Logo Passei Direto
Buscar

N1 - Prova - 2024 2

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Prévia do material em texto

AFYA 
CURSO DE MEDICINA - AFYA
NOTA FINAL
Aluno:
Componente Curricular: Habilidades e Atitudes Médicas IV
Professor (es):
Período: 202402 Turma: Data:
N1 ESPECÍFICA_4 PERIODO_30SETEMBRO_2024.2_PROVA_HAM
RELATÓRIO DE DEVOLUTIVA DE PROVA
PROVA 13652 - CADERNO 004
1ª QUESTÃO
Enunciado:
( UNIGRANRIO CAXIAS) Criança de 2 anos e 1 mês chega na Unidade Básica de Saúde
acompanhada de sua avó, que relata que o irmão da menor viu a paciente engolir uma moeda de
10 centavos (menor que 2 cm) na noite anterior. Durante o atendimento, foi observado que a
criança está em bom estado geral, sem queixas respiratórias, sem sialorreia e ausculta
respiratória sem alteração. Foi encaminhada para fazer radiografia evidenciando moeda após 2
porção do duodeno. 
Qual seria a conduta preconizada nessa situação?
Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
Acompanhar o caso com controle radiológico, expectante, pois paciente está assintomático.
(alternativa B)
Solicitar avaliação da cirurgia geral e indicar procedimento cirúrgico.
(alternativa C)
Encaminhar para hospital e induzir vômito com xarope de Ipeca.
(alternativa D)
Encaminhar para hospital e solicitar endoscopia digestiva alta em 36 horas.
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 1 de 16
Resposta comentada:
Caso Típico de criança com ingestão de moeda que tem diâmetro menor que 2 cm esta
assintomática e na radiografia mostra moeda após passagem do piloro, conduta expectante já
que assintomático com moeda além do duodeno, objeto menor que 2 cm, pode ser acompanhado
com radiografias constantes. O caso em questão não apresenta indicação cirúrgica. A realização
de endoscopia digestiva apenas é indicada se o objeto permanecer no estômago sem progressão
do mesmo em radiografias seriadas, no caso a moeda já se encontra após a segunda porção do
duodeno. Objetos pequenos e redondos como, por exemplo moedas, podem ser expelidos
espontaneamente. O médico aconselha à pessoa que examine as próprias fezes para ver se o
objeto foi expelido. Se o objeto não aparecer nas fezes, o médico realiza radiografias repetidas
para ver se o objeto foi expelido, não se indicando colonoscopia imediatamente.
Diagnóstico: Acompanhar o caso com controle radiológico, expectante, pois paciente está
assintomático (Correta)
Justificativa: A conduta expectante com acompanhamento radiológico é apropriada para este
caso, pois a moeda já passou pela porção inicial do trato gastrointestinal (segundo duodeno), e a
criança está assintomática. Em situações como essa, o objeto ingerido geralmente é eliminado
espontaneamente nas fezes dentro de alguns dias. O controle radiológico é necessário para
garantir que o objeto continue avançando no trato gastrointestinal e seja eliminado sem
complicações.
 Solicitar avaliação da cirurgia geral e indicar procedimento cirúrgico (Incorreta)
Justificativa: Indicar um procedimento cirúrgico não é necessário neste caso, uma vez que a
moeda já ultrapassou o estômago e se encontra na segunda porção do duodeno. A criança está
assintomática, e a maioria dos objetos pequenos e não pontiagudos, como moedas, progride
através do trato gastrointestinal sem necessidade de intervenção cirúrgica. A cirurgia é reservada
para casos em que o objeto não progride, causa sintomas ou se encontra em uma posição
perigosa, como o esôfago.
Encaminhar para hospital e solicitar endoscopia digestiva alta em 36 horas (Incorreta)
Justificativa: Embora a endoscopia digestiva alta seja indicada para remover objetos localizados
no esôfago ou estômago, neste caso, a moeda já passou para a segunda porção do duodeno,
tornando a endoscopia desnecessária. Além disso, a criança está assintomática, o que reforça a
decisão de conduta expectante. A endoscopia é mais indicada em situações em que o objeto está
preso ou está causando sintomas.
