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CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO
NOME COMPLETO DOS COMPONENTES DO GRUPO COM MATRÍCULA
TÍTULO DO TRABALHO
ITAPERUNA - RJ
ANO
NOME COMPLETO DOS COMPONENTES DO GRUPO COM MATRÍCULA
TÍTULO DO TRABALHO
Atividade entregue como requisito parcial para a obtenção da nota final da disciplina (nome da disciplina) do curso de graduação em Nutrição do Centro Universitário Redentor.
Professor: NOME COMPLETO DO PROFESOR
ITAPERUNA - RJ
ANO
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
 A antropometria tem se destacado como o principal parâmetro para avaliar o estado nutricional coletivo devido à facilidade de obtenção de medidas válidas e confiáveis, desde que realizadas por profissionais treinados e seguindo procedimentos padronizados (GONÇALVES, 2022). Essa técnica é amplamente empregada na prática clínica e em pesquisas epidemiológicas, fornecendo dados essenciais sobre as dimensões corporais e a composição do corpo humano. Métodos como o Índice de Massa Corporal (IMC), circunferências corporais e dobras cutâneas permitem identificar e monitorar condições como desnutrição, sobrepeso e obesidade, fatores que impactam diretamente a saúde pública.
 No Brasil, a transição nutricional das últimas décadas resultou na redução da desnutrição e no aumento do excesso de peso, refletindo mudanças nos padrões alimentares, no estilo de vida e na urbanização. Embora tenha algumas limitações, a antropometria é essencial para a avaliação nutricional, pois reflete a composição corporal e se torna ainda mais eficaz quando associada a outros métodos, como os dietéticos, bioquímicos e de anamnese. Essa abordagem integrada possibilita uma análise mais abrangente do estado nutricional, permitindo a detecção precoce de riscos e a implementação de intervenções mais eficazes, além de subsidiar políticas públicas e estratégias de promoção da saúde.
 Os métodos antropométricos são de baixo custo, não invasivos e fáceis de aplicar, sendo úteis tanto para avaliações individuais quanto para grandes levantamentos epidemiológicos. A sistematização e o aperfeiçoamento contínuo dessas técnicas permitem a comparação de resultados entre diferentes estudos e populações, contribuindo para a identificação de tendências nutricionais ao longo do tempo. Dessa forma, a antropometria, aliada a outros métodos de avaliação, fornece subsídios sólidos para o diagnóstico e monitoramento do estado nutricional, sendo uma ferramenta fundamental para intervenções clínicas e para a melhoria da qualidade de vida da população (GONÇALVES, 2022).
 A avaliação dietética é uma ferramenta importante para compreender e ampliar o conhecimento sobre a saúde e o bem-estar de um indivíduo. Este processo permite identificar possíveis deficiências ou excessos alimentares, ajudando a prevenir e tratar diversas doenças relacionadas com a nutrição, como obesidade, diabetes, hipertensão e desnutrição, tanto a nível individual como de um grupo populacional.
 Para avaliar eficientemente o consumo alimentar, é necessário determinar previamente o objetivo do estudo e garantir que o melhor método para a realização. Dentre os principais métodos utilizados, destacam-se os registros alimentares de 24 horas, os questionários de frequência alimentar e a história alimentar, cada um com sua particularidade e aplicabilidade. Os recordatórios de 24 horas fornecem uma análise detalhada da ingestão alimentar durante um curto período, enquanto os questionários de frequência alimentar avaliam os padrões alimentares ao longo do tempo e classifica os indivíduos em categorias de consumo, ademais a história alimentar fornece a descrição da ingestão habitual em relação aos aspectos qualitativos e quantitativos.
 A escolha de um método adequado é fundamental para garantir a precisão das informações obtidas, pois a qualidade dos dados afeta diretamente o desenvolvimento de estratégias nutricionais eficazes, bem como a adesão para um futuro planejamento dietético para um indivíduo A avaliação dietética desempenha, portanto, um papel importante não só na prática clínica, mas também na investigação científica e no desenvolvimento de políticas públicas que visam a promoção da saúde e da segurança alimentar.
A combinação da avaliação antropométrica e dietética oferece uma abordagem integrada e multidimensional para compreender o estado nutricional, permitindo correlacionar indicadores físicos com padrões alimentares. Enquanto a antropometria identifica alterações na composição corporal, como acúmulo de gordura ou perda muscular, a avaliação dietética revela os hábitos alimentares subjacentes a essas alterações. Por exemplo, uma pessoa com IMC elevado (indicativo de sobrepeso) e circunferência da cintura aumentada (sinal de risco metabólico) pode ter seu quadro ampliado por meio de um questionário de frequência alimentar, que identificaria consumo excessivo de ultraprocessados ou baixa ingestão de fibras. Essa sinergia permite que profissionais da saúde diferenciem entre causas comportamentais, socioeconômicas ou patológicas, direcionando intervenções mais precisas (GONÇALVES, 2022). A integração desses métodos também reduz limitações inerentes a cada técnica isolada: a antropometria, embora objetiva, não explica por que um desvio nutricional ocorre, enquanto a avaliação dietética, subjetiva em alguns métodos, ganha validade quando associada a dados biométricos concretos.
OBJETIVO
Traçar e avaliar o perfil dietético e antropométrico dos alunos da UniRedentor, correlacionando dados de consumo alimentar com indicadores corporais, a fim de identificar riscos nutricionais, subsidiar intervenções personalizadas e contribuir para políticas institucionais de promoção da saúde alinhadas às diretrizes científicas atuais
GONÇALVES, Nilce Elaine Xiol Morais. Importância da antropometria na avaliação do estado nutricional. Piracanjuba-GO: Editora Conhecimento Livre, 2022. 42 f. DOI: 10.37423/2022.edcl522. ISBN: 978-65-5367-118-8
SANAR. Sanar: Conteúdo para estudantes e profissionais da Saúde! Sanar. Disponível em: . Acesso em: 27 fev. 2025.
‌FISBERG, Regina Mara; LOBO, Maria ; CAROLINA, Ana. Avaliação do consumo alimentar e da ingestão de nutrientes na prática clínica. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, v. 53, n. 5, p. 617–624, 2009. Disponível em: . Acesso em: 27 fev. 2025.
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