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M1 - CLÍNICA MÉDICA QUESTÕES DE PNEUMOLOGIA QUESTÕES M1 T46 SOBRE A ASMA: 1. Como é o diagnóstico? 2. Como avaliar o controle da doença? 3. Quais fatores devem ser avaliados? (paciente não controlado) 4. Tratamento inicial? 5. Tratamento em crise? (AGUDO!) QUESTÕES DE REVISÃO PNEUMO M1 REVISÃO DE SEMIOLOGIA 1. Correlacione as colunas abaixo: ( ) Pneumonia; ( ) Derrame pleural; ( ) Pneumotórax; ( ) Atelectasia; 1. FTV abolido, macicez, MV abolido; 2. FTV reduzido, submacicez, MV reduzido; 3. FTV abolido, hipertimpanismo, MV abolido; 4. FTV aumentado, submacicez, estertores crepitantes; 2. MA, 33 anos, previamente hígida, refere tosse produtiva com escarro amarelado há 5 dias, associado à febre e queda no estado geral, BEG, LOC, eupneica. SV: FR 16 irpm /PA 120x80 mmHg. Ao exame: expansibilidade preservada. Submacicez na base direita. MV audível, estertores base D; De acordo com o caso e a avaliação semiológica do sistema respiratório, a alternativa correta para o diagnóstico será: a. Pneumotórax; b. DPOC; c. Derrame pleural; d. Pneumonia; e. Atelectasia; 3. JTV, 90 anos, feminina, tabagista desde os 10 anos, refere fumar 50 cigarros ao dia. Qual a carga tabágica? a. 225 m-a; b. 200 m-a; c. 160 m-a; d. 90 m-a; e. 80 m-a; ASMA BRÔNQUICA - eosinófilo 1. D. Maria Nazaré, 63 anos, do lar, refere quadro de dispnéia aos esforços progressivos, associada a tosse seca no último ano. Nega asma na infância. Nunca fumou. A única alteração no exame físico é a presença de estertores finos do tipo velcro, principalmente nas bases. A tomografia de tórax evidencia padrão de ''vidro fosco'' difuso. Relata que cuida de uma calopsita há 1 ano e meio. Avalie a espirometria abaixo e responda à pergunta: Pré broncodilatador Pós broncodilatador CVF 1,86 (58%) 2,04 (64%) VEF1 1,62 (62%) 1,68 (65%) VEF1/CVF 0,87 0,82 Qual o distúrbio ventilatório apresentado na espirometria? a. Distúrbio ventilatório restritivo leve; b. Distúrbio ventilatório restritivo grave; c. Distúrbio ventilatório obstrutivo leve sem resposta broncodilatadora; d. Distúrbio ventilatório misto; e. Distúrbio ventilatório obstrutivo grave com resposta broncodilatadora positiva; Dentre as doenças intersticiais pulmonares abaixo, qual seria o provável diagnóstico? a. Pneumonia Intersticial Usual (Fibrose Pulmonar Idiopática) b. Pneumonia Intersticial Não Específica c. Sarcoidose d. Pneumonia de Hipersensibilidade e. Silicose 2. Assinale a alternativa errada: a. Asma pode ser associada a outras alergias; b. Asma nunca pode evoluir para DPOC; c. Manifestações na DPOC é tardia; d. Na DPOC os sintomas podem permanecer fora das crises; 3. Analise a prova de função pulmonar abaixo e responda qual é o distúrbio ventilatório evidenciado: a. Distúrbio ventilatório obstrutivo moderado sem resposta broncodilatadora; b. Distúrbio ventilatório obstrutivo leve sem resposta broncodilatadora; c. Distúrbio ventilatório restritivo grave; d. Distúrbio ventilatório obstrutivo grave com resposta broncodilatadora positiva; e. Distúrbio ventilatório restritivo leve. 4. Paula, 16 anos, feminina, estudante, refere há 6 meses dispneia, exacerbada pela exposição ao frio, exercício físico e ambiente fechado. Tosse seca e sibilância. Há 15 dias relata piora importante, referindo inclusive despertares noturnos diariamente. Dificuldade para subir as rampas da escola. Durante o dia, usa Aerolin 4x. Nega escarro, febre, dor torácica. ''Bronquite'' na infância. Rinite alérgica. Mãe com rinite alérgica. Nega tabagismo. Refere umidade no apartamento e 3 cachorros que dormem no quarto dela. Sibilos difusos à ausculta pulmonar. Em relação ao último GINA (2019), guideline de Asma, a paciente apresenta Asma Não controlada. Além de orientar medidas para o controle do ambiente e avaliar a necessidade de tratamento para rinite alérgica, o tratamento de manutenção indicado para a paciente seria: a. Iniciar LABA + corticoide oral com tratamento de manutenção; b. Iniciar LABA isolado; c. Iniciar LABA + corticoide inalatório quando necessário; d. Manter salbutamol (B2 adrenérgico) quando necessário isoladamente; e. Iniciar LABA + corticoide inalatório como tratamento de manutenção; 5. Cite 2 fatores a serem considerados para avaliar o controle da asma: 1. 