Encaminhar para hospital e induzir vômito com xarope de Ipeca. (Incorreta)
Justificativa: Induzir vômito com xarope de Ipeca é procedimento contraindicado pelo risco de
aspiração, além disso, a maioria das moedas ingeridas progride pelo trato gastrointestinal sem
complicações e é eliminada espontaneamente. O acompanhamento expectante com controle
radiológico é a abordagem adequada.
Referências:
JÚNIOR, Dioclécio C.; BURNS, Dennis Alexander R.; LOPEZ, Fábio A. Tratado de Pediatria.
Barueri:SP. Editora Manole, 2021.
FMUSP, S.; FORMENTINI-HOLTZ, F. DE M.; UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de
Medicina. Hospital das Clínicas. Pronto Socorro. 3. ed. [s.l.]: Manole, 2018.
 
Feedback:
--
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 2 de 16
2ª QUESTÃO
Enunciado:
( AFYA MANACAPURU) Um homem de 45 anos apresenta-se ao ambulatório de atenção
primária com queixas de dor epigástrica recorrente há 3 meses, especialmente após as refeições,
sensação de saciedade precoce e náuseas ocasionais. Ele nega perda de peso significativa,
hematoquezia ou melena. No exame físico, apresenta dor à palpação no epigástrio, sem sinais de
defesa abdominal. O paciente relata que a dor melhora parcialmente com antiácidos.
Assinale a alternativa que indique a conduta mais adequada na investigação e manejo desse
paciente.
Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
Solicitar endoscopia digestiva alta para investigação de úlcera péptica e iniciar tratamento
empírico com inibidor da bomba de prótons (IBP).
(alternativa B)
Iniciar tratamento empírico para infecção por Helicobacter pylori com terapia tríplice e reavaliar
em 4 semanas.
(alternativa C)
Solicitar ultrassonografia abdominal para investigar possível colelitíase e prescrever antiácidos
para alívio sintomático.
(alternativa D)
Prescrever dieta fracionada com restrição de alimentos gordurosos e cafeína, e agendar retorno
em 2 semanas.
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 3 de 16
Resposta comentada:
RESPOSTA CORRETA: Solicitar endoscopia digestiva alta para investigação de úlcera péptica e
iniciar tratamento empírico com inibidor da bomba de prótons (IBP).
RESPOSTA COMENTADA: A solicitação de endoscopia digestiva alta é indicada para investigar
úlcera péptica em pacientes com dispepsia não aliviada por tratamento inicial e com fatores de
risco ou sinais de alarme, como idade acima de 45 anos. Com base no manejo empírico com
IBP, há casos em que se pode considerar a endoscopia em conjunto com o tratamento,
especialmente se houver um forte risco ou suspeita de doença orgânica significativa, ou se a
história clínica sugere a possibilidade de uma úlcera péptica. Contudo, em geral, o manejo
empírico com IBP ainda é a primeira linha de tratamento na ausência de sinais de alarme.
Iniciar tratamento empírico para infecção por Helicobacter pylori com terapia tríplice e reavaliar
em 4 semanas. alternativa propõe iniciar um tratamento específico para Helicobacter pylori,
assumindo que a infecção é a causa da dispepsia. No entanto, a abordagem recomendada para
dispepsia funcional em um paciente sem sinais de alarme não é iniciar com a erradicação de H.
pylori sem confirmação diagnóstica. O primeiro passo geralmente é um tratamento empírico com
IBP. Testes para H. pylori e tratamento subsequente são considerados em casos de falha
terapêutica ou quando há alta suspeita de úlcera péptica. Portanto, esta alternativa também é
incorreta.
Prescrever dieta fracionada com restrição de alimentos gordurosos e cafeína, e agendar retorno
em 2 semanas. Alterações dietéticas podem ajudar a aliviar sintomas dispépticos, mas não são o
tratamento de primeira linha recomendando. A intervenção dietética isolada, sem o uso de
medicação, não é suficiente para manejar adequadamente a dispepsia, especialmente quando os
sintomas persistem há 3 meses. O manejo empírico com IBP é preferido, e a prescrição de uma
dieta fracionada sem iniciar o tratamento medicamentoso adequado não é a melhor abordagem.
Portanto, esta alternativa está incorreta.
