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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA - SETEC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA - IFSC CÂMPUS FLORIANÓPOLIS - DALTEC/ASSESSORIA DE MATEMÁTICA PLANO DE ENSINO CURSO Bacharelado em Engenharia Elétrica PROFESSOR Cleber Schaefer Barbaresco TURMA/MÓDULO 2º Período DISCIPLINA/COMPONENTE CURRICULAR/CÓDIGO ANO/SEMESTRE CARGA HORÁRIA (h/a) ALG2220C02 - Álgebra Linear 2025.1 AT AP Total Legenda: AT - Atividades Teóricas / AP - Atividades Práticas DIAS DAS AULAS PRESENCIAIS Dia da Semana Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Número de aulas no semestre EMENTA: − Espaços vetoriais; − Dependência e independência linear; − Mudança de base; − Transformações lineares; − Operadores Lineares; − Autovalores e autovetores de um operador; − Diagonalização; − Aplicações. COMPETÊNCIAS/OBJETIVOS: Utilizar a definição de espaços vetoriais, aplicando as propriedades e os conceitos matemáticos na resolução de problemas associados aos fenômenos físicos estudados, procurando estabelecer relações com o mundo da tecnologia e suas aplicações. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA - SETEC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA - IFSC CÂMPUS FLORIANÓPOLIS - DALTEC/ASSESSORIA DE MATEMÁTICA HABILIDADES/CONTEÚDOS: − Compreender e interpretar a definição de espaços vetoriais e as propriedades matemáticas envolvidas; − Utilizar a definição de mudança de base para solução de problemas; − Aplicar os operadores lineares; − Compreender a definição de autovalores e autovetores. PROGRAMAÇÃO DAS AULAS (Previsão) Dia Mês Conteúdo Número de Aulas 25 Mar Apresentação da Disciplina. Espaço Vetorial Euclidiano: Definições e Teoremas. Exemplos e exercícios. 2 28 Mar Espaços Vetoriais Arbitrários: Definições e Teoremas. Exemplos e exercícios. 2 01 Abr Subespaços vetoriais. Soma e interseção de subespaços. Exemplos e exercícios. 2 08 Abr Combinação linear. Dependência e independência linear. Exemplos e exercícios. 2 11 Abr Subespaço gerado por um conjunto de vetores. Exemplos e exercícios. 2 15 Abr Base e dimensão de um espaço vetorial. 2 18 Abr Feriado 22 Abr Aplicação da Prova 1. 2 29 Abr Recuperação de Conteúdo da Prova 1 (Correção da Prova). 2 06 Maio Transformações lineares. Exemplos e exercícios. 2 09 Maio Aplicação da Recuperação da Prova 1. 2 13 Maio Núcleo e imagem de uma transformação linear. Exemplos e exercícios. 2 20 Maio Transformações Injetoras, Sobrejetoras e Bijetoras. Exemplos e exercícios. 2 23 Maio Transformação Inversa. Exemplos e exercícios. 2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA - SETEC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA - IFSC CÂMPUS FLORIANÓPOLIS - DALTEC/ASSESSORIA DE MATEMÁTICA 27 Maio Operações com transformação. Exemplos e exercícios. 2 03 Jun Aplicação da Prova 2. 2 06 Jun Recuperação de conteúdo da Prova 2 (Correção da Prova). 2 10 Jun Aplicação da Recuperação da Prova 2. 2 17 Jun Produto Interno e Norma de Espaços Vetoriais Euclidianos. Exemplos e exercícios. 2 24 Jun Produto Interno e Norma Espaços Vetoriais Arbitrários. Exemplos e exercícios. 2 27 Jun Ortogonalização (Gram-Schimdt). Exemplos e exercícios 2 01 Jul Autovalores e Autovetores (Parte 1). Exemplos e exercícios. 2 08 Jul Autovalores e Autovetores (Parte 2). Exemplos e exercícios. 2 11 Jul Diagonalização de Operadores. Exemplos e exercícios. 2 15 Jul Diagonalização de Operações auto-adjuntos e caracterização dos operadores ortogonais. Exemplos e exercícios. 2 22 Jul Aplicação da Prova 3. 2 25 Jul Recuperação de conteúdo da Prova 3 (Correção da Prova). 2 29 Jul Aplicação da Recuperação da Prova 3. 2 PROCEDIMENTOS DE ENSINO/METODOLOGIA As aulas ocorrerão na forma de Aulas Presenciais, podendo haver, em caso excepcionais, Aulas Não Presenciais (ANPs). As Aulas Presenciais serão na forma expositiva e dialogada. Esta estratégia de ensino caracteriza-se pela exposição dos conteúdos e na busca da participação ativa dos estudantes, a partir do diálogo e considerando os seus conhecimentos prévios. Para tanto, será privilegiado o uso de tecnologias e realização de atividades no decorrer das aulas. As Aulas não Presenciais, ocorrerão na forma de aulas extras (fora do horário de aula) e nos sábados letivos. Nesses casos elas ocorrerão de forma assíncrona, com a publicação de videoaulas de conteúdos pré-estabelecidos no planejamento. No entanto, em casos excepcionais, as aulas semanais poderão ocorrer na forma não presencial. Nesses casos, elas ocorrerão de modo síncrono (preferencialmente), em que os encontros serão realizados via Google Meet. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA - SETEC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA - IFSC CÂMPUS FLORIANÓPOLIS - DALTEC/ASSESSORIA DE MATEMÁTICA PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO: A média final (MF) do semestre será obtida a partir da média aritmética de três notas parciais, sendo todas elas provas. Fórmula da Média Final (MF): 𝑀𝐹 = (𝑃1/𝑅𝑒𝑐 𝑃1) +(𝑃2/𝑅𝑒𝑐 𝑃2) + (𝑃3/𝑅𝑒𝑐 𝑃3) 3 Legenda: - Nota da Prova 1. 𝑃1 - Nota da Recuperação da Prova 1. 𝑅𝑒𝑐 𝑃1 - Nota da Prova 2. 𝑃2 - Nota da Recuperação da Prova 2. 𝑅𝑒𝑐 𝑃2 - Nota da Prova 3. 𝑃3 - Nota da Recuperação da Prova 3. 𝑅𝑒𝑐 𝑃3 Cada uma das avaliações propostas conta com um momento de recuperação. Prevalecerá a nota maior entre a avaliação e sua recuperação. Por exemplo, se o aluno obter nota maior na recuperação, prevalecerá esta nota para o cômputo da média final. Quanto às formas de recuperação, baseado no Art. 38 do Regulamento Didático-Pedagógico, terá direito a realizar a recuperação os estudantes que não alcançarem média, isto é, nota 6,0 nas avaliações. A recuperação de conteúdo ocorrerá de forma concomitante ao conteúdo a partir de orientações que serão realizadas pelo professor. O estudante terá direito a realizar uma nova avaliação, que ocorrerá em horário de aula. De acordo com Regulamento Didático-Pedagógico (RDP), o aluno que se ausentar em algumas das avaliações terá o direito de realizar uma segunda chamada, nas seguinte condições: Art. 37. O aluno terá nova oportunidade de prestar atividades de avaliação não realizadas por motivo de doença ou por falecimento de familiares, convocação do judiciário e do serviço militar, desde que encaminhe em até 2 (dois) dias letivos contados do final do afastamento, um requerimento à Coordenadoria de Curso, com os documentos comprobatórios do impedimento. § 1º O requerimento deverá indicar a data e horário das atividades de avaliação não realizadas, o componente curricular e o nome do seu professor. § 2º Para comprovação de ausência por motivo de saúde, somente será aceito o atestado médico ou odontológico. Situações que não se encaixam nas situações acima serão avaliadas caso a caso se apresentadas as devidas justificativas; no tempo considerado pelo regimento, isto é, em até dois dias. A segunda chamada ocorrerá na forma de prova escrita e em contraturno, em um momento em que o aluno(a) e professores estarão disponíveis. No âmbito de registro de notas no SIGAA, será utilizada a seguinte regra de arredondamento para as notas com valores decimais: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA - SETEC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA - IFSC CÂMPUS FLORIANÓPOLIS - DALTEC/ASSESSORIA DE MATEMÁTICA → Para notas com casa decimais menor do que 0,5, terão seu valor arredondado para baixo até o valor inteiro mais próximo. → Para notas com casas decimais maior ou igual a 0,5, terão seu valor arredondado para cima até o valor inteiromais próximo. A média final será arredondada automaticamente pelo sistema. REFERÊNCIAS BÁSICAS: [1] SANTOS, R. J. Matrizes Vetores e Geometria Analítica. Belo Horizonte: Imprensa Universitária da UFMG, 2006. Uma versão online está disponível em: http://www.mat.ufmg.br/~regi/ [2] STEINBRUCH, A; WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1987. [3] BOULOS, P; OLIVEIRA, I. C. Geometria Analítica - um tratamento vetorial. 2.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2000. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: [4] LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria analítica - v1. 2.ed. São Paulo: Harbra, 1977. [5] BOLDRINI, J. L; COSTA, S. I. R; FIGUEIREDO, V. L; WETZLER, H. G.. Álgebra linear. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1986. [6] WEXLER, C. Analitic Geometry A Vector Approach. Addison-Wesley, 1964. [7] BANCHOFF, T; WERMER, J. Linear Algebra Through Geometry. 2.ed. Springer, 1991. [8] LANG, S. Álgebra Linear. Editora Edgard Blücher Ltda, 1971.