2. DISPOSITIVOS INALATÓRIOS 1. Como você orientaria seu paciente a utilizar o dispositivo abaixo? DPOC - neutrófilo 1. A radiografia de tórax é o exame ouro para o diagnóstico da DPOC? · espiro a. Verdadeiro; b. Falso; 2. DPOC é uma doença inflamatória onde o neutrófilo tem grande importância? a. Verdadeiro; b. Falso; 3. Paciente portador de DPOC com duas ou mais exacerbações ao ano, escala de dispneia mMRC de 3. Qual seria sua classificação? a. Gold D; b. Gold B; c. Gold C; d. Gold A; 4. Com a evolução da DPOC observa-se uma progressiva diminuição do volume residual? Volume residual: Volume de ar que permanece no pulmão após uma expiração máxima. Como o DPOC causa dificuldade na expiração, o volume residual vai aumentar (permanecer mais ar após uma expiração máxima) e não diminuir. a. Verdadeiro; b. Falso; 5. Todo paciente com suspeita de DPOC deve fazer uma espirometria? a. Verdadeiro; b. Falso; 6. JMV, feminina, 48 anos, tabagista, refere dispneia aos moderados esforços. Realizou espirometria: O distúrbio ventilatório correto e a possível etiologia são: a. Obstrutivo grave e sem resposta broncodilatadora. DPOC; b. Restritivo leve. Fibrose pulmonar; c. Obstrutivo leve sem resposta broncodilatadora. DPOC; d. Restritivo grave. DPOC; e. Obstrutivo leve com resposta broncodilatadora positiva. Asma; GINCANA DPOC 1. Quais as alterações patológicas características da DPOC? a. Obstrução de grandes vias aéreas e destruição dos septos alveolares; b. Obstrução de pequenas vias aéreas e fibrose intersticial; c. Obstrução de grandes vias aéreas e preservação dos septos interalveolares; d. Obstrução de pequenas vias aéreas e preservação dos septos alveolares; e. Obstrução de pequenas vias aéreas e destruição dos septos alveolares; 2. Na avaliação da radiografia de tórax de um paciente com enfisema pulmonar, é comum observar: a. Aumento irregular da transparência pulmonar; b. Elevação do diafragma com acentuação dos seios costo-frênicos; c. Redução do espaço retroesternal; d. Aumento do tamanhos dos vasos periféricos pulmonares; e. Alargamento e horizontalização do coração; 3. Homem de 72 anos, ex tabagista crônico (80 m-a), parou de fumar há 2 anos. Relata quadro de dispnéia progressiva há 5 anos. Atualmente, refere ''falta de ar'' aos pequenos esforços. Ao exame físico: consciente, cianótico, dispneico, FR=26 rpm (em repouso), FC=104 bpm, PA=114x74 mmHg, pulso paradoxal de 24 mmHG; ausculta pulmonar com diminuição dos murmúrios vesiculares bilateralmente e crepitações em bases; ausculta cardíaca com bulhas hipofonéticas, rítmicas, sem sopros, ingurgitamento jugular, fígado palpável a 4 cm do RCD e edema de MMII +2/+4. Qual é o exame cuja progressão temporal apresenta melhor correlação prognóstica e qual o tratamento a longo prazo com maior impacto na sobrevida do paciente? a. Ecocardiografia e inibidor de enzima conversora de angiotensina; b. Espirometria simples e oxigenioterapia; c. Ergoespirometria e reabilitação cardiopulmonar; d. Radiografia de tórax e corticoide inalatório; e. Ecocardiografia e uso de diurético; 4. Considerando o resultado da espirometria, podemos afirmar que a paciente apresenta distúrbio ventilatório: a. Restritivo reversível; b. Obstrutivo reversível; c. Restritivo não reversível; d. Obstrutivo não reversível. 