Solicitar ultrassonografia abdominal para investigar possível colelitíase e prescrever antiácidos
para alívio sintomático. A ultrassonografia abdominalé útil para investigar doenças da vesícula
biliar, como colelitíase, mas os sintomas descritos pelo paciente (dor epigástrica relacionada às
refeições, sensação de saciedade precoce, náuseas) são mais compatíveis com dispepsia
funcional ou doença ulcerosa péptica do que com colelitíase. Além disso, a prescrição de
antiácidos pode proporcionar alívio temporário dos sintomas, mas não é o tratamento adequado
para dispepsia. O tratamento empírico com IBP é mais indicado, tornando esta alternativa
incorreta.
Referência: 
DANI, Renato; PASSOS, Maria do Carmo F. Gastroenterologia Essencial, 4ª edição. [Digite o
Local da Editora]: Grupo GEN, 2011. E-book. ISBN 978-85-277-1970-4. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1970-4/. Acesso em: 30 mai.
2024.Parte III. Capítulo 17.
Feedback:
--
3ª QUESTÃO
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 4 de 16
Enunciado:
( AFYA IPATINGA) Homem, 30 anos, com pirose e regurgitação iniciados há 6 meses com maior
intensidade no último mês. Os sintomas estão presentes em cerca de 3 dias dentro da semana,
pioram com refeições volumosas e respondem ao uso de antiácidos. Não apresentava sinais de
alarme. Foi diagnosticado clinicamente com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e iniciada
prova terapêutica com Omeprazol 20 mg/dia e mudança de estilo de vida (MEV). Após 2
semanas, o paciente retorna referindo melhora parcial dos sintomas (60%).
Qual é a conduta mais apropriada nesse momento?
Alternativas:
(alternativa A)
Trocar omeprazol por pantoprazol, em dose dobrada.
(alternativa B)
Solicitar endoscopia digestiva alta.
(alternativa C) (CORRETA) 
Manter MEV e omeprazol até completar 6 a 12 semanas. 
(alternativa D)
Solicitar pHmetria de 24 horas.
Resposta comentada:
O diagnóstico clínico da DRGE pode ser feito quando o paciente refere sintoma típico (pirose ou
regurgitação) pelo menos uma vez por semana, por um período mínimo de 4-8 semanas, sem
sinais de alarme. Nestes casos, a resposta à prova terapêutica (quando há redução sintomática >
50% após 1-2 semanas de uso de IBP) é considerada o principal teste confirmatório. O paciente
teve resposta ao IBP e MEV de 60%, portanto a resposta terapêutica foi positiva, confirmando a
DRGE. A conduta mais adequada neste caso é manter MEV e IBP (tempo total de tratamento
preconizado de 6 a 8 semanas, ou de 6 a 12 semanas, dependendo da literatura).
Os exames complementares estariam indicados na vigência de sinais de alarme, em casos de
sintomas atípicos isolados que houvesse dúvida do diagnóstico ou nos pacientes que não
respondem à prova terapêutica. Sendo a endoscopia digestiva alta, o exame indicado para
pesquisar complicações da DRGE, e o padrão-ouro a pHmetria de 24 horas. 
Referências:
Moraes-Filho JPP, Domingues G, Chinzon D, Brazilian GERD Counselors Brazilian clinical
guideline for the therapeutic management of Gastroesophageal Reflux Disease (Brazilian
Federation of Gastroenterology, FBG) - Arq Gastroenterol, 2024 doi.org/10.1590/S0004-
2803.24612023-154 
DANI, Renato; PASSOS, Maria do Carmo F. Gastroenterologia Essencial, 4ª edição: Grupo GEN,
2011.
Feedback:
--
4ª QUESTÃO
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 5 de 16
Enunciado:
( BANCO AFYA) Uma adolescente de 16 anos vai à consulta em uma unidade de atenção
primária, relatando náuseas matinais e atraso menstrual. Após uma entrevista, confirma-se a
gravidez. Durante a conversa, a adolescente expressa seu desejo de manter o sigilo em relação
aos pais e menciona que está considerando a possibilidade de abortar.
Diante do cenário descrito, qual deve ser a conduta mais adequada do médico?
Alternativas:
(alternativa A)
Informar aos pais ou responsáveis imediatamente, pois a gravidez na adolescência configura uma
situação de risco que exige a quebra de sigilo.
(alternativa B)
Respeitar o desejo da adolescente de manter o sigilo, pois ela tem direito à privacidade em
relação à sua saúde reprodutiva.
(alternativa C)
Encaminhar a adolescente para um serviço de aborto seguro, respeitando sua autonomia e
decisão sobre o próprio corpo.
