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PPAP
Processo de Aprovação de Peças de Produção
 
 
 
P E T R A C U R S O S – P P A P ( P r o c e s s o d e A p r o v a ç ã o d e P e ç a s d e P r o d u ç ã o ) 
 
Página 1 
Índice 
Introdução ............................................................................................................................................. 2 
Aplicabilidade ........................................................................................................................................ 2 
Glossário ................................................................................................................................................ 3 
1. SEÇÃO 1 - Submissão do PPAP ....................................................................................................... 4 
2. SEÇÃO 2 - Requisitos do Processo do PPAP ................................................................................... 4 
2.1 Lote significativo de produção ....................................................................................................... 4 
2.2 Requisitos do PPAP ........................................................................................................................ 5 
2.2.1 Registros do projeto .............................................................................................................. 7 
2.2.2 Documentos de autorização de alteração de engenharia ..................................................... 7 
2.2.3 Aprovação de engenharia do cliente ..................................................................................... 7 
2.2.4 FMEA de projeto (se o fornecedor é responsável pelo projeto) ............................................ 8 
2.2.5 Fluxograma do processo ........................................................................................................ 8 
2.2.6 FMEA de Processo ................................................................................................................. 8 
2.2.7 Plano de Controle .................................................................................................................. 9 
2.2.8 Estudos de análise do sistema de medição............................................................................ 9 
2.2.9 Resultados dimensionais ..................................................................................................... 10 
2.2.10 Registros de Material / Teste de Performance .................................................................... 10 
2.2.11 Estudos iniciais .................................................................................................................... 11 
2.2.11.2 Índices de Qualidade ....................................................................................................... 12 
2.2.11.3 Critérios de aceitação para estudo inicial ........................................................................ 13 
2.2.11.4 Processos instáveis .......................................................................................................... 14 
2.2.11.5 Processos com especificações unilaterais e distribuição não normal .............................. 14 
2.2.11.6 Ações a serem tomadas quando o critério de aceitação não for atendido ...................... 15 
2.2.12 Documentação de laboratório qualificado .......................................................................... 15 
2.2.13 Relatório de Aprovação de Aparência - RAA ........................................................................ 15 
2.2.14 Amostras de peças da produção .......................................................................................... 15 
2.2.15 Amostra padrão ................................................................................................................... 15 
2.2.16 Auxílios de verificação ......................................................................................................... 16 
2.2.17 Requisitos específicos do cliente ......................................................................................... 16 
2.2.18 Garantia de submissão da peça (PSW) ................................................................................ 16 
3 SEÇÃO 3: Notificação ao cliente e requisitos de submissão ........................................................ 17 
3.1 Notificação ao cliente .................................................................................................................. 17 
3.2 Submissão ao cliente ................................................................................................................... 19 
4 SEÇÃO 4: Submissão ao cliente – Níveis de evidência ................................................................. 20 
4.1 Níveis de submissão .................................................................................................................... 20 
5 SEÇÃO 5: Situação de submissão de peça ................................................................................... 23 
5.1 Generalidades ............................................................................................................................. 23 
5.2 Situação de PPAP do cliente ........................................................................................................ 23 
6 SEÇÃO 6: Retenção de Registro ................................................................................................... 24 
Lista de apêndices ............................................................................................................................... 24 
Bibliografia: ......................................................................................................................................... 25 
 
 
 
 
 
 
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Introdução
O Processo de Aprovação de Peças de Produção – PPAP (Production Part Approval Process) define 
requisitos genéricos para aprovação de peças de produção, incluindo materiais de produção e material 
a granel. 
O PPAP é um processo derivado do APQP-PPAP, desenvolvido no final dos anos 80 por uma comissão 
de experts das três maiores indústrias automobilísticas: Ford, General Motors e Chrysler. Essa 
comissão investiu cinco anos para analisar o então corrente estado de desenvolvimento e produção 
automotivo nos Estados Unidos, Europa e especialmente no Japão. 
Seus conceitos, propósitos e aplicabilidades estão indicados num Manual do PPAP, parte integrante 
da IATF 16949:2016, já estando na 4ª edição, de junho/2006. As edições anteriores são de 
fevereiro/1993, fevereiro/1995 e setembro/1999. 
A definição de requisitos genéricos se dá pelo de fato de alguns clientes terem requisitos específicos 
de inspeção de peças. 
O propósito do PPAP é determinar se todos os requisitos dos registros de projeto de engenharia do 
cliente e especificações estão entendidos pela organização e que o processo tem o potencial para 
produzir um produto que consistentemente atenda aos requisitos durante uma corrida de produção 
normal na proporção cotada para produção. 
O PPAP vem com objetivo de confirmar se todos os requisitos estabelecidos no APQP estão sendo 
atendidos – dimensional, peso, etc. e se o haverá capabilidade ao longo do tempo nestas inspeções. 
O Manual do PPAP é composto por: 
• Introdução - Propósito, aplicabilidade e approach (aproximação) 
• Seção 1 - Generalidades, submissão 
• Seção 2 – Requisitos do PPAP 
• Seção 3 – Notificação do cliente e requisitos de submissão 
• Seção 4 – Submissão para o cliente (Níveis de evidência) 
• Seção 5 – Status de submissão de peças 
• Seção 6 – Retenção de registros 
• Apêndices (A até H) 
• Glossário. 
Aplicabilidade 
O PPAP deve aplicar-se ao site interno ou externo da organização que forneça peças e serviços de 
produção, materiais de produção e materiais a granel.Para materiais a granel (materiais que não podem ser medidos via dimensional), o PPAP não é 
requerido a menos que especificado pelo representante autorizado do cliente. 
Uma organização que forneça peças ou serviços de produção normalizados por catálogo (parafusos, 
por exemplo) deve atender o PPAP, a menos que formalmente acordado com o representante 
autorizado do cliente. 
NOTA 1: Ver requisitos do cliente para obter mais informações. Todas as questões sobre o PPAP 
devem ser endereçadas para o representante autorizado do cliente. 
NOTA 2: Um cliente pode formalmente dispensar uma organização dos requisitos do PPAP. Tais 
dispensas somente podem ser emitidas por um representante autorizado do cliente. 
NOTA 3: Uma organização ou fornecedor que necessite de uma dispensa dos requisitos do PPAP 
deve entrar em contato com o representante autorizado do cliente. 
 
