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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE BIOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA DISCIPLINA DE FISIOLOGIA VEGETAL AUXINAS e CITOCININAS Profº Marcelo Francisco Pompelli BO248 – Fisiologia Vegetal Outubro 2019 1 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Ciclo de vida das plantas 2 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Mesmo fixas as plantas reagem ao ambiente Sinalização química A resposta do tubérculo a luz é um exemplo de sinalização celular PAREDE CELULAR CITOPLASMA 1 Recepção 2 Transdução 3 Resposta Receptor Moléculas sinalizadoras Ativação de uma resposta celular Hormonio ou estímulo ambiental Membrana plasmática Fonte: Biology, Campbell & Reece, 2nd edition, 2005 1 Recepção 2 Transdução 3 Resposta CITOPLASMA Membrana plasmática Fitocromo Ativado pela luz Parede celular luz cGMP Produção de um mensageiro secundário Proteínas específicas kinase 1 ativadas NÚCLEO P P Transcrição Tradução protéica Proteínas que promovem o des-estiolamento Ca2+ Canais de Ca+2 abertos Fator de transcrição 2 Exemplo de transdução de sinais em plantas 1 Os sinais luminosos são detectados por receptores fitocromos específicos, que ativam pelo menos dois sinais na via de transdução 2 Uma via usa o cGMP como mensageiro secundário que ativa uma proteína quinase específica. A outra via envolve uma elevação do Ca2+ citosólico que ativa outros proteínas quinases 3 Ambas as vias levam a expressão de genes para proteínas que funcionam no des-estiolamento Proteínas específicas kinase 2 ativadas Fator de transcrição 1 Como se dá a sinalização celular Fonte: Biology, Campbell & Reece, 2nd edition, 2005 Por último, a via de transdução de sinal leva a regulação de uma ou mais atividades celulares Na maioria dos casos essas respostas envolvem o aumento da expressão e/ou atividade de enzimas específicas Como se dá a sinalização celular Sinalização química Conceito 1: A via de transdução de sinais faz uma ponte entre a percepção e a resposta As plantas tem receptores celulares que sinalizam para mudanças fisiológicas como forma de adaptação ao meio circundante e ao ambiente Para cada estímulo há uma resposta certas células possuem receptores apropriados para cada tipo de evento Classes Hormonais Sete classes são atualmente reconhecidas como hormônios verdadeiros: auxinas giberelinas citocininas etileno ácido abscísico Jasmonatos Brasinoesteróides 8 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli 9 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli AUXINAS A primeira classe de hormônios vegetais a ser descoberta Coleóptiles de alpiste Primeiros Experimentos 11 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli 12 With over 80 analogs identified, gibberellins are the largest hormone grouping . They are used commercially to break dormancy in seeds which will not germinate readily,to promote fruit setting in a number of plants, including the production of parthenocarpic ( seedless) varieties and to produce dwarf plants, and in the beer industry...Discovery: Kurosawa, a Japanese botanist, discovered gibberellin while investigating the rice foolish seedling disease in which spindly seedlings are formed due to GA like compounds produced by the fungus ( Gibberella fujikuroi) infecting the plant.( see text for more information) . ・ Extensive Growth --Produced by roots and young leaves, it increases growth by both division and elongation; promotes elongation of dwarf mutants. It stimulates shoot elongation even in mature regions of trees & shrubs ・ Juvenility -- juvenile stages of some plants have different shaped leaves than the adult stage. Gibberellins help determine whether a particular part of a plant is juvenile or adult. An example to further explain this is that the buds of adult branches grow into adult branches, but if treated with gibberellin it grows into juvenile branches. ・ Flowering -- Biennial + Gibberellin ---> Annual. Biennials when treated with gibberellin give flowers and fruits in their first year instead of the usual two years. ・ Parthenocarpic -- stimulates pollen germination and growth. results in larger fruits and even bigger flowers. ・ Fruit formation -- increases size of fruits. ・ Seed Germination -- breaks dormancy of certain seeds. This is used in beer industry....yeast need a large supply of malt sugars from barley to ferment.... As the seed imbibes water the embryo produces GAGA attaches to a protein receptor which sends a signal to a transduction pathway to switch on particular genes --> m-RNA.Through transcription and translation this leads to synthesis of amylase which then is secreted into the endosperm (stored food reserve)Amylase breaks down starch to glucose units which diffuses to the embryo and are used for plant growth. Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli + [AIA] - [AIA] Clique para editar o texto mestre Segundo nível Terceiro nível Quarto nível Quinto nível 13 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Proteínas expansinas PAREDE CELULAR Cell wall enzymes Matriz polissacarídica da parede celular Microfibrilas H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ ATP Membrana plasmática Membrana plasmática Parede celular Núcleo Vacúolo Citoplasma H2O Citoplasma Expansão celular em resposta as auxinas 1 As auxinas aumentam a atividade das bombas de prótons 4 A clivagem enzimática da matriz polissacarídica permite deslizamento das microfibrilas. A extensibilidade da parede celular é aumentada. A pressão de turgor causa a expansão celular 2 A parede celular torna-se mais ácida 5 Com o afronxamento da celulose a célula pode se expandir 3 Expansinas em forma de cunha, ativadas pelo baixo pH, separam as microfibrilas de celulose da matriz polissacarídica. Os polissacarídeos expostos são agora mais acessíveis às enzimas que promovem a expansão da parede celular Fonte: Biology, Campbell & Reece, 2nd edition, 2005 Desenhado por POMPELLI, MF, com base em Taiz & Zeiger, Fisiologia Vegetal, 2010 Membrana plasmática PAREDE CELULAR ABP1 AIA ATP ATP ATP ATP ATP H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ H+ Hipótese da Ativação AIA Mensageiros Secundários NÚCLEO Gene da H+ ATPase Promotor Hipótese de Síntese mRNA RE Rugoso H+-ATPase em vesículas de membrana Complexo de Golgi ATP H+ ATP H+ Processamento da proteína O AIA (ácido indol acético) é a auxina natualmente encontrada O termo auxina É usado para qualquer composto que promove a expansão celular em diferentes tecidos alvo As auxinas estão envolvidas na formação de raízes laterais Aumentam a plasticidade das células, promovendo a expansão (Hipótese do crescimento ácido). Quanto a luz ilumina um dos lados de um coleóptile, auxina de difunde para o lado oposto ao da luz, causando expansão celular em direção a luz 16 With over 80 analogs identified, gibberellins are the largest hormone grouping . They are used commercially to break dormancy in seeds which will not germinate readily,to promote fruit setting in a number of plants, including the production of parthenocarpic ( seedless) varieties and to produce dwarf plants, and in the beer industry...Discovery: Kurosawa, a Japanese botanist, discovered gibberellin while investigating the rice foolish seedling disease in which spindlyseedlings are formed due to GA like compounds produced by the fungus ( Gibberella fujikuroi) infecting the plant.( see text for more information) . ・ Extensive Growth --Produced by roots and young leaves, it increases growth by both division and elongation; promotes elongation of dwarf mutants. It stimulates shoot elongation even in mature regions of trees & shrubs ・ Juvenility -- juvenile stages of some plants have different shaped leaves than the adult stage. Gibberellins help determine whether a particular part of a plant is juvenile or adult. An example to further explain this is that the buds of adult branches grow into adult branches, but if treated with gibberellin it grows into juvenile branches. ・ Flowering -- Biennial + Gibberellin ---> Annual. Biennials when treated with gibberellin give flowers and fruits in their first year instead of the usual two years. ・ Parthenocarpic -- stimulates pollen germination and growth. results in larger fruits and even bigger flowers. ・ Fruit formation -- increases size of fruits. ・ Seed Germination -- breaks dormancy of certain seeds. This is used in beer industry....yeast need a large supply of malt sugars from barley to ferment.... As the seed imbibes water the embryo produces GAGA attaches to a protein receptor which sends a signal to a transduction pathway to switch on particular genes --> m-RNA.Through transcription and translation this leads to synthesis of amylase which then is secreted into the endosperm (stored food reserve)Amylase breaks down starch to glucose units which diffuses to the embryo and are used for plant growth. Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli ANA AIB Diferentes tipos de auxinas AIA 2,4-D Dicamba AIB 17 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Auxinas: síntese & transporte Produzidas nos meristemas apicais, folhas jovens e sementes Movem-se do ápice para a base (basípeta) Move-se primariamente pelas células parenquimáticas que circundam os tecidos vasculares 18 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Biossíntese 19 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Transporte O AIA é transportado do ápice para a base de maneira unidirecional, chamado de transporte polar, como mostra o esquema abaixo: 20 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Gravitropismo Raízes e parte aérea crescem diferentemente em resposta a gravidade Há mais auxinas nas porção inferior do órgão Raízes: resposta negativa As raízes são mais sensíveis aos inibidores de auxina 21 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Mecanismo de sensoriamento da gravidade Células do ápice radicular contém amiloplastos (estatólitos) contendo graõs de amido A densidade causa um movimento do citoplasma para a parte inferior da célula Estatólitos na porção inferior das células de ervilha 22 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli 23 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Gravitropismo Plântula orientada horizontalmente Transporte lateral de auxinas Retorno ao crescimento normal Normal 24 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Percepção do gravitropismo na raiz Microcirurgia demonstrando que a coifa produz um inibidor que regula o gravitropismo da raiz Fonte: Taiz & Zeiger, Fisiologia Vegetal, 20010 1 semana Dominância Apical A produção e transporte de axinas do ápice inibe o crescimento das gemas laterais A excisão do ápice promove o aparecimento das gemas laterais O AIA pode induzir a produção de etileno que inibe o crescimento lateral. Citocininas, que se movem de forma acrópeta, também podem ter importânica fundamental Controle 2 semanas 26 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli 27 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli 28 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli 29 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli 30 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli 31 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Senescência foliar 32 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Outros efeitos das auxinas Estimulam o desenvolvimento dos frutos Podem estimular a formação de raízes laterais e adventícias Pode estimular a formação de raízes em segmentos nodais 33 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Desenvolvimento de frutos 34 ・ Auxin alone is enough to induce vessels, while ・ gibberellin in the presence of auxin induces fibers. ・ Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Frutos de tomate sem semente 35 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Asp Indolacetilaspartato AIA Myo-inositol Indolacetil--D-glucose UDP-Glicose Auxinas conjugadas (citoplasma) Esquema adaptado de material disponível na net em www.google.com.br Indolacetil-2-O-myo-inositol CITOCININAS Cinetina Foi descoberta a partir da hidrólise do DNA Foi primeiramente descrita como uma substância com habilidade de iniciar e sustentar a proliferação celular em cultura de tecidos de tabaco C C C C H H N C C C C N N H H H H H N N O C C H H 38 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Zeatina É a citocinina natural de maior abundância Primeiramente extraída do milho (Zea mays) Estimula as células vegetais adultas a dividirem-se com adicionadas a sistemas de cultura de tecidos conjuntamente com as auxinas C C C C H H CH 3 C N N H CHOH 2 N N C C NH CH 2 C C C C H H CH OH 2 C N N H CH 3 N N C C NH CH 2 trans zeatina cis zeatina 1 g de ouro = R$ 195,44 1 g de zeatina = R$ 26.544,00 Cotação de 21/08/2019 39 ・ Auxin alone is enough to induce vessels, while ・ gibberellin in the presence of auxin induces fibers. ・ Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Memorial Diamond Mesmo não estando oficialmente no Brasil a empressa Algordanza.com tem dois representantes exclusivos, um em São Paulo e outro em Porto Alegre Empresa com cede em Coire, na Suiça, começou a operar em 2004; Após seis semanas submetidos a altas temperaturas e pressão o “diamante já pode ser lapidado de acordo com a vontade do cliente” O preço varia de 8 mil a 28mil, variando entre 0,25 e 1 quilate. 