5. Homem, 52 anos, tabagista 40 anos-maço, em tto prévio para DPOC, vem apresentando há uma semana piora da tosse, expectoração amarelada em grande quantidade, febre, dispneia mais intensa e sibilância. Em relação a esses sintomas é correto afirmar: a. Trata-se de evolução normal da DPOC, sendo necessário apenas uso de broncodilatador de alívio; b. Nesse caso a solicitação de exames com radiografia dotórax e gasometria não é necessária; c. Os sintomas são de exacerbação da DPOC, provavelmente de origem infecciosa; d. No tratamento da exacerbação os antibióticos nunca são necessários; e. Indica-se a avaliação funcional da espirometria de urgência; 6. Os principais germes envolvidos na exacerbação infecciosa da DPOC são: a. Mycoplasma pneumoniae, Chlamydia pneumoniae e Legionella sp.; b. Streptococcus pneumoniae, Escherichia coli e Klebsiella; c. Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa e Pneumocystis jiroveci; d. Streptococcus pneumoniae, Moraxella catarrhalis e Haemophilus influenzae; 7. Homem de 54 anos, há 2 anos com falta de ar progressiva, tosse produtiva e chiados no peito. Antecedentes: tabagismo 40 cigarros/dia por 30 anos, interrompido há 2 anos. Exame físico: aumento do diâmetro anteroposterior do tórax, hipersonoridade, murmúrio vesicular (MV) diminuído globalmente, estertores subcrepitantes em bases pulmonares, hiperfonese de 2a bulha no foco pulmonar. Radiografia simples de tórax: pulmões hiperinsuflados. Assinale a correta: a. Não há necessidade de espirometria e gasometria para indicação de oxigenoterapia domiciliar; b. O uso de corticosteróides está contraindicado; c. A cintilografia determinando ventilação perfusão é obrigatória para confirmar o diagnóstico de DPOC; d. A reabilitação pulmonar, além de melhorar a qualidade de vida, melhora significativamente a função pulmonar; e. A interrupção do tabagismo não impede a progressão de todos os sintomas e sinais; 8. Assinale a alternativa que contém a principal razão pela qual se indica Reabilitação Pulmonar na DPOC: a. O paciente elimina maior quantidade de secreções; b. O paciente pode ficar maior tempo em repouso durante o procedimento; c. O recondicionamento da musculatura periférica diminui a sensação de dispneia; d. O paciente apresenta, no final do procedimento, uma elevação do VEF1 na espirometria; e. Nenhuma das opções acima está correta; 9. Homem de 69 anos, fumante com diagnóstico de enfisema pulmonar há 10 anos, comparece a Unidade Básica de Saúde em busca de orientação sobre vacinas. Informa ser procedente do interior de Santa Catarina, onde morou na zona rural até há 3 anos. Não sabe referir sobre prévia de vacinação. Aborde os imunógenos indicados para esse indivíduo a. Ant9 i influenza, anti pneumocócica, dupla adulto; b. Tríplice viral, tríplice bacteriana, hepatites A e B; c. Influenza, Haemophilus influenzae grupo B, hepatite B; d. Anti amarílica, Salk, anti pneumocócica; e. BCG intra dérmico, dupla adulto, anti meningocócica; 10. Oxigenoterapia domiciliar contínua deve ser prescrita para paciente com DPOC que apresente: a. PaO2 inferior ou igual a 55mmHg; b. Dificuldade na realização das atividades diárias; c. Dispnéia incapacitante; d. Saturação de O2 igual ou superior a 90%; e. Policitemia, independente do valor de PaO2; PROVA CM M1 1. IGUAL QUESTÃO 1 ASMA BRÔNQUICA 2. Síndrome respiratória aguda grave (SRAG) é suspeitada quando um paciente com síndrome gripal (febre de início súbito acompanhada de tosse ou dor de garganta e, pelo menos, um dos sintomas: cefaleia, mialgia, artralgia, na ausência de outro diagnóstico alternativo) evolui com dispneia ou os seguintes sinais de gravidade: a. Hipotensão arterial b. Saturação de O2reabilitação pulmonar e LABA + LAMA (avaliar risco / benefício para adição de corticoide inalatório) e. GOLD C, cessar o tabagismo, imunização, reabilitação pulmonar e LABA + LAMA (com ou sem adição de corticóide inalatório) PNEUMO M1 T48 Esse doc não tem perguntas, só a folha de respostas! 