 
 
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NOTA 4: Peças de catálogo (ex: parafusos) são identificadas e/ou solicitados por especificações 
funcionais ou pelas normas industriais reconhecidas. 
O PPAP aparece na IATF 16949:2016 no requisito 8.3.4.4: Processo de Aprovação do Produto: “A 
organização deve estabelecer, implementar e manter um processo de aprovação do produto e da 
manufatura em conformidade com os requisitos do cliente”. 
 
Glossário 
No final do Manual do PPAP é possível visualizar o glossário com os principais termos apresentados, 
abaixo alguns dos termos encontrados no Manual: 
 
Certificado de Submissão de Peça (PSW) 
Documento padrão da indústria requerido para todos os produtos 
com novo ferramental ou revisados, no qual a organização confirma 
que as inspeções e ensaios nas peças de produção demonstram 
conformidade com os requisitos do cliente. 
Faixas confiáveis de intensão do projeto 
São limites dentro dos quais parâmetros podem ser permitidos variar 
enquanto for assegurado que o produto atenda plenamente os 
requisitos de uso. 
Item de aparência 
Produto no qual é visível uma vez que o veículo é completado. 
Material a granel 
 
 
 
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É uma substância (sólido não dimensional, líquido, gás) como 
adesivos, selantes, substâncias químicas, tecidos, lubrificantes, etc. 
Peça ativa (Active part) 
É uma peça que está sendo fornecida ao cliente para aplicação no 
equipamento original ou na reposição. 
Black box (caixa preta) 
É uma peça em que a responsabilidade do projeto pertence a 
organização ou ao fornecedor (dispositivo elétrico, montagem ou 
módulo de controle). 
 
1. SEÇÃO 1 - Submissão do PPAP 
A organização deve obter aprovação completa (ver 5.2.1), do representante autorizado do cliente, 
para: 
• Uma nova peça ou produto (exemplo: peça específica, material ou cor não fornecida 
previamente, para um cliente específico); 
• Correção ou discrepância numa peça submetida previamente; 
• Produto modificado por uma alteração de engenharia, ou registro de projeto, especificações ou 
materiais; 
• Quaisquer situações requeridas pela Seção 3. 
Se houver quaisquer questões sobre a necessidade da aprovação da peça de produção, entre em 
contato com o responsável autorizado do cliente. 
2. SEÇÃO 2 - Requisitos do Processo do PPAP 
2.1 Lote significativo de produção 
Para peças de produção: 
Para as peças de produção, produtos para PPAP devem ser tomados de uma produção significativa. 
Esta corrida de produção significativa deve ser de uma hora até oito horas de produção e, com a 
quantidade especificada de produção de um total de no mínimo 300 peças consecutivas, a menos que 
de outra forma especificada pelo representante autorizado do cliente. 
Esta corrida significativa de produção deve ser conduzida no "site" de produção, na razão de 
produção usando o ferramental, dispositivos de medição, processo, materiais e operadores de 
produção. 
Peças de cada processo único de produção, como exemplo linha de montagem duplicada e/ou célula 
de trabalho, cada posição de uma cavidade múltipla, molde estampo ou padrão, devem ser medidas 
e as peças representativas devem ser ensaiadas. 
Para materiais à granel 
Para materiais à granel: Não há um número específico requerido de "peças". Se uma amostra for 
requerida para submissão, isto deve ser feito de forma a assegurar que esta represente um estado 
normal de operação do processo. 
NOTA: Para material a granel, o histórico de produção dos produtos atuais pode ser 
frequentemente usado para estimar a capabilidade ou desempenho do processo de produtos novos 
ou modificados. Nos casos em que não há histórico de produção de um produto de material a granel 
similar ou da tecnologia existente, um plano de contenção pode ser utilizado até que a produção 
 
