que eles sejam formados por Autorreplicação (ou talvez por brotamento do retículo Endoplasmático liso) e não pelo complexo de Golgi. Em Segundo lugar, eles contêm oxidases em vez de hidrolases. Diversas oxidases são capazes de combinar oxigênio Com íons hidrogênio derivados de diferentes substâncias Químicas intracelulares para formar o peróxido de Hidrogênio (H202). 
O peróxido de hidrogênio é substância Altamente oxidante e usado em combinação com a catalase,Outra oxidase presenteem grande quantidade nos Peroxissomos, para oxidar muitas substâncias que Poderíam de outra forma ser tóxicas para a célula. Por Exemplo, cerca de metade do álcool que uma pessoa bebe é Eliminada pelos peroxissomos das células hepá-ticas desta Maneira.
Mitocôndrias
As mitocôndrias, são chamadas de “casa de força” da célula. sem elas, as células seriam incapazes de extrair energia suficiente dos nutrientes e essencialmente todas as funções celulares cessariam,as mitocôndrias estão presentes em todas as áreas citoplasmáticas de cada célula, mas o número total por célula varia de menos de 100 até vários milhares, dependendo da quantidade de energia necessária para a célula. além disso, as mitocôndrias estão concentradas nas porções da célula responsáveis pela maior parte do seu metabolismo energético. 
A estrutura básica da mitocôndria, , é composta principalmente de duas membranas, cada Uma formada por bicamada lipídica e proteínas: uma Membrana externae uma membrana interna. Diversas dobras Da membrana interna formam as cristasnas quais estão as Enzimas oxidativas. Além disso, a cavidade interna da Mitocôndria é preenchida por uma matriz que contém Grandes quantidades de enzimas dissolvidas, necessárias Para a extração de energia dos nutrientes. 
Mas algumas das funções básicas do ATP na Célula são apresentadas mais adiante neste capítulo. As mitocôndrias são autorreplicantes, o que significa Que uma mitocôndria pode formar uma segunda, uma Terceira, e assim por diante, onde na célula houver Necessidade de maiores quantidades de ATP. De fato, a Mitocôndria contém DNAsimilar ao encontrado no núcleo da célula. 
As mitocôndrias são as organelas responsáveis pelo processo de respiração celular, um processo de obtenção de energia queacontece na presença de oxigênio. 
Ribossomos
Ribossomos e Retículo Endoplasmático Granular. Ancoradas na superfície externa de muitas partes do Retículo endoplasmático estão numerosas partículas Granulares e minúsculas, chamadas de ribossomos. Onde os Ribossomos estão presentes, o retículo é chamado de retículo Endoplasmático granular.Os ribossomos são compostos por Mistura de RNA e de proteínas, e funcionam na síntese de Novas moléculas de proteínas na célula, Retículo Endoplasmático Agranular. Parte do retículo Endoplasmático não contém ribossomos. Essa parte é Chamada de retículo endoplasmático agranular,ou liso. O Retículo agranular serve para a síntese de substâncias Lipídicas e para outros processos das células, promovidos pelas enzimas intrarreticulares.
Complexo de Golgi
Complexo de Golgi é uma estrutura das células eucarióticas que possui um papel muito importante no organismo dos seres vivos. O termo é uma homenagem ao citologista italiano Camillo Golgi que descobriu essa estrutura. 
Também conhecida como aparelho de Golgi ou complexo golgiense, é responsável por armazenar, transformar e exportar as substâncias produzidas no Retículo Endoplasmático Liso e Rugoso (REL e RER), estabelecendo dessa forma, uma relação de interdependência.
É importante lembrar que o Retículo Endoplasmático Liso tem a função de produzir hormônios e lipídios por meio de um sistema de túbulos cilíndricos, já o Retículo Endoplasmático Rugoso possui ribossomos em suas membranas e atua na produção de proteínas.
Localizado entre a membrana plasmática e o retículo endoplasmático, o complexo golgiense é composto por estruturas chamadas de dictiossomos. São dobras que consistem em pequenos sacos achatados e enfileirados uns sobre os outros denominados cisternas. Elas aparecem com uma curvatura que forma uma face côncava, chamada trans, e côncava, conhecida como cis. A trans tem relação direta com o Retículo Endoplasmático Liso (REL). Este último envia as membranas para a formação das vesículas de secreção, que contém as substâncias armazenadas. A cis relaciona-se com o Retículo Endoplasmático Rugoso (RER), que envia as vesículas de transição ou transferência, que possuem as proteínas.