(alternativa D) (CORRETA) 
Conversar com a adolescente sobre a importância de envolver os pais, explicando as
consequências legais e de saúde, e acionar as autoridades competentes se ela não consentir.
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 6 de 16
Resposta comentada:
Respeitar o desejo da adolescente de manter o sigilo, pois ela tem direito à privacidade em
relação à sua saúde reprodutiva.
Incorreta. Embora o sigilo seja um direito importante, o Código de Ética Médica e as normas
legais preveem situações em que a quebra de sigilo se faz necessária, especialmente em casos
de risco à vida ou quando há indícios de violência ou abuso. O médico deve considerar a situação
global da paciente e as implicações legais.
Informar aos pais ou responsáveis imediatamente, pois a gravidez na adolescência
configura uma situação de risco que exige a quebra de sigilo.
Incorreta. A decisão de quebrar o sigilo deve ser ponderada e discutida com a adolescente,
abordando as consequências e buscando um acordo para o envolvimento dos pais de forma ética
e sensível. A comunicação imediata aos pais sem consideração das circunstâncias pode gerar
desconfiança e danos emocionais.
Conversar com a adolescente sobre a importância de envolver os pais ou responsáveis,
explicando as consequências legais e de saúde da situação, e acionar as autoridades
competentes se ela não consentir.
Correta. Esta alternativa reconhece a importância de uma abordagem equilibrada, onde o médico
deve buscar o consentimento da adolescente para informar os pais, explicando as razões e as
consequências. Caso a adolescente recuse e haja risco iminente, o médico deve acionar as
autoridades competentes, como o conselho tutelar, garantindo a proteção da adolescente.
Encaminhar a adolescente para um serviço de aborto seguro, respeitando sua autonomia e
decisão sobre o próprio corpo.
Incorreta. A legislação brasileira restringe o aborto e permite sua realização apenas em casos
específicos, como gravidez resultante de estupro, risco de vida para a mãe ou anencefalia do feto.
O médico deve orientar a adolescente sobre as opções legais e os riscos envolvidos, além de
buscar uma solução ética e legal para o caso.
Referências: 
Lourenço B. Temas de medicina do adolescente: consulta do adolescente, saúde reprodutiva e
acne. In: Sociedade Brasileira de Pediatria; Leone C, Cabral SA, organizadores. PROPED
Programa de Atualização em Terapêutica Pediátrica: Ciclo 7. Porto Alegre: Artmed
Panamericana; 2020. p. 117–47. (Sistema de Educação Continuada a Distância, v. 1).
Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria/[organizadores Dennis Alexander Rabelo
Burns...[et al]] . 4.ed. Barueri, SP: Manole,2017
Azevedo, A.E.B.I. et al. Prevenção da gravidez na adolescência. Guia Prático de atualização,
Departamento Científico de Adolescência. Sociedade Brasileira de Pediatria. N,11, Janeiro, 2019.
(Link de acesso: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/Adolescencia_-_21621c-GPA_-
_Prevencao_Gravidez_Adolescencia.pdf)
Feedback:
--
5ª QUESTÃO
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 7 de 16
Enunciado:
( FASA VIC) Uma criança de 2 anos foi trazida à UPA pela mãe com queixa de diarreia líquida
frequente (6 a 8 episódios/dia, aspecto aquoso, sem sangue ou muco), que começou há 3 dias.
Relata ainda, hiporexia, além de menor ingesta hídrica que o habitual, mas tem aceitado pequenas
quantidades de água e suco. Refere redução da diurese que está mais concentrada. Nega febre.
Sem histórico significativo de doenças gastrointestinais. Vacinas em dia. Menor ingeriu alimentos
de um evento de confraternização há 4 dias. Nenhum contato recente com pessoas com diarreia
ou doenças infecciosas. Ao exame físico, a criança está alerta, mas um pouco irritada. pele
apresenta leve secura e sinal da prega abdominal desaparece lentamente (em 2 segundos).
Mucosas orais secas.Choro com lágrimas. Pulsos radiais cheios e simétricos. FC: 110 bpm; FR:
25 rpm; Temperatura: 36,8°C . Ao exame do abdome, plano, ruídos hidroaéreos presentes nos
quatro quadrantes, sem sinais de dor abdominal. Sem massas ou visceromegalias.