 
 
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suficiente demonstre a capabilidade ou desempenho, a menos que de outra forma especificado pelo 
cliente. 
2.2 Requisitos do PPAP 
A organização deverá cumprir todos os requisitos do PPAP especificados, listados nos itens 2.2.1 a 
2.2.18. O PPAP traz requisitos genéricos, então, o cliente pode complementar estes requisitos com 
características especiais. 
A organização também deve cumprir todos os requisitos do PPAP específicos do cliente. 
Independentemente da quantidade de dimensões que existam no produto (1 ou 500), a organização 
deverá fazer o dimensional completo de acordo com os requisitos do registro de projeto de engenharia 
e especificações do cliente (incluindo requisitos de regulamentação e de segurança). 
Quando a organização submete o PPAP para aprovação do cliente, subtende-se que estão sendo 
incluídas todas medidas da peça de acordo com o projeto. 
Os requisitos do PPAP de material a granel estão definidos pela Relação de Requisitos para Material 
a Granel. 
Se quaisquer especificações da peça não puderem ser atendidas, a organização deve documentar 
seus esforços para resolução de problemas e deve contatar o representante autorizado do cliente para 
concordância na determinação de ação corretiva apropriada. 
Itens ou registros (de 2.2.1 até 2.2.18) podem não se aplicar necessariamente a todos os números 
das peças dos clientes para todas as organizações. 
Por exemplo, algumas peças não tem requisitos de aparência, outras não tem registros de cor, e 
peças plásticas podem ter requisitos de marcação de peças em polímero. 
 A fim de determinar com certeza quais itens devem ser excluídos, consulte o registro de projeto, 
como por exemplo impressão na peça, documentos relevantes de engenharia ou especificações de 
engenharia ou especificações, e seu representante autorizado do cliente. 
 
 
 
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2.2.1 Registros do projeto 
O registro de projeto é a base de onde realizamos o PPAP, são as especificações a se seguir. 
A organização deve ter o registro de projeto para o produto / peça vendável, incluindo registros de 
projeto para componentes e detalhes de produto/peça vendável. 
Onde o registro de projeto estiver em um formato eletrônico, tais como dados matemáticos de 
CAD/CAM, a organização deve produzir uma cópia impressa e apresentar ao cliente para identificar as 
medições tomadas. 
Para qualquer produto, peça vendável, peça ou componente, haverá somente um registro de 
projeto, indiferente de quem tenha a responsabilidade pelo projeto. O registro de projeto pode trazer 
referência a outros documentos que fazem parte do registro do projeto. 
Um registro de projetoúnico pode representar diversas peças ou configurações de montagem, tal 
como uma montagem de sub-frame com várias configurações de furos para diferentes aplicações. 
Para peças identificadas como black box (ver glossário), o registro de projeto especifica a interface 
e os requisitos de desempenho 
Para peças identificadas como peças de catálogos, o registro de projeto pode consistir somente em 
uma especificação funcional ou uma referência a uma norma industrial reconhecida. 
Para materiais a granel, o registro de projeto pode incluir a identificação de matérias primas, 
formulações, passos e parâmetro de processamento e especificações de produto final ou crédito de 
aceitação. Se os resultados dimensionais não forem aplicáveis, então os requisitos de CAD/CAM 
também não serão aplicáveis. 
2.2.1.1 Relatório de composição da peça 
A organização deve fornecer evidência de que o relatório de composição do material/ substância 
requerido pelo cliente foi completado para a peça e que os dados do relatório atendem a todos os 
requisitos especificados do cliente. 
A composição do material deve ser apresentada ao cliente para obtenção de sua aprovação. 
NOTA: Este relatório de material pode ser encontrado dentro do IMDS (International Material Data 
System) ou através de outro método/ sistema específico do cliente. 
2.2.1.2 Marcação de peças polímeros 
Onde aplicável, a organização deve identificar as peças em polímeros com os símbolos da ISO, tal 
como especificado na ISO 11469 “Plásticos – Identificação Genérica e marcação de produtos plásticos” 
e/ou ISO 1629, “Borracha – Nomenclatura”. 
O critério por peso abaixo deve determinar se o requisito de marcação é aplicável: 
• Peças em plástico com peso mínimo de 100g (use a ISO 11469/1043-1) 
• Peças em elastômero com peso mínimo de 200g (use a ISO 11469/1629) 
NOTA: As referências de nomenclatura e abreviação para suportar o uso da ISO 11469 estão contidas 
na ISO 1047-1 para polímeros básicos e na ISO 1043-2 para “fillers” e reforçados. 
2.2.2 Documentos de autorização de alteração de engenharia 
A organização deve ter quaisquer documentos de autorização de modificação de engenharia para 
as modificações que ainda não foram registradas no registro do projeto, mas que foram incorporadas 
ao produto, peça ou ferramental. 
2.2.3 Aprovação de engenharia do cliente 
Onde especificado pelo cliente, a organização deve ter evidência da engenharia do cliente. 
Experimentação da engenharia com as peças de produção executadas na indústria do cliente. “Um 
desvio provisório” é requerido geralmente para emitir as peças ao cliente antes do PPAP. 
 