2.1 - PNEUMOLOGIA PRIMEIRA PARTE DESSE DOC É IGUAL A “PROVA CM M1” A PARTIR DA PÁGINA 5: 1. IGUAL QUESTÃO 1 DISPOSITIVOS INALATÓRIOS 2. IGUAL QUESTÃO 2 REVISÃO SEMIOLÓGICA 3. IGUAL QUESTÃO 3 QUESTÕES DE REVISÃO PNEUMO M1 4. IGUAL QUESTÃO 6 DPOC 5. O.G., 85 anos, feminina. Tabagista desde os 12 anos de cerca de 15 cigarros ao dia, atualmente sem fumar há cerca de 6 meses. Diagnóstico prévio feito pelo pneumologista assistente de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), em uso de medicações para controle crônico da doença. Há cerca de uma semana tem percebido aumento da dispneia, antes controlada, piora da tosse e, há dois dias, início de expectoração amarelada. Não percebeu febre, mas tem estado mais cansada, com menos apetite e dificuldade de dormir nas últimas noites, por agitação. Admitida então para tratamento, por provável exacerbação da DPOC. Sobre o tratamento da DPOC instável (EADPOC), identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F): ( ) Os broncodilatadores costumam ser usados para se obter alívio sintomático dos pacientes com DPOC. ( ) Entre os pacientes internados, demonstrou-se que o uso de glicocorticóides reduz a estada hospitalar, acelera a recuperação e diminui as chances de exacerbação ou recidiva subsequente em um período de até 6 meses. ( ) As bactérias implicadas comumente nas exacerbações do DPOC são Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae e Moraxella catarrhalis, além do Mycoplasma pneumoniae e da Chlamydophila pneumoniae. ( ) O oxigênio suplementar deve ser administrado para manter saturações arteriais maiores que 95%. a. V - F - V - F. b. F - V - F - V. c. V - F - V - V. d. F - V - V - V. e. V - V - V - F. 6. Em um homem de 55 anos com pneumonia adquirida na comunidade, o fator que não está relacionado a pior prognóstico é: a. história de comorbidades (DPOC e ICC). b. hipotensão arterial. c. taquipneia. d. ureia sérica anormalmente elevada. e. radiografia de tórax com consolidação no lobo inferior esquerdo. 7. A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é um enfermidade respiratória prevenível e tratável, que se caracteriza pela presença de obstrução crônica do fluxo aéreo, que não é totalmente reversível. A obstrução do fluxo aéreo é geralmente progressiva e está associada a uma resposta inflamatória anormal dos pulmões à inalação de partículas ou gases tóxicos, causada primariamente pelo tabagismo. Embora a DPOC comprometa os pulmões, ela também produz consequências sistêmicas significativas. Em relação a DPOC, assinale a alternativa INCORRETA: a. O processo inflamatório crônico pode produzir alterações dos brônquios (bronquite crônica), bronquíolos (bronquiolite obstrutiva) e parênquima pulmonar (enfisema pulmonar). b. A tosse é o sintoma mais encontrado, pode ser diária ou intermitente e pode preceder a dispneia ou aparecer simultaneamente a ela. c. A dispneia é o principal sintoma associado à incapacidade, redução da qualidade de vida e pior prognóstico. É geralmente progressiva com a evolução da doença. d. A exposição à fumaça de combustão de lenha, a poeiras e à fumaça ocupacional deve ser pesquisada e pode ser encontrada no paciente com DPOC. e. A espirometria com obtenção da curva expiratória volume-tempo é desnecessário na suspeita clínica de DPOC. 8. As pneumonias são importantes causas de morbidade nos pacientes de diferentes faixas etárias, mesmo imunocompetentes. Quanto às atuais recomendações e diretrizes para pneumonia adquirida em comunidade, assinale a alternativa correta: a. A Legionella sp. é um dos patógenos mais comuns em pneumonias adquiridas na comunidade. b. A procalcitonina não tem valor de prognóstico ou de acompanhamento nas pneumonias graves. c. A antibioticoterapia combinada deve ser inicialmente considerada nos casos de pneumonia comunitária, em todas as ocorrências de alto ou baixo risco. d. Pacientes com pneumonia comunitária com classe de risco IV devem ser tratados prioritariamente sob regime de internação hospitalar. e. O esquema terapêutico com quinolona betalactâmico é o de eleição para terapia combinada nos pacientes previamente hígidos. 