0,25 equivale ao tamanho de uma ervilha Dona Leroy (Curitiba) foi a primeira brasileira a usar esse tipo de serviço 0,5 kg de cinzas foram usados para produzir um diamente de 0,25 quilates “Dinheiro não importa. O que vale mesmo é não esquecer os nossos entes queridos. No começo, quando o corpo está enterrado, todos visitam. Depois o lugar vai ficando abandonado. Para manter a presença de meu marido perto da família, mandei cremar o corpo e fazer o diamante que ficará com minha filha” Diz Dona Leroy. WWW.ALGORDANZA.COM.BR 40 ・ Auxin alone is enough to induce vessels, while ・ gibberellin in the presence of auxin induces fibers. ・ Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Memorial Diamond Is he my dad? 41 ・ Auxin alone is enough to induce vessels, while ・ gibberellin in the presence of auxin induces fibers. ・ Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Estela de Diamante Nome provisório de PSR J2222-0137 Se encontra a aproximadamente 900 anos-luz da Terra Essa é a maior estrela de diamente já detectada, com massa 5 vezes a do sol mas com tamanho semelhante ao da Terra “Outras estrelas de diamante já foram localizadas, mas sua massa é tão pequena que é difícil saber a real localização delas” Diz David Kaplan, estudante de graduação da Universidade da Carolina do Norte 42 ・ Auxin alone is enough to induce vessels, while ・ gibberellin in the presence of auxin induces fibers. ・ Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli As citocininas são ativas desde a semente até a senescência são derivadas da adenina a zeatina é a de maior ocorrência natural Citocininas: formas naturais Adenina cinetina zeatina Fonte: Taiz & Zeiger, Fisiologia Vegetal, 2010 Sintéticas e/ou mimetizadoras Alguns compostos podem imitar ou antagonizar o efeito das citocininas Benziladenina (benzilaminopurina, BA, BAP) Sintética com boa atividade citocinínica N,N’-Difeniluréia Não aminopurínica com atividade fraca Tiadiazuron Utilizado comercialmente como desfoliante e herbicida 3-Metil-7-(3-metilbutilamino)pirazolo[4,3-D]pirimidina Antagonista da ação das citocininas Fonte: Taiz & Zeiger, Fisiologia Vegetal, 2010 Algumas bactérias e fungos produzem e secretam quantidades substanciais de citocininas ou induzem as células vegetais a sintetizarem hormônios vegetais, incluindo as citocininas Ribosil-zeatina (zeatina ribosídica) N6-(D2-Isopentenil) adenosina ([9R]iP) A infecção dos tecidos vegetais como esses microorganismos pode induzir o tecido a se dividir e, em alguns casos, a formar estruturas especiais, como as micorrizas, onde o microorganismo pode co-existir em uma relação mutualística com a planta Citocininas bacterianas Fonte: Taiz & Zeiger, Fisiologia Vegetal, 2004 Citocininas Local de síntese raízes, folhas jovens, embrião em desenvolvimento, frutos Principal função divisão celular Forma de transporte Raiz para a parte aérea (forma acrópeta) 46 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Citocininas As citocininas, em combinação com as auxinas, estimulam a divisão celular e a diferenciação. produzida pelo meristema apical da raíz e transportada por toda a planta inibe a formação de raízes laterais enquanto as auxinas promovem Tem efeitos na defesa da planta contra patógenos 47 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Controle da Dominância Apical Citocininas, auxinas, e outros fatores interagem no controle da dominância apical desenvolvimento apical em detrimento do desenvolvimento das gemas laterais gemas laterais Fonte: Biology, Campbell & Reece, 2nd edition, 2005 “brotamento” após a remoção da ggema apical ramificações laterais Muitos tecidos possuem a enzima citocinina oxidase que cliva a cadeia lateral da zeatina a citocinina oxidase inativa irreversivelmente as citocininas, podendo ser importante na regulação ou na limitação dos efeitos da citocinina a atividade da enzima é ativada