 
 
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2.2.4 FMEA de projeto (se o fornecedor é responsável pelo projeto) 
A organização responsável pelo projeto deve desenvolver um FMEA de Projeto de acordo com os 
requisitos específicos do cliente e atendendo aos mesmos. 
NOTA 1: Um FMEA de projeto pode ser aplicável a uma família de peças ou materiais 
NOTA 2: Para materiais a granel, ver o apêndice F do Manual de PPAP. 
 
2.2.5 Fluxograma do processo 
A organização deve ter um diagrama de fluxo de processo no formato específico da organização 
que descreva claramente os passos e sequência do processo de produção, conforme for adequado e 
que atenda às necessidades, aos requisitos e expectativas especificados pelo cliente (ver manual 
APQP). 
Para material a granel, o Diagrama de Fluxo de Processo equivalente é uma descrição de fluxo de 
processo. 
Os diagramas de fluxo de processo por "famílias" de peças similares são aceitos se as novas peças 
tiverem sido analisadas pela organização para torná-las comuns. 
O fluxograma é um método gráfico simplificado, para visualizar o processo como um todo, sendo 
usado para: Análise das fontes de variação; Ênfase no impacto das fontes de variação do processo; 
Análise sistêmica do processo; Ajuda na focalização do processo; Visualização da interdependência de 
cada parte do processo. 
2.2.6 FMEA de Processo 
A organização deve desenvolver um FMEA de Processo de acordo e em conformidade com os 
requisitos específicos do cliente (ex.: manual do FMEA). 
Um único FMEA de Processo pode ser aplicado para um processo de fabricação de uma família de 
peças ou materiais similares se a organização tiver analisando-os criticamente quanto as 
características de similaridade. 
 
 
 
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2.2.7 Plano de Controle 
A organização deve ter um Plano de Controle que defina todos os métodos usados para do controle 
de processo e que atenda aos requisitos específicos do cliente (ex: manual de referência de APQP e 
Plano de Controle). 
Os planos de controle por famílias de peças são aceitos se as novas peças forem analisadas pela 
organização para torná-las comuns. 
Segue as etapas de PFMEA e fornece mais detalhes, como as alterações potenciais que podem ser 
verificadas dentro da qualidade, o processo de produção do conjunto ou durante a inspeção dos 
produtos. 
A aprovação do Plano de Controle pode ser requerida por algum cliente. 
Modelo de um Plano de Controle 
 
• Cabeçalho: Tipo de PC (protótipo, pré-lançamento, produção), com seu número e datas, dados 
da peça (código, nome), equipe, aprovações, etc. 
• Colunas: 
Código da peça/processo; Nome do processo; Máquina/dispositivo; 
Características: Número; Produto; Processo; Classificação; 
Métodos: Especificação; Técnica de medição; Amostra; Método controle; 
Plano de reação. 
2.2.8 Estudos de análise do sistema de medição 
A organização deve ter estudos das Análises do Sistema de Medição, R&R, tendência, linearidade, 
estabilidade, para todos dos dispositivos de medição, equipamento de medição e ensaio novo ou 
modificado (ver Manual de Referência de Análises do Sistema de Medição). 
Os critérios de aceitação do GR&R estão definidos no manual de referência de MSA. 
Para materiais a granel, as análises do sistema de medição podem não ser aplicáveis. 
O acordo com o cliente deve ser obtido nos requisitos atuais. 
MSA contém geralmente as configurações para as características críticas ou elevadas do impacto e 
a calibragem usada para medir estas características. 
 
 
 