9. Analise a prova de função pulmonar abaixo e responda às seguintes perguntas: Pré BD % predito Pós BD % predito % rev CVF 2,84 77% 2,66 77% VEF1 1,26 45% 1,27 45% 1% VEF1/CVF 0,44 0,44 a. Qual o distúrbio ventilatório evidenciado pela espirometria? b. Classifique o distúrbio ventilatório representado acima quanto à gravidade. c. Houve resposta broncodilatadora positiva? d. Qual(is) o(s) critério(s) para que haja resposta broncodilatadora positiva? a. Ganho de 200mL na relação VEF1/CVF entre pré e pós BD b. Ganho de 200mL na CVF entre pré e pós BD + aumento de 7% c. Ganho de 200mL no VEF1 entre pré e pós BD + aumento de 7% d. Ganho de 200mL na CVF entre pré e pós BD OU aumento de 7% e. Ganho de 200mL no VEF1 entre pré e pós BD OU aumento de 7% 10. IGUAL QUESTÃO 1 REVISÃO DE SEMIOLOGIA 11. Qual tipo de achado semiológico pode ser encontrado em pacientes com as condições abaixo: Asma ( ) Congestão pulmonar ( ) Bronquiectasias ( ) Aspiração de corpo estranho ( ) Laringite estridulosa ( ) Pleurite ( ) Pneumonia ( ) 1. Estertores crepitantes 2. Sibilos 3. Estridor 4. Estertores bolhosos 5. Atrito pleural a. 1 / 1 / 2 / 2 / 3 / 4 / 5 b. 2 / 1 / 4 / 2 / 3 / 5 / 1 c. 5 / 4 / 2 / 2 / 1 / 3 / 2 d. 2 / 2 / 5 / 3 / 1 / 2 / 4 e. 3 / 1 / 3 / 5 / 2 / 1 / 4 12. Juliana, 23 anos, feminina, estudante de medicina, refere há 6 meses dispneia, exacerbada exposição ao frio, exercício físico e ambiente fechado. Tosse seca e sibilância. Há 30 dias relata piora importante, referindo inclusive despertares noturnos 5x na semana. Dificuldade para subir as escadas da UNIVALI. Durante o dia, usa Aerolin 4-6x. Nega escarro, febre, dor torácica. “Bronquite” na infância. Rinite alérgica. Mãe com rinite alérgica. Nega tabagismo. Refere umidade no apartamento e carpete. Sibilos difusos à ausculta pulmonar. a. Em relação ao último GINA (2019) - guideline de Asma, a paciente apresenta qual classificação em relação ao nível de controle: a) ( ) Asma Não Controlada b) ( ) Asma Controlada c) ( ) Asma Parcialmente Controlada b. Além de orientar medidas para o controle do ambiente e avaliar a necessidade de tratamento para rinite alérgica e doença do refluxo gastroesofágico, o tratamento de manutenção indicado para a paciente seria: a) ( ) Iniciar LABA + corticóide inalatório quando necessário b) ( ) Iniciar LABA + corticóide inalatório como tratamento de manutenção c) ( ) Iniciar LABA isolado d) ( ) Manter salbutamol quando necessário isoladamente e) ( ) Iniciar LABA + corticóide oral como tratamento de manutenção 13. Sr. José, 52 anos, tabagista 80 anos-maço, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), vem apresentando há uma semana piora da tosse, expectoração amarelada em grande quantidade, dispneia mais intensa e sibilância. Em relação a esses sintomas é correto afirmar: a. ( ) Trata-se da evolução normal da DPOC, sendo necessário apenas o uso de broncodilatador de alívio b. ( ) Nesse caso a solicitação de exames com radiografia do tórax e gasometria não é necessária c. ( ) Os sintomas são de exacerbação da DPOC, provavelmente de origem infecciosa d. ( ) No tratamento da exacerbação os antibióticos nunca são necessários e. ( ) Indica-se a avaliação funcional por espirometria de urgência 14. Paciente com 70 anos vem a consulta referindo falta de ar, principalmente quando está dormindo. No meio da noite acorda pela falta de ar que precisa se levantar da cama pois vai melhorando e depois consegue dormir novamente. Também