Responda as alternativa conforme as diretrizes do Ministério da Saúde (2023).
a) Classifique o estado de desidratação da criança. (valor 0,5 pontos)
b) Descreva a conduta recomendado para a paciente, especificando o plano seguir, tipo e local de
tratamento. (valor 1,0 pontos)
c) Explique a conduta a ser tomada considerando que não houve melhora após o plano definido
na letra B (valor 1,0 pontos)
Alternativas:
--
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 8 de 16
Resposta comentada:
RESPOSTA ESPERADA
a) Grau de hidratação: Desidratação moderada ou Desidratação não grave. 
b) Solução de Reidratação Oral (SRO) via oral, 50 a 100 ml/kg em 4-6 horas, em pequenas
quantidades.
Plano: plano B. 
Local: pronto-socorro OU UPA OU próprio local de atendimento.
c) Monitoração através de sinais clínicos: umidade das mucosas orais, sinal da prega abdominal,
alteração no estado geral, profundidade dos olhos, sede, presença de lágrimas e intensidade do
pulso. Se não apresentar melhora, pode ser necessário uso de gastróclise. Caso a paciente
apresente desidratação grave, o Plano C deverá ser instituído.
RESPOSTA COMENTADA
a) Espera-se que o aluno identifique os sinais de desidratação e faça a classificação correta.
Apresenta sinais de desidratação: secura das mucosas e redução da elasticidade da pele,
irritabilidade. Não apresenta outros sinais de gravidade, como pulsos fracos, letargia e sinal da
prega abdominal desaparece muito lentamente (em > 2 segundos).
b) Espera-se que o aluno indique o manejo descrito no “plano B”, conforme Ministério da saúde.
Manejo Inicial: Plano B (Desidratação). Tratamento: Solução de Reidratação Oral (SRO) via oral,
50 a 100 ml/kg em 4-6 horas, em pequenas quantidades frequentemente. Não apresenta vômitos,
então não é necessário antiemético. Orientar a mãe a reconhecer sinais de desidratação, como
preparar e administrar a SRO e medidas de higiene pessoal e domiciliar.
c) Espera-se que o aluno indique a reavaliação do estado de hidratação e os ajustes do manejo
caso apresente piora. Durante a reidratação reavaliar o paciente seguindo através de sinais
clínicos. Reavaliar o estado de hidratação do paciente. Se continuar desidratado, indicar a sonda
nasogástrica (gastróclise). Se o paciente evoluir para desidratação grave, seguir o Plano C.
Referência:
BRASIL. Ministério da Saúde. Cartaz. Manejo do Paciente com Diarreia. Brasília, 2023.
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-
z/d/dtha/publicacoes/manejo-do-paciente-com-diarreia-cartaz/@@download/file. Acesso em: 18 
ago. 2024.
Feedback:
--
6ª QUESTÃO
Enunciado:
( UNISL PORTO VELHO) Um menino de 6 anos é trazido à consulta com queixa de evacuações
com fezes de grande calibre, que o levam a tentar reter as fezes e a ter alguns episódios de perda
fecal involuntária. Os pais relatam que este quadro ocorre pelo menos uma vez por semana há
cerca de 4 meses. A acompanhante nega sangramento nas fezes e febre. Quando questionada
sobre o nascimento informa eliminação do mecônio nas primeiras 24 horas de vida. Ao exame
físico: eutrófico, com massa palpável em fossa ilíaca esquerda. O toque retal revela a presença
de fezes endurecidas em ampola retal ampla. Apresenta reflexos em membros inferiores
preservados.
Qual é o diagnóstico mais provável e opção de tratamento adequada? 
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 9 de 16
Alternativas:
(alternativa A)
Incontinência fecal não retentiva e a melhor opção de tratamento é uso de lactulose.
(alternativa B) (CORRETA) 
Constipação intestinal funcional e a melhor opção de tratamento é o polietilenoglicol.
(alternativa C)
Constipação intestinal orgânica e a melhor opção de tratamento é o fleet enema. 
(alternativa D)
Incontinência fecal orgânica e a melhor opção de tratamento é o uso do óleo mineral. 