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2.2.9 Resultados dimensionais 
Esta lista mostra a característica do produto, a especificação, os resultados da medida e a exibição 
da avaliação se esta dimensão for “aprovada” ou “não aprovada”. Um mínimo de seis partes são 
relatadas geralmente por produto/combinação de processos. 
A organização deve fornecer evidência de que as verificações dimensionais requeridas pelo registro 
do projeto e Plano de Controle tenham sido completadas e os resultados indiquem a concordância com 
os requisitos especificados. 
A organização deve ter os resultados dimensionais para cada processo único de manufatura, tais 
como células ou linhas de produção e todas as cavidades, moldes, modelo ou matriz. 
A organização deve registrar com os resultados atuais todas as dimensões (exceto as dimensões 
de referência). 
Características e especificações conforme anotadas no registro de projeto e plano de controle. 
A organização deve indicar a data do registro do projeto, nível de modificação e quaisquer 
documentos de modificação de engenharia autorizada que ainda não foram incorporados no registro 
do projeto no qual a peça foi fabricada. A organização deve registrar o nível da modificação, data do 
desenho nome da organização e número da peça em todos os documentos auxiliares (exemplo: folhas 
de resultados de layout, croquis, desenho do traçado, resultados de pontos de inspeção por CMM - 
máquina de medir por coordenadas, folhas de tolerância dimensionale geométrica ou outros destes 
materiais auxiliares devem acompanhar os resultados dimensionais de acordo com a tabela de 
requisitos de Retenção/ Submissão). 
Um desenho do traçado deve ser incluído quando um projetor de perfil for necessário para inspeção. 
A organização deve identificar uma das peças medidas como amostra padrão. 
Formulários de resultados dimensionais do Apêndice C do Manual, uma ilustração, folhas de 
tolerância dimensional e geométrica, ou um desenho boletado em que os resultados foram escritos 
de modo legível em um desenho incluindo as seções transversais, traçados ou rascunhos conforme 
aplicáveis, podem ser utilizados para este propósito. 
Resultados dimensionais geralmente não se aplicam aos materiais a granel. 
2.2.10 Registros de Material / Teste de Performance 
Os registros do material/desempenho testam o sumário de cada teste executado na divisória. Este 
sumário está geralmente em um formulário de DVP&R (planta e relatório da verificação do projeto), 
que demonstra cada teste individual, quando foi executado, a especificação, resultados e a passagem 
da avaliação/falha. 
Se houver uma especificação da engenharia, geralmente anota-se na cópia. O DVP&R será revisto 
e assinado por grupos de engenharia do cliente e do fornecedor. O coordenador da qualidade procurará 
uma assinatura do cliente neste original. Além disso, esta seção lista todas as certificações materiais 
(aço, plásticos, chapeamento, etc.), como especificado na cópia da certificação material, mostrando 
as conformidades. 
Executar os ensaios para todos os materiais das peças e produtos quando requisitos químicos, 
físicos ou metalúrgicos forem especificados pelo registro de projeto ou Plano de Controle. 
Resultados de materiais devem indicar e incluir: 
• O nível de modificação do registro do projeto da peça ensaiada; 
• Qualquer documento de autorização de modificação de engenharia que ainda não tenha sido 
incorporado no registro do projeto; 
• O número, data e nível de modificação das especificações nos quais a peça foi ensaiada; 
• A quantidade ensaiada; 
• Os resultados atuais; 
 
 
 
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• O nome do fornecedor do material e, quando requerido pelo cliente, o código do vendedor/ 
fornecedor designado pelo cliente. 
Para produtos com especificações de materiais desenvolvidas pelo cliente uma lista de fornecedor 
aprovado pelo cliente, a organização deve desenvolver materiais e/ou serviços (ex: pintura, 
tratamento térmico e superficial, solda) de fornecedores desta lista. 
2.2.11 Estudos iniciais 
O objetivo do estudo inicial do processo é entender a variação do processo, não apenas para 
alcançar o valor específico do índice. 
Quando dados históricos estiverem disponíveis ou dados iniciais suficientes existirem para plotar 
um gráfico de controle (pelo menos 100 amostras individuais), o Cpk poderá ser calculado quando o 
processo estiver estável. Para processos com causas especiais previsíveis e conhecidas e saídas 
atendendo as especificações, o Ppk deveria ser usado. 
E quando não houver dados suficientes, ou seja, menos de 100 amostras ou ainda se houver fontes 
desconhecidas da variação, o que fazer? Neste caso, o Manual do PPAP indica contatar o representante 
autorizado do cliente. 
Para estudos iniciais envolvendo mais de uma causa do processo, podem ser requeridos métodos 
estatísticos adicionais apropriados ou abordagens. 
Para material a granel, a organização deve obter um acordo do cliente considerando as técnicas 
adequadas para o estudo inicial do processo, para que se obtenha uma estimativa eficaz da 
capabilidade. 
Estudo Inicial do Processo são estudos de curto prazo conduzidos pra obter informações 
antecipadas sobre o desempenho de processos novos ou revisados relativos aos requisitos do cliente. 
O propósito é entender a variação do processo e não apenas atingir um determinado objetivo da 
qualidade. É importante utilizar cartas de controle. 
Este estudo de curto prazo não prevê efeitos de tempo e variação em pessoas, materiais, métodos, 
equipamentos, sistemas de medição e meio ambiente. 
O nível de capabilidade inicial de processo ou desempenho deve ser determinado como aceitável 
antes da submissão para todas as características especiais designadas pelo cliente ou pela 
organização. 
A organização deve obter o acordo com o cliente no índice para estimar a capabilidade inicial do 
processo antes da submissão. 
A organização deve executar as análises do sistema de medição para entender como os erros de 
medição afetam as medições estudadas (ver 2.2.8). 
Onde não for identificada nenhuma característica especial, o cliente se reserva ao direito de 
requerer a demonstração da capibilidade inicial. 
O propósito deste requisito é determinar se o processo produtivo é apropriado para produzir 
produtos que atendam aos requisitos do cliente. O estudo inicial do processo está focado em variáveis 
e não em atributos. 
Exemplos de dados por atributos (são importantes entender, mas não são cobertos neste estudo 
inicial): 
• Erros de montagem 
• Falhas de ensaio 
• Defeitos de superfície 
Para uma análise de cartas de controle X-barra e Amplitude é importante ter pelo menos 25 
subgrupos e pelo menos 100 leituras de peças consecutivas. 
 