por altas concentrações de citocinina As citocininas são rapidamente metabolizadas Desenhado por POMPELLI, MF com base em Taiz & Zeiger, Fisiologia Vegetal (2010) Citocinina N N H N N HN N N H N N NH2 + Citocinina oxidase iP Adenina 3-Metil-2-butanal USO COMERCIAL DAS AUXINAS E CITOCININAS 50 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Umas das aplicações comerciais de auxinas é o seu emprego para enraizar estacas, facilitando a propagação vegetativa de espécies de difícil multiplicação. Enraizamento de estacas 51 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli 52 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Efeito determinado pelo balanço com a auxina 53 With over 80 analogs identified, gibberellins are the largest hormone grouping . They are used commercially to break dormancy in seeds which will not germinate readily,to promote fruit setting in a number of plants, including the production of parthenocarpic ( seedless) varieties and to produce dwarf plants, and in the beer industry...Discovery: Kurosawa, a Japanese botanist, discovered gibberellin while investigating the rice foolish seedling disease in which spindly seedlings are formed due to GA like compounds produced by the fungus ( Gibberella fujikuroi) infecting the plant.( see text for more information) . ・ Extensive Growth --Produced by roots and young leaves, it increases growth by both division and elongation; promotes elongation of dwarf mutants. It stimulates shoot elongation even in mature regions of trees & shrubs ・ Juvenility -- juvenile stages of some plants have different shaped leaves than the adult stage. Gibberellins help determine whether a particular part of a plant is juvenile or adult. An example to further explain this is that the buds of adult branches grow into adult branches, but if treated with gibberellin it grows into juvenile branches. ・ Flowering -- Biennial + Gibberellin ---> Annual. Biennials when treated with gibberellin give flowers and fruits in their first year instead of the usual two years. ・ Parthenocarpic -- stimulates pollen germination and growth. results in larger fruits and even bigger flowers. ・ Fruit formation -- increases size of fruits. ・ Seed Germination -- breaks dormancy of certain seeds. This is used in beer industry....yeast need a large supply of malt sugars from barley to ferment.... As the seed imbibes water the embryo produces GAGA attaches to a protein receptor which sends a signal to a transduction pathway to switch on particular genes --> m-RNA.Through transcription and translation this leads to synthesis of amylase which then is secreted into the endosperm (stored food reserve)Amylase breaks down starch to glucose units which diffuses to the embryo and are used for plant growth. Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli EXISTEM MESMO PESSOAS GONGELADAS PARA RESUSCITAR NO FUTURO? 54 Laboratório de Ecofisiologia Vegetal - Universidade Federal de Pernambuco BO248 - Fisiologia Vegetal - Prof. Marcelo F. Pompelli Cerca de 250 pessoas estão preservadas em tubos de nitrogênio a temperaturas baixíssimas, e mais de 2 mil pessoas vivas aguardam a vez de serem congeladas após a morte para despertarem no futuro Fonte:image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.jpeg image9.jpeg image10.jpg image11.png image12.jpeg image13.png image14.jpeg image15.wmf N H CH CH CH COOH 222 image16.wmf N H CH COOH image17.wmf O OH image18.wmf O O Cl Cl OH image19.wmf Cl OCH 3 COOH Cl image20.png image21.png image22.jpeg image23.jpeg image24.png image25.png image26.png image27.png image28.jpeg image29.jpeg image30.jpeg image31.jpeg image32.jpeg image33.jpeg image34.jpeg image35.jpeg image36.jpeg image37.jpeg image38.png image39.jpeg image40.emf N H CHCOOH 2 image41.emf N H CH 2 CO OH OH OH HO OH H H H H H H O image42.emf N H CH 2 CCHN H OCOOH CH 2 COOH image43.emf N H CH 2 C O O H O H HO H H CHOH 2 H OH OH oleObject4.bin oleObject1.bin oleObject2.bin oleObject3.bin image44.jpeg image45.png image46.jpeg image47.jpeg image48.png image49.png image50.png image51.png image52.png image53.png image54.png image55.png image56.png image57.png image58.jpeg image59.jpeg image60.emf image61.emf CH 3 CH 3 CCHC H O image62.jpeg image63.jpeg image64.jpeg image65.wmf image66.jpeg image67.png image68.jpeg image69.png image1.png