Resposta comentada:
De acordo com os critérios de Roma IV, em crianças maiores de quatro anos, o diagnóstico de
constipação intestinal funcional pode ser estabelecido na presença de dois ou mais dos seguintes
critérios, pelo menos uma vez por semana, durante um mínimo de um mês, em um paciente com
critérios insuficientes para o diagnóstico da síndrome do intestino irritável: duas ou menos
evacuações no banheiro por semana; pelo menos um episódio de incontinência fecal por semana;
história de postura retentiva ou retenção voluntária excessiva de fezes; história de evacuações
dolorosas ou endurecidas; presença de grande massa fecal no reto; história de fezes de grande
diâmetro que podem obstruir o vaso sanitário. O paciente descrito no enunciado, portanto,
preenche os critérios para o diagnóstico de constipação funcional. Ele não apresenta sinais de
alarme. O tratamento da constipação inicia-se pela desimpactação do fecaloma, e deve ser
mantido com medidas para prevenir o novo acúmulo de fezes. A desimpactação pode ser feita
com Polietilenoglicol (PEG).
Referência:
Sociedade brasileira de pediatria. Guia prático de orientação: constipação intestinal. 2024.
Feedback:
--
7ª QUESTÃO
Enunciado:
( FACIMPA) Um paciente de 40 anos, residente em uma área rural do nordeste do Brasil,
apresenta quadro clínico de anemia, fraqueza, palidez, perda de peso e dor abdominal crônica. No
exame físico, observa-se palidez de mucosas, edema leve de membros inferiores e sopro
cardíaco sistólico grau I. O hemograma revela anemia microcítica e hipocrômica, eosinofilia e
níveis baixos de ferro sérico.
Considerando o quadro clínico, os achados laboratoriais e a região endêmica, qual é o diagnóstico
mais provável?
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 10 de 16
Alternativas:
(alternativa A)
Esquistossomose.
(alternativa B)
Doença de Chagas.
(alternativa C)
Anemia perniciosa.
(alternativa D) (CORRETA) 
Ancilostomíase.
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 11 de 16
Resposta comentada:
A ancilostomíase, uma infecção parasitária causada por Ancylostoma duodenale e Necator
americanus, é endêmica em áreas rurais do Nordeste do Brasil. O quadro clínico e laboratorial do
paciente, incluindo anemia microcítica e hipocrômica, eosinofilia, palidez, e fraqueza, é típico
dessa condição. A presença de sintomas como o sopro cardíaco suave devido à anemia também
corrobora o diagnóstico.
 Anemia perniciosa (Incorreta)
Justificativa: A anemia perniciosa é uma forma de anemia megaloblástica causada pela
deficiência de vitamina B12, frequentemente associada a alterações neurológicas (como
neuropatia) e glossite (inflamação da língua). No entanto, o hemograma desse paciente revela
anemia microcítica e hipocrômica, não megaloblástica. Além disso, a eosinofilia não é
característica da anemia perniciosa. Portanto, essa alternativa é incorreta.
Doença de Chagas (Incorreta)
Justificativa: A Doença de Chagas, endêmica no Brasil, especialmente nas regiões rurais, pode
causar sintomas como cardiomiopatia, megacólon e disfagia em sua forma crônica. Contudo, o
quadro clínico apresentado pelo paciente, incluindo anemia microcítica e hipocrômica, eosinofilia e
sintomas gastrointestinais crônicos, não é característico da Doença de Chagas. Além disso, a
eosinofilia não é um achado comum nessa doença. Por isso, essa alternativa é incorreta.
Esquistossomose (Incorreta)
Justificativa: A esquistossomose, causada pelo Schistosoma mansoni, pode causar anemia,
mas o quadro clínico mais comum inclui hepatoesplenomegalia e hipertensão portal, o que não
está presente no paciente em questão. Além disso, a anemia na esquistossomose tende a ser
normocítica e normocrômica, não microcítica e hipocrômica como observado neste paciente. A
eosinofilia pode estar presente, mas o conjunto de sintomas e achados clínicos do paciente não é
compatível com esquistossomose. Portanto, essaalternativa é incorreta.
 Leishmaniose visceral (Incorreta)
Justificativa: A leishmaniose visceral, também conhecida como calazar, é uma infecção
sistêmica que pode causar febre prolongada, hepatoesplenomegalia e anemia. No entanto, o
quadro clínico descrito no paciente, que inclui anemia microcítica e hipocrômica com eosinofilia,
não é típico da leishmaniose visceral, que geralmente apresenta anemia normocítica ou
macrocítica. Além disso, a febre prolongada e a hepatoesplenomegalia, característicos da
leishmaniose visceral, não foram observados no paciente. Assim, essa alternativa é incorreta.