 
 
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2.2.11.2 Índices de Qualidade 
Se for aplicável, os estudos iniciais do processo devem ser sumarizados com os índices de 
capabilidade e desempenho. 
Os resultados do estudo inicial do processo dependem do processo do estudo, dos métodos de 
aquisição dos dados, amostragem, quantidade de dados, demonstração do controle estatístico, etc. 
O Manual do PPAP indica verificar o Manual do CEP para entendimento dos princípios básicos de 
controle estatístico. Para casos em que o Cpk e o Ppk estiverem baixo, o Manual do PPAP sugere 
verificar limites com o cliente. 
Cpk – Índice de capabilidade para um processo estável 
É um indicador de capabilidade do processo baseado na variação dentro de cada subgrupo de um 
conjunto de dados. O Cpk indica o quão bom um processo poderia ser se todas as variações entre 
subgrupos fossem eliminadas. 
A estimativa do sigma é baseada na variação dentro do subgrupo (Rbar/d2 ou Sbar/c4). O Cpk: 
• É um indicador da capacidade do processo, baseado na variação dentro de cada subgrupo de 
um conjunto de dados; 
• Não inclui o efeito da variabilidade entre os subgrupos; 
• É um indicador de quão bom um processo poderia ser, se todas as variações entre subgrupos 
fossem eliminadas; 
• Seu uso é apenas um indicador incompleto do desempenho do processo. Para mais 
informações, ver o manual de referência de CEP. 
Ppk – Índice de desempenho 
É um indicador do desempenho do processo baseado na variação do processo através do conjunto 
completo de dados. Quando analisado a partir dos mesmos subgrupos, o Cpk e o Ppk podem ser 
comparados para analisar as fontes de variação do processo. 
A estimativa do sigma é baseada na variação total (todos os dados individuais da amostra, usando 
o desvio padrão amostral S – equação da raiz média quadrática). 
 
 
 
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• O Ppk é um indicador do desempenho do processo, baseado na variação do processo através 
do conjunto completo dos dados. 
• Cpk e Ppk não são limitados à variação dentro dos subgrupos. Entretanto, o Ppk não pode 
isolar a variação dentro do subgrupo da variação entre subgrupos. 
• Quando calculados do mesmo conjunto de dados, o Cpk e o Ppk podem ser comparados 
para analisar as fontes de variação do processo. Para mais informações, ver o manual de 
referência de CEP. 
2.2.11.3 Critériosde aceitação para estudo inicial 
Usar o que segue como critério de aceitação para avaliação dos resultados do estudo inicial do 
processo para aqueles que aparentam estabilidade. 
RESULTADOS INTERPRETAÇÃO 
Índice > 1,67 
Processo atualmente atende o critério de 
aceitação. 
1,33 ≤ Índice ≤ 1,67 
O processo pode ser aceitável. Contatar o 
representante do cliente para análise crítica do 
resultado. 
Índiceentão, a 
organização deve levar em consideração na submissão do seu PPAP os requisitos específicos do cliente. 
Portanto, deve haver registros de conformidade com todos os requisitos específicos do cliente 
aplicáveis. Para materiais a granel, requisitos específicos do cliente aplicáveis devem ser 
documentados no check list de requisitos de material a granel. 
2.2.18 Garantia de submissão da peça (PSW) 
Uma vez completados todos os requisitos do PPAP, a organização deve completar a Garantia de 
Submissão da Peça (PSW). 
Um PSW deve ser preenchido para cada número de peça do cliente a menos que de outra forma 
acordado com o representante autorizado do cliente. 
Se a produção das peças for realizada em mais que uma cavidade, molde, ferramenta, estampo 
molde ou processo de produção, tal como linha ou célula, a organização deve completar a avaliação 
dimensional (ver 2.2.9) de uma peça de cada. As cavidades, moldes, linhas, etc. especificas devem, 
 
 
 