se queixa de cansaço aos esforços, que vem piorando gradativamentecom o tempo e que agora até para lavar os cabelos se cansa. Traz ecocardiograma com função sistólica normal. Em qual patologia pensaríamos a mais provável? a. Insuficiência cardíaca diastólica b. Insuficiência cardíaca sistólica c. DPOC d. Enfisema e. Insuficiência cardíaca global 15. Após 1 semana, o paciente retorna para avaliação. Refere que no último ano representou 3 “gripes fortes” com necessidade do uso de antibióticos, incluindo 1 internação hospitalar. Ao ser questionado, relata dispneia ao caminhar no plano (precisa parar muitas vezes com poucos minutos de caminhada no plano). De acordo com o GOLD 2019, a classificação (avaliação combinada), a conduta não medicamentosa e a terapia medicamentosa que melhor se encaixam no quadro são: a. ( ) GOLD D, cessar o tabagismo, imunização, reabilitação pulmonar e LABA + LAMA (com ou sem adição de corticóide inalatório). b. ( ) GOLD C, imunização, exercício físico, LABA + Roflumilaste. c. ( ) GOLD D, exercício físico, LABA. d. ( ) GOLD B, cessar o tabagismo, reabilitação pulmonar, LABA + LAMA + CI. e. ( ) GOLD C, cessar o tabagismo, imunização, reabilitação pulmonar e LABA + LAMA (com ou sem adição de corticóide inalatório). 16. “De acordo com pesquisas publicadas, pacientes com Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) têm um risco significativamente maior de acidentes com veículos motorizados (4 a 6x). Dirigir com sono pode ser tão perigoso quanto dirigir sob a influência de álcool”. Em relação à aula de sono, responda às perguntas abaixo: a. Cite 3 sintomas / sinais de SAOS: b. Frente a um quadro sugestivo de SAOS, qual o exame complementar ideal para a confirmação diagnóstica? 17. IGUAL QUESTÃO 1 ASMA BRÔNQUICA 18. Síndromes paraneoplásicas são distúrbios ocasionados pelo tumor, sem relação com a sua presença física nem com suas metástases. Relacione as síndromes paraneoplásicas com o tipo histológico de neoplasia pulmonar que costumam ocorrer com maior frequência: a. Hipercalcemia ( ) b. Osteoartropatia Pulmonar Hipertrófica ( ) c. SIADH ( ) d. Síndrome miastênica de Eaton Lambert ( ) e. Cushing ( ) 1. Adenocarcinoma 2. Carcinoma de pequenas células 3. Carcinoma epidermóide 19. Assinale a resposta errada a. Os principais músculos envolvidos na respiração são diafragma e intercostais externos b. Na DPOC a capacidade pulmonar total está diminuída c. Retos abdominais e intercostais internos são músculos importantes da expiração d. 97% do O2 no sangue está ligado a hemoglobina 20. IGUAL QUESTÃO 22 PROVA CM M1 21. IGUAL QUESTÃO 3 DPOC 22. Nas alternativas abaixo, assinale as opções verdadeira (V) e falsa (F) ( ) DPOC é uma doença inflamatória onde o neutrófilo tem grande importância. ( ) A tomografia de Tórax é o exame ouro para o diagnóstico da DPOC. ( ) Com a evolução da DPOC observa-se uma progressiva diminuição do volume residual. ( ) Todo paciente com suspeita de DPOC deve fazer uma espirometria. 23. Correlacione as afirmativas: A - Asma B - DPOC ( ) Obstrução brônquica que não reverte totalmente. ( ) Linfócito CD4 envolvido na inflamação. ( ) Linfócito CD8 envolvido na inflamação. ( ) No tratamento de manutenção o corticoide quase sempre é a escolha. 24. Assinale verdadeiro ou falso em relação a semiologia respiratória: ( ) DPOC difere da asma pelo início tardio, dispneia progressiva e a resposta ao broncodilatador na espirometria. ( ) DPOC sempre tem como fator causal o tabagismo, seja passivo ou ativo. ( ) DPOC raramente produz hipocratismo digital. ( ) Expectoração mucóide é comum em infecções respiratórias como a pneumonia, enquanto em doenças alérgicas como rinite e asma mais comumente a expectoração é ferruginosa e/ou purulenta. ( ) O principal mecanismo de dispneia na DPOC entre outros fatores é a hipoxemia. 