Referências: 
DANI, Renato; PASSOS, Maria do Carmo F. Gastroenterologia Essencial, 4ª edição. [Digite o
Local da Editora]: Grupo GEN, 2011
FEREIRA, Marcelo U. Parasitologia Contemporânea.: Grupo GEN, 2020. E-book. ISBN
9788527737166. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737166/. Acesso em: 30 mai.
2024.
Feedback:
--
8ª QUESTÃO
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 12 de 16
Enunciado:
( AFYA ABAETETUBA) Homem de 78 anos encontra-se dependente total para as atividades
instrumentais e independente para as atividades básicas da vida diária. A filha solicita uma visita
domiciliar pois relata que seu pai apresenta esquecimento há 01 ano, com piora progressiva,
associado a alucinações visuais e delírios de roubo. Possui como antecedentes pessoais
hipertensão arterial estágio 1, diabetes mellitus tipo 2, obesidade grau I e osteoartrite dos joelhos,
deambulando com auxílio de andador. Faz uso contínuo de losartana 100 mg/dia e metformina
850 mg/dia.
Analise as assertivas sobre a Avaliação Geriátrica Ampla do paciente:
I. A capacidade funcional está preservada.
II. A polifarmácia está ausente.
III. O paciente apresenta multimorbidades.
IV. Um dos testes utilizados para avaliar a cognição é o teste do desenho do relógio.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas:
(alternativa A)
I, II e III.
(alternativa B)
 I, II e IV,.
(alternativa C)
I, III e IV.
(alternativa D) (CORRETA) 
II, III e IV.
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 13 de 16
Resposta comentada:
I. Errada: capacidade funcional é a capacidade de manter habilidades físicas e mentais
para uma vida com autonomia e independência, ou seja, ser capaz de realizar
atividades de vida diária (AVDs), tanto as básicas quanto as instrumentais, sendo
mensuradas por instrumentos de avaliação específicos (escalas e testes).
II. Correta: polifarmácia é definida como uso de múltiplos medicamentos, sendo a
utilização de cinco ou mais medicamentos o número mais aceito para essa definição,
havendo uma relação direta entre número de medicamentos e a presença de eventos
adversos.
III. Correta: multimorbidades é definida como a presença de duas ou mais doenças
crônicas no mesmo indivíduo.
IV. Correta: a cognição é o conjunto de processos mentais que permite pensar, perceber e
aprender. Inclui a atenção, a percepção, a memória, o raciocínio, o juízo, a imaginação,
o pensamento, a linguagem, entre outros. O Teste do desenho do relógio (TDR) avalia
memória, funções executivas, habilidades visuoconstrutivas, compreensão verbal e
abstração.
Referência: 
PORTO, Celmo C. Semiologia Médica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2019. E-book.
ISBN 9788527734998. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 14 ago. 2024.
Feedback:
--
9ª QUESTÃO
Enunciado:
( IESVAP) Paciente de 62 anos, comparece para atendimento na Estratégia Saúde da Família,
pois vem apresentando há cerca de 06 meses: perda de peso, diminuição do apetite, fezes em
fita co sangue vivo e dor frequente em região de hipogastro. Trouxe hemograma realizado há 03
semanas que evidenciou anemia hipocrômica e microcítica. Diante do quadro em questão,
realiza-se o exame físico proctológico com toque retal.
Baseado no quadro apresentado, responda: 
A. Qual a principal hipótese diagnóstica? Justifique. (valor: 0,5).
B. Descreva qual seria achado esperado no toque retal. (valor 1,0).
C. Estabeleça 03 diagnósticos diferenciais para a enterorragia considerando clinica e
toque retal . (valor 1,0).
Alternativas:
--
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 14 de 16
Resposta comentada:
A. Considerando as características do quadro clínico apresentado. O paciente tem 62 anos, idade
em que a incidência de câncer colorretal aumenta significativamente. A combinação de perda de
peso, diminuição do apetite, fezes em fita com sangue vivo e dor na região hipogástrica,
juntamente com anemia hipocrômica e microcítica, são sinais sugestivos de neoplasia colorretal,
possivelmente localizada no reto ou cólon distal. A anemia microcítica e hipocrômica sugere uma
perda crônica de sangue, comum em casos de tumores intestinais.