As principais funções do complexo de Golgi são o armazenamento, transformação e exportação das substâncias das células. Quando eliminadas por essa estrutura, as substâncias vão para outras partes do corpo. 
Esse processo ocorre da seguinte forma: na fase chamada cis, as vesículas recebidas pelo RER possuem as proteínas produzidas pelos ribossosmos associados que serão modificadas e dobradas. Outras vão passar pelo processo de glicolização, que consiste na adição de açúcar. Já na fase trans, as proteínas são “enroladas” ou “encapadas” em vesículas membranosas, que formam enzimas, lisossomos primários e peroxissomos.
Núcleo
O núcleo é o centro de controle da célula. Resumidamente, O núcleo contém grande quantidade de DNA, que são os Genes.Os genes determinam as características das proteínas da célula, incluindo as proteínas estruturais, como Também as enzimas intracelulares, que controlam as atividades citoplasmáticas e nucleares.Os genes também controlam e promovem a reprodução da própria célula. 
Os genes primeiro se replicam para Formar dois conjuntos idênticos de genes; depois, a célulaSe divide, por processo especial, chamado mitose,para Formar duas células-filhas, e cada uma delas recebe um dos Dois conjuntos de genes. Todas essas atividades do núcleo Serão detalhadamente consideradas no próximo capítulo. Infelizmente, a aparência do núcleo ao microscópio não Fornece muitas pistas sobre os mecanismos pelos quais realiza suas atividades de controle. 
CONCLUSÃO 
Em conclusão o grupo pode dizer que, as organelas celulares são estruturas envolvidas por membranas que apresentam funções especializadas e são observadas no citoplasma de células eucarióticas São estruturas envolvidas por membranas observadas em células eucarióticas. Núcleo é a organela mais proeminente da célula eucariótica, e relaciona-se com o controle das atividades da célula e o armazenamento da informação genética. Mitocôndria atua na produção de energia para a célula. Lisossomo atua na digestão intracelular. Retículo endoplasmático liso está relacionado com a síntese de lipídios, metabolismo de carboidratos e processos de desintoxicação. Retículo endoplasmático rugoso está relacionado com a síntese de proteínas.
Complexo golgiense atua na secreção celular. Peroxissomo é responsável por oxidar substratos orgânicos. Cloroplasto é onde ocorre a fotossíntese. Vacúolo central tem diversas funções, como a estocagem de produtos do metabolismo, a degradação de macromoléculas e a manutenção da rigidez dos tecidos vegetais.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 Elaine N. Marieb. Anatomia e Fisiologia. Artmed; ISBN 978-85-363-1809-7. p. 79.
Kerfeld, C. A.; Sawaya, M. R; Tanaka, S; Nguyen, C. V.; Phillips, M; Beeby, M; Yeates, T. O. (5 de agosto de 2005). «Protein structures forming the shell of primitive bacterial organelles.». Science. 309 (5736): 9368. Bibcode:2005Sci...309..936K. PMID 16081736. doi:10.1126/science.1113397
J. B. Reece, L. A. Urry, M. L. Cain, S. A. Wasserman, P. V. Minorsky, R. B. Jackson: Biology, 9th edition, Benjamin Cummings (2011) p. 104-118
M. H. Ross: Histology: A Text and Atlas, 6th edition, Lippincott Williams & Wilkins (2011), p. 22-29; 35-39; 45-67 
P. J. Russel: iGenetics: A Molecular Approach, 3rd edition, Benjamin Cummings (2010), p. 111-117
R. I. G. Holt, N. A. Hanley: Essential Endocrinology and Diabetes, 6th edition, Wiley-Blackwell (2012), p. 18-23
ODISH, H. F.; ROTHMAN, J. E. The Assembly off Cell Membranes. In: NATIONAL CENTER FOR BIOTECHNOLOGY INFORMATION. Molecular Cell Biology. 4. ed. 2000. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK9898/. Acesso em: 24 set. 2024.
ENCYCLOPÆDIA BRITANNICA. Cell Membrane. Encyclopædia Britannica, 2024. Disponível em: https://www.britannica.com/science/cell-membrane. Acesso em: 24 set. 2024.
ANEXO 
6
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