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então, ser identificadas na linha "Molde/ Cavidade/ Processo de Produção" no PSW, ou em anexo do 
PSW. 
A organização deve verificar que todos os resultados de medição e ensaio mostram a conformidade 
com os requisitos do cliente e que toda a documentação requerida esteja disponível e, para os níveis 
2, 3, e 4, esteja incluída na submissão como apropriado. O responsável oficial da organização deve 
aprovar o PSW e fornecer a informação de contato. Esta informação pode vir no próprio PSW (algumas 
empresas chama de capa do PPAP) confirmando que tudo está conforme. Ao aprovar o PSW, a 
empresa está garantindo que não existem não conformidades e se houver devem ser mencionadas no 
PSW. 
O cliente apenas atesta as informações repassadas pela organização (a pessoa que se 
responsabilizou por elaborar e garantir o PSW pode ser acionada em caso de omissão de informações 
quando por ventura vier ocorrer um acidente com o consumidor, por exemplo, comprovando que a 
causa foi a peça em questão), esta é quem na verdade detém e alimentam as informações do PPAP. 
Uma garantia por número de peça do cliente pode ser usada para sumarizar muitas modificações 
permitindo que estas estejam adequadamente documentadas, e a submissão esteja em conformidade 
com os requisitos de prazo programados pelo cliente. 
Os PSWs podem ser submetidos eletronicamente de acordo com os requisitos do cliente. 
Peso / Peça / Massa 
A organização deve registrar no PSW, medido e expresso em quilogramas com quatro casas 
decimais (0,0000) a menos que especificado de outra forma pelo cliente. O peso não deve incluir os 
protetores de embalagem, dispositivos de montagem ou materiais de embalagem. 
Para determinar o peso da peça, a organização deve pesar individualmente 
10 peças selecionadas aleatoriamente, calcular e relatar o peso médio. No 
mínimo uma peça deve ser medida de cada cavidade, ferramenta, linha ou 
processo a ser usada na realização do produto. 
Nota: Este peso é usado para análise do peso do veículo somente e não afeta 
o processo de aprovação. Onde não houver requisito de produção ou serviço, para um mínimo de 10 
peças, a organização deveria usar o número requerido para cálculo da média do peso da peça. Para 
materiais a granel, o campo do peso da peça não é aplicável. 
3 SEÇÃO 3: Notificação ao cliente e requisitos de submissão 
3.1 Notificação ao cliente 
A organização deve notificar o representante autorizado do cliente sobre qualquer modificação no 
projeto, processo, ou planta. 
 
 
 
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As organizações são responsáveis por notificar o representante do cliente sobre todas as 
modificações do projeto da peça e/ou processo de manufatura. 
Uma vez que o representante do cliente tenha sido notificado a aprove a modificação proposta e depois 
da implementação da modificação, a submissão do PPAP é requerida, a menos que de outra forma 
especificada. 
3.2 Submissão ao cliente 
A organização deve submeter a aprovação do PPAP antes do primeiro embarque de produção nas 
seguintes situações, a menos que o representante autorizado do cliente tenha dispensado deste 
requisito. 
 
Nas situações descritas a seguir, antes da notificação ou comunicação, a autorização do 
representante do cliente é assumida. 
 
 
 
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A organização deve analisar criticamente e atualizar conforme necessário, todos os itens aplicáveis 
no arquivo de PPAP para refletir o processo de produção independente se o cliente solicitar ou não 
uma submissão formal. 
O arquivo de PPAP deve conter o nome do representante autorizado do cliente que concede a 
dispensa e a data. 
4 SEÇÃO 4: Submissão ao cliente – Níveis de evidência 
4.1 Níveis de submissão 
A organização deve usar o nível 3 como nível "default" para todas as submissões, exceto quando 
especificado de outra forma pelo representante autorizado do cliente. 
Os níveis apresentados a seguir a seguir não eximem a organização de cumprir os requisitos do 
PPAP descritos nos itens 2.1 a 2.18 do Manual do PPAP, independente do cliente solicitar níveis 1 e 2, 
por exemplo (quando solicita nível 3 os requisitos já estão inclusos). Muitas organizações interpretam 
de forma errônea e não cumprem os requisitos. 
 
 
 
 
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No Nível 5, o cliente poderá ir até a planta da organização para verificar o processo de aprovação 
in loco. 
O representante autorizado do cliente pode identificar o nível de submissão, diferente do nível 
default, que deve ser usado para toda organização, ou combinação de organização e número da peça 
do cliente. 
Locais diferentes do cliente podem designar diferentes níveis de submissão para o mesmo local de 
manufatura da organização e níveis de submissão para o mesmo local de manufatura do fornecedor. 
Todos os formulários mencionados no Manual do PPAP podem ser submetidos por fac-símile 
(desenho, planilha, etc) gerados por computador. A aceitabilidade destes fac-símiles deve ser 
confirmada com o representante autorizado do cliente antes da primeira submissão. 
O requisito mínimo de submissão para material a granel é o PSW e o Checklist de material a granel. 
Para as submissões de PPAP para material a granel marque “Outro" para a razão da submissão no 
formulário de PSW e especifique o "material a granel". Isto indica que o "checklist dos requisitos de 
material a granel foi usado para especificar os requisitos do PPAP para material a granel e deve ser 
incluído no pacote de submissão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TABELA REQUISITOS DE RETENÇÃO/SUBMISSÃO 
 
S = A organização deve submeter ao cliente e reter uma cópia dos registros ou itens da documentação 
nos locais apropriados. 
R = A organização deve reter em locais apropriados e manter disponível para o cliente sempre que 
solicitado. 
* = A organização deve reter em locais apropriados, e submeter ao cliente caso seja solicitado. 
Note que os requisitos da tabela são os apresentados nos itens 2.1 a 2.18 do Manual do PPAP. 
 
