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CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBIÁRIAS ALUNO: Keytiâne Pereira Costa Atividade 3 UC 5 CONTRATO DE COMODATO DE IMÓVEL Por meio deste instrumento contratual particular, de um lado, Mariana de Fátima, brasileira, solteira, inscrita no Registro Geral sob o nº 32489 SSP/RS e no Cadastro de Pessoas Físicas sob o nº 423.666.564-25, residente e domiciliada na Rua dos Maracujás, s/n, Bairro São Pedro, CEP 7800-000, na cidade de Carazinho/RS, doravante designada simplesmente como "COMODANTE", e, de outro lado, Isabel Maria, brasileira, solteira, inscrita no Registro Geral sob o nº 32489 SSP/RS e no Cadastro de Pessoas Físicas sob o nº423.666.564-25, residente e domiciliada na Rua Córrego, s/n, Bairro São Paulo, CEP 78000-000, na cidade de Carazinho/RS, doravante designada como "COMODATÁRIA", têm entre si, de forma justa e acordada, os seguintes termos, que se obrigam a cumprir por si e seus sucessores: 1. A COMODANTE, na qualidade de legítima proprietária do imóvel localizado na Rua das Palmeiras, nº 56, Bairro São João, CEP 78000-000, conforme Escritura Pública de Compra e Venda, com área total de 65m², composto por dois dormitórios, ampla sala de estar, cozinha, dois banheiros e garagem, cede e transfere à COMODATÁRIA o referido bem, a título de comodato, para fins de moradia. 2. O prazo de vigência deste contrato será de seis meses, com início em 15 de novembro de 2024 e término em 15 de maio de 2025, data em que a COMODATÁRIA deverá restituir o imóvel descrito nas mesmas condições em que o recebeu, independentemente de qualquer notificação. 2.1. Na ausência de solicitação de restituição do imóvel após o término do prazo, este se renovará automaticamente. 3. A COMODATÁRIA compromete-se a zelar pela conservação do imóvel cedido em comodato, responsabilizando-se por todos os custos relacionados à sua manutenção. Quaisquer danos decorrentes de uso inadequado ou negligência na conservação serão de responsabilidade da COMODATÁRIA, que arcará com todas as despesas necessárias para a recuperação do bem. 4. É vedado à COMODATÁRIA subcomodatar ou locar o bem objeto deste contrato a terceiros, bem como ceder ou transferir o presente contrato sem a prévia autorização, por escrito, da COMODANTE. 5. Durante a vigência deste instrumento, a COMODATÁRIA será responsável perante terceiros por quaisquer danos decorrentes de acidentes que envolvam as instalações, edificações, muros e outras benfeitorias do imóvel, independentemente da contratação de seguro para tal fim. 6. Em caso de turbação ou esbulho da posse do bem por atos de terceiros, a COMODATÁRIA deverá tomar as providências cabíveis para cessar tais atos e comunicar imediatamente à COMODANTE. 7. O presente instrumento será considerado rescindido de pleno direito em caso de infração, por parte da COMODATÁRIA, de qualquer cláusula acordada, assegurando à COMODANTE o direito de rescindir unilateralmente o contrato mediante simples comunicação, independentemente de aviso judicial ou extrajudicial. 8. Qualquer tolerância ou concessão das partes quanto ao cumprimento das disposições deste contrato constituirá ato de mera liberalidade, não podendo ser considerado como novação. 9. As partes elegem o Foro da Comarca de Carazinho/RS para dirimir eventuais litígios decorrentes deste contrato. Assim, por estarem justas e contratadas, as partes assinam este documento em duas vias de igual teor, juntamente com as duas testemunhas abaixo. Carazinho/RS, 26 de dezembro de 2024. ________________________ ________________________ COMODANTE COMODATÁRIA Testemunhas: 1ª) Ass. _________________________ Nome: RG: 2ª) Ass. _________________________ Nome: RG: Justificativa O contrato em questão é o contrato de comodato, configurando-se como um empréstimo gratuito de um bem, no qual a Sra. Mariana de Fátima (comodante) cede sua residência à sua prima Isabel Maria (comodatária) para uso durante um período determinado, devendo esta restituir o imóvel ao final do prazo. Dessa forma, o contrato de comodato atende aos requisitos legais necessários para resguardar os direitos e interesses das partes envolvidas, evitando possíveis transtornos futuros, como o pedido de usucapião.