25. Quanto ao controle da respiração, assinale a questão errada: a. O centro respiratório situa-se entre o bulbo e a ponte. b. São sensibilizados através de quimiorreceptores periféricos. c. Sensíveis à mudança de Pco2 e Po2. d. Estímulo ventilatório crônico pela hipercapnia e agud pela hipóxia. 26. Paciente vítima de arma branca com ferimento corto contuso em tórax direito em região infra-axilar. Refere dispneia ao repouso e dor torácica naquele local. Quais os prováveis achados no exame físico torácico deste paciente. 27. Paciente tabagista de longa data (>30A/M) atualmente 1 maço/dia vem apresentando tosse matinal mas nega dispneia. Exame físico dentro da normalidade. a. Existe a possibilidade deste paciente apresentar alguma doença pulmonar? Qual? b. Qual seria o exame complementar para confirmar esta doença? c. Qual seria a principal conduta inicial frente a este paciente? 28. IGUAL QUESTÃO 20 2.1 - PNEUMOLOGIA 29. Num derrame pleural volumoso, esperamos encontrar os seguintes achados físicos: a. Ausência de frêmito tóraco-vocal, macicez, atrito pleural b. Ausência de frêmito tóraco-vocal, macicez, ausência de murmúrio vesicular c. Frêmito tóraco-vocal aumentado, macicez, sopro tubário d. Ausência de frêmito tóraco-vocal, hipersonoridade à percussão, ausência de murmúrio vesicular e. Redução de frêmito tóraco-vocal, hipersonoridade à percussão, murmúrio vesicular diminuído 30. Homem, 35 anos, procura atendimento médico com queixa de tosse seca persistente e emagrecimento de 5 kg nos últimos 3 meses. Realizada radiografia de tórax que está ilustrada a seguir. Realizada análise do líquido pleural, após toracocentese diagnóstica, que evidenciou: proteínas totais = 5,2 g/dL, DHL pleural = 380 U/L, glicose = 40 mg%, pH = 7,19, ADA = 59 UI/L. Dosagem sérica de proteínas totais = 6,8 g/dL, DHL sérico = 440 U/L. Realizada ainda biópsia pleural que evidenciou a presença de granulomas e pontos de necrose caseosa central. Assinale a alternativa correta: a. Deve ser realizado tratamento com esquema básico para tuberculose pleural por 6 meses b. Trata-se de Sarcoidose c. É necessário videopleuroscopia para confirmação de certeza diagnóstica d. Trata-se de tuberculose pleural e deve ser realizado PPD e pesquisa de BAAR no escarro antes de iniciar o tratamento e. Trata-se de tuberculose pulmonar paucibacilífera 31. IGUAL QUESTÃO 2 ASMA BRÔNQUICA 32. Sr. Marcos, 57 anos, veio ao ambulatório de Pneumologia encaminhado pelo médico da ESF devido ao tabagismo. Referia carga tabágica 120m-a, sem nenhuma tentativa de cessação anterior. Quando questionado, relatou dispneia aos moderados esforços e tosse crônica de longa data. Relata que conhece todos os malefícios do cigarro, que vai parar um dia, no entanto não aceita marcar uma data nos próximos 30 dias para a cessação. Refere “Preciso vergonha na cara! Sei que isso tudo que sinto é por causa do maldito cigarro… Quando eu arrumar um novo emprego, vou parar de fumar!”. Em qual estágio motivacional para cessação do tabagismo o paciente se encontra? a. Pré Contemplação b. Contemplação c. Pronto para Ação d. Ação e. Manutenção 33. Em relação à melhor conduta a ser tomada no caso do Sr. Marcos: a. Encaminhar para o grupo de cessação b. Marcar uma data nos próximos seis meses para parar de fumar c. Dar folhetos, argumentar sobre os benefícios da cessação e malefícios em relação ao tabagismo, explicar sobre a possível evolução dos sintomas com a manutenção do hábito e mostrar ao paciente que existe tratamento para auxiliar a parar de fumar d. Receitar bupropiona e adesivos de nicotina como terapia de reposição, e reavaliá-lo em 30 dias e. Dizer ao paciente que se continuar a fumar, vai morrer de câncer ou DPOC, e recusar-se a atendê-lo novamente se não parar de fumar image4.png image2.png image5.png image6.png image1.png image3.png