B. O estudante pode citar qualquer um dos abaixo:
Diagnósticos diferenciais possíveis de serem citados pelo estudante são:
- Doença Diverticular: o sangramento é geralmente indolor, mas pode ser volumoso. O toque
retal não revela massas, mas pode evidenciar sangramento fresco. 
- Doença hemorroidária: sangramento geralmente observado ao final da evacuação, muitas
vezes indolor. O toque retal pode não revelar massas significativas, mas a inspeção anal pode
mostrar hemorroidas externas ou prolapsadas.
- Fissuras Anais: Pequenas lacerações na mucosa anal, levam a dor intensa seguida de
sangramento. No toque retal, a dor pode ser exacerbada, mas a palpação geralmente não
revela massa.
- Colite Isquêmica: inflamação do cólon devido à isquemia, resultando em dor abdominal, febre e
sangramento. O toque retal pode ser doloroso, mas não apresenta massas.
 - Pólipos adenomatosos: podem causar sangramento crônico e intermitente. No toque retal,
pequenos pólipos podem não ser detectáveis, mas massas maiores podem ser palpáveis.
C. Descrição: presença de uma massa ou irregularidade na parede retal, que pode ser palpável
como uma lesão endurecida, irregular, ou uma área de espessamento anormal da mucosa retal.
Pode ser dolorosa ao toque e pode estar associada à presença de sangue no dedo após o
exame. 
Referências: 
PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. Recurso
online. ISBN 978-85-277-3498-1. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998.
National Cancer Institute. Physician Data Query (PDQ). Rectal Cancer Treatment. 2023.
Disponível em: https://www.cancer.gov/types/colorectal/hp/rectal-treatment-pdq.
Feedback:
--
10ª QUESTÃO
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 15 de 16
Enunciado:
( UNIFIPMOC) Homem de 32 anos apresenta-se em unidade hospitalar com quadro de dor em
hipocôndrio direito, febre e icterícia, com evolução de 1 semana. Tem histórico de uso
compartilhado de seringa. Cartão vacinal completo. O médico assistente solicita exames
laboratoriais, que apresentam os seguintes resultados: 
Bilirrubina total: 1,4 mg/dL. Referência (R): 0,2 a 1 mg/dL 
Bilirrubina direta: 0,8 mg/dL. R: 0 a 0,2 mg/dL 
Bilirrubina indireta: 0,6 mg/dL. R: 0,2 a 0,8 mg/dL 
Aspartato aminotransferase: 400 U/L. R: até 38 U/L 
Alanina aminotransferase: 510 U/L. R: até 41 U/L 
Anti HCV: reagente 
Para confirmação de um quadro agudo da principal hipótese diagnóstica, o paciente deve
apresentar: 
Alternativas:
(alternativa A) (CORRETA) 
HCV RNA viral positivo.
(alternativa B)
sorologia HCV-IgG reagente.
(alternativa C)
sorologia Anti-HBc reagente.
(alternativa D)
HCV DNA viral positivo.
Resposta comentada:
Diante do quadro clínico e laboratorial apresentado, sobretudo a sorologia anti-HCV reagente, fica
clara a relação com a infecção pelo vírus da hepatite C, a ser confirmada como fase aguda ao se
detectar vírus circulante na corrente sanguínea, sendo ao exame indicativo direto da presença do
vírus C a detecção do RNA viral. 
HCV RNA viral positivo: correta, conforme parágrafo anterior.
sorologia Anti-HBc reagente: incorreta, pois trata-se de sorologia para hepatiteB.
HCV DNA viral positivo: incorreta, pois trata-se de RNA e não DNA.
sorologia HCV-IgG reagente: incorreta, pois não é possível identificação da fração IG. E mesmo
que fosse, não caracteriza fase aguda.
Referência: DUNCAN, Bruce B.; SCHMIDT, Maria I.; GIUGLIANI, Elsa R J.; et al. Medicina
ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. Grupo A, 2022. E-book.
ISBN 9786558820437. 
Feedback:
--
000136.520011.ed1cd7.144b5c.b7495d.1fcbb2.2c04d3.6e1b5 Pgina 16 de 16

Mais conteúdos dessa disciplina