 
 
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5 SEÇÃO 5: Situação de submissão de peça 
5.1 Generalidades 
Após a aprovação da notificação,a organização deve garantir que a produção futura continue a 
atender a todos os requisitos odo cliente. 
Para aquelas organizações que foram classificadas como "auto certificadora" (nível 1 de submissão 
de PPAP) por um cliente específico, a submissão da documentação requerida mostrando aprovação da 
organização será considerada como aprovada pelo cliente, exceto se a organização tiver sido 
informada do contrário. 
5.2 Situação de PPAP do cliente 
5.2.1 Aprovado 
Indica que a peça ou material, incluindo todos os subcomponentes, atende a todos os requisitos do 
cliente. 
A organização é, portanto, autorizada a embarcar quantidades produzidas do produto sujeitas a 
liberação da atividade de programação do cliente. 
5.2.2 Aprovação Interina (condicional) 
Permite o embarque do material para os requisitos de produção por um tempo ou quantidade básica 
de peças. 
A aprovação condicional será concedida somente quando a organização tiver: 
• Definida claramente a aprovação preventiva do não atendimento; 
• Preparado um plano de ação de aprovação condicional com o cliente. A re-submissão do 
PPAP é requerida para obter a situação “aprovação plena”. 
A organização é responsável por implementar ações de contenção para garantir que somente 
material aceitável esteja sendo embarcado para o cliente. 
Peças com situação de “Aprovação Interina” não são consideradas “aprovadas”. 
O material coberto por uma aprovação condicional, e que deixa de atender ao plano de ação 
acordado, seja por ultrapassar a data limite ou a quantidade autorizada de peças, será rejeitado. 
Nenhuma entrega adicional é autorizada, a não ser que seja dada uma extensão da aprovação 
condicional. 
Para material a granel, a organização deve usar o Formulário "Aprovação condicional de material a 
granel", ou seu equivalente (ver o Apêndice F). 
5.2.3 Rejeitado (reprovado) 
Significa que não atende aos requisitos do cliente na submissão do PPAP, com base no lote 
produzido do qual este for tomado, e a documentação que o acompanha não atende aos requisitos do 
cliente. 
Em tais casos, a submissão deve ser aprovada antes que as quantidades produzidas possam ser 
embarcadas. 
 
 
 
 
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6 SEÇÃO 6: Retenção de Registro 
 
O grande objetivo desta seção é informar por quanto tempo um registro deve ser mantido. 
 
Lista de apêndices no Manual do PPAP 
• A – Conclusão do PSW, com 27 itens, mais 2 formulários 
• B – Conclusão do RAA, com 25 itens, mais 2 formulários 
• C – Aprovação de peça de produção, resultados dimensionais, com 1 formulário 
• D - Aprovação de peça de produção, resultados de teste de material, com 1 
• formulário 
• E - Aprovação de peça de produção, resultados de teste de performance, com 1 formulário 
• F – Material a granel, requisitos específicos, com 14 itens e outros tantos subitens, várias 
tabelas de consulta e 5 formulários 
• G – Pneus (tires), requisitos específicos, com 3 itens 
• H – Indústria de caminhões, requisitos específicos, com 22 itens, mais 4 formulários 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Bibliografia: 
 
• AUTOMOTIVE INDUSTRY ACTION GROUP - AIAG. PPAP. 4ºed. Detroit: Chrysler Corporation; 
Ford Motor Company and General Motors Corporation, 2006. 
• AUTOMOTIVE INDUSTRY ACTION GROUP - AIAG. Controle Estatístico de Processos CEP. 
2ºed. Detroit: Chrysler Corporation; Ford Motor Company and General Motors Corporation, 
2015. 
• FEIGENBAUM, A. V. Controle da Qualidade Total, Vol 3, Makron Books, São Paulo, 1994. 
• KUME, H. Métodos Estatísticos para Melhoria da Qualidade, Editora Gente, São Paulo, 1993. 
• VIEIRA, S., Estatística para a qualidade, Rio de Janeiro, Campus Elsevier. 1999. 
• NATIONAL QUALITY ASSURANCE. Automotive Industry Quality Standards. Acton: NQA, 2010. 
• ALTIERI, A.R.; COPPINI N.L. Proposta de Metodologia para Homologação Rápida de Novos 
Produtos na Indústria Automobilística. Revista de Ciência & Tecnologia V.11, N.20 – pp. 13-
22-2002. 
• SIQUEIRA, L.G.P. Controle estatístico do processo, São Paulo: Pioneira, 1997. 129 p. 
 
 
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