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6 Marcar para revisão (FGV 2017 - Analista Técnico Pedagogia - Ministério Público da Bahia BA) Para Lopes e Macedo (2011), O curriculo é uma prática discursiva. Isso quer dizer que ele se constitui em uma prática de significação, portanto é uma prática de poder. Por meio de tais práticas a realidade é sujeitos e comportamentos são orientados, identidades são produzidas. (LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Teorias de São Paulo: Cortez, 2011). A partir da visão pós-estruturalista das práticas curriculares de poder e significação, podemos afirmar que Torna inócuas distinções como formal, oculto, vivido, na medida em que tudo isso é parte A inalienável das práticas curriculares. Oculto é a parte intangível do na medida em que não está colocada nos textos e não é B partilhada por todos. C Se constrói na dialética, a partir de imposições e resistências, tendo como atores principais os alunos. D Possui independência das decisões políticas, na medida em que é construído no interior das escolas. É um recorte implacável, em que há um processo avassalador de imposições por meio do